Arquivo do mês: setembro 2010

Como Será a Tela do FestCine Goiânia

Confira a lista de filmes selecionados para a sexta edição, que acontece de 3 a 10 de novembro na adorável capital goiana:

Longas Metragens – Documentários



  1. Cinema de Guerrilha – Dir.: Evaldo Mocarzel – Doc. – 72′ – SP –
  1. Filhos de João, Admiravel Mundo Novo Baiano – Dir.: Henrique Dantas – Doc. – 35mm – 75′ – 2009 – BA
  2.  Nélida Piñon – Mapas dos Afetos – Dir.: Julio Lellis – Doc. – 84′ –

 

  1. Retrato 3×4 de um tempo – Dir.: Angelo Lima – Doc. – 85′ – GO –


  1. Belair – Dir.: Noa Bressane e Bruno Safadi – Doc. – 80′ – RJ –


  1. Utopia e Barbárie – Dir.: Silvio Tendler – Doc. – 35mm – 120′ – 2008 – RJ –

Longas Metragens – Ficção



  1. Viajo Porque Preciso, Volto Porque Te Amo – Dir.: Karim Ainouz e Marcelo Gomes – Fic. – Dig. – 71′ – 2009 – PE –


  1. Elvis e Madonna – Dir.; Marcelo Lafitte – Fic. – 35mm – 105′ – 2010 – RJ –
  1. Olhos Azuis – Dir.: José Joffily – Fic. – 35mm – 111’- 2009 – RJ –
  1. Malu de Bicicleta – Dir.: Flávio Ramos Tambellini – Fic. – 35mm – 96′ – 2010 – RJ –


  1. Bróder – Dir.: Jeferson De – Fic. Dig. – 93′ – 2010 – SP –


  1. Os Famosos e os Duendes da Morte – Dir.: Esmir Filho – Fic. – 35mm – 100′ – 2010 – SP –

É Tudo Verdade Recebe Inscrições

Abertas as inscrições de documentários nacionais e internacionais parao festival É Tudo Verdade 2011 – 16º Festival Internacional de Documentários.

O mais importante festival de Documentários do pais vai acontecer de 30 de março a 10 de abril de 2011 em São Paulo e no Rio de Janeiro, simultaneamente. Para os longas e médias-metragens nacionais participantes da mostra competitiva, é exigido ineditismo absoluto.

O prêmio é de R$ 100 mil.

 Não há exigência de ineditismo para a competição de curtas brasileiros, mas a seleção dará preferência a produções inéditas. As inscrições vão até 10 de dezembro.

Mais informações e inscrições no site: www.etudoverdade.com.br

Paraty de Cinema

Terceira edição do Festival Internacional de Paraty acontece de 9 a 12 de outubro na bucólica praia do Rio.

O site está no ar mas há uma questão primordial, que requer colaboração de todos:

SALVAR O CINE-TEATRO PARATY, da praça da Matriz…

A realização é da Villas Boas Produções com apoio da Prefeitura Municipal.

Visitem o site, conheçam a programação e assinem a petição on-line.

Esta é uma causa de todos que apostamos no Cinema Brasileiro e amamos a Sétima Arte.

Assinemos pois e façamos o pedido de mais assinaturas a todos os amigos do Bem…

E Viva Paraty !

* Vejam a mensagem que Suzana Villas Boas está repassando na web:

Estamos começando um abaixo assinado pró CINE TEATRO PARATY. Já tem um monte de listas circulando pela cidade e agora estamos também com uma petition on line que está dentro do site do Festival : WWW.FESTIVALDECINEMADEPARATY.COM.BR
Tem também o link abaixo que cai direto lá mas acho que vale a pena dar uma olhadinha no site do Festival.
Seria genial se todos pudessem ajudar pedindo assinaturas para os amigos.
Nossa meta é chegar a 3.000 assinaturas até dia 9 quando abrimos nosso festival. Agradeço desde já a colaboração de todos.
beijos, Suzana 

 

Guarulhos Realiza 10º edição do Salão de Artes Visuais

Evento Começa Sábado

 
Obras expostas foram selecionadas entre centenas de trabalhos de todo o País
 
O Centro de Exposições do Adamastor Centro recebe a partir deste sábado (2) a 10ª edição do Salão de Artes Visuais de Guarulhos (Grande São Paulo). O objetivo  é divulgar a arte moderna e contemporânea de artistas plásticos brasileiros. Os trabalhos poderão ser conferidos até 6 de novembro, diariamente, das 9 às 22h (exceto feriados).
Foram inscritas 353 obras de todas as partes do país nas categorias objeto, pintura, gravura, instalação, desenho, fotografia, arte digital e escultura. Destas, foram selecionadas 68 peças de 37 artistas, incluindo coletivos. Os trabalhos expostos foram selecionados por um júri técnico composto pelo professor de História da Arte e arquiteto, Egydio Colombo Filho, pelo curador, crítico de arte, gestor cultural e editor, Fernando Oliva e pelo especialista em linguagens da arte, Leandro Roman.
Durante a mostra, o público poderá votar nos melhores trabalhos, numa urna colocada no local da exposição e pela página da Prefeitura na internet. Os três primeiros colocados eleitos pelo júri especializado e os três escolhidos pelo voto popular ganharão exposições individuais na cidade em 2011.
 
Ciclo de Palestras
 
Os integrantes do júri técnico também vão realizar um ciclo de palestras relacionadas ao Salão de Artes Visuais. No sábado (2), às 19h, Fernando Oliva falará sobre O modelo Salão de Arte de hoje! Seleção ou curadoria ? tratando deste formato de exposição desde suas origens no século XIX até hoje.
Dia 16 de outubro, às 19h, Leandro Roman abordará o tema Jogos de significação experiências de manipulação analisando os aspectos que envolvem a arte contemporânea. Dia 23, às 20 horas, Egydio Colombo Filho apresentará a palestra Visões Urbanas, na qual abordará a relação entre o espaço urbano e as artes visuais.
Todas as palestras ocorrem no auditório do Adamastor Centro e têm entrada gratuita. Mais informações: (11) 2451-5184.
 
Serviço:
10º Salão de Artes Visuais de Guarulhos
Onde: Salão de Exposições do Centro Municipal de Educação Adamastor (Avenida Monteiro Lobado, 734, Macedo, Guarulhos)
Quando: de 2 de outubro a 6 de novembro, diariamente, das 9 às 22h (exceto feriados)
Entrada Gratuita

Cinema Incrementa Alegria e Amizades em Canoa

Passava um pouco das 15h quando a Van me pegou. Iríamos eu, Mallu Moraes, Adriano Lima e Calebe Pimentel rumo à Canoa, mas antes demos uma parada providencial na acolhedora casa de Dona Fátima, a mãe de Adriano, que nos recebeu com seu sorriso largo e generosa rodada de café com leite, pão, tapioca, suco e doce de caju, e muita rapadura… Tudo azul pra começar aquela que seria uma viagem inesquecível. Da casa de Dona Fátima, fomos buscar Iziane Mascarenhas, colega de teatro e cinema que há tempos eu não via…

E a estrada fez brotar conversas muito interessantes entre a trinca feminina de atrizes. Passavam das 18h quando chegamos a Aracati, telão armado no meio da praça, onde dali a pouco haveria mais uma sessão de cinema. Da terra de Adolpho Caminha à Canoa, sede do festival latino-americano de curtas-metragens, é um pulo.

       A primeira parada foi na casa da produção, onde Virgínia Oriá (nossa querida Vivi) era só abraços e sorrisos pra nos acolher. Com ela, estavam Ronélio, responsável pelo Transporte, Brenda, e o sempre prestativo Amaury. Chegamos à praça do Telão, toda ornamentada com motivos de cinema – uma graça ! Entre tecidos verdes e brancos, um cenário convidativo anunciava as sessões que se estendiam até pouco mais das 22h.

No outro dia fui descobrir quem havia criado aquelas peças tão bacanas e funcionais homenageando a Sétima Arte e deixando a cidade com uma cara de Capital do Cinema. Foi então que conheci a simpatia de Fernanda Sommerfeld, antenada e sempre pronta a consertar qualquer galho… Saravá !

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       E logo nesta primeira noite de minha chegada, ao adentrar a praça, avistei um carioca querido, André Miguéis, amigo botafoguense como eu, que tive a alegria de conhecer num festival em Paranapiacaba, um Poeta das Imagens. André estava acompanhado de Limdembergue Oliveira, (ator de seu curta Pronta Entrega), que logo virou Lim pra animada turma que conseguimos formar, e que fez de Canoa um lugar tão especial nesta penúltima semana de setembro, onde a Lua alargou fronteiras e disseminou amizades. Um luxo para poucos !

          Pouco depois, chegava outro amigo de tantas e agradáveis histórias, o gaúcho Zeca Brito, realizador, ator, cantor (uma das mais belas e afinadas vozes que ouvi nos últimos tempos). E com o correr dos dias, outros amigos fui fazendo e reencontrando: Cid Nader, sempre atualizando seu Cinequanon; Sônia Lage, respondendo pela Assessoria de Imprensa; Helton Villar e sua brava equipe organizando diariamente o Cine Jornal; Síria Mapurunga, cobrindo o festival para o Diário do Nordeste; Khalil e sua bela companheira Lourinha; a doce Mônica de Adriano; Mariley Carneiro, jornalista de Goiânia; Carlos Arthur e Henrique Oliveira (jovens realizadores de Quixeré); Estevan Silveira (Curitiba); Sidnéia Luiza (da famosa praia Redonda); Juliana Milheiro (Rio); a jovem realizadora cearense Nany; Antônio Luís Mendes (premiado diretor de fotografia, companheiro da apaixonada Iziane, que chegou quase nos finalmente, mas que foi uma glória para nossa convivência); a meiguice de Liége Nardi (festival de Gramado); Diego Müller (RS), e o impagável Dizô (fotógrafo de Brasília e jornalista do SBT).

               Durante a semana do Curta Canoa, estrategicamente agendado pra semana de Lua Cheia – por conta disso, a próxima edição já tem data certa -,  a alegria era nosso café matinal: o dia começava com muito sol, protetor solar, chapéu e desejo de cair no mar. Descendo as falésias rumo à praia, essa festa da cor com a água adorável do verde mar bravio do Ceará, não tinha hora pra acabar. E haja peixe, camarão e até caranguejo, que minha amiga Iziane acabou encontrando, de tanto procurar, na barraca Antônio Coco. Que maravilha ! Relembrar é quase viver de novo…

E pra coroar nossos momentos já tão cheios de quietude e fanfarronices, nada melhor que passar na Broadway, a rua principal da cidade, onde um garçom pra lá de “interessado” nos aguardava. Os pratos eram ótimos e fartos mas, aos nossos pedidos, ele sempre respondia com um “Cadê a ficha ?” – a ficha era inicialmente o voucher, depois o ticket (cedido pelo festival pras refeições), e acabou virando ficha ali naquele restô de Dona Neide Gaúcha, enquanto o garçom virou simplesmente o Zé da Ficha…

       Não faltaram convites para ver o pôr-do-sol e acabamos embarcando nessa mágica aventura, onde vimos o Astro-Rei “papocar” com a rapidez de um raio: no que o visitante vai pegar a máquina na bolsa, o Sol já sumiu… Mas no segundo convite, aproveitei pra provocar, relembrando a velha máxima de que os homens preferem sempre olhar o pôr-do-sol e nunca se lembram da chegada da Aurora, tão mágica… e assim, meus amigos queridos resolveram me premiar: na virada da última noite em Canoa, de sábado pra domingo – depois de uma festa simples e sensacional que a equipe de Adriano nos proporcionou, com muita dança e cerva de graça -, fomos pra beira-mar aguardar o tal momento mágico… Pouco depois das 5h, ao som de muito reggae, nossos olhares avistaram a Aurora… que há tempos eu não via ! Saravá !!!

       Mas tudo tem um The End, pra depois de novo recomeçar, e é essa possibilidade que alivia a saudade que agora cada um tem na mochila e no coração. Salve Canoa Quebrada ! Parabéns a Adriano Lima por conseguir chegar à sexta edição de festival tão bem pensado e por formar a equipe que nos acolhe com tanto carinho e prestatividade. E nos aguardem ano que vem. Canoa Quebrada, até 2011 ! Saravá !

Fico devendo novo post pra falar dos filmes e fotos com momentos marcantes do Festival…

 

 

 

 
 

             

        

Cinédia Realiza Cursos e Palestras

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“O Voo da Fênix” em Festival no Tempo Glauber

Jornalista LEO TABOSA Vai Exibir Novo Doc em Festival no Rio de Janeiro 

O jornalista e gestor cultural da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap), Leo Tabosa, terá seu novo documentário O Voo da Fênix exibido no festival carioca  Noite Contemporânea Cine Fest.

O festival será de 11 a 17 de outubro no Tempo Glauber, em Botafogo, no Rio de Janeiro. Na abertura, haverá homenagem ao ator Tonico Pereira. O  Voo da Fênix será exibido dia 15 de outubro, às 19h.

Este documentário é o segundo do jornalista. As imagens foram captadas em 2008, quando ainda era aluno de Jornalismo da Unicap. Na época, produziu uma matéria especial sob orientação da professora e atual Pró-reitora Acadêmica, Aline Grego. Com o amadurecimento profissional, uma total ausência de preconceitos em matéria de linguagem cinematográfica e a vontade de contar uma história e que essa história fosse compreensível, Leo Tabosa pegou todo o material bruto da época (6 fitas MiniDv) e reeditou O Voo da Fênix, mantendo o mesmo título da matéria especial produzida em 2008.

Edgar Morin em Fortaleza

Mesmo prejudicado pelo som, o pensador francês Edgar Morin empolgou o público na abertura da Conferência Internacional sobre os Sete Saberes para uma Educação do Presente, ontem no hotel Praia Centro

Professores, estudantes, pesquisadores, políticos. Era grande a variedade de públicos na manhã de ontem no auditório da Fábrica de Negócios do hotel Praia Centro. O motivo principal da casa cheia era a presença do antropólogo, sociólogo e filósofo francês Edgar Morin. Ele veio a Fortaleza especialmente para participar da Conferência Internacional sobre os Sete Saberes para uma Educação do Presente, evento promovido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), junto com a Universidade Católica de Brasília (UCB), que segue até a próxima sexta-feira (24) discutindo novas propostas para a educação.
Impressionando tanto pelo conhecimento quanto pela simplicidade, Morin começou suas palavras anunciando que falaria num misto de português com espanhol e explicando que usava chapéu por conta do clima. Tossindo e pigarreando muito, ele apresentou durante cerca de uma hora as bases do que considera os sete saberes necessários para a educação do futuro, por ele chamados de “1º- Erro e ilusão”, “2º – O conhecimento pertinente”, “3º – Ensinar a condição humana”, “4º – Identidade terrena”, “5º – Enfrentar as incertezas”, “6º – Ensinar a compreensão” e “7º- Ética do gênero humano”. “Acredito que um dos saberes, que cada vez me parece mais importante, é a compreensão humana. Compreensão em grupo, entre amigos, entre marido e mulher. Está havendo uma degradação nisso”, apontou Morin.
Mesmo incomodado com o som e com a ausência de um tradutor, o que na maior parte do tempo tornava incompreensível as palavras de Morin, o público acompanhou atento e concentrado cada palavra que ele dizia. “Penso que é possível melhorar a condição humana”, afirmou ele antes de apontar a necessidade de aproveitar o melhor de cada cultura. “A concepção planetária há que conceber a simbiose das culturas. A simbiose do que há de melhor”. E continuou: “Quando um sistema não tem mais poder de resolver seus problemas, ele se destrói e nasce um meta-sistema. É quando ocorre uma metamorfose. Acontece na natureza, como na borboleta. A vida é uma regeneração permanente”.
Público atento

Mesmo ressaltando a dificuldade de ouvir as palavras do filósofo, o estudante de psicologia João Campos saiu satisfeito com a oportunidade de assisti-lo. “Acho muito interessante pessoas com propostas de novas ideias, como é o caso do Edgar Morin. Ele está vendo mais o todo, a complexidade”. A técnica em educação Maria Conceição concorda. “Sua expectativa de esperança é estimulante. Ele ensina que se deve aprender a caminhar caminhando”.

Ruth Cavalcante, representando o Centro de Desenvolvimento Humano e a Universidade Biocêntrica, considerou o evento como um “marco histórico na educação mundial”. Convidada para coordenar os círculos de diálogo sobre os saberes de Edgar Morin e sobre educação biocêntrica, ela comentou “a educação biocêntrica é uma das poucas abordagens que tem como base o pensamento complexo do Edgar Morin. E é importante tirar da conferência a construção da paz. Eu só posso celebrar a vida se eu estiver voltado para essa construção da paz”.

* Texto de Marcos Sampaio

SCORCESE Leva LIMITE à Noruega

Filme brasileiro lançado em 1931 é restaurado e será exibido em festival norueguês

O longa-metragem Limite, clássico experimental lançado em 1931, do diretor Mario Peixoto, será exibido no festival norueguês Filmes do Sul em 10 de outubro.

O filme foi restaurado pela organização World Cinema Foundation, criada por Martin Scorsese, e será exibido na Ópera da Noruega.

Limite, filme sem diálogos falados, vai contar com nova trilha sonora, composta pelo norueguês Bugge Wesseltoft, em parceria com os brasileiros Naná Vasconcelos, Marlui Miranda e Rodolfo Stroeter.

O filme tem 120 minutos e foi o único realizado por Peixoto, sendo um dos 100 filmes mais importantes do mundo, na lista do cantor David Bowie. O festival Filmes do Sul, a acontecer entre 7 e 17 de outubro, é dedicado ao cinema feito na Ásia, África e América Latina. Ao todo, serão exibidos 12 filmes escolhidos pela World Cinema Foundation. O dinheiro arrecadado com a exibição de Limite vai servir para apoiar o trabalho da fundação.

 

Imagem marcantre de LIMITE, filme recém-debatido no Cineclube Vila das Artes, em Fortaleza

Canoa Quebrada é só Alegria e Cinema

Queridos amigos e Leitores,

Entre muito sol, calor, afagos de gente do Bem, amigos de muitas partes do Brasil, um mar maravilhoso e delícias de peixe à beira-mar, estou no festival CURTA CANOA, sexta edição, integrando a comissão julgadora ao lado da atriz, produtora e roteirista (quase uma amiga de infância) Iziane Mascarenhas, e Rodrigo Tasso, coordenador do projeto Canoa Faz Cinema.

Neste momento, digitando e ouvindo música brasileira dos anos 80, com amigos esperando em volta da píscina do aconhego de pousada que é a Dolce Vita, com reunião de júri pelo caminho, despeço-me de vocês, prometendo novas notas, recheadas de notícias em próximos posts…

Lembrando: o CURTA CANOA é coordenado por Adriano Lima, com produção-executiva de Virgínia (Vivi) Oriá e vai homenagear este ano o diretor de fotografia Antônio Luís Mendes, que chega quinta para o convívio de cinema, praia e afins.

Inté já !