Arquivo do mês: agosto 2010

Gêneros e seu Papel na Linguagem Cinematográfica

Espaço Unibanco de Cinema promove seminário com Francisco Conte  

A partir desta quarta, dia 1º, o Espaço Unibanco de Cinema promove o curso Os Gêneros no Cinema e seu Papel na Evolução da Linguagem Cinematográfica, com o professor  Francisco Conte. As aulas acontecerão às quartas e sextas tendo como fio condutor os gêneros de filmes, desde os primórdios da Sétima Arte até a contemporaneidade, na qual os participantes farão exercícios práticos de análise de obras cinematográficas.

Ao todo serão quatro módulos: Linguagem cinematográfica/ História do cinema/ Gêneros de filmes/ Exercícios práticos de análise do filme

As aulas serão ministradas com apresentações de material fílmico, em DVD. Será ainda indicada uma bibliografia para os participantes.

Francisco Conte é professor de cinema há 34 anos, mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e um dos precursores do movimento Super-8 brasileiro nos anos 70, premiado nos principais festivais.

Inscrições: Rua Antônio Carlos, 2881º andar Tel.: (11) 32665115 ou cursos@espacounibancosp.com.br

Quando: de 1º de setembro a 6 de outubro; 4ªs e 6ªs das 19h30 às 23h Quanto: R$ 400 (2 parcelas); R$ 50 (aula avulsa) Desconto: 10% para inscrições realizadas até dia 30/08 = R$ 360

Uma Década de Palhaços

O grupo Palhaços para Sempre celebra seus dez anos apresentando remontagens de espetáculos criados pelo grupo, números clássicos, e ministrando uma oficina de palhaçaria. O grupo, que nasceu após o VIII Retiro de Clown e o Sentido Cômico do Corpo, ministrado pelo Lume Teatro, foi fundado no ano 2000 por Demian Reis, Felícia de Castro, Flavia Marco Antônio, João Porto Dias e João Lima, no intuito de pesquisar a arte do palhaço.

 Em parceria com SESC SENAC PELOURINHO, o Palhaços para Sempre saúda a primavera apresentando durante todo mês de setembro o espetáculo JARDIM, que, criado e encenado originalmente por Flavia Marco Antonio (Fuinha) e Felícia de castro (Bafuda) em 2002, foi contemplado com prêmio duplo de melhor atriz no XII Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga (2005). Agora, para comemorar os dez anos do grupo, a peça é remontada com Felícia de Castro (Bafuda) e Suzana Miranda (Ricota), uma representante da nova geração de palhaços e palhaças que vêm colorindo Salvador. 

Ainda em setembro o grupo apresenta na Arena do SESC, comandado por Demian Reis (Tezo) e Felícia de Castro (Bafuda), o espetáculo LAVANDO A ALMA, que em clima de celebração, recria números clássicos com elementos novos, surpresas, muita música, e as participações especiais dos palhaços Alexandre Casali (Biancorino) e João Lima (Tiziu), e dos músicos Rowney Scott (Arquibaldo) e Celo Costa (Trilili), parceiros do grupo ao longo de seus dez anos. 

Em outubro o aniversário continua com oficina e surpresas ainda por vir. Integrando a Mostra de Artes do SESC, Demian Reis ministrará OFICINA DE PALHAÇARIA. 

O projeto de celebração dos 10 anos do Palhaços para Sempre recebe o apoio institucional da FUNCEB através do calendário de pequenos apoios, e recebe homenagem do FILTE – Festival Latino-Americano de Teatro da Bahia integrando sua programação. 

SERVIÇO


O Quê – 10 Anos do grupo Palhaços para Sempre

 Quando – espetáculo JARDIM ( 03 A 25 DE SETEMBRO, SEXTAS E SÁBADOS, ÁS 20 h)

         espetáculo LAVANDO A ALMA (SÁBADOS, DIAS 18 E 25 DE SETEMBRO, ÀS 16 h)

Onde – TEATRO SESC SENAC PELOURINHO

         LAVANDO A ALMA (ENTRADA FRANCA)    Classificação Livre 

SOBRE OS ESPETÁCULOS   

JARDIM   

Jardim é um espetáculo de palhaçaria feminina e foi criado e encenado originalmente por Flavia Marco Antonio e Felícia de castro em 2002. Agora, para comemorar os dez anos do grupo Palhaços para Sempre, a peça é remontada com uma nova palhaça. Na cena, duas estranhas criaturas entram plantando flores em pequenos vasos. Na perspectiva do universo feminino, as palhaças Bafuda (Felícia de Castro) e Ricota (Suzana Miranda) evidenciam as luzes e as sombras do ser humano, que aparecem quando se está em relação com o outro.  Tendo como temática os afetos, o espetáculo convida a cultivar um novo coração. A dimensão absurda do conflito humano é revelada através de situações cômicas que oscilam entre a guerra e paz. O ridículo feminino e universal é escancarado nos jogos que brincam com diversos universos como o funk, o futebol, o nacionalismo, a guerra, o movimento hippye, o mundo da moda… a realidade é recriada momento a momento numa lógica nonsense e cheia de surpresas. Jardim foi contemplado com prêmio duplo de melhor atriz no XII Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga, (CE, 2005).

 

CONCEPÇÃO, DIREÇÃO E ATUAÇÃO ORIGINAL: Felícia de Castro e Flavia Marco Antonio

PALHAÇAS: Felícia de Castro (Bafuda) e Suzana Miranda (Ricota)

ILUMINAÇÃO: Mariana Terra

ASSESSORIA DE DIREÇÃO: João Lima e Ricardo Puccetti

ASSESSORIA DE FIGURINO E ADEREÇOS: Rino Carvalho

COSTURA: Angélica Paixão

REALIZAÇÃO: Palhaços para Sempre  

LAVANDO A ALMA              

Uma das fontes principais de aprendizado da arte da palhaçaria vêm da montagem de números clássicos. O espetáculo Lavando a Alma reflete este costume como um dos caminhos de criação trilhados pelo grupo Palhaços para Sempre. Em clima de celebração, esquetes são recriadas com elementos novos e surpresas, e as participações especiais dos palhaços Alexandre Casali (Biancorino) e João Lima (Tiziu), e dos músicos Rowney Scott e Celo Costa parceiros do grupo ao longo de seus dez anos. O número O Jornal contará com a presença de um convidado cada dia. No número “As Lavadeiras” os palhaços vão lavar roupa, mas só tem um sabão. Entre tapas e beijos, golpes e explosões, se desenrolam situações cômicas da palhaçaria universal. As lavadeiras Tezo (Demian Reis) e Bafuda (Felícia de Castro) mostram que lavar roupa suja pode exigir muito samba e rebolation. 

DRAMATURGIA: Números da palhaçaria clássica. 

RECRIAÇÃO: Palhaços para Sempre

PALHAÇOS: Demian Reis (Tezo) e Felícia de Castro (Bafuda)

MÚSICOS: Rowney Scott e Celo Costa

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL: Alexandre Casali (Biancorino) e João Lima (Tiziu)

OFICINA DE PALHAÇARIA com Demian Reis

Esta oficina objetiva oferecer uma introdução à palhaçaria. Nos encontros será abordado o corpo cômico, a improvisação, a composição e o repertório clássico do palhaço. A metodologia, voltada para a prática artística do palhaço, se dá por meio de jogos, exercícios, da condução de situações e condições de improvisação e a assistência de vídeos seguida de debate. Ao final os alunos terão experimentado alguns caminhos para o desenvolvimento de uma comicidade pessoal e como apresentar um número do repertório da palhaçaria clássica. Tempo cômico, escuta da platéia, foco e triangulação são alguns princípios técnicos que serão estudados como via para se conquistar uma consciência cômica. Serão dadas algumas referências para desenvolvimento de figurino e maquiagem. A oficina será acompanhada por referência histórica e teórica do palhaço no Brasil e na Europa.

 

 HISTÓRICO DO GRUPO

 

Ao longo de dez anos de trajetória o grupo criou os espetáculos Ato de Clown, Bafo de Amor, Jardim (prêmio de melhor atriz no XII Festival Nordestino de Teatro), Supertezo, Tataravó (parceria com o palhaço Alexandre Luis Casali e o músico Celo Costa, participação no Festival de Aurillac, França 2004), A Puta e o Palhaço, Pega-Ladrão, Super Gag (participação no Festival de Edimburgo, Escócia), Elefante com Farinha, A Missão, A Peleja do Jagunço com o Soldado Invocado (parceria com Nayara Homem e João Lima), recriou números clássicos como O Jornal, As Lavadeiras e O Garçon, ministrou diversas oficinas, participou de festivais nacionais e internacionais e teve a oportunidade de estudar com Ricardo Puccetti, Carlos Simioni, Eugenio Barba, Luis Carlos Vasconcelos, Leris Colombaioni, Angela de Castro, Marcio Libar, Jango Edwards, Amir Haddad, Fraser Hooper, Chacovachi, Doutores da Alegria, Jon Davison, Tadashi Endo, Thomas Leabheart, entre outros. O grupo é membro da Cooperativa Baiana de Teatro e o integrante Demian Reis defendeu a sua tese de doutorado no dia 13 de julho de 2010 no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UFBA intitulado Caçadores de Risos: o mundo maravilhoso da palhaçaria, com orientação de Cleise Mendes.

Carta de Amor a Maria do Rosário Caetano

MISSIONÁRIA DA CELULOSE E DO CELULÓIDE 

Reproduzimos para você, leitor amigo do Aurora de Cinema,  texto-homenagem do jornalista LUIZ FERNANDO ZANIN ORICCHIO (*) para Maria do Rosário Caetano, por conta da homenagem que esta receberá em Sergipe, quando da realização do Curta-SE.

Vejam que primor !  Rosário merece !

Se ela pudesse, leria todos os jornais do mundo. Como não pode, contenta-se com os três que recebe em casa todas as manhãs e mais alguns “de todos os Brasis”, que compra  quando vai aos muitos cinemas  que circundam a Avenida Paulista. Maria do Rosário Caetano é assim. Uma vocação de jornalista como nunca vi igual. Fascinada pela notícia, fissurada pelo dia-a-dia, fanática pelo papel, usa a internet de maneira frenética, porém com um saudável pé atrás. Leitura, para ela, só na velha e boa celulose. Haja florestas para abastecer tanta fome.

Pois foi desse jeito, lendo e colecionando os papeis que ela não joga fora (para meu desespero), que Rô se tornou a mais bem preparada jornalista cultural do País – em especial quanto a um tema, o cinema, e o cinema brasileiro em particular, que ela acompanha de perto há décadas.

E, claro, acompanha não como leitora, mas como repórter, participante e testemunha. A Rosário pode ser vista e ouvida nos debates de uma infinidade de festivais brasileiros. É a rainha dos debates e moderadora de muitos deles. Parece conhecer todos os diretores, todos os atores, os figurinistas, maquiadores, os contra-regras e pode chamar, pelo nome, do mais badalado produtor ao anônimo que segura as lâmpadas no set, que a gente chama de “pau de luz”. Nada e nem ninguém do cinema brasileiro parece lhe ser estranho.

Por um simples motivo: Rô ama o cinema brasileiro porque ama o Brasil acima de tudo. É nacionalista, não no sentido estreito de ignorar o resto do mundo ou pregar patriotada. É nacionalista porque não se considera cidadã de segunda categoria por ter nascido no Brasil, em Minas Gerais, numa cidade chamada Coromandel. Pelo contrário. Orgulha-se de sua origem. Sente-se igual a todos, alemães, portugueses, norte-americanos, vietnamitas ou chineses. Pratica um nacionalismo do tipo que a coloca na altura dos olhos dos seus semelhantes. Nem acima e nem abaixo. No mesmo nível.

Por isso mesmo, sente-se particularmente solidária com os que sempre foram considerados “inferiores” pelos supostos donos do mundo (e às vezes por si mesmos): os brasileiros e todos os irmãos latino-americanos – nossos vizinhos de continente, em geral tão ignorados aqui mesmo no Brasil, cuja elite tem como modelos ora os europeus ora os americanos do norte.

Foi pensando nisso que Rosário escreveu seu livro mais importante, o pioneiro “Cineastas Latino-Americanos” (Estação Liberdade, 1997), uma série de entrevistas e perfis biográficos com os principais diretores do continente. É leitura obrigatória para quem se interessa pelo assunto.

Como são obrigatórios os livros que produziu para a coleção Aplauso, com perfis de cineastas e atores como Fernando Meirelles, João Batista de Andrade e Marlene França. Esses textos aliam a argúcia da entrevistadora, sempre bem documentada sobre o assunto ou o personagem, ao texto trabalhado e límpido, fruto de quem frequenta os melhores autores da literatura. Sim, a Rosário, além de formada em jornalismo, concluiu o curso de Letras, ambos na UnB, em Brasília, cidade para onde foi depois de sair de Coromandel, e onde passou a juventude, casou-se, teve filhos, trabalhou e deixou enorme número de amigos e admiradores quando de lá saiu, em 1994, para viver em São Paulo.

Rosário durante muitos anos trabalhou nas redações de jornais como Correio Braziliense e Jornal de Brasília, como repórter, repórter especial ou editora de cultura. Tornou-se correspondente do JBr em São Paulo quando para lá se mudou. Ao deixar o jornalismo diário, depois de muitos anos de atividade, passou a atuar na internet. “Analfabeta digital”, como ela mesma se define, tirou do nada um boletim que batizou de “Almanaque”. Uma publicação artesanal, que ela envia manualmente para três mil pessoas e lhe valeu uma tendinite crônica no braço direito.

Em pouco tempo, o “Almanaque”, que é mensal, e o “Almanakito”, um derivativo diário, tornaram-se referência nacional no meio cinematográfico e não é raro que paute e seja citado por jornalões tradicionais. Algumas revelações do Almanakito se tornaram reportagens escritas nos jornais de primeira linha do País. Rosário é prova viva do alcance e das possibilidades do jornalismo na internet. Com seu “Almanakito”, ela multiplicou seus correspondentes e amigos pelo Brasil afora e mesmo no exterior (um dia, para minha supresa, ela veio me falar de uma “amiga russa”, Elena Beliakova, que havia conhecido na rede e era fã de Jorge Amado). Criou uma rede de dependentes do Almanakito, viciados que se informam e se orientam pela leitura desse boletim e se queixam quando eventualmente são esquecidos nas remessas.

Aos 55 anos, a Rô continua em atividade febril. Percorre vários festivais de cinema ao longo do ano e já até perdeu medo de avião, menos por mérito que por necessidade. Quando está em casa, consome seu dia lendo, fazendo contatos e abastecendo edições sucessivas do Almanakito. Tornou-se ponto de referência de informação quente e de credibilidade, coisas raras na internet. É uma jornalista em tempo integral.

O encontro de uma pessoa com sua vocação não se dá sem problemas. Rô se queixa de dores de cabeça recorrentes, típicas de quem vive o tempo todo no olho do furacão. Ainda acha que pode pegar o mundo com as mãos, esse mundo que teima em crescer em escala exponencial e a lhe fugir do controle. Leva tudo a sério, com o fanatismo dos santos e dos devotos. Por isso às vezes lhe falta o humor, que tanto ajuda a relativizar as coisas. Pensando bem, tudo isso está interligado e faz parte de um sistema: quem se acha imbuída de uma missão não se permite descanso nem brincadeiras. Para a Rô, o cinema não é uma diversão, nem mesmo uma arte – é uma causa. E ela a defende com o rigor de uma revolucionária. São defeitos ou qualidades? Depende do ponto de vista. Há quem ache a sua dedicação ao trabalho excessiva, roubando tempo e atenção que poderiam ser empregados de outra forma. Existe quem pense que nada existe de mais bonito que uma paixão como essa, levada às últimas consequências.

Como julgar de maneira objetiva, ainda mais quando se ama a personagem?

        (*) Luiz Fernando Zanin Oricchio é jornalista e crítico de Cinema do jornal O Estado de S. Paulo (Estadão), autor dos livros “Cinema de Novo – Um Balanço Crítico da Retomada”, “Guilherme de Almeida Prado” (Coleção Aplauso) e “Fome de Bola – Cinema e Futebol no Brasil”, além de companheiro, há quase duas décadas, de Maria do Rosário.

Em Olinda, Cinema é MIMO

 

O cinema sempre fez parte da programação na Mostra Internacional de Música em Olinda (MIMO). Desde 2004, a mostra de cinema da MIMO dá um charme especial ao festival, exibindo ao público, gratuitamente, filmes com temática musical – em sua maioria inéditos no circuito comercial.

Este ano, o espaço para o cinema na MIMO cresce e se transforma em festival, com perfil independente. Sob direção da produtora e cineasta Rejane Zilles, o Festival MIMO de Cinema ocorre de 3 a 7 de setembro, com projeção de curtas, médias e longas- metragens, nas categorias de ficção e documentário. As sessões serão no Mercado da Ribeira e em frente à Igreja da Sé e Seminário, em Olinda. O festival não tem caráter competitivo e contempla ainda um ciclo de cinema mudo, mostras paralelas, palestras, debates e workshops.

Vinte e oito filmes serão exibidos no MIMO de Cinema, um dos poucos dedicados à combinação de cinema e música. A programação ocorre simultaneamente a de concertos da MIMO, promovendo um encontro inédito para a classe cinematográfica e musical.

Para esta 7ª edição da MIMO, foram escolhidos filmes, que em sua grande maioria, não chegaram ao circuito comercial de Pernambuco. Assim, encontram no Festival MIMO de Cinema uma excelente janela de exibição e uma plateia interessada. O festival também representa uma plataforma de lançamento para filmes inéditos, promovendo estreias ancoradas pela mídia.

Espaços de exibição

Uma estrutura de exibição será montada dentro do Mercado da Ribeira – antigo local de comércio de escravos, datado do século 16. Lá, serão projetados os longas da Mostra Panorama Brasil e toda a programação da mostra paralela Zona Subterrânea da Música. O espaço também abrigará palestras e debates nos horários da tarde.

Em telão de grandes dimensões, instalado em frete à Igreja da Sé, serão projetados filmes do Ciclo do CINEMA MUDO. Uma mostra composta por clássicos do período, com acompanhamento do músico Cadu Pereira, pianista de filmes mudos da Cinemateca do MAM (RJ) desde 1987, e o único em atividade constante no Brasil.

No belo pátio da Igreja do Seminário, ao ar livre, será exibida a Mostra de Curtas- Metragens.

Programação completa : http://www.mimo.art.br/cinema

Sérvulo Esmeraldo no Troca de Ideias

 

Vida e obra de um dos artistas brasileiros de maior projeção internacional – o escultor, gravador, ilustrador e pintor cearense Sérvulo Esmeraldo – será tema da palestra intitulada Os jogos espaciais de Sérvulo Esmeraldo.

Com entrada franca, a palestra será ministrada pela professora-doutora e livre-docente em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de São Paulo (USP), Ana Maria Belluzzo, dentro do programa de debates Troca de Ideias, nos Centros Culturais Banco do Nordeste-Fortaleza e Cariri.

No CCBNB-Fortaleza, a palestra acontecerá na próxima quarta, dia 1º, às 18h30; e no CCBNB-Cariri, em Juazeiro do Norte, no  dia 3, também às 18h30.

Através da exposição individual Ocupação do Espaço, Sérvulo Esmeraldo reúne um conjunto significativo de seus trabalhos nos CCBNBs-Fortaleza e Cariri, nos quais estão em curso idéias nascidas na década de 1980, mas que agora ganharam novas concreções. No CCBNB-Cariri, a exposição continua em cartaz até o próximo dia 4 (sábado).

Organizadas pela curadora Dodora Guimarães, as duas exposições fazem jus à integridade desse importante artista, que voltou a trabalhar em Fortaleza, depois de morar muitos anos no exterior.

As obras de Sérvulo guardam sinais de seu extenso percurso – do traçado gráfico à escultura construída em espaço urbano. Dão testemunho da melhor tradição da escultura contemporânea feita por artistas brasileiros, que revela ágil pensamento visual, abreviado e compacto, próprio do artista gráfico, e a índole do escultor que submete sua obra ao ambiente. 

Sérvulo Esmeraldo, obra e vida

Sérvulo Esmeraldo é um dos artistas brasileiros de maior projeção internacional. Seu rigor geométrico-construtivo e sua disciplina criativa colocaram seu nome em destaque a partir da década de 1950, e, através deste renome internacional, o artista luta continuamente pela divulgação da arte nordestina e pela renovação artística do seu Estado.

Nascido no Crato em 27 de fevereiro de 1929, aos 18 anos Sérvulo vai para Fortaleza, onde toma contato com os artistas da Sociedade Cearense de Artes Plásticas (SCAP), como Inimá de Paula, Aldemir Martins e Antônio Bandeira, além de receber orientação de Jean Pierre Chabloz.

Neste período, realiza xilogravuras com inspiração na gravura popular, de formas puras e em preto e branco, que aos poucos vão sofrendo influências de Goeldi – em especial a partir de 1951, quando se transfere para São Paulo e toma contato, através de Aldemir Martins, com Sérgio Milliet, Bruno Giorgi, Lívio Abramo e com o próprio Oswaldo Goeldi.

Em 1957 realiza uma individual no MAM e, no ano seguinte, parte para Paris como bolsista do governo francês, onde estuda litogravura com Johnny Friedlander e frequenta o ateliê da Escola de Belas Artes de Paris.

A partir daí a obra de Esmeraldo vai tomando uma feição mais abstrata e se afasta das influências nordestinas. O figurativismo de formas puras dá lugar a um concretismo consciente e estudado, e a escultura predomina sobre a gravura.

Segue as idéias de Van Doesburg e da Bauhaus, e seus elementos são, quase invariavelmente, a reta, o ângulo, o preto e o branco, resultado também de sua experiência gráfica. Muitas delas são desmontáveis, permitindo uma interação e a recriação da obra pelo espectador.

Durante os anos 1960, o artista vai se integrando à Escola de Paris, fazendo apenas visitas esporádicas ao Brasil. Sempre preocupado com a escultura, realiza experiências com arte cinética que resultam, em 1975, nos ‘Excitáveis’ – caixas cobertas de acrílico que podemos chamar de quadros-objetos, dentro dos quais elementos móveis respondiam à eletricidade estática gerada ao se friccionar a tampa.

Em 1977, Sérvulo volta ao Brasil decidido a promover a divulgação da arte contemporânea em seu Estado, particularmente em Fortaleza – e para isso vai usar sua própria obra, espalhando suas esculturas pelos prédios da cidade, fazendo uma articulação entre arquitetura e escultura que pode ser sentida em toda a cidade. A linearidade e a crescente monumentalidade de suas esculturas ganham as ruas e vão aos poucos se integrando ao meio de forma consciente – o artista passa a realizar esculturas que interagem com o vento, a água e o sol.

Sérvulo Esmeraldo contribuiu não só para a divulgação da arte brasileira no exterior – tendo fundado o Museu de Gravura no Crato, em 1956, introduziu Mestre Noza no livro Via Sacra, ensaio sobre a gravura nordestina, e publicou ainda o estudo L’imagirie Populaire au Brésil – como para trazer a arte contemporânea de todo o mundo para sua cidade. Foi o organizador das Exposições Internacionais de Esculturas Efêmeras, em 1986 e 1991, da qual participaram muito artistas nacionais e internacionais, que mandavam seus projetos para serem montados aqui, em geral com materiais baratos, e desmontados depois da mostra, o que possibilitava baixo custo. (*)

(*) Texto de Cassandra de Castro Assis Gonçalves [bolsista IC-FAPESP] e Profa. Dra. Daisy Peccinini de Alvarado [orientadora MAC-USP]

Faróis do Documentário Brasileiro


Sessão de abertura, dia 6, no Oi Futuro em Ipanema, será uma homenagem ao cineasta, diretor de fotografia e artista plástico Mário Carneiro (1930-2007), um participante da série original que não está mais entre nós.

Serão exibidos quatro curtas nos quais Mário aparece como diretor (Iberê Camargo – Pintura, Pintura), co-diretor (Arraial do Cabo),  fotógrafo (Enigma de um Dia) ou personagem (Criador de Imagens: Ensaio sobre o Olhar de Mário Carneiro). A mostra é dedicada à memória de Mário Carneiro.  

Documentaristas exibem seus filmes em conjunto com obras inspiradoras de suas carreiras, linguagens e olhares.

A curadoria, evidente, só podia mesmo ser do jornalista Carlos Alberto Mattos, o homem do DocBlog…

Inspirada na série Faróis, publicada no extinto DocBlog do Globo Online, a Mostra FARÓIS DO CINEMA – DOCUMENTÁRIO BRASILEIRO é composta de filmes de grandes documentaristas brasileiros em conjunto com filmes de outros grandes cineastas (brasileiros e internacionais) que inspiraram suas carreiras, linguagens e olhares. 

De 6 a 19 de setembro, na CAIXA Cultural RJ e no Oi Futuro em Ipanema, a Mostra vai exibir 37 filmes a partir das escolhas de 10 diretores participantes da série Faróis. São eles: Bebeto Abrantes, Eduardo Coutinho, Eryk Rocha, Jorge Bodanzky, Maurice Capovilla, Octavio Bezerra, Sandra Werneck, Silvio Da-Rin, Sylvio Back e Vladimir Carvalho. Todos participarão de encontros, em duplas, onde conversarão com o público sobre sua obra e aquelas que eles consideram fundamentais em sua formação. Os encontros acontecerão sempre na CAIXA Cultural RJ.   

 Mostra FARÓIS DO CINEMA – DOCUMENTÁRIO BRASILEIRO

Quem faz e quem inspira

http://www.faroisdocinema.com.br

Curadoria: Carlos Alberto Mattos

Produção Executiva: Paula Alves e Marcelo Laffitte

Produção de Programação: Mariana Bezerra e Eduardo Cerveira

Realização: Instituto Femina e Laffilmes Cinematográfica

Patrocínio: Oi e CAIXA Cultural

Apoio: Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro

Locais de exibição:

OI Futuro em Ipanema: Rua Visconde de Pirajá, 54/2º andar, Rio de Janeiro – RJ | 21 3201-3010

www.oifuturo.org.br

CAIXA Cultural RJ: Av. Almirante Barroso, 25, Centro, Rio de Janeiro – RJ | 21 2262-5483 

www.caixacultural.com.br

Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia)

Teatro Despudorado no CCBN

 transexualidade, prostituição e traição

 

O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza apresenta a Mostra de Teatro Despudorado, dentro do programa Ato Compacto, de 1º a 3 e de 8 a 10 de setembro próximos, sempre às 15h e 18h30, com entrada franca.

Na mostra, serão encenados os espetáculos “Engenharia Erótica”, com o Grupo Parque de Teatro e direção de Silvero Pereira, baseado em livro do psicanalista Hugo Denizart sobre travestis (nos dias 1º e 8); “Abajur Lilás”, adaptação da peça de autoria do dramaturgo Plínio Marcos, com o grupo Imagens de Teatro e direção de Edson Cândido (nos dias 2 e 3); e “Nudez sem Castigo”, inspirado livremente no texto “Toda nudez será castigada”, de Nelson Rodrigues, com o Grupo Centauro e direção de Márcio Rodrigues (dias 9 e 10).

Segundo a coordenadora de Artes Cênicas do CCBNB, Viviane Queiroz, é importante mostrar ao público a variedade de linguagens artísticas relacionadas à diversidade humana. “Interessa ao CCBNB tanto o fazer teatral, como a crítica social e a reflexão sobre a natureza humana. E é isso o que apresentamos nessa Mostra Especial”.

Viviane Queiroz destaca ainda: “foram selecionados espetáculos sobre três mundos sempre vistos com pudor na história da humanidade: a traição, a transexualidade e a prostituição”.

A coordenadora de Artes Cênicas compreende que “felizmente, cada vez mais, esses três mundos são vistos de forma mais objetiva e menos preconceituosa, graças aos vários órgãos públicos e organizações da sociedade civil que vêm se firmando no cenário nacional e internacional em defesa dos direitos humanos e da igualdade de oportunidades para todas as pessoas, independentemente de sua sexualidade. O mundo das artes acompanha essa tendência – e, em alguns casos, é até precursor desta defesa”, ressalta.

As sessões das 15 horas serão seguidas de Troca de Ideias entre os atores, diretores e o público presente, sobre o processo criativo, a construção cênica, a adaptação do texto e a pesquisa e concepção dos personagens. “É uma oportunidade de aproximação do público com esses três mundos, com os artistas que compuseram essas peças, estudaram os personagens e transpuseram essas realidades para o palco”, salienta Viviane Queiroz.

A Mostra de Teatro Despudorado tem classificação indicativa de 18 anos para os três espetáculos. Será exigido documento de identificação (RG, CNH ou carteira profissional), no momento da entrega do ingresso.

PROGRAMA ATO COMPACTO

ESPECIAL MOSTRA DE TEATRO DESPUDORADO

 

Engenharia Erótica

Grupo Parque de Teatro (CE)

Direção: Silvero Pereira

Dias 01 e 08, qua, 15h e 18h30

Inspirado no livro “Engenharia Erótica – travestis no Rio de Janeiro”, do psicanalista Hugo Denizart, o espetáculo faz parte da pesquisa realizada pelo ator e diretor Silvero Pereira sobre o universo das travestis e transformistas de diversas cidades do Estado do Ceará. Classificação indicativa: 18 anos. 80min.

 

Abajur Lilás

Grupo Imagens de Teatro (CE)

Dias 02, qui, e 03, sex, 15h e 18h30

Direção: Edson Cândido

Adaptação da obra do polêmico dramaturgo Plínio Marcos. O ambiente é um bordel onde três mulheres sobrevivem como prostitutas à beira da marginalidade. Um dia, tomada de um súbito acesso de raiva e árduo desejo de provocar o proprietário do covil, uma delas quebra um abajur. Seu ato impulsivo inicia um grande conflito que aos poucos desemboca numa terrível tragédia. Classificação indicativa: 18 anos. 80min.

 

Nudez sem castigo

Grupo Centauro (CE)

Direção: Márcio Rodrigues

Dias 09, qui, e 10, sex, 15h e 18h30

O espetáculo Nudez sem Castigo é um experimento pedagógico. Inspirado livremente no texto de Nelson Rodrigues “Toda Nudez será Castigada”, o grupo desenvolveu uma textualidade composta de fragmentos em que a relação do casal principal se destaca, transformando-se numa investigação de material cênico sobre o tema das relações humanas. Classificação indicativa: 18 anos. 60min

Festival Internacional de Animação de Horror

Pânico, terror, aflição… Essas e outras sensações estão garantidas para os fãs do gênero Horror no Festival que ocorre em setembro.

 
Quem gosta de muito susto e adrenalina não pode ficar de fora! De 17 a 23 de setembro, acontece o Animaldiçoados – o 1º Festival Internacional de Animação de Horror do Brasil.
A mostra traz 69 filmes de animação, brasileiros e estrangeiros, de longa, média, curta e micro-metragem. Com dois sucessos do gênero, a Sony Pictures Home Entertainment apresentará no evento os fantásticos RESIDENT EVIL: DEGENERAÇÃO e DANTE’S INFERNO, durante os Programas Especiais Susto, que têm entrada franca mediante convite.
Em “Resident Evil: Degeneração”, o Incidente Umbrella, ocorrido em Raccoon City, termina com a erradicação do vírus mortal por meio de um ataque com mísseis ordenado pelo governo. Como suas operações foram suspensas em escala mundial, as ações da Umbrella Corporation despencaram. Esse golpe grave para os negócios do gigantesco conglomerado empresarial resultou em sua completa dissolução. Sete anos depois, num aeroporto em algum lugar nos Estados Unidos, em uma tarde comum de outono, um zumbi é libertado em um local pacífico para atacar a todos por ali.
Dante’s Inferno retrata os Círculos do Inferno que ficaram famosos pela célebre obra-prima “O Inferno de Dante”. O filme é uma animação épica que vai levar você a uma viagem tortuosa pelo Inferno, com demônios e monstros e o mestre Lúcifer.
O Festival acontece no Rio, no CCFJ – Centro Cultural Justiça Federal, de 8 a 12 de Setembro, e em São Paulo, no Reserva Cultural, de 17 a 23 de Setembro. Os ingressos custam R$ 15 (inteira) e R$ 7,50 (meia).
Os convites para os Programas Susto 1 e Susto 2 estarão disponíveis no Twitter, no Orkut e no Facebook do evento.

Vencedores do ComuniCurtas

Noite de encerramento do ComuniCurtas foi marcada pela entrega de prêmios aos vencedores, escolhidos pelos júris oficial, popular e estudantil, além dos prêmios Rômulo e Romero Azevedo, Luiz Custódio de Folkcom, prêmios Moinho de Cinema, ABD-PB e outros.
Mostra Competitiva “A ideia é…”

Júri Estudantil: Melhor Publicidade: “Lugar Certo, Casa do Agricultor”, (Agência Dabliu A)

Júri Popular: Melhor Publicidade: “Pitaqueiro – Bar do Cuscuz” (Agência Dabliu A)

Prêmio Machado Bittencourt de Melhor Roteiro e Criação : “Pitaqueiro – Bar do Cuscuz” (Agência Dabliu A)

Prêmio Machado Bittencourt de Melhor Edição : “Se apruma” (Agência Dabliu A)

Prêmio Machado Bittencourt de Melhor Fotografia: “FICAMP 3” (Agência Nozz)

Melhor Prêmio da Categoria de Melhor Peça Publicitária: “Casa do agricultor” (Agência Dabliu A)

Mostra Competitiva de Telejornalismo

Prêmio Luiz Custódio de Folkcom:

Empate entre: Feira de Mangaio (TV Itararé) e Artesanato de Lagoa Seca (TV Borborema)

Melhor Texto: Saulo Queiroz – Lourdes Ramalho (TV Itararé)

Melhor Edição de Imagem: “A cultura do arroz em São José dos Pinhais” (TV Paraíba)

Melhor Repórter Cinematográfico: Marquinho Souza – Delegado Guthier (TV Correio)

Melhor Telereportagem: Artesanato em Lagoa Seca (TV Borborema)

Melhor Reportagem eleita pelo público: “Causos do Treze e Campinense” (Alunos de Arte e Mídia da UFCG)

Mostra Competitiva Estalo

Melhor Vídeo da Categoria Vídeo e Cinema: “Dia das Crianças” (Asueli de Moura)

Mostra Tropeiros 

Categoria Melhor Vídeo: “O Guardador” (Diego Benevides)

Categoria Melhor Montagem: “Família Vidal” (Diego Benevides)

Melhor Ator e Melhor Atriz:

Chico Oliveira (Borra de Café)

Empate: Rayane Araújo (Borra de Café) e Táyra Gil (Aos Vivos)

Melhor Fotografia: “Borra de Café” (Elton Paulino)

Melhor Roteiro: “Vírus” (Mateus Andrade)

Melhor Diretor: Taciano Valério (Bode Movie)

Prêmio de Melhor Animação do Comunicurtas: Campina Grande City (Jorge Elo)

Melhor Documentário: “Família Vidal” (Diego Benevides)

Premio de Melhor Ficção: “Bode Movie” (Taciano Valério)

Prêmio de Melhor Trilha Sonora “Az de Copas – Vida e Obra de João Gonçalves” (Rodrigo Nunes)

Prêmio de Melhor Som: “Homens” (Bertrand Lira e Lúcia Caos)

Melhor Direção de Arte: “Fernando Barreto” (Borra de Café)

Especial do Júri: “Borra de Café” (Aluísio Guimarães)

Júri Popular: “ Borra de Café” (Aluísio Guimarães)

Prêmio Rômulo e Romero de Melhor filme da categoria Mostra Brasil

Eu quero ser um Monstro (Marão)

Prêmio Rômulo e Romero de Melhor filme da categoria Mostra Tropeiros

“Bode Movie” (Taciano Valério)

Prêmio Moinho de Cinema da Paraíba de Melhor Personagem: “O Guardador” (Diego Benevides)

Prêmio Nerys de filme mais Ousado: “O último retrato” (Abelardo de Carvalho)

Prêmio João Beltrão de Melhor Plano Cinematográfico

Mostra Tropeiros: “Borra de Café” (Aluísio Guimarães)

Mostra Brasil: “Aos Pés” (Zeca Brito)

Mostra Competitiva Estalo

Júri Oficial – Categoria Melhor Roteiro: “Dia das Crianças” (Asueli Moura)

Melhor Direção: “Dispensável é a sua mãe” (Felipi Brito) 

Júri Oficial – Melhor Vídeo: “Sintonize-se”, Jonatas Falcão

Júri Popular – Mostra Competitiva Estalo: “Dispensável é a sua mãe” (Felipi Brito)

Mostra Competitiva Brasil

Categoria Melhor Vídeo: Um animal menor (Pedro Harres e Marcos Contreras)

Melhor Trilha Sonora: “Por divino, derepente”

Melhor Direção de Arte: Aos Pés (Virgínia Simone)

Melhor Som: “Fome de bola” (Roberto Carlos)

Melhor Montagem: “Fome de bola” (Isaac Chueke)

Melhor Fotografia: Isaac Chueke (Fome de bola)

Melhor Ator e Melhor Atriz:

Elisa Volpato (Um animal menor)

Maurício Tizumba (O Filme mais violento do mundo)

Melhor Roteiro: “Eu queria ser um monstro” (Marão)

Melhor Direção: Abelardo de Carvalho (O último retrato)

Melhor Documentário: “Fome de Bola” (Isaac Chueke)

Melhor Ficção: “Clinch” (Estevan Santos)

Melhor Animação: “Mestre Vitalino e nós no bairro” ( Alunos da Rede Municipal de Vitória – Espírito Santo)

Prêmio Especial do Júri – Menção honrosa: “À Sombra da Marquise” (Vladimir Seixas)

ComuniCurtas Movimentou Campina Grande

Público chegando para as sessões sempre lotadas no cine-teatro SESC Campina Grande
 
Cineasta André da Costa Pinto apresenta mais uma edição do festival idealizado por ele
 
 
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 João Carlos Beltrão, fotógrafo homenageado desta edição, ao lado da graciosa filha

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Rafael Trindade, o capixaba que conquistou a todos com simpatia e inteligência
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As sorridentes apresentadoras no palco do cine-teatro do SESC …
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Aurora Miranda Leão, integrante do júri da Mostra Tropeiros da Borborema
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O animador carioca Marão apresenta seu curta, o premiado “Eu quero ser um Monstro”
 
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 Rômulo Azevedo e jornalista Maria do Rosário Caetano, que integrou o júri e lançou seu livro Cangaço – O Nordestern no Cinema Brasileiro
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Como em todas as noites, cinema brasileiro teve público garantido no Comunicurtas
Aurora Miranda Leão, Arly Arnaud, Bertrand Lyra e Maria do Rosário Caetano
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Agitadas noites do TENEBRA, onde Rosário Caetano encontrou melhor caldo de peixe da cidade
A inesquecível e animadíssima noite na cachaçaria: forró e MPB até a madruga …
Júlio Science, Aurora, Marão e Zeca Brito na curtição