Arquivo do dia: 25/04/2010

Guilherme Arantes e o “fascismo” do BBB

 Guilherme Arantes  afirma estar preocupado com o fato de o capitalismo ter absorvido métodos do fascismo para vender cultura de massa.

“Como é que um nazista homofóbico [Dourado] vence o ‘Big Brother’ [reality show da TV Globo]? Que sociedade é essa? As raízes de um holocausto permanecem latentes”, diz.

A informação é do repórter Marcus Preto e foi publicada na coluna Mônica Bergamo, deste domingo (25). A íntegra está disponível para assinantes da Folha e do UOL.

     
Guilherme Arantes considera o “BBB” com métodos fascistas 

O compositor, que está fazendo uma temporada de dezesseis shows no Bar Brahma, em São Paulo, diz ter torcido pela vitória de Dicesar, mas acha que o grande vencedor dessa edição do programa global foi Serginho.

“É o único que vai trilhar carreira de artista. É uma figura talentosa, amorosa, carinhosa, querida”, afirma.

“Fui crucificado nos anos 80 por ser doce e ter raiz romântica. Rasgava o peito e me chamavam de brega. Mas o mundo precisa dos angustiados. A nova geração traz de volta a doçura perdida na cocaína dos anos 80. Eu ia ver os Titãs e só tinha homem de preto gritando ‘ô, ô, ô, ô’. Pensava: ‘Que é isso? Hitler venceu?’.”

PASSIONE Vem Aí…

Mariana Ximenes grava na Toscana a próxima novela, Passione…

Fotos de Márcio de Souza / Divulgação / TV Globo

As regiões da Toscana e Roma foram os cenários escolhidos para as gravações Passione na Itália, que duraram um mês. 

Mais de 40 pessoas, entre figurinistas, cenógrafo, diretores, produtores e atores, viajaram para a Itália, entre eles Tony Ramos (Totó), Mariana Ximenes (Clara), Reynaldo Gianecchini (Fred), e Bruno Gagliasso (Berilo).

Lá, os atores sofreram com o frio, principalmente em Firenze. Não dava, por exemplo, para eles ficarem de bobeira no set. Eles tinham que ser retirados enquanto havia alguma troca de luz ou posição de câmera. 

Em San Quirico, o Sol saiu e a neve foi sumindo em alguns pontos. A equipe vibrou ao gravar cenas de  Tony num campo verde, já com as flores dando o sinal da primavera. Quando a locação era mais movimentada, como Fontana Di Trevi, uma rua mais conhecida ou uma estação de trem, a equipe era cercada por turistas brasileiros, que acompanhavam as gravações.

 A estréia de Passione, de Sílvio de Abreu, está prevista para 17 de maio, entrando no horário da novela Viver a Vida…

No elenco da nova novela também estão Fernanda Montenegro, Emiliano QueirozCauã Reymond, Marcelo Anthony, Aracy Balabanian, Leandra Leal, Marcelo Médici e Gabriela Duarte.

Mauro Mendonça fará uma especialíssima participação, apenas no primeiro capítulo, no qual morrerá e, a partir daí, toda a trama se desenvolverá.

Incentivo à Consciência Ecológica

 

LIVRO ENSINA EDUCADORES A DESPERTAR

 A CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

 

Em Criando habitats na escola sustentável, Lucia Legan mostra como os educadores podem incentivar seus alunos a construir espaços ecológicos na própria escola.  

Contribuir para que os educadores atuem como parceiros da conscientização ambiental, estimulando seus alunos a criar habitats no espaço escolar, é o objetivo do livro Criando habitats na escola sustentável, editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, por meio de seu selo Imprensa Social, em parceria com o Ecocentro IPEC (Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado). O livro sugere a utilização da metodologia para a educação em sustentabilidade baseada na permacultura, método para alcançar a cultura sustentável e um sistema de planejamento para a criação de ambientes produtivos, sustentáveis e ecológicos. 

O lançamento acontece amanhã, 26, a partir das 19 horas, na Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1.731. 

Composta de um livro do educador e outro livro de atividades para os alunos, a obra apresenta cinco projetos de habitats que podem ser criados: alimentação, silvestre, água, energia & tecnologia e cultura & economia verde. As atividades propostas no livro do educador são descritas no caderno de atividades.  

“Experiências de aprendizagem com base no habitat têm impacto positivo na compreensão dos alunos sobre importantes conceitos científicos e suas técnicas investigativas”, acredita a autora. Lucia Legan parte do princípio de que o habitat da escola é um laboratório de aprendizagem a céu aberto, fornecedor de componentes essenciais para sustentar a vida silvestre dentro da escola e gerador de oportunidades de experiência e aprendizagem para todas as idades.

De forma simples, a publicação dá algumas dicas para iniciar o desenvolvimento de um habitat na escola e mostra de que forma aplicar e integrar a sustentabilidade ao currículo, além de dar as ferramentas certas aos seus estudantes, com dicas da educação infantil até o 8º ano.  

“Mão na massa”

Para criar habitats, é preciso definir um grupo de implementação, que pode ser composto por professores de outras salas, estudantes de outras séries e membros da comunidade, como jardineiros, pais, responsáveis, avós, vizinhos e voluntários. Depois, é necessário analisar o local e avaliar os aspectos físicos (solo, topografia, padrões de drenagem, de onde vem o sol, locais de sombra etc.) e os componentes naturais, como plantas e animais, do local. Também é importante anotar toda a influência humana presente no local, como muros e objetos. Depois, “desenha-se” o habitat. Na seqüência, pode-se escolher entre os cinco tipos de habitats.

O primeiro, alimentação, nada mais é do que uma horta. Para isso, é preciso de um solo bom, composto ou húmus, algumas sementes e água – a autora explica os cuidados que são precisos para a irrigação, recomendando regar com pouca frequência, mas profundamente.

 O habitat silvestre serve para a criação de animais, estabelecendo áreas para alimento, água, morada e um local seguro para os animais criarem seus filhotes – borboletas e morcegos são dois exemplos do livro.  

O habitat água ensina como construir um ambiente de paisagens com água, como uma pequena lagoa. Esse tipo de ambiente provê água para animais beberem e tomarem banho, e também pode servir para reprodução de peixes pequenos, insetos, anfíbios e répteis. Esse habitat é enriquecido quando há jardins próximos para a criação de abrigos úmidos para os anfíbios. 

Energia & Tecnologia, o quarto habitat, detalha os conceitos de energia renovável e não renovável, e mostra como aproveitar ao máximo as duas formas de energia, e o conceito dos 5 “R’s”, para economizar energia: Repensar, Reduzir, Reutilizar, Reparar e Reciclar.

Por fim, Cultura & Economia apresenta o conceito de economia verde, pelo qual os recursos renováveis devem ser consumidos em um ritmo em que podem ser substituídos.  

Sobre a autora

Lucia Legan nasceu em Adelaide, Austrália. É pedagoga, especialista em permacultura e jardinagem. Viajou por várias partes do mundo, sempre desenvolvendo projetos para a educação e o desenvolvimento sustentável. Em 1998 fundou o Ipec em Pirenópolis, Goiás, junto com o marido, o brasileiro André Soares. Os dois vivem no centro, onde desenvolvem projetos de educação ambiental e só consomem produtos locais e orgânicos.

Cochilos Ajudam a Memória

Tirar uma soneca durante o dia – e sonhar, mesmo que por apenas 10 minutos – pode melhorar o desempenho no trabalho ou na escola.

A idéia parece difícil de ser incorporada nas empresas e colégios, mas é o que aponta uma pesquisa divulgada pela revista Cell Press, feita por médicos da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

Para analisar o comportamento do cérebro durante a sesta, os pesquisadores colocaram voluntários em frente a um computador tridimensional e propuseram uma espécie de jogo. Cada participante deveria percorrer um labirinto que continha uma árvore no centro. O objetivo era ultrapassar os desafios e chegar até a planta. Os participantes que tinham permissão para dormir durante o dia, entre uma atividade e outra, conseguiram alcançar a árvore em um tempo menor que os demais.

Em alguns casos, os participantes relataram que sonharam com a música do jogo de computador. Outros recordaram de pessoas dentro do teste, mesmo sabendo que não existia nada além da árvore. Um dos participantes ainda relatou que durante o cochilo, teve a sensação de estar dentro de uma caverna repleta de morcegos, buscando a saída.

“Acreditamos que esses sonhos provam que o cérebro continua trabalhando no jogo em diferentes níveis e formas. O sonho mostra que o cérebro atua no mesmo problema buscando associações para a memória que poderão ser usadas no  futuro”, disse Robert Stickgold, um dos pesquisadores da faculdade de medicina de Harvard.

Em outras palavras, o inconsciente trabalha relembrando formas de resolver o problema do jogo. Segundo os pesquisadores, os sonhos são essencialmente um efeito do processo de memorização do ser humano.

Stickgold ainda afirma haver muitas formas de tirar proveito desse fenômeno e aperfeiçoar a capacidade de memorização. Na opinião do pesquisador, o ideal é intercalar alguns minutos de sono com longos períodos de estudo. Dessa forma, o cérebro continuará trabalhando no desafio, estimulando a habilidade para resolvê-lo. “Pessoas que cochilaram após uma longa tarde de estudo, sonharam com algo que precisavam lembrar”, afirma o médico.

Os pesquisadores crêem que o estudo chama a atenção para uma questão outrora incompreendida pela ciência. “Por que sonhamos? Qual a função do sonho?”

Segundo Stickgold, o sonho tem o poder de auxiliar na capacidade de memorização. Mas é preciso que, ao acordar, as pessoas consigam relatar o sonho. “Muitos vêem o sonho como um entretenimento. Mas os estudos sugerem que ele é um subproduto do processo de memorização”.

Sobre a necessidade de lembrar-se do sonho para conseguir aproveitar os benefícios para a memória, o pesquisador questiona: “Creio que não seja necessário, até porque, muitas pessoas só conseguem relatar 10 ou 15 por cento do que sonharam”.

JORNALISTAS na Coleção Imprensa em Pauta

            

 IMPRENSA OFICIAL LANÇA PERFIS DOS JORNALISTAS PAULO FRANCIS, JOSÉ RAMOS TINHORÃO E ROBERTO MÜLLER FILHO

 

Cada um a seu modo, Paulo Francis, José Ramos e Tinhorão e Roberto Muller Filho influenciaram de maneira decisiva o jornalismo brasileiro. Livros fazem parte da Coleção Imprensa em Pauta e serão lançados dia 28 na Livraria da Vila da Fradique Coutinho. 

Três jornalistas singulares, com características únicas e importância vital para o jornalismo brasileiro – Paulo Francis, José Ramos Tinhorão e Roberto Müller Filho – terão suas trajetórias registradas em novas biografias da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. “Paulo Francis – Polemista Profissional”, de Eduardo Nogueira; “Tinhorão, O Legendário”, de Elizabeth Lorenzotti, e “Roberto Müller Filho – Intuição, Política e Jornalismo”, de Maria Helena Tacchinardi, serão lançados no dia 28 de abril (quarta-feira), a partir das 18h30, na Livraria da Vila – Rua Fradique Coutinho, 915. As obras fazem parte da Coleção Imprensa em Pauta. 

“São três nomes que revolucionaram e deixaram marcas definitivas na imprensa brasileira, contribuindo decisivamente para moldar sua qualidade e pluralidade”, destaca Hubert Alquéres, diretor-presidente da Imprensa Oficial do Estado. 

O carioca Paulo Francis (1930-1997) foi um dos mais conhecidos e influentes jornalistas brasileiros de todos os tempos. Amado ou odiado, despertava paixões extremas sempre estimuladas por suas talentosas polêmicas. Francis desempenhou papel importantíssimo na resistência à ditadura militar.Foi um dos fundadores do Pasquim, em 1969, e mais tarde colaborou com os jornais Folha de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e O Globo, além de fazer comentários na TV Globo. Suas polêmicas com artistas, políticos ou intelectuais – algumas delas antológicas – não deixavam ninguém indiferente.

 

O texto inicial da obra é a reprodução de um texto de Millor Fernandes, publicado 10 anos após a morte de Francis. A primeira parte do livro conta sua trajetória, desde a infância até sua consagração profissional. Depois, aborda algumas das principais polêmicas em que se envolveu, passa pelos livros que escreveu e encerra detalhando sua transformação de trotskista em conservador. A parte final do livro traz um ensaio fotográfico de Francis, produzido por Bob Wolfenson na década de 1990. A quarta capa tem assinatura de Ruy Castro.

 

Figura singular da história do jornalismo brasileiro, José Ramos Tinhorão construiu, a partir de seus artigos pioneiros sobre música e cultura popular, uma história da cultura urbana. Começou no jornalismo como copidesque, em 1952, no Diário Carioca, e seus primeiros artigos sobre música saíram em 1961, no Jornal do Brasil. Nacionalista convicto, rigoroso e intransigente com suas ideias – muitas delas controvertidas, que desafiavam consensos estabelecidos – o estudioso logo ganhou fama de chato. Em 1980, abandonou o jornalismo para mergulhar ainda mais fundo nas pesquisas, que continuaram causando polêmica: ele demonstrou que o samba nasceu no Rio e não na Bahia, que a modinha nasceu no Brasil como dança e só depois chegou a Portugal como canção. O livro traça um perfil biográfico de Tinhorão ao mesmo tempo em que fala dos bastidores da imprensa carioca dos anos 1950 e 1960 e passa em revista as várias de suas querelas, como a que envolveu a Bossa Nova. Completa o volume uma copiosa antologia de textos de Tinhorão. 

Criador do modelo que deu credibilidade e prestígio à Gazeta Mercantil, ainda nos anos 1970, Roberto Müller Filho transformou o jornal em uma das publicações mais importantes do país – referência nas áreas de economia, negócios, política e diplomacia. Ele assumiu o cargo de editor chefe da Gazeta Mercantil, em 1974, com a missão de transformar o jornal em uma publicação independente, influente e rentável. Escrito com base em longos depoimentos concedidos por Müller, o livro é um reencontro com quase cinco décadas da história do Brasil.

Concurso de CONTOS

Gato Sabido e Ficções Editora lançam I Concurso de E-CONTOS

A Gato Sabido e a Ficções Editora estão lançando e lançar o I Concurso de E-CONTOS.  Com tema livre, o concurso premiará escritores brasileiros que residam no Brasil ou no exterior e que sejam maiores de 16 anos. 

“Esta iniciativa é um incentivo para escritores que ainda não são conhecidos e prestigia também quem já é conhecido”, diz Carlos Eduardo Ernanny, sócio-fundador da Gato Sabido. Cada escritor poderá apresentar um conto com no mínimo 1.001 toques e no máximo 1.400 toques, desde que seja inédito e em língua portuguesa. 

Os escritores deverão se inscrever e enviar seu conto pelo site http://www.ficcoes.com.br/ECONTOS/index.html até o dia 31 de maio. A seleção será feita por um júri previamente selecionado e o resultado será anunciado nos sites da Gato Sabido – www.gatosabido.com.br –  e da Ficções Editora – www.ficcoes.com.br – até 30 de junho. 

“Os 40 melhores contos serão reunidos e editados em um E-BOOK, com título E-CONTOS, pelo selo da Ficções Editora, e terão comercialização exclusiva pela Gato Sabido”, esclarece Ernanny. Os premiados também assinarão contrato editorial da obra, pela qual  receberão 20% de direito autoral que serão divididos entre eles em partes iguais referentes às vendas efetivadas no site da Gato Sabido. 

O melhor conto ganhará um leitor eletrônico da marca COOL-ER, comercializado exclusivamente pela Gato Sabido. Além disso, cada um dos 40 autores premiados ganhará um download do conto no formato Epub.

Escritores de Língua Portuguesa Reunidos em Natal

Imagens do Povo por Octávio Bezerra

É a produtora MARIANA BEZERRA quem convida:

Para quem está no Rio e ainda não viu, o filme Uma Avenida chamada Brasil (Octávio Bezerra, 1988, 35mm, cor, 85 min, 16 anos) passa domingo (25/04) ás 20h no CCBB em 35mm. Mostra: Cineastas e Imagens do Povo

CCBB carioca: sempre uma programação de qualidade, num ambiente belo e aconchegante

TEATRO COLON, Uma Jóia Argentina

Teatro Colon será reaberto após três anos em obra de restauração. Foto: AP

A prefeitura de Buenos Aires anuncia: o Teatro Colón será reaberto em 24 de maio, depois de três anos em obras. A reabertura faz parte das comemorações do bicentenário da Argentina.

O Colón foi inaugurado em 1908, depois de 18 anos de construção, e é considerado por especialistas como um dos três melhores do mundo para óperas, por causa da boa acústica.

O palco do Colón recebeu as principais estrelas da ópera, como Luciano Pavarotti e Plácido Domingo.

O coordenador de obras da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Matteo Goretti, disse que a restauração do teatro custou US$ 100 milhões e envolveu mais de mil pessoas, entre técnicos e operários.

“Foi a primeira vez que foi fechado para obras. O teatro foi preservado, como era no original, como sempre foi, mas melhoramos sua infra-estrutura, usando os melhores produtos e tecnologia disponíveis no mercado internacional”, disse Goretti.

As mudanças incluíram a criação de seis novas saídas de emergência, além das duas existentes, e a substituição de material inflamável.

“Esse teatro não pegou fogo antes das obras por pura sorte. Ou, como dizem na Argentina, porque Deus é argentino”, afirmou.

A construção original seguiu o padrão europeu do século 19 e, segundo Goretti, muitos dos detalhes foram mantidos para não interferir na acústica. Um exemplo citado é o material no interior das 2,5 mil poltronas da sala de espetáculos: rabo de cavalo.

O brilho original dos detalhes em dourado de pilares, escadarias e sala chamada “salão dourado” também foi restaurado.

 A construção original seguiu o padrão europeu do século 19. Foto: Efe


As 4,5 mil lâmpadas dos lustres – um deles pesa mais de uma tonelada – foram encomendadas na Holanda.

E foram mantidos detalhes daquela época como os “palcos de viúva” – camarotes, através dos quais mulheres desacompanhadas podiam assistir aos espetáculos, mas não eram vistas pelo resto do público.

O porta-voz do secretário do Desenvolvimento Urbano, Sergio Levit, diz que o projeto foi resultado de uma licitação internacional.

Segundo o assessor, as entradas para os espetáculos deste ano já estão praticamente esgotadas.

Latinas em Destaque no Festival de Chicago

A 26ª edição do Festival de Cinema de Chicago faz homenagem especial às cineastas latinas, e selecionou mais de 20 filmes dirigidos por elas.

Pepe Vargas, diretor do evento, quer valorizar o trabalho das mulheres que trabalham atrás das câmeras porque, segundo disse à Agência Efe, o machismo ainda está presente no mundo do cinema.

A programação inclui filmes assinados por diretoras como a chilena Tatiana Gaviola (“Teresa”), a argentina Teresa Constantini (“Felicitas”), a mexicana Mariana Chenillo (“Cinco Dias Sem Nora”) e as espanholas Gemma Cubero e Celeste Carrasco (“Ella Es el Matador”).

O Festival, que prossegue até dia 29, apresentará 120 filmes produzidos não só na América Latina, mas também na Espanha, em Portugal e nos Estados Unidos.

Além das cineastas, o evento prestará outras duas homenagens aos filmes feitos nos Estados Unidos com foco na realidade latina Made in USA e outro dedicado à temática LGBT (Lésbica/Gay/Bissexual/Transexual).