Na quarentena, a teleficção como melhor companheira

Os Dias Eram Assim: supersérie fala de Ditadura e revive Diretas Já !

Resultado de imagem para os dias eram assim

   Renato Goes e Sophie Charlotte vivem par romântico que a ditadura separa                                                            

A seleção brasileira fazia o jogo final da Copa de 1970. Nas ruas, um clima de euforia. Na história que pulsava por baixo dessa euforia de quem está prestes a sagrar-se campeão mundial, corria outra sensação, a de aviltamento da dignidade humana, alicerce do período sombrio da ditadura brasileira.

Há uma dor funda e recente que cerca esse momento da vida brasileira. Aquele tempo ainda não foi bem assimilado na memória nacional. É difícil falar sobre aqueles dolorosos anos e, talvez por isso, ainda há quem duvide que eles existiram de fato.

Resultado de imagem para os dias eram assim brasil ame ou deixe

Daniel de Oliveira, Antônio Calloni e Marco Ricca em atuações memoráveis como apoiadores do regime que suprimiu as liberdades no Brasil por mais de 20 anos.

O período sombrio que extirpou a liberdade do cotidiano nacional cheira a repressão, ditadura, violência, aviltamento dos direitos fundamentais, cerceamento da liberdade, e é sobre isso que fala a supersérie Os dias eram assim.

Resultado de imagem para os dias eram assim

Estreada no último dia 17 de abril, a obra tem co-autoria de Ângela Chaves e Alessandra Poggi, e direção capitaneada pelo mestre Walter Carvalho (o festejado paraibano diretor de fotografia de tantos trabalhos memoráveis), com direção geral de Carlos Araújo.

É nesse contexto da ditadura, tematizado em Os Dias eram assim, que Alice (Sophie Charlotte) e Renato (Renato Góes) se conhecem e iniciam uma história de amor que vai atravessar quase duas décadas, cruzando com eventos históricos importantes. Da repressão às Diretas Já, o amor vai passar por vários percalços, e talvez sobreviva: medo, intrigas, separação, dor, tristeza, esperança.

Renato é médico e primogênito de uma família de classe média, moradora de Copacabana. Tem dois irmãos, os estudantes Gustavo (Gabriel Leone) e Maria (Carla Salle).  O pai era professor universitário e a mãe é dona de uma livraria, Vera (Cássia Kis). Cada um a seu modo, estão todos engajados na luta pela liberdade: enquanto Gustavo sai às ruas, Maria usa a arte como forma de expressão.

Resultado de imagem para sohie em os dias eram assim

Alice (Sophie Charlotte), mocinha da trama, é a protagonista que simboliza o feminismo nascente nos anos de 1970.

No universo da jovem Alice (Sophie Charlotte), a batalha é contra o pensamento conservador da família. Questionadora, a estudante sempre bateu de frente com os pais. Dono de uma construtora, Arnaldo (Antônio Calloni) é um empresário rico e de padrões fascistas: não se conforma com o fato de a mulher, Kiki (Natália do Valle), nunca ter conseguido reprimir a inquietude da filha. Para ele, a mulher é a culpada por tudo de ruim que acontece no lar e na família. O empresário é um típico vilão, homem deplorável que causa nojo e revolta, feito com invejável maestria por um Ator do quilate de Antônio Calloni.

Resultado de imagem para os dias eram assim alice

Alice apaixona-se por Renato e, a partir daí, começa a ter rasgos de insuspeitada coragem: o primeiro passo é ir contra o desejo dos país e contrariar o principal projeto deles para a vida dela: a jovem rompe o namoro de anos com o machista Vitor (Daniel de Oliveira), que não se conforma com o rompimento. Tudo o que Vitor deseja é tornar-se dono da fortuna do pai de Alice. O casamento seria a concretização de seu ideal.

O abjeto Vitor é braço-direito de Arnaldo na construtora, e filho  arrogante e oportunista Cora (Susana Vieira). Os mundos de Renato e Alice se cruzam por amor e serão separados pela divisão ideológica entre as duas famílias, potencializada pelo ambiente político reinante no país. Ambientada entre as décadas de 70 e 80, período que vai da repressão às Diretas Já, a supersérie Os dias eram assim é exibida por volta das onze da noite e vem tendo boa audiência.

Resultado de imagem para diretas já em os dias eram assim

O comício das Diretas Já serviu de belas cenas para a teleficção…

Aqui, como em todo o formato da teleficção audiovisual, o drama amoroso é o grande motim: “A História é o pano de fundo dessa trama de amor. Tratamos de encontros e desencontros desse casal que é separado de forma abrupta e, depois, vai se reencontrar quando os dois já não são mais os mesmos”, diz Ângela. Já Alessandra afirma: “Alice e Renato vivem uma história de amor muito forte no primeiro momento, mas, quando são separados, cada um resolve seguir sua vida. A maior parte da história ocorre após o reencontro, no período de pré-abertura política, em 1984”.

Para nós, soa engraçado, para não dizer apressado e preconceituoso, os comentários acerca da supersérie que pretendem analisar uma obra que não é a que está na TV. A supersérie fala sobre uma história de amor interrompido, como assim acontece em qualquer obra teledramatúrgica. Basta ler um pouquinho sobre o tema para saber que a telenovela tornou-se nosso maior produto cultural de exportação e ocupa um lugar de destaque na programação televisiva diária, sendo que existe desde  1951. A partir de 1963, tornou-se atração diária. De lá pra cá, o gênero se consolidou e tem clara filiação melodramática. Portanto, querer ver uma telenovela e acreditar que seu principal enfoque não será uma história de amor é desconhecimento, ingenuidade ou má vontade.

Seguindo o raciocínio, o que nos parece mais instigante é justamente o fato de repetir-se uma fórmula, absolutamente popular e consagrada, e, mesmo assim, continuar agradando e atraindo imensa audiência. Fazendo uma analogia com o cardápio gastronômico, a telenovela é assim uma espécie de bolo: todo mundo tem um preferido. Logo, sabemos haver uma enorme variedade, que atende a múltiplos gostos, mas a base da receita é sempre a mesma: atrai inúmeros seguidores, pode ser feita com diferentes ingredientes, e o que sobressai é um paladar de alta fidelidade: não há quem não goste de bolo, embora as preferências de gosto variem constantemente.

Pois é, e ainda argumenta-se que a história de Os dias eram assim tem clichês típicos de novela. Ora, pois, se uma mini ou superssérie é assim um ‘primo rico’ da telenovela, como não ter clichês típicos do gênero ? Como fugir ao padrão que tornou a ficção seriada o carro-chefe da programação televisiva brasileira ? E por que haveria de se mexer num ‘time que está ganhando’?

Resultado de imagem para jessica ellen e chay amor de mãe

Danilo e Camila, casal de “Amor de mãe”… Mas afinal, quem não gosta de um bom romance ?

Não estamos assistindo a um filme ou acompanhando uma encenação teatral: Os dias eram assim é uma supersérie. Segue o mesmo esquema básico clássico de uma telenovela, apenas o formato é menor que o desta, embora maior que o de uma minissérie. Seguindo com nossa analogia, o bolo pode ter outro formato e recheio, mas será sempre um bolo, e não um risoto, um uma macarronada ou uma feijoada.

A fórmula de telenovelas, minisséries, microsséries, casos especiais, superséries – teleficção audiovisual – é a mesma há dezenas, e o que encanta é ela permanecer sempre igual em sua diferença de cada novo título. Sempre com a mesma força e capacidade de atrair. E talvez aqui resida um dos trunfos de seu aprimoramento e apuro técnico: como há um sequenciamento ad infinitum do mesmo formato, as equipes realizadoras das telenovelas se esmeram, cada vez mais, ao longo de toda a história da Teledramaturgia Brasileira, em fazer com mais qualidade, primando pela capacitação de seus profissionais.

Isso é o que podemos constatar observando a enorme penetração da produção brasileira no exterior (mais de 130 países compram nossas telenovelas). E quanto mais esse mercado foi crescendo ao longo dos anos, mais o gênero se consolidou e as equipes técnicas, imensas e valorosas, foram sendo lapidadas – direção, fotografia, luz, cenário, maquiagem, direção de arte, trilha sonora e musical, caracterização –, chegando ao patamar que hoje vemos diariamente na telinha e que nos impactam, cada dia mais, pela excelência técnica e artística que exibem.

Resultado de imagem para feliz e niko amor de mãe

Niko e Félix, o par romântico de “Amor à vida” que ganhou torcida nacional em 2014.

Resultado de imagem para casamento  beto falcao e luiza Segundo Sol

Luzia e Beto Falcão: uma paixão que emocionou a audiência de “Segundo sol”

Afinal, se a história de amor incomoda por ser o fundamento dos enredos é porque o tempo consagra como clichê o que é  considerado bom para a grande maioria. E o clichê foi popularizado por ser reconhecidamente atraente e imbuído de qualidades intrínsecas: quem descobriu, aderiu, quis imitar, virou moda e contagiou. E o poeta Fernando Pessoa sabia tanto e tão bem disso que imortalizou o melhor e mais sábio de todos os clichês: o Amor.

Resultado de imagem para tessalia e leleco

Leleco (Marcos Caruso) e Tessália (Débora Nascimento): casal rendeu bons momentos em “Avenida Brasil”

Resultado de imagem para casamento fernanda e lima em outro lado do paraíso

Mercedes e Josafá: casamento na 3a idade foi das melhores coisas de “O outro lado do paraíso”

E, parafraseando o notável poeta português, dizemos:

Todas as histórias de amor são

Ridículas.

Não seriam histórias de amor se não fossem

Ridículas.

As histórias de amor, se há amor,

Tem de ser ridículas.

Mas, afinal,

Só as criaturas que nunca curtiram

Histórias de AMOR

São ridículas.

As verdadeiras RIDÍCULAS !

É que são Rídiculas.

 

A atualidade de Patativa em tempos de irresponsabilidade social

     Eu sou da classe matuta, da classe que não desfruta das riquezas do Brasil

Resultado de imagem para nordestinos e a seca

Em todo o mundo, a vida social anda em perigo. Não tem sido fácil acompanhar as notícias, tão graves e sérias, sobre a situação de vários povos do mundo, vitimados pela pandemia do Covid19.

Diante da situação alarmante que o país atravessa – com mínimas condições (será nenhuma ?) de atender sua população – sobretudo os mais velhos e mais carentes -, choca assistir, cotidianamente, aos disparates, impropérios, inconsequências e bravatas do titular da República. São tantas e tão colossais que, mesmo grande parte dos que nele votaram (não sem aviso de jornalistas e cientistas do mundo inteiro de que o caos era o ponto mais rápido a se chegar), hoje estão bradando contra o insano “mito” e protestando diariamente nas janelas, nos quatro cantos do país.

A arrogância e prepotência do ex-candidato 17 passou de qualquer limite aceitável, embora uma parcela renitente prossiga defendendo a peste, agarrando-se a qualquer fio de razão (?), ainda que essa venha a bordo de um calhamaço de fakenews.

Estamos todos, os que podemos (há diversos trabalhadores que precisam continuar na rua atuando em prol da coletividade), cumprindo regime de quarentena em nossos lares. Nesta hora, a arte, a ciência, a literatura, a música, o audiovisual, todos que foram tão duramente golpeados pela ideologia fascista que aportou no centro do poder, em Brasília, tem uma utilidade que agora se agiganta. Os que tanto atacaram, vilipendiaram e levantaram calúnias, de todos os matizes, sobre as universidades (sobretudo as públicas), agora precisam admitir o quanto é importante e necessário que elas funcionem bem para que a vida em sociedade tenha alguma condição de sobrevivência saudável. Mas esses, otários e arrogantes diplomados, continuam se negando a admitir que erraram fartamente ao defender o indefensável, o contrassenso, o caos, e a excrescência que o voto no #elesim significa, condenando uma imensa maioria ao massacre atual da ignorância e da irresponsabilidade que afunda o país num manancial de ações nocivas contra sua grande massa trabalhadora – de artistas a profissionais dos serviços básicos coletivos.

A degradação a que o energúmeno-mór chegou é tamanha que até alguns que já lhe foram próximos, agora se espantam e tomam caminhos opostos, ainda bem. Aliás, alguns já declararam o erro de seus votos há algum tempo, felizmente.

Resultado de imagem para patativa do assaré no meio do sertão

Patativa do Assaré: símbolo cearense da bravura indormida do sertanejo

Tudo isso me veio a propósito de encontrar uns versos do poeta popular cearense Patativa do Assaré (a quem tive a felicidade de conhecer quando ainda cursava a faculdade de Comunicação e apresentava teleaulas diárias na TV Educativa do Ceará) numa rede social. Os versos são da poesia “Seu dotô me conhece ?”, os quais foram ditos por um quase desconhecido poeta popular do cariri cearense no principal palco da capital cearense, o histórico Theatro José de Alencar, no centro da cidade, durante o evento Massafeira Livre.

Artistas de várias áreas estavam juntos nos quatro dias do festival, realizado em março de 1979, embora com censura por parte do governo e quase invisível para a imprensa à época. A entrada de Patativa no palco, aquele sertanejo muito simples, baixinho, vestido sem nenhum figurino especial de artista, tendo ele mais idade do que todos os que lá estavam para tocar e cantar, foi um marco, como conta o colega Nelson Augusto (jornalista/radialista e produtor do programa Frequência Beatles, da Rádio FM Universitária de Fortaleza) em tese do professor e compositor Wagner Castro (2014).

Com sua voz inconfundível e seu jeitinho marcante, Patativa foi quem inseriu, de modo incisivo, a política no meio da cantoria daqueles artistas – irmanados, em movimento encabeçado pelo compositor Ednardo e o letrista/publicitário Augusto Pontes, para mostrar sua produção artística.

Pois foi ali que Patativa chegou com sua verve admirável e recitou os versos, que mais adiante foram musicados pelo querido Mário Mesquita (cantor/compositor/letrista/arranjador), um dos criadores do lendário conjunto musical Quinteto Agreste, de grande atuação na cena musical cearense na década de 1980.

Resultado de imagem para patativa do assaré

O templo de Alencar testemunhou então uma imensa plateia ouvindo em atenção respeitosa o poeta dizer:

“Seu doutor só me parece

Que o senhor não me conhece

Nunca soube quem sou eu

Nunca viu minha palhoça

Minha muié (mulher), minha roça e os fio (filho) que Deus me deu

Se não sabe escute agora

Eu vou contar minha histora (história)

Tenha a bondade de ouvir

Eu sou da classe matuta

Da classe que não desfruta da riqueza do Brasil”

E eu fiquei daqui a pensar que falta faz Patativa nesta fase tão difícil, tensa e triste da vida brasileira. Assim como fazem falta Vinícius, Ferreira Gullar, Dias Gomes, Drummond, Belchior, Luiz Melodia, Fernando Brant, e tantos outros.

Reler Patativa hoje me projetou vivamente para a imensa massa de carentes, trabalhadores em condições precárias, moradores de rua e necessitados de toda ordem, habitantes de inúmeras comunidades desassistidas que reafirmam cotidianamente o projeto de Brasil que exclui a partir da educação, como tão bem evidenciou Darcy Ribeiro.

A “crasse matuta” da “histora” de Patativa é a mesma imensa crasse das favelas do Brasil, mergulhada num deserto permanente de descaso e iniquidade, tal qual o pobre matuto do sertão que Patativa cantava. Nascido, criado e vivido ali, no seu pequenino e esquecido Assaré, o poeta sabia exatamente das dores, agruras, sofrimentos e descasos de que eram vítimas seus conterrâneos.

A poética de Patativa tem uma impressionante atualidade. Basta conhecer para engatar a analogia: seus versos ecoam como se saídos da união das vozes dos milhões que formam essa “crasse”, desassistida e vitimada desde sempre pela exclusão, o descaso criminoso, o preconceito e os resquícios da malfadada escravidão que fertiliza, ainda hoje, o território nacional.

“Sou aquele que conhece

A privação que padece

O mais pobre camponês

Tenho passado na vida

De quatro mês em seguida sem comer carne uma vez

Sou que durante a semana

Cumprido a sina tirana na grande labutação

Mode de sustentar a famía (família)

Só tem direito a dois dia

O resto é para o patrão

Sou sertanejo que cansa de votar com esperança

Do Brasil ficar mior (melhor)

Mas, o Brasil continua na cantiga da perua

Que é: pior, pior, pior”

Resultado de imagem para patativa do assaré

Sua bênção, Patativa !

Favelados, sertanejos e nordestinos de todo o país,

Estamos na mesma canoa:

 “O Brasil continua na cantiga da perua,

Que é pior, pior, pior !”

 

E por falar em quarentena, que tal rever “Amores Roubados” ?

Resultado de imagem para amores roubados

Minissérie de 2014 é trunfo da teleficção

*Aurora Miranda Leão

A começar pela expressividade do layout do título e pela impactante abertura, AMORES ROUBADOS é produção singular da nossa Teledramaturgia. Sou das que acompanharam a exibição na grade da programação da TV Globo em 2014 e recomendo que a assistam.

Quem me acompanha ao longo de minha caminhada como jornalista e pesquisadora de teleficção seriada, sabe o quanto aprecio a narrativa ficcional televisiva. Quando as obras são boas – como esta AMORES ROUBADOS -, aí mesmo é que faço questão de dizer que vejo e vejo com prazer ! Porque amo Dramaturgia – seja no Teatro, no Cinema ou na TV. Assumimos desde sempre que o bom é viajar por outras histórias, inventadas por outras cabeças, recheadas de outras fantasias, que não as nossas. Afinal, como diz o poeta gaúcho Carpinejar, nem a nossa história deixa de ser fantasiada por nós mesmos.

O roteiro de Amores roubados é de George Moura, pernambucano que também assina a autoria de “Onde nascem os fortes” (supersérie exibida em 2018), a partir de obra de Joaquim Maria Carneiro Vilela – advogado, ilustrador, pintor paisagista, cenógrafo, juiz, bibliotecário, secretário de Governo, fabricante de gaiolas, e escritor -, escrita entre 1909 e 1912, e merecedora de várias adaptações para o teatro e o cinema. Mas, por certo, o fato de ter obra sua exibida na programação da emissora líder de audiência no país, fará com que o nome do escritor seja definitivamente inscrito entre os grandes de nossa Literatura. Com o título original de “A emparedada da rua Nova”, Carneiro Vilela dizia que a história viera de um relato ouvido de uma escrava. Até hoje, não se sabe ao certo o que foi ficcionado pelo autor e o que realmente aconteceu.

Resultado de imagem para amores roubados cenas

Cauã Reymond é Leandro, um típico “don juan” contemporâneo do sertão…

Resultado de imagem para amores roubados jesuita

Minissérie marca estreia de Jesuíta Barbosa na telinha: ele faz Fortunato, grande amigo de Leandro (Cauã Reymond).

Mas só em ter valido esta primorosa minissérie, já ganhou – e muito – a história de nossa Teledramaturgia, enriquecida pelas interpretações poderosas de Murilo Benício – um ator que consegue passar todo o sensório de seus personagens só com o olhar -, Irandhir Santos, Cauã Reymond, Isis Valverde, Patricia Pillar (soberba em sua angústia lancinante e silenciosa), Cássia Kiss, Osmar Prado, Dira Paes, César Ferrario, Jesuíta Barbosa, Magdale Alves e Thierry Tremouroux.

PRINCIPAIS DESTAQUES: 

– Direção precisa de José Luiz Villamarim, direção de arte, e fotografia de Walter Carvalho;

– O set, os enquadramentos e a atuação de Osmar Prado e Cássia Kiss na cena do acerto de contas;

– A frieza e vilania intrínseca do personagem Jayme, rapidamente tratando de se ‘descartar’ da conversa ‘incômoda’ do sogro Antônio;

– A luz da cena entre Jaime e o delegado (Walter Breda), num lindíssimo enquadramento em silhueta;

– A conversa entre Jaime e Cavalcante – Murilo Benício de costas, passando toda a emoção somente com a voz – genial !

– A comovente e quase pueril fala de Antônia, encharcada de emoção no velório do avô – ISIS VALVERDE divinal, uma nordestina com naturalidade, beleza singular e profunda empatia, levando o telespectador às lágrimas;

– O encontro de Antônia e Fortunato na beira do rio São Francisco…

* A inserção da bela Jura Secreta, música de Sueli Costa e Abel Silva, cantada de forma singular por um contagiante Raimundo Fagner;

* A qualidade das atuações de Irandhir Santos e César Ferrario numa pujança de força magistral entre dois talentos nordestinos;

* A tocante cena entre Cássia Kiss e Jesuíta Barbosa marcando mais pontos na atuação poderosa do elenco e ressaltando uma direção de arte poderosa a favorecer o contraste entre o vermelho ‘revelador’ da personagem de Cássia, o floral do guarda-chuva e a aridez rochosa às margens do São Francisco;

* Patrícia Pillar e Murilo Benício – contracena de Gigantes !

* Lindíssimos momentos de Isis Valverde, quer seja na fotografia magistral de Walter Carvalho, bem como da atuação emocionada e emocionante da atriz;

Resultado de imagem para amores roubados

* A sintonia precisa entre Isis e Benício em momentos de revelações perturbadoras;

* O quadro poderoso do grande campo de arames farpados como desfecho para o fim do grande vilão, o temido e maligno Jaime, quando a cena ganhou primorosos ares de réquiem;

* O belíssimo final à beira do rio reunindo 3 gerações – filha, neto e avó, preconizando possíveis (?) novos tempos de calmaria na vida conturbada, triste e sombria da família de Jaime – Isis e Patrícia em belos movimentos de interação mãe-filha X atriz tarimbada-atriz em ascensão !

Resultado de imagem para amores roubados cenas finais Patrícia Dira e Isis

Cena final une Isis Valverde e Patrícia Pillar.

De somenos: o não fechamento do destino de João (Irandhir Santos) – personagem e ator mereciam ter sua história amarrada junto ao público; e o do personagem Oscar (Thierry Tremouroux), professor de música da Orquestra Sanfônica, projeto idealizado por Isabel (Patrícia Pillar), ‘exilado’ da cidade a mando de Jaime, e tendo que se passar por Leandro…

Resultado de imagem para amores roubados

O diretor José Luiz Villamarim dirige Dira Paes e Cauã Reymond…

Amores Roubados é um produto de excelência, que ganhou (como apontamos em artigo de 2014) muitos prêmios: direção, fotografia, ritmo, direção de arte, edição, trilha e atuações magníficas num roteiro de suspense, rico em diálogos bem elaborados e coerentes com o cerne da história. DEZ é ainda pouco para AMORES ROUBADOS ! E é um orgulho para quem, como eu, fica feliz em poder aplaudir a grandiosidade dos nossos artistas e a qualidade a que chegaram os técnicos brasileiros ! Que Teledramaturgia de alto nÍvel faz o Brasil !

As casas dos moradores do distrito estão sendo usadas nas gravações. Um carrossel foi colocado perto da igreja do distrito, que foi expandida para as cenas. Os próprios moradores estão atuando como figurantes em 'Amores Roubados'

O interior do Nordeste brasileiro, fonte perene para a ficção teleaudiovisual.

*Você pode conferir a minissérie inteira acessando o Globo Play. A plataforma pode ser acessada de graça nestes tempos de pandemia.

Pandemia: assunto popular, como a novela. Valmir Moratelli comenta

Valmir Moratelli analisa contexto atual da narrativa preferida dos brasileiros diante da pandemia que fez TV Globo alterar programação

Jornalista, escritor, poeta, cineasta e doutorando em Comunicação pela PUC-Rio, Valmir Moratelli tem como epicentro de suas pesquisas acadêmicas a teleficção brasileira.

Convidado para escrever sobre o panorama atual, que alcança também as telenovelas da TV Globo, reproduzimos aqui a apreciação de Moratelli sobre o momento insólito pelo qual passa essa paixão nacional com quem convivemos desde que a TV Globo levou ao ar sua primeira telenovela, ainda em 1965.

Em nota oficial divulgada na segunda, 15 de março, a emissora informou sobre a suspensão das gravações de suas novelas, a antecipação do final de outras e a inclusão de novas reprises na grade de sua programação. A nota gerou diversas reportagens e causou bastante repercussão nas redes sociais esta semana.

Em bela matéria do colega Marcelo Canellas, a emissora afirma:

“não há novelas sem abraços, apertos de mãos, beijos, festas, cenas de briga, cenas de amor, cenas de carinho, tudo aquilo que reflete a vida real”.

As medidas, super acertadas, tomadas pela direção da TV Globo incluem: intensa cobertura jornalística sobre a Covid-19, liberação da plataforma Globo Play e dos canais de televisão fechada da Globosat (Globo News, SporTV, Multishow, Telecine, Canal Brasil, dentre outros). Uma demonstração clara, relevante e inconteste de responsabilidade social, solidariedade e exemplar respeito ao público, de parte da maior emissora de televisão do Brasil.

Vejamos então o que diz Valmir Moratelli* sobre o tema:

“Em decisão inédita na história da teledramaturgia brasileira, a medida adotada pela TV Globo é uma forma de prevenir a pandemia. Mas o que significa esta paralisação para o país que tem nas novelas sua principal fonte de entretenimento gratuito? Como a população vai se manter em casa, em quarentena pelas próximas semanas, se abstendo das tramas que vinha acompanhando como “Malhação”, “Salve-se Quem Puder” e “Amor de Mãe”? Apenas “Éramos Seis“, já nos últimos capítulos, terá um desfecho. Sua substituta, “Nos Tempos do Imperador”, precisará esperar o desenrolar do drama real que a população enfrenta no combate ao Covid-19.

“O silenciar das novelas acompanha o desenrolar de um assunto grave, da ordem de saúde pública”, afirma o especialista (Foto: Divulgação)

Interromper uma novela não é tão comum no Brasil. Por outros motivos, a TV Globo já teve que embargar produções em andamento. “Roque Santeiro”, de 1975, tinha 10 capítulos editados e quase 30 gravados quando, na noite de estreia, foi proibida de ir ao ar. No ano seguinte, o mesmo aconteceu com “Despedida de Casado”, que vinha sendo escrita para às 22 horas. Em ambos os casos, o bloqueio foi imposição da censura do Governo Militar.

Há também exemplos de produções que foram encurtadas drasticamente por rejeição do público e consequente queda da audiência. Os telespectadores largaram de lado “Cuca Legal”, de 1975, e a novela de Marcos Rey foi encurtada para 118 capítulos. Em 2001, “Bang Bang”, de Mario Prata, perdia público a cada exibição, o que fez a direção da emissora diminuir a duração dos capítulos que, dos habituais 55 minutos, passaram para 45. “As Filhas da Mãe”, de 2001, teve audiência abaixo do esperado. Resultado: A trama de Silvio de Abreu terminou com 125 capítulos. A título de comparação, o sucesso retumbante de “Avenida Brasil”, de 2012, teve 179 capítulos – dois meses a mais no ar.

O que acontece agora em nada se compara com os exemplos do período da ditadura, quando produções foram interrompidas por ordem do governo, ou com tramas encurtadas por questão de audiência, imprimindo a implacável força do mercado. O público fica, já na próxima semana, sem os capítulos inéditos por decisão estratégica da emissora, visando a não colocar em risco de contágio ao Covid-19 os quase 300 funcionários – entre elenco, equipe técnica e de produção – que trabalham em cada obra.

“O que as telenovelas exibem enquanto o mundo se transforma”

No comunicado enviado à imprensa, a TV Globo informou que tomou a decisão por coerência com os aspectos característicos da sua teledramaturgia, visto que “não há novelas sem abraços, apertos de mãos, beijos, festas, cenas de briga, cenas de amor, cenas de carinho, tudo aquilo que reflete a vida real, mas que, hoje, não pode ser encenado em segurança”. No livro “O que as telenovelas exibem enquanto o mundo se transforma” (2019, ed. Autografia), resultado de uma pesquisa de mestrado, detalhei duas décadas recentes de produções da emissora, entre 1998 e 2018, diante das transformações políticas de quatro presidentes (Fernando Henrique Cardoso, Luis Inácio Lula, Dilma Rousseff e Michel Temer).

As telenovelas brasileiras são reflexo dos nossos tempos, servindo de registro histórico às mudanças sociais. Estabilidade econômica, diversidade sexual, a questão das cotas, ascensão da chamada classe C, maior participação das mulheres no mercado de trabalho. Nada passou incólume pelas ficções da TV. E agora que o mundo se vê obrigado a parar as atividades a fim de frear a pandemia, não seria diferente com a ficção. O silenciar das novelas acompanha o desenrolar de um assunto grave, da ordem de saúde pública, arremata Moratelli.

Protagonistas da novela ‘Amor de Mãe’, que teve gravações interrompidas esta semana TV Globo. (Reprodução/Globo)

Em um país onde 99% dos lares brasileiros têm televisão, forjando gerações diante dos amores e dissabores de protagonistas e vilões, fica difícil imaginar um cenário em que nossas rotinas, momentaneamente, serão sem novas novelas. É verdade que a audiência geral da TV aberta vem caindo em relação à última década, principalmente pela maior oferta de streaming, catapultando o telespectador a ser programador de sua TV. O momento é propício ao crescimento dessas novas plataformas– a própria GloboPlay vem lançando séries e documentários inéditos. Mas nem todos os órfãos de novelas vão migrar para a GloboPlay ou Netflix.

Dados do IBGE mostram que mais de um terço dos domicílios brasileiros ainda não têm acesso à internet. Interromper suas novelas é um recado que a TV Globo dá à sociedade e às autoridades. O cancelamento de uma “instituição nacional”, como é o caso da novela das 21h, transmite a ideia da seriedade coletiva que o país precisa ter pelas próximas semanas.

Parte do elenco da novelo Avenida Brasil, uma das reprises transmitidas pela Rede Globo neste momento de pandemia. (Reprodução/Globo)

No lugar das produções interrompidas nos últimos dias, a TV Globo vai reexibir tramas bem aceitas pelo público (“Totalmente Demais” e “Fina Estampa”, por exemplo), além de aumentar o tempo de transmissão dos telejornais no canal aberto e reforçar o conteúdo da GloboNews. O que também vem em boa hora para a emissora, visto que a CNN Brasil estreou no final de semana trazendo possibilidades de concorrência à altura de seus programas. Oferecer escolhas internas ao público, cada vez mais exposto a outras opções, é uma estratégia certeira. Enquanto a população fica sem os afagos de “Amor de Mãe” , ou aguarda pelas aventuras de “Nos Tempos do Imperador”, resta-nos entender que quarentena não é drama e nem histeria. É o mundo real chacoalhando nossas rotinas a tal ponto que interrompeu até a ficção. A telenovela há de resistir. Até porque esperamos todos por um happy end.

* Valmir Moratelli é jornalista e doutorando da PUC-Rio.

*Artigo originalmente escrito para o site da jornalista Heloisa Tolipan.

Dezembro de NOIA em Fortaleza

NOIA 1
A organização do Festival NOIA informa que vai ter festival este ano SIM !
Comunicado dos produtores conta o seguinte:

“Depois de um ano desafiador, que nos exigiu criatividade, perseverança, e sobretudo, coragem… Não conseguimos o financiamento mínimo necessário para realização do evento, mas vamos realizá-lo em versão reduzida, com uma equipe de poucas pessoas que se juntaram a nós de forma voluntária ou recebendo valores mínimos, pelos vínculos afetivos com o projeto e por entenderem que EXISTIR em 2019 é uma das formas de RESISTIR.

Então, convidamos a tod@s para o Festival do Audiovisual Universitário, a acontecer de 2 a 6 de dezembro, no SESC FORTALEZA (Rua Clarindo de Queiroz, 1740, Centro). O Festival reúne curtas-metragens, grupos musicais e trabalhos fotográficos realizados no ambiente acadêmico, por estudantes. Além de oficinas, fórum, debates pós-sessão e outros shows musicais.

 
A programação é inteiramente gratuita e, quem quiser, pode levar alimentos não perecíveis para o projeto MESA BRASIL SESC.
 
Saiba mais 
Instagram: @festivalnoia  

Facebook: /festival.noia
 
Resultado de imagem para festival noia

Dia 2 de dezembro (segunda)

17h30, na sala de cinema do SESC – Abertura do Festival com exibição de BARONESA, de Juliana Antunes (MG).

20h, no hall do SESC – Lançamento da Mostra Cearense de Fotografias 

Fotografias INDIVIDUAIS

‍Entre Cervejas e Tragédias (Yuri Juatama)

‍Irrompe o Precipício (Rômulo Monte)

‍Negrativo (Sabrina Moura)

‍Periferia Sitiada (Alex Gomes)

Fotografias ‍SÉRIES

Invisíveis (Talita Machado)

Casca-Carne (Bárbara Moira)

‍Desordem Em Progresso (Matheus Dias Aguiar)

Retalhados (Bárbara Moira) 

Universal Praça (Yuri Juatama) 

Dia 3 de dezembro (terça)

17h30, na sala de cinema do SESC – Mostra Brasileira de Curtas

O Verbo se Fez Carne, de Ziel Karapotó (Recife/PE)

Rebento, de Vinicius Eliziário (Salvador/BA)

Oração ao Cadáver Desconhecido, de Sávio Fernandes (Fortaleza/CE)

Bicha-bomba, de Renan de Cillo (Curitiba/PR)

Copacabana Madureira, de Leonardo Martinelli (Rio de Janeiro/RJ)

Diz que é Verdade, de Claryssa Almeida e Pedro Estrada (Belo Horizonte/MG)

E o que a Gente Faz Agora?, de Marina Pontes (Cachoeira/BA)

20h, no palco do estacionamento do SESC – Mostra Cearense de Bandas

Banda MIOPIA NAO TEM CURA

Banda SANTOS DE UMA ESQUINA

Banda VENTO MAREIA

Durante o dia, no hall do SESC – Exposição da Mostra Cearense de Fotografias

Dia 4 de dezembro (quarta)

17h30, na sala de cinema do SESC – Mostra Brasileira de Curtas

Mãos de Barro, de Sávia Mirella Rodrigues (Cascavel/CE)

Nada Além da Noite, de Rodrigo de Janeiro (Rio de Janeiro/RJ)

Abraço, de Matheus Murucci (Rio de Janeiro/RJ)

Pouso Autorizado, de Áquila Jamille (Cachoeira/BA)

Jason, de Paulo Sérgio Garcia (Cidade de Goiás/GO)

Torcida Única, de Catarina Forbes (São Paulo/SP)

20h, no palco do estacionamento do SESC – Mostra Cearense de Bandas

Banda OLD BOOKS ROOM

Banda GRAVATAS BORBOLETAS

Banda TRVIBE

Durante o dia, no hall do SESC – Exposição da Mostra Cearense de Fotografias

Dia 5 de dezembro (quinta)

15h, sala de cinema do SESC – Fórum do Audiovisual Universitário

17h30, sala de cinema do SESC – Mostra Cearense de Cinema

Low Light, de Marcilene Damasceno (Fortaleza/CE)

Não Vai Te Atrapalhar, de Julia Rabay (Fortaleza/CE)

Galdino, de Talita Machado (Fortaleza/CE)

UMIROBA, de Daniel Pires, Felipe Saraiva e Tarcísio Azevedo (Fortaleza/CE)

Uma Volta pela Praça, de Roberta Filizola (Fortaleza/CE)

Prazer, Eu Sou do Bom, de Rodrigues Castro (Fortaleza/CE)

A Mulher da Pele Azul, de Esther Arruda e Pedro Ulee (Fortaleza/CE)

20h, no palco do estacionamento do SESC – Show de Luiza Nobel

Durante o dia, no hall do SESC – Exposição da Mostra Cearense de Fotografias

Dia 6 de dezembro (sexta)

17h30 sala de cinema do SESC – Homenagem a Telmo Carvalho (CE), com exibição de “O Músico e o Cavalo” (1987), “Campo Branco” (1995) e “Em Busca da Cor” (2002)

19h, sala de cinema do SESC – Exibição do resultado da oficina de “Animação Urbana para Instagram”

19h30, palco do estacionamento do SESC – Premiação das Mostras de Cinema, Bandas e Fotografia

20h30, palco do estacionamento do SESC – Show da Banda Rivera

 

NOIA

SERVIÇO

18a edição NOIA – Festival do Audiovisual Universitário,

Onde: SESC – Fortaleza

Quando: de 02 a 06 de dezembro 2019

ENTRADA FRANCA

Imagem, uma questão de Estilo !

IMG-20191114-WA0013

Você sabia que uma Consultoria de Imagem pode ser uma grande aliada na sua trajetória profissional e trazer muitos benefícios à sua caminhada pessoal ?

Mas o que faz mesmo uma Personal Stylist ou Consultora de Imagem e Estilo ? Isso é o que você pode estar se perguntando. Então vamos lá:

A Consultora de Imagem ou Personal Stylist é a profissional que auxilia mulheres e homens na construção de uma imagem condizente com a essência de sua personalidade. Uma imagem em sintonia com o estilo de vida, crenças e valores de quem está sendo atendido.

Esta é a profissional capaz de ajudar você, amigo leitor, a ter um guarda-roupa mais funcional com peças que traduzam bem sua essência, figurinos que valorizem seu corpo, indiquem seu estilo e sejam versáteis para usar em várias ocasiões.

IMG-20191114-WA0010

Mônica Valentim é Consultora de Imagem e tem atuação de destaque em Juiz de Fora.

Consultoria de Estilo

Um dos principais aspectos trabalhados em uma consultoria de imagem é o estilo pessoal. Na maioria das vezes, percebemos que as pessoas não conhecem seu estilo.

Claro que não existe pessoa melhor para entender o que você gosta e o que não gosta do que você mesma. Mas a consultoria que Mônica Valentim propõe é transformadora. Dizemos isso por experiência própria: fizemos um workshop com ela que foi lapidar !

Por isso, recomendamos a você, que deseja vestir-se de modo a expressar realmente o que deseja, que reserve um tempinho pra você e agende uma consultoria com Mônica Valentim.

Faço um pequeno teste para descobrir como anda sua capacidade de falar sobre você mesm@ através de seu estilo pessoal. Responda para você mesm@ essas perguntinhas:

  • Quais roupas e acessórios gosta?
  • Quais roupas e acessórios não gosta?
  • O que tem a ver com você e o que te representa?
  • Você sabe qual seu estilo predominante?
  • Quais são seus estilos secundários?

Sabe dizer se estes estilos estão alinhados com a imagem que você quer transmitir? Você gostaria de fazer alguma mudança no seu estilo para adquirir a imagem que deseja projetar para o mundo?

Imagem e Autoimagem

Junto com essa reflexão, é importante mencionarmos também a diferença entre a imagem e a autoimagem. Você sabe qual é?

Imagem é a forma como as pessoas te enxergam, a mensagem que você transmite ao mundo. E autoimagem é a forma como você se enxerga. A mensagem que você acredita transmitir para o mundo.

IMG-20191114-WA0014

Muitas vezes, a imagem e a autoimagem não estão em sintonia. Isso significa que as pessoas não enxergam você da forma como você se enxerga.

Uma boa dica para verificar se isso está acontecendo é perguntar para seus colegas de trabalho, amigos e familiares o que eles acham de você, que imagem você transmite com o seu visual.

Se o feedback não corresponder à imagem que você acha pensa transmitir ou com a imagem que gostaria de transmitir, isso vai confirmar que é hora de refletir e investir numa repaginada, visando fazer adequações em seu modo de vestir, maquiar e corte de cabelo.

Por isso, recomendamos a Consultoria de Imagem e Estilo, através da qual você pode contar com uma profissional para identificar e refletir sobre todos estes pontos. Com ela, você vai chegar em um consenso de qual é a imagem ideal para você transmitir para o mundo e como conquistá-la.

Na cidade mineira de Juiz de Fora, há uma profissional que se dedica à consultoria de imagem e faz um trabalho excelente. Trata-se de Mônica Valentim, da Valentins Consultoria, e recomendamos o trabalho dela para quem deseja descobrir estilo, coloração e marcas pessoais mais importantes, que são traduzidas na imagem que você passa ao outro, desde o primeiro contato.

IMG-20191114-WA0011 - Cópia

Para conhecer mais sobre o trabalho de Mônica Valentim e saber como ter acesso a uma consultoria com a profissional, o contato é pelo (32) 98846.9996.

AMOR DE MÃE: seis razões para ver !

      * Por Aurora Miranda Leão

amor-de-mae

A nova novela das 21h, AMOR DE MÃE, que estreia na próxima segunda, 25 de novembro, no horário nobre da TV Globo, pega o telespectador nas primeiras chamadas. 

E algumas razões são basilares para essa sintonia. Vamos apontar 5 delas:

drica

Adriana Esteves é Patrimônio da Cultura Brasileira ! 

Primeiro: tem Adriana Esteves, a Atriz Top das Tops !

                   * Antes dela, só Fernanda Montenegro !

Segundo: A direção é de José Luiz Villamarim e a autoria textual de Manuela Dias.

Resultado de imagem para novela amor de mae

 Villamarim e Manuela Dias à frente de Amor de Mãe

* Quem conhece  teledramaturgia brasileira, sabe que estes dois são garantia de qualidade.

CASÉ

Terceiro: A presença da estupenda Regina Casé, que já polariza todas as atenções nas chamadas de pré-lançamento da novela.

            * Casé tem tanto carisma e domínio do ofício que diz em primeiro plano que é nordestina (mesmo sendo carioca), e a gente embarca de imediato !

BRICHTA

Vladimir Brichta é ator-trunfo em qualquer obra !

Quarto: a temática é feminista, e traz de volta ao horário nobre a riqueza de ator que é Vladimir Brichta, que além de excelente intérprete, ainda estará com fios longos, incrementando ainda mais sua beleza !

IRANDHIR

Quinto: o retorno de Irandhir Santos, colossal ator pernambucano que engrandece qualquer obra, e assume com visual completamente insólito, de cabeça raspada, o que o deixa quase irreconhecível.

NOVE AMOR

AMOR DE MÃE tem fichas poderosas para tornar-se uma grande obra !

Sexto: a música de Raimundo Fagner, FRACASSO, momento sublime de inspiração do conterrâneo, que faz dessa sua mais linda composição, que assim vai estrear na Teledramaturgia e deve ganhar a boca e o coração popular !

 Ajayô !!!

AMOR DE MÃE é DEZ antes mesmo de estrear !

Portanto, segunda, dia 25, às 21h, estaremos ligados na telinha da Globo !

Fique esperto !

*Aurora Miranda Leão é jornalista, mestra em Comunicação, atriz, radialista e editora do #blogauroradecinema.

 

 

 

 

 

 

 

Estilo: Mônica Valentim ensina como encontrar um pra chamar de seu !

Resultado de imagem para estilo de vestir

Sabe aqueles dias em que acordamos e temos de levantar mesmo com preguiça ? E que olhamos pro nosso guarda-roupa e não vemos uma roupa que nos sirva ? Sensaçãozinha chata mas que todas nós já tivemos, temos ou teremos.

Você pode ter o armário cheio e mesmo assim não gosta de nada, acha que nada lhe fará se sentir melhor. Pois então o que você precisa é se reconectar consigo mesma e pra isso o mais indicado é recorrer a uma consultoria de estilo.

Foi pensando nisso que a consultora de imagem, Mônica Valentim, criou um workshop especial, dedicado a quem está em dúvida com questões básicas de aparência, tipo: o que vestir, como vestir, quando vestir e o que deve ser destacado no visual.

Resultado de imagem para estilo de vestir cartela de cores

Você é daquelas que tem vontade de usar um look mais ousado, experimentar roupas coloridas mas acha que não vão lhe cair bem ? Ou, ao contrário, você adora cores, estampas e modelos ousados mas não tem certeza se exagera ou se esses lhe caem bem ?

Bom, em qualquer dos casos, o workshop que Mônica Valentim preparou é ideal para você !

Resultado de imagem para ESTILOS DIVERSOS DE SE VESTIR

Mônica Valentim trabalha com autoimagem, ponto fundamental para se ter um estilo de ser e vestir, e nesta sexta, 8 de novembro, ela vai ministrar um workshop em Juiz de Fora no qual você terá acesso a várias dicas de estilo importantes, inclusive descobrir qual estilo combina mais com você, que cores podem favorecer sua autoimagem, que figurinos você deve usar para passar exatamente a mensagem que você deseja.

Mas atenção: o workshop com Mônica Valentim acontece somente nesta sexta, 8 de novembro, das 13h às 18h no Shopping Bom Pastor, no centro de Juiz de Fora. Corre porque as vagas são limitadas !

Resultado de imagem para estilo de vestir cartela de cores

Você combina sempre as mesmas peças ? Tem coisas no armário que nunca nem mesmo usou, porque não sabe como combinar? Parece que nada fica bem no seu corpo? Sente que seu estilo de vestir está inadequado em relação ao seu ambiente ou momento de vida? Passou por alguma mudança recente como gravidez, promoção, mudança de cidade e não se sente bem com o que veste?

Pois então o Workshop de Mônica Valentim é super indicado para você: com técnicas práticas e simples, você pode começar a mudar o modo como se vê e a maneira de se vestir.

O workshop com Mônica Valentim acontece nesta sexta em formato intensivo, assistido e no qual você vai poder compartilhar com outras mulheres que também querem descobrir seu estilo, aprender a se curtir, se gostar e se vestir todos os dias, favorecendo ou criando um estilo próprio, no qual sua personalidade e autenticidade possam ser valorizadas através do autoconhecimento e ferramentas visuais.

Imagem relacionada

                 Porque fazer

o workshop com MÔNICA VALENTIM

  1. Investimento pessoal
  2. Valorizar a autoestima
  3. Descobrir seu estilo e construir sua identidade visual
  4. Encontrar formas de revelar sua personalidade através da imagem
  5. Descobrir quais cores te valorizam e como combiná-las
  6. Identificar sua silhueta e aprender a valorizar suas características
  7. Entender mais sobre tecidos, caimentos, formas, qualidade
  8. Saber escolher melhor, comprar de forma mais consciente e gastar menos
  9. Aprender a manter um guarda-roupa que combine com seu estilo de vida
  10. Saber como multiplicar peças do guarda-roupa
  11. Aprender a formar looks interessantes com o que já tem
  12. Participar do processo em grupo e compartilhar experiências
  13. Conhecer mais de si própria de modo a evidenciar sua personalidade através das roupas.

Resultado de imagem para estilo de vestir

*Para saber mais, acesse o Instagram da consultora:

  https://www.instagram.com/valentinsconsultoriaimagem

 

Semana Márcio Guerra de Comunicação será aberta hoje em Juiz de Fora

Resultado de imagem para Prof márcio guerra e a rádio UFJF

Começa esta noite a II Semana de Comunicação Professor Márcio Guerra.

A sessão solene no Plenário da Câmara Municipal está grifada para às 19h com uma mesa de abertura que terá como convidadas as jornalistas Iluska Coutinho e Christina Musse (ambas professoras da Faculdade de Comunicação da UFJF), Érica Salazar, Fernanda Lília e Gilze Bara, ocasião em que serão debatidos os 50 anos do Jornal Nacional. Promovido pela Câmara Municipal de Juiz de Fora, a Semana de Comunicação Márcio Guerra é aberta a todos os interessados. 

Este ano, a programação da Semana Márcio Guerra contará prioritariamente com ex-alunos da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em participações distribuídas entre a UFJF, a Faculdade Estácio de Sá, o Centro de Ensino Superior (CES), Forum de Cultura e Câmara Municipal. Os temas abordados em palestras, painéis e mesas-redondas contemplam diversos aspectos da Comunicação, destacando participações que discutem desde os desafios do jornalismo esportivo até as coberturas políticas realizadas em Brasília na última década. 

Resultado de imagem para Prof márcio guerra

Prof. Dr. Márcio Guerra recebe esta noite homenagem na Câmara Municipal de Juiz de Fora.

Diretor da Imagem Institucional da UFJF,  homenageado da Semana de Comunicação, o Professor Doutor Márcio Guerra diz que a programação foi pensada de modo a evidenciar a Comunicação como um vasto leque  de possibilidades: “Trabalhamos para tentar trazer nesta edição assuntos que não foram abordados ano passado. A programação foi concebida de forma que pudéssemos ter palestras em cada uma das faculdades participantes, além de eventos na Câmara e um no Forum de Cultura.”

Dos mais conhecidos e queridos docentes da Universidade Federal de Juiz de Fora, o professor Márcio Guerra declara que o tributo prestado pela Câmara Municipal e a presença de ex-alunos na Semana de Comunicação são motivos duplos de felicidade: “A emoção de receber este tipo de homenagem é sempre muito grande. Ganhar em vida o reconhecimento de um trabalho tem um sentido bastante ampliado. Normalmente, preocupam-se com homenagens apenas após a morte, então o fato de a Câmara Municipal ter aprovado este projeto ano passado me sensibiliza muito.”

A Semana Márcio Guerra de Comunicação foi instituída pela Lei 13.745/2018, de autoria do vereador Wanderson Castelar (PT).

Resultado de imagem para Prof márcio guerra UFJF e A facom

Prof. Dr. Márcio Guerra, um dos grandes ícones da Comunicação em Juiz de Fora, dá nome a Semana de Comunicação da cidade mineira.

Saiba mais sobre o Professor MÁRCIO GUERRA

Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), o professor Dr. Márcio Guerra é Mestre em Comunicação. Possui Doutorado e pós-Doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É docente e pesquisador do curso de Comunicação Social da UFJF e, há alguns anos responde pela diretoria de Imagem Institucional da UFJF, através do qual realiza um belíssimo trabalho em defesa da Educação, da Cultura Brasileira, das minorias, e contra toda espécie de preconceito.

Márcio Guerra começou a jornada profissional atuando em rádios de Juiz de Fora, como Diário da Tarde e PRB-3, principalmente na área de jornalismo esportivo. Nessa incursão, conviveu e aprendeu com profissionais de destaque, como João Batista de Paula, Mário Helênio, Dirceu Costa Ferreira, Paulo César Magela, entre outros. Também trabalhou e ajudou a consolidar o jornal Tribuna de Minas, além de ter também atuado como repórter da TV Globo. No final da década de 80, ingressou na carreira de professor e então passou a titular do curso de Jornalismo da UFJF.

Grupo elaborou a Carta de Maceió, com posicionamento das assessorias para fortalecimento das universidades públicas e gratuitas (Foto: Raul Mourão/UFJF)

Reeleito em agosto para a presidência do Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais (Cogecom), durante encontro realizado em Maceió (AL), o professor Dr. Márcio Guerra é o terceiro diretor do Colégio de Gestores de Comunicação,  criado em 2016 com a missão de assessorar a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), e reúne comunicadores de todo o país.

Sobre o importante papel à frente do COGECOM, diz o Prof. Márcio Guerra:

“Eu acho que o papel de uma universidade pública é estar ao lado da democracia, estar ao lado de uma luta pelos direitos que foram conquistados na Constituição de 1988. Então, quando esses direitos são ameaçados, como nós estamos vendo agora, é importantíssimo discutir quais são as estratégias que nós temos usado, na UFJF. Como estamos enfrentando o conservadorismo e o que há de pior no ser humano, que é o egoísmo, que é a vontade de não ver o outro progredir. Fazemos essa reflexão especialmente com futuros profissionais, que hoje estão se preparando para entrar no mercado de trabalho e precisam ter a consciência aberta para isso”.

Resultado de imagem para Prof márcio guerra UFJF reeleito para o COGECOM

“Papel da Universidade pública é estar ao lado da Democracia”, defende o professor Dr. Márcio Guerra, presidente do Cogecom e titular da FACOM/UFJF.

SERVIÇO

II Semana de Comunicação Prof. Dr. Márcio de Oliveira Guerra

Quando: Segunda-feira, 04 de novembro, às 19h

Onde: Câmara Municipal de Juiz de Fora (Parque Halfeld).

ENTRADA FRANCA.

*Programação vai até sábado, dia 9 de novembro de 2019.

Saiba mais: (32) 3313-4734/4941- Câmara Municipal de Juiz de Fora

Confira a programação.

Wisnik, Jô Soares, Fernanda Young e Lula entre os finalistas do Prêmio Jabuti

Resultado de imagem para fernanda young

Fernanda Young, a transgressora multiartista, tem livro indicado ao Jabuti.

O 61 º Prêmio Jabuti –  o mais abrangente prêmio do mercado editorial -, já tem seus finalistas: serão premiados trabalhos em 19 categorias, divididas nos eixos Literatura, Ensaios, Livro e Inovação.

Entre os finalistas, autores de extensa produção, artística e literária, como José Miguel Wisnik, Jô Soares, Cristovão Tezza, Luciana Facchini, e a saudosa Fernanda Young (escritora, atriz, roteirista) que morreu em agosto, cujo “Pós-F: Para Além do Masculino e do Feminino” concorre na categoria crônica, e Elvira Vigna, com seu livro de conto póstumo “Kafkianas”. E ainda: Marcelino Freire, Geovani Martins, André de Leones, Emilio Fraia, Lucia Hiratsuka (em infantil e em juvenil), Tiago Ferro, Ana Paula Maia e Juliana Leite, e também o ex-Presidente LULA, que concorre na categoria livro publicado no exterior com “A verdade vencerá”, da Boitempo Editorial.

Resultado de imagem para wisnik

José Miguel Wisnik e seu “Drummond e a mineração” rumo ao Jabuti 

O Jabuti recebeu este ano 2.103 inscrições. Ano passado, foram inscritas 1.963 obras, um número 15% mais baixo do que o registrado em 2017 (2.346), segundo a Câmara Brasileira do Livro Vale lembrar que entre 2017 e 2018 o número de categorias caiu de 29 para 18.

Até 2017, o Jabuti anunciava a lista de vencedores, em vez da lista de finalistas. E, no dia da premiação, eram conhecidos apenas os vencedores das categorias Livro do Ano de Ficção e Livro do Ano de Não Ficção. Isso mudou ano passado quando uma lista de finalistas foi divulgada antes e o vencedor de cada categoria foi conhecido durante a cerimônia de premiação, que teve um único ganhador do Livro do Ano (independentemente se de ficção ou não ficção) – o poeta cearense Mailson Furtado.

Resultado de imagem para jô Soares

Jô Soares concorre ao Jabuti 2019 com sua autobiografia desautorizada…

A mudança deste ano: os organizadores anunciaram nova lista de finalistas, com 5 nomes em cada categoria. E, novamente, os vencedores de cada uma delas, que vão receber R$ 5 mil e a estatueta, além do ganhador do Livro do Ano, que receberá R$ 100 mil. A divulgação dos ganhadores do JABUTI 2019 está marcada para a cerimônia oficial do próximo dia 28 de novembro, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo.

Resultado de imagem para conceição evaristo

A escritora Conceição Evaristo é a grande Homenageada do JABUTI

Sob a curadoria do editor Pedro Almeida, o Jabuti 2019 presta homenagem à escritora Conceição Evaristo, escolhida Personalidade Literária do ano. O conselho curador é formado por Mariana Mendes, Camile Mendrot, Cassius Medauar e Marcos Marcionilo.

Confira os finalistas das 19 categorias do Prêmio Jabuti 2019:

Eixo Literatura

Conto

– Título: Alguns humanos | Autor(a): Gustavo Pacheco | Editora(s): Tinta-da-china Brasil

– Título: Bagageiro | Autor(a): Marcelino Freire | Editora(s): José Olympio

– Título: Das pequenas corrupções cotidianas que nos levam à barbárie e outros contos | Autor(a): Rodrigo Novaes de Almeida | Editora(s): Editora Patuá

– Título: Kafkianas | Autor(a): Elvira Vigna | Editora(s): Todavia

– Título: Nequice lapso na função supressora | Autor(a): Camila Passatuto | Editora(s): Editora Penalux

– Título: O sol na cabeça | Autor(a): Geovani Martins | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Os animais domésticos e outras receitas | Autor(a): Luana Cnhaiderman | Editora(s): Editora Perspectiva

– Título: Reserva natural | Autor(a): Rodrigo Lacerda | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Sebastopol | Autor(a): Emilio Fraia | Editora(s): Alfaguara / Companhia das Letras

– Título: Um beijo por mês | Autor(a): Vilma Arêas | Editora(s): Luna Parque

Crônica

– Título: A arte de querer bem | Autor(a): Ruy Castro | Editora(s): Estação Brasil

– Título: A Invenção dos Subúrbios | Autor(a): Daniel Francoy | Editora(s): Edições Jabuticaba

– Título: A rua do tempo: uma escrita fora do mapa | Autor(a): Eduardo Carvalho | Editora(s): Editora Jaguatirica

– Título: A vida pela bola | Autor(a): Luiz Guilherme Piva | Editora(s): Editora Iluminuras

– Título: O que eu tô fazendo da minha vida? | Autor(a): Daniel Bovolento | Editora(s): Editora Planeta

– Título: Onde se amarra a terra vermelha | Autor(a): Marco Aurélio Cremasco | Editora(s): Nave Editora

– Título: Perambule | Autor(a): Fabrício Corsaletti | Editora(s): Editora 34

– Título: Pós-F: para além do masculino e do feminino | Autor(a): Fernanda Young | Editora(s): LeYa

– Título: Refúgio no sábado | Autor(a): Míriam Leitão | Editora(s): Intrínseca

– Título: Velhos são os outros | Autor(a): Andréa Pachá | Editora(s): Intrínseca

Histórias em Quadrinhos

– Título: Ânsia eterna | Autor(a): Verônica Berta | Editora(s): SESI-SP Editora

– Título: Bendita cura – Volume 1 | Autor(a): Mário César | Editora(s): EntreQuadros

– Título: Cangaço overdrive | Autor(a): Zé Wellington, Walter Geovani | Editora(s): Draco

– Título: Eles estão por aí | Autor(a): Bianca Pinheiro, Greg Stella | Editora(s): Todavia

– Título: Graphic MSP – Jeremias: Pele | Autor(a): Rafael Calça, Jefferson Costa | Editora(s): Panini, Mauricio de Sousa

– Título: O idiota: o clássico de Fiódor Dostoiévski em quadrinhos | Autor(a): André Diniz | Editora(s): Quadrinhos na Cia / Companhia das Letras

– Título: Quem matou o Caixeta? | Autor(a): Rainer Petter | Editora(s): Editora Avec

– Título: Raul | Autor(a): Alexandre De Maio | Editora(s): Editora Elefante

– Título: Saudade | Autor(a): Melissa Garabeli, Phellip William | Editora(s): Autor Independente

– Título: Todos os Santos | Autor(a): Marcello Quintanilha | Editora(s): Veneta

Infantil

– Título: A Avó Amarela | Autor(a): Júlia Medeiros, Elisa Carareto | Editora(s): ÔZé Editora

– Título: Casa de passarinho | Autor(a): Ana Rosa Costa, Odilon Moraes | Editora(s): Editora Positivo

– Título: Chão de peixes | Autor(a): Lúcia Hiratsuka | Editora(s): Pequena Zahar

– Título: Donana e Titonho | Autor(a): Ninfa Parreiras | Editora(s): Paulinas

– Título: Enreduana | Autor(a): Mariana Massarani | Editora(s): Companhia das Letrinhas / Companhia das Letras

– Título: Minha família Enauenê | Autor(a): Maria Rita Valadão Carelli | Editora(s): FTD Educação

– Título: O galo gago | Autor(a): Antonio Carlos Secchin | Editora(s): Editora Rocco

– Título: Olavo | Autor(a): Odilon Moraes | Editora(s): Jujuba Editora

– Título: Papo reto e papo curvo | Autor(a): João Luiz Guimarães, Rosinha Bezerra | Editora(s): Editora do Brasil

– Título: Segredos de uma vida no museu | Autor(a): Ana Rapha Nunes | Editora(s): Editora InVerso

Juvenil

– Título: 80 degraus | Autor(a): Luís Dill | Editora(s): Palavras Projetos Editoriais

– Título: A coisa brutamontes | Autor(a): Renata Penzani | Editora(s): Companhia Editora de Pernambuco

– Título: A grande assembleia dos bichos pestilentos e peçonhentos | Autor(a): Ivan Jaf | Editora(s): Trioleca Casa Editorial

– Título: Antonino Peregrino | Autor(a): Osvaldo Costa Martins | Editora(s): Autor Independente

– Título: As novas aventuras de Guaracy | Autor(a): Paulo Virgilio D’Auria | Editora(s): Autor Independente

– Título: Clarice | Autor(a): Roger Mello | Editora(s): Global Editora

– Título: Histórias guardadas pelo rio | Autor(a): Lúcia Hiratsuka | Editora(s): Edições SM

– Título: Horas Mortas | Autor(a): Antônio Schimeneck | Editora(s): Ama Livros

– Título: O Cão e o Curumin | Autor(a): Cristino Wapichana | Editora(s): Editora Melhoramentos

– Título: O dia em que a minha vida mudou por causa de um pneu furado em Santa Rita do Passa Quatro | Autor(a): Keka Reis | Editora(s): Seguinte / Companhia das Letras

Poesia

– Título: Aquenda: o amor às vezes é isso | Autor(a): Luna Vitrolira | Editora(s): Livre

– Título: Carvão : : capim | Autor(a): Guilherme Gontijo Flores | Editora(s): Editora 34

– Título: Enclave | Autor(a): Marcelo Labes | Editora(s): Editora Patuá

– Título: Fundo Falso | Autor(a): Mônica de Aquino | Editora(s): Relicário Edições

– Título: Graphophobia | Autor(a): Glauco Mattoso | Editora(s): Editora Patuá

– Título: Lua na jaula | Autor(a): Ledusha Spinardi | Editora(s): Todavia

– Título: Nenhum mistério | Autor(a): Paulo Henriques Britto | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Nuvens | Autor(a): Hilda Machado | Editora(s): Editora 34

– Título: Os postais catastróficos | Autor(a): Ismar Tirelli Neto | Editora(s): 7Letras

– Título: um corpo negro | Autor(a): Lubi Prates | Editora(s): nosotros, editorial

Romance

– Título: A biblioteca elementar | Autor(a): Alberto Mussa | Editora(s): Record

– Título: A tirania do amor | Autor(a): Cristovão Tezza | Editora(s): Todavia

– Título: Cloro | Autor(a): Alexandre Vidal Porto | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Enterre seus mortos | Autor(a): Ana Paula Maia | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Entre as mãos | Autor(a): Juliana Leite | Editora(s): Record

– Título: Eufrates | Autor(a): André de Leones | Editora(s): José Olympio

– Título: Manual da demissão | Autor(a): Julia Wähmann | Editora(s): Record

– Título: Mauricéa | Autor(a): Adrienne Myrtes | Editora(s): Selo Demônio negro

– Título: Nunca houve um castelo | Autor(a): Martha Batalha | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: O pai da menina morta | Autor(a): Tiago Ferro | Editora(s): Todavia

Eixo Ensaios

Artes

– Título: A fotografia como escrita pessoal: Alair Gomes e a melancolia do corpo – outro | Autor(a): Alexandre Santos | Editora(s): Editora da UFRGS

– Título: Arte popular brasileira: olhares contemporâneos | Autor(a): Vilma Eid (org.), Germana Monte-Mór (org.) | Editora(s): Editora WMF Martins Fontes, Instituto do Imaginário do Povo Brasileiro

– Título: Coleção Fundação Edson Queiroz | Autor(a): Aracy A Amaral, Regina Teixeira de Barros | Editora(s): Edições Pinakotheke

– Título: Cultura visual: imagens na modernidade | Autor(a): Erika Zerwes, Iara Lis Schiavinatto | Editora(s): Cortez Editora

– Título: Espaço em obra: cidade, arte, arquitetura | Autor(a): Guilherme Wisnik, Julio Mariutti | Editora(s): Edições Sesc São Paulo

– Título: Histórias afro-atlânticas: [vol. 1] catálogo | Autor(a): Adriano Pedrosa, Lilia Moritz Schwarcz, Tomás Toledo, Ayrson Heráclito, Hélio Menezes | Editora(s): MASP, Instituto Tomie Ohtake

– Título: Nova história do cinema brasileiro, volumes 1 e 2 | Autor(a): Fernão Pessoa Ramos, Sheila Schvarzman | Editora(s): Edições Sesc São Paulo

– Título: Patrimônio colonial latino – americano: urbanismo, arquitetura, arte sacra | Autor(a): Percival Tirapeli | Editora(s): Edições Sesc São Paulo

– Título: Projetos culturais e de ensino das artes visuais em diferentes contextos | Autor(a): Leonardo Mèrcher | Editora(s): InterSaberes

– Título: TPN – teatro popular do Nordeste: o palco e o mundo de Hermilo Borba Filho | Autor(a): Luís Reis | Editora(s): Cepe Editora

Biografia, Documentário e Reportagem

– Título: A guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil | Autor(a): Bruno Paes Manso, Camila Nunes Dias | Editora(s): Todavia

– Título: À sombra dos viadutos em flor | Autor(a): Cadão Volpato | Editora(s): SESI-SP Editora

– Título: Borboletas e Lobisomens | Autor(a): Hugo Studart | Editora(s): Francisco Alves Editora

– Título: Carolina: uma biografia | Autor(a): Tom Farias | Editora(s): Malê

– Título: Jorge Amado: uma biografia | Autor(a): Joselia Aguiar | Editora(s): Todavia

– Título: O livro de Jô: uma autobiografia desautorizada – volume 2 | Autor(a): Jô Soares, Matinas Suzuki Jr. | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: O Tiradentes: uma biografia de Joaquim José da Silva Xavier | Autor(a): Lucas Figueiredo | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Paletó e eu: memórias de meu pai indígena | Autor(a): Aparecida Vilaça | Editora(s): Todavia

– Título: Povo xambá resiste: 80 anos da repressão aos terreiros em Pernambuco | Autor(a): Marileide Alves | Editora(s): Cepe Editora

– Título: Wander Piroli: uma manada de búfalos dentro do peito | Autor(a): Fabrício Marques | Editora(s): Conceito Editorial

Ciências

– Título: A caminho de Marte: a incrível jornada de um cientista brasileiro até a NASA | Autor(a): Ivair Gontijo | Editora(s): Editora Sextante

– Título: Ciência e pseudociência: por que acreditamos apenas naquilo em que queremos acreditar | Autor(a): Ronaldo Pilati | Editora(s): Editora Contexto

– Título: Ciência para educação: uma ponte entre dois mundos | Autor(a): Augusto Buchweitz, Mailce Borges Mota, Roberto Lent | Editora(s): Editora Atheneu

– Título: Geofísica: uma breve introdução | Autor(a): Fernando Brenha Ribeiro, Eder Cassola Molina | Editora(s): Edusp

– Título: Hipnotizados: o que os nossos filhos fazem na internet e o que a internet faz com eles | Autor(a): Brenda Fucuta | Editora(s): Objetiva / Companhia das Letras

– Título: Inteligência artificial aplicada: uma abordagem introdutória | Autor(a): Luciano Frontino de Medeiros | Editora(s): InterSaberes

– Título: Plasticidade cerebral e aprendizagem: abordagem multidisciplinar | Autor(a): Newra Tellechea Rotta, Cesar Augusto Nunes Bridi Filho, Fabiane Romano de Souza Bridi | Editora(s): Artmed

– Título: Remanescentes da Mata Atlântica: a floresta original e suas grandes árvores | Autor(a): Ricardo Cardim | Editora(s): Editora Olhares

– Título: Transexualidade: o corpo entre o sujeito e a ciência | Autor(a): Marco Antonio Coutinho Jorge, Natália Pereira Travassos | Editora(s): Zahar

– Título: Zoogeografia do Brasil: a fauna, a paisagem e as organizações espaciais | Autor(a): Roberto Marques Neto | Editora(s): CRV

Economia Criativa

– Título: (Re)pensando a economia criativa: desenvolturas empreendedoras no Brasil e em Portugal | Autor(a): Israel Jorge | Editora(s): Sebrae

– Título: 101 dias com ações mais sustentáveis para mudar o mundo | Autor(a): Marcus Nakagawa | Editora(s): Editora Labrador

– Título: Empreendedorismo social e inovação social no contexto brasileiro | Autor(a): James Marins, Mari Regina Anastacio, Paulo R. A. Cruz Filho | Editora(s): Pucpress

– Título: LYdereZ | Autor(a): Pedro Salomão | Editora(s): Best Business

– Título: Mude ou morra: tudo que você precisa saber para fazer crescer seu negócio e sua carreira na nova economia | Autor(a): Renato Mendes, Roni Cunha Bueno | Editora(s): Editora Planeta

– Título: Porque criei a Gastronomia Periférica | Autor(a): Edson Leite | Editora(s): Editora Inova

– Título: Sociedade.com: Como as tecnologias digitais afetam quem somos e como vivemos | Autor(a): Abel Reis | Editora(s): Arquipélago Editorial

– Título: Uma vida sem lixo: guia para reduzir o desperdício na sua casa e simplificar a vida | Autor(a): Cristal Muniz | Editora(s): Alaúde

– Título: Viva o fim: almanaque de um novo mundo | Autor(a): André Carvalhal | Editora(s): Paralela / Companhia das Letras

– Título: Você, eu e os robôs: pequeno manual do mundo digital | Autor(a): Martha Gabriel | Editora(s): GEN | Atlas

Humanidades

– Título: Dicionário da escravidão e liberdade: 50 textos críticos | Autor(a): Lilia Moritz Schwarcz (org.), Flávio Gomes (org.) | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Direitos territoriais indígenas: uma interpretação intercultural | Autor(a): Julio José Araujo Junior | Editora(s): Editora Processo

– Título: História, dialética e diálogo com as ciências: a gênese de formação do Brasil contemporâneo, de Caio Prado Jr. (1933-1942) | Autor(a): Paulo Teixeira Lumatti | Editora(s): Editora Intermeios

– Título: Maquinação do mundo: Drummond e a mineração | Autor(a): José Miguel Wisnik | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: O lulismo em crise : um quebra-cabeça do período Dilma (2011-2016) | Autor(a): André Singer | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Presidencialismo de coalizão: raízes e evolução do modelo político brasileiro | Autor(a): Sérgio Abranches | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Ser republicano no Brasil colônia: a história de uma tradição esquecida | Autor(a): Heloisa M. Starling | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Sonhos da periferia: inteligência argentina e mecenato privado | Autor(a): Sergio Miceli | Editora(s): Todavia

– Título: Uma história da desigualdade: a concentração de renda entre os ricos no Brasil 1926 – 2013 | Autor(a): Pedro H. G. Ferreira de Souza | Editora(s): Hucitec Editora

– Título: Valsa Brasileira: do boom ao caos econômico | Autor(a): Laura Carvalho | Editora(s): Todavia

Eixo Livro

Capa

– Título: James Joyce – um retrato do artista quando jovem e Epifanias | Capista: Diogo Droschi | Editora(s): Autêntica

– Título: Letizia Battaglia: Palermo | Capista: Luciana Facchini | Editora(s): IMS

– Título: Meu nome não é Pixote: o jovem transgressor no cinema brasileiro | Capista: Luciana Facchini | Editora(s): Edições Sesc São Paulo

– Título: O galo de ouro | Capista: Leonardo Iaccarino | Editora(s): José Olympio

– Título: O quarto de Giovanni | Capista: Daniel Trench | Editora(s): Companhia das Letras

– Título: Omar | Capista: Paulo Schmidt | Editora(s): Autor Independente

– Título: Revela-te, Chico: uma fotobiografia | Capista: Augusto Lins Soares | Editora(s): Bem-te-vi Produções Literárias

– Título: Sapientia: uma arqueologia de saberes esquecidos | Capista: Tereza Bettinardi | Editora(s): Edições Sesc São Paulo

– Título: Também os brancos sabem dançar: um romance musical | Capista: Pedro Inoue | Editora(s): Todavia

– Título: Um cara qualquer | Capista: Francisco Martins | Editora(s): Primavera Editorial

Ilustração

– Título: Beija-flores do Brasil | Ilustrador(a): Eduardo Parentoni Brettas | Editora(s): Marte

– Título: Chão de peixes | Ilustrador(a): Lúcia Hiratsuka | Editora(s): Pequena Zahar

– Título: Dois meninos de Kakuma | Ilustrador(a): Marie Ange Bordas | Editora(s): Pulo do Gato

– Título: Donana e Titonho | Ilustrador(a): André Neves | Editora(s): Paulinas

– Título: Enreduana | Ilustrador(a): Mariana Massarani | Editora(s): Companhia das Letrinhas / Companhia das Letras

– Título: Manu e Mila | Ilustrador(a): André Neves | Editora(s): Brinque-Book

– Título: Nem filho educa pai | Ilustrador(a): Odilon Moraes | Editora(s): SESI-SP Editora

– Título: Olavo | Ilustrador(a): Odilon Moraes | Editora(s): Jujuba Editora

– Título: Se eu abrir esta porta agora… | Ilustrador(a): Alexandre Rampazo | Editora(s): SESI-SP EDITORA

– Título: Se os tubarões fossem homens | Ilustrador(a): Nelson Cruz | Editora(s): Edições Olho de Vidro

Impressão

– Título: 70 anos da gráfica da UFRGS: (entre memórias e artes da impressão) | Responsável: Helena Araújo Rodrigues Kanaan, Michele Bandeira, Thaís Aragão | Editora(s): Editora da UFRGS

– Título: A técnica do livro segundo São Jerônimo | Responsável: Gustavo Marinho de Carvalho | Editora(s): Imprensa oficial / Editora UNESP

– Título: Bel Lobo e Bob Neri: vida é obra | Responsável: Ipsis Gráfica | Editora(s): Bazar do Tempo

– Título: Bill Viola | Responsável: Adelcio Alberto Canolla | Editora(s): Edições Sesc São Paulo

– Título: Clementina Duarte 50 anos de arte e design | Responsável: Julio Gonçalves | Editora(s): Cepe Editora

– Título: Fernanda Montenegro: itinerário fotobiográfico | Responsável: Ipsis Gráfica e Editora | Editora(s): Edições Sesc São Paulo

– Título: Francisco João de Azevedo e a invenção da máquina de escrever | Responsável: Rodrigo Moura Visoni | Editora(s): Tamanduá

– Título: Iole de Freitas : Corpo / Espaço : body / space | Responsável: Ipsis Gráfica e Editora | Editora(s): Editora Cobogó

– Título: Roberto Landell de Moura, o precursor do rádio | Responsável: Rodrigo Moura Visoni | Editora(s): Tamanduá

– Título: Um livro pra gente morar | Responsável: Gráfica e Editora Posigraf | Editora(s): Editora Positivo

Projeto Gráfico

– Título: Almanaque brasilidades: um inventário do Brasil popular | Responsável: Lauro Machado | Editora(s): Bazar do Tempo

– Título: Beatriz Milhazes: colagens | Responsável: Flávia Castanheira | Editora(s): Editora Cobogó

– Título: Caminhos e legados: o sucesso dos irmãos Nishimura na construção de uma empresa familiar exemplar. | Responsável: Roberto Spinoso Prado | Editora(s): Vila Poente

– Título: Clarice | Responsável: Felipe Cavalcante | Editora(s): Global Editora

– Título: Claudia Andujar: a luta Yanomami | Responsável: Elisa von Randow, Julia Massagão | Editora(s): IMS

– Título: Cordão | Responsável: Luciana Calheiros | Editora(s): Zoludesign

– Título: Histórias afro-atlânticas: [vol. 1] catálogo | Responsável: Raul Loureiro | Editora(s): MASP, Instituto Tomie Ohtake

– Título: O Brasil na rota da China | Responsável: Victor Burton | Editora(s): Artepadilla

– Título: Revela-te, Chico: uma fotobiografia | Responsável: Augusto Lins Soares | Editora(s): Bem-te-vi Produções Literárias

– Título: Teatro da Vertigem | Responsável: Luciana Facchini | Editora(s): Editora Cobogó

Tradução

– Título: Almas mortas | Tradutor(a): Rubens Figueiredo | Editora(s): Editora 34

– Título: Enéadas: quinta Enéada | Tradutor(a): José R. Seabra Filho, Juvino A. Maia Junior | Editora(s): Edições Nova Acrópole

– Título: Júlio César | Tradutor(a): José Francisco Botelho | Editora(s): Penguin / Companhia das Letras

– Título: Lições de ética | Tradutor(a): Bruno Leonardo Cunha, Charles Feldhaus | Editora(s): Editora da Unesp

– Título: Morrer sozinho em Berlim | Tradutor(a): Claudia Abeling | Editora(s): Editora Estação Liberdade

– Título: O conto dos Contos: Pentameron ou o Entretenimento dos Pequeninos | Tradutor(a): Francisco Degani | Editora(s): Nova Alexandria

– Título: Só para maiores de cem anos: antologia (anti)poética | Tradutor(a): Cide Piquet, Joana Barossi | Editora(s): Editora 34

– Título: Sobre a arte poética | Tradutor(a): Antônio Campos, Antônio Mattoso | Editora(s): Autêntica Editora

– Título: Sobre isto | Tradutor(a): Leticia Mei | Editora(s): Editora 34

– Título: Tiestes | Tradutor(a): José Eduardo dos Santos Lohner | Editora(s): UFPR

Eixo Inovação

Fomento à Leitura

– Título: 3º Semana Senac de leitura | Responsável: Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac | Editora(s): Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial – Senac

– Título: Caixa de cultura | Responsável: Rosana | Editora(s): Serviço Social da Indústria – SESI-SP

– Título: Domínio ao público | Responsável: Ricardo | Editora(s): Instituto Mojo

– Título: Leia para uma criança | Responsável: Dianne Cristine | Editora(s): Itaú Social

– Título: Ler antes de morrer (Canal no YouTube) | Responsável: Isabella | Editora(s): Ler antes de morrer

– Título: Pegaí leitura grátis | Responsável: Idomar | Editora(s): Instituto Pegai Leitura Grátis

– Título: Poesia contra a violência | Responsável: Sérgio | Editora(s): Pensamentos Vadios

– Título: Projeto BiblioSesc | Responsável: Sesc São Paulo | Editora(s): Edições Sesc SP

– Título: Rede LiteraSampa | Responsável: Mara Esteves | Editora(s): Mara Esteves Costa

– Título: Sarau do Binho e suas ações de incentivo à leitura | Responsável: Suzi | Editora(s): Suzi de Aguiar Soares

Livro Brasileiro Publicado no Exterior

– Título: A resistência | Autor(a): Julián Fuks | Editora(s): Companhia das Letras, Charco Press

– Título: A verdade vencerá | Autor(a): Luiz Inácio Lula da Silva | Editora(s): Boitempo Editorial, El Viejo Topo

– Título: Brasil: Uma biografia | Autor(a): Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling | Editora(s): Companhia das Letras, Penguin Random House UK/Allen Lane

– Título: Gente de cor, cor de gente | Autor(a): Mauricio Negro | Editora(s): Editora FTD S.A, Little Island Books Limited

– Título: Meia-noite e vinte | Autor(a): Daniel Galera | Editora(s): Companhia das Letras, Suhrkamp Verlag

– Título: Meu Pé de Laranja Lima | Autor(a): José Mauro de Vasconcelos | Editora(s): Editora Melhoramentos , Pushkin Press

– Título: Simpatia pelo demônio | Autor(a): Bernardo Carvalho | Editora(s): Companhia das Letras, Éditions Métailié

– Título: Terapia financeira: realize seus sonhos com educação financeira | Autor(a): Reinaldo Domingos | Editora(s): Editora DSOP, Porto Editora.

Resultado de imagem para escritor mailson furtado

Mailson Furtado: poeta cearense é primeiro autor independente a vencer o Prêmio Jabuti em 60 anos de história da importante honraria !