Arquivo do dia: 01/06/2010

Lélia Gonzalez pelo Selo Negro

A biografia de Lélia Gonzalez, referência internacional na defesa dos direitos da mulher e da população negra, revela o importante legado da ativista, professora e escritora, fundadora do Movimento Negro Unificado, que se consagrou no meio político e cultural.

Um dos maiores nomes do movimento negro brasileiro, Lélia Gonzalez foi uma das figuras centrais na reformulação teórica e prática do movimento social negro contemporâneo. Militante, professora e escritora, a fundadora do Movimento Negro Unificado, falecida em 1994, tornou-se referência internacional na defesa dos direitos da mulher e da população negra.

No livro Lélia Gonzalez, quarta biografia da Coleção Retratos do Brasil Negro, lançamento da Selo Negro Edições, os pesquisadores Alex Ratts e Flavia Rios revelam a trajetória da intelectual e feminista da infância humilde até a consagração no meio político e cultural, incluindo também um levantamento de sua obra. Segundo os autores, ela foi uma figura extremamente importante para o debate sobre as questões de raça, gênero e classe.

Primeira biografia de Lélia, a obra reúne um importante legado deixado por ela em textos e depoimentos que influenciaram novas gerações de pensadores negros. Resultado de extensa pesquisa, incluindo entrevistas com familiares e amigos, o livro conta, em dez capítulos, as ações e ideias da biografada, contemplando sua vida de dedicação e inteligência antes de se tornar militante negra e feminista, sua atuação como ativista e seu desempenho como docente, política e intelectual.

A obra aborda também os significados de sua perda e a importância do seu trabalho para o Brasil e para o mundo. “O objetivo é resgatar a imagem dessa militante e inseri-la no conjunto dos intelectuais negros”, complementam os autores. Para eles, Lélia foi uma das ativistas importantes para a articulação de uma frente de participação política em uma fase de democratização do país.

Os capítulos que compõem a biografia resgatam a história da intelectual e ativista negra a partir da infância em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro, destacando uma vida marcada pela busca do conhecimento. Filha de um ferroviário negro e mãe de origem indígena e penúltima de dezoito irmãos, Lélia seguiu na direção do não conformismo e graduou-se em História e Filosofia. Na pós-graduação optou pela Comunicação e Antropologia, além dos cursos livres em Sociologia e Psicanálise.

O livro mostra também fatos que marcaram o desenvolvimento do país nos governos de Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek. Retrata as dificuldades impostas pelo regime militar e ainda o período de democratização do Brasil, com a abertura política.

A biografia contempla ainda o ingresso de Lélia no movimento negro contemporâneo, destacando sua atuação diretamente na formação, consolidação e difusão do movimento, que reapareceu no Brasil no final dos anos 1970, em pleno regime militar. Mostra também que ela analisou e interpretou a luta negra no país, além de descrever sua participação no movimento feminista, uma referência na luta contra a discriminação da mulher, e na política brasileira, com sua atuação no PT e no PDT, representando as demandas dos movimentos sociais dos quais fazia parte.

A participação de Lélia em movimentos sociais e culturais foi decisiva para a formação de sua identidade pessoal e também de seu pensamento. Além de evocada nos círculos da militância negra e feminista, ela é lida e comentada em cursos acadêmicos de graduação e pós-graduação no Brasil e em países de língua inglesa, espanhola e francesa. “Esperamos que o pensamento e o discurso dela continuem explicando o mundo que se quer interpretar e transformar”, concluem os autores.

Retratos do Brasil Negro

A Coleção Retratos do Brasil Negro, coordenada por Vera Lúcia Benedito, mestre e doutora em Sociologia/Estudos Urbanos pela Michigan State University (EUA) e pesquisadora dos movimentos sociais e da diáspora africana no Brasil e no mundo, tem por objetivo abordar a vida e a obra de figuras fundamentais da cultura, da política e da militância negra. Nei Lopes • Sueli Carneiro

Os autores

Alex Ratts doutorou-se em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo em 2001. É professor dos cursos de graduação e mestrado em Geografia do Instituto de Estudos Sócio-Ambientais (Universidade Federal de Goiás), publicou artigos sobre quilombos, relações raciais e grupos étnicos e orienta pesquisas que englobam esses temas.

Flavia Rios é socióloga. Atualmente faz doutorado na Universidade de São Paulo, onde obteve os títulos de bacharel em Ciências Sociais e mestre em Sociologia. Suas áreas de pesquisa são relações raciais, movimentos sociais e políticas públicas.

Título: Lélia Gonzalez – Coleção Retratos do Brasil Negro
Autores: Alex Ratts e Flavia Mateus Rios
Coordenadora da coleção: Vera Lúcia Benedito
Editora: Selo Negro Edições
Preço: R$ 21,00
Atendimento ao consumidor: 11-3865-9890
Site: http://www.selonegro.com.br

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Clássicos de graça em Cineclube


O Cineclube Vila das Artes apresenta este mês uma seleção dos melhores clássicos do cinema italiano, como Ladrão de Bicicletas, de Vittorio de Sica e Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini, roteiro de Frederico Fellini. Os filmes traçam o perfil sócio-cultural de uma Itália que se reconstruía das dificuldades da pós-guerra. Na sequência, Teorema, de Píer Paolo Pasolini, que expressa uma perspectiva particular da crise estrutural do capital a partir de uma de suas principais instâncias sócio-reprodutivas: a família. A Doce Vida, de Fellini, que traz uma Roma marcada pelas exibições mundanas, a decadência e os excessos. Fechando o ciclo de filmes do mês de junho Acossado, de Jean Luc Godard, retratando um mundo à margem de uma transformação social. As sessões, gratuitas, acontecem todas as quartas, às 18h30, na Vila das Artes sempre com a presença de um pesquisador, cineasta ou professor que conduz o bate papo com o público.  
  
Programação
 
 Dia 02
“Roma, Cidade Aberta” (Itália, 1945) – Filmado logo após a libertação da Itália, em locações reais e com atores amadores, Roma, Cidade Aberta tornou-se o marco inicial do neo-realismo italiano, que mostrou ao mundo que era possível se fazer cinema mesmo sob as condições mais precárias.
 
Dia 09
“Ladrões de Bicicletas” (Itrália, 1948) – Depois de procurar muito, Antonio consegue um emprego para colar cartazes de cinema pela cidade, o que faz com a ajuda de sua bicicleta. Porém, logo no primeiro dia de trabalho, ela é roubada. Junto com o filho pequeno, começa uma busca desesperada pela bicicleta, sua última esperança de uma vida melhor.
 
Dia 16
“A Doce Vida” (Itália, 1960) –  O jornalista Marcello vive entre as celebridades, os ricos e os fotógrafos que lotam a badalada Via Veneto. Neste mundo marcado pelas aparências e por um vazio existencial, ele frequenta festas, conhece os tipos mais extravagantes e descobre um novo sentido para a vida.  
 
Dia 23
“Teorema” (Itália, 1968) – Um jovem chega misteriosamente e se hospeda na casa de uma família burguesa. Aos poucos, ele vai seduzindo a empregada, a mãe, o filho, a filha, e por ultimo o pai. Teorema é um dos filmes clássicos do mestre do cinema italiano produzido em 1968, expressa uma perspectiva particular da crise estrutural do capital a partir de uma de suas principais instâncias sócio-reprodutivas: a família. 
 
Dia 30
“Acossado” (França, 1959) –  Em seu filme de estréia, Godard desconsiderou as formas convencionais e inovou a arte cinematográfica. Em uma narrativa fragmentada, apresenta Michel Poiccaard, um típico ladrão parisiense e admirador de Humprey Bogart. Um filme de perseguição espirituoso, romântico e inovador, que abriu as portas para a nouvelle-vague. Com roteiro de François Truffaut, Acossado é uma obra-prima da cinematografia francesa.

Vila das Artes Promove Debate

 

Encontro recebe  pesquisadores André Lepecki e Eleonora Fabião

O Debates Incalculáveis, programa da Vila das Artes, debruça-se este mês sobre dança e performance e recebe os pesquisadores André Lepecki, da Universidade de Nova York, nos Estados Unidos e Eleonora Fabião da Universidade Federal do Rio de Janeiro. O encontro é gratuito e acontece na sexta, dia 4, às 18h30.
Com o tema Planos de composição: dança, objeto, política e movimento,  Lepecki abordará como os campos de força críticos, estéticos ou teóricos compõem políticas do movimento na dança experimental contemporânea.
Já a pesquisadora Eleonora Fabião vai refletir sobre Performance no Espaço Público ou As Muitas Peles do Mundo.  A partir da apresentação de um arquivo de performances realizadas em espaços públicos desde meados dos anos 1960 até hoje, a pesquisadora colocará em debate temas relacionados a teoria e a composição da performance como a desconstrução da representação e do cotidiano, o tônus político da performance e os entrelaçamentos entre corpo performativo e espaço.
Esta edição do Debates Incalculáveis é realizada em parceria com o Curso Técnico em Dança do IACC/Secult/Senac-CE e Bienal Internacional de Dança do Ceará.

André Lepecki é professor no Departamento de Estudos da Performance, da Universidade de Nova York onde também faz doutorado. É também curador, crítico, e dramaturgista. Autor do livro Exhausting Dance (Routledge 2006; traduzido em 6 línguas). Foi premiado pela Associação Internacional de Críticos de Arte pela direção e co-curadoria da recriação de “18 Happenings in 6 Parts” de Allan Kaprow.

Eleonora Fabião é performer e teórica da performer. Professora Adjunta do Curso de Direção Teatral da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e doutora em Estudos da Performance pela Universidade de Nova York. Ao longo dos anos 90 atuou como membro de grupos de pesquisa e experimentação teatral no Rio de Janeiro.

Selecionados do CINE-CE

logo

O Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema, chega à sua 20º edição levando ao público cearense uma parcela significativa da produção de cinema e vídeo ibero-americanos. O festival será realizado em Fortaleza de 24 de junho a 1 de julho, e das 109 produções inscritas, selecionou apenas oito para disputar a Mostra Competitiva de Longa-Metragem.

A lista de longas selecionados inclui três produções brasileiras as quais duas são totalmente inéditas. El último Comandante, de Vicente Ferraz e Isabel Martinez, é um longa de ficção produzido em parceira com a Costa Rica. Outro filme inédito é o documentário Memória Cubana, de Alice de Andrade e Iván Nápoles. 

Estrada para Ythaca, dirigido por Luiz Pretti, Ricardo Pretti, Guto Parente e Pedro Diógenes, diretores cearenses iniciantes, é o outro longa brasileiro que venceu a 13ª Mostra de Cinema de Tiradentes realizada em janeiro deste ano. Outros cinco longas de ficção da Argentina, Costa Rica, Espanha, México e Cuba também estão entre os selecionados. 

Os selecionados concorrem nas categorias de: Direção; Fotografia; Edição; Roteiro; Trilha Sonora Original; Som; Direção de Arte; Ator e Atriz. O vencedor receberá o Troféu Mucuripe e um prêmio no valor de US$ 10 mil (dez mil dólares). 

Longas-Metragens selecionados: 

El último comandante

Ficção. 35mm. 94´. Cor. Brasil/Costa Rica. 2010

Direção Vicente Ferraz e Isabel Martínez

 

Memória Cubana

Documentário. Beta Digital. 71 Min. Brasil/Cuba/França. 2010

Direção: Alice de Andrade e Iván Nápoles

 

Estrada para Ythaca

Ficção. HDV. 70´. Cor. Brasil. 2010

Direção Luiz Pretti, Ricardo Pretti, Guto Parente e Pedro Diógenes

 

O último verão de la Boyita / El último verano de La Boyita

Ficção. 35 mm. 86 Min. Cor. Argentina/França/Espanha. 2009

Direção: Julia Solomonoff

 

Do amor e outros demônios/ Del amor y otros demonios

Ficção. 35mm. 97 Min. Cor. Costa Rica/ Colômbia. 2009

Direção: Hilda Hidalgo

 

A mulher sem piano/ La mujer sin piano

Ficção. 35mm. 95 Min. Cor. Espanha/França. 2009

Direção: Javier Rebollo

 

Alamar/ Alamar

Ficção. HD/ 35mm. 73´. Cor. México. 2009

Pedro González Rubio

 

Lisanka/ Lisanka

Ficção. 35mm. 113 Min. Cor. Cuba/Venezuela/Rússia. 2009

Direção: Daniel Diaz Torres 

 

Para a Mostra Competitiva de Curtas-Metragens a organização do festival recebeu 398 inscrições e foram selecionadas 16 produções brasileiras as quais sete são de São Paulo, cinco do Ceará, duas de Pernambuco, uma do Rio de Janeiro e outra do Rio Grande do Sul. Os filmes selecionados concorrem nas seguintes categorias de: Melhor Curta; Direção; Fotografia; Edição; Roteiro; Som; Direção de Arte; Ator; e Atriz.

 

Curtas-Metragens selecionados:

 

Divino De repente – Fábio Yamaji – SP – ANI

Lugar Comum – Jonas Brandão – SP – ANI

Avós – Michael Wahrmann – SP – FIC

O Som do Tempo – Petrus Cariri – CE – FIC

Cidade Desterro – Gláucia Soares – CE – DOC

Supermemória – Danilo Carvalho – CE – DOC

Vento – Márcio Salem – SP – FIC

Fractais Sertanejos – Heraldo Cavalcanti – CE – DOC

Azul – Eric Laurence – PE – FIC

Ave Maria ou Mãe dos Sertanejos de Camilo Cavalcante – PE – DOC

Ensaios de cinema – Allan Ribeiro – RJ – FIC

Jardim do Beleléu – Ari Cândido – SP – FIC

OUIJA – Marcelo Galvão – SP – FIC

Dona Militana – Hermes Leal – SP – DOC

A Amiga Americana – Ivo Lopes – CE – FIC

Os Amigos Bizarros do Ricardinho – Augusto Canani – RS – FIC

 

Outro curta-metragem que não estará competindo, mas que merece destaque é o Los Minutos, Las Horas, da cearense Janaina Marques Ribeiro, que terá uma exibição Hors Concours no cine São Luis com data a ser definida. O curta é resultado da tese de  fim de curso da escola de cinema de Cuba e esteve na seleção oficial do Cinefondation do Festival de Cannes. 

Saiba mais: www.cineceara2010.com.br  

Mostras

 

Como nas edições anteriores, o Cine Ceará vai agregar às Mostras Competitivas uma programação de seminários, oficinas e mostras especiais, sempre voltadas para a produção do cinema ibero-americano, além de homenagear grandes ícones no cinema nacional e do exterior. 

MEMÓRIAS DO MURO 

Uma das fronteiras mais midiáticas da história, o Muro de Berlim, foi sem dúvida o símbolo mais visível da Guerra Fria e da divisão do mundo em dois blocos.  Sua queda em 1989 representaria o fracasso de uma ideologia e a desaparição de um mundo.

 

A mostra Memórias do Muro reúne um grupo de filmes documentários e de ficção que abordam a temática desde diversas perspectivas, enfocando sobre tudo aspetos da realidade cotidiana e refletindo os conflitos humanos numa cidade e num mundo dividido. Entre os filmes se encontram documentos históricos das cinematografias da Alemanhã oriental e ocidental, assim como produções recentes a maioria inéditas no Brasil. 

DIÁSPORAS: AS FRONTEIRAS DA IDENTIDADE

 

A humanidade viveu desde sempre enormes movimentos. De um continente ao outro, as diásporas tem se sucedido para criar um mundo cada vez mais multicultural. Desde seus primórdios, o cinema tem retratado esses movimentos, documentando-os e recriando-os, em todas as línguas e humores.  

Desde o curta The immigrant, feito por Charles Chaplin em 1917, possivelmente o primeiro filme sobre o tema, a figura do imigrante, o forasteiro, o refugiado, entrou no enorme repertório de personagens cinematográficos. Um resumo, talvez o mais dramático, do homem dos nossos séculos mais próximos: o sobrevivente que reconstrói sua vida longe do país natal.

 

Os documentários que compõem esta mostra transitam por alguns desses temas. A odisséia dos cubanos, jogando-se ao mar, em busca de sonhos, ou a reencontrar seres amados. A luta obstinada das trabalhadoras de Los Angeles, pelos seus direitos mais básicos. A imensa perda cultural e humana na Argentina da Ditadura, devido ao exílio forçoso de seus intelectuais e cientistas. O resumo cósmico da infinita São Paulo, cidade de imigrantes por excelência. A desaparição de algumas fronteiras e a crescente hostilidade de outras. Um mundo onde a identidade cultural a cada passo se questiona, enriquece e reconsidera. Um mundo cada vez mais necessitado de paz, tolerância e aceitação de diferenças. Em suma, um mundo novo.

 

Os Homenageados desta edição:

José Wilker, Patrícia Pillar, Ruy Guerra, um dos mais respeitados cineastas do Brasil, e o peruano Francisco J. Lombardi, premiado diretor conhecido internacionalmente.

Resultados do CURTAMAZÔNIA

 

Porto Velho respirou Cinema de 25 a 29 de maio com a exibição gratuita de filmes de 19 estados participando e prestigiando com 174 trabalhos inscritos.

Esses dados contabilizam resultado positivo para Rondônia, mostrando o quanto hoje o estado vive outro momento, o ciclo da esperança e dos sonhos.

Pensando nesse sentido, é que estamos buscando investimentos fora do Estado, para podermos propiciar e realizar atividades culturais, através do Cinema, e estamos contribuindo para a difusão do Cinema Nacional, propiciando também maior visibilidade aos realizadores alternativos e independentes de cinema e vídeo. Podemos afirmar também que o mais novo empreendimento cultural de Rondônia começa com força total, contribuindo e fazendo parte da história de Rondônia e do Brasil, diz Carlos Levy, coordenador e idealizador do CurtAmazônia.

 PREMIAÇÕES ESPECIAIS: 

1) O  PRÊMIO  SINJOR/RO – JÚRI DA CRÍTICA VAI PARA: “AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS”, direção Camilo Cavalcante, de Pernambuco 

2) O  PRÊMIO “AMAZONSAT “-  JÚRI POPULAR VAI PARA: “DOIDO LELÊ”, direção de CECI ALVES, DA BAHIA.

3) O PRÊMIO ABD RONDÔNIA DO  JÚRI TÉCNICO: MELHOR TRILHA MUSICAL VAI PARA: “VESTÍGIOS DO TEMPO”, DO DIRETOR DO FILME RONALDO ADRIANO, E O PRODUTOR DA TRILHA MUSICAL DE EDUARDO OLIVEIRA (KADU) MATO GROSSO.

4) O PRÊMIO ABD NACIONAL DO  JÚRI TÉCNICO: MELHOR MONTAGEM VAI PARA: O FILME “PORNOGRAPHICO”, DOS DIRETORES HAROLDO BORGES E PAULA GOMES,  CUJO MONTADOR DO FILME  É HAROLDO BORGES DA BAHIA.

5) O PRÊMIO “TV RONDÔNIA” DO JÚRI TÉCNICO: MELHOR DIREÇÃO DE ARTE VAI PARA:  O FILME DOSSIÊ RÊ BORDOSA, DO DIRETOR DE ARTES DANIEL BRUSON, DE SÃO PAULO.

 

6) O PRÊMIO FECOMÉRCIO – “MELHOR PRODUÇÃO AMAZÔNICA” VAI PARA: “AOS TRANCOS E BARRANCOS”, DE NEY RICARDO DO ACRE E  “E O QUE NOIS RAMÚ CÚME?, DE DANIEL LUIZ BATISTA, DO AMAZONAS.

 

7) O PRÊMIO GOVERNO DE RONDÔNIA – “PRÊMIO INCENTIVO” VAI PARA: “UM OLHAR SOBRE O PROGRESSO”, DIREÇÃO DE MARIVALDO LAGO, NOVA MAMORÉ/RO.

PREMIAÇÃO DA MOSTRA COMPETITIVA:

A) MELHOR DOCUMENTÁRIO: “NÚMERO ZERO”, DIREÇÃO CLÁUDIA NUNES, DO ESTADO DE GOIÁS.

B) MELHOR ANIMAÇÃO: “DOSSIÊ RÊ BORDOSA”, DIREÇÃO CÉSAR CABRAL, DO ESTADO DE SÃO PAULO.

C) MELHOR FILME AMBIENTAL: “OLHAR DE JOÃO”, DIREÇÃO MARILEY CARNEIRO, DO ESTADO DE GOIÁS

 

D) MELHOR FICÇÃO: “BREVE PASSEIO”, DIREÇÃO RAFAEL JARDIM, DO ESTADO DA BAHIA.

E) MELHOR EXPERIMENTAL : “1:21”, DIREÇÃO ADRIANA CÂMARA, DO ESTADO DE PERNAMBUCO

F) MELHOR FILME INSTITUCIONAL: “DIAS DE CAIÇARA”, DIREÇÃO LUIZ SCARABEL JUNIOR, DO ESTADO DE SÃO PAULO.

G) PARA MELHOR DIREÇÃO: CÂNDIDO ALBERTO DA FONSECA, DE MATO GROSSO SUL, COM O FILME:  “BETO LIMA – O INTÉRPRETE DAS FLORES”.

H) PARA MELHOR ATOR O VENCEDOR é FERNANDO NEVES, da Bahia, pelo filme PORNOGRAPHICOS, DIREÇÃO HAROLDO BORGES E PAULA GOMES.

I) PARA MELHOR ATRIZ – A VENCEDORA É: PAULA BRAUN, DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, COM O FILME: “MARIDOS, AMANTES E PISANTES”, Direção Ângelo Defanti.

J) MELHOR ROTEIRO: “NINHO DOS PEQUENOS”, DIREÇÃO ULISSES COSTA, DO RIO GRANDE DO SUL. 

K) PARA MELHOR FOTOGRAFIA – VENCEDOR É O FILME: AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS, de CAMILO CAVALCANTE (PE) – DIRETOR de FOTOGRAFIA: BETO MARTINS.

L) O PRÊMIO SGC-REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA – PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI: “GALO PRETO. O MENESTREL DO COCO”. DIREÇÃO WILSON FREIRE, DE PERNAMBUCO. 

M) E A MENÇÃO HONROSA “ELETROSUL” VAI PARA: “OS ANJOS DO MEIO DA PRAÇA”,  DE ALÊ CAMARGO E CAMILA CARROSSINE, DE SÃO PAULO. 

N) O GRANDE VENCEDOR DO 1º FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA ESCOLHIDO POR UM JÚRI EQUILIBRADISSIMO, MELHOR FILME PRÊMIO BNDES: “AVE MARIA OU MÃE DOS SERTANEJOS”, DO DIRETOR CAMILO CAVALCANTE, DO ESTADO DE PERNAMBUCO, LEVA O TROFÉU TRÊS CAIXAS D´ÁGUA, SIMBOLO DE PORTO VELHO, QUE REPRESENTA O 1º FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA. 

Recadinho de Carlos Levy:

O Festival CurtAmazônia é feito por pessoas que acreditam na força do Cinema, entidades privadas e públicas, empresas e empresários, imprensa regional e nacional que apostam na diversidade cultural do país, e sem eles não seria possível transformar este sonho em realidade. Estes são os nossos patrocinadores, apoiadores e realizadores oficiais. Se você não estiver aqui, esperamos no próximo ano venha prestigiar e participar diretamente deste novo empreendimento cultural em Rondônia. 

O BNDES APRESENTOU O FESTIVAL DE CINEMA CURTAMAZÔNIA 

Patrocinadores  Culturais: 

– Eletrobrás – Eletrosul / Governo Federal 

– Fundo Nacional de Cultura/Secretaria do Audiovisual/Ministério da Cultura 

Apoiadores Culturais: 

– CTAV/Sav/Ministério da Cultura /Governo Federal

 – Secel /Governo de Rondônia 

– Fecomércio/RO – SESC, SENAC 

– Maporé 

– SISTEMA GURGAZC: REDE TV RONDÔNIA E DIÁRIO DA AMAZÔNIA 

– TV RONDÔNIA E O AMAZONSAT DA REDE AMAZÔNICA DE TELEVISÃO – ANTÔNIO CAMPANARI, NONATO NEVES, PABLO MEDINA E EQUIPE. 

– TV ALLAMANDA, SBT. 

– FOLHA DE RONDÔNIA 

– O ESTADÃO DO NORTE

 Apoios Institucionais:

 – ABD/RO – Luiz Brito/Presidente 

– ABD Nacional – Solange Lima/Presidente 

– Iphan/RO/Governo Federal 

– Senadora Fátima Cleide 

– Vereador Jaime Gazola 

– AQUI  Publicidade 

– Sinjor/RO 

– Site O Observador 

– Jornal Eletrônico Rondoniaovivo/Paulo Andreoli e Marcos Souza e Equipe. 

Aurora de Cinema.Wordpress.com 

Páginas do Cinema da Globo Filmes 

Apoio da Mídia:

 COLUNA DO ZECATRACA, GENTE DE OPINIÃO, COLUNA ALAN ALEX, BLOG DO SERGIO RAMOS, BLOG 24 QUADROS, PROGRAMA CLOSE, PROGRAMA VIVA PORTO VELHO, JORNAL ONORTÃO, NORTFEST, PORTALRONDÔNIA, TUDORONDÔNIA, RONDONOTICIAS, ÚLTIMA HORA, E A IMPRENSA RONDONIENSE E NACIONAL.

 Realização: 

Associação CurtAmazônia 

FONTE: ASSESSORIA

FLORIANÓPOLIS Rumo ao FAM

O 14º FAM- Florianópolis Audiovisual Mercosul– acontecerá de 11 a 18 próximos no Centro de Eventos da Universidade Federal de Santa Catarina.
A comissão julgadora divulgou as produções que irão participar das Mostras Competitivas nas categorias Curtas 35mm, Vídeos e Infanto Juvenil, além do Extra-FAM(não competitivas)

Este ano foram inscritas 551 produções de 14 países e 20 estados brasileiros. Foi o maior número de participantes em todas as edições.

Paralelo à Mostra Competitiva de Curtas, o Florianópolis Audiovisual do Mercosul (FAM) confirma 3 longas para a próxima edição: na noite de abertura do festival, dia 11, será exibido Cabeça a Prêmio, estréia na direção do ator Marco Ricca, baseado na obra do escritor Marçal Aquino.

Provavelmente dia 12, será exibido o longa Muamba, do diretor catarinense Chico Faganello, projeto vencedor do edital da Cinemateca de 2007. A terceira produção vem do Chile, Ilusiones Ópticas, de Cristián Jimenez, cuja atriz principal, Paola Lattus, estará em Floripa para participar do festival.

Saiba mais:
http://www.audiovisualmercosul.com.br
http://www.audiovisualmercosul.blogspot.com

Rússia Terá Estátua de Woody Allen

O cineasta Woody Allen ganhará uma estátua sua na cidade de Kaliningrado, na Rússia. O projeto, que segundo o jornal britânico The Guardian já teve a aprovação do diretor, pretende erguer um fino pedestal da altura de Allen (1,57cm) e terá no topo um par de óculos de grau.

Reprodução
Snapshot: Russia to get its own Woody Allen statue
O projeto de estátua de Woody Allen na Rússia

A idéia partiu da cineasta russa Masha Vasyukova, que encontrou o cineasta em Berlim, na Alemanha, e mostrou o projeto vencedor a Allen.

Entre os recusados pelo cineasta estavam um rolo de filme com óculos de grau acima, uma caracterização do diretor como um espermatozóide e uma versão minúsucula de Allen, para ser posta ao lado da estátua do filósofo Immanuel Kant.

Segundo Vasyukova, a intenção de erguer uma estátua em homenagem a Allen partiu de uma brincadeira do jornal local.

FERREIRA GULLAR Vence Prêmio CAMÕES

O poeta maranhense Ferreira Gullar foi o vencedor da edição de 2010 do prêmio Camões, segundo anunciou nesta segunda-feira (31) a ministra da Cultura de Portugal, Gabriela Canavilhas.

O brasileiro sucede, assim, ao cabo-verdiano Arménio Vieira, que venceu o prêmio Camões em 2009.

Gullar tem uma obra extensa e já escreveu poesias, crônicas, ficção, memórias, biografias, ensaios e teatro, além de ter se dedicado também às traduções. Ele também é colunista do caderno Ilustrada, da Folha.

Na cerimônia de anúncio do vencedor do prêmio, a ministra portuguesa destacou a “atividade cívica e política” desenvolvida por Gullar contra a ditadura militar.

  Tuca Vieira/Folhapress  
O poeta Ferreira Gullar
Ferreira Gullar: POETA VENCE edição 2010 do prêmio Camões

O Prêmio Camões, instituído em 1989 pelos governos de Portugal e do Brasil, tem como objetivo principal destacar anualmente um escritor de língua portuguesa que tenha contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural em português.

A premiação tem ainda como finalidade estreitar e desenvolver os laços culturais entre toda a comunidade lusófona.

O valor do prêmio é de 100 mil euros (cerca de R$ 222 mil). Ainda não foi marcada data para a entrega.