Arquivo do dia: 13/10/2010

Público Garante Mais Cópias para Tropa de Elite

O filme Tropa de Elite 2 foi visto por mais 2,260 milhões de espectadores no feriado prolongado de 12 de outubro

Os atores Irandhir Santos, Maria Ribeiro e Wagner Moura em cena de "Tropa de Elite 2"
Irandhir Santos, Maria Ribeiro e Wagner Moura em Tropa de Elite 2

A bilheteria total para os cinco primeiros dias chega a R$ 22,8 milhões.

Mais 40 cópias do filme foram feitas e devem reforçar o número de salas de exibição do longa nos próximos dias. Para dar conta da demanda, vários exibidores programaram sessões extras à meia-noite na segunda e na terça-feira.

Com a atualização dos números, Tropa de Elite 2, de José Padilha,  ultrapassou o público do fim de semana de estreia de Homem Aranha e é a quarta maior abertura da década em número de ingressos vendidos. VIVAAAAAAAAA !!!

VAMOS AO CINEMA !

VideoFilmes Lança Moscou em DVD

Eduardo Coutinho registra exercícios do Grupo Galpão

                                                  

Em Moscou, Eduardo Coutinho acompanha o mineiro Grupo Galpão, dirigido por Enrique Diaz, durante ensaios da peça As Três Irmãs, texto do dramaturgo russo Anton Tchekhov, por três semanas. Ao propor a idéia ao Galpãoos atores só saberiam qual o texto no primeiro dia de filmagemCoutinho deixou claro que o interesse maior era a experiência do processo e não o resultado final,  importando mais a construção, o caminho – embora nunca explicitado -, do que a chegada.  


As Três Irmãs conta a história de Olga, Macha e Irina que, sem perspectivas com a vida levada na província, sonham em voltar para Moscou. O filme é composto de fragmentos dos workshops, improvisações e ensaios de uma peça que nem estrearia.

Moscou (Brasil/Rússia – 2008/2010 – 78’) Direção: Eduardo Coutinho DVD: Menu interativo Seleção de cenas Seleção de legendas Áudio: Dolby Digital (2.0) Idioma: português Legendas: inglês, espanhol e francês

Extras: Viewpoints – Workshops – Morte de Vanda – Reuniões

Distribuição: Videofilmes

Adivinhar o pintor para compreender a imagem…

 

Aos Pés – O Curta 

                                                       Por Luiz Rosemberg Filho 

 

 * Publicamos esta crônica na certeza de ser este texto do cineasta-jornalista Luiz Rosemberg Filho dos melhores já escritos sobre um curta-metragem, no qual o escritor flagrou, com esmerada sensibilidade, toda a poesia imagética de Zeca Brito. Esta crônica nós gostaríamos  de ter assinado. Aproveitem !

“Afirmamos que el porvenir del arte cinematográfico es la negación de su presente.”
Dziga Vertov 

Quando as coisas no cinema experimental fazem sentido imediato, perdem a motivação poética. Tornam-se televisivas, e pode-se até duvidar de sua sinceridade. Tirando Adyós General, Viva a Morte, Ilha das Flores, Anhay de las Missiones, O Guri e, agora, do mesmo autor, o delicadíssimo curta Aos Pés – vi como o cinema de Porto Alegre deixa muito a desejar. É o tal do cinema conveniente a TV, mas não a ousadia, a poesia e ao sonho. Menos ainda a transgressão do filme como uma simples mercadoria para o mercado das nossas tantas aberrações. Pode até ter audiência na TV, mas compromisso algum com as saliências necessárias a paixão pela criação.

Claro que os “entendidos”, ou os que se acham como tal, defendem sempre o feijão com arroz da mesmice, pois se afirmam justamente aí, na defesa da repetição. Pensam: – Imaginação para quê? Ora, José Teixeira Brito, o Zeca para os mais íntimos, felizmente não é ainda um autor pronto, velho e acabado. E por isso mesmo se permite ousar! Dá clareza à sua vontade como imagem. Imagens complexas para um pequeno-grande filme de amor. Senti-me purificado ao ver o seu último trabalho. Compartilho da sua ousadia, das suas imagens e dos diálogos bem escritos e falados por Carla Cassapo e Leonardo Machado. Falam do que sabem expor com maestria. Sabendo dar ao enquadramento delicado e difícil, um diálogo moderno, nervoso e profundo. Ela e ele conversam entre ovos sendo fritos, frutas, uma estátua, uma janela, a cidade, as garrafas floridas no chão e a cama.

Ela, uma jovem artista. Ele, um homem com qualidades e defeitos. Como não se vê nunca o rosto de ninguém, a metáfora serve para todos, pois temos ainda qualidades anônimas e dolorosas, reveladas ou não. E então pés coloridos de pessoas sobre um espaço branco que vai sendo alterado. Pés de uma estátua. O pé de uma semi-deusa… E atrás da imagem o olhar reservado aos pintores e artistas. Não por acaso o filme começa com uma homenagem musical às artes plásticas, com a cor se fazendo por múltiplos movimentos de rompimento com a normalidade.

Entre ele e ela, o acaso do encontro na cidade em movimento. Fazem confidências sentados ao pé da estátua, limpando os próprios pés. Se aproximam, se comem e se afastam. Um delicado curta metragem que se faz e se comunica pela voz e pelos pés. E longe das lamentações televisivas infindáveis, a promiscuidade salutar de encontros e conversas “avec de jeune-filles moderns!” Como bem dizia o mestre Oswald de Andrade: “Ela esfregou o giz no taco e sussurrou: – Eu sou a solitária!” Deixando de ser entre o sapateado flamenco e a cama entre garrafas e flores coloridas.

Zeca quer dar incertezas aos donos da verdade, mergulhando no movimento que não explica imagem alguma. Só os corpos e as palavras se movimentam. Mas… o rosto ausente não seria uma metáfora do rosto de todos nós? Tem sim um salto qualitativo de O Guri em acabamento, para Aos Pés. Não deixando de ser um delicado exercício entre Tchekov, Godard e Greenaway. E, longe de ser um trabalho pesado, é um doce curta sobre encontros e desencontros amorosos. Quase uma dança sem coreografia alguma. E a ruptura se processa no diálogo entre Carla e Leonardo. Ou seja, longe de banalizar a experimentação, Zeca faz com seus dois personagens masculino e feminino o mais rico e radical filme anti-televisão, pois o fetiche dos “astros” e “estrelas”, está descartado. Justamente por isso trabalha com dois grandes e jovens atores, que não precisam aparecer. No fim, quando o movimento da cidade se faz presente, ela e todos estão ao contrário de cabeça para baixo, sendo na verdade uma anti-imagem. Uma anti-lógica.

Na concepção de Zeca Brito, o comum e o vulgar não servem como essência para nada. E menos ainda para a construção de uma imagem, pois isso faz a TV na sua permanente espetacularização tanto da mercadoria como do horror. O jovem realizador é o mais talentoso discípulo do cinema experimental, fazendo do talento real de dois jovens atores, um diálogo renovador do comum lado da vida de encontros e desencontros. Naturalmente que os “entendidos” vão se fixar no hermetismo como defesa indigna de uma lógica codificada para o que se vê normalmente. Aos Pés passa ao longe e vai além. É um rigoroso trabalho além de todo e qualquer preconceito imediatista.

Pode até não ser um filme fácil. Mas mesmo isso tem pouca importância. O trabalho belíssimamente vivido, fotografado e montado quer suas contradições vagando entre encantamentos, vagabundagens e grandezas. É um não-acordo com a pobreza do cinema que se faz hoje entre nós. Aos Pés quer esmiuçar encontros, acasos, instantes, movimentos, olhares e desencontros. E uma coisa é certa: é um trabalho seríssimo, que não foi feito e vivido para apaziguar contradições ligadas ao “cinema” para o bem-estar do mercado. A sua substância é o afeto e suas muitas contradições.

Zeca opta só por filmar o corpo em movimento numa rica experiência de cores e espaços. E para bem caracterizar o movimento nas grandes cidades, as cabeças estão cortadas, podendo ser qualquer um de nós. Filme singular de imagens estranhas. É uma espécie de anti-documentário à procura de uma ficção humana, terna e poética. Mas talvez o afeto seja isso quando verdadeiro: a fluidez da docilidade numa valorização lingüística do discurso amoroso. Então uma vez mais a dança flamenca, a excitação, a imaginação livre e por fim a cama. É a visão poética-radical do realizador, mais a voz sedutora do casal, a nos recolocar no mundo real com as nossas próprias imagens pensadas. É evidente pensar na ação de estranhamento provocada na imaginação condicionada do espectador. Espectador sempre trabalhado para não pensar. De Hollywood à TV, passando pelo cinema. Enfim, é o cinema-provocação de José Teixeira Brito.

Frente à brutalização de uma luta que não se renova nunca no país e no cinema, os devaneios de um talento jovem em formação, dando substância às tantas impurezas do olhar. Fazendo do ato do ver, sonhos que não se explicam com facilidade. Como sabiamente diz Bachelard: “O que se bebe no sonho é uma marca infalível para designar o sonhador.” Zeca e toda sua equipe nos estimulam “a adivinhar o pintor para compreender a imagem.” Então que cada um se permita superar os seus clichês enraizados na alma, e vagar no infinito profundo da imaginação com os seus próprios pés.

Adriana Calcanhotto em Show Gratuito

A Universidade do Estado do Rio de Janeiro aproveita o mês das crianças para receber em seu palco a cantora Adriana Partimpim com o espetáculo Dois é Show. O evento, que faz parte das comemorações de 60 anos da instituição, acontece dia 19 de outubro, terça-feira, às 19h30, no Teatro Odylo Costa, filho com entrada franca.

Recentemente premiada no 21º Prêmio da Música Brasileira, na categoria Disco Infantil, pelo CD Partimpim 2, Adriana Calcanhotto possui relevante carreira na música popular brasileira, tendo lançado seu primeiro trabalho, Enguiço, em 1990. Sua incursão no universo infantil se deu em 2004, em CD intitulado com seu pseudônimo, oriundo de um apelido de criança.

O espetáculo é caracterizado por sua fluência teatral, integrando cenário, músicos e instrumentos numa grande brincadeira que promete divertir crianças e adultos. Os ingressos começaram a ser distribuídos dia 7. O show é promovido pela Comissão UERJ 60 anos e pelo Departamento Cultural da Sub-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade.

Comissão UERJ 60 anos e DECULT/SR-3/UERJ apresentam: Dois é Show com ADRIANA PARTIMPIM  Local: Teatro Odylo Costa, filho Rua São Francisco Xavier, 524 – Maracanã  Tel.: (21) 2334-0048  Data: 19 de outubro , terça Horário: 19h30  ENTRADA FRANCA

Distribuição de ingressos:

Dias 7, 8 e 13 de outubro – de 18h às 20h De 14 a 19 de outubro – de 14h às 16h

Comunidade Interna: 80 convites por dia, máximo de 2 convites por pessoa, mediante apresentação de contra-cheque ou identidade funcional ou RID e carteira escolar da criança.

Comunidade Externa: 20 convites por dia, máximo de 2 convites por pessoa, mediante apresentação da carteira escolar da criança.

Deu na Sônia Pinheiro…

* Reproduzindo notícia publicada sexta, 8 de outubro, na coluna da jornalista Sônia Pinheiro

TELONA

Depois de articular o júri da edição 6 do Festival de Cinema Latino-Americano de Canoa Quebrada (Curta Canoa), a jornalista & atriz Aurora Miranda Leão já tem convite para compor a comissão julgadora de outros dois festivais: em Goiânia e no Piauí.

 

Nestes festivais, Aurora lançará o novo livro -Ensaios de Cinema, coletânea reunindo alguns dos mais consistentes textos sobre a sétima arte- de seu pai, o crítico LG de Miranda Leão.

 

Patrocinado pelo edital Cultura da Gente, do Banco do Nordeste, o livro tem prefácio do jornalista Rubens Edwald Filho, e será lançado também no FestCine Natal, início de dezembro.

Casseta & Planeta: Hilários e Impagáveis !

Sensacional este sexteto que forma o Casseta & Planeta. Uma alegria reencontrá-los toda terça na tela da Globo. A cada programa, novos e inventivos quadros e personagens mais engraçados.

O que mais encanta é a capacidade de incorporar vários personagens com a mesma “verdade”, expressando extraordinária versatilidade: exímios atores sem jamais terem frequentado escola de interpretação.

Como qualidade de interpretação não é coisa comparável e sim apreciável, vamos apenas citar o nome de cada um e seus papéis principais, e mostrar a foto, para que você, leitor e telespectador do Casseta, possa identificar aqui o seu criador favorito:

Hubert – intérprete de Bete Bobeia e de Freud na paródia Pegassione

Hubert, também intérprete do Rei Roberto Carlos

Marcelo Madureira, que interpreta o assessor da Acarajete Love

Beto Silva – A  Acarajete Love, ao lado de Ivete Sangalo

Hélio de La Peña – a candidata Magrina Silva

Reinaldo, que vive o candidato Zé Careca

Cláudio Manoel – a candidata DilMandona

Os amigos sem os personagens: Cláudio Manoel, Reinaldo e Hélio de la Peña

De trás pra frente: Hélio, Cláudio Manoel, Reinaldo, Beto Silva, Hubert e Marcelo Madureira (com Cláudia Rodrigues) garantia de boas risadas !

O Cangaço do Cinema em Livro

Annablume Editora e Livraria Cultura

e Shopping Varanda Mall 

convidam para lançamento do livro 

 

   

Dia 13 de outubro, quarta-feira, às 19h30      

 
  
Av. Dom Luis, nº. 1010 – Meireles, Fortaleza

(85) 4008.0800

Trama de Gilberto Braga: Novo Recorde, agora na Tv Paga

Mesmo que para saber quem matou Odete Roitman baste digitar as palavras certas no Youtube, a novela Vale Tudo volta a se transformar em fenômeno depois que começou a ser exibida no canal pago Viva, semana passada.

A trama, que além da vilã vivida pela atriz Beatriz Segall tem uma galeria grande de personagens inesquecíveis –como Heleninha (Renata Sorrah), Maria de Fátima (Gloria Pires), Raquel (Regina Duarte) e Solange (Lídia Brondi)– entra quase diariamente para os trending topics, a lista de assuntos mais comentados do Twitter, quando está sendo exibida.

“Alguém aqui está revendo a novela ‘Vale Tudo’? Eu estou praticamente escravizado”, comenta um usuário do serviço de microblogging. “Isso sim vale a pena ver de novo!”, se empolga outra.

O detalhe é que o horário escolhido para a reprise é de madrugada, às 0h45. A trama também passa novamente ao meio-dia.

Lídia Brondi e Glória Pires: personagens marcantes em Vale Tudo

Diversos usuários afirmam que a novela tem sido responsável pelo “sono tardio”. “Minha insônia tem nome: ‘Vale Tudo’. Que novela sensacional”, afirma um. “Bom dia para quem assistiu ‘Vale Tudo’ até de madruga e não conseguiu acordar às 7h”, ironiza outro.

Consultado, o canal Viva diz que ainda não tem os números de audiência da novela.

Mesmo sem dados oficiais, muitos internautas têm certeza de que a novela caiu mesmo –novamente– nas graças do público.

“Pelos comentários aqui, a reprise de ‘Vale Tudo’ no canal Viva está dando mais ibope que o ‘Programa do Jô’ (Globo)”, diz um. “Acho que se ‘Vale Tudo’ passasse no horário das 21h ia ter mais audiência do que ‘Passione'”, aposta outro.

  Divulgação  
A atriz Beatriz Segall, que viveu a empresária Odete Roitman na novela "Vale Tudo", que está sendo reprisada no Viva
Beatriz Segall, a empresária Odete Roitman na novela Vale Tudo, que está sendo reprisada

SAUDOSISMO

Entre os comentários sobre a novela, há principalmente elogios ao texto da trama, que para eles continua atual.

“O discurso de Odete Roitman sobre o Brasil continua atual. A reprise de ‘Vale Tudo’ é uma utilidade pública”, afirma um internauta. “Assistindo o canal Viva a gente consegue perceber como se desaprendeu a fazer televisão”, concorda outro.

Parte dos internautas se diverte ainda relembrando o final dos anos 80, “tempo em que videocassete era modernidade e só o filho da Odete Roitman tinha”.

Renata Sorrah como a alcoólatra de Vale Tudo

“Vou comprar a trilha sonora de Vale Tudo em vinil só para criar um clima…”, diverte-se um rapaz no Twitter. Para outra usuária do site, “é muito engraçado ver os atores todos novinhos”. Enquanto isso, um terceiro se choca com uma cena em que a mocinha e seu amigo se preparavam para fumar um baseado. “Estranho ver isso, mas era 1988”, afirma.

Sempre do Contra

Voz dissonante na internet, o autor de novelas Aguinaldo Silva, que assinou o texto de Vale Tudo junto com Gilberto Braga e Leonor Bassères, comentou sobre a reprise da novela em seu blog. Para ele, “quem vive de passado é museu”.

“Novela é ótimo quando está no ar, mas quando termina acabou, é descartável, a gente trata de pensar em outra, e depois em outra e em mais outra…”, escreveu.

“Quem disse que vou pagar 36 mirréis por mês pra ver uma novela que eu mesmo escrevi? Por causa de Odete Roitman? Mas quem precisa de Odete Roitman quando já teve Perpétua, Altiva Pedreira, Maria Regina, Nazaré, e já tem programado pelo menos meia dúzia de outras?”, questiona o autor.

Gilberto Braga, o bam-bam-bam da telinha: criador das melhores telenovelas

Silva diz ainda que não fica chateado de o crédito principal de Vale Tudo ser atribuído a Gilberto Braga. “‘Vale Tudo’ foi uma ideia original de Gilberto Braga, e é natural que isso seja sempre reafirmado”, afirma.

Tropa de Elite: Quase 1 milhão e 300 mil espectadores

O filme Tropa de Elite 2 levou 1,295 milhão de espectadores aos cinemas no fim de semana de estreia, conforme dados divulgados pelo site especializado Filme B.

O número supera a projeção inicial de 1,25 milhão feita pelo FilmeB e pela Rentrak, que medem a audiência de cinemas.

Com o público total do primeiro fim de semana, o longa de José Padilha atinge a marca de quinta melhor estreia de um filme no Brasil, a melhor estreia entre filmes nacionais após a retomada.

A arrecadação da bilheteria, até domingo, somou R$ 13,9 milhões.

O desempenho de Tropa 2 supera o de outros blockbusters como “A Era do Gelo 3”, “Eclipse” e “O Código da Vinci”. Na década, a continuação da saga do capitão Nascimento só perde para os três “Homem-Aranha”, já lançados, e para “Lua Nova”, parte da franquia “Crepúsculo”.

  Bento Marzo/Divulgação  
O ator Wagner Moura, que volta a viver o Capitão Nascimento em "Tropa de Elite 2"; veja galeria de imagens do filme
Wagner Moura: Atuação marcante como o Capitão Nascimento nos dois Tropa de Elite