Arquivo do dia: 01/10/2010

Começa Bienal de Dança Par em Par

Ações Incluem 2º Encontro Terceira Margem e CirculaDança   

Trisha Brown Dance Company (Estados Unidos), Carolyn Carlson (França), Yann Marussich (Suíça), Lia Rodrigues Cia. de Danças (RJ) e Maura Baiocchi e Taanteatro Companhia (SP) são alguns dos artistas e companhias que compõem a programação de espetáculos, performances e ações de formação que marcam a Bienal De Par Em Par.  

De hoje a 10 de novembro, a Bienal Internacional de Dança do Ceará, que acontece desde 1997 nos anos ímpares, movimenta a capital e oito cidades do interior com uma intensa programação de espetáculos, residências, oficinas, performances, lançamentos e uma série de outras atividades. Trata-se da Bienal De Par Em Par, criada em 2008 para preencher as lacunas dos anos pares.

TRÊS EIXOS compõem a Bienal Internacional de Dança do Ceará/De Par Em Par. O primeiro eixo é das linhas editoriais, que abrange a revista OlharCE, cuja segunda edição será lançada ainda este ano; o programa de televisão Terceira Margem, em produção da segunda temporada (a primeira temporada teve 10 programas); e o livro Bienal 15 anos, em fase de elaboração.


O segundo eixo é circulação, que envolve os programas CirculaDança e Dança em Palavras, ambos realizados durante a Bienal De Par Em Par 2010. O terceiro eixo é focado nos diálogos, onde se enquadram o Encontro Terceira Margem, cuja segunda edição acontece durante a Bienal De Par em Par 2010; o Pontão, cujas ações terão início em 2011; e a Conexão Cabo Verde,  realizada em janeiro de 2010 em parceria que segue para o próximo ano.

Na Bienal De Par Em Par 2010 

Dois programas vão marcar a Bienal Internacional de Dança do Ceará/De Par Em Par 2010: o CirculaDança e o Encontro Terceira Margem

CirculaDança 

O CirculaDança é um programa de circulação e interiorização pelo estado do Ceará de espetáculos, residências de criação e oficinas, que nesta edição, além de Fortaleza, inclui oito municípios: Itapipoca, Guaiúba, Paracuru, Sobral, Limoeiro do Norte, Crato, Nova Olinda e Juazeiro do Norte.

De 10 a 12 de outubro, a carioca Lia Rodrigues, este ano comemorando 20 de sua companhia de dança, faz residência em Itapipoca para bailarinos e criadores do Vale do Curu. Na sequência, de 13 a 16, a atividade acontece em Paracuru, focada em trabalhos de criação com a Paracuru Cia. de Dança, dirigida por Flávio Sampaio.

Maura Baiocchi e Taanteatro Companhia, de São Paulo, ministram a oficina Butoh – método Kazuo Ohno, em Itapipoca. Ela e Wolfgang Pannek lançam em Sobral o livro Tannteatro – Teatro Coreográfico de Tensões. Em Juazeiro do Norte haverá o debate Políticas de Circulação em Dança – Desafios e Perspectivas. 

O CirculaDança contará ainda com espetáculos e performances com a participação de nomes como Paracuru Cia. de Dança, Balé Baião, Ricardo Guilherme, Cia. Vidança, Aspásia Mariana, Alysson Amâncio Cia de Dança, Academia de Artes Vânia Dutra, Grupo N∞, entre outros. Em Guaiúba, Limoeiro do Norte e Fortaleza, o CirculaDança acontece em parceria com o BNB. 

2º Encontro Terceira Margem 

Diferente do que acontece na Bienal de Dança em seus anos oficiais, onde a circulação de trabalhos em formato de espetáculos é privilegiada, o Encontro Terceira Margem / Bienal De Par Em Par investe com mais ênfase na interface com outras linguagens, a exemplo das artes visuais e o audiovisual, assim como na área de formação, com a realização de oficinas, residências, palestras e seminários.

Tomar Lugar – Corpo e Performance é o tema do Encontro Terceira Margem, que acontecerá em Fortaleza. Visa desenvolver um campo de pesquisa e produção que explore a relação corpo/performance. Com este projeto, a Bienal amplia sua atuação em direção às artes do corpo, apostando nas potencialidades do campo da performance. O objetivo é ativar a dança em sua relação com outras linguagens, com a cidade, o “lugar”.

O 2º Encontro Terceira Margem contará com ações formativas que abrangem residências, oficinas, seminário, mesa-redonda, conferência, palestra, lançamento de livro e encontros. 

Na capital cearense, o português João Fiadeiro realiza uma série de ações de formação. A primeira é uma conferência, no auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, no dia 14 de outubro, sobre Introdução ao Método de Composição em Tempo Real: Anatomia de uma decisão. O coreógrafo segue no Alpendre – Casa de Arte, Pesquisa e Produção, de 15 a 22 de outubro, com a residência Composição em Tempo Real/Fortaleza, segunda habitação. No dia 23, no mesmo local, será feita uma apresentação pública do trabalho realizado ao longo da semana, com o tema Como Viver Junto

Três oficinas acontecerão ao longo do mês: Sugestões para uma cidade habitar um corpo, com o mineiro Vanilton Lakka; Respiradouro, com os cariocas Fernanda Eugênio e Gustavo Ciríaco; e Composição: estratégias de ação/Alarm floor – estratégias de composição, com o mineiro Marcos Canário/O Grivo

Dia 19 começa o Seminário Corpo, Performance e Biopolítica – Modos de vida e estéticas da existência, reunindo estudiosos e realizadores da área no auditório do Dragão do Mar. Dele participam, dia 19, Beatriz Furtado (CE), sobre A Performance e o Corpo-arquivo, e Felipe Ribeiro (RJ) que fala sobre Pensamentos sobre Forma, Força, e a Política da Hipérbole; no dia 20, Sylvio Gadelha (CE) sobre A capitalização biopolítica do corpo no neoliberalismo, e André Lage (SP) com o tema Fragmentos de experiências construídos a partir da estratégia de criação e modo de operação propostos pelo método de Composição em Tempo Real; dia 21, Thereza Rocha (RJ) sobre O que é isso: a  Dança conceitual?, e Maria Cristina Franco Ferraz (RJ), em palestra sobre Biopolítica e mulher-hormônio: cultura somática e invenção artística. Dia 22, todos se encontram em Mesa-Redonda mediada por Marcos Moraes (SP).  

Ainda na área de formação, o Encontro Terceira Margem recebe Eleonora Fabião, do Rio de Janeiro, que no final do mês profere a palestra Performance: modos de pertencer e criar mundo no SESC SENAC Iracema. Dois lançamentos de livros vão compor a programação: dia 21 Maria Cristina Franco Ferraz lança Homo deletabilis – corpo, percepção e esquecimento: do século XIX ao XXI (Rio de Janeiro: Garamond, 2010), e no dia 23 Maura Baiocchi e Wolfgang Pannek lançam Taanteatro – Teatro Coreográfico de Tensões (Azougue Editorial, 2007). Ambos acontecem no Espaço Mix do Centro Dragão do Mar. 

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A última semana de outubro será marcada pela ação Os Bons Encontros. Já uma tradição na Bienal de Dança, esses são momentos em que artistas convidados trocam ideias sobre as apresentações que realizaram na Bienal, além de refletirem sobre dança contemporânea. Nesta edição, o Passeio Público será o lugar de habitação dessa atividade. Antes disso, dia 22, no mesmo local, acontece um Encontro marcado com curadores do 2º Encontro Terceira Margem Felipe Ribeiro (RJ), Gustavo Ciríaco (RJ) e Enrico Rocha (CE). 

Também no Passeio Público, na última semana de outubro, haverá em dois momentos a ação Dança em Palavras. A primeira, O artista de cá encontra o artista de lá, será com Flávia Meireles (RJ) e Andrea Bardawil (CE), dia 25. Já dia 31, acontece o Piquenique com Lia Rodrigues (RJ).

 O QUE VER no CirculaDança e 2º Encontro Terceira Margem  

Com toda a programação gratuita, o público terá muito o que ver ao longo de todo o mês na Bienal Internacional de Dança do Ceará/De Par Em Par 2010, tanto no CirculaDança como no 2º Encontro Terceira Margem. Vão ser dias intensos com espetáculos, performances, intervenções urbanas, ocupações temporárias de espaços, imagens projetadas, mostra de vídeos, além da Mostra de Videodança Itaú Cultural, com uma conversa com Sônia Sobral, gerente do núcleo de Artes Cênicas da instituição. 

Ao longo de todo o mês de outubro CirculaDança/BNB apresenta os cearenses Cia dos Pés Grandes, Escola de Dança de Paracuru, Coletivo Cambada, Artelaria, Grupo N∞, Teatro Mimo, Alysson Amâncio Cia de Dança e Cia Vidança

No 2º Encontro Terceira Margem, artistas cearenses de diferentes linguagens vão habitar o Centro de Fortaleza, pelo período de um mês, com trabalhos que foram selecionados na Convocatória do Encontro. Oito deles vão fazer performances e intervenções urbanas: Júnior Pimenta, Alexandre Mourão, Mariana Smith, Joubert Arrais, Aspásia Mariana, Gerson Moreno, Leonardo Moura Mateus e Tomaz de Aquino. Três convidados do Encontro Terceira Margem farão ocupações: Solon Ribeiro, com O que te faz uma obra de arte?; Wellington Jr./Balbucio com Ternos; e o Coletivo Curto-Circuito, em Situacionautas – Inventando Situ-Ações Performativas e navegando por trajetórias entre signos no espaço público urbano (Homo Consumibilis)

Buscando novos modos de se relacionar com a cidade, as ações vão estar em diversos espaços, como Praça dos Leões, Passeio Público, Praça do Ferreira, bem como ruas e prédios. Como desafio lançado pela Curadoria, bailarinos, performers e artistas de distintas linguagens e diversas partes do Brasil (Ceará, Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro) e do mundo se colocarão a criar variações de suas pesquisas para lugares do Centro e também a inventar modos de ocupar o espaço urbano. A imprevisibilidade guiará os artistas, uma vez que alguns definirão o lugar e os percursos de apresentação de seus trabalhos em sua chegada a Fortaleza. 

As apresentações estarão também no Theatro José de Alencar, Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Teatro, Praça Verde e Museu de Arte Contemporânea – MAC e Espaço Mix), Alpendre, Museu do Ceará, Teatro das Marias, SESC SENAC Iracema e Centro de Referência do Professor

QUEM VEM 

Um dos maiores nomes da dança contemporânea do mundo estará pela primeira vez no Ceará. É a Trisha Brown Dance Company (TBDC), dos Estados Unidos, que comemora 40 anos de criação trazendo a Fortaleza uma série de peças que marcaram a história da dança e formas elaboradas na década de 70, denominados Early Works (Figure eight, Spanish Dance, Accumulation, Group Primary Accumulation, Sticks, La Chanteuse, Leaning Duet e Falling Duets). Estes trabalhos serão apresentados no dia 23, na Praça do Ferreira e no Museu de Arte Contemporânea/MAC do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. No mesmo dia, a TBDC leva para a Praça Verde do Dragão do Mar, Floor of the Forest. No dia seguinte, o palco é o Theatro José de Alencar, com três trabalhos do atual repertório da companhia, L’Amour au théâtre, You can see us e Foray Forêt. 

Da França, vem La Compagnie CCN Roubaix/Carolyn Carlson, que apresenta os espetáculos Mandala e Li no Theatro José de Alencar na noite da abertura oficial do Encontro, dia 14. Da Europa, vem também o suíço Yann Marussich. Dia 23, ele apresenta a performance Ex-Pression e, no dia seguinte, é a vez de Bleu Remix ser visto pelo público do MAC do Centro Dragão do Mar. 

A carioca Lia Rodrigues Cia. de Danças, em comemoração aos 20 anos da companhia, mostra espetáculos de repertório no Encontro Terceira Margem. Dia 28 apresenta Encarnado no Anfiteatro do Dragão do Mar; dia 29, Aquilo de que somos feitos, no Centro de Referência do Professor; dia 30 o espetáculo é Formas Breves, no SESC SENAC Iracema; e dia 31 volta ao Anfiteatro do Dragão do Mar com Pororoca

O 2º Encontro Terceira Margem recebe também Maura Baiocchi e Taanteatro Companhia (SP), com Dan – devir ancestral; Marcelo Evelin/demolition inc. + Núcleo do Dirceu (PI), com Mono; Elielson Pacheco/Núcleo do Dirceu (PI), com T.T.A. (Today – Tomorrow – Always); Ivani Santana (BA), com Res: você duchamp seu texto e eu; Flavia Meireles (RJ), com Sem nome, todos os usos e com Variação, este em colaboração com Astrid Takche de Toledo; Margô Assis/Eugênio Paccelli Horta (MG), com Desenho; Pizamiglio Pires Mouramateus (CE), com Cavalos; Micheline Torres (RJ), com Carne e Eu prometo, isso é político; Ricardo Marinelli (PR), com Eu tenho autorização da polícia para ficar pelado aqui; Michelle Moura (PR), com Cavalo e Big Bang Boom; Thembi Rosa + O Grivo + Rivane Neuenschwander (MG/BA), com Verdades inventadas e o Resultado da Residência de Marcos Canário/O Grivo. 

Recebe ainda os seguintes artistas, por meio do Programa Rumos ITAÚ CULTURAL Dança 2009/2010: Denise Stutz e Felipe Ribeiro (RJ), em Justo uma Imagem; Marcos Klann (SC), com O que antecede a Morte; e João Costa Lima (PE), com O outro do outro. 

O fim de três noites do Encontro Terceira Margem será com uma programação “Na Paralela”, intitulada Pro Dia Nascer Feliz, com performances, shows e danças tradicionais no Teatro das Marias. Outras atividades que também compõem o Encontro Terceira Margem são as caminhadas de Gustavo Ciríaco e Fernanda Eugênio (RJ), os mesmos da oficina Respiradouro. Mostra de vídeos e imagens projetadas também integram a programação da Bienal De Par Em Par

A Bienal Internacional de Dança do Ceará/De Par Em Par 2010 é apresentada pela Petrobras e BNDES, através da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal. Patrocínio: Oi, Banco do Nordeste do Brasil – BNB e Fundação Nacional de Artes – Funarte. Apoio cultural do Ministério da Cultura – MinC, Governo do Estado do Ceará através da Secretaria da Cultura – SECULT e Oi Futuro. 

SERVIÇO 

Bienal Internacional de Dança do Ceará/De Par Em Par 2010 – 2º Encontro Terceira Margem e CirculaDançaDe 1º de outubro a 10 de novembro em Fortaleza e oito cidades do interior. Info.: 85-3268.3034 | bienal@bienaldedanca.com | www.bienaldedanca.com. Toda a programação é GRATUITA.

Curso de Cinema Homenageia Walter Salles

 

Abertas no Espaço Unibanco de Cinema inscrições à 9ª edição do curso Mito, Cinema e Nunca Mais Fui o Mesmo Depois Daquele Encontro – ministrado por Ana Figueiredo – a ser realizado entre 16 de outubro e 12 de dezembro.

Nesta edição, o homenageado é o cineasta Walter Salles Jr. e seus filmes serão exibidos em cada etapa do curso.

Ao todo serão nove encontros, sempre aos sábados, das 10h às 13h30. 

Inscrições podem ser feitas através do telefone (11) 3266-5115 ou e-mail cursos@espacounibanco.com.br.

Espaço Unibanco de CinemaAnexoRua Augusta, 1470, São Paulo

“Esta Pintura Dispensa Flores”

Documentário de Luiz Carlos Lacerda no Festival do Rio

Hoje, dia 1º, às 19h, no Pavilhão do Festival do Rio (Centro Cultural da Ação da Cidadania) tem Sessão Especial do documentário Esta Pintura Dispensa Flores, do cineasta carioca Luiz Carlos Lacerda (“Leila Diniz” – 1987; “For All O Trampolin da Vitória” – 1997; “Viva Sapato!” – 2002), o Bigode, sobre Victor Arruda, pintor contemporâneo cuja obra é inspirada em pintores esquizofrênicos, no pintor norteamericano Robert Crumb, em Carlos Zéfiroartista que notabilizouse pelos famosos catecismos, HQs pornôs das décadas de 1950 e 1960 – e, em grafites de banheiros públicos masculinos.

O filme acompanha o trabalho criativo do artista, sua crítica ao comportamento e à ideologia da classe média. Sua obra pode ser encontrada nos acervos dos mais importantes museus brasileiros e coleções particulares nacionais e internacionais, apesar de suas exposições serem sempre proibidas para menores de 18 anos. Uma das características de sua pintura é o homoerotismo.

Esta Pintura Dispensa Flores (Brasil201042’Roteiro e direção: Luiz Carlos Lacerda Fotografia e câmera: Alisson Prodlik Edição: Allan Fontes e Paulo Revesz Musica original: Marcelo H. Produtora: Matinê Filmes

Onde: Pavilhão do Festival do RioCentro Cultural da Ação da CidadaniaRua Barão de Tefé, 75Zona Portuária Tel.: (21) 22337460 – HOJE, dia 1º, às 19h entrada franca

Valente Radiografa Maria

Uma dica de leitura para interessados em Teologia, terceiro livro de meu querido mano João Valente, que, aliás, está de viagem marcada ao Rio, onde vai ministrar palestra sobre o tema em congresso latino-americano:

LINK 1: http://clubedeautores.com.br/book/31168–RADIOGRAFIA_DE_MARIA ou

LINK 2: <http://agbook.com.br/book/31173–RADIOGRAFIA_DE_MARIA

Claudette Soares em Biografia Aplauso

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Imprensa Oficial As muitas histórias de Claudette Soares em livro da

 Imprensa Oficial

Claudette Soares foi personagem de vários movimentos importantes da música brasileira e mulher à frente de seu tempo. Agora sua história foi transformada em livro pela Coleção Aplauso, da Imprensa Oficial, com lançamento marcado para 6 de outubro (quarta-feira), às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo.
Claudette Soares fez parte de vários movimentos fundamentais na música brasileira. Fez sucesso no auge da era do baião (ganhou o título de Princesinha do Baião das mãos do mestre Luiz Gonzaga), em meados dos anos 50, na fase pré e no ápice da bossa nova. Foi ainda atuante no período dos festivais da canção, classificando-se diversas vezes entre as finalistas, e finalmente, já nos anos 70, celebrizou-se também como grande intérprete romântica, gravando Roberto Carlos num período em que ainda reinavam preconceito e patrulhamento entre as turmas das músicas ditas “bregas” e “chiques”. Tudo isso está relatado pelo jornalista, produtor e pesquisador musical Rodrigo Faour no livro “A bossa sexy e romântica de Claudette Soares”, da Coleção Aplauso, com 280 páginas e fartamente ilustrado. Editado pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, será lançado em São Paulo na quarta, dia 6, a partir das 18h30, na Loja de Artes da Livraria Cultura, em São Paulo – Av. Paulista, 2.073.

Claudette começou sua carreira aos 11 anos como cantora mirim, no “Programa do Guri”, comandado por Silveira Lima, na Rádio Mauá. Passou por outros programas de calouros, enfrentando a oposição da mãe, que não queria que ela levasse a carreira de artista tão a sério, até conquistar os microfones das rádios Nacional, Tupi e Tamoio, onde integrou o elenco do famoso programa Salve o Baião.

Mulher à frente de seu tempo, não queria casar e ter filhos como as outras mulheres de sua idade. Mesmo assim, ela fazia o marketing contrário, conforme atestam as revistas da época: “Com quarenta e um quilos de talento, Claudette Soares olha pro repórter e diz: ‘Sucesso que é bom, agrada. Mas toda mulher precisa casar!’”. Ou, ainda: “Claudette Soares: ‘Só serei eternamente feliz quando casar e tiver filhos’”. Assim, tornava menor a pressão. Mas gravava músicas com letras ousadas e acumulou romances com diversos rapazes, inclusive grandes músicos, como o polêmico affair com o pianista Walter Wanderley, casado na época com a cantora Isaurinha Garcia. O casamento chegou quando ela já estava com 37 anos, em 1971. Ela se apaixonou por Julio César, organista de sua banda, 15 anos mais novo.

Faour contextualiza também os bastidores efervescentes da música brasileira nas décadas de 1950 e 60, e sublinha o conselho do jornalista e compositor Ronaldo Bôscoli a Claudette, incentivando-a a trocar a Cidade Maravilhosa pela Terra da Garoa: “Aqui no Rio você será mais uma cantora de bossa nova, igual a todas as outras. Em São Paulo, um dia você poderá contar a sua história”. O empurrão definitivo foi dado por Pedrinho Mattar, num telefonema: “Tô tocando na Baiuca, você vem?”. Acabou formando com o trio de Pedrinho uma parceria marcante na noite paulistana dos anos 60, atuando nas principais boates da cidade, como Baiúca, Claridge e especialmente no Juão Sebastião Bar, onde, devido à sua baixa estatura, cantava sentada em cima do piano para que toda a plateia pudesse vê-la melhor. Acabou sendo uma de suas marcas a bordo de sucessos como “Primavera”, de Carlos Lyra e Vinicius de Moraes.

Sobrevivente da Era do Rádio, Claudette Soares fez sucesso na era da canção moderna e teve a chance de lançar ou ajudar a popularizar músicos como César Camargo Mariano – que estreou num disco seu, em 1963 – e compositores como Gonzaguinha e Taiguara, além de ter participado do primeiro disco de Eumir Deodato como arranjador. Foi a única cantora a dividir LPs com o ícone da música sofisticada brasileira, Dick Farney, e a primeira a gravar um disco-tributo aos iniciantes Chico, Caetano e Gil, em 1968. Graças aos moderníssimos arranjos de Antonio Adolfo, César Camargo, José Briamonte, Rogério Duprat e Roberto Menescal, e as composições de Jorge Ben Jor, Marcos Valle, Adolfo, Chico, Menescal e tantos outros craques, pôde colocar sua voz macia a bordo de uma “bossa sexy” ímpar, criando um dos trabalhos mais sensuais dentre as cantoras do movimento bossanovista.

O livro relata ainda a fase em que Claudette se afastou do meio artístico, durante 14 anos, a partir de 1977, por várias razões, principalmente não fazer concessões e ter de se sujeitar a cantar ou gravar canções que não fizessem parte de seu estilo, apenas por pressão da indústria e dos novos modismos. A volta aos palcos aconteceu em 1991, no show “Nova leitura” e culminou também na sua separação de Júlio César. A partir de então, recuperou o tempo perdido, em sucessivos projetos e gravações. A parte final do livro é reservada a uma espécie de ping-pong, em que conta suas preferências e gostos pessoais, revelando seu gênio forte e também um senso de humor muito particular, ácido e franco. Amigos e colegas de profissão, como Erasmo Carlos, Marcos Valle, Gilberto Gil, Aldir Blanc, César Camargo Mariano, Agildo Ribeiro e Beth Carvalho, entre muitos outros, dão depoimentos sobre a cantora. Também há uma discografia minuciosa, incluindo as participações em discos de outros intérpretes, capas originais e todos os autores que gravou.

São Carlos Sedia Festival CONTATO

Festival promove no interior paulista sessões de filmes em 3D, ao ar livre e com temas eróticos
A 4ª edição do CONTATO – Festival Multimídia de Rádio, TV, Cinema e Arte Eletrônica, promovido pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), realiza programação especial para atrair cinéfilos e um público diverso. Os interessados poderão curtir desde filmes clássicos em 3D, madrugada com filmes eróticos, até exibições ao ar livre no centro de São Carlos, localizada a 235 km da capital paulista.

Hoje, o CONTATO ocupa Água Vermelha, distrito de São Carlos, com a atividade Vaudevile do Século XXI: Água Vermelha em Contato com a Terceira Dimensão, que busca valorizar a cultura do interior paulista com filmes em 3D (estereoscópicos). A sessão especial é destinada a todo o público interessado, inclusive para pessoas que não moram no distrito.
Durante a atividade serão exibidos três filmes: o curta-metragem “Monstro da Lagoa (Remix)”, produzido por alunos da Escola Estadual Adail Malmegrim Gonçalves, de Água Vermelha; a animação “Trabalhando por Amendoins”, realizada pela Walt Disney, protagonizada pelos esquilos Tico e Teco; e o grande suspense de Alfred Hitchcock, Disque M Para Matar, de 1954.
Para curtir a atração, serão distribuídos óculos 3D para o público. Em Água Vermelha, a exibição será realizada na Praça Romão Felipe Andreotti, na rua Bela Cintra s/n.
Já no dia 8, às 23h30, o CONTATO ocupa o Cine São Carlos com a atividade Noitão Erótico, que exibe três filmes durante a madrugada: o brasileiro “Fluidos”, com direção de Alexandre Carvalho; “9 Canções”, do Reino Unido, com direção de Michael Winterbottom; e o filme norte-americano “Shortbus”, de John Cameron Mitchell. O Cine São Carlos fica na rua Major José Inácio, 2.154, no Centro de São Carlos.
Além disso, dias 9, 10 e 11 de outubro, o CONTATO exibirá curtas ao ar livre durante os intervalos dos shows musicais na Praça Coronel Salles, no centro da cidade. Entre os curtas estão “Antes do Sangue”, do Ceará; “Verão”, de São Paulo; “Brincando de Gente Grande”, de São Paulo; e “Coreografia do avesso”, do Amazonas.

O 4º CONTATO, promovido pela UFSCar e diversos parceiros, oferecerá em outubro atividades gratuitas para todas as idades como shows, debates, atividades infantis, mostras de arte eletrônica, oficinas e diversas outras atividades de estímulo à criatividade e à vivência artística. Informações completas: http://www.contato.ufscar.br.

Escolas Melhoram Aulas com recursos audiovisuais

Filmes, músicas e performances teatrais objetivam tornar matérias mais interessantes

* Aqui, abordamos situação hoje observada em escolas públicas do Rio de Janeiro… é  tão interessante que nós gostaríamos que a moda pegasse…

Avesso à leitura dos livros propostos em sala de aula, o estudante Matheus de Oliveira, de 16 anos, aluno do segundo ano do Ensino Médio, na capital carioca,praticamente devorou A morte e a morte de Quincas Berro D’água, do escritor baiano Jorge Amado. Essa mudança no entanto, só ocorreu quando, na aula de Literatura, a professora resolveu levar os alunos ao cinema para a assistir ao longa Quincas Berro D’água, adaptação cinematográfica da obra estudada em sala de aula.

Foto: Divulgação
Filmes e músicas tornam matérias mais interessantes para os alunos 

“Foi completamente diferente de ler o livro. O filme é engraçado e a gente nem sente o tempo passar. Depois de ver o filme, foi muito mais legal ler o livro”, sentencia Matheus.

A utilização de recursos audiovisuais e até mesmo tetrais para incrementar as aulas dos Ensinos Fundamental e Médio, além de cursos pré-vestibulares, é uma ferramenta a mais no processo de aprendizagem. E que costuma dar bons resultados. Aluna do quarto ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Abeilard Feijó, na Ilha do Governador, Julia Rangel, de 10 anos, achou muito mais interessantes as aulas de Ciências, que abordavam o tema Meio Ambiente, depois que assistiu, junto aos colegas, ao filme 2012.

“Aprendi que precisamos cuidar bem do planeta, não desperdiçar água, senão o que aconteceu no filme pode acontecer de verdade”, disse.

Psicopedagoga e coordenadora Pedagógica do Centro Educacional Lagoa (CEL), Isabella Figueiredo da Cunha afirma que é preciso utilizar recursos diferentes para tornar a aula mais eficiente e, ao mesmo tempo, divertida.

“Os alunos vivem num mundo em que a imagem tem um poder de atração muito grande. Unir consistência de conteúdo e estratégias que instigam a curiosidade e a atenção dos alunos, para que a aula não se torne meramente um show, além de pouco significativa  quanto à aprendizagem, é um desafio. As aulas que utilizam recursos da mídia trazem uma realidade viva para dentro do espaço da sala de aula, favorecendo a compreensão e a consolidação da aprendizagem”, explica.

Para motivar ainda mais os alunos em ano de vestibular, o próprio CEL criou o projeto Encontros, onde dois professores de História e Geografia aparecem utilizando figurinos de personagens da época a ser abordada durante as aulas especiais, que podem ser ainda acompanhadas por canções ao violão, com composições relacionadas ao tema. Tudo isso para fazer com que um universo, que pode parecer distante para o aluno, se aproxime mais de seu dia-a-dia.

Na Escola Estadual Mario de Andrade, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, os alunos, além de utilizarem estas ferramentas em sala de aula, também podem aproveitar em casa. É que a biblioteca da escola possui um sistema de empréstimo de DVDs para os alunos, que além de terem acesso às grandes obras da literatura, também podem assistir a clássicos do cinema, como Fale com Ela, do cineasta espanhol Pedro Almodóvar e Gladiador, do americano Ridley Scott.

No Sistema Elite de Ensino, colégio que possui unidades em vários bairros da Zona Norte do Rio, além da Baixada Fluminense, a mistura de cinema e aula deu tão certo que se transformou num projeto paralelo, onde os alunos realizam seus próprios curtas-metragens, com duração de 1 minuto, baseados nas matérias do currículo escolar. Coordenador do projeto, o professor Carlos Morais conta que, anualmente, chegam a ser produzidos mais de 100 curtas, que levam cerca de um mês para ficarem prontos.

“Os temas são propostos para se trabalhar em sala e possuem vinculação direta com as matérias de Filosofia, Geografia, Sociologia, onde são os próprios professores que os elaboram. Além disso, o trabalho também vale nota para as disciplinas”, explica.

Segundo Morais, o cinema tem o poder de criar um olhar crítico, além de ser formador de opiniões. Com isso, o aluno é colocado como cinesta e, como tal, deve ter a ideia da responsabilidade da sua posição perante o espectador. O professor também explica que, para  se produzir um filme de um minuto com fundamento, emitindo efetivamente uma mensagem, o estudante deve ter conhecimento do assunto abordado e, para isso, é necessário que se aprofunde no tema, adquirindo maior conhecimento sobre a matéria.

Para a pedagoga Marcia Soares, essa dinâmica filme + livro ou filme + aula rendem um novo universo ao aluno, estimulando outros tipos de percepções. De acordo com a pedagoga, o fato de um aluno não precisar imaginar o cenário onde se passa a ação ou o rosto dos personagens, em um filme, não tira dele a capacidade de se encantar por um livro. Pelo contrário.

“Assistir a uma obra adaptada da literatura para as telas pode fazer com que o aluno queira seguir o caminho inverso, ou seja, ler o livro antes dele parar no cinema, até para comparar se o que ele leu é parecido com aquilo que ele vai ver. E descobrir estas semelhanças e até mesmo diferenças pode ser um ótimo exercício”, analisa.

Além de tornar as aulas mais divertidas e lúdicas, este tipo de metodologia pode até mesmo gerar novos profissionais para a área do audiovisual, como explica Morais: “Temos ex-alunos que hoje estão caminhando para se tornar grandes profissionais, e alguns estagiando conosco”, finaliza.

* Texto de ANGÉLICA PAULO

Grandes Sucessos do Cinema Brasileiro em Debate

Arrasa Quarteirão Brasileiro – Os Maiores Sucessos de Público de Todos os Tempos

Este o tema do encontro A Fórmula do Blockbuster – como conquistar o público, com a participação de Marco Aurélio Marcondes, Diler Trindade e Pedro Rovai que, irão sentar-se à mesa com Gustavo Dahl no próximo domingo, dia 3, às 18h, na Sala de Cinema da Gamboa, na sede do Festival do Rio, com entrada franca.

O encontro tem como tema a edição nº 52 da revistaFilme Cultura’ – que voltou a circular trimestralmente em abril deste ano, iniciativa do Instituto Herbert Levy, com patrocínio da Petrobras.

Na edição nº 52cuja capa traz o títuloArrasa Quarteirão – os filmes brasileiros que todo mundo viu’ -, destacamse uma entrevista exclusiva com Daniel Filho – a versão integral estará disponível no site da revista no domingo -, uma tabela com todos os filmes brasileiros que fizeram mais de 1 milhão de espectadores desde a década de 70, um perfil de Roberto Farias, além de artigos da equipe fixa de colaboradores: Marcelo Cajueiro, João Carlos Rodrigues, Carlos Alberto Mattos, Daniel Caetano, Joana Nin; e um editorialartigo de Gustavo Dahl.

Também colaboraram para a edição Luciana Corrêa de Araújo, João Luiz Vieira, Rafael de Luna Freire, Alfredo Sternheim, Susana Schild, André Piero Gatti, Ruy Gardnier, Jorge Vasconcellos, Luíz Alberto Rocha Melo e Caio Cesaro. Na coluna ‘E Agora?’, a edição traz Vladimir Carvalho e Paulo Sacramento. No encontro serão distribuidos 300 exemplares da revista.

Além do lançamento da nova edição, os presentes terão a oportunidade única de adquirir a versão impressa facsimilar, em cinco volumes, das quase 4.000 páginas de ‘Filme Cultura’ – publicadas entre 1966 e 1988 – que reproduzem fielmente as edições 1 a 48 e mais duas especiais internacionaisFestival de Cannes e Festival de Berlim.

Nestes volumes, encontra-se a crônica do cinema brasileiro e de aspectos importantes do cinema internacional no período. Em suas páginas, textos hoje considerado clássicos de Jean-Claude Bernardet, Sérgio Augusto, Antonio Moniz Vianna, Ismail Xavier, Inácio Araújo, João Luiz Vieira, Rogério Sganzerla e Jairo Ferreira, entre muitos outros nomes de peso.

Entre seus editores, a Filme Cultura contou com Ely Azeredo, Flávio Tambellini, David Neves, José Carlos Avellar, Cláudio Bojunga e João Carlos Rodrigues.

Seu conteúdo abrangia críticas de filmes, ensaios, pesquisas, entrevistas, perfis, catalogação de diretores brasileiros e estrangeiros, bem como artigos sobre técnica, produção, mercado, festivais e premiações. Há também um precioso material iconográfico sobre a história do cinema brasileiro, fundamental para cinéfilos, pesquisadores e estudantes.

No dia do encontro a coleção estará a venda pelo preço promocional de R$ 50custa R$ 100 -, nas principais livrarias do país

* Informações de Carlos Alberto Mattos

Site: http://www.filmecultura.org.br.

Acesse: http://carmattos.wordpress.com / https://twitter.com/carmattos

Tribo do Teatro / Ano 1
  

Hoje, sexta, 1º de outubro, o ator Sérgio Fonta comanda mais um TRIBO DO TEATRO na Roquette-Pinto FM (94,1) ou pelo site 94fm.rj.gov.br

(também podemos ser ouvidos em qualquer outro horário, durante a semana, acessando o site da emissora). 

ATENÇÃO: a partir desta semana, com o término da campanha política, voltamos ao nosso horário habitual, às 12h30m.Tudo, com detalhes, você ouve nesta sexta na 94 FM.

 
 
* Entrevista:
 
Sérgio Fonta conversa com Paula Wenke, criadora da técnica de encenação “Teatro dos Sentidos” e que apresenta a peça Feliz ano novo. Nela os espectadores ficam de olhos vendados, “ouvindo e sentindo” o trabalho em igualdade de condições com os deficientes visuais, para quem o espetáculo é direcionado.
 
* Dica da semana:   Marina (CCBB, Teatro III).
    
* Dionysos também lê:  Hermilo Borba Filho – Teatro Selecionado (Ed. Funarte)
 
* Bastidores:  Homens gordos de saias , de Nicky Silver, em curta temporada no Espaço Gamboa.
 
 

* Na próxima semana entrevista com João Carlos Rabello, sobre a 7ª FITA, que está bombando em Angra dos Reis.

 
Contatos
 
Rádio Roquette-Pinto FM / Arte em Movimento / Tribo do Teatro (Av. Erasmo Braga, 118 / 11º)
 
Remessa de livros: Rua Paula Freitas 45 / 801  cep: 22040-010  Rio de Janeiro-RJ
 

Vá ao teatro ! 

Você precisa de teatro e o Teatro

precisa de você …

Ricardo Guilherme: Bravíssimo no RIO

O espetáculo Bravíssimo faz curtíssima temporada gratuita na CAIXA Cultural Rio de Janeiro até 3 de outubro, às 19h30. O espetáculo, escrito, dirigido e interpretado pelo ator e dramaturgo cearense Ricardo Guilherme, analisa arquétipos de identidade do povo brasileiro. 

A concepção cênica do espetáculo configura o discurso em duas visões opostas de perceber o Brasil: a que representa aqueles que menosprezam o Brasil; e a que se alia aos que acreditam na transfiguração do país.

 DivulgaçãoRicardo Ricardo Guilherme comemora 40 anos de carreira em temporada gratuita

HOJE, sexta, serão realizadas a palestra A Essência do Teatro Radical (das 13h às 15h), e a oficina O Ator e o Teatro Radical (das 15h às 17h), ambas ministradas por Ricardo Guilherme, no Teatro de Arena. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail producaocultural@czproducoes.com.br 

Ricardo Guilherme, um dos mais profícuos atores da cena teatral cearense, já circulou com outros espetáculos por Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e outras cidades brasileiras. No exterior, apresentou-se em Paris (França); Roma (Itália); Lisboa (Portugal); Madri (Espanha); Koln (Alemanha); Havana (Cuba); San José (Costa Rica) e Luanda (Angola). 

Bravíssimo tem texto, direção e atuação de Ricardo, e após muitas apresentações em Fortaleza e cidades cearenses, foi apresentada na CAIXA Cultural São Paulo, em julho. O ator, diretor e dramaturgo, nascido em Fortaleza, realizou mais de cem espetáculos em quarenta anos de atividade no Brasil e no exterior. Entre eles destacam-se a ópera “Bis” e “A Divina Comédia de Dante e Moacir”, ambas encenadas em São Paulo.

FICHA TÉCNICA:

Atuação, Direção e Dramaturgia: Ricardo Guilherme/ Assistente de Direção: Dryca Lima/ Iluminação: Cizo de Souza/ Programação gráfica: Karime Salomão/ Produção Executiva: Darihel Souza/ Assistente de Produção: Jukyara Felipe/ Coordenação de Produção: Erlon Bispo e Cizo de Souza/ Realização: Grupo Pesquisa/Teatro Radical (Fortaleza/CE)/ CZ Produções 

SERVIÇO: 

Espetáculo Bravíssimo

Datas: até 3 de outubro de 2010 

Horário: De quarta a domingo às 19h30 

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena 

Rua Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô: Estação Carioca) 

Informações: (21) 2544-4080 

Duração: 60 minutos

Bilheteria: de terça a domingo, de 10h às 20h 

Lotação máxima do teatro: 226 lugares (mais 04 para cadeirantes) 

Acesso para portadores de necessidades especiais. 

Ingressos: Grátis (retirar com uma hora de antecedência) 

Patrocínio: Caixa Econômica Federal