Arquivo do dia: 28/11/2010

Mais APLAUSO para Pixinguinha

 

 

Aruanda Começa dia 10

      

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Programção do concorrido festival paraibano terá 48 filmes para concorrer em quatro categorias: ficção, documentário, experimental e animação. O evento é promovido pelo Núcleo de Estudos, Pesquisa e Produção Audiovisual (Neppau), da UFPB.

“A produção aumentou significativamente e credito isso à facilidade de acesso às novas mídias, ao barateamento dos equipamentos e à criação de novos cursos de audiovisual em todo o país”, diz documentarista Bertrand Lira, coordenador do Neppau, do departamento de Mídias Digitais, responsável pelo festival.

O sexto Festival Aruanda do Audiovisual Universitário Brasileiro foi criado com o objetivo de fomentar, reconhecer e contemplar os novos talentos e futuros profissionais da área do audiovisual no circuito estadual, regional e nacional. O FestAruanda também coloca João Pessoa em destaque no circuito do cinema nacional. O festival tem patrocínio do MinC, BNB, Caixa Econômica Federal e Fundo Municipal de Cultura.

OS SELECIONADOS

Ficção:

“Los minutos, lãs horas”, de Janaina Marques Ribeiro (CE)
“Aviário”, de Daniel Favaretto (SP)
“Feliz aniversário”, de Fábio Souza (RJ)
“A distração de Ivan”, de Cavi Borges e Gustavo Mello (RJ)
“Cheirosa”, de Carlos Segundo (MG)
“Um par a outro”, de Cecília Engels (SP)
“O tempo das coisas”, de Jacqueline M. Souza e Marcos Flávio Hinke (PR)
“Bode Movie”, de Taciano Valério (PE)
“Senhoras”, Adriana Vasconcelos (DF)
“Operação Mamãe”, Marise Farias (RJ)
“Rua Mão Única”, André Gevaerd (SP)
“Feijão com arroz”, Daniela Marinho (DF)
“Vela ao crucificado”, Frederico Machado (MA)
“3.33”, de Sabrina Greve (SP)
“Nego fugidio”, de Cláudio Marques (BA)
“Semeador urbano”, de Cardes Amâncio (MG)
“Eu não sei andar de bicicleta”, de Diego Florentino (PR)
“Ensaio de cinema”, Allan Ribeiro (RJ)
“Um par”, de Lara Lima (SP)
“Made in Taiwan”, de Daniel Araújo (PB)
“Direita”, de Marcelo Quixaba Gonçalves (PB)
“Desassossego”, de Marco di Aurélio (PB)

Documentário

“Lapidar o bruto”, de Natália Queiroz (SP)
“É muita areia pro meu caminhãozinho”, de Ana Paula Guimarães e Eduvier Fuentes Fernández (SP)
“Último retrato”, de Abelardo de Carvalho (RJ)
“O som do tempo”, de Petrus Cariry (CE)
“O Divino”, de repente, de Fábio Yamaji (SP)
“Família Vidal”, de Diego Benevides (PB)
“Iolovitch: o azul de Brasília”, de Adriana de Andrade (DF)
“Contracorrente”, de Ismael Farias, Leandro Cunha e Paulo Roberto (PB)
“Menino artífice , de Ana Célia Gomes (PB)
“Retratos”, de Leo Tabosa e Rafael Negrão (PE)
“Oscar 07/02”, de João Krefer (PR)
“A minha amiga: um breve relato sobre nós”, de André Costa (PB)

Experimental

“1:21”, Adriana Câmara (PE)
“Nem dia, nem noite”, Roderick Steel (SP)
“Reciclando formas: a arte de Ana Christina”, de Laurita Caudas e Elisa Cabral (PB)
“Sintonize-se”, de Jonathas Falcão (PB)
“Bokeh”, de Breno César (PE)
“Relativamente inconsciente”, de Claudinei Foganholi (SP)
“Súbito”, de Breno César (PE)

Animação

“Quando as cores somem”, de Luciano Lagares (SP)
“Ser humano”, de Fernando Pinheiro (MG)
“O acaso e a borboleta”, de Tiago Américo e Fernanda Correa (PR)
“Bailarino e o bonde”, de Rogério Nunes (SP)
“O ciclo”, de Maurício Ramos Marques (PR)
“O retorno de Saturno”, de Lisandro Santos (RS)
“Uma estrela no quintal”, de Danielle Divardin (SP)

França Recriada na Guanabara

Responsável pelo argumento, roteiro e direção do filme Em louvor do Paraíso, Fernando Monteiro planeja recriar o Brasil de 1550 para contar a história da invasão francesa no Brasil. O fio condutor dessa empreitada é a missão liderada por Nicolas Durand de Villegagnon. Com apenas três embarcações, ele se aproveitou da fragilidade da proteção portuguesa no Brasil e invadiu a Baía de Guanabara para fundar a França Antártica no Rio de Janeiro.

Monteiro levou seis meses para escrever o roteiro, após pesquisa sobre Villegagnon, que o levou até à Europa para levantar informações no Instituto das Índias Ocidentais, em Sevilha, e na Ilha de Malta. Segundo ele, o navegador francês conseguiu apoio do rei Henrique II, mas decisivo foi o patrocínio dos protestantes franceses. Sem enfrentar resistência portuguesesa, o episódio da França Antártica dura quase três anos.

O filme vai contemplar parte dessa aventura, até o retorno de Villegagnon à França na tentativa de conseguir mais recursos para resolver problemas enfrentados na colônia. ´É quando os portugueses se aproveitam e expulsam os franceses`, observa Monteiro. (T.C.)

* Informações do Diário de Pernambuco

A Última Palavra é Ser Cigana…

 

Jornalista Aurora Miranda Leão assume cigana Carmem em belo roteiro de Júnior Caval, cujas filmagens aconteceram neste sábado e serão encerradas neste domingo, em Fortaleza.

Filme é trabalho de conclusão de curso da Especialização em Audiovisual 2 da UFC e reúne vários alunos: Lília Moema pilota Direção de Fotografia, Luziany responde pela produção com Alberto Martins, Cris Queiroz divide still com o próprio Júnior Caval, Aurora e Arthur Carvalho (promissor cineasta de Quixeré, em fase de produção de seu roteiro premiado pelo projeto Revelando os Brasis)… 

Curta A Última Palavra deve trazer boas surpresas, incluindo belo trunfo na área musical… aguarem outros posts…