Arquivo do mês: maio 2011

RESTA UM.. filme marcante na cabeça de cada um

São tantas as opiniões que anotamos sobre nosso curta RESTA UM, que resolvemos publicá-las para partilhar com você, leitor amigo, que já conhece ou ainda vai ver este exercício audiovisual coletivo…

Roteiro inteligente, edição competente e condução elegante com Ingra Liberato esbanjando sensualidade.
                                               – Maria Letícia, cineasta

Foi um grande prazer te ajudar nessa. Adorei o filme!
               – Cavi Borges, cineasta

Importa pelo que é capaz de despertar no espectador…
                            – Edinha Diniz, pesquisadora de Música
Absolutamente transgressor, dá gosto ver, faz bem à alma.
                                               – Jorge Salomão, poeta

Bom de ver, leve, descontraído e alegre como sua diretora. Já disse que quero fazer parte do próximo.

                                      – Vera Ferreira, atriz


 Leve, descontraído, dá vontade de assistir mais de uma vez para adentrar melhor neste universo a que o filme nos remete.
                                                                     – Sérgio Fonta, ator

Supimpa ! Um sopro de bendita transgressão no universo audiovisual contemporâneo.
                                            – Carmem Araújo, filósofa

Uma excelente loucura, digna do Bressane… Você é demais, parabéns!
                                          – Miguel Jorge, escritor


Enfim, um filme que faz exatamente o que se propõe: instigar, confundir, mexer com o intelecto. E é gostoso de ver…
                                                      – Alice Gonzaga, pesquisadora

Resta Um é uma bela homenagem à Belair, mostra que ainda hoje a intuição pode vencer a forma e criar algo sensível e singelo.
                                                                          – Alex Moletta, dramaturgo

Tá muito legal o filme e é uma honra ter um trechinho do Áurea passeando lá dentro. Ver o filme deu vontade de estar lá.

                                                                          – Zeca Ferreira, cineasta


 Aurora constrói com habilidade e leveza um painel espontâneo sobre o fazer cinematográfico, renovando nosso espírito de querer encontrar o novo.  
                                                      – Jorge Ritchie, ator     

           
Um filme que reaviva a crença no cinema de invenção. 
                                                – Phylis Lilian Huber, jornalista

Inteligente, ousado, instigante, tão experimental como sua própria diretora.

                                                – Walter Webb, produtor e cineasta

Aurora, o filme é muito bommmmmmm ! Estou encantado… ele passa o tempo inteiro uma enorme vontade de fazer e isso é contagiante. E que atriz espetacular essa Ingra ! Parabéns !

                                                               – Gui Castor, cineasta

 

* O CARTAZ de RESTA UM é criação do amigo Chico Cavas Júnior…

MESSI Coleciona Elogios no Mundo Todo

Craque argentino segue fazendo novos e mais encantados torcedores a cada jogo… 

‘Messi supera todos os mitos’ e é o maior da história em clubes, diz jornal espanhol

por ESPN.com.br

Nunca houve em toda a história do futebol um jogador como tantas conquistas por um clube, em tão pouco tempo de carreira, como o argentino Lionel Messi. Quem afirma isso é o jornal madrilenho Marca, historicamente considerado alinhado ao Real Madrid.  

Em reportagem em destaque no site da publicação, o protagonista do quarto título europeu do Barcelona é apontado como já maior do que nomes Pelé, Maradona, Di Stéfano e Cruyff, pelo menos em relação a seu desempenho em clube.

 

De acordo com a publicação, aos 23 anos, Messi já faz parte do seleto grupo de “cinco reis da história do futebol”, ao lado dos quatro já citados. A diferença, no entanto, seria sua desempenho com o Barcelona: até aqui, ele já conquistou 15 títulos com a camisa azul-grená. Pelé, pelo Santos, com a mesma idade, havia levantado 13 troféus, na conta do Marca.Outra lenda argentina, Alfredo Di Stéfano, atual presidente de honra do Real Madrid, tinha sido campeão apenas três vezes aos 23 anos. O holandês Johan Cruyff, que também fez história com a camisa do Barça, tinha seis títulos com essa idade, mesmo número de conquistas de Maradonaaos 23. 

Para o craque Maradona, Messi é ‘fantástico’ e de ‘outra cátedra de futebol’

A reportagem do Marca lembra que “vários jornais argentinos, como o Olé”, já assinalam Messi como “o maior futebolista de todos os tempos”. O ex-técnico da seleção da Argentina, César Luis Menotti, diz o Marca, afirmou em entrevista em abril deste ano que o craque do Barcelona “é o quinto rei da história do futebol”, justamente ao lado dos quatro personagens destacados na matéria.

 

“Em nível de clubes, nada iguala seus registros, e sua única assinatura pendente é conquistar êxitos com a seleção argentina”, completa o diário espanhol.

Di Stéfano, Pelé, Messi, Maradona e Cruyff: os maiores da história para o jornal Marca

Di Stéfano, Pelé, Messi, Maradona e Cruyff: os maiores da história para o jornal Marca
(Crédito da imagem: Montagem ESPN).

Mergulho no Mundo do Cinema

Caso você seja daqueles interessados em cinema, a recomendação do momento é ler Ensaios de Cinema, mais recente livro do crítico LG de Miranda Leão, jornalista com mais de 50 na estrada, com passagens por todos os grandes jornais de Fortaleza – Correio do Ceará, Unitário, Gazeta de Notícias –, ex-alunos dos mestres da Linguística e da Gramática – Aurélio Buarque de Hollanda, Rocha Lima, Paulo Rónai e Antônio Houaiss -, e colaborador do Diário do Nordeste há mais de duas décadas.

Ensaios de Cinema teve concorrido lançamento no Centro Cultural Oboé, ocasião na qual foi exibido o curta LG – Cidadão de Cinema, homenagem do cineasta capixaba Gui Castor ao profícuo ensaísta (o curta tem 15 minutos e é uma produção Ceará-Espírito Santo, com roteiro assinado pela filha do homenageado, jornalista Aurora Miranda Leão), e vem tendo prestigiados lançamentos em vários festivais de cinema pelo país – a exemplo do Festival Nacional de Cinema de Goiânia, Festival Aruanda de Documentários e Festival de Cinema de Anápolis. E já tem agendadas noites de autógrafos nos festivais de Patos (Cinema com Farinha), Campina Grande (ComuniCurtas), Taquaritinga do Norte (Curta Taquary), Festival de Cinema de Araxá (MG), e VII Curta Canoa (em Canoa Quebrada).

Ensaios de Cinema é mais um produto cultural lançado com o aval do programa Cultura da Gente – linha de ação do Banco do Nordeste que apóia a produção e lançamento de obras artísticas e culturais de seus funcionários aposentados (cuja responsável é a eficiente Rosana Virgínia). LG é um destes. Dedicou mais de 30 anos de trabalho ao BNB e foi lá, por exemplo, onde conheceu o aplaudido cineasta Walter Hugo Khoury, na década de 1970.

Khoury tinha vindo a Fortaleza a convite do BNB para realizar algumas peças publicitárias para a instituição. Ainda no avião, deparou-se com uma página do jornal Diário do Nordeste, onde alguns críticos da cidade apontavam seus filmes preferidos do ano anterior. LG era um desses e o único a indicar dois filmes de Khoury como alguns dos Melhores.  Logo ao chegar ao Banco do Nordeste, o cineasta paulista então perguntou ao fotógrafo da instituição, José Alves, se alguém ali conhecia aquele crítico. E qual não foi sua surpresa ao descobrir que LG trabalhava ali mesmo, como assessora do Gabinete da Presidência.

O encontro de LG e Khoury, crítico e cineasta, foi como o encontro de dois amigos de infância. E culminou com uma amizade que durou até o fim da vida de Walter Hugo Khoury, em 2003.
Os desdobramentos deste feliz encontro é um dos temas do livro Ensaios de Cinema, onde o leitor também pode ficar sabendo mais e melhor sobre a cinematografia de nomes emblemáticos como Orson Welles, Stanley Kubrick, Ingmar Bergman, François Truffaut, Federico Fellini e Michelangelo Antonioni, e ainda sobre a relevância do Cinema Europeu, Sueco e Alemão, e as dimensões dos filmes de guerra e dos filmes B, por exemplo.

O genial STANLEY KUBRICK tem sua filmografia dissecada pela pena do Mestre LG

Conhecido nas lides cinematográficas por seu profícuo exercício da crítica, o mais recente livro de LG – Ensaios de Cinema – tem prefácio com a assinatura do renomado crítico Rubens Ewald Filho, único jornalista brasileiro a cobrir, in loco, a badalada entrega do Oscar: “Tivemos o prazer de editar pela Coleção Aplauso da Imprensa Oficial uma seleção de seus textos. Mas que são apenas uma pequena representação do que ele escreveu nesta última década. Agora temos mais de seus escritos, maior e melhor. Neste livro, todos os textos referem-se a filmes, cineastas ou cinematografias especiais (como cinema alemão, sueco, americano) e há outra coisa que eu admiro, seu rigor. L.G. não  escreve sem ter visto pelo menos três vezes o filme ou a obra a qual se reporta.Antes de tudo, é um livro para mergulhar de cabeça e alma, coração aberto e olhos cheios de imagem”. 

Orson Welles é um dos cineastas analisados pelo crítico LG Miranda Leão

Enquanto da jornalista Neusa Barbosa (biógrafa de Woody Allen e editora do CineWEB), o crítico LG ganhou as seguintes palavras: 

É de admirar que um profissional da crítica mantenha intocado seu fôlego intelectual tantas décadas num mister assim polêmico, não raro ingrato e carregado de incompreensões. Afinal, alguns desavisados costumam confundir os críticos com infalíveis juízes do bom gosto e alguns entre estes, os mais vaidosos, aceitam assim ser considerados. Não é o caso de Miranda Leão que, embora mestre, ensina nas entrelinhas de seus iluminados comentários com a sutileza que cabe aos dotados da melhor sabedoria, amparado numa pedagogia que vem da enorme intimidade com o assunto que comenta.{…} Mestre em literatura de língua inglesa e portuguesa, Miranda Leão domina a língua com uma fina expressão, construindo frases certeiras que, embora se alonguem num estilo precioso, cultivado em épocas mais eruditas do que esta apressada nossa, sempre sabem onde querem chegar. Suas palavras acertam sempre no alvo, construindo análises e conceitos capazes de enriquecer o universo de seus leitores”. 

SERVIÇO

Livro ENSAIOS DE CINEMA

Editado pelo Banco do Nordeste do Brasil

(programa Cultura da Gente)

280 páginas, sugestão de preço: R$ 25,00 

ONDE ENCONTRAR

Livraria Oboé (Center Um)

Livraria CULTURA (www.livrariacultura.com.br)

Livraria Lua Nova (Benfica)

Locadora Distrivídeo 

Mais informações: 9103.0556 (Aurora)

Secretário de Cultura Quer Transformar BAGÉ em Pólo de Cinema

 

Conhecida como a Rainha da Fronteira, Bagé é o centro histórico e geográfico do modelo cultural gaúcho

 A praça Silveira Martins, bem no centro da cidade

As cidades têm as suas marcas culturais que vão além das características geográficas e socioeconômicas. A maioria dessas marcas são frutos de ações político-culturais, criadas e desenvolvidas pelo poder público com o objetivo de vender a cidade turisticamente. Outras marcas são espontâneas e se formam ao longo do tempo pela tradição. Por exemplo: Santa Maria é a cidade universitária, marca consagrada ao longo do tempo. Já foi a capital ferroviária. Joinville hoje é a cidade da dança, graças à movimentação do poder público e da iniciativa privada. Gramado, cidade eminentemente turística, ficou conhecida como centro de congressos e convenções e, especificamente, pelo Festival de Cinema, sendo hoje reconhecida como cidade do cinema brasileiro. Mesmo nunca tendo produzido um só filme, atrai para lá milhares e milhares de visitantes, turistas culturais que para lá acorrem para assistir aos filmes e verem de perto as celebridades.

A bela igreja de Nossa Senhora da Conceição, jóia arquitetônica em Bagé

Quando, no primeiro ano do governo Mainardi, ocupei função na Cultura, tentei convencer o prefeito, e quase consegui, criar para Bagé a marca “Cidades das Artes Plásticas” ancorado na marca mundial que temos e que não valorizamos: o “Grupo de Bagé”, nacionalmente conhecido como exponencial da pintura brasileira, e mundialmente reconhecido pela importância da produção em gravura de seus integrantes, ímpar em toda a América Latina.

Sede da prefeitura de Bagé, cidade pródiga em Artistas do Desenho, da Palavra e das Imagens

Ainda não desisti da idéia e, hoje, posso declarar que já tenho o apoio do prefeito Dudu para a implantação da “Fundação Grupo de Bagé” que deverá ser a grande usina da produção e difusão das artes plásticas, hoje ditas visuais, não só dos nossos grandes mestres como também dos jovens artistas que surgem a cada dia nesta cidade iluminada. Paralelamente, trabalho em outro projeto, que é o de transformar Bagé em um pólo de produção cinematográfica. Paulínia, lá em São Paulo, já tem o seu pólo que apóia e fomenta a produção cinematográfica. Porto Alegre, pela tenacidade dos realizadores, que não contam com maior apoio do poder público, está se transformando no terceiro ou segundo pólo de produção em cinema. No interior do Estado, não temos ainda nada semelhante, mas poderemos ter se vingar a nossa idéia. E explico: Bagé é o centro histórico e geográfico do modelo cultural gaúcho, além do que, temos a paisagem diversificada, uma das melhores luminosidades do mundo, e quem diz isso não sou eu, e sim os pintores e fotógrafos do mundo inteiro que por aqui passam.

Centro Comercial Hotel do Comércio, onde funcionou o primeiro hotel de Bagé

Temos, ainda, graças ao avanço das comunicações, especialmente da internet, uma juventude inquieta e criativa, já fazendo o seu cinema com câmeras digitais e até com aparelhos celulares. Temos 300 anos de história épica. Só para lembrar, o ciclo do western americano se reduz a 30 anos de história.

Hoje, com a Uergs, Urcamp, Unipampa e mais o IFSul, temos uma clientela potencial de milhares de jovens sensibilizados para a música, para o cinema e para outras artes.

Graças ao avanço da tecnologia, hoje está bem mais barato fazer cinema, o que os realizadores precisam é que também sejam sensibilizados os poderes públicos e a iniciativa privada. Talentos não nos faltam, basta um empurrãozinho e meninos e meninas, logo ali, estarão produzindo obras artísticas da melhor qualidade. Temos é que largar na frente e tratar o quanto antes de cunhar esta marca Bagé Pólo de Produção Cinematográfica. O embrião já existe: Festival de Cinema da Fronteira, que, neste ano do bicentenário, irá para sua terceira edição, devendo atrair, em novembro, para Bagé, não só filmes mas também realizadores, críticos e artistas de países limítrofes, bem como, quiçá, profissionais de outros países que aqui, além de exibirem e debaterem seus filmes, por certo deixarão sementes que, regadas e cuidadas por nossos jovens, resultarão, em breve, em frondosas árvores da cinematografia. Isso, a médio prazo, poderá se transformar em atividade econômica, bem como estimular o turismo cultural, que também resulta em fonte de renda para os habitantes e para o governo.

Ruínas da Enfermaria Militar, no ponto mais elevado da cidade, em terreno rochoso conhecido como Cerro da Pólvora ou Cerro da Enfermaria.

Museu Dom Diogo de Souza, no antigo prédio da Beneficência Portuguesa (1870), restaurado em 2004: guardião da história e da cultura de Bagé.
 
As coisas, porém, não acontecem de uma hora para outra, é preciso incentivo e continuidade. Faz-se necessária a fixação de uma política cultural de governo que conte com a simpatia e o apoio da iniciativa privada, isso é o que nos mostram as experiências bem sucedidas em outras localidades. É fundamental que a comunidade, como um todo, se aproprie da idéia. Cultura também é produto para fomentar o desenvolvimento. Material humano temos de sobra, os equipamentos são acessíveis, o público consumidor está aí, ansioso pela fruição cultural, temos que fazer valer a vontade política, e esta vontade não diz respeito só ao governo do município, que a ela já é simpático. É preciso que a comunidade como um todo acredite que o sonho de uns poucos possa vir a se tornar a realidade de muitos. Bagé, cidade emblematicamente cultural, merece grandes eventos e realizações nesse campo. Este humilde administrador cultural acredita, e fará todo o esforço, para que isso um dia aconteça. Como sei que já somos uma meia dúzia, vislumbro o dia em que seremos uma multidão a defender esses valores. mais valiosos que quadras de campos ou recheadas poupanças.

Catedral de São Sebastião, concorrido ponto turístico da cidade de Bagé

Compre você também, meu leitor, essa idéia e saiba que não lhe estou vendendo porcaria. Aposte no cinema e dê um crédito de confiança a nossos futurosos jovens que, logo ali, nos darão projeção além-fronteiras, quando você poderá, também, se incluir como construtor de um sonho que se tornou realidade, graças a essa luz que brota do solo de nossa terra, iluminando nossos criativos que tanto se orgulham de sua “bajeensidade”. Seja o bicentenário o tempo em que o cinema floresceu em Bagé.

* Texto de Sapiran BritoSecretário Municipal de Cultura de Bagé

Inscrições ao Sétimo CURTA CANOA

Badalada praia cearense vai abrigar mais um festival de Cinema em setembro


 

Realizadores brasileiros de produções em curta-metragem podem se inscrever até 30 de junho para a Mostra Competitiva do VII CURTA CANOA – Festival Latino-Americano de Cinema de Canoa Quebrada, a acontecer de 10 a 17 de setembro na praia de Canoa Quebrada, em Aracati, Ceará.

As inscrições estão abertas para filmes e vídeos de documentário, ficção, animação ou experimental, com duração máxima de 20 minutos, concluídos a partir do ano de 2009. As inscrições são gratuitas. 
 

Para inscrever-se, o interessado deve preencher e enviar a ficha de inscrição disponível na página do festival na Internet: http://www.jalimaproducoes.com.br .  Essa ficha deverá ser enviada via e-mail e o original deverá ser impresso, assinado e remetido pelos Correios junto com o DVD da obra inscrita para:

VII CURTA CANOA – Festival Latino-Americano de Cinema de Canoa Quebrada – Inscrição Mostra de Filmes e Vídeos. Endereço: Rua João Cordeiro, 2380 / 303 – Bairro Joaquim Távora – Fortaleza – Ceara CEP: 60.110-301. 
 

A seleção das obras caberá a uma comissão integrada por três pessoas de notório saber na área do audiovisual, nomeadas pela diretoria do festival. A lista com os títulos selecionados será divulgada no site do festival a partir de 30 de julho.

 

No Curta Canoa 2011 serão agraciados com o troféuLua Estrela, vencedores nas seguintes categorias:

Mostra Competitiva de Filmes em Película 35mm:

Melhor Filme, Direção, Roteiro, Fotografia, Trilha Original, Direção de Arte, Ator, Atriz e Melhor Som. Mostra Competitiva de Vídeo: Melhor Vídeo, Direção, Roteiro, Fotografia, Trilha Original, Direção de Arte e Melhor Som.  Será concedido também prêmio em dinheiro ao melhor filme e melhor vídeo. O valor será fixado pela diretoria do festival após a avaliação dos resultados das parcerias. 
 

Além das mostras competitivas de filmes e vídeos brasileiros de curta-metragem, o Curta Canoa conta ainda com a Mostra Latino-Americana de Curtas e a Mostra de Longa- Metragem, de caráter não competitivo, compostas de vídeos e filmes convidados pela direção do festival. A programação terá também oficinas e seminários, tendo como foco principal a defesa do meio ambiente. 
 

Adriano Lima a todo vapor cuidando de mais uma edição do CURTA CANOA

O VII Curta Canoa é uma realização da J.A.Lima Produções, com patrocínio do BNB, COELCE e FAZAUTO. Apoio Cultural: Centro Técnico Audiovisual – CTAV, SEBRAE/CE, Instituto Social de Arte e Cultura do Ceará – ISACC. Este projeto é apoiado pela Secretaria de Cultura do Estado do Ceará – Lei Estadual Nº 13.811, e Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet. 
 

SERVIÇO

Curta Canoa 2011 – Inscrições até 30 de junho

Festival acontecerá de 10 a 17 de setembro na praia de Canoa Quebrada, em Aracati, Ceará. Regulamento e ficha de inscrição no site www.jalimaproducoes.com.br 

Info: 85-3251.1105 / 85-9635.3880 / 85-3226.0751 / 88-9951.7070. E-mail: curtacanoa@jalimaproducoes.com.br

Cine Ceará Será Lançado Hoje em Juazeiro do Norte

O 21º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema apresenta nesta manhã a programação oficial do evento a ser realizado em Juazeiro do Norte entre 9 e 16 de junho, no Memorial Padre Cícero e no Centro Cultural Banco do Nordeste – Cariri.

A apresentação será feita durante café da manhã no Palácio da Microempresa, sede do Sebrae – Juazeiro do Norte (Rua São Pedro, s/n – Matriz), a partir das 8 horas, com a presença do Reitor da Universidade Federal do Ceará, Prof. Jesualdo Farias, do prefeito de Juazeiro do Norte, Manoel Santana, e do diretor executivo do Cine Ceará, Wolney Oliveira.

Esta é a primeira vez que o Festival sai da capital cearense e realiza atividades no interior do Estado, em paralelo à programação em Fortaleza.

Com o tema Religião e Religiosidade no Cinema, o 21º Cine Ceará presta homenagem aos 100 anos de emancipação política de Juazeiro do Norte, conquistada por meio do trabalho social, religioso e político realizado pelo Padre Cícero na região do Cariri.   

Com entrada franca a todas as exibições, o Cine Ceará em Juazeiro do Norte conta com parte da programação de Fortaleza por meio da Mostra Audiovisual e Educação, composta pela exibição de filmes, e ainda com o Seminário Religião e Religiosidade no Cinema, que ocorrerá apenas no município.  

O Cine Ceará levará ao público mais de 100 produções de cinema e vídeo brasileiras e ibero-americanas, promovendo o intercâmbio entre profissionais de audiovisual e oferecendo espaço aos novos talentos da área. O festival realiza as Mostras Competitivas em longa e curta metragem, homenageia profissionais e personalidades do audiovisual e insere à programação seminários, oficinas e mostras especiais. 

Em Juazeiro do Norte, o seminário terá atividades entre 12 e 14 de junho, no Memorial Padre Cícero. A abertura será feita com aula-espetáculo do escritor, dramaturgo e poeta paraibano Ariano Suassuna. Junto ao filósofo João Vila-Chã, o escritor também irá compor mesa- redonda na qual será debatido o longa O Auto da Compadecida, de Guel Arraes, baseado na obra homônima de Suassuna. O encerramento será marcado pela palestra do jornalista e biógrafo cearense Lira Neto, autor de vários livros-biografias, entre eles Padre Cícero: Poder, fé e guerra no sertão. 

Sobre o Cine Ceará

O 21° Cine Ceará é promovido pela Universidade Federal do Ceará, numa realização da Casa Amarela Eusélio Oliveira, com apoio do Governo do Estado do Ceará por meio da Secretaria da Cultura (Secult) e do Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual. A produção é da Associação Cultural Cine Ceará e tem patrocínio de empresas públicas e privadas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), como a Oi, a Petrobras e o BNDES,. Na região do Cariri, o festival conta com apoio da Prefeitura de Juazeiro do Norte, subsede do evento. 

21º Cine Ceará em Juazeiro do Norte

9 a 16 de junho

Local: Memorial Padre Cícero e Centro Cultural Banco do Nordeste – Cariri

Entrada franca todos os dias do Festival

 

21º Cine Ceará em Fortaleza
Data: 8 a 15 de junho

Local: Theatro José de Alencar

Entrada franca de 9 a 14 de junho

Mais informações: www.cineceara2011.com

Deborah Colker Estréia Novo Espetáculo e diz que ainda vai ser CARNAVALESCA

 

Após temporada no Cirque du Soleil, coreógrafa estreia trabalho mais “maduro” e inspirado em obra russa

Depois de coreografias entre vasos espalhados no chão, escaladas sincronizadas em paredes, comissões de frente em escolas de samba do Rio, apresentação na Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, e até empréstimos de sua dança ao badalado Cirque du Soleil, Deborah Colker foi buscar no clássico “Evguêni Oniéguin”, do escritor russo Alexandr Púchkin, do século 19, o balé que apresenta agora.
 
Completando 18 anos com sua companhia de dança, Deborah parece sentir a responsabilidade de suas últimas investidas rumo a uma maior projeção internacional. Com Tatyana, ela se reencontra com o clássico, deixando um pouco de lado a estética moderníssima que se tornou marca de seu balé.

Deborah apenas pontua as cenas de seus bailarinos com rápidas entradas no palco do Theatro Municipal do Rio, onde estreou na noite dessa quarta-feira, 25. A idade, ela diz, já é outra. “Não dou conta. Agora, por exemplo, está todo mundo descansando, e eu estou aqui no teatro”, diz, aos 50 anos. 

Fotos Isabela Kassow

Há dois anos, ela comandou “Ovo”, se tornando a primeira brasileira a criar um espetáculo para o canadense Cirque du Soleil. Elogios não lhe faltaram. Mais até do que os que ouviu ao criar coreografias de comissões de frente da escola de samba Viradouro, do Rio de Janeiro, de 2004 a 2006. Ao menos no mundo do carnaval, Deborah não conseguiu a unanimidade que conquista nos teatros. Sua passagem não foi marcada apenas por notas 10. “Mas ainda quero ser carnavalesca”, projeta.

Uma árvore em cena

Tatyana é uma história de amor em que dois personagens vão se transformando, marcando a passagem do campo para a cidade. Uma árvore metálica de 6,5 metros de altura, revestida de madeira, criada pelo cenógrafo Gringo Cardia, compõe o primeiro ato do espetáculo. “É a vida no campo, o espaço imaginário, sonhador e lúdico”, explica Gringo, que acompanha Deborah desde o começo da companhia. No segundo ato, telas gigantes que projetam linhas em computação gráfica tornam a cena mais, digamos, racional e urbana. É aí que a apresentação fica mais interessante, ganhando agilidade e temperatura. O público viaja para o palco.

Tatyana chama atenção por duas coisas, que diferem dos trabalhos anteriores de Deborah. É um espetáculo linear, onde uma história é contada; e a coreografia dialoga com o clássico. “Não me incomodo de transitar no clássico sendo uma artista contemporânea. Talvez este seja o sinal de que amadureci, após 12 espetáculos”, diz.

A seguir o papo com a coreógrafa.

iG: Quando surgiu a ideia de “Tatyana”?
Deborah Colker: Em 2005, logo depois que fiz “Cruel”, que fala sobre o desejo que a gente às vezes não reconhece. Ali comecei a perceber a minha necessidade pela dramaturgia. Com “Ovo” (Cirque du Soleil), fui obrigada a criar uma história que falasse para o netinho, para o pai e para o avô. Aí me senti pronta para “Tatyana”.

E por que uma história russa?
Deborah Colker
: Comecei a fazer a minha adaptação assim que li a sinopse, achei incrível. A história gira em torno de Tatyana, uma menina introspectiva, que tem como hábito a leitura compulsiva de livros. Ela não é triste, apenas sozinha. Até conhecer um homem, que depois diz não ao seu amor. Foram dois anos de montagem do espetáculo. 

Um espetáculo mais clássico. “Talvez seja sinal de que amadureci”, diz Deborah 

No Brasil, dois anos não é muito tempo para uma montagem?
Deborah Colker
: É longo para o padrão de montagem teatral. As pessoas montam uma peça em, no máximo, sei lá, uns três meses. Quando se tem muito dinheiro, a gente ensaia seis meses (risos). Imagina então o que é ficar dois anos. É um trabalho mais sofisticado, um processo de muita experimentação.

Um processo caro, inclusive.
Deborah Colke
r: Sim. Mas não sei de valores. Se você me perguntar quanto vale “Tatyana”, não sei dizer. Quem cuida disso é João Elias, produtor executivo da companhia. São 17 bailarinas em cena. Todas com carteira assinada, plano de saúde, vale-alimentação… Além dos quatro técnicos de cena, dois assistentes, professores… É uma equipe gigante e com trabalho estável. Fora a equipe de criação, que muda a cada espetáculo. Por isso digo que meu processo de criação se parece mais com cinema do que com o teatro.

Entre seus últimos trabalhos, “Tatyana” é um espetáculo mais clássico. Cansou-se de ser contemporânea?
Deborah Colke
r: Não (risos)! Adorei isso, gosto de fazer algo clássico… Clássico no sentido de certas regras. Não me incomodo de transitar no clássico sendo uma artista contemporânea. Só fiquei com cinco personagens de todo o livro, e trouxe o autor para dentro. Então, sim, é atitude contemporânea. Ao mesmo tempo, tem estrutura clássica, segui a linha linear da história. A linguagem é clássica, a maneira que me relacionei com a música também. Talvez este seja o sinal de que amadureci, após 12 espetáculos na carreira.

Por que você entra cada vez menos em cena nos seus espetáculos?
Deborah Colker
: Porque não dou conta. Agora, por exemplo, está todo mundo descansando, e eu estou aqui no teatro, falando com você. Tenho dois filhos, um neto, carreira internacional… Foram decisões forçadas das quais não me arrependo. Quando assinei com o Cirque em 2006, sabia que teria uma ponte aérea Rio-Montreal, que não é Rio-São Paulo. Sabia que minha vida ia mudar. E mudou.

Como foi esta mudança?
Deborah Colker
: Em tudo que você possa imaginar. Estou indo no dia 15 de junho para Chicago, nos Estados Unidos. Não sou obrigada a ir ao Cirque o tempo todo, mas a imprensa me quer para as estreias. Me ligam dizendo que tenho que ir, porque todo mundo quer me ver. “Ovo” está arrebentando no mundo inteiro. 

“Faça sol ou faça chuva, estou na minha aula de balé” 

Tem previsão para vir ao Brasil?
Deborah Colker
: Sabe que sempre pergunto isso quando me ligam lá do Cirque? Mas não há qualquer previsão. Eles ficam rodando os Estados Unidos e, em 2012, vão para a Austrália. Acho que devem segurar para estrear por aqui em 2016, por causa das Olimpíadas.

No que sua passagem pelo Cirque du Soleil te acrescentou como coreógrafa?
Deborah Colker
: Me deu o diploma de diretora. Não tem mais essa de ser só uma coreógrafa. Nunca vou deixar de ser coreógrafa, é parte de mim. Mas agora também sou diretora. O Cirque me deu experiência e respaldo incríveis. Nada é maior do que aquilo. Não tem Broadway ou Disney que seja mais do que aquela arena.

Você voltaria a coreografar uma ala de escola de samba?
Deborah Colker: Não comandaria mais uma ala, porque ia querer fazer daquela ala uma escola à parte. Mas eu seria uma carnavalesca de uma escola. Aliás, é um desejo cada vez mais forte em mim.

Te incomodou, na época que foi coreógrafa de carnaval, não ter sido entendida pelos jurados?
Deborah Colker
: Tirei duas notas baixas, mas foram descartadas, então fiquei com notas máximas… Ah, não me incomoda porque as pessoas sempre me criticam, faz parte. O trabalho do crítico é esse, o cara que dá nota quer isso. Já me chamaram até para ser jurada, eu não fui. Não quero dar nota para o trabalho dos outros. Meu trabalho é fazer e ser julgada.

Apesar de ter 50 anos, você mantem o pique nos palcos. De onde vem esta vitalidade de uma avó que parece ser a netinha dançando?
Deborah Colker: (Risos). Sou apaixonada pela vida, pelas pessoas. Aprendo toda hora, a cada dia percebo que não sei de nada. Tenho tanto para aprender. As emoções, afetos, emoções que guiam o homem… Se posso falar que tenho algum segredo? Faça sol ou faça chuva, estou na minha aula de balé. Isso é uma chave-guia, aquela chave que abre qualquer porta. 

Uma árvore metálica faz parte do cenário, assinado por Gringo Cardia

Uma árvore metálica faz parte do cenário, assinado por Gringo Cardia

* Valmir Moratelli, iG Rio de Janeiro

Serviço:
Tatyana – Cia. de Dança Deborah Colker
HOJE, às 21h; Dia 28, às 17h e 21h; Dia 29, às 17h
Local: Av. Almirante Barroso, 14 / 16. Centro, RJ (bilheteria)
Preços: a partir de R$ 20 (galeria lateral)

Quilombo dos Palmares Vai Abrigar Cinzas de ABDIAS

 

O corpo do ex-senador Abdias Nascimento será velado nesta quinta (26), a partir das 18h, na Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro. Na sexta, às 11h da manhã, o corpo será encaminhado para o Crematório da Santa Casa da Misericórdia, no Cemitério São Francisco Xavier, no Caju.

Era desejo de Abdias Nascimento ser cremado e ter cinzas levadas para a Serra da Barriga, em Alagoas, local do maior centro da resistência negra no Brasil, o Quilombo dos Palmares

Um dos maiores ativistas da luta pela cidadania dos negros no Brasil, Abdias Nascimento morreu às 22h50 da última segunda, 23 de maio, no Hospital dos Servidores do Estado (HSE), aos 97 anos, vítima de complicações decorrentes de diabetes.

A cremação, agendada para às 13h30 de sexta, será uma cerimônia restrita a familiares e amigos próximos. 

Nascido em 1914, no município de Franca (SP), Abdias Nascimento começou a luta pela igualdade racial ainda estudante, na capital paulista, onde em 1936 foi preso por protestar contra a exigência de entrar numa boate pela porta dos fundos, por ser negro. Em 1944, já vivendo no Rio de Janeiro, ele fundou o Teatro Experimental do Negro. Além de ator e dramaturgo, foi jornalista, escritor e artista plástico.

Aurora Miranda Leão em encontro com ABDIAS NASCIMENTO, em Belo Horizonte, novembro de 2007, dia em que ele recebeu MEDALHA DA ORDEM DO MÉRITO CULTURAL

O ativista sofreu pressões durante a ditadura militar e ficou exilado 13 anos nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, Abdias Nascimento iniciou carreira política, foi deputado federal, nos anos 80, e senador, de 1991 a 1992 e de 1997 a 1999 pelo PDT.

A última homenagem em vida ao ex-senador foi a criação do Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, lançado há 15 dias pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro. Com inscrições abertas até 19 de agosto, o prêmio vai contemplar as melhores reportagens sobre temas relacionados à população negra.  

CINEFOOT Começa Amanhã no RIO

Filme sobre Petkovic abre 2º CINEfoot – Festival de Cinema de Futebol

O filme O GRINGO fará a abertura hours concours do 2° CINEFOOT, 26 de maio, 20:30h, em sessão para convidados no Unibanco Arteplex, Praia de Botafogo-RJ. Com Direção de Darko Bajic, o filme aborda a trajetória do craque Petkovic.

 

Vindo de um país que vivia em constantes guerras, e que poucos brasileiros haviam ouvido falar, Dejan Petkovic nasce na Iugoslávia em 10 de Setembro de 1972. Especialista em cobranças de faltas, escanteios, lançamentos, passes e chutes precisos, Petkovic é reconhecido como um dos jogadores mais técnicos atuando no Brasil e um dos melhores jogadores estrangeiros que já jogaram no país.

Meio campista clássico, camisa número 10 do time, o chamado “Pet” começou sua trajetória no Brasil, jogando pelo time baiano do Vitória, onde atuou
durante dois anos e conquistou dois títulos estaduais e uma copa do Nordeste. Após sua brilhante passagem pela Bahia, Pet é contratado pelo time
de maior torcida e um dos mais importantes do Brasil, o Flamengo, onde levanta dois campeonatos estaduais e uma Copa dos Campeões. Petkovic jogou ainda em outros grandes clubes brasileiros. No Vasco conquistou o Campeonato Carioca de 2003 e o prêmio Bola de Prata como o melhor jogador de meio-campo do Campeonato Brasileiro. No Fluminense, Petkovic ganhou seu segundo prêmio Bola de Prata como o melhor jogador de meio-campo do Brasileirão e foi o autor do
milésimo gol da história do clube em Campeonatos Brasileiros. Teve passagens rápidas pelo Goiás, Atlético-MG e Santos. 

O CINEfoot – FESTIVAL DE CINEMA DE FUTEBOL – é o primeiro festival de cinema do Brasil e da América Latina exclusivamente dedicado a filmes sobre a maior paixão nacional: o futebol. O CINEfoot é realizado com entrada franca em todas as sessões.

Confira a programação completa em www.cinefoot.org 

Serviço:

2° CINEfoot – Festival de Cinema de Futebol.

De 26 a 31 de maio, no Unibanco Arteplex, Praia de Botafogo (Rio) e de 2 a 5 de junho, no Museu do Futebol do Estádio do Pacaembu (São Paulo).

Entrada Franca.

Classificação etária Livre

Fotos em alta nos seguintes links:

O Gringo

https://www.yousendit.com/download/dkJvblR1cTJRYTgwTVE9PQ

Trechos de filmes 1 (Longas/INT)

– Argentina futebol clube (ARG)

– Ojos Rojos (CHI)

http://tinyurl.com/3r5s8b4

Trechos de filmes 2 (Longas/BR)

– Todo poderoso – o filme

– Supermacia vermelha

http://tinyurl.com/3ejgqjl

Trechos de filmes 3 (1 Longa/3 Curtas)

– Futebol under cover (Longa-Futebol Feminino-Alemanha)

– On side (Curta-BR/ING)

– Porque hay cosas que nunca son olvidadas (Curta-Espanha) Enviei fotos do filme “O Gringo” sem querer

FUTEBOL DE VARZEA (LONGA)

https://www.yousendit.com/download/dkJvblRwbWdiV3hjR0E9PQ

PRIMEIRO TEMPO(LONGA)

https://www.yousendit.com/download/dkJvblRtRStkMnRjR0E9PQ

SOBERANO – SEIS VEZES SÃO PAULO (LONGA)

https://www.yousendit.com/download/dkJvblRobEEwMEUwTVE9PQ

GOL A GOL (Curta/BR)

http://tinyurl.com/3mxsubo

Sugestões para entrevistas: Antonio Leal (21) 8111-8030  /  Diogo Leal (21) 8112-1388 begin_of_the_skype_highlighting  

www.cinefoot.org

cinefoot@cinefoot.org

Twitter: www.twitter.com/cinefoot

Realização: Conexão Cultural.

Correalização: IBEFEST – Instituto Brasileiro de Estudos de Festivais Audiovisuais.

Parceiras estratégicas: MUSEU DO FUTEBOL, JORNAL LANCE. FESTIVAL 11 mm, PORTA CURTAS e CINE GLÓRIA.

Paul McCartney Emociona até quem lá não estava…

O colega jornalista, repórter, radialista e beatlemaníaco NELSON AUGUSTO, mais uma vez, deslocou-se de sua Fortaleza e foi conferir um show de Paul McCartney. Teríamos feito o mesmo, caso as finanças o tivessem permitido.

Sinto-me bem representada, entretanto, na platéia do encantador e eterno BEATLE pela admiração exageradamente justificada de Nelson e pela emocionada presença de minha mana querida Astrid Miranda Leão nos shows do estádio Engenhão, onde PAUL, mais uma vez, provou e justificou os milhões de APLAUSOS em muitas décadas de estrada artística, recheada de invejável sensibilidade, uma beleza capaz de sobrepor-se ao tempo e aos modismos de plantão, e a força de uma musicalidade capaz de permanecer intensa e profícua, renovando-se a cada vez porque sempre diferente em sua igualdade de décadas de afinação e dedicação ao ofício para o qual nasceu, indubitavelmente, predestinado.

Através da emoção inconteste de ASTRID e Nelson Augusto, sinto-me mais uma na calorosa, imensa e devotada platéia de PAUL, irmanando-me nos aplausos ao eterno BEATLE e em sua admiração incondicional.

SARAVÁAAAAAAAAAAA !!!

Fiquem agora com a bem elaborada reportagem de Nelson Augusto sobre a passagem de PAUL McCARTNEY pela capital carioca, escrita ainda no Rio de Janeiro:

No domingo passado, o ex-Beatle Paul McCartney fez o primeiro dos dois shows da “Up and Coming Tour” marcados, no Rio de Janeiro, com um coro de 45 mil vozes

Na série de apresentações da “Up and Coming Tour”, em 2011, que já passou, na América Latina, pelo Chile e Peru, Paul McCartney fez o primeiro show no Brasil no domingo passado e repetiu a exibição ontem. Devido ao documentário que é mostrado antes do espetáculo, o começo da “Up and Coming Tour” se estendeu por alguns minutos, espera que passou despercebida, até pela qualidade da produção inicial que foi reproduzida em dois telões com excelente qualidade de imagem.

Paul McCartney subiu ao palco acompanhado por instrumentistas tarimbados, do talento de Abe Laboriel Jr (bateria e percussão) Brian Ray (guitarra e baixo), Paul Wix Wickens (teclado), Rusty Anderson (guitarra). O ex-beatle estava vestido num sofisticado blazer azul, calça preta e camisa branca. Em quase três horas de show, Paul cantou e tocou em três guitarras diferentes, no seu inconfundível baixo Hoffner, e também no violão, ukulele, cavaquinho e o piano.

Já na abertura, brindou a plateia, estimada em 45 mil pessoas, com um clássico do tempo dos Beatles, a criativa “Hello goodbye”. Em seguida, depois de cantar uma da época dos Wings, “Jet” do excelente álbum “Band on the run”, se esforçou falando em português: “Olá, Rio. E aí cariocas, boa noite boa”. Logo depois, resgatou um clássico dos Beatles, “All my loving” sendo acompanhado pelo público. No final, agradeceu dizendo “obrigada (sic)” e já mandou ver uma se sua carreira solo, “Letting go”. Disse depois: “É ótimo estar de volta ao Rio. Esta noite eu vou tentar falar português, mas, vou falar mais em inglês”.

Ao interpretar a ritmada “Drive my car”, do álbum dos Fab Four “Rubber Soul”, tirou o paletó a disse, “tudo bem, tudo ótimo”. Na sequência mandou mais duas de sua fase pós-beatle: “Sing the changes” e “Let me roll it”. Retornando ao repertório dos Beatles, já deixando o baixo e tocando piano, empresta sua voz para a balada “The Long and winding road”. O set list seguiu com mais duas de sua carreira solo: “1985” e “Let ´em in”.

Trocando o piano pelo violão, emenda três canções gravadas em discos ao lado de John, Ringo e George: “I´ve just seen a face”, “And I Love Her” e “Blackbird”, esta última, sozinho com seu instrumento. Antes de cantar “Here toda” anuncia que escreveu essa música para o amigo John Lennon. Logo depois, utilizando o pequeno ukulele, convida a galera para dançar e pede para prestarem atenção na performance coreográfica do baterista Abe Laboriel Jr.

Parceira

Retornando ao violão, faz a primeira parceria vocal com os presentes ao cantar “Mrs. Vandebilt”, no refrão. Paul dizia, “agora é com vocês” e saía do microfone, acenando para os fãs e deixando que eles comandassem a interpretação coletiva – isso também se repetiu em “Ob-la-di, ob-la-da” e “Hey Jude”.

Nesta última, a plateia também colaborou visualmente, exibindo cartazes com a sílaba “Na” para reforçar o coro em uníssono com os presentes. Empunhando o cavaquinho, cantou a emblemática “Eleanor Rigby” e, em seguida, falou: “A próxima música é um tributo para o meu amigo George”, para interpretar “Something”. Logo na sequência, fez o público dançar outra vez com “Band on the run”, faixa-título de um dos seus melhores álbuns da fase do Wings.

Retornando aos Fab Four, emendou as clássicas, “Ob-la-di, ob-la-da”, “Back in the U.S.S.R.”, “I´ve got a Feeeling”, “Paperback writer” e “A day in the life”, viagem musical psicodélica que teve um medley com a pacifista “Give peace a chance”, assinada também por John Lennon. De volta ao piano, a balada “Let it be” fez os apaixonados se abraçarem; a incendiária “Live and let die”, agitar os mais afoitos (destaque aqui para o impacto do show pirotécnico, coordenado com a música) e a popularíssima “Hey jude” ecoar um som uníssono no grudento refrão, embelezando também o ambiente com balões coloridos.

Retorno

Para o primeiro bis, McCartney retorna acenando com uma bandeira do Brasil e depois acelera o público com “Day tripper”, “Lady Madonna” e “Get back”. Sai de cena outra vez, e, sob um coro que grita seu nome, volta para o bloco final inicialmente alicerçado apenas com o seu violão ao dedilhar os primeiros acordes de “Yesterday”. De novo, o coro de 45 mil vozes entrou em ação. Depois do clima acústico, a mais pesada da noite, o marco inicial do heavy metal, “Helter skelter” e o bloco final com “Sgt. peppers lonely hearts club band/The End” que encerra numa atmosfera de êxtase total para todos os que se deliciaram com quase três horas de uma performance musical invejável.

Um pouco mais perto de Paul

No sábado, mesmo sem compromisso profissional, resolvemos dar uma conferida, como turistas, em frente ao Copacabana Palace, onde estava hospedado Sir Paul McCartney. Chegamos 12h30 e uma pequena multidão, de umas duzentas pessoas, já se aglomerava na frente do luxuoso hotel. De imediato, percebemos pessoas de várias gerações, todas imbuídas de uma só vontade: ver Paul de perto.Eram admiradores da obra musical de Paul McCartney. Muitos deles o veriam no palco nos dois dias seguintes, mas, na possibilidade de assistir pelo menos um flash, bem mais próximo do seu ídolo, estavam pacientemente de prontidão, observando com atenção, qualquer possibilidade da aparição.

Quase todos os fãs estavam com algo que os identificassem como tal, principalmente camisetas. Também se via faixas, cartazes e trajes usados pelos Beatles no disco Sgt. Pepper´s, o qual, no formato do antigo LP, também era mostrado por um fã.

Outros ostentavam bonés e bandeiras. No entanto, o que mais impressionou o jornalista, foi uma tatuagem azul escura na batata da perna de um adolescente, a qual homenageava o disco Abbey Road.

Qualquer pessoa que abrisse uma janela do luxuoso hotel Copacabana Palace, era motivo de excitação para os fãs que começavam a gritar em coro o nome de Paul McCartney. Filhos acompanhados pelos pais, pessoas de alguns estados do Brasil, inclusive do Ceará, e também de países vizinhos como o Chile e a Argentina.

Uma típica carioca foi chegando e logo bradando em alto e bom som e seguido por uma coro: “Paul, cadê você. Eu vim aqui só pra te ver”. Outra, com um porte avantajado e uma potente voz gritou para um jornalista que estava numa sacada: “Ei, cara, chama o Paul aí para mim”.

Um artista gráfico gaúcho e torcedor do Grêmio começa a conversar conosco por conta da estampa de nossa camiseta. Ele elogia a blusa e pergunta onde comprei.

Alheias ao artista que causava o burburinho no hotel três senhoras que caminhavam pelo calçadão comentavam: “Esse povo não tem o que fazer”. Uma tiete liga o som do seu telefone celular no qual se ouve “Another Day”. Em outro momento, mesmo sem instrumentos, uma galera canta “Hey Jude”.

O repórter turista já ia desistindo de esperar para ver seu ídolo quando, exatamente às 17h25, Paul McCartney aparece simpático, lépido e fagueiro acenando para o público. Êxtase total. Gritos, gente chorando e, é claro, a grande maioria filmando e fotografando tudo. Depois, o artista entra em sua Mercedes 2011, modelo 2300, prateada, placas EFY-7606, de São Paulo e, inicialmente, ainda com o vidro do carro abaixado, dá adeus.