Arquivo do dia: 04/06/2010

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FEMINA Vai Homenagear Alice Gonzaga

O FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino será aberto dia 8 com apoio da CAIXA Cultural do Rio de Janeiro e AVON.

A abertura da sétima edição acontece segunda, no Cinema Odeon Petrobras às 21h, com a exibição do primeiro longa de ficção da diretora norueguesa Margreth OlinO ANJO (Engelen), comovente relato de uma jovem viciada, interpretada por Marie Bonnevie.

A diretora virá ao Brasil para a abertura e para participar de debate promovido pelo FEMINA.

Para o público, o festival começa dia 8 e segue até dia 13 , com entrada franca, nos cinemas 1 e 2 da CAIXA Cultural (RJ).

Como todos os anos, o FEMINA presta tributo a uma personalidade feminina do cinema brasileiro. Este ano a homenageada é Alice Gonzaga, diretora da CINÉDIA – estúdio mais antigo do Brasil.

Conhecida como uma das maiores produtoras do país e referência no trabalho de preservação e restauração de filmes, Alice Gonzaga terá dois de seus curtas-metragens exibidos: Memórias de Carnaval e Canção de Amor (sobre Gilda de Abreu e Vicente Celestino). A exibição será dia 13, antecedendo a entrega dos vencedores das mostras competitivas do FEMINA.
Da mesma forma, todos os anos o FEMINA convida um país para apresentar programas de filmes que representem sua cinematografia. O país convidado este ano é a Dinamarca, contando com apoio do Instituto Cultural da Dinamarca.

O FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino é o primeiro evento do gênero no Brasil e foi criado para destacar o trabalho de mulheres no cenário cinematográfico brasileiro e mundial. 

Criado em 2004, o festival insere-se como primeiro festival de filmes dirigidos por mulheres no Brasil e América Latina. Desde então, acontece anualmente, no Rio de Janeiro, e já realizou itinerâncias e mostras especiais em Niterói, São João de Meriti, Volta Redonda e Barra Mansa (RJ), Fortaleza (CE), Corumbá (MS), Goiânia (GO) e João Pessoa (PB).

Já homenageou as atrizes Betty Faria e Helena Ignez, as diretoras Tizuka Yamasaki, Ana Carolina, Carla Camurati, Beth Formaggini, a escritora Rose Marie Muraro e a fotógrafa Cláudia Ferreira. Já apresentou mostras dos festivais de Cannes e Films de Femmes, da França; Femme Totale, Alemanha; Immagine Donna, Itália; La mujer y el Cine, Argentina; Mujer es Audiovisual, Colômbia; Foco Portugal, VideoArtes Iranianos, As She Likes It, Áustria. E já contou com a participação de ministras brasileiras e latino-americanas, atrizes, representantes de organismos internacionais, diretoras, jornalistas e outras convidadas em seu Fórum de Debates.

Alice Gonzaga, curadora e coração da CINÉDIA: Homenagem no FEMINA

A Homenagem do FEMINA este ano merece APLAUSOS pois muito merecida: reconhecer a atuação incansável de ALICE GONZAGA, responsável pela CINÉDIA (companhia cinematográfica criada pelo jornalista, diretor e produtor Adhemar Gonzaga em março de 1930), é um exemplo que as novas gerações devem perseguir. Afinal, a memória audiovisual de um país é a própria memória de sua história e o que Alice Gonzaga vem fazendo pelo patrimônio audiovisual brasileiro é dihno dos maiores encômios.

Festejem-se pois estes 80 da CINÉDIA e a dedicação integral de Alice Gonzaga à Sétima Arte.

Catalogação Bibliotecária

 

IMPRENSA OFICIAL LANÇA CÓDIGO
DE CATALOGAÇÃO BIBLIOTECÁRIO

“Código de Catalogação Anglo-Americano” é ferramenta de trabalho para os profissionais de biblioteca na organização dos acervos que a cada dia ganham mais recursos, além dos habituais livros e revistas. Lançamento da obra, composta por dois volumes, acontece dia 10 na Casa das Rosas.

Código de Catalogação Anglo-Americano, revisão 2002, 2ª edição
Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (Febab)
824 páginas (dois volumes)
R$ 200,00

Adotado na maioria das bibliotecas brasileiras, o Código de Catalogação Anglo-Americano é o instrumento técnico utilizado por bibliotecários para organizar seus acervos, compostos cada vez mais por fitas de vídeo, filmes e discos, além dos já tradicionais livros, jornais e revistas.

Por sua importância para a área, a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em parceria com a Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições (Febab), lança no próximo dia 10 (quinta-feira) a 2ª edição do Código de Catalogação Anglo-Americano, revisão 2002. A obra foi preparada sob a direção da The Joint Steering Committee for Revision of AACR e traduzida pela Febab. O evento acontece a partir das 19 horas, na Casa das Rosas – av. Paulista, 37, São Paulo.

Presidente da Febab entre 2005 e 2008, Marcia Rosseto explica na apresentação da obra que os princípios do Controle Bibliográfico Universal foram consolidados no século XX pela institucionalização de programas e projetos internacionais. Em 1961 a “Conferência Internacional sobre Princípios de Catalogação”, realizada em Paris, apresentou propostas que resultaram na publicação do Código de Catalogação Anglo-Americano (Anglo-American Cataloging Rules-AACR), em 1967. Em 1969, foi publicada a primeira edição brasileira do código. Em 1978, um novo código foi editado em inglês, traduzido para o português e lançado pela Febab em 2 volumes: o primeiro, em 1983, e o segundo em 1985. No entanto, ambos estavam esgotados.

De acordo com o presidente da Imprensa Oficial, Hubert Alquéres, a multiplicação e a diversificação das fontes, a pluralidade dos meios utilizados e a intensificação do intercâmbio tornaram as tarefas dos bibliotecários mais complexas na hora de organizar os acervos, incluir novos suportes e atender à demanda dos usuários, requerendo o desenvolvimento das formas de armazenar, recuperar e difundir as informações. “Nesse contexto, a existência de um sistema classificatório atualizado e amplamente aceito tornou-se ainda mais vital, aumentando a importância do Código de Catalogação, conhecido como AACR2, norma internacional que subsidia o tratamento da informação e é adotada pelas grandes bibliotecas de todos os países”.

A obra foi dividida em dois volumes. O primeiro engloba os capítulos 1 ao 13 e o segundo inclui os capítulos 21 ao 26, Apêndices e Índice.

Com 376 páginas, o primeiro volume contém instruções para a formulação da descrição de materiais de biblioteca, baseadas na estrutura geral utilizada para a descrição de materiais de biblioteca – Descrição Bibliográfica Internacional Normalizada Geral ISBD(G) – conforme acordo entre a Federação Internacional de Associações de Bibliotecários e Bibliotecas (IFLA) e a Comissão Executiva Conjunta para Revisão do AACR. Seu conteúdo é composto por regras gerais de descrição; livros, folhetos e folhas impressas; materiais cartográficos; manuscritos; música; gravações de som; filmes cinematográficos e gravações de vídeo; materiais gráficos; recursos eletrônicos; artefatos tridimensionais e realia; microformas; recursos contínuos; e análise.

Já o segundo volume, com 448 páginas, trata da escolha dos pontos de acesso para as entradas principais e secundárias (capítulo 21), da forma dos cabeçalhos, dos títulos uniformes (capítulos 22-25) e das remissivas (capítulo 26). Já o capítulo 23 fala de nomes geográficos, enquanto nos 22, 23 e 24 há regras para acréscimos a nomes usados como cabeçalhos.

Torcedores Incentivam Argentina

Diversos torcedores da Argentina estiveram na tarde desta quinta na Universidade de Pretória tentando ver o treino da seleção comandada por MARADONA.

Apesar de não conseguirem acesso ao treino, os torcedores hermanos demonstraram todo amor ao time do coração, cantando e vibrando, mesmo sem ver os ídolos.

Carregando bandeiras e vestindo as tradicionais camisetas da seleção, eles arrumaram um jeito inteligente de apoiar os representantes do país vizinho.

torcedores argentinos, argentinaArgentinos fazem festa, mas ficam sem ver os ídolos de perto (Foto: Alexandre Alliatti/Globoesporte.com)

Eles se reuniram em grupos e cantaram como se estivessem dentro de um estádio. A partir das 16h, os atletas treinaram no interior do campus da universidade. Não houve contato com a torcida. Faltando 15 minutos para o encerramento da atividade, os jornalistas puderam entrar. Eram cerca de 300 profissionais. Para as entrevistas, só foi autorizada a presença de argentinos. Alguns estrangeiros conseguiram burlar a segurança, mas a maioria ficou fora.