Arquivo da tag: Wagner Moura

Fellini, o novo papel de Wagner Moura no cinema…

Consagrado internacionalmente pelo filme Tropa de elite, o ator baiano Wagner Moura foi convidado para viver Federico Fellini no longa independente Fellini Black and White (Fellini em Preto e Branco, em tradução livre), a ser dirigido e roteirizado por Henry Bromell, produtor da série “Homeland”.

O elenco deve incluir ainda Terrence Howard, Peter Dinklage (“Game of Thrones”) e William H. Macy (“Shameless”).

O filme contará trechos da vida de Fellini em Los Angeles, em 1957, na primeira viagem do cineasta aos Estados Unidos para assistir ao Oscar. Na ocasião, o diretor desapareceu por 48 horas e quase não conseguiu ir à cerimônia.

O roteiro conta o que pode ter acontecido nos dois dias de sumiço. Depois, o diretor voltou para a Itália e dirigiu filmes como La Dolce Vita (1960) e (1963).

Combinando memórias pessoais, fantasias e sonhos, Fellini construiu uma visão crítica da sociedade, tendo servido de referência para alguns dos cineastas mais aclamados da atualidade.

Diretores como Woody Allen, David Lynch, Girish Kasaravalli, David Cronenberg, Stanley Kubrick, Martin Scorsese, Tim Burton, Pedro Almodóvar, Terry Gilliam e Emir Kusturica confessam ter sidos profundamente influenciados pela obra do italiano.

  Tazio Secchiaroli/Coleção David Secchiaroli  
Federico Fellini durante as filmagens de "Oito e Meio", em 1963
Federico Fellini durante as filmagens de “Oito e Meio”, em 1963

Wagner Moura vai atuar e coproduzir novo longa de Heitor Dhália

Wagner Moura vai coproduzir novo longa onde terá papel marcante…

O diretor Heitor Dhalia está a mil por hora com a pré-produção do seu novo longa Serra Pelada. Wagner Moura será coprodutor e protagonista do filme, que quer mostrar a febre do ouro na região do Pará nos anos 70: “Estou até com medo, é um desafio muito grande por ser uma mega produção, longe do eixo e na região amazônica. Vai ser um épico”, diz Heitor.

As locações ainda estão sendo acertadas, mas já é certo que o filme será rodado em Paraopeba (MG), Marabá, e na própria área do garimpo, a Serra Pelada. O  elenco deve ser fechado semana que vem e o nome mais forte é o do músico Seu Jorge, super cotado para contracenar com Wagner.

Seu Jorge vai voltar ao cinema em novo filme de Heitor Dhália…

As filmagens começam em julho, e o lançamento está previsto para o primeiro semestre de 2013: “Quero levá-lo para o Festival de Cannes”, afirma Heitor Dhália.

Fortaleza e Berlim são Futuro nas lentes de Karim Aïnouz

Depois de produções com temáticas femininas, como o longa “O Céu de Suely” (2006) e a série de televisão “Alice” (2008), Karim Aïnouz começa a filmar dia 27 Praia do Futuro que trata de estereótipos masculinos, como a paixão por máquinas e velocidade.

“Vai ser filme de macho”, disse o diretor cearense à Folha, em tom de brincadeira.

A entrevista foi feita num restaurante no alternativo Kreuzberg, bairro turco de Berlim, primeira locação do filme. Fortaleza, onde Aïnouz nasceu, será a outra.

Dez anos depois de lançar o premiado Madame Satã (2002), Aïnouz dirige pela primeira vez no exterior.

“Eu cheguei a ter alguns convites, mas não achava que estava preparado nem queria fazer por fazer. ‘Praia do Futuro’ é um filme afetivo, rodado em lugares em que vivi ou vivo, então acho que agora faz sentido”, contou.

Aïnouz morou em Berlim em 2004 e, desde 2008, ele divide seu tempo entre São Paulo e a capital alemã. O filme tem roteiro dele e de Felipe Bragança.

A história se passa em dois momentos. O primeiro se situa em 2004, quando o salva-vidas cearense Donato (Wagner Moura) resgata o turista alemão Konrad (Clemens Schick), na praia do Futuro, em Fortaleza. Em seguida, ambos vão para Berlim.

O outro se passa em 2012, quando o irmão de Donato, Ayrton (Jesuita Barbosa), um entusiasta das motocicletas, sai em busca do irmão.

  Joe Dilwortth/Divulgação  
Jesuita Barbosa (esq.) e Wagner Moura integrarão elenco de "Praia do Futuro", novo filme de Karim Aïnouz (centro)
Jesuita Barbosa (esq.) e Wagner Moura integrarão “Praia do Futuro”, novo filme de Karim Aïnouz

BRIC

Diferentemente da situação de “Terra Estrangeira” (1996), longa de Walter Salles e Daniela Thomas, quando imigrantes brasileiros viviam, em geral, como subempregados, Praia do Futuro deve refletir o novo momento do país.

“Estamos em 2012, diante da força do Bric [bloco econômico formado por Brasil, Rússia, Índia e China], e o Donato vai ser um brasileiro que fala alemão e tem um bom emprego”, explica Karim.

Os principais personagens do filme são baseados em heróis de quadrinhos e séries de TV. O salva-vidas foi inspirado no Aquaman, e o irmão no piloto Speed Racer.

“Eu quero fazer um filme de ação e aventura, bagunçar um pouco a ideia de filme de autor [de produções mais intelectualizadas e com total autonomia do diretor]. Pode até ser abusado dizer, mas quero algo tipo James Bond.”

Orçado em cerca de R$ 6,3 milhões, Praia do Futuro será uma coprodução Brasil-Alemanha com cinco semanas de filmagens em Berlim e outras duas em Fortaleza.

Em seguida, ainda no primeiro semestre, Karim organiza o lançamento de “O Abismo Prateado” no Brasil. O filme, que liga o Ceará a Alemanha, deve ser lançado em 2013.

* Matéria de FABIO CYPRIANO, da Folha
ENVIADO ESPECIAL A BERLIM

Atores brasileiros dignificam nosso Cinema

O Aurora de Cinema reproduz judicioso texto do jornalista Ricardo Calil porque desvenda lado relevante da produção audiovisual brasileira

Geração de atores garante futuro do cinema brasileiro

Algum tempo atrás, Selton Mello deu uma entrevista para o Canal Brasil dizendo algo como: “No futuro, as pessoas vão se dar conta de que o cinema brasileiro do começo dos anos 2000 foi marcado por uma geração de jovens atores”. Não lembro exatamente que nomes ele citou, mas certamente Wagner Moura, Lázaro Ramos, Matheus Nachtergaele, Caio Blat, Daniel de Oliveira e o próprio Selton deveriam estar entre eles.
 

A frase me voltou à cabeça ao assistir à impecável performance de Lázaro em “Amanhã Nunca Mais”, que chega aos cinemas nesta sexta-feira. Seria apenas a temporã e competente estreia em longa-metragem de Tadeu Jungle, que renovou a linguagem da TV brasileira nos anos 80, mas a interpretação de Lázaro leva o filme a outro patamar. Ele torna crível não apenas seu personagem – um anestesista incapaz de dizer não, vivendo um dia de pesadelo urbano em São Paulo –, mas tudo que ele toca.

Se olharmos para trás, veremos que vários outros filmes brasileiros recentes foram ou salvos da mediocridade ou tiveram um salto de qualidade graças ao trabalho desses atores. O que seria dos dois “Tropas de Elite”, de “VIPs”, de “O Homem do Futuro” sem Wagner Moura? De “Bróder” sem Caio Blat? De “Jean Charles” sem Selton? E assim por diante. Suas atuações são, sem exceção, superiores ao próprio filme. De certa forma, eles são co-autores dessas obras.

No cinema argentino, há um rosto oficial: Ricardo Darín. No brasileiro, há cinco ou seis. Eles deram a cara do cinema brasileiro pós-retomada, mais do qualquer diretor, talvez até mais do que qualquer temática (globochanchada, filme de favela) ou qualquer estética (televisiva, publicitária).

E ainda há uma série de atores e atrizes que pode se juntar a esse grupo quando tiver mais papeis de protagonista – de Irandhir Santos a Cauã Raymond, de Leandra Leal a Hermilla Guedes –, todos muito jovens. Além dos muitos diretores estreantes que chegaram à tela nestes últimos dois anos, essa geração de atores é uma promessa muito concreta de futuro para o cinema brasileiro.

WAGNER MOURA Vai Filmar com Matt Damon e Jodie Foster

 

 
 O sensacional ator WAGNER MOURA, orgulho de nossas telas e palcos, vai estrear em grande estilo nas telonas de Hollywood.
 
WAGNER vai interpretar um vilão no longa Elysium e terá como colegas de elenco estrelas como Matt Damon e Jodie Foster

Com direção do sul-africano Neil Blomkamp, as filmagens estão agendadas para julho e terão como locações o Canadá e o México.

Genilson Coutinho/Divulgação 

WAGNER MOURA no dia do lançamento do filme VIP’S, no Rio, presenteado com uma miniatura sua… 

Wagner Moura: Cada Vez Mais, de Cinema

 

Wagner Moura na pré-estreia de VIPS em Sampa, nesta segunda-feira

A maturidade do cinema brasileiro contemporâneo passa pelo nome de Wagner Moura. Selton Mello divide as atenções, mas Moura tem o amparo do público e das bilheterias: desde 2007, quando estreou o primeiro Tropa de Elite, seus filmes foram vistos por cerca de 14 milhões de espectadores e faturaram por volta de R$ 125 milhões. Nenhum outro artista nos últimos anos, nem mesmo favoritos das telas como Xuxa ou Renato Aragão, pode se gabar disso.

Em entrevista para divulgar “Vips”, que estreia na próxima sexta, Wagner Moura,  disse não ter nenhum problema com o sucesso, pelo contrário: quer ser visto. E não só pelos brasileiros, já que a partir de julho estará filmando em Hollywood, ao lado de Matt Damon e Jodie Foster.

“Sou um artista que quer se comunicar com as pessoas”, disse o ator. “Meu trabalho foi feito para as pessoas assistirem, sem que isso seja um demérito, sem que eu tivesse que abaixar meu senso de qualidade, meu senso estético. Shakespeare existiu como um dos maiores artistas de todos os tempos, mas popular em sua essência.”

A partir disso, seria fácil imaginar o ator na televisão, mas seu último papel foi na novela Paraíso Tropical, há quatro anos, justamente quando “Tropa” entrou em cartaz, e ele não mostra qualquer disposição de voltar aos folhetins tão cedo. “A novela é uma coisa de tempo, você precisa passar um ano inteiro fazendo, tem que estar com muita disposição. Além disso, o cinema brasileiro está vivendo um momento muito bom. Acho que VIPS’ se insere num contexto extraordinário, que é de filmes de qualidade, com bons roteiros, bem produzidos, com bons atores e que querem ganhar público, achar um lugar no mercado.”

 

Wagner Moura em VIPS, que estreia nesta sexta

“Tenho muito bode desse negócio de que filme bom precisa ser um negócio cabeçudo para 17 pessoas assistirem, e que filme pra agradar o público precisa ser uma droga, ser um filme bobo”, continuou o ator. “Acho significativo o ‘Tropa de Elite 2′ ser o maior sucesso da história do cinema nacional porque ele se enquadra nisso, reúne uma dimensão política enorme, tem substância e as pessoas mesmo assim foram lá e assistiram. O espectador não é um idiota, que só quer ver porcaria, e nem o crítico só vai respeitar um negócio porque é hermético. Talvez o Brasil, por ter uma herança do Cinema Novo, do cinema político, tenha deixado essa sensação de que filme bom tem de ser difícil, não pode se comunicar. Digo isso não em oposição ao cinema de experimentação, que acho ótimo e precisa ser feito. Mas acho que não é só ele que merece ser aplaudido pela crítica e pelo público.”

Moura também disse se sentir confortável com o fato de, sozinho, já conseguir atrair público para o cinema, responsabilidade geralmente exclusiva a galãs ou astros infantis. “Acho bom existirem atores que chamem o público para o cinema. Eu vou ver os filmes que o Selton faz, por exemplo, porque gosto do trabalho dele. A mesma coisa com Sean Penn, Al Pacino. Isso faz parte. O fato de ter um ator que leve o público também é significativo desse momento do cinema brasileiro.”

O convite para o primeiro trabalho de destaque em Hollywood, segundo Moura, foi consequência de sua exposição nas telas do país. “Estou indo fazer esse trabalho por causa do ‘Tropa de Elite’, principalmente, mas também pela história que tenho aqui.”

O filme em questão se chama Elysium e tem direção do sul-africano Neill Blomkamp, o mesmo de Distrito 9, indicado ao Oscar no ano passado. O ator comentou que “Tropa” e “Distrito” são esteticamente parecidos, pelo “viés político”, e que aceitou o papel de um vilão pela qualidade do roteiro, que se passa 100 anos no futuro. “É um personagem muito bom, que eu aceitaria se fosse feito aqui ou em qualquer lugar. É muito legal mesmo.”

Ao lembrar do passado, Wagner Moura contou ter saudade de um certo sentimento “selvagem” da juventude, mas não troca isso pela experiência. “Entendi melhor como funciona o mecanismo do cinema, jogo melhor com a parafernália toda. Me tornei um ator rodado, tanto que já me deu vontade de dirigir um filme.”

 

Vanessa da Mata e Wagner Moura no set do videoclipe dirigido pelo ator

A estreia atrás das câmeras acontece com o clipe de Te Amo, de Vanessa da Mata, que será veiculado em breve. Rodado em 35mm, o vídeo é protagonizado pela bailarina Marilena Ansaldi, tem figurino do estilista Ronaldo Fraga, fotografia de Lula Carvalho (“Tropa 2″, Budapeste”) e montagem de Daniel Rezende (“Cidade de Deus”). “O que me dá tesão de dirigir é poder reunir vários profissionais legais e deixar eles trabalharem. Estou feliz.”

São dois os projetos como diretor de longa-metragem, a exemplo, mais uma vez, de Selton Mello (que dirigiu Feliz Natal e finaliza O Palhaço). O primeiro, segundo ele, “muito pessoal, como geralmente são os primeiros filmes”, ainda ganha forma e está apenas em um caderno, escrito a mão, com caneta esferográfica. O outro é a adaptação de um livro, não-revelado, através de Rodrigo Teixeira, da RT Features, produtor famoso por ter comprado os direitos de sucessos recentes como as biografias de Tim Maia e de Lobão.

Enquanto as ideias não se concretizam, Wagner Moura continua a toda como ator. No segundo semestre, estreia O Homem do Futuro, de Cláudio Torres, mistura de comédia e ficção científica. Nesta semana, ele começa as filmagens de A Cadeira do Pai. Primeiro longa do diretor Luciano Moura, o filme conta a história de um casal de médicos que está se separando e precisa lidar com o sumiço do filho de 13 anos, que foge de casa. Ainda no elenco, estão Mariana Lima (“A Suprema Felicidade”) e Lima Duarte.

Além disso, tem ao menos mais dois projetos encaminhados: a superprodução Serra Pelada, de Heitor Dhalia, diretor que está atualmente em Hollywood filmando com Amanda Seyfried; e a adaptação do livro Viúvas da Terra, sobre política agrária no Brasil, com direção de Henrique Goldman (“Jean Charles”). Isso sem contar as novas propostas que recebe semanalmente. A televisão, realmente, ficou para trás.

* Por Marco Tomazzoni

VIP’S em Trailler e Blog…

VIPs, filme de Toniko Melo, vencedor do Festival do Rio 2010, já tem trailer oficial e blog com conteúdos exclusivos.

Com WAGNER MOURA de protagonista, VIP’S tem tudo para fazer carreira vitoriosa nas salas de todo o país. A produção é da O2 Filmes e a estréia está marcada pra 25 de março. 

VIPs é uma história de ficção inspirada no livro de Mariana Caltabiano VIPs – Histórias Reais de Um Mentiroso, sobre a vida de Marcelo da Rocha Nascimento, que ficou conhecido por aplicar inúmeros golpes, sendo o mais conhecido o de passar-se por Henrique Constantino, filho do dono da companhia aérea Gol, durante o carnaval do Recife.  

 

Link para download do trailer: http://wtrns.fr/aUoVr5VD2XOY0r

 

Através do blog do filme, o público poderá conhecer as várias personalidades assumidas por Marcelo, personagem interpretado por Wagner Moura.  Além disso, estão disponíveis conteúdos exclusivos, informações sobre os bastidores, as filmagens e entrevistas.

 

Endereço  do blog : www.vipsofilme.com.br/blog

  

SINOPSE 

Desde pequeno, Marcelo Nascimento da Rocha tem muita dificuldade de viver com sua identidade. Seu maior prazer é imitar as pessoas e se passar pelos outros. Alimentando o sonho de aprender a voar e tornar-se piloto como o pai, Marcelo foge da casa da mãe e começa a maior aventura de sua vida, cada vez se passando por uma pessoa diferente. Até dar o maior golpe de sua vida: fazer-se passar pelo empresário Henrique Constantino, filho do dono da companhia aérea Gol, em uma grande festa no Recife. 

 FICHA TÉCNICA

 Direção: Toniko Melo
Produção: Fernando Meirelles, Paulo Morelli, Bel Berlinck

Argumento: Toniko Melo e Bráulio Mantovani, A.C.

Roteiro: Bráulio Mantovani, A.C. e Thiago Dottori, A.C.
Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., ABC

Direção de Arte: Frederico Pinto

Produção de Elenco: Cecília Homem de Mello

Montagem: Gustavo Giani
Música: Antonio Pinto
Supervisão de Pós Produção: Hugo Gurgel

Supervisão de Edição de Som: Alessandro Laroca

Mixagem: Armando Torres Jr.

Som Direto: Romeu Quinto, ABC

Vitória Cine Vídeo Começa Daqui a Pouco…

 

17º Vitória Cine Vídeo 

Será aberto logo mais, às 19h30, no Ginásio do Álvares Cabral, o 17º Vitória Cine Vídeo, com entrada gratuita. Além das obras audiovisuais da Mostra Competitiva de Curtas e Médias-Metragens, a noite de abertura prevê a exibição do primeiro longa-metragem inédito no estado,  VIPS, de Toniko Melo, grande vencedor do Festival do Rio, tendo como protagonista Wagner Moura.

VIPS ganhou o Troféu Redentor de Melhor Longa-Metragem de Ficção e ainda rendeu ao elenco três dos quatro prêmios da categoria no Festival do RIO deste ano: Melhor Ator para Wagner Moura, Melhor Ator Coadjuvante para Jorge D’Elia e Melhor Atriz Coadjuvante para Gisele Fróes.

Novo espaço – O Ginásio do Álvares Cabral foi adaptado para proporcionar ao público toda a magia do cinema em um ambiente confortável. Com capacidade para mil pessoas, o espaço foi climatizado e equipado com cabine de projeção 35mm e digital com som dolby stereo. A tela de projeção mede 12mx8m. Logo na entrada, estará disponível ao público um lounge (espaço de convivência com capacidade para mais de 100 pessoas) e toda a infra-estrutura do local, com sete banheiros femininos e seis masculinos, além de bar e lanchonete. O Festival oferece ainda estacionamento com 140 vagas para o público. A entrada será pelo portão 3 do Ginásio, com acesso em frente à Prefeitura de Vitória.

 

Igor Cotrim e Simone Spoladore são Elvis & Madona

Elvis e Madona Amanhã 

 Vencedor do Prêmio Redentor de Melhor Roteiro no Festival do Rio, o filme Elvis e  Madona, de Marcelo Laffite, é uma das principais atrações do segundo dia do 17º Vitória Cine Vídeo. O longa, inédito em Vitória, encerrará a noite de segunda-feira, às 21h30, após a exibição das obras da Mostra Competitiva Nacional de Curtas e Médias-Metragens, no Ginásio do Álvares Cabral.

Durante toda a segunda, a programação envolverá diferentes atividades: Mostra Competitiva de Vídeos e Festivalzinho de Cinema, no Cine Metrópolis, Mostra Competitiva de Curtas e Médias Metragens, no Ginásio do Álvares Cabral, além de Oficinas Audiovisuais e debate com os realizadores das obras exibidas na noite anterior, no Hotel Ilha do Boi.

Festivalzinho Três mil alunos da rede pública terão oportunidade de assistir gratuitamente a filmes e vídeos produzidos em várias regiões do país. O 11º Festivalzinho de Cinema de Vitória acontecerá desta segunda (06/12) a sexta-feira (10/12), às 9h e 14h30, no Cine Metrópolis, com sessões para escolas previamente agendadas. Todos os anos, o evento disponibiliza ônibus para o transporte dos estudantes.

O Festivalzinho, organização pelo Pontão Animazul, levará também para as exibições crianças e adolescentes dos Pontos de Cultura da Grande Vitória (Cecaes, Reame e Fé e Alegria), promovendo a integração destas entidades sociais.

Mostra CompetitivaA 14ª Mostra Competitiva Nacional exibirá, ao longo da semana, 84 obras audiovisuais divididas em 26 filmes, 46 vídeos e 12 animações, provenientes das regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Sul. O festival apresentará trabalhos vindos de 12 estados: São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Ceará, Paraíba, Santa Catarina e Paraná, além do Distrito Federal.

Os espectadores conferirão 21 obras capixabas (03 filmes, 15 vídeos e 03 animações) dentre os 135 trabalhos inscritos do Espírito Santo (04 filmes, 126 vídeos e 05 animações). Houve um aumento na participação local tanto na inscrição quanto na seleção. Em 2009, 14 obras capixabas chegaram à mostra de um total de 107 inscrições. O festival recebeu ao todo 694 inscrições.

Os curtas e médias-metragens em competição serão apresentados às 19h30, no Ginásio do Álvares Cabral. Já os vídeos terão exibição no Cine Metrópolis, no campus da Ufes, às 12h, de segunda-feira (06/12) a quinta-feira (09/12).

Ney Latorraca, Aurora e Luiz Carlos (Bigode) Lacerda no Curta Santos 2009

Encontros diários com realizadores – De 6 a 10, às 10 h, no Hotel Ilha do Boi, os realizadores que tiveram suas obras apresentadas no dia anterior promovem a troca de ideias sobre o cenário do curta-metragem brasileiro. A proposta é permitir o intercâmbio de experiências e a análise crítica dos trabalhos. A mediação será feita pelo jornalista e realizador audiovisual Vitor Lopes.  O encontro é aberto ao público.

ConcursosQuem quiser emitir uma opinião sobre uma das obras da mostra competitiva pode participar do 7º Concurso de Crítica Cinematográfica.  Qualquer pessoa pode participar, com exceção de profissional com textos publicados. A crítica vencedora será publicada no Caderno Dois do Jornal A Gazeta e o autor receberá como prêmio uma assinatura semestral do jornal. Os textos podem ser enviados até 15 de dezembro para imprensa@imazul.org.

Homenageado Um dos maiores atores do cenário artístico brasileiro, Ney Latorraca é o homenageado deste ano. O ator receberá o Troféu Marlin Azul e a edição do Caderno do Festival, destacando seus 46 anos de carreira. Latorraca atuou em mais de 23 peças teatrais, 22 filmes e 23 novelas, além de programas musicais, humorísticos, minisséries e seriados. A homenagem acontecerá na quinta(9/12) às 19h30, no Ginásio do Álvares Cabral. Mas, antes, às 15 horas, Ney Latorraca receberá os jornalistas para coletiva no Hotel Ilha do Boi.

Oficinas Audiovisuais – Abertas inscrições para oficinas audiovisuais com realização no período do festival. O interessado tem até amanhã para fazer a inscrição, através do site www.vitoriacinevideo.com.br, e para confirmar a vaga, com o pagamento da taxa de R$ 30. Este ano, foram disponibilizadas 75 vagas e os interessados ainda podem se inscrever para as seguintes oficinas: Análise e Construção de Personagens; Cenografia; e Efeitos Especiais em Maquiagem.

Premiação - Os trabalhos selecionados concorrem a prêmios em dinheiro e ao Troféu Marlin Azul em dezenove categorias: Melhor Filme Ficção, Melhor Filme Documentário, Melhor Filme de Animação, Melhor Direção, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro, Melhor Trilha Sonora, Melhor Montagem, Melhor Direção de Arte, Melhor Produção, Melhor Atriz, Melhor Ator, Prêmio do Júri Popular Filme, Prêmio do Júri Popular Vídeo, Melhor Vídeo Ficção, Melhor Vídeo Documentário, Melhor Videoclipe, Melhor Videoarte e Prêmio Pesquisa de Linguagem.  As obras são avaliadas por comissões integradas por profissionais com reconhecimento nacional de diferentes áreas do audiovisual.

Prêmios EspeciaisEntidades e empresas parceiras do festival também concedem prêmios para filmes e vídeos.  O site Porta Curtas premiará, por meio de votação online, o filme e a animação escolhidos pelos internautas.  Cada ganhador levará o prêmio-aquisição no valor de R$ 750 e sua obra passará a integrar o acervo permanente do site.  O Troféu Jangada é concedido pela Organização Católica Internacional de Cinema e pela Associação Católica Mundial para a Comunicação (OCIC-SIGNIS Brasil) ao filme que mais se destacar pela presença de valores humanos, éticos e espirituais. Este ano, o melhor curta capixaba será premiado pela empresa QUANTA, que entregará R$ 8 mil em equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria, e a Link Digital, que premiará com 4 horas de telecine off ou online.

O 17º Vitória Cine Vídeo deverá reunir um público de 30 mil pessoas durante a semana do festival. O festival objetiva incentivar a produção audiovisual de vídeos e de filmes de curta e média-metragem, favorecer a formação de plateia para a produção brasileira, democratizar os espaços de exibição e incentivar novos olhares através do cinema.

O Festival é uma realização do Instituto Marlin Azul, da Galpão Produções e do Instituto Brasil de Cultura e Arte (IBCA), com patrocínio da Petrobras, Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo, Prefeitura Municipal de Vitória, Rede Gazeta de Comunicações e Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura. www.vitoriacinevideo.com.br

Sundance Verá Tropa de Elite 2

Wagner Moura e Milhem Cortaz, agora como 'Coronel Nascimento' e 'Capitão Fábio', em cena de 'Tropa de elite 2'

Wagner Moura e Milhem Cortaz em Tropa de elite 2
(Foto: Divulgação)

Tropa de elite 2, longa que vem fazendo impressionante carreira em todo o país, dirigido por José Padilha, foi anunciado como um dos longas a serem exibidos no festival americano Sundance, fora da competição.

O filme brasileiro integra a programação chamada de Spotlight, definida pelo site oficial do festival como “o cinema que amamos”. “

Tropa 2, que estreou em outubro, já ultrapassou a marca dos 10 milhões de espectadores e passou a ser o recordista do ano nos cinemas brasileiros.

Entre os filmes mais esperados do festival, estão The son of no one, com Al Pacino, Katie Holmes e Channing Tatum no elenco. O drama ambientado no pós-11 de setembro em Nova York será exibido no encerramento.

Entre outras estreias estão Salvation Boulevard, com Pierce Brosnan e Jennifer Connelly, e o drama sobre a crise econômica Margin call, estrelado por Kevin Spacey. Ainda estão na programação “The details”, com Tobey Maguire e Elizabeth Banks; e a comédia “Win win”, com Paul Giamatti e Amy Ryan.

O documentário Senna, sobre o piloto brasileiro Ayrton Senna, está entre as 12 produções internacionais que competem na categoria World Cinema Documentary.

Idealizado pelo ator e diretor Robert Redford, o Festival de Sundance acontece na cidade montanhosa de Park City, no estado de Utah. Neste ano, o evento se estende por 10 dias, entre 20 e 30 de janeiro, e reúne 115 longas de 48 países diferentes.

Hector Babenco Restaurado em Coleção

COLEÇÃO HECTOR BABENCO chega às lojas HOJE

 

Nesta segunda, 29 de novembro, a COLEÇÃO HECTOR BABENCO chega às lojas, físicas e virtuais do Brasil com preço sugerido de R$ 229,00. A caixa contém oito DVDs, embalados em digistak, com os filmes: O Rei da Noite (1975), Lucio Flávio, o Passageiro da Agonia (1977), Pixote, A Lei do Mais Fraco (1980), O Beijo da Mulher Aranha (1985), Brincando nos Campos do Senhor (1991), Coração Iluminado (1996), Carandiru (2003), O Passado (2007). Esta é a primeira vez que os filmes O Rei da Noite; Pixote, A Lei do Mais Fraco e O Beijo da Mulher Aranha chegam ao mercado de DVD.

O próprio diretor cuidou do restauro e da remasterização dos títulos mais antigos. Pixote, A Lei do mais Fraco e O Beijo da Mulher Aranha foram restaurados digitalmente quadro a quadro em Los Angeles, tendo o som remasterizado passando para Dolby Digital. Já O Rei da Noite e Lucio Flávio, o Passageiro da Agonia foram enviados para a Deluxe, no Canadá, onde passaram pelo processo de Digital Wash (limpeza digital da imagem).

 

Hector Babenco nasceu em Buenos Aires. Faz parte de uma geração que não cresceu assistindo à televisão e que tinha no cinema a referência de como outras culturas distantes contavam suas histórias. Em 1975, Hector fez seu primeiro filme, O Rei da Noite, com Paulo José e Marília Pêra. Dois anos depois, naturaliza-se brasileiro para fazer um filme que, pela primeira vez, em plena ditadura militar, narrava as impunidades das atividades do Esquadrão da Morte carioca e das relações corruptas entre polícia e marginais. Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia cativou o grande público ao contar uma história de cunho social de maneira simples e direta. Com 5,4 milhões de espectadores, Lúcio Flávio torna-se a quarta maior bilheteria da história do cinema brasileiro.

 

O seu filme seguinte, Pixote, a Lei do Mais Fraco (1980), ao ser exibido no MoMA de Nova York, na mostra New Films, New Directors, repercutiu na imprensa americana. Pixote é considerado o melhor filme estrangeiro de 1981 pelas associações de críticos de Los Angeles e de Nova York. No final dos anos 80, Pixote é eleito pela revista Première o terceiro melhor filme estrangeiro da década, atrás de Fanny & Alexander, de Ingmar Bergman, e de RAN, de Akira Kurosawa. O DVD de Pixote, a Lei do Mais Fraco, inclui o documentário Pixote in Memorian, de Felipe Briso e Gilberto Topczewski, exibido nos Festivais É Tudo Verdade e III Paulínia Festival de Cinema.

O reconhecimento de Pixote no mercado internacional fez com que o projeto seguinte do diretor fosse em inglês. O Beijo da Mulher Aranha, baseado no romance de Manuel Puig, com William Hurt, Raul Julia e Sônia Braga, foi rodado em 1984. O Beijo da Mulher Aranha é apontado como a primeira produção independente do cinema em língua inglesa. O Beijo recebeu 4 indicações para o Oscar®: diretor, filme, roteiro adaptado e ator. William Hurt, protagonista do filme, levou a estatueta de Hollywood e a Palma de Ouro no Festival de Cannes. O filme foi visto por mais de 10 milhões de espectadores em todo o mundo. O DVD do filme traz um making of totalmente novo e inédito.

 William Hurt interpreta Luis Molina no clássico O Beijo da Mulher Aranha

O produtor de Um Estranho no Ninho e Amadeus, Saul Zaentz, tentava há 30 anos filmar Brincando nos Campos do Senhor, romance do americano Peter Matthiessen, sobre a ocupação da Amazônia, a partir dos anos 50, pelos missionários religiosos americanos. Babenco escreveu o roteiro a quatro mãos com o francês Jean-Claude Carrière, roteirista de A Bela da Tarde e outros filmes de Buñuel. Entre pré-produção e filmagem de Brincando nos Campos do Senhor (1990), Babenco passou três anos na floresta amazônica. O diretor conseguiu reunir um elenco internacional com Kathy Bates, Tom Waits, Tom Berenger, Daryl Hannah, John Lithgow e Aidan Quinn para filmar durante 160 dias em locação.

Em 1998, Babenco realizou Coração Iluminado, com Xuxa Lopes e Maria Luisa Mendonça, rodado na Argentina. O roteiro foi escrito com Ricardo Piglia e traz referências autobiográficas de um primeiro amor da adolescência. Coração Iluminado foi o primeiro longa que Babenco realizou em seu país natal.

Carandiru é de 2003. O filme é uma adaptação para o cinema do best-seller do Dr. Drauzio Varella, Estação Carandiru, com histórias de internos contadas ao médico na Casa de Detenção de São Paulo, instituição na qual 111 presos foram mortos durante invasão da Tropa de Choque da Polícia Militar, em 1992. O filme foi assistido por mais de 5 milhões de espectadores apenas no Brasil.

 

Gael Garcia Bernal e Babenco no set de O Passado

O seu filme mais recente é baseado no romance O Passado, do argentino Alan Pauls, uma história sobre a permanência do amor depois da separação. Filmado em 2006, em Buenos Aires e São Paulo, O Passado conta a história de um jovem casal, Rimini (Gael García Bernal) e Sofia (Analía Couceyro), que depois de 12 anos juntos resolve se separar.“O filme lida com as conseqüências que um grande amor do passado pode ter no presente”, diz o cineasta. 

Este ano, Hector dirigiu a peça teatral HELL,  protagonizada pela atriz Bárbara Paz e em cartaz em S.Paulo. O texto da peça foi baseado no livro HELL,  escrito pela  francesa  Lolita Pille, e adaptado por Babenco e Marco Antonio Braz.

Os filmes da COLEÇÃO HECTOR BABENCO:

 

O REI DA NOITE

Brasil, 1975, 97 min, cor, Fulscreen 4×3, 18 anos

Áudio: Português 2.0

Legendas: Espanhol,Inglês e Português

Elenco: Paulo José e Marília Pêra.

Na São Paulo dos anos 1940, um homem galanteador e boêmio inicia um caso amoroso com duas jovens irmãs. O problema é que elas são filhas da melhor amiga da mãe dele. E o Don Juan paulista acaba se casando com uma mulher com quem ele vive brigando.

Prêmios:

Vencedor do Festival de Brasília – Melhor Ator – Paulo José

 

LÚCIO FLÁVIO, O PASSAGEIRO DA AGONIA

Brasil, 1977, 120 min, cor, Fulscreen 4×3, 18 anos.

Áudio: Português 2.0
Legendas: Espanhol, Inglês e Português

Elenco: Reginaldo Farias, Milton Gonçalves, Paulo César Peréio, Ana Maria Magalhães, Grande Otelo, Lady Francisco, Ivan Cândido, Stepan Nercessian

A trajetória do ladrão de bancos que monopolizou as manchetes da crônica policial do país com seus assaltos audazes e suas fugas espetaculares. Pouco antes de morrer, ele revelou a um repórter detalhes sobre o envolvimento da polícia com o mundo do crime. Baseado no livro de José Louzeiro.

Prêmios:

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo – Júri Popular

Vencedor do Kikito – Festival de Cinema de Gramado – Melhor Ator para Reginaldo Farias

Vencedor do Kikito – Festival de Cinema de Gramado -  Melhor Ator Coadjuvante para Ivan Cândido

Vencedor do Kikito -  Festival de Cinema de Gramado -  Melhor Fotografia

Vencedor do Kikito – Festival de Cinema de Gramado -  Melhor Montagem

Indicado ao Prêmio  Kikito de Melhor Filme

 

PIXOTE – A LEI DO MAIS FRACO

Brasil, 1982, 128 min, cor, Fulscreen 4×3, 18 anos.

Áudio: Português 2.0

Legendas: Espanhol, Inglês e Português

Elenco: Fernando Ramos da Silva, Marília Pêra, Jardel Filho, Jorge Julião, Gilberto Moura, Tony Tornado, Elke Maravilha

Após ser recolhido a um reformatório em São Paulo, um menino de rua foge em meio a uma rebelião, vivendo de pequenos assaltos no submundo.

Prêmios:

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme da Associação de Críticos de Filmes de Boston

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro da Associação de Críticos de Los Angeles

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro no Festival de Biarritz

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro pelo Círculo/Associação de Críticos de Filmes de Nova York

Vencedor do Leopardo de Prata para Hector Babenco do Festival Internacional de Filmes de Locarno – Suíça – categoria melhor filme estrangeiro.

Vencedor do Prêmio de Melhor Atriz para Marília Pêra pela Associação Nacional de Críticos dos Estados

Vencedor do Prêmio de Melhor Atriz para Marília Pêra da Associação de Críticos de Filmes de Boston

Vencedor do Prêmio de Menção Honrosa para Hector Babenco do Festival Internacional de Filmes de San Sebástian – Espanha

 

O BEIJO DA MULHER-ARANHA

Brasil/EUA, 1985, 120 min, cor, Widescreen Anamórfico, 16 anos.

Áudio: Inglês 2.0
Legendas: Português, Espanhol e Inglês
Elenco: William Hurt, Raul Julia, Sonia Braga, José Lewgoy, Milton Gobçalves, Miriam Pires, Nuno Leal Maia, Fernando Torres, Patrício Bisso, Herson Capri, Antônio Petrin, Miguel Falabela, Claudio Curi

Em uma prisão na América do Sul, dois prisioneiros dividem a mesma cela. Um é homossexual e está preso por comportamento imoral e o outro é um prisioneiro político. O primeiro, para fugir da triste realidade que o cerca, inventa filmes cheios de mistério e romance, mas o outro tenta se manter o mais politizado possível em relação ao momento que vive. Mas esta convivência faz com que os dois homens se compreendam e se respeitem.

Prêmios:

Vencedor do Prêmio de Melhor Ator para William Hurt do National Board of Review

Vencedor da Palma de Ouro de Melhor Ator para William Hurt – Festival de  Cinema de Cannes

Vencedor do Oscar de Melhor Ator para William Hurt

Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado

Indicado ao Oscar de Melhor Filme

Indicado ao Oscar de Melhor Diretor

Vencedor do Prêmio BAFTA de Melhor Ator para William Hurt – Prêmio da Academia Britânica de CInema

Indicação à Palma de Ouro para Hector Babenco – Festival de  Cinema de Cannes

Vencedor do Prêmio David di Donatello de Melhor Ator Estrangeiro para William Hurt

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator para William Hurt

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator para Raul Julia

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante para Sonia Braga

Vencedor do Independent Spirit Award, Prêmio Special Distinction

Vencedor do Prêmio de Ator do Ano para William Hurt do Círculo/Associação de Críticos de Filmes de Londres

Vencedor do Prêmio de Melhor Ator para William Hurt da Associação de Críticos de Filmes de Los Angeles

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme do Festival Internacional de Cinema de Toronto

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme do Festival Internacional de Cinema de Seattle

Vencedor do Festival Internacional de Filmes de Tokyo  para Hector Babenco

 

BRINCANDO NOS CAMPOS DO SENHOR

Brasil, 1991, 186 min, cor, Fulscreen 4×3, 16 anos.

Áudio: Inglês 2.0
Legendas: Português, Espanhol e Inglês

Elenco: Tom Berenger, Tom Waits, Daryl Hannah, Kathy Bates, John Lithgow, Aidan Quinn, Stênio Garcia, Nelson Xavier, José Dumont

Um casal de evangélicos e seu filho pequeno embrenham-se na selva amazônica brasileira para catequisar índios ainda arredios à noção de Deus. Martin Quarrier (Aidan Quinn) é sociólogo e termina sendo motivado pelas experiências de outro casal, os Huben. As intenções religiosas e a harmonia entre brancos e índios no local ficam instáveis devido à presença de Lewis Moon (Tom Berenger), um mercenário descendente dos índios americanos.

Prêmios:

Vencedor do Prêmio de Melhor Trilha Sonora pela Associação de Críticos de Filmes de Los Angeles 91

Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Trilha Sonora 92

 

CORAÇÃO ILUMINADO

França/Brasil/Argentina, 1996, cor, Letterbox 4×3, 16 anos.

Áudio:Espanhol 2.0

Legendas: Português, Espanhol e Inglês

Elenco: Miguel Ángel Solá, Maria Luisa Mendonça, Walter Quiroz, Xuxa Lopes, Norma Aleandro, Villanueva Cosse, Oscar Ferrigno Jr., Alejandro Awada, Carlos Briolotti, Daniel Fanego, Luis Luque, Arturo Maly, Mariano Marín, Guillermo Pfening

Após 20 anos, Juan (Miguel Angel Solá) retorna a Buenos Aires para visitar seu pai que está morrendo. Lá, tenta encontrar Ana (Maria Luísa Mendonça), seu antigo amor, e conhece Lilith (Xuxa Lopes), uma mulher com quem revive a mesma paixão.
Filme autobiográfico de Hector Babenco, cineasta argentino naturalizado brasileiro. Participou da Mostra Competitiva do Festival de Cannes em 1998.

Prêmios:

Indicado a Palma de Ouro para Hector Babenco, pelo Festival de Cinema de Cannes

Indicado ao Condor de Prata de Melhor Atriz para Maria Luiza Mendonça pela Prêmio da Associação de Críticos de Cinema da Argentina

Indicado ao Prêmio de Melhor Diretor para Hector Babenco pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Atriz para Maria Luiza Mendonça pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Fotografia  pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

 ImageShack, share photos, pictures, free image hosting, free video hosting, image hosting, video hosting, photo image hosting site, video hosting site

Wagner Moura é um dos destaques de CARANDIRU…

CARANDIRU

Brasil, 2003, 146 min, cor, Letterbox 4×3, 16 anos.

Áudio:Português 2.0

Legendas: Português, Espanhol e Inglês

Elenco: Rodrigo Santoro, Maria Luisa Mendonça, Wagner Moura, Lázaro Ramos, Caio Blat, Luiz Carlos Vasconcelos, Milton Gonçalves, Ivan de Almeida , Ailton Graça, Aida Leiner, Rita Cadillac, Gero Camilo, Júlia Ianina, Sabrina Greve, Floriano Peixoto

A história começa quando o médico Drauzio Varella resolve fazer um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina: a Casa de Detenção de São Paulo. Ali, toma contato com o que, aqui fora, temos até medo de imaginar: violência, superlotação, instalações precárias, falta de assistência médica e jurídica, falta de tudo. O Carandiru, com seus mais de sete mil detentos, merece sua fama de “inferno na terra”. Porém, nosso personagem logo percebe que, mesmo vivendo numa situação limite, os internos não representam figuras demoníacas. Ao contrário, ele testemunha solidariedade, organização e, acima de tudo, uma grande disposição de viver. Não é pouco e é o suficiente para que ele, fascinado, resolva iniciar um trabalho voluntário. O oncologista famoso, habituado à mais sofisticada tecnologia médica, vai praticar medicina como os antigos: com estetoscópio, olhar sensível e muita conversa.

Prêmios:

Escolhido para a Seleção Oficial da Palma de Ouro, pelo Festival de Cinema de Cannes

Vencedor do Prêmio de Melhor Som da ABC da Cinematografia

Indicado ao Prêmio de Melhor Filme pelo Festival Internacional de Filmes de Bangkok

Vencedor do Prêmio de Melhor Filme pelo Festival de Filmes de Cartágena

Indicado ao Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante pelo Festival de Filmes de Cartágena (para 19 atores do filme)

Vencedor do Prêmio de Melhor Diretor para Hector Babenco pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Vencedor do Prêmio de Melhor Roteiro Adaptado pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Ator para Rodrigo Santoro pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Atriz para Maria Luisa Mendonça pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Filme pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Direção de Arte pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Fotografia pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Figurino pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Montagem pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Maquiagem pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Trilha Sonora pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Som pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil

Indicado ao Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil para Sabotage

Indicado ao Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante pelo Grande Prêmio de Cinema do Brasil para Leona Cavalli

Vencedor do Prêmio de Público para Hector Babenco pelo Festival de Filmes de Havana

Vencedor do Prêmio Glauber Rocha  para Hector Babenco pelo Festival de Filmes de Havana

Vencedor do Prêmio Casa das Américas  para Hector Babenco pelo Festival de Filmes de Havana

Vencedor do Prêmio OCIC  para Hector Babenco pelo Festival de Filmes de Havana

Vencedor do Prêmio Rádio Havana para Hector Babenco pelo Festival de Filmes de Havana

Vencedor do Prêmio Saul Yelín para Hector Babenco pelo Festival de Filmes de Havana

Vencedor do Prêmio de Voto Especial do Júri para Hector Babenco pelo Festival de Filmes de Havana

Indicado ao Prêmio Melhor Filme para Hector Babenco pelo Festival de Filmes de Mar Del Plata

Indicado ao Prêmio Paz pela Associação Política de Filmes dos EUA

O PASSADO

Argentina/Brasil, 2007, 112 min, cor, Letterbox 4×3, 16 anos.

Áudio:Espanhol 2.0

Legendas: Português, Espanhol e Inglês
Elenco: Gael García Bernal, Mabi Abele, Mariana Anghileri, Mimí Ardú, Paulo Autran, Ana Celentano, Analía Couceyro, Marta Lubos, Miriam Odorico, Gustavo Pastorini, Claudio Tolcachir

Rimini é um jovem tradutor que termina o casamento de 12 anos com Sofia, sua primeira namorada. O acontecimento faz com que ele se envolva com outras mulheres, mas sua vida amorosa sempre acaba sendo conduzida pela presença de Sofia.