Arquivo do mês: abril 2011

Como e Por Que Alice Sumiu ?

Pirenópolis, bucólico município goiano onde nasceu a idéia de O Sumiço de Alice…

O Sumiço de Alice é o novo curta-metragem da jornalista Aurora Miranda Leão. Rodado em Anápolis, durante o I Festival de Cinema de Anápolis, realizado no município goiano de 12 a 18 de abril passados, o curta é um trabalho experimental que nasceu de uma visita à bucólica região de Pirenópolis, berço de tantos filmes brasileiros (como “Simeão, o boêmio”, primeiro filme dirigido pelo pioneiro goiano João Bennio; O Tronco, de João Batista de Andrade; O Leão do Norte, de Carlos Del Pino; e o curta Borralho, do maranhense Arturo Sabóia de Almada).

Gravado em formato digital, com imagens captadas em mini DV, O Sumiço de Alice é mais uma produção Aurora de Cinema, a ser finalizada em parceria com a Cabeça de Cuia Filmes (da videasta cearense Lília Moema).

O processo de produção resume-se a 3 dias de gravações no circuito Pirenópolis-Teatro Municipal-Estância Park de Anápolis, mas, apesar do pouco tempo, o curta conta com elenco estelar, onde despontam o talento vibrante de Zezeh Barbosa, a criatividade singular dos goianos Deborah Torres e Guido Campos, a expressividade da atriz Dila Guerra, a criatividade do escritor Miguel Jorge, a descontração de Walter Webb, Alice Gonzaga e Mallu Moraes, a seriedade na estréia de Selva Aretuza e Manaíra Carneiro, além da inteligente participação dos jornalistas Cid Nader e Felipe Brida.

Aurora anota idéias para incluir no roteiro de O Sumiço de Alice

Eduardo Cardoso, Dila Guerra, Bianca Menti e Aurora: em busca de Alice…

Um belo plano-seqüência gravado em Pirenópolis responde pela abertura de O Sumiço de Alice. O filme vai-se desenvolvendo e, ao longo de seus 15 minutos, uma sucessão de imagens e depoimentos insólitos vão mapeando a intrincada história do inopinado e misterioso sumiço de Alice.

Alice Gonzaga, Mulher Patrimônio do Cinema, que inspirou o curta O Sumiço de Alice

Até o final, paira no ar a pergunta que não quer calar: como e porquê Alice sumiu ?

FICHA TÉCNICA

Roteiro e Direção: Aurora Miranda Leão

Produção: Aurora Leão e Ângela Torres

Assistente de produção: Itamar Borges e Mallu Moraes

Direção de Platô: Laura Pires

Edição: Aurora M. Leão e Lília Moema

Still: Ed Cafezeira e Laura Pires

Dila Guerra, Laura Carneiro, Mallu Moraes, Aurora Miranda Leão e Zezeh Barbosa: descontração imperou nas gravações de O Sumiço de Alice

Elenco: 

                   ALICE GONZAGA

                    ZEZEH BARBOSA

                    DÉBORA TORRES

                    WALTER WEBB

                    MIGUEL JORGE

                    SELVA ARETUZA, gentilmente cedida por Danton e Selton Mello

                    GUIDO CAMPOS

                    DILA GUERRA

                   MALLU MORAES

                   JOÃO BATISTA DE ANDRADE

                    MANAÍRA CARNEIRO

                    CID NADER

                    FELIPE BRIDA

                     SERINA RARUÁ

                    ITAMAR BORGES

                    LAURA PIRES

                    ED CAFEZEIRA 

Alegria em ANÁPOLIS: Aurora, Walter Webb e Débora Torres

 Aurora Miranda Leão, Walter Webb e Débora Torres: alegria de cinema em Anápolis 

Zezeh Barbosa e Guido Campos curtindo a noite anapolina: brinde ao Cinema !

Revista é Cultura de Cinema

Em 2010, a revista Filme Cultura quebrou o hiato de 23 anos sem publicações.

No aniversário de sua volta perguntamos: Qual é a importância da retomada da revista ?

Respostas para: promocao@filmecultura.org.br

Os 2 comentários mais criativos vão levar 5 novas edições da FILME CULTURA + coleção Fac-Símile.
O resultado será divulgado nopróximo dia 5 de Maio.
 
Vamos às Respostas !
 

Mais uma Edição do Festival Música Instrumental

VI FESTIVAL BNB DA MÚSICA INSTRUMENTAL

Em sua sexta edição, o Festival BNB da Música Instrumental mantém a identidade de promover a diversidade musical, estimulando a fruição e conhecimento da produção instrumental.

Embora a produção nordestina seja destaque, a programação do VI Festival BNB da Música Instrumental traz representantes de três regiões do Brasil e até da América do Sul. Os três CCBNBs (Fortaleza e Cariri, no Ceará; e Sousa, na Paraíba) receberão juntos 21 formações instrumentais oriundas de onze estados (Ceará, Paraíba, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Maranhão, Sergipe, Bahia e Piauí, da região Nordeste; Distrito Federal, Centro-Oeste; e São Paulo, do Sudeste). Além destes, haverá participação de músicos argentinos, representado pelo grupo instrumental feminino Las Rositas Tango Trio.

Dezenas de músicos com diferentes trajetórias, influências e propostas estéticas, além de uma variedade de sonoridades, as quais serão apresentadas durante os 12 dias de realização do festival.  

Banda Cabaçal do Zé Pretinho (PB)

Composta por seis irmãos da família Lopes, foi fundada em 1971 na cidade de Tavares-PB. De acordo com o senhor Zé Pretinho, mestre e líder do grupo e que aprendeu a tocar pífano com o pifeiro Joaquim Bino, ele decidiu montar a banda com seus irmãos porque não havia mais tocadores de pífanos na cidade, pois o seu único parceiro, o mestre Bino, devido à idade, não conseguia mais fazer ecoar o som de seu pífano. Com muita criatividade, Pretinho improvisou os instrumentos: lata de doce virou caixa, baldes de alumínio zabumba, tampas de panelas os pratos e canos de ferro os pífanos. Depois, confeccionou os instrumentos de percussão com troncos de árvores e couro de bode, e os pífanos de taboca. Hoje, devido à escassez de matéria-prima, esses artistas do som tocam com pífanos de alumínio, confeccionados por Zé Pretinho, e instrumentos de percussão industrializados.

Banda Synkrasis (CE)

A Banda Instrumental Synkrasis consiste em um projeto que pretende fomentar a música instrumental no Cariri. O grupo surge com um trabalho autoral no qual se encontram fortes influências do jazz-fusion e da música brasileira. Além de suas próprias composições, a banda Synkrasis desenvolve releituras de clássicos da música ocidental. No ano de 2010, destacam-se as apresentações no projeto Música no Campus e no II Simpósio de Guitarra no Cariri, ambos os eventos promovidos pela Universidade Federal do Ceará.  O grupo é formado por: Diego Souza (teclado), Robson Almeida (sax), Ivânio Azevedo (guitarra), Ellison Alencar (contrabaixo) e Wendel Leite (bateria). Atualmente, a banda realiza shows pela região do Cariri e está em fase de elaboração de seu primeiro trabalho fonográfico. 

Burro Morto (PB)

O Burro Morto surgiu mutilado, teve seus retalhos recosturados e agora percorre os caminhos sonoros atento às cores e nuances. Respira groove, enche os pulmões de psicodelia, entorta os compassos e regurgita melodias inusitadas. A inspiração vem do sangue que passeia pelas veias negras da terra antiga, que sai de Lagos, passa pelas dunas de areia escaldante, chega a Addis Ababa, escorre pelos ouvidos jazzistas no norte, desce ao estômago do deep funk e deságua novamente no terceiro mundo. É África-Brasil, via o jazzy groove gringo. Esse emaranhado de cabos, filtros, delays, climas, cinismo e subversão é manipulado por cinco mentes ácidas: Haley (sintetizadores, orgão), Daniel Ennes Jesi (contrabaixo), Ruy José (bateria), Pablo Ramires (percussão) e Léo Marinho (guitarra).

Duo Finlândia (CE)

Dois músicos. Dois países. Um argentino e um brasileiro. Música tradicional de ambos os países com ambientes contemporâneos. Finlandia é um duo formado por Maurício Candussi (Argentina) e Raphael Evangelista (Brasil). No palco, instrumentos acústicos como piano, acordeom e o violoncelo mesclado a bases eletrônicas focadas na música tradicional dos dois países em um show vibrante e profundo. Trata-se de um estudo de ritmos tradicionais conhecidos como o Tango, Bossa-nova e Samba tocados ao vivo. Porém o duo segue além e aprofunda-se em ritmos pouco difundidos fora de seus países como a Milonga, Frevo, Baião e Huaino. Toda esta musicalidade tradicional é inserida em um ambiente eletrônico proporcionando novas fusões entre o folk e o moderno.

Fernando Corbal (DF)

Formado em Música pela Universidade de Brasília, compositor, toca violão, viola de 10 cordas, kalimba, piano e cristaleira (glass harmonica) – instrumento musical afinado com água pura, consiste num agrupamento geométrico de taças, dispostas estrategicamente, de forma a possibilitar uma execução polifônica, harmônica e melódica – a fricção da ponta dos dedos sobre as bordas das taças dá origem a um timbre raro.  Executa obras autorais e de grandes nomes da música brasileira. Também se utiliza de instrumentos eletrônicos e atua em diversos segmentos artísticos, produzindo trilhas sonoras para teatro, vídeo e cinema. Foi agraciado com o Troféu Candango no XV Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o Prêmio Concorrência Fiat, o Prêmio SESC de Música Instrumental e o Prêmio APAC. Convidado pelas embaixadas brasileiras, participou de projetos em Moçambique, Bolívia, Holanda, Bélgica, França, Líbano e Suécia.

Ferraro Trio (SE)

O Power trio instrumental sergipano foi concebido e pensado no início de 2008, mas posto em ação apenas no primeiro semestre de 2009, um ano depois da decisão coletiva de colocar em prática o gosto pela música negra, pelos grooves do funk e da soul music e pela música instrumental. Formado por três músicos sergipanos, o Ferraro Trio é a consolidação de anos de amizade, trabalho coletivo e amadurecimento musical e pessoal, refletido no entrosamento do novo combo, que pretende tocar para um público amplo e variado, de jazzistas a rockers, além dos amantes da música negra em geral. As principais influências são a soul music e os grooves funky das gravadoras Motown e Stax. Músicas próprias e temas desses artistas fazem parte do repertório do grupo.

Júlio Medeiros (PI)

A trajetória musical começou na adolescência ao lado de Naeno, Zé Piau, Chagas e outros músicos do Grupo Varanda. Ganhou visibilidade no cenário piauiense ao vencer alguns festivais regionais. Ingressou na música instrumental e criou os grupos Haja Sax, Essa Banda, Club do Jazz, Chorando Baixinho e Banda Improviso. Grande incentivador cultural no Piauí, promoveu e participou de vários eventos como o Teresina Jazz, Artes de Março, Festival de Jazz de Pedro II, Festival de Oeiras, Festival  de Choro em Teresina e o Festival de Jazz de Barra Grande. Na discografia os CDs “Fábula de um Arquiteto” (1995), “Notas e Croquis” (1999), “Pro Seu Domingos” (2003) e “Som da Arquitetura” (2010). Este último dá nome ao show e sintetiza a busca de integração entre a amizade e o trabalho de arquiteto e músico. Segundo Júlio Medeiros, a idéia foi traduzir através de composições já consagradas e outras inéditas, o som que lhe é transmitido no processo de criação tanto arquitetônico como musical. O CD é um conjunto de viagens de imagens e sons.

LAS ROSITAS Tango Trio (Argentina)

O trio argentino formado por mulheres apresenta seu mais novo trabalho instrumental intitulado “Las Estaciones”, um espetáculo emotivo de interpretação singular aliado à força expressiva das três jovens: Gabriela Palma (Violino), Cecília Palma (Viola) e Ana Belén Disandro (Piano). O grupo foi criado em 2007 com o objetivo de representar um dos gêneros musicais mais populares de seu país, o Tango. Las Rositas é uma proposta instrumental com um formato atípico, para interpretar de Gardel a Piazzolla, clássicos do estilo, com roupagem moderna. O grupo ostenta algumas premiações de destaque, a exemplo do título Conjunto Revelação, conferido pelo Festival de Cosquin, em 2009, e o primeiro lugar na Segunda Selección de Conjuntos Orquestrales de Tango, de Buenos Aires. Além da Argentina, já realizaram concertos no Chile, Uruguai, Peru e Brasil.  

Luciano Magno (PE)

Compositor, arranjador, instrumentista, cantor e produtor musical. Iniciou-se na música em Recife, na década de 1990. Estudou no CEMO e no Conservatório Pernambucano de Música. Participou de três edições do Festival Canta Nordeste da Rede Globo, como integrante da orquestra do festival e em uma das edições como arranjador. Gravou com nomes como Hermeto Pascoal, Naná Vasconcelos, Dominguinhos, Alceu Valença e produziu CDs e DVDs de diversos artistas pernambucanos. Em 2000, lançou o seu primeiro disco instrumental, pela Polydisc/Sony, se apresentando no Montreux Jazz Festival na Suíça, tendo a participação do Maestro Spok e seguiu com várias apresentações no exterior em inúmeros projetos tanto em carreira solo como acompanhado de parceiros musicais do Trio Sotaque, André Rio, Lula Queiroga, Fábio Valois e Cacau Brasil. Em 2010, o seu frevo “Esquentadinho” recebe letra de Moraes Moreira, firmando assim a primeira parceria entre eles, e Roberto Menescal faz o “Samba Magno”, em sua homenagem.  Luciano Magno foi o grande vencedor do Festival de Música Carnavalesca do Recife 2011 com o frevo de rua “Pisando em Brasa”, de sua autoria.

Marimbanda (CE)

O quarteto é um dos melhores grupos do Ceará. Sua importante contribuição na valorização da música instrumental brasileira revela-se através de um extenso currículo, com destaque para a recente excursão pela França e Bélgica, as apresentações pelo eixo Rio-São Paulo, gravações nos CDs da Spok Frevo Orquestra e no CD do belga Henri Greindl, além de arranjos e execução da trilha sonora do Musical A Estrela Dalva (sobre a vida de Dalva de Oliveira-premiação de melhor trilha sonora) e a premiação Melhor Grupo Musical de Jazz, nos anos de 2001, 2002, 2003 e 2004. Os CDs “Marimbanda” e “Tente Descobrir” reúnem composições que passeiam pelo baião, frevo, choro, samba, bossa nova, salsa e jazz, mostrando também essa diversidade de ritmos através de releituras. Em 2011, o grupo fará uma turnê nordestina com patrocínio do Programa BNB de Cultura. A formação atual é composta por Luizinho Duarte (bateria e percussões), o flautista Heriberto Porto, o baixista Miquéias dos Santos e Sávio Dieb (piano).

Nicolas Silva (AL)

Com apenas seis anos de carreira, o alagoano de treze anos de idade se tornou especialista em música clássica, choro e valsa. Filho do professor de violão Marcos Silva, o talentoso adolescente se interessa por música desde os sete. Nesse percurso já estudou obras de Pixinguinha, Ary Barroso, Zequinha de Abreu, dentre outros gênios. Ficou nacionalmente conhecido depois de se apresentar no Domingão do Faustão (2009), quando recebeu muitos elogios do músico Caçulinha: “Nicolas é um garoto de extraordinário talento. Não tenho dúvida que em breve se tornará um dos nomes de peso da nossa MPB”, comentou o acordeonista. Nicolas viaja desde 2008 por diversas cidades do País, apresentando-se ao lado de grandes nomes da música instrumental e de seu pai, que o acompanha em seu novo concerto.

Orquestra de Câmara Acorde (PB)

Criada e idealizada pelo maestro Espedito Lopes com o objetivo de levar até as comunidades periféricas da cidade de Sousa o ensino e a prática da música instrumental para crianças e jovens de baixa renda, o projeto foi contemplado com o patrocínio do Programa BNB de Cultura no ano de 2009 e o Mais Cultura no ano seguinte. Com a criação da Orquestra também surgiu o Instituto Acorde de Educação e Cultura. Hoje esta instituição atende a 40 crianças e adolescentes, direcionando-os ao estudo e a profissionalização musical, com prática instrumental em violino, viola, violoncelo e contrabaixo, e aos instrumentos de sopro: flauta transversal, trompete, clarinete, sax, trombone e tuba, em conjunto com os instrumentos de percussão. A Orquestra tem como princípio o estudo dos mais diversos gêneros musicais - erudito, regional e música popular brasileira -, como forma de pesquisa e divulgação da música instrumental.

Oxent Groove (PB)

Formado há cinco anos, o grupo tem representado com maestria a música instrumental paraibana. Como se fizessem uma releitura de obras de arte, rearranjam clássicos e apresentam uma nova proposta, fácil de identificar a origem pelo traço característico que possui o grupo, como percebemos no projeto intitulado “Fusão Nordestina”, gravado ao vivo no Campina Jazz Festival (2005). Participaram de importantes festivais e eventos, a exemplo do Abreu e Lima Instrumental e Campina Jazz Festival e, recentemente, do projeto Seis e Meia, ao lado de Victor Biglione e Wagner Tiso. Atualmente, a Oxent Groove divulga seu primeiro disco oficial, intitulado “Os 4 cabras”, trabalho autoral que registra uma mistura de experiências musicais dos integrantes e seus convidados.  

Quarteto Cazumbá (MA)

Maranhenses, recentes no cenário, percorrem o País com seu projeto instrumental. Apontam em seu trabalho composições próprias e grandes clássicos de nossa música, mesclados, com linguagem jazzística, a uma roupagem contemporânea, mas sempre valorizando a riqueza rítmica regional do Nordeste, em especial a do Maranhão. Formado por contrabaixo (Mauro Sérgio), bandolim (Wendell), teclados (Wesley Sousa) e bateria (Fofo Black) e com menos de um ano de existência, o Quarteto Cazumbá já inclui em seu currículo uma importante premiação, o primeiro lugar no Tremplim Recife Jazz de 2010, que lhes rendeu projeção e respeito no meio da música instrumental regional e elogios pela crítica especializada pernambucana e de seu estado. O nome Cazumbá refere-se a um irreverente personagem do Bumba-meu-Boi do Maranhão.

Saracotia (PE)

O grupo Saracotia existe desde setembro de 2008 com os músicos Rafael Marques (bandolim de dez cordas), Rodrigo Samico (violão de sete cordas), e Marcio Silva (bateria). A união teve início meses antes, em novembro de 2007, quando os três artistas se juntaram pela primeira vez para acompanhar a cantora italiana Cristina Benvenutti. O repertório do grupo é pautado pela apresentação de diversos gêneros musicais, em composições próprias e releituras, unidos pela improvisação jazzística. Em seus concertos, buscam levar ao público a música de interpretação livre através de poesias sonoras que traduzem sensações e estados emocionais. A estética utilizada pelo grupo faz da natureza inesperada de sua formação um grande aspecto inovador. O grupo alça voo livremente pelas formas que experimenta.  

Saturnino e o Disco Avuadô (RN)

Grupo criado em 2007 através do encontro de vivências, seus integrantes experimentaram diversas formações musicais até chegarem ao amadurecimento e assim suscitar o desejo de difundir a música instrumental no Rio Grande do Norte, realizando um trabalho autoral de qualidade. A sonoridade é resultante das influências da música nordestina, jazz, música erudita e os vários gêneros da música popular brasileira, perceptíveis nos arranjos e composições. Apresentam-se em festivais e eventos importantes como Sol da Terra em Florianopólis, Som da Mata, Praia Shopping Musical, Buraco da Catita, Programa Canto da Terra, Cena Contínua/Casa da Ribeira (Natal) e Feira da Música em Fortaleza. A participação no VI Festival BNB de Música Instrumental traz show que marca o lançamento do primeiro CD “Saturnino e o Disco Avuadô” no qual todas as faixas são de autoria do grupo.

Tarcísio Sardinha (CE)

Nascido em São Luís, mudou-se para Fortaleza há mais de quatro décadas.  Desenvolve  trabalho iniciado na infância com seu parceiro inseparável, o violão. Também aprendeu a tocar cavaquinho, bandolim e guitarra, daí a familiaridade com vários instrumentos e estilos musicais. Tornou-se músico profissional com 15 anos, tocando na noite em grupos de baile e nas rodas de chorinho, paixão que herdou do avô e de seu pai que ouviam Jacob do Bandolim, Pixinguinha, Waldir Azevedo e outros chorões consagrados. Aliás, o apelido “Sardinha” é alusivo ao famoso violonista Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto. Acompanhou os artistas Altamiro Carrilho, Sílvio Caldas, Clementina de Jesus, Fagner, Belchior, Ednardo, Amelinha, Sebastião e Maurício Tapajós, Falcão, Yamandu Costa, Paulo Moura, Zé da Velha, Silvério Pontes e Laércio de Freitas, entre outros. Lançou o CD Brasileirando, “Fim de tarde” recebeu o Prêmio Nelsons da Música Cearense – Melhor música de choro. Dedica-se à formação musical em diversos municípios cearenses como a Tapera das Artes (Aquiraz – CE), Festival de Música da Ibiapaba, Festival de Jazz de Guaramiranga e Fundação Cultural de Fortaleza. Ministra cursos e coordena oficinas de prática em conjunto. Eclético, idealizou a Banda Fortaleza Folia, presente há oito anos no carnaval da cidade. Atua como produtor musical, compositor, instrumentista e arranjador. O show é uma homenagem aos “trinta e poucos anos” de carreira, convidando ao palco alunos e parceiros, dentre eles Cainã Cavalcante, Orquestra Eleazar de Carvalho, Fausto Nilo, Adelson Viana e Márcio Resende. No encerramento do show, Sardinha fará uma homenagem ao maestro e músico cearense Carlinhos Ferreira, recentemente falecido. 

Trio Choro Plugado (SP)

Grupo de chorinho formado por três jovens músicos, cujo objetivo é mostrar o choro às novas gerações, utilizando instrumentos elétricos como a guitarra e o contrabaixo, em novos arranjos para clássicos do gênero. Trio optou por fazer releituras de músicas consagradas e conhecidas do grande público, como Brasileirinho, Tico-tico no fubá e Carinhoso, respeitando a essência e as obras de seus compositores. O Choro Plugado já tocou em diversas cidades (Santo André, Sorocaba, Rio Claro, Franca e Itapetininga), em eventos do Sesi (Série Música Brasileira); além de dedicar outras apresentações ao público jovem, em escolas (Conservatório Souza Lima e no EM&T – Escola de Música e Tecnologia), e de participar do Projeto Fera – Festival de Arte da Rede Estudantil – em Londrina, patrocinado pelo Governo do Estado do Paraná.  

Trio Instrumental UFC (CE)

O trio de professores do curso de música da UFC-Cariri tem como proposta a prática instrumental.Marco Antonio (violino) durante cinco anos foi músico da Orquestra Sinfônica da Paraíba, considerada uma das melhores do País. Weber dos Anjos (violão) é formado pela UECE, onde posteriormente se tornou um renomado professor de violão, e também na UERN, na cidade de Mossoró. Claudio Mappa (contrabaixo) é um experiente músico tanto em música de concerto quanto em música popular.O trio é intitulado de “Ritual das Cordas” com repertório eclético, perpassando pela música popular brasileira, jazz, blues e música de concerto, entre outras.  

Varadouro Groove Orchestra (PB)

Apresentando, desde sua formação, uma proposta inusitada, com sete baterias, baixo, guitarra e naipe de metais, foi formada em 2010, apartir de uma convergência de ideias que há muito tempo ocupavam espaço em rodas de conversas de vários músicos populares, freqüentadores do Varadouro, Centro Histórico de João Pessoa. Com peças autorais que se inspiram em diversos ritmos como o funk, soul, samba, jazz, rock, blues, rap, afrobeat e world music, a Varadouro lança também novas visões sobre o instrumento predominante na banda, a bateria acústica. O projeto teve um lançamento à altura, sendo a primeira banda a se apresentar no primeiro dia de shows do Festival Mundo 2010 (PB), abrindo o evento e recebendo todos que entravam no local do festival, impressionados. 

Vendo 147 (BA)

Banda com duas guitarras é bem comum. Sem guitarra ou baixo, você já deve ter visto. Com ou sem vocalista, eventualmente. E com dois bateristas? Inspirados nos suíços da Monsters, a Vendo 147 é conhecida pelo seu clone drum. Não estamos falando de duas baterias, mas de dois bateristas dividindo o mesmo bumbo. A bateria continua reinando única, soberana. Eles são Glauco Neves e Dimmy Drummer que, aliados a Pedro Itan e Duardo Costa nas guitarras e Caio Parish no baixo, formam uma das mais instigantes e conhecidas bandas de rock da Bahia. Com apresentações aclamadas por crítica e público, já estiveram presentes em diversos festivais, como o Do Sol (RN), Aumenta que é Rock (PB), Abril Pro Rock (PE), Maionese (AL) e Virada Cultural (SP).  

CURSOS 

CURSO DE APRECIAÇÃO DE ARTE 

Como compreender Música Clássica: um passeio pela história

Robson Maia (CE) Dias 10, ter; 11, qua; 12, qui; 18h

Local: Ponto de Cultura Estação Cultura, Rua. Dep. Lindolfo Pires, nº 45, Estação, Sousa-PB.

O curso almeja a apreciação da música erudita, compreendendo os aspectos sociais e históricos desta arte, para conhecer e entender a cultura universal e regional no sentindo crítico, mediante um olhar ampliado de compreensão da música. Nº de vagas: 25. 240min. 

ARTES VISUAIS 

EXPOSIÇÃO 

Outras formas, outros sons, outros sentidos

Abertura: 07 de maio de 2011 às 19h30

Período da exposição: 07 de maio a 04 de junho de 2011

Artistas: Francisco de Freitas

A exposição é formada por 20 instrumentos musicais e objetos sonoros, feitos dos mais diversos materiais. 

OFICINA 

OFICINA DE FORMAÇÃO ARTÍSTICA  

Construção de Rabecas Francisco de Freitas (CE) Dias 04, qua; 05, qui; 06, sex, 14h

A oficina se propõe a construir rabecas a partir da cabaça, material farto no Sertão e que facilita e democratiza seu processo de construção e acesso por pessoas de todas as classes. Inscrições a partir do dia 01 de maio na recepção do Centro Cultural Banco do Nordeste Sousa. Nº de vagas: 30. Carga horária: 12 horas-aula. 240 min. 

PROGRAMAÇÃO DIÁRIA 

FORTALEZA 

Dia 18, quarta-feira

18h Trio Choro Plugado (SP). 60min. 

Dia 19, quinta-feira

18h Saracotia (PE). 60min. 

Dia 20, sexta-feira

18h Oxent Groove (PB). 60min. 

Dia 21, sábado

18h LAS ROSITAS Tango Trio (Argentina). 60min. 

Dia 25, quarta-feira

19h Fernando Corbal (DF). 60min. 

Dia 26, quinta-feira

21h Tarcísio Sardinha (CE). 60min.

Local: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – Fortaleza-CE. 

Dia 27, sexta-feira

18h Burro Morto (PB). 60min.

19h Júlio Medeiros (PI). 60min.

21h Luciano Magno (PE). 60min.

Local: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – Fortaleza-CE.

22h Marimbanda (CE). 60min.

Local: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – Fortaleza-CE. 

Dia 28, sábado

18h Saturnino e o Disco Avuadô (RN). 60min. 

CARIRI 

Dia 18, quarta-feira

19h30 Finlândia (CE) 

Dia 19, quinta-feira

18h30 Nicolas Silva (AL)

19h50 Choro Plugado (SP) 

Dia 20, sexta-feira

18h30 Saracotia (PE)

19h50 Julio Medeiros (PI) 

Dia 21, sábado

20h Oxent Groove (PE) 

Dia 24, terça-feira

19h30 Las Rositas (ARG) 

Dia 25, quarta-feira

18h30 Banda Synkrasis (CE)

19h50 Trio Instrumental (CE) 

Dia 26, quinta-feira

18h30 Vendo 147 (BA)

19h50 Burro Morto (PB)

Dia 27, sexta-feira

18h30 Ferraro Trio (SE)

19h50 Saturnino (RN) 

Dia 23, sábado

20h Quarteto Cazumbá (MA) 

SOUSA 

Dia 04, quarta-feira

14h Oficina de Formação Artística: Construção de Rabecas

Oficineiro – Francisco de Freitas 

Dia 05, quinta-feira

14h Oficina de Formação Artística: Construção de Rabecas

Oficineiro – Francisco de Freitas 

Dia 06, sexta-feira

14h Oficina de Formação Artística: Construção de Rabecas

Oficineiro – Francisco de Freitas 

Dia 07, sábado

19h30 Abertura da Exposição: Outras Formas, outros sons, outros sentidos

Artista – Francisco de Freitas 

Dia 10, terça-feira

18h Curso de Apreciação de Arte: Como compreender Música Clássica

Local: Ponto de Cultura Estação Cultura, Rua. Dep. Lindolfo Pires, nº 45, Estação, Sousa-PB.

Instrutor: Robson Maia 

Dia 11, quarta-feira

18h Curso de Apreciação de Arte: Como compreender Música Clássica

Local: Ponto de Cultura Estação Cultura, Rua. Dep. Lindolfo Pires, nº 45, Estação, Sousa-PB.

Instrutor: Robson Maia 

Dia 12, quinta-feira

18h Curso de Apreciação de Arte: Como compreender Música Clássica

Local: Ponto de Cultura Estação Cultura, Rua. Dep. Lindolfo Pires, nº 45, Estação, Sousa-PB.

Instrutor: Robson Maia 

Dia 18, quarta-feira

19h Varadouro Groove Orchestra (PB) Local: Calçadão Mundinho Teodoro, ao lado do CCBNB-Sousa.

20h Nicolas Silva (AL) 

Dia 19, quinta-feira

19h30 Finlândia (CE) 

Dia 20, sexta-feira

19h30 Choro Plugado (SP) 

Dia 21, sábado

19h Saracotia (PE)

20h30 Julio Medeiros (PI) 

Dia 22, domingo

19h Oxent Groove (PB)

20h30 LAS ROSITAS Tango Trio (Argentina) 

Dia 25, quarta-feira

19h Burro Morto (PB)

20h Banda Cabaçal do Zé Pretinho (PB) Local: 2º andar, saída do 1º concerto. 

Dia 26, quinta-feira

19h30 Saturnino (RN) 

Dia 27, sexta-feira

19h Quarteto Cazumbá (MA)

20h30 Vendo 147 (BA) 

Dia 28, sábado

19h Ferraro Trio (SE)

20h30 Orquestra de Câmara Acorde (PB)

 

Espalhe Alegria, Sorria e Seja Jovem

Meu lema, já disse aqui - e todos quanto me conhecem, sabem -, segue à risca o que apregoava Mestre Vininha:

“É melhor ser alegre que ser tristeA alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração…”

Daí que encontrei esta pérola de texto, assinado por Fernanda Dannemann, e quero dividir o prazer da leitura com você, leitor amigo do Aurora de Cinema… 

Aproveite e se delicie, como eu… 

Rir é a grande dificuldade do mundo adulto

Por que será que uma simples risada é tão difícil para a maioria das pessoas? Ver graça nas coisas, rir de si mesmo, brincar?Já reparou?Eu, por gostar de rir, já fui considerada infantil por muita gente. 

 
E percebi que, em algum momento da nossa existência, o riso torna-se pejorativo, como se ter bom humor fosse sinal de imaturidade, de não levar a vida a sério, de ser irresponsável. Deixar de rir e brincar é como um ritual de passagem para a vida adulta.Mas desde quando que, para “levar a vida a sério”, a gente precisa ser sisudo, estampar um ar de preocupação no rosto, de preferência andar pela rua olhando para baixo, não perder tempo com coisa tão fútil como uma brincadeira?Isso me lembra a educação ideal nos tempos da minha avó, quando gargalhar era coisa de gente vulgar, ser feliz em público era falta de educação, demonstrar afeto era quase pecado e – horror! – um arroubo de paixão era a passagem sem escalas para a casa do Cruz Credo! 

Sei que diante da multidão de infelizes que há por aí, a alegria alheia arde nos olhos igualzinho a luz na retina da vampirada. O bom-humor ofende, é quase pornográfico, e chega aos ouvidos desse povo com o tom malévolo da ironia, como se fosse um deboche ao seu jeito amargo de vegetar.

Para eles, a alegria é uma afronta: como se estar feliz, hoje em dia, num mundo tão corrupto e mal, fosse displicência, egoísmo ou maluquice.

Pois olha… falta de educação é viver como se a vida fosse um eterno sermão de missa: a seriedade do começo ao fim. Ou um problema de física quântica. Ou um velório, onde tudo é só tristeza e saudade…

O caso é que as pessoas, no decorrer do tempo, se esquecem de rir e de brincar, e acabam acreditando que isso seja coisa da infância. Quando se dão conta, já não sabem mais como é, se esqueceram e precisam mesmo reaprender, fazer o caminho de volta às pequenas alegrias da vida, que são, no fim das contas, as mais importantes.

Se você faz uma brincadeira, elas não entendem e respondem com sua habitual seriedade adulta, e por quê? Uma piada pode virar tese de mestrado ou, na pior das hipóteses, de promotor de justiça. E por quê? 

Porque as pessoas levam a vida a sério demais.O máximo que conseguem é rir dos outros, fazer do próximo um bode expiatório e jogar sobre ele seu sarcasmo… e acreditam, em sua ignorância, que isso seja brincar. Crêem que esse riso, que é de escárnio, seja de alegria. Quando já nem sabem, quase, o que é a alegria.

Cuidado! Não se torne um deles… se tem andado sério demais, agarre-se à lembrança de quando era jovem de alma, e tinha um coração leve e cheio de esperança. De quando seu raciocínio era limpo de julgamentos e de certezas irredutíveis. De quando seu dia era aberto aos novos amigos e aos novos acontecimentos, e rir era tão natural quanto conversar. De quando a diversão era tão simples, que não precisava ser planejada. 

Sua infância passou, mas sua alegria pode ser cultivada e florescer a vida inteira. Isso é ser jovem, o que é bem diferente de ser infantil ou idiota.

Obrigada pela lição de vida, Fernanda !

MESSI é um Solo de Piazzolla que nos encanta…

Vou falar o que do Messi? Gênio é pouco

por Antero Greco

* Este eu também queria ter escrito… Eloqüência e precisão invejável do articulista do ESTADÃO… SARAVÁ !!! 

 

Eu, você que me lê agora, torcedores do Barcelona e do Real Madrid que estavam no Santiago Bernabeu e todo mundo que assistiu de alguma forma ao clássico desta quarta-feira, somos privilegiados. Podemos afirmar que somos contemporâneos de um dos gênios da bola. Não se pode dizer menos de Lionel Messi, um desses fenômenos que de vez em quando surgem para provar que a Humanidade tem futuro, apesar de tudo.

Messi é incomum, como Pelé, como Maradona, como Garrincha. Messi é esplêndido como Picasso, como Miró. Um Michelangelo do esporte. Tem a criatividade de um Da Vinci, a ousadia de Mozart, a imponência de Beethoven. Os gols de Messi são poemas de Dante, epopéias de Homero; são épicos de Cervantes. Dostoievski veria em Messi seu grande personagem. Messi diverte como Chaplin, é um Gardel dos gramados. Messi é um solo de Piazzolla que nos encanta, nos emociona.

Messi é exagero, um abuso, uma hipérbole. “É um virtuose juramentado, um despautério futebolístico, uma hecatombe devastadora de botinudos”, como diria Odorico Paraguaçu, personagem imortal de Dias Gomes. O que tinha tudo para ser mais um jogo amarrado, tenso, chato e insosso, apesar de bate-bocas e expulsões, virou um capítulo de antologia por causa de Messi e seus dois gols contra o Real.

Gols que valem mais do que a provável classificação para a final da Copa dos Campeões – a competição, no caso, é detalhe supérfluo. Os gols de Messi, na noite desta quarta-feira, em Madri, são obras-primas, são clássicos. São a reafirmação de que o Universo tem um Criador.

Caramba, e tinha de ser justo hoje, com tanto jogo ainda pra ver?!

O POEMA de VININHA pra LUCIANA

Luciana

Olha que o amor, Luciana
É como a flor, Luciana
Olhos que vivem sorrindo
Riso tão lindo
Canção de paz

Olha que o amor, Luciana
É como a flor que não dura demais
Embriagador
Mas também traz muita dor, Luciana

LUCIANA DE MORAES, que faleceu na manhã desta quinta, no RIO, era das filhas a mais parecida fisicamente com o pai, e era fruto do segundo casamento de Vinícius, com Lila Bôscoli, bisneta da compositora Chiquinha Gonzaga. Se vivo fosse, Vinicius estaria duplamente triste: Cristina Gurjão, uma das suas ex-mulheres (com quem teve uma filha, Maria), morreu no mês passado, no Rio.

POETA, Compositor e Diplomata, VINÍCIUS DE MORAES é a lacuna jamais preenchida

Que o Poeta te receba em PAZ, Luciana !

 De cortar o coração saber da passagem prematura de LUCIANA DE MORAES, tão bem humorada, festeira e a mais parecida fisicamente com o pai, o inesquecível poeta de ‘SE TODOS FOSSEM IGUAIS A VOCÊ” e tantas outras pérolas…

A família de Luciana de Moraes está toda reunida neste momento de dor e luto, por conta de sua morte trágica. Mariana, sobrinha de Luciana e neta de Vinicius de Moraes, contou que a tia provavelmente estava mesmo deprimida, o que poderia tê-la levado a cometer o suicídio. O velório acontece amanhã, a partir das 7h, no São João Batista. O enterro está marcado para o meio-dia…

Aqui, para amenizar as saudades, alguns dos momentos alegres de Luciana de Moraes, em cliques de Cristina Granato, pinçados da bem informada coluna de HILDEGARD ANGEL…

Maria Gurjão (acaçula de Vina), Georgiana e sua filha, Diana, Luciana e Suzana de Moraes (a primogênita) na festa de casamento de Diana de Moraes, em junho de 2008, na Hípica, RIO

Diana, na festa de seu casamento, com as tias Luciana e Suzana de Moraes

Luciana de Moraes, Jards Macalé e Mariana de Moraes, na Argumento do Leblon

Em recente homenagem ao pai, no Ministério da Cultura, quando o Poeta foi reconhecido como Embaixador do Brasil Post-Morten

Adeus a Luciana de Moraes

Filha do compositor Vinicius de Moraes é encontrada morta

Luciana de Moraes, que cuidava do espólio artístico do Poeta, foi encontrada em frente ao prédio onde morava

 

Luciana de Moraes, filha do compositor Vinicius de Moraes, morreu hoje 

Morreu no início da manhã desta quinta-feira (28) uma das filhas do compositor e poeta Vinicius de Moraes, Luciana de Moraes, de 55 anos. O corpo foi encontrado em frente ao prédio onde Luciana morava, no Leblon, bairro nobre da zona sul do Rio de Janeiro. 

De acordo com informações da Polícia Militar, Luciana teria caído da janela do apartamento 301, onde morava com uma companheira e um enteado. No entanto, as circunstâncias da sua morte serão investigadas pela 14ª DP (Gávea).

O corpo foi encontrado, por volta das 7h30, pelo porteiro do prédio que chegou a chamar os bombeiros, mas ela já estava morta.

Ela era a terceira filha (dentre as mulheres) de Vinicius, chegou a viver (quando ainda muito jovem) com o ator Claudio Marzo, e atualmente era responsável pela administração dos bens deixados pelo artista.

Ainda segundo informações da Polícia Civil, os relatos de pessoas próximas a Luciana revelam que a causa do possível suicídio foi depressão causada por problemas  financeiros.

“Já ouvimos duas domésticas e uma secretária particular da vítima. As testemunhas contam que Luciana estava muito deprimida nas últimas semanas por causa de dificuldades referentes a dinheiro”, disse a investigadora.

Quando receberam o chamado para socorrer Luciana, homens do Corpo de Bombeiros se deslocaram para o seu prédio, no Leblon. No entanto, ela já estava morta. 

Luciana era filha do compositor com sua terceira mulher, Lila Bôscoli.

Mais uma vez, Novela da Globo Concorre a Prêmio Internacional

A  novela O Clone, produzida no Brasil, Colômbia e Estados Unidos, concorrerá no 51º Festival de Televisão de Monte Carlo, a ser realizado entre 6 e 10 de junho em Mônaco, informam os organizadores do evento.

O Clone, da novelista Glória Perez, competirá pelo Prêmio da Audiência TV Internacional dentro da seção Telenovelas junto com outras duas criações, a americana “The Bold and the Beautiful” e a turca “Asi”.

Criada há seis anos pela Eurodata TV Worlwide e pelo Festival, o prêmio que permite os telespectadores votarem nos programas mais vistos no mundo, conta com outras duas categorias, uma dedicada às Séries de TV Dramáticas e às Séries de TV Cômicas.

Em cada uma delas competem também três programas, neste caso todos americanos: “C.S.I: Las Vegas, “C.S.I.: Miami”, e “House”, e as comédias “Desperate Housewives”, “The Big Bang Theory” e “Two and a Half Men”.

  TV Globo  
A atriz Giovanna Antonelli como Jade, a protagonista de "O Clone"
A atriz Giovanna Antonelli como Jade, protagonista de “O Clone”

Os vencedores desta edição dos Prêmios da Audiência TV Internacional serão aqueles que atingiram as maiores audiências nos cinco continentes ao longo de 2010, explicam os promotores do prêmio.

As séries finalistas foram pré-selecionadas entre os 15 programas de ficção mais importados de 67 países, que envolve cerca de 3 bilhões de telespectadores potenciais.

Eurodata TV Worldwide distribui informação audiência de televisão mundial e cobre mais de 3 mil canais em mais de 80 países.

É um organismo criado pela empresa líder de estudos Médiamétrie, que mede e analisa o comportamento do público e as tendências do mercado em televisão, rádio, internet, cinema e telefonia celular entre outros meios, lembra o comunicado.

Vida de Paulo Coelho vai às Telas

O escritor Paulo Coelho contou aos fãs no Twitter que lerá a versão final do roteiro do filme sobre sua vida.

“Amanhã, Carol Kotscho vai me ler a versão final do filme sobre minha vida”, escreveu Paulo Coelho no microblog.

Carol Kotscho é a responsável pelo roteiro do filme “Dois Filhos de Francisco”, que conta a história de Zezé di Camargo e Luciano, e foi convidada pelo escritor a escrever o roteiro do filme sobre sua vida há mais de dois anos.

As gravações do filme estão previstas para começar ainda este ano.

  Lavandeira Jr – 23.jan.2010/Efe  
O escritor brasileiro Paulo Coelho disse no Twitter que lerá a versão final de seu filme nesta quinta-feira
Paulo Coelho avisa aos fãs que lerá versão final de seu filme HOJE