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Araxá: porque o Cinema deve brilhar como o Sol

Cidade que já foi tema de livros, romances e até de uma novela de muita audiência, Dona Beja (protagonizada por Maitê Proença), ARAXÁ, a 367 km da capital mineira, vai sediar seu primeiro festival de cinema, a partir do próximo dia 10 de setembro.

O I Araxá Cine Festival foi criado pela cineasta e produtora Débora Torres, tem Curadoria de Rubens Ewald Filho, e terá uma extensa programação de 7 dias com exibições gratuitas, e uma premiação de R$ 130 mil, distribuída para várias categorias.

Rubens Ewald Filho, o crítico mais festejado do país, é também o Curador do I Araxá Cine Festival

A programação do Araxá Cine consiste em mostras competitivas cinematográficas, nas seguintes categorias: longas-metragens brasileiros de ficção convidados,curtas-metragens mineiros convidados,ecurta-metragens araxaenses selecionados, festivalzinho para as crianças da rede municipal de ensino, palestras, debates, oficinas e workshops de audiovisual. O festival é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet – Ministério da Cultura), e todas as atividades programadas terão acesso gratuito, com apresentações musicais na abertura de cada sessão, promovendo um salutar intercâmbio interregional entre profissionais, público e amantes da arte cinematográfica e musical.

Araxá, cidade da messoregião do Triângulo Mineiro, possui aspectos que a tornam absolutamente propícia a receber um festival de cinema, a começar pela beleza de suas paisagens naturais, ainda mais quando o objetivo está alicerçado numa proposta onde história e memória da cinematografia brasileira desenham-se em intercâmbio com o local, regional e nacional, centrando o foco no Cinema como Patrimônio em Diálogo com o Público.

Objetivando apresentar ao público a diversidade da produção cinematográfica brasileira em formação, reflexão, exibição e difusão, o 1º ARAXÁ CINEFESTIVAL pretende abrir precedentes para disseminar Cultura & Arte em todos os aspectos, através de encontros e diálogos, de revelação e integração de novas iniciativas, ampliação e visibilidade para todos que têm compromisso com seu país.

Débora Torres entre Murilo Rosa e Alberto Araújo: concretizando mais um Festival de Cinema…

A idealizadora do Festival, cineasta e produtora Débora Torres, entusiasmada com a concretização do projeto, que alimentava há cerca de 3 anos, afirma: “Araxá é uma cidade acolhedora, com uma rede hoteleira muito boa. Queremos que seja um evento que venha para ficar.”

A LOGOMARCA

A assinatura visual do 1º Araxá Cine Festival foi desenvolvida através de um processo de estudo e pesquisa, visando a representar em um símbolo todo o objetivo do festival: trazer o cinema brasileiro à cidade de Araxá. Optou-se por elaborar uma marca com o conceito de que, durante o período do festival, Araxá e cinema serão um só. Transmitindo também a proposta de transformar a cidade na Capital Nacional do Cinema Brasileiro no período.

O símbolo é representado por um elemento traduzido em metade sol e outra metade uma fita de cinema. O sol representa Araxá. Elemento que é a tradução literal do nome do município, nome indígena que significa “lugar alto onde primeiro se avista o sol”. O círculo central também representa uma fita de cinema, envolto por uma lata na cor cinza escuro. O tom amarelo ouro também remete a “era dourada do cinema”.

 Débora Torres e Aurora Miranda Leão, unidas pela Sétima Arte…

O logotipo foi elaborado com as cores cinza e preto, transmitindo os conceitos seriedade e sobriedade. A tipografia foi desenvolvida para, ao mesmo tempo, passar o conceito de jovialidade e seriedade. As cores aliadas ao amarelo significam sucesso, brilho e  glamour, conceitos diretamente ligados ao universo cinematográfico.

Todos os elementos que formam a composição (símbolo, logotipo, legenda) estão dispostos de modo harmônico, para que haja uma simbiose capaz de agregar todos os objetos num conjunto gráfico.

Cena de O Mineiro e o Queijo, filme que vai abrir o Araxá Cine Festival

A solenidade de abertura do Festival está marcada para às 19h do dia 10 de setembro com show musical de artistas araxaenses no Teatro Municipal de Araxá, que será inaugurado oficialmente na ocasião. Em seguida, às 20h, será exibido o documentário O Mineiro e o Queijo, de Helvécio Ratton.

Dentre os livros a serem lançados, DICIONÁRIO DE FILMES BRASILEIROS – CURTA E MÉDIA METRAGEM, do pesquisador Antônio Leão; Ensaios de Cinema, do crítico L.G. de Miranda Leão; e Criação de Curta-Metragem em Vídeo Digital, do cineasta e roteirista Alex Moletta. Ainda na programação, a oficina de Walter Webb - ROTEIRO, PRODUÇÃO & DIREÇÃO, e o workshop PREPARAÇÃO – VIVÊNCIA DA PERSONAGEM NO TEMPO PRESENTE, com a atriz Ingra Liberato.

Na noite de encerramento, acontecerá a avant-première do filme Vazio Coração, a primeira exibição pública do longa-metragem de Alberto Araújo, que foi produzido por Débora Torres, e que tem elenco formado por Murilo Rosa, Lima Duarte,  Othon Bastos, Bete Mendes, Oscar Magrini, o Embaixador Lauro Moreira, Larissa Maciel, e Patrícia Naves no elenco.

Murilo Rosa protagoniza o longa Vazio Coração, de Alberto Araújo, que terá uma prévia na noite de encerramento do I Araxá Cine Festival

SAIBA MAIS SOBRE  VAZIO CORAÇÃO: http://auroradecinema.wordpress.com/2011/10/28/debora-torres-entre-vazio-coracao-e-festival-de-cinema-de-araxa/

QUEM FAZ o ARAXÁ CINE FESTIVAL

Idealização, Produção Executiva e Programação Visual:
DÉBORA TORRES

Curadoria da Mostra de longas metragens:
RUBENS EWALD FILHO

Curadoria de Curtas Minas:
GUIGO PÁDUA

Direção Artística:
ALBERTO  ARAÚJO

Coordenação Artística:
DÉBORA FRANCISCO

Coordenação das Mostras Competitivas e Paralelas:
PEDRO PINHEIRO

Coordenação de Comunicação:
DELVO  SIMÕES

Coordenação de Oficinas:
JOÃOZINHO UIRAPURU

Coordenação de transporte e logística:
CÉLIA PIO

Coordenação de Produção:
ALMIR AVELAR

Programação, Captação e tráfego de filmes:
ÂNGELA TORRES

Chefe de Receptivo e Cadastramento:
WALDIANE ERICEIRA

Secretária Executiva:
SÔNIA PASSOS

Assessoria de Imprensa do Festival:
AURORA MIRANDA LEÃO 

SERVIÇO

1º ARAXÁ CINE FESTIVAL - Festival Nacional de Cinema de Araxá

Data: 10 a 16 de setembro de 2012-08-10

Local: Teatro Municipal de Araxá e itinerâncias

Mais informações: http://www.araxacinefestival.com.br

Corrida pelos KIKITOS revela filmes concorrentes

Festival de Cinema de Gramado vai de 10 a 18 de agosto

Betty Faria será uma das Homenageadas na 40 edição do Festival de Gramado

A organização do Festival de Gramado anuncia os filmes selecionados para sua 40ª edição: 8 longas nacionais e cinco estrangeiros vão disputar os KIKITOS, bem como 14 curtas brasileiros e outros 21 gaúchos em mostra dedicada exclusivamente a essa produção.

Entre os Homenageados, receberão prêmios especiais o cineasta argentino Juan José Campanella (ganhador do Oscar por “O Segredo dos Seus Olhos”), as atrizes Betty Faria e Eva Wilma, e o diretor e jornalista Arnaldo Jabor.

Na competição brasileira, são destaque O Som ao Redor, do pernambucano Kleber Mendonça Filho (vencedor do prêmio da crítica internacional no Festival de Roterdã, na Holanda), e Eu Não Faço a Menor Ideia do que Eu Tô Fazendo com a Minha Vida, segundo filme de Matheus Souza, depois do elogiado “Apenas o Fim”.

Também foram selecionados “Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!” e “Jorge Mautner – O Filho do Holocausto”, documentários que já haviam sido exibidos no circuito de festivais no país. Entre os curtas brasileiros, está O Duplo, de Juliana Rojas, recentemente premiado no Festival de Cannes.

Eva Wilma também vai receber merecida Homenagem em Gramado

“Temos uma variedade estética e narrativa muito grande. É uma seleção que explora as múltiplas possibilidades do cinema nacional e latino”, afirma o jornalista Marcos Santuário, responsável pela curadoria ao lado do crítico Rubens Ewald Filho e do ator José Wilker.

Uma novidade deste ano é a diminuição do valor dos ingressos para o público ter acesso às sessões no Palácio dos Festivais: R$ 20 e R$ 10 para estudantes e idosos.

Gramado prepara 40a edição: 40 anos dando visibilidade ao Cinema Brasileiro…

Confira a lista dos SELECIONADOS ao Festival de Gramado 2012:

Longas-metragens brasileiros
“Super Nada” (SP), de Rubens Rewald
“Insônia” (RS), de Beto Souza
“O que se Move” (SP), de Caetano Gotardo
“Futuro do Pretérito: Tropicalismo Now!” (SP), de Ninho Moraes e Francisco César Filho
“Eu Não Faço a Menor Ideia do que Eu Tô Fazendo com a Minha Vida” (RJ), de Matheus Souza
“O Som ao Redor” (PE), de Kleber Mendonça Filho
“Colegas” (SP), de Marcelo Galvão
“Jorge Mautner – O Filho do Holocausto” (RJ), de Pedro Bial e Heitor D’Alincourt

Longas-metragens latinos
“Artigas, La Redota” (Uruguai), de Cesar Charlone
“Calafate, Zoológicos Humanos” (Chile), de Hans Mülchi Bremer
“Vinci” (Cuba), de Eduardo del Llano Rodríguez
“Leontina” (Chile), de Boris Peters
“Diez Veces Venceremos” (Argentina), de Cristian Jure

Curtas-metragens brasileiros
“#”, de Andre Farkas e Arthur Guttilla (SP)
“A Ballet Dialogue”, de Filipe Matzembacher e Márcio Reolon (RS)
“A Mão que Afaga”, de Gabriela Amaral Almeida (SP)
“A Triste História de Kid-Punhetinha”, de Andradina Azevedo e Dida Andrade (SP)
“Casa Afogada”, de Gilson Vargas (RS)
“Di Melo – O Imorrivel”, de Alan Oliveira e Rubens Pássaro (SP)
“Diário do Não Ver”, de Cristina Maure e Joana Oliveira (MG)
“Dicionário”, de Ricardo Weschenfelder (SP)
“Funeral à Cigana”, de Fernando Honesko (SC)
“Linear”, de Amir Admoni (SP)
“Menino do Cinco”, de Marcelo Matos de Oliveira e Wallace Nogueira (BA)
“Meta”, de Rafael Baliu (SP)
“O Duplo”, de Juliana Rojas (SP)
“Piove, il film Di Pio”, de Thiago Brandimarte Mendonça (SP)

Mostra de curtas gaúchos
“24 Horas com Carolina”
“A Vida da Morte”
“As Irmãs Maniacci”
“Boa Viagem”
“Brisa”
“Casa Afogada”
“Dr Lang e a Ciência da Metalinguagem”
“Elefante na Sala”
“Estrada”
“Fez A Barba E O Choro”
“Garry”
“Ignácio e Saldanha”
“Lobos”
“Noite Um”
“O Beijo Perfeito”
“Paraphilia”
“Quem é Rogério Carlos?”
“Rigor Mórtis”
“Rua dos Aflitos, 70″
“Só isso”
“Todos os Meus Ídolos Estão Mortos”

Arnaldo Jabor: trajetória vitoriosa será alvo de Homenagem em Gramado

Olhar de Cinema: um Festival que chegou pra ficar !

Foram 7 dias de muito cinema, traduzido em exibições gratuitas de filmes de 22 países, numa seleção ampla e de qualidade, cuja prioridade foram filmes independentes de todo o mundo; além de debates, oficinas e um Seminário de Cinema Contemporâneo, onde houve espaço pra se falar de todos os passos da realização audiovisual, desde as ideias primeiras para se iniciar uma produção até o intrincado processo da distribuição.

Segundo seus idealizadores - os jovens Marisa Merlo e Antônio Júnior, e mais o premiado cineasta Aly Muritiba -, tudo foi feito com um certo sentimento de urgência, na intenção de preencher uma lacuna no cenário cinematográfico paranaense e brasileiro. Sem exigir ineditismo, a proposta do Festival Internacional de Cinema - realizado de 29 de maio a 4 de junho - era promover reflexões sobre a Sétima Arte e incentivar a possibilidade de novos olhares para a telona, promovendo um saudável intercâmbio entre realizadores, produtores, artistas e jornalistas dos quatro cantos do mundo. Afinal, sendo a Arte a Sétima (como bem diz o mestre LG de Miranda Leão, "A mais rica de todas"), não cabe debruçar-se sobre a produção audiovisual com nenhum tipo de preconceito ou ideia formatada virtualmente.

 

O imponente edifício do SESC - Paço da Liberdade: cenário de debates e do Seminário de Cinema Contemporâneo...

Como este AURORA DE CINEMA conferiu o festival de perto - atendendo a convite da gentilíssima Assessoria de Imprensa de Celso Sabadin -, posso afirmar: os organizadores alcançaram seus propósitos e foram felizes numa Curadoria de viés arrojado, aberta a uma multiplicidade de expressões culturais, mesclando novos talentos, diretores veteranos, convidados de renome, boas projeções e salas lotadas.

Filme de Campina Grande mobilizou e teve ótima repercussão entre crítica e público...

Alguns dos destaques da extensa lista de filmes da programação, foram os brasileiros HU, documentário de Joana Traub e Pedro Urano; Girimunho, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr.; Tudo que Deus criou, de André da Costa Pinto; Sudoeste, de Eduardo Nunes; Estradeiros, de Sérgio Oliveira e Renata Pinheiro; e o premiadíssimo As Hiper Mulheres, de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro.

As comissões julgadoras estiveram compostas assim:

JANELA INTERNACIONAL - Andrea Tonacci, documentarista;
Eloisa Solaas, professora de cinema e integrante da equipe de produção do  BAFICI (Buenos Aires Festival Internacional de Cine Independiente); Jose Luis Torres Leiva, realizador chileno.

OLHARES BRASIL - Fernando Severo, cineasta e atual diretor
do Museu da Imagem e Som do Paraná; Leonardo Cata Preta, cineasta, Animador, e Artista Plástico; e Lina Chamie, cineasta, Mestre em Música e Filosofia.

Mostra NOVOS OLHARES - Júri Universitário 

Adriano del Duca, sociólogo e estudante de Cinema; Lucas Murari, estudante de cinema e professor de Teoria e Linguagem do Documentário, História do Cinema, Novos Dispositivos Digitais e Pedagogia da Imagem para crianças; e Tomás von der Osten, estudante de Cinema e montador de diversos curtas.

Mostra MIRADA PARANAENSE - Júri RPC/TV 

Carlyle Ávila, jornalista, diretor de programação da Rede Paranaense de Comunicação (RPCTV), filiada à Rede Globo;  Marcos Souza, roteirista e assistente de direção do programa Casos e Causos, da RPCTV; e Marcus Werneck,gerente de produção e diretor de cena na RPCTV, onde já dirigiu mais de 40 curtas metragens.

Como bem nos saudou Celso Sabadin em seu comunicado pós-festival:

" Tenho a impressão que todos nós acabamos por acompanhar um momento histórico: o nascimento de um Festival de Cinema que tem tudo para se transformar, a médio prazo, num dos mais importantes do Brasil. De qualquer maneira, foi muito legal e muito divertido ter vocês como companhia durante esta chuvosa semana curitibana".

Este AURORA DE CINEMA assina embaixo e corrobora: o OLHAR DE CINEMA tem oxigênio suficiente para se transformar num dos mais relevantes festivais de cinema do país. Por isso, parabenizamos a todos os envolvidos na realização do festival curitibano e saudamos seus fundamentais patrocinadores, em especial a VOLVO, a Copel, e a Scheweppes, além do SESI, SESC, Shopping Crysthal, Cinemateca de Curitiba, Museu Oscar Niemeyer e RPC-TV.

E os vencedores do Festival OLHAR DE CINEMA são:

Competitiva Janela Internacional de Longa Metragem

Melhor Filme – Prêmio Olhar:
Sangue Do Meu Sangue (Blood Of My Blood), de João Canijo.
Portugal.

Prêmio Especial do Júri:
Snackbar (Snackbar), de Meral Uslu.
Holanda.

Prêmio de Contribuição Artística:
Country Music (Musica Campesina), de Alberto Fuguet.
Chile/EUA.
Pelo trabalho de direção.

Prêmio do Público:
Las Acacias (Las Acacias), de Pablo Giorgelli.
Argentina/Espanha.

Sangue do meu Sangue: o premiado longa português de João Canijo...

Competitiva Olhares Brasil de Longa Metragem

Melhor Filme – Prêmio Olhar:
As Hiper Mulheres (The Hyperwomen), de Carlos Fausto, Leonardo Sette e Takumã Kuikuro.

Prêmio Especial do Júri:
Girimunho (Swirl), de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr.

Prêmio de Contribuição Artística:
Estradeiros (Wanderers), de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira.
Pela força da imagem como representação do universo dos personagens.

Prêmio da Crítica – Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine):
As Hiper Mulheres (The Hyperwomen), de Carlos Fausto, Leonardo Sette e
Takumã Kuikuro.

* Pela maturidade no tratamento cinematográfico da cultura indígena em processo compartilhado de criação

Prêmio do Público:
As Hiper Mulheres (The Hyperwomen), de Carlos Fausto, Leonardo Sette e
Takumã Kuikuro.

Mostra Novos Olhares
Para 1º.s ou 2º.s filmes de cineastas brasileiros e internacionais.

Melhor Filme:
Para Além Das Montanhas (Yama No Anata / Beyond The Mountains), de Aya Koretzky.
Portugal.

Competitiva Janela Internacional de Curta Metragem

Melhor Filme – Prêmio Olhar:
Cross-country (Cross), de Maryna Vroda.
França.

Prêmio Especial do Júri:
Could See A Puma (Pude Ver Un Puma), de Eduardo Williams.
Argentina.

Prêmio de Contribuição Artística:
Cross-country (Cross), de Maryna Vroda.
França.
Pelo trabalho de câmera e fotografia.

Prêmio do Público:
Beast (Csicska), de Attila Till.
Hungria.

Lina Chamie, Aurora Miranda Leão e Rubens Ewald Filho: Olhar de Cinema...

Competitiva Olhares Brasil de Curta Metragem

Melhor Filme – Prêmio Olhar:
Assunto de Família (Family Affair), de Caru Alvez de Souza.

Prêmio Especial do Júri:
Na Sua Companhia (By Your Side), de Marcelo Caetano.

Prêmio de Contribuição Artística:
Dona Sônia Pediu Uma Arma Para Seu Vizinho Alcides (Dona Sonia Borrowed A Gun From Her Neighbor Alcides), de Gabriel Martins.
Pelo rigor estético e economia de meios na direção.

Menção Honrosa:
Vereda (Pathway), de Diego Florentino.

Prêmio da Crítica – Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine):
Na Sua Companhia (By Your Side), de Marcelo Caetano.
Por representar um cinema múltiplo tanto no caráter humano como no estético, explorando com sensibilidade expressões amorosas.

Prêmio do Púbico:
Praça Walt Disney (Walt Disney Square), de Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira.

Prêmio Aquisição RPC para um curta da Mirada Paranaense:
O Descarte (The Disposal), de Carlon Hardt e Lucas Fernandes.

As Hiper Mulheres: filme que vem do Mato Grosso foi o grande vencedor do OLHAR DE CINEMA...

* O documentário As Hiper Mulheres é uma parceria do antropólologo Carlos Fausto, do cineasta Leonardo Sette e do indígena Takumã, e retrata a jornada percorrida por um jovem índio, o qual recebe pedido de um tio, cuja mulher está à beira da morte: ele pede para que tente realizar o Jamurikumalu, o maior ritual feminino da região do Alto Xingu, no estado do Mato Grosso, para que ela possa cantar uma última vez.

Inscrições ao 40o Festival de Gramado

Festival será em agosto na serra gaúcha e deve bater recorde de público este ano

Abertas inscrições para as 4 Mostras Competitivas do 40º Festival de Cinema de Gramado.

As fichas de inscrição para longas brasileiros, longas estrangeiros e curtas nacionais deverão ser preenchidas e enviadas até 1º de junho através do site www.festivaldegramado.net.

Para concorrer, os filmes de longa-metragem devem ter sido concluídos a partir de 1º de fevereiro de 2011, e os filmes de curta-metragem, a partir de 1º de agosto de 2011.

Rubens Ewald Filho: a cara do Oscar, estará em Gramado…

A edição deste ano promete ser uma das mais celebradas. Além da chegada de três novos Curadores – o crítico Rubens Ewald Filho, o ator José Wilker, e o professor gaúcho Marcos Santuário -, a organização quer marcar os 40 anos ininterruptos de realização, com uma programação pensada para valorizar ainda mais o cinema brasileiro e o intercâmbio com produtores e realizadores latinos.

Todos os anos, o Festival de Gramado reúne grande elenco de astros e estrelas do cinema, diretores, videomakers e produtores regionais. Em 2012, a finalidade é apresentar uma parcela representativa da recente produção brasileira e internacional, e contribuir para sua difusão e debate, reunindo profissionais de cinema, promovendo encontros, seminários, painéis e lançamentos de publicações.

Selton Mello foi um dos homenageados na edição 2011 de Gramado…

A organização confirma a realização de quatro mostras competitivas: filmes de longa-metragem brasileiros; filmes de longa-metragem estrangeiros; filmes de curta-metragem brasileiros; e filmes de curta-metragem gaúchos. Em conformidade com a diretriz especial dos 40 anos de valorização do cinema local, a mostra de curtas gaúchos volta a ocupar o Palácio dos Festivais. Ocorre ainda a Mostra Especial de Cinema Gaúcho, com filmes de longa-metragem produzidos no Rio Grande do Sul, e a Mostra Panorâmica, com produções brasileiras e/ou estrangeiras fora da competição.

Outra novidade deste ano é a premiação em dinheiro para longas, brasileiros e estrangeiros, e para curtas brasileiros. O festival vai distribuir R$ 350 mil em prêmios nas três categorias, além do cobiçado Kikito aos vencedores.

O 40º Festival de Cinema de Gramado será realizado na cidade de Gramado (RS), no período de 10 a 18 de agosto, com atividades nas dependências do Cine Embaixador/Palácio dos Festivais.

Denise Del Cueto, Aurora Miranda Leão e Sirmar Antunes no Palácio dos Festivais, curtindo cinema e frio na serra gaúcha…

Rubens Ewald Filho, patrimônio do Cinema, comenta sobre o Festival de Paulínia

O triste caso de Paulínia

Não foi propriamente uma surpresa. Em agosto do ano passado, depois de eu ter sido apresentador do III Festival de Paulínia (por sinal um sucesso, já considerado um dos melhores do Brasil), eu senti que a coisa não ia bem. Embora na noite de entrega dos prêmios eu mesmo tenha anunciado a realização de um novo evento em 2012 que seria em junho (e não julho – por causa deste ser ano de eleição e a lei cria muito empecilhos), logo depois recebi um recado dizendo que meu contrato como consultor do Pólo de cinema não seria renovado!

Por questões burocráticas diziam, e com o adendo de que estavam procurando um jeito de resolver e entrariam em contato comigo. Naturalmente isso não sucedeu e eu não tornei público meu afastamento. Até agora, quando os jornalistas me procuram para saber o que acho deles terem cancelado o festival deste ano, dando desculpas bobas e inverdades (o festival custava R$ 2 milhões e não 10, por exemplo).

Na verdade, eu, Tatiana Quintella e o prefeito Edson Moura, que fomos os criadores do Festival e do pólo, sentimos como se estivessem matando um filho nosso. Enfiaram uma faca no peito e ele está na UTI, lutando pela vida. Tudo o que levou anos para ser concebido, criado com todo carinho, está sendo desmantelado com despudor típico da política.

Não muito diferente do que fizeram com a Coleção Aplauso na Imprensa Oficial, nunca assumindo que acabou, dizendo meias verdades, procurando enrolar a imprensa (que não pode fazer nada sem ter depoimento de alguém, sua função é reportar, não opinar).

Paulínia é uma cidade próspera, ex-distrito de Campinas, onde Edson Moura foi prefeito e nos procurou para realizar seu sonho. Ele achava que uma cidade que vive da indústria do Petróleo vai sempre ter o problema de que ele, além de poluidor, tem a tendência de acabar, ou ao menos diminuir, substituído pelas energias verdes. Se o petróleo acabar, acaba também a cidade. Então teve a visão de transformar o lugar num pólo de turismo cultural, com ênfase no cinema.

poster do festival de paulinia de cinema 2011 1310067410203 300x420 O triste caso de Paulínia

Edison procurou Tatiana (que seria a secretária da Cultura – vinha do mercado de Home Video e se revelou uma fera de notável competência que hoje floresce na produtora Paranoid). Depois eu vim para o projeto. A princípio, a ideia era fazer um festival de cinema brasileiro. Mas achamos que podíamos ir mais longe, ter um diferencial, não apenas exibir filmes, mas também produzi-los. Foi assim que procuramos nos espelhar nos sistemas de investimento do Canadá, nos estúdios de cinema espanhóis e numa lição brasileira: como no resto do mundo, cinema pode ser lucrativo, desde que se estabeleça como indústria.

Quando alguém filma numa cidade, derrama dinheiro no lugar desde que tenha também incentivos. Então o dinheiro que sai, poderia e deveria retornar através de serviços prestados pelos habitantes da cidade.  E isso aconteceu já, teve filmes que receberam uma ajuda de X e, ao filmar nos estúdios de Paulínia e na região, acabaram deixando lá exatamente esse X. Isso sem levar em conta o prestígio que a cidade adquire, mesmo internacionalmente (Paulínia já foi motivo de muitas reportagens mundo afora).

Enfim, foi o que procuramos fazer, mas só tivemos tempo de realizar o primeiro festival porque houve eleição e mudança de governo. Como em todo lugar do mundo, os que tomam posse, a primeira coisa que fazem é tirar o poder da gente. Comigo foi assim, a cada edição mandava menos (ou nada), ficando reduzido a uma figura decorativa de apresentador (ao lado da querida Marina Person).

Agora, com desculpas esfarrapadas, ameaçam de morte tudo que construímos. Como estou afastado, não posso contar aqui os bastidores, nem os comos e ou porquês. Qualquer um sabe que quando um festival é interrompido é muito difícil se recobrar do baque, leva anos às vezes para isso. Se conseguir. Não foi falta de dinheiro com certeza.

Talvez alguma jogada política. Vá entender. O que eu sinto e lamento é que o sonho do pólo de Paulínia está ameaçado e corre perigo. Mais que um festival, estão matando uma ideia, um projeto que seria bom para a região e o País.

N.R.: Rubens Ewald Filho é o mais atuante e festejado crítico brasileiro de Cinema, considerado o maior do país, e descoberto quando ainda era um iniciante repórter em jornal santista, pelo pioneiro Adhemar Gonzaga, criador da histórica revista CineArte e da companhia cinematográfica CINÉDIA.

Ao lado de Marina Person, Rubens apresenta o Festival de Paulínia…

Com mais de quarenta anos de profissão, Rubens é pioneiro: foi o  primeiro a escrever sobre filmes na TV, sobre vídeo, depois sobre DVD. Foi o primeiro crítico a trabalhar numa televisão por assinatura (a Showtime da TVA, depois virou diretor de programação e produção da HBO Brasil, esteve uma temporada no Telecine e atualmente está no programa TNT Mais Filme, em sua terceira temporada e também na Band apresentando longas-metragens ).

Também fez cinema como ator e roteirista, escreveu telenovelas (a mais premiada foi Éramos Seis, em parceria com Sílvio de Abreu, em duas versões na Tupi e no SBT), dirigiu vários êxitos teatrais e é autor de diversos livros na área, assim como assina vários Dicionários de Cineastas, fundamentais para os estudiosos e amantes da Sétima Arte.

Como se tudo isso não bastasse, Rubens ainda é excelente gourmet e assina livro sobre culinária: em 2007, lançou o livro O Cinema vai à Mesa, em parceria com Nilu Lebert, pela Editora Melhoramentos (premiado na Inglaterra) e, em 2008, Bebendo Estrelas, sobre vinhos e coquetéis. Também foi o criador e coordenador da insigne Coleção Aplauso (Imprensa Oficial do Estado de São Paulo), através da qual lançou mais de 170 títulos de resgate e preservação da história artística e cultural do Brasil – um gesto só possível em alguém muito preocupado com a valorização da memória e com o reconhecimento ao mérito alheio.

Além de ter uma memória prodigiosa, Rubens Ewald Filho tem uma percepção sobre o fazer artístico impressionante e é capaz de falar horas, com a maior propriedade e carisma, sobre os meandros da arte de fazer cinema, teatro, televisão.

Germano Pereira, Alice Gonzaga, Rubens Ewald Filho e Aurora Miranda Leão em noite de cinema em Anápolis…

Tenho a honra e a alegria de partilhar da amizade do grande crítico e de já ter desfrutado de vários momentos inesquecíveis com ele. E posso afirmar, além de tudo quanto sabe, de tudo que Representa para a Cultura Brasileira, e de tudo quanto é capaz de tocar e tornar melhor, Rubens Ewald Filho é um gentleman, um vocacionado para a Comunicação e alguém com quem trocar ideias é prazeroso, frutífero, e pleno da seiva da renovação.

Rubens Ewald Filho também é conhecido como o Homem do Oscar, depois de comentar 24 vezes a festa dos Academy Awards para o Brasil (atualmente para a TNT, onde comenta também as festas do Globo de Ouro e SAG).

Agora, Rubens Ewald Filho assume a Curadoria do Festival de Cinema de Gramado, ao lado de José Wilker e do jornalista e professor Marcos Santuário. Uma notícia auspiciosa para cinéfilos, estudiosos e amantes do Cinema de modo geral.

Este AURORA DE CINEMA, por exemplo, aposta que esta edição, que será a 40a do mais conhecido festival de cinema do país, terá aumento considerável de público e um painel de exibição mais diversificado e de mais fácil diálogo com o público habitué dos festivais de cinema.

* Acompanhe o Blog de RUBENS EWALD FILHO, sempre recheado de informações preciosas e comentários abalisados sobre a Sétima Arte:

 http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho

DÉBORA TORRES, uma mulher chamada Cinema

 

Carta aberta a uma amiga de Cinema e Afetos

Eu a conheci numa das edições do Festival de Cinema de Gramado. Corria o ano de 2005 e eu estava na adorável cidade gaúcha para cobrir como jornalista o imponente festival dos Kikitos. Fui acompanhada de minha doce Princesa Joyce, de fundamental importância na minha vida e sempre me trazendo boas energias.

Joyce M.L. Martins e Débora Torres: encontro feliz em Gramado…

O primeiro contato com ela foi ainda de dia no meio daquele alvoroço de gente que ficam os concorridos stands do Festival de Gramado. De cara, achei-a uma pessoa muito simpática, espontãnea, acessível, alto astral, como deve ser alguém que pretende atuar junto ao público. Joyce também encantou-se rápido com ela.

À noite, na sessão do Palácio dos Festivais, frio danado em Gramado, nos reencontramos. Lá estava ela, mais uma vez com um sorrisão festeiro estampado no rosto. Conhecia várias pessoas ali mas a conversa fluiu mais bacana foi com ela.

Papo vai ideia vem, contou-me estar ali para entender melhor como se faz um festival de cinema, pois estava à frente de um que aconteceria em  Goiânia, quando novembro chegasse. Eu então falei que queria muito ir, pois não conhecia a capital goiana e aquela seria uma ótima oportunidade. Ao que ela de pronto respondeu, ‘você já é minha convidada”.

Semanas depois, recebia um telefonema dela  confirmando o convite. E em novembro de 2005, lá estava eu embarcando a Goiás para conferir  o I Festival de Goiânia do Cinema Brasileiro.

Esta mulher, de quem falo com o maior respeito e a mais profunda admiração chama-se Débora Torres. Desde essa época, do tempo de nosso providencial encontro em Gramado, ficamos amigas.

Débora Torres e o cineasta Beto Brant numa edição do Festival de Goiânia…

Já ao tempo daquela primeira edição do Festival de Goiânia percebi nela a enorme vocação para o trabalho, a dedicação incansável por fazer sempre melhor as coisas nas quais acredita, a determinação em alcançar os objetivos aos quais se propõe, a invejável disposição para fazer acontecer o que delimitou como meta , e a disponibilidade em atender sempre bem a quem quer que lhe procure.

Assim é Débora Torres. Um vulcão em constante ebulição, espraiando sua energia com a força e rebeldes cachos louros, os quais,  por semelharem aos meus,  fazem com que muitos perguntem se somos irmãs. “Sim”, tantas vezes respondo, “de alma, intenção e objetivos”.

Aurora, Guido Campos, Débora Torres e Ângelo Lima no I Festival de Goiânia

Assim como idealizou, criou e fez nascer o Festival de Goiânia do Cinema Brasileiro (apoiada  pelo escritor Miguel Jorge e contando com o peso do nome e da trajetória de Rubens Ewald Filho), Débora o fez também em Anápolis, e tanto lá como cá, criou dois importantes e respeitados festivais de Cinema Brasileiro.

Walace Oliveira, Débora Torres, Aurora Miranda Leão e Delvo Simões: equipe afinada em Anápolis…

É o Brasil que vemos nas telas que ela “inventa” para iluminar o  cerrado brasileiro. É com uma infra-estrutura super qualificada e equipe de grande disposição que Débora vem conquistando a adesão de grandes produtores, realizadores, artistas e técnicos, capazes de contribuir para o melhor desenvolvimento de seu ideal de fazer e produzir cinema neste cenário tão pródigo em histórias, tão rico em cultura, e ainda tão deficitário em investimentos.

Ingra Liberato, Aurora Miranda Leão, Rosamaria Murtinho e Débora Torres

Semana passada, voltei de oito agradáveis dias passados no município goiano de Anápolis, onde Débora conseguiu implantar mais um festival marcante, que aconteceu em 2011, e já nasceu com oxigênio para vida longa.

Débora Torres e o Secretário Augusto Almeida na primeira edição em Anápolis…

O II Festival de Cinema de Anápolis teve fôlego de gigante e só confirma a natural vocação de Débora Torres para os grandes desafios e para consolidar sua história nas trilhas da Arte e da Cultura. A Prefeitura de Anápolis, na pessoa do prefeito Antônio Roberto Gomide, aceitou ingressar na proposta de Débora (através  da Secretaria de Cultura) e o resultado é que hoje Anápolis realiza um festival de cinema  pleno de méritos, com repercussões muito além das fronteiras de Goiás e com capilaridade suficiente para  crescer ainda mais e tornar-se referência no panorama de grandes empreendimentos artísticos implementados no país.

Também atriz, Débora está no curta O Sumiço de Alice, rodado em Anápolis ano passado…

Débora Torres festejada pela atriz Bruna Chiaradia em Anápolis…

E para quem pensa que entre um festival e outro, Débora estava só recarregando as baterias, aí vai uma ressalva: depois da  primeira edição em Anápolis, Débora conseguiu arranjar fibra e  assumiu a produção-executiva do filme Vazio Coração, primeiro longa do cineasta goiano Alberto Araújo, que está em fase de montagem. Além de reunir grandes profissionais na equipe técnica, Débora conseguiu juntar no elenco nomes de peso como Lima Duarte, Othon Bastos, Murilo Rosa, Beth Mendes, Oscar Magrini, o embaixador Lauro Moreira e Larissa Maciel, entre outros. Uma grande história vem a caminho…

Alberto Araújo e Débora Torres: vem aí o longa Vazio Coração

Ao lado desta profissional competente e sempre disposta a fazer mais e melhor, Débora Torres é uma pessoa que cultivou minha admiração e cativou minha estima também pelo seu perfil humanitário. É amiga para todas as horas, mãe dedicada, irmã solidária, e filha exemplar. Ao mesmo tempo em que  muitas vezes está ‘aperriada’ com tantas solicitações, sempre desatando os nós naturais numa produção com a intensidade e extensão de um festival de cinema –podemos vê-la reiteradas vezes ao telefone se virando em mil (ela cuida pessoalmente de tudo porque sabe que o olho do dono é que engorda o boi) -, ela também é capaz dos mais ternos gestos de delicadeza, afeto, simpatia e compreensão, bem como adora promover encontros, reverenciar os que simbolizam relíquias e trazem lições, e não se nega a uma boa dose de festa e comemoração.

Aurora Miranda Leão e Rubens Ewald Filho: encontro de Cinema

Foi Débora quem me trouxe a amizade de Rubens Ewald Filho; o encontro com os queridos Walter Webb, Guido Campos e Ângelo Lima; a oportunidade de desfrutar da companhia de Gustavo Falcão e Beto Brant; de conhecer Zezita Matos e Lola Laborda; e até o inesquecível encontro com a doce Isabella – a atriz que fez a inspirada ‘Capitu” de Paulo César Sarraceni. Sem falar em tantos tantos outros afetos e encontros marcantes.

Aurora, Walter Webb e Débora Torres no I Festival de Cinema de Anápolis

Isabella, a eterna ‘Capitu’, e Débora Torres, fotografadas por Aurora Miranda Leão na praia de Copacabana…

Eu estava em férias na Cidade Maravilhosa, e ela também, na companhia do filho Gabriel. Marcamos de nos encontrar na praia de Copacabana e assim  foi. Pouco mais de um ano depois, Isabella faleceu, e Débora ficou sabendo por este Aurora de Cinema. Dia seguinte, ela me ligou aos prantos lamentando e chorando a saudade da amiga por quem ainda queria fazer tanto.

 

Aurora, Alice Gonzaga e Débora Torres tietam Murilo Rosa: Anápolis 2011

Por outro lado, eu tive a honra de apresentar Débora a Alice Gonzaga, esta figura que tanto admiramos, grande e querida amiga, herdeira do pioneiro Adhemar Gonzaga (baluarte da crítica de Cinema e fundador da primeira produtora de cinema do país, a Cinédia). A Débora também apresentei outra amiga querida, a atriz Rosamaria Murtinho, e ela me reaproximou de Ingra Liberato, que eu não via pessoalmente há tanto tempo.

Walace Oliveira, Débora Torres e Aurora Miranda Leão: Cinema em Anápolis

Eu poderia ficar muitas horas e páginas comentando sobre Débora Torres e dizendo de sua importância no meu caminho. Tenho somente coisas boas a contar e muitas risadas pra rememorar. Mas tenho ainda de sair recolhendo sinais e impressões da segunda edição do Festival de Anápolis, e sobre Débora terei muitas e muitas outras oportunidades para  agradecer pela convivência e as oportunidades, e parabenizar pela disposição e maneira de estar na vida como quem sabe que o  relevante é construir pontes, ignorando as farpas da estrada, e buscando sempre alcançar as dimensões do Bem, do Bom e do Belo, para que a vida seja uma construção de somas favoráveis e não um rosário de lamentações tediosas  e infrutíferas.

Débora Torres, Rafaela Torres e Aurora Miranda Leão festejam sucesso do cinema em Anápolis…

Um beijo muito carinhoso a você, Débora, desta admiradora que tem a grata satisfação de inscrever-se entre suas amigas.

Arrastão ANÁPOLIS, em capítulos…

Breves anotações sobre os dias de Cinema, bom papo, música e afetividades em Anápolis… 

Bruna Chiaradia, Giselle Motta e Erom Cordeiro apresentam O Palhaço

A ida a Goiás para a realização do II Festival de Cinema de Anápolis foi boa desde o convite. Débora Torres, este dínamo em forma de mulher (idealizadora e coordenadora-geral do Festival),nos convidou ainda em dezembro e, presente à primeira edição, sabia de antemão como seria recebida, e que iria ter muito o que fazer, trocar e conversar no promissor município goiano.

E assim foi: de 19 a 26 de março deste 2012, ancorei minhas ideias e energia em Anápolis, e tudo correu ainda muito melhor do que esperava.

O Festival teve um crescimento admirável e desta vez já deu para sentir logo de início que a cidade abraçou o acontecimento como realização sua. Mérito da Prefeitura, trunfo da Secretaria de Cultura, e aplausos ao esforço e empenho indormidos de Débora Torres.

Débora Torres, incansável na realização de grandes festivais, amiga-irmã querida, cineasta e produtora de exímia competência …

O II Festival de Cinema de Anápolis, cujas exibições acontecem no Teatro Municipal (com reprise todos os dias em algum bairro da periferia da cidade), contou com casa cheia todas as noites, mobilizou jovens de todas as idades e viu o cinema brasileiro contaminar célere e certeiro o coração de novos interessados em adentrar no fascinante mundo audiovisual.

Irandhir Santos, representando o filme Olhos Azuis, levou o troféu de Melhor Ator…

O Prefeito Antônio Gomide e o Secretário Augusto César Almeida reiteraram diversas vezes a satisfação com os resultados obtidos com o investimento no festival, e afirmaram que, independente de quem seja o vencedor na próxima eleição, o Festival já está consolidado e não ha mais como deter seus passos rumo a novas e melhores edições. 

Rubens Ewald Filho, o renomado Curador, sempre cercado de fãs…

NA ESTÂNCIA 

O resort Estância Park, que mais parece uma enorme chácara encravada no mais verde dos habitats de Anápolis, é o pouso feliz de quem participa como convidado do Festival de Anápolis. Impossível é não sucumbir, como diria o menestrel alagoano Djavan. E é mesmo. Como não se enfeitiçar por aquela tranquilidade em forma de imersão sensorial absoluta da Estância, onde a Paz fez morada e os dias tranquilos se sucedem entre tempos nublados, muito sol, calor, chuva e lindas paisagens, recheadas de belas flores e um verde contagiante ?

Difícil querer sair de lá pra ir a qualquer lugar – a não ser quando se pronuncia o nome El Hajj, o ótimo restô árabe onde almoçamos todos os dias… delícias em forma de pratos e guloseimas.

A Estância é tão agradável que dá vontade de ficar ali o dia inteiro conversando amenidades, tomando suco, desfilando alegrias e contando historias. Pra tudo ficar perfeito, só falta mesmo umas belas e generosas redes espalhadas por entre as belezas de seus jardins. 

ENCONTROS 

Débora Torres, Aurora Miranda Leão e a Princesinha Rafaella…

Os encontros em Anápolis são sempre tão agradáveis que a gente já chega lá revestido de saudade porque sabe: na hora da despedida, vai deixar muita coisa boa pra trás. Essa sensação tomou conta desta redatora logo da minha primeira estada ali, em 2011. E foi por isso que nasceu o curta-metragem O Sumiço de Alice, uma tentativa, talvez, de deter aqueles dias de calmaria, prosa farta e boa convivência no coração do município de Anápolis. Ou talvez uma forma de carregar sempre consigo a recordação de um tempo feliz, cercada de  verde e pessoas que gostam das mesmas coisas, ou ainda uma forma de espalhar aos quatro ventos o quão é saudável, bom e revitalizador estar num lugar propicio, em boa companhia e fazendo o que se gosta.

Nesse clima, foi ali onde conheci, na edição passada, a carismática e inesquecível figura do produtor Walter Webb, baiano que vive na ponte São Paulo-Los Angeles, cuja prosa flui aos borbotões e faz a tristeza passar longe.

Walter Webb entre as lindas Bruna Chiaradia e Giselle Motta…

Um encanto de pessoa, assim como também a querida poetisa Selva Aretuza, meiga e acolhedora, que também figura no curta rodado em Anápolis. E ainda o encontro mágico com Dila Guerra, Manaíra Carneiro, Felipe Brida, Alex Moletta, Eduardo Cardoso (‘amigo novo, parceiro novo’, como diria o mestre Vinícius de Moraes), Bianca Menti, o embaixador Lauro Moreira, Alberto Araujo, Pedro Pinheiro, Marcus Annolli, Serina Raruá e Almir Torres, alem da sintonia imediata com a leveza carismática e  simpatia contagiante de Zezeh Barbosa.

Carlos Alberto Riccelli, Aurora e Rubens Ewald Filho: encontro cheio de prosa…

Leandro Firmino da Hora e Aurora Miranda: reencontro feliz…

Sem esquecer do reencontro com o querido Mestre Rubens Ewald Filho (!), a querida Alice Gonzaga, Guido Campos, Mallu Moraes, Laurinha Pires e Ed Cajazeira, Ângela Torres, Miguel Jorge, João Batista de Andrade, Lucília e Vladimir Carvalho, e Itamar Borges.

Alice Gonzaga, Débora Torres e Cid Nader: Cinema, produção e jornalismo…

Aurora e o casal Babu Santana e Bruna Barros: cinema e teatro nas conversas…

Os encontros este ano foram em maior número, umas das confirmações do crescimento inconteste do festival. Ingra Liberato, Carlos Alberto Riccelli, Leandro Firmino da Hora, Babu Santana e Bruna Barros, David Cardoso, Fernando Alves Pinto, Wandi Doratiotto, Erom Cordeiro, Gustavo Machado, Flavia Rodrigues, Zózimo Bulbul, Edward e Betina Vianny, Elisa Tolomelli, Lucília e Vladimir Carvalho, Alice Gonzaga, Walter Webb, Serina Raruá, Ângelo Lima, Alex Moletta, Antônio Balbino, e em especial Germano Pereira e as lindas Giselle Motta e Bruna Chiaradia, inauguraram uma nova página em minhas afetividades.

Germano Pereira, Alice Gonzaga, Rubens Ewald Filho e Aurora Miranda Leão…

Enquanto Rubens Ewald Filho, o ilustre Curador, reforçou mais uma vez o tanto que merece de carinho, aplauso e adesão. Lembrando ainda de citar os que se fizeram queridos logo de cara como Delvo Simões, Walace Oliveira, Julliana Pinheiro, Rafaela Torres, Thalyane e Rebeca Romero. Estes também foram mais que especiais para tornar a estada em Anápolis ainda mais prazerosa, contribuindo sobremodo para fazer chegar ao meu escaninho emotivo-imagético a ideia de um novo curta-metragem. Para este, com título provisório de Take 2, já gravaram Rubens Ewald Filho, Walter Webb, Bruna Chiaradia, Débora Torres e Alice Gonzaga.

Quarteto feminino: Giselle Motta, Flávia Rodrigues, Bruna Chiaradia e Aurora Miranda Leão…

Delvo Simões e Alice Gonzaga: ele coordenu o júri e fez a diferença; ela espalhou alegria…

Anápolis encerra Festival de Cinema com fôlego de gigante…

Festival idealizado por Débora Torres e realizado pela Prefeitura Municipal reúne grandes filmes e expressivos nomes, provando que veio para ficar e demarcar importante espaço no cenário audiovisual

A segunda edição do Festival de Cinema de Anápolis consagrou como grandes vencedores os filmes Estômago, Olhos Azuis e Como Esquecer.

Realizado de 19 a 26 de março, o festival foi idealizado pela produtora e cineasta Débora Torres, e possível graças à Prefeitura Municipal (através da Secretaria de Cultura), que tem como diretriz básica investir em Cultura e Educação. Único festival a homenagear o pioneiro Adhemar Gonzaga (jornalista fundador da revista Cinearte e da Cinédia) com o nome de uma mostra, o Festival de Cinema de Anápolis reuniu importantes nomes da cinematografia brasileira, de diversas regiões, numa semana de muita troca de experiências, debates, oficinas, homenagens, e exibições gratuitas, no teatro municipal e em diversas praças de comunidades da periferia anapolina.

Rubens Ewald Filho assinou a Curadoria da Mostra Adhemar Gonzaga de Longas-Metragens, na qual concorreram os seguintes filmes: Onde está a felicidade ?; As melhores coisas do mundo; Estômago; Como esquecer; O Palhaço; e Olhos azuis – todos os filmes contaram com pelo menos um representante presente ao festival, que teve ainda mostra de curtas anapolinos e mostra de documentários do centro-oeste.

A abertura foi com o documentário Bokemboka – a trajetória de ‘Seu Menino’ (vencedor do Prêmio Incentivar, concedido pela Prefeitura Municipal de Anápolis, na primeira edição do Festival), seguindo-se Rock Brasília – Era de Ouro, de Vladimir Carvalho.

Entre os muitos homenageados, Zózimo Bulbul, João Batista de Andrade, Embaixador Lauro Moreira, Vantoen Pereira Jr., Hermes Leal, André Moraes, Oscar Magrini, David Cardoso e Bete Mendes (a única que não pôde comparecer devido a compromissos por conta da novela Gabriela). Todos estes receberam o Troféu Anápolis, criação do artista anapolino Napefi.

David Cardoso também recebeu o troféu Anápolis e lançou livro no Festival…

Betina Vianny lançou livro com a obra do pai, e recebeu cumprimentos de Aurora Miranda Leão…

O festival também contou com lançamentos dos seguintes livros: ‘Davi Cardoso – O Rei da Pornochanchada’, autobiografia do ator; Acervo de Alex Vianny, de autoria da atriz Betina Vianny; Ensaios de Cinema, do crítico L.G. de Miranda Leão; Dicionário de Filmes Brasileiros – Curtas e Médias, por Antônio Leão; Cinema (d) e Horror: ensaios críticos, por Carolina Sartomen; além do lançamento do Box Mulheres que fazem cinema, reunindo 10 curtas de cineastas goianas – lançamento da Associação de Cinema Independente de Goiás (Acine).

No palco, convidados recebem box Mulheres de Cinema, lançado pela ACINE…

O Festival de Anápolis contou ainda com uma mostra paralela de filmes do cineasta João Batista de Andrade, e outra com curtas-metragens do ator e cineasta Zózimo Bulbul, que também participou (e foi muito aplaudido) de debate promovido pelo Cineclube Xícara da Silva, co-realizador do Festival. Aliás, cineclubistas do centro-oeste estiveram reunidos ali também por conta do I Encontro Anápolis de Cineclubes. E teve ainda o Festivalzinho, de 20 a 25 de março, com a exibição do filme Pequenas Histórias, de Helvécio Ratton, ofertado às crianças das escolas municipais mas com entrada franca a toda a comunidade.

Zózimo Bulbul e Vladimir Carvalho em foto de Aurora Miranda Leão…

Germano Pereira mostrou que além de ótimo ator, também canta e toca com simpatia e competência… a noite foi no Pub 767 e a platéia quase não deixa ele sair do palco… Saravá !

A comissão julgadora, coordenada pelo produtor Delvo Simões, foi formada por Rosamaria Murtinho, Alice Gonzaga, Leandro Firmino da Hora, Walter Webb, Ingra Liberato, o embaixador Lauro Moreira, Germano Pereira, Vladimir Carvalho e Jarleo Barbosa. Dentre as oficinas, Cinema e Filosofia com a socióloga gaúcha Ada Kroef, e Produção de curta digital de baixo custo, com o dramaturgo e roteirista Alex Moletta.

Alice Gonzaga, David Cardoso e Aurora Miranda Leão no hall do Teatro Municipal…

Murilo Rosa e Elisa Tolomelli no debate sobre o longa Como esquecer

Além de todos os nomes já citados, circularam em Anápolis na semana do Festival, os seguintes atores, atrizes e produtores: Carlos Alberto Riccelli, Murilo Rosa, Fernando Alves Pinto, Irandhir Santos, Erom Cordeiro, Gustavo Machado, Babu Santana, Bruna Barros, Elisa Tolomelli, Cláudia Natividade, Mallu Moraes, Ana Carolina Machado (do filme O Carteiro), Wandi Doratiotto, Flávia Rodrigues, Ângelo Lima, e as belas atrizes Gisella Motta e Bruna Chiaradia (do filme O Palhaço).

Gisella Motta, Flávia Rodrigues, Bruna Chiaradia e Aurora Miranda Leão…

Wandi Doratiotto, Aurora Miranda Leão e Fernando Alves Pinto: curtição na noite anapolina…

Carlos Alberto Riccelli também curtiu a noite anapolina e distribuiu simpatia…

De quebra, a organização do Festival ofereceu alguns passeios prá lá de especiais, entre esses uma visita à Base Aérea de Anápolis, ao Porto Seco, e um passeio à Pirenópolis, onde um grupo, liderado pelo produtor Walter Webb, foi fazer uma visita à atriz Eliane Lage (Diva do cinema brasileiro dos anos 50, estrela dos filmes Sinhá Moça e Ravina).

Walter Web, Eliane Lage, Lucília e Vladimir Carvalho, e Lauro Moreira…

Confira os vencedores:

1.1 – Melhor Filme de Ficção  – ESTÔMAGO-de Marcos Jorge-R$ 25.000,00 (vinte e cinco mil reais) mais troféu;

1.2 – Melhor Direção-OLHOS AZUIS-de José Joffily – R$ 12.500,00 (doze mil e quinhentos reais) mais troféu;

1.3 – Melhor Ator-OLHOS AZUIS-Irandhir Santos –R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.4 – Melhor Atriz-COMO ESQUECER-Ana Paula Arósio –R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.5 – Melhor Ator Coadjuvante-ESTÔMAGO-Babú Santana – R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.6 – Melhor Atriz Coadjuvante-ESTÔMAGO-Fabíula Nascimento – R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.7 – Melhor Roteiro-OLHOS AZUIS- Paulo Halm e Melanie Dimantas – R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.8 – Melhor Fotografia-AS MELHORES COISAS DO MUNDO- Mauro Pinheiro Jr. – R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.9- Melhor direção de Arte-O PALHAÇO- CLAUDIO AMARAL PEIXOTO-

R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.10-Melhor Montagem-OLHOS AZUIS- Pedro Bronz- R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.11-Melhor Som-ONDE ESTÁ A FELICIDADE?- Miriam  Biderman, ABC, e Ricardo Reis

 R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

1.12-Melhor trilha Sonora-AS MELHORES COISAS DO MUNDO-BiD- R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu; 

A produtora e roteirista Cláudsa Natividade com Babu Santana: prêmios para Estômago

1.13- – Melhor curta-metragem documentário do Centro-Oeste-DIGA 33-de Angelo Lima –– R$ 6.250,00 (seis mil duzentos e cinquenta reais) mais troféu;

 

David Cardoso, Carlos Alberto Riccelli e Rubens Ewald Filho: feliz reencontro de amigos…

1.14 – Melhor curta-metragem Anapolino-O GIRO DA CAPELINHA-de Arnaldo Salustiano de Moura – Prêmio Incentivar- Secretaria Municipal da Cultura à Produção de curta-metragem que será destinado à produção de um novo curta-metragem a ser produzido na região de Anápolis e exibido na abertura do 3º ANÁPOLIS FESTIVAL DE CINEMA – R$ 37.500,00 (trinta e sete mil e quinhentos reais) mais troféu;

 

Débora Torres e Alice Gonzaga: amizade acalentada pela Sétima Arte…

Anápolis vai consolidando Festival de Cinema com competência e profissionalismo

AURORA DE CINEMA, DIRETO DO FESTIVAL DE ANÁPOLIS

É estimulante perceber as importantes melhoras no Festival de Cinema de Anápolis…

Estive aqui na primeira edição e por isso posso afirmar com conhecimento de causa: o Festival de Cinema de Anápolis cresceu consideravelmente nesta segunda edição e já é um dos mais fortes do primeiro semestre no circuito de festivais de cinema brasileiro.

Débora Torres e sua competente equipe estão de Parabéns !

Erom Cordeiro, Bruna Chiaradia, Giselle Mattos e a videasta goiana Flávia no debate pós-sessão de O Palhaço

Público participou ativamente dos debates no festival de Anápolis…

Antônio Leão autografa Dicionário de Curtas e Médias para a cineclubista Carol Paraguassu, uma querida…

Betina Vianny autografa livro sobre o pai para a atriz Ingra Liberato…

Cinema por mulheres: Gisella Motta, Flávia, Bruna Chiaradia e Aurora Miranda Leão

Murilo Rosa e Elisa Tolomelli apresentam filme Como Esquecer

Ingra Liberato concede entrevista para o videomaker Carlos César…

Para onde caminha a crítica de Cinema

Rubens Ewald Filho, o crítico de CINEMA mais conhecido do país - primeiro a escrever sobre filmes na TV e primeiro profissional a ter seu rosto reconhecido pelo grande público -, participa esta noite, às 20h, no Auditório do Sesc-Santos, de bate papo sobre A crítica de cinema e a relação com o público, como aquecimento para a edição deste ano da itinerância do Festival Sesc Melhores Filmes.

O encontro tem entrada franca. A promoção e mediação será do jornalista André Azenha, editor do CulturalMente Santista e do CineZen, que trabalhou com Rubens entre 2008 e 2009. Sesc-Santos – Rua Conselheiro Ribas, 136 – Aparecida. Mais: (13) 3227-5959