Arquivo do mês: fevereiro 2011

Baile na Fundição Progresso Terá Melhores Marchinhas

Finalistas do Concurso Nacional de Marchinhas serão apresentadas em show com Eduardo Dussek, Soraya Ravenle e Serjão Loroza

Compositores do Rio, SP e Rio Grande do Norte Querem Prêmio João de Barro


Arranjos prontos, campanhas na rua, disco gravado e ensaios marcados: está começando a fase mais divertida do Concurso Nacional de Marchinhas da Fundição Progresso – Prêmio João de Barro, que promove baile de lançamento do CD  na próxima TERÇA 8 de fevereiro, na Parada da Lapa.

Será a primeira apresentação pública das músicas finalistas, que serão executadas pela Banda Fundição e interpretadas por seus autores ou cantores convidados. O projeto este ano tem patrocínio exclusivo da Petrobras e apoio da Globo Rio.
As dez músicas foram escolhidas pelo júri do concurso presidido pela historiadora e autora Rosa Maria Araújo e composto por personalidades como o jornalista e autor teatral Artur Xexéo, o artista plástico Xico Xaves, o cantor e compositor João Cavalcanti e o folião Ivo Medina. Nesta edição, o concurso recebeu 940 inscrições e bateu a marca de 5.000 músicas inscritas entre 2005 e 2010.

Cantor e compositor EDUARDO DUSSEK estará no baile da Fundição, terça que vem

O disco As Melhores Marchinhas do Carnaval 2011 – pode ser adquirido pelo site www.concursodemarchinhas.com.br, que traz, além das canções finalistas, a inédita “A Vida não tem Bis”, de Braguinha, interpretada por Soraya Ravenle. O pout-pourri de “Pirata da perna-de-pau” com Serjão Loroza, e “Gato na tuba”, com Soraya Ravenle, relembram alguns dos grandes sucessos do mestre, homenageado pelo projeto este ano. Coube a Eduardo Dussek dar vida à também inédita “Marchinha de Carnaval”, composta por ele e João Roberto Kelly, que se tornou o hino oficial do concurso.

Soraya Ravenle: uma das atrações no baile carnavalesco da Lapa

Os FINALISTAS (ouça músicas no site www.concursodemarchinhas.com.br)

Daniel Pereira  – “Avante companheiros”- Niterói, RJ

Darcy Maravilha e Sérgio Foleado –  “Mulher é bom demais” – Rio de Janeiro
Edu Krieger – “Nossa fantasia” – Rio de Janeiro, RJ

Gilberto e Tião Nascimento –  “Metrô pra Barra”- Rio de Janeiro, RJ

Sapo, Luizinho e Rato –  ”Pernilongo” – Valinhos, SP

Marcus Monteiro e Pedro Ivo Dutra – “Amigo Bipolar”- Rio de Janeiro, RJ

Otami de Oliveira Porpino-  “A Jabulani da Terezinha” (Natal – RN)

Pedro Holanda “Manda ela embora”.

Ricardo Moretti Tostes –  “Mulheres fruta”

Willow Chung e Tomás Ribas – “Pé na Jaca
Todas as marchinhas são executadas pela Banda Fundição e interpretadas pelos seus autores, pelo coro da banda ou cantores convidados.

 A Banda Fundição é formada por: Alfredo Del Penho, Clarice Magalhães, Lali Maia, Mariana Bernardes, Matias Correa e Pedro Paulo Malta, no coro; e Altair Martins (trompete), Jéferson Victorio (trompete), Fernando Jovem (trombone), Marcelo Bernardes (sax alto), Joana Queiroz (sax tenor), Domingos Teixeira (violão), Rodrigo Villa (contra-baixo), Cassius Theperson (bateria), Ignez Perdigão (caixa do divino), Sandro Salvador (surdo), além dos músicos convidados: Thiago Osório (tuba) e Márcio Hulk no cavaquinho.


O CONCURSO

Idealizado por Perfeito Fortuna, agitador cultural, ator e presidente da Fundição, o Concurso Nacional de Marchinhas da Fundição Progresso foi lançado em 2005. O projeto é considerado um marco na revitalização do carnaval de rua no Rio de Janeiro e no país. A partir de sua criação, mais de 5.000 composições foram inscritas na disputa, vindas de todos os estados brasileiros. Diversas cidades realizaram eventos semelhantes nos anos seguintes à criação do concurso da Fundição.

Nas edições anteriores, as marchinhas vencedoras do concurso foram: “Milagre do Viagra”, de Homero Ferreira, em 2006; “Pra Carmem” de Bete Bissoli, em 2007; “Volante e Cachaça não Combina”, de Mauro Diniz e Cláudio Jorge, em 2008; em 2009, “Bendita Baderna”, de Edu Krieger, foi a primeira colocada, e a vencedora em 2010 foi “Bom Dia”, de Renato Torres Lima.

A grande final acontece dia 20 de fevereiro, com baile na Fundição Progresso e votação interativa aberta para todo o país através do programa Fantástico, da TV Globo, que transmite ao vivo a disputa.

Serviço

Baile de lançamento do disco As melhores marchinhas do carnaval 2011 com Banda Fundição, finalistas, Soraya Ravenle e Eduardo Dussek

Dia 8 de fevereiro, às 20h

Parada da Lapa – Rua dos Arcos, s/n, Lapa

Ingresso: R$ 10,00 – com direito ao CD “As melhores marchinhas do carnaval 2011”

Informações – 2220 5070 / www.fundicaoprogresso.com.br

 

 

 

 

Nildo Parente, Um Adeus Emocionado e Emocionante

 

Conheci-o no final dos anos 60, ele belíssimo, chegado de Fortaleza e já fazendo teatro, nas mesas do La Gondola ,num jogo que consistia em lembrar o nome de atores secundários; de tecnicos de filmes principalmente americanos.E sempre ganhava! Os outros “jogadores” eram Fabiano Canosa (criador dos primeiros “cinemas de arte” no Brasil, que levou o Cinema brasileiro pra NY,onde passou a ser programador de um cinema cult no East Village e orientou Sonia Braga nos seus primeiros passos nos States);Napoleão Moniz Freyre e Renato Coutinho, ambos atores e tb amigos do Nildo.

Em 1969 ficamos amigos durante a preparação e filmagem do único filme que protagonizou – o hoje clássico Azyllo muito louco, do mestre Nelson Pereira dos Santos, filme naquela época incompreendido apesar de ter recebido no Festival de Cannes do ano seguinte o Prêmio Luis Buñuel da crítica, com a presença do diretor e dele.

Aqueles muitos meses de preparação no Rio, onde montamos atelier na Rua Paschoal Carlos Magno, em S.Teresa, comandado pelo diretor de arte Luiz Carlos Ripper, nos aproximou logo.Ripper aglutinava atores e equipe à sua volta para produzirem as bijouterias e objetos artesanais do filme.A chegada em Paraty foi triunfal.Nós tres fomos na frente.Nildo queria se deixar impregnar pela cidade que passou a frequentar através de outros filmes ali realizados ou qdo tinha tempo livre.Fez muitos amigos.

Frequentei quase todas as noites o espetáculo Hoje é dia de rock no Teatro Ipanema.Além dos amigos Nildo e Isabel Ribeiro,oriundos do filme em Paraty,o teatro virou point dos descolados de todas as áreas, atraídos pela ideologia hippie do texto de José Vicente e tb pela direção de Rubens Correia que imprimiu uma atmosfera de viagem lisérgica e comunhão ao espetáculo.

À partir do meu primeiro filme (Mãos vazias, 1970) sempre pude contar com o grande e disciplinado ator nos meus projetos (os longas O princípio do prazer e For All; o curta Acendedor de lampiões e como narrador do curta sobre nosso mestre,Nelson Filma); além de filmes que produzi para outros diretores e que o indiquei (Republica dos assassinos, de Miguel Faria Jr.; Ajuricaba, de Oswaldo Caldeira;entre outros).

Em 2009 assisti à cerimônia de entrega do Prêmio Especial pela sua carreira no For Rainbow Festival de Fortaleza – onde exibiram um audacioso curta em que atuava ao lado de Ney Matogrosso.Disciplinado, chegou mais cêdo do que todos, observando tudo, conferindo a qualidade do som, elogiando a cenografia transformadora do Cine São Luiz, na Praça do Ferreira, que frequentou durante sua juventude.Emocionado, recebeu o troféu das mãos de Verônica Guedes – diretora do Festival e autora da brilhante idéia da homenagem.

No meio do ano passado fui convidado pelo Canal Brasil , para minha surprêsa, a dirigir um documentário sobre Nildo para a série Retratos brasileiros.Ele já tinha tido o primeiro AVC, filmamos em sua pequena cobertura cercado de livros e de filmes, e parecia estar se recuperando bem.Foi uma tarde alegre onde relembramos nossa juventude, as aventuras e loucuras que vivemos juntos, e ele sorria, sentindo-se prestigiado e excitado com a lembrança de toda a sua vasta carreira no teatro; no cinema e na TV.

Mexia em fotos tiradas de caixas; irritava-se quando demorava a lembrar o nome de um espetáculo ou de um autor.

Quando enviei-lhe o DVD pronto, telefonou-me, satisfeito e agradecido.

A última vez que nos vimos foi no aniversário da empresária Yvone Kassú, no La Fiorentina, point do teatro e do cinema desde os anos 60.Elegante como sempre, com seu característico e iluminado sorriso, beijou-me com o cumprimento que marcou nossos encontros. Hy, By God ! e eu respondia, Hy, Teremp Donil .

Lembrar do Nildo é lembrar da atriz  Thais Moniz Portinho e de Fabiano Canosa – seus melhores amigos; inseparáveis companheiros de muitos anos dos 75 que Nildo viveu – agora mais órfãos do que todos nós.

Viva o Padre Simão ! como gritava o coral feminino constituído por Leila Diniz; Ana Maria Magalhães e Irene Stefânia no Azyllo muito louco que permanecerá sob seu comando na nossa história pessoal e na do cinema brasileiro.

 
Luiz Carlos Lacerda

MIRAGEM de CINEMA

Abertas inscrições à 6ª Mostra de Cinema e Vídeo de Miracema – MIRAGEM, a ser realizada de 10 a 13 de agosto na cidade de Miracema do Tocantins e em mais sete  cidades do Tocantins: Palmas, Tocantínia, Miranorte, Guaraí, Paraíso, Gurupi e Cristalândia.

A mostra é competitiva para curtas-metragens produzidos em todo o País, finalizados a partir de 1º de janeiro de 2010, com duração máxima de até 25 minutos (incluindo créditos), nas categorias Ficção, Documentário, Animação e Experimental. Curtas produzidos em aparelhos celulares – Pocket Movie – deverão ter duração máxima de até 5 minutos. 

A Mostra Miragem é cadastrada no Guia Kinoforum, mais completo anuário sobre festivais brasileiros de cinema e vídeo. 

A 6ª Mostra de Cinema e Vídeo de MiracemaMIRAGEM é uma realização da Inusitada Produções em parceria com a ASSAMAR – Associação Amigos da Arte, Oficina Geral – Cultura e Cidadania, Movimento Cultural Fora do Mapa, Clube de Vídeo Super 8, Centro Educacional Fé e Alegria Frei Antônio, Cineclube Bandeirantes e Cine Miragem.

MAIS: mostramiragem.blogspot.com

Adeus a NILDO PARENTE…

É o cineasta LUIZ CARLOS LACERDA quem informa:

Triste notícia: hoje à tarde o nosso querido NILDO PARENTE  faleceu no Hospital Silvestre, em Santa Teresa (RJ), aos 75 anos, depois do terceiro AVC…

Nildo estava em coma há cerca de 2 meses. Ano passado fiz um documentário sobre ele para a série Retratos Brasileiros do Canal Brasil, exibido em outubro.

NILDO viu o filme e ficou muito feliz pela homenagem. Já tinha tido o primeiro AVC mas aparentava estar se recuperando. Estava contratado até hoje pelaTV Globo e iria participar, mais uma vez, de uma novela de GILBERTO BRAGA, destavez INSENSATO CORAÇÃO, mas não chegou a gravar.
Vamos prestar uma homenagem ao querido ATOR. Assim que souber do local e hora, eu avisarei. Hoje essa informação é capaz de sair no Jornal da Globo.
Adeus, amigo !
Beijos,
Bigo.
 
NILDO, ao lado de NEY MATOGROSSO, no curta DEPOIS DE TUDO
Com Daisy Lúcidi: destaque em PARAÍSO TROPICAL, do amigo Gilberto Braga
NILDO contracena com NEY MATOGROSSO no curta DEPOIS DE TUDO, de Rafael Saar
UM POUCO MAIS sobre NILDO PARENTE
 
Nildo Parente estreou no cinema, no filme O Homem que Comprou o Mundo (1968), de Eduardo Coutinho.

Em seguida, fez o papel principal no longa Azyllo Muito Louco (1969), de Nelson Pereira dos Santos, onde atuou ao lado de Luiz Carlos Lacerda e Leila Diniz, voltando a filmar com Nelson “Quem é Beta?” (1972), “Tenda dos Milagres” (1977) e “Memórias do Cárcere” (1983).

O período em que NILDO PARENTE mais atuou foi na década de 70, quando, em papéis de diferentes importâncias e sob a direção de cineastas diversos, fez mais de 20 filmes, entre esses “Anjos e Demônios” (1970), de Carlos Hugo Christensen: “São Bernardo” (1972), de Leon Hirszman: “Os Condenados” (1973), de Zelito Viana: e “Coronel Delmiro Gouvêa” (1977), de Geraldo Sarno.

Nos anos 1980 e no começo dos 1990, fez mais de dez filmes: “Luz del Fuego” (1981), de David Neves; “Rio Babilônia” (1982), de Neville D’Almeida; “O Beijo da Mulher-Aranha” (1984), de Hector Babenco; e “Natal da Portela” (1988), de Paulo Cezar Saraceni.

Nos anos 90, participou dos filmes “Bela Donna” (1998), de Fábio Barreto; “Seja o que Deus Quiser” (2002), de Murilo Salles; e “Inesquecível”, de Paulo Sérgio Almeida.

Seus principais trabalhos em teatro foram “Hoje é Dia de Rock”, de Rubens Corrêa; “Francisco de Assis”, de Ciro Barcellos; e “Ai Ai Brasil”, de Sergio Brito.

Nildo fez parte do elenco do Grande Teatro Tupi, onde encenou aproximadamente 20 peças do programa, de 1958 a 1963.

Na televisão, trabalhou em diversas novelas, como “Água Viva”, “América”, “Senhora do Destino” e “Celebridade”. Em 2007, Nildo Parente participou da novela Paraíso Tropical.

Em 2008, após participar do espetáculo “As Eruditas”, Nildo voltou aos palcos, desta vez ao lado de Francisco Cuoco e grande elenco, com a peça “Circuncisão em Nova York”. O ator também esteve na TV, em participação especial nos últimos capítulos da novela Amor e Intrigas, na Record.

Ainda em 2008, NILDO esteve no curta Depois de Tudo, co-produção da ONG Cinema Nosso com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e pôde ser visto também no longa Meu Nome é Dindi, de Bruno Safadi.

Em 2009, Nildo Parente fez participação especial na série “A Lei e o Crime”, da Record. No mesmo ano, subiu ao palco no espetáculo “Medida por Medida”.

Seu mais recente trabalho foi no longa-metragem Chico Xavier. dirigido por Daniel Filho.

NILDO PARENTE era cearense e esteve em Fortaleza muitas vezes, aqui tinha muitos amigos, entre eles a estilista Fátima Castro. Numa das últimas vezes, subiu ao palco do Teatro José de Alencar ao lado de EMILIANO QUEIROZ, conterrâneo e grande amigo, e Ada Chaseliov, entre outros, no belo espetáculo OS FANTÁSTIKOS
Encontrei com Nildo várias vezes e era sempre um prazer estar com o ator, figura das mais agradáveis e educadas, aquele tipo que de imediato chamamos BONACHÃO, além de ser um ator querido na classe artística, sem nenhuma afetação e muito talento.
NILDO PARENTE já deixa saudades… Descansa em paz, NILDO !
 

VIP’S em Trailler e Blog…

VIPs, filme de Toniko Melo, vencedor do Festival do Rio 2010, já tem trailer oficial e blog com conteúdos exclusivos.

Com WAGNER MOURA de protagonista, VIP’S tem tudo para fazer carreira vitoriosa nas salas de todo o país. A produção é da O2 Filmes e a estréia está marcada pra 25 de março. 

VIPs é uma história de ficção inspirada no livro de Mariana Caltabiano VIPs – Histórias Reais de Um Mentiroso, sobre a vida de Marcelo da Rocha Nascimento, que ficou conhecido por aplicar inúmeros golpes, sendo o mais conhecido o de passar-se por Henrique Constantino, filho do dono da companhia aérea Gol, durante o carnaval do Recife.  

 

Link para download do trailer: http://wtrns.fr/aUoVr5VD2XOY0r

 

Através do blog do filme, o público poderá conhecer as várias personalidades assumidas por Marcelo, personagem interpretado por Wagner Moura.  Além disso, estão disponíveis conteúdos exclusivos, informações sobre os bastidores, as filmagens e entrevistas.

 

Endereço  do blog : www.vipsofilme.com.br/blog

  

SINOPSE 

Desde pequeno, Marcelo Nascimento da Rocha tem muita dificuldade de viver com sua identidade. Seu maior prazer é imitar as pessoas e se passar pelos outros. Alimentando o sonho de aprender a voar e tornar-se piloto como o pai, Marcelo foge da casa da mãe e começa a maior aventura de sua vida, cada vez se passando por uma pessoa diferente. Até dar o maior golpe de sua vida: fazer-se passar pelo empresário Henrique Constantino, filho do dono da companhia aérea Gol, em uma grande festa no Recife. 

 FICHA TÉCNICA

 Direção: Toniko Melo
Produção: Fernando Meirelles, Paulo Morelli, Bel Berlinck

Argumento: Toniko Melo e Bráulio Mantovani, A.C.

Roteiro: Bráulio Mantovani, A.C. e Thiago Dottori, A.C.
Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro Jr., ABC

Direção de Arte: Frederico Pinto

Produção de Elenco: Cecília Homem de Mello

Montagem: Gustavo Giani
Música: Antonio Pinto
Supervisão de Pós Produção: Hugo Gurgel

Supervisão de Edição de Som: Alessandro Laroca

Mixagem: Armando Torres Jr.

Som Direto: Romeu Quinto, ABC

TV Brasil e Kinoforum Lançam Tela Digital

Festival de Vídeo Tela Digital Abre Inscrições 

Cada vídeo exibido dará ao autor R$ 750,00 e os melhores trabalhos dividirão prêmio de R$ 60 mil reais. 

Você inscreve seu vídeo pela internet e ele pode ser selecionado para exibição no programa de televisão Festival Tela Digital, veiculado pela TV Brasil/EBC e emissoras que fazem parte da Rede Pública de televisão. 

O Festival Tela Digital une a TV Brasil e a Kinoforum, organizadora e produtora do festival, promovendo a descoberta de novos olhares e uma troca maior entre a Televisão, a Internet e os produtores audiovisuais independentes.

Como Participar

O Festival não terá nenhuma restrição quanto à temática das histórias: o candidato é livre para contar o que quiser. No entanto, os vídeos precisam ser inéditos na televisão e não conter material pornográfico, preconceituoso, não violar a privacidade de outras pessoas e não ter caráter institucional, promocional ou publicitário.

O programa é para todos os públicos e a classificação indicativa dos vídeos deve ser de 12 anos.

Inscrições: 1 de Fevereiro a 30 de Junho Equipamento: Qualquer um – câmeras de vídeos, câmeras fotográficas digitais, celulares ou animações feitas em computador. Duração: 3 a 12 minutos

Quanto antes você inscrever seu vídeo, maiores são as suas chances de participar !

Acesse www.teladigital.org.br e participe da democratização da Televisão!