Arquivo do mês: junho 2011

Curta Santos leva Curtas brasileiros a Moçambique

Curtas-metragens brasileiros, destaques nas últimas edições do Curta Santos, Festival Santista de Curtas Metragens, serão exibidos em Moçambique. Pela primeira vez em nove edições, o evento vai realizar mostras de cinema na África. A novidade é fruto de uma parceria com o Festival Kugoma, Fórum de Cinema de Curtas-Metragens de Maputo, capital daquele país, cuja língua oficial também é o português. Serão enviadas 12 produções, quatro delas do litoral de São Paulo.
 
 
Este é o segundo ano de realização do Kugoma. O Festival deste ano acontece entre 30 de junho e 11 de julho em bairros periféricos da capital e em pontos com bastante movimentação, como o aeroporto internacional e a região litorânea de Ka Tempe. As mostras são totalmente gratuitas e, a maioria, ao ar livre.  Além do Brasil, representado pelo Curta Santos, o evento reúne curtas de Portugal, Espanha, Marrocos, França e Peru.
 
 
Da Baixada Santista, serão exibidos Malu e Fred, de Rodrigo Bernardo; Pêlo Amor, de Paula de Matos Franco, O Samba é Raiz, de Andressa Gonzalez; e Maria Capacete, de Eduardo Bezerra e Victor Luzi. De São Paulo, Pugile, Danilo Solferini; Amsterdã, de Fábio Mendonça; e Alguma Coisa Assim, de Esmir Filho. De Brasília, Calango e Rua das Tulipas, ambos de Alê Camargo. De Fortaleza, Vida Maria, de Márcio Ramos. De Minas Gerais, Sumidouro, de Cris Azzi. E, por fim, do Rio de Janeiro, Quintas Intenções, de Maurício Rizzo.
 
 
Eventos internacionais

O ano de 2008, na 6ª edição, foi marcado pelos primeiros passos internacionais do Curta Santos. Depois de trazer produções inéditas da Argentina e do Japão, a organização do Festival Santista recebeu um convite para realizar mostra no festival de curtas de Leipzig, na Alemanha. Além disso, o ano da França no país (2009) possibilitou, por meio de parceria com o Consulado Francês, a exibição de filmes extrangeiros provenientes da Europa.
 
 
O Curta Santos
 
 
A direção geral do 9º Curta Santos é de Ricardo Vasconcellos, com direção de produção de Junior Brassallotti. 
 
 
Edição 2011
 

O 9º Curta Santos será realizado no mês de setembro e contará com cinco dias de programação totalmente gratuita. O Festival tem como objetivo fundamental oferecer ao público sessões de curtas, médias e longas-metragens (os dois últimos, em mostras não-competitivas), além de mesas redondas, oficinas e debates com profissionais da área.

Curta traz FERNANDA MONTENEGRO como prostituta

A Dama do Estácio é dirigido por Eduardo Ades

Fernanda Montenegro durante gravação do curta-metragem "A Dama do Estacio" na Lapa, Rio de JaneiroFernanda Montenegro durante gravação na Lapa, Rio (Roberto Filho/AgNews)

A atriz Fernanda Montenegro será uma prostituta no curta-metragem A Dama do Estácio, de Eduardo Ades, rodado na madrugada desta quarta no bairro boêmio da Lapa, no Rio . Nos intervalos das gravações, a atriz aguardava sua vez de voltar à cena dentro de um carro da produção.

Fernanda Montenegro é uma prostituta em curta-metragem (620)Fernanda Montenegro é uma prostituta em curta-metragem

Enfim, ERA UMA VEZ CAROL

Pronto o primeiro filme de Emanoel Freitas

Completando aniversário este mês, querido Emanoel Freitas recebe nosso abraço de PARABÉNS e comunica seu primeiro filme como diretor.

Roteiro premiado em dezembro de 2003, filmado em dias de janeiro de 2005 e finalizado no último março de 2011…

Emanoel com a palavra:

 

Um verdadeiro conto da Carochinha moderno. Em linhas gerais, essa é a tônica da trama do curtametragem infanto juvenil Era Uma Vez Carol…

 A misteriosa personagem-título decide ir ao teatro para prestigiar uma apresentação da peça “A Cigarra e a Formiga”. Como quem precisa cumprir uma secreta missão, ela tenta se aproximar do elenco do espetáculo, mas acaba não conseguindo. Quando parecia prestes a desistir de sua tarefa, algo mágico acontece: as protagonistas da história, a Cigarra e a Formiga (não as atrizes, mas as próprias personagens), atravessam o universo da imaginação e se materializam no palco do teatro. Descobriremos, assim, que os personagens de uma peça ficam morando para sempre nos lugares em que se apresentam.

Cansadas deste “destino”, a Cigarra e a Formiga pedem que Carol as liberte e as ajude a conhecer a vida real. A menina, no entanto, acabará convencendo as outras duas que os seres fantásticos têm mesmo de morar em ambientes especiais. No final de tudo isso, os pequenos espectadores se emocionarão ao descobrir a verdadeira identidade da protagonista.

Ambientado no secular e fabuloso cenário do Theatro da Paz, em Belém do Pará, o enredo de Era Uma Vez Carol… foi todo pintado com o singular propósito de realimentar o interesse das crianças pelo mundo da magia. As histórias da Carochinha, os contos de fada são ainda hoje fonte de aprendizado. Mergulhando em fábulas, como as da Cigarra e da Formiga, a infância entra em contato com ensinamentos que transformarão a própria vida adulta em uma etapa mais bela e preciosa. E as crianças que se esquecem da Carochinha, na verdade se esquecem de ser encantadas.

Num tempo em que os apelos dos jogos eletrônicos e os excessos da TV parecem exercer cada vez mais fascínio sobre as crianças, urge que o universo do audiovisual prove ser ferramenta capaz de contribuir para que a infância não se afaste definitivamente do reino das magias. Quando o cinema se oferece como veículo para valorizar o teatro e a literatura, belos são os enquadramentos feitos pelas lentes da fantasia.

Esse é um dos objetivos primeiros do filme Era Uma Vez Carol... Unir num só foco, direcionado às crianças, a magia do cinema, do teatro e dos contos da Carochinha. A escolha do cenário de um teatro para a ambientação do filme não foi aleatória. O presente curtametragem tem por premissa básica fazer com que meninos e meninas descubram ou comprovem, através do cinema, quão especial é o hábito de ir a sessões teatrais. E muito mais significativas são estas descobertas ou comprovações quando têm por mote uma fábula clássica, verdadeiramente eterna, como “A Cigarra e a Formiga”.

A escolha do poético ambiente do Theatro da Paz tem ainda um objetivo mais amplo: o de levar ao atento olhar das crianças de qualquer lugar em que o curta for exibido a beleza patrimonial da região norte do Brasil. É desde muito cedo que se deve começar a aprender sobre as riquezas históricas e culturais do país em que se vive.

Entrementes, os principais e estratégicos textos, contextos e subtextos de toda essa iniciativa resumem-se justamente no trabalho de semear o lúdico na imaginação dos pequenos espectadores. Urge que infância se refamiliarize com o fabuloso, com a encantaria, com o magicar. Haverá mesmo a vida real e o mundo do faz-de-conta? Seguir os conselhos dos personagens de historinhas infantis ajuda a tornar o mundo melhor? Essas são doces dúvidas sobre as quais devem se debruçar a garotada. Só assim, as crianças aprenderão a melhor assistir, escrever e aplaudir os seus próprios sonhos.

Theatro da Paz Considerado uma das casas de espetáculos mais monumentais do Brasil, o Theatro da Paz foi construído no período áureo da borracha, momento em que a economia nortista vivia intensamente impulsionada pela exportação do látex. Apesar desse avanço econômico, Belém não possuía um teatro público a altura da sua vida cultural. Embora o Governo Provincial do Pará tivesse sancionado uma lei, em 1863, que determinava a construção do Theatro, apenas em 3 de março de 1869 foi lançada a pedra fundamental. A conclusão das obras se deu em 1874. O projeto do primeiro teatro público de Belém é de autoria de Tibúrcio de Magalhães, engenheiro militar que utilizou como referência o Scalla de Milão. Mas o traçado inicial foi várias vezes alterado e os erros advindos dessas modificações foram corrigidos na grande reforma empreendida no início do século XX pelo governador Augusto Montenegro. Esta reforma concedeu ao Theatro da Paz as feições de luxo que possui hoje, com seu conjunto de estatuárias, lustres interno e externo, piso em mosaico de madeiras nobres (hoje raras), decoração interior e exterior, entre outros aspectos ímpares e arrebatadores.

Riquezas como o Theatro da Paz são, acima de tudo, jóias nacionais. Tamanho patrimônio, no entanto, ainda permanece desconhecido do grande público brasileiro. Através do filme Era Uma Vez Carol…, o que se espera é que toda essa fortuna cultural ganhe maior e merecida visibilidade, especialmente junto às crianças. 


Atrizes Sônia de Paula, Catarine Ramella e Ewe Pamplona. (Still: Eduardo Souza)


Ewe Pamplona, Catarine Ramella e Sônia de Paula. (Still: Eduardo Souza)


Diretor Emanoel Freitas e atriz Catarine Ramella. (Still: Eduardo Souza)

Metodologia e Pesquisa em Audiovisual

 

A Vila das Artes está com inscrições abertas para ouvintes na disciplina Metodologia e Pesquisa em Audiovisual II, do Curso de Realização em Audiovisual. Estão sendo disponibilizadas cinco vagas. A disciplina será ministrada pela historiadora e documentarista Beth Formagini de 27 de junho a 1º de julho, das 8 às 12h. As inscrições são gratuitas. É necessário apenas o preenchimento de uma ficha na secretaria da Vila das Artes (Rua 24 de Maio, 1221). Outras informações pelo 3105-1404.

A disciplina propõe uma série de reflexões básicas e fundamentais sobre a configuração da pesquisa na área do audiovisual e em áreas afins. Discute-se o papel desempenhado pelo pesquisador, professor, jornalista, historiador, crítico, ensaísta no universo do audiovisual; como são selecionados seus objetos de estudos; sobre que hipóteses se fundamentam; que materiais e métodos lhes servem de instrumento e a importância de que se revestem os produtos gerados por essas pesquisas. A configuração do projeto de pesquisa é também tema da disciplina.

Outros Cinemas quer conhecer Outros CURTAS

Inscrições abertas à 4ª Mostra Outros Cinemas

Até 22 de julho, interessados devem inscrever-se para a msotra de filmes e vídeos brasileiros de curta metragem. Ficha de inscrição devidamente preenchida e assinada, além de fotos, release e autorização de exibição, deve ser enviada. (http://mostraoutroscinemas.blogspot.com).

A Mostra deve acontecer em Fortaleza quando agosto chegar. 

Podem ser inscritas produções de todo o país, realizadas na bitola 35 mm ou vídeos no sistema NTSC, em qualquer formato de captação, exigindo-se, no ato da inscrição, o encaminhamento da cópia em mídia digital DVD-R, individual e identificado com nome do filme e do seu diretor. Os filmes selecionados pela curadoria da Mostra não são exibidos em nível competitivo. 

A Mostra Outros Cinemas tem como principal objetivo o incentivo à realização de filmes e vídeos, além de fomentar o aparecimento de novos realizadores e difundir a produção no campo audiovisual. “É importante dar espaço para a produção independente nacional, então é por meio da Mostra que o público poderá conhecer e admirar realizadores de diferentes estilos, mas que fazem um bom cinema”, conta Bárbara Cariry, diretora e curadora da Mostra. 

Cada participante poderá inscrever até 2 (dois) filmes e/ou vídeos, de acordo com sua duração (curta metragem – até 23 minutos), sobre qualquer tema e que não tenha participado de edições anteriores da Mostra Outros Cinemas. 

A 4ª Mostra Outros Cinemas é uma realização da Sereia Filmes, em parceria com a Lume Filmes e apoio cultural do portal Cinema com Rapadura. 

Sobre a Mostra 

A Mostra Outros Cinemas tem como proposta difundir o cinema de arte, experimental e contemporâneo, para os que estudam cinema, trabalham com cinema ou querem fazer cinema, possibilitando o conhecimento da produção realizada por jovens de todo o Brasil. São outros olhares, discursos, sentimentos e estéticas, bem diferentes dos estabelecidos pelo grande mercado de entretenimento. 

Com a criação dos novos cursos superiores de cinema, em universidades públicas e privadas do Ceará, bem como em vários estados brasileiros, percebemos que existem inúmeras pessoas que produzem filmes e que não têm como exibi-los, ou mesmo como participar de um debate mais profundo, daí a necessidade, em tempo de novas tecnologias e meios de comunicação, de realizarmos uma mostra como esta. 

Inscrições para a Mostra:

SEREIA FILMES – MOSTRA OUTROS CINEMAS

Rua Costa Barros, 1727 – Bloco A – Sala D – Aldeota

CEP: 60160-281 – Fortaleza – CE

Tel/fax: (85) 3244.6944

A Linguagem Escondida das Pedras

DENISE MILAN apresenta

Quartzoteca na Galeria Virgilio

A proposta da mostra de Denise Milan, que será apresentada pela Galeria Virgilio na exposição Quartzoteca – A Linguagem Escondida das Pedras, é “um convite à decifração”, como observou o historiador e crítico de arte Jorge Coli. 

Quartzografia X  D Milan Foto Levi Mendes Jr.jpgA mostra individual da artista reúne 25 obras inéditas que não se permite classificar em gêneros como esculturas ou instalações, apesar de se aproximarem dessas linguagens pelo fato de serem relevos em pedras, elemento fundamental na obra da Denise Milan. Os trabalhos da artista não negam sua matéria para transformá-la em uma forma. Ao contrário, revelam a natureza dessa matéria que é a pedra. Em 2012, a mostra irá para o Chicago Cultural Center, nos Estados Unidos, com curadoria de Nathan Mason. 

Na exposição, há um vídeo com depoimentos sobre o trabalho de Denise do ex-diretor do Museu do Louvre, Jean Galard, do poeta concretista Haroldo de Campos e do crítico Jorge Coli.  

A busca por uma linguagem universal, contida nos minerais, e comum a todos nós, é a chave para a decifração que Denise nos instiga. “Como na época da Babilônia, quando havia uma língua comum, o quartzo, por estar presente em 90% da crosta da terra, é um mineral comum. Ao decodificar seus códigos estou criando uma linguagem comum e ao mesmo tempo universal, pois são signos que seguem as leis de evolução do nosso universo”, diz Denise Milan. “Também hoje, através de minerais, podemos nos conectar com todos os continentes, atravessar todas as fronteiras conhecidas e desconhecidas. O quartzo é ressignificado como uma língua que unifica todos os povos e raças numa única e flexível rede de humanos”. 

Quartzografia IX  Denise Milan Foto Levi Mendes Jr.jpgA série Quartzografias apresenta na exposição pedras que se transformam em livros para exibir outras pedras em situações complexas, diversas, delicadas e misteriosas. “É melhor, inclusive, nem tentar explicar muito em detalhes e deixar que flua esse princípio de um mistério contido num livro de pedras, portanto que eu não posso virar as páginas e ler, mas que me convida a decifração”, diz Jorge Coli. Na mesma sala estará a série Tablets da Terra, pedras que deixaram seu rastro no bronze e, pelo aspecto fossilizado, nos remetem à origem remota do mito de fundação da linguagem quartza.

O Fóssil e Olhar Quartzideral fazem um duplo jogo com o espectador – de observador, ele passa a ser o observado. Somos nós olhando para Terra e a Terra olhando para nós, em um único movimento de integração. A união entre nós, homens culturais, e o mundo, natureza criadora, é colocada como relação indissociável. Nas palavras de Denise, “a Terra é uma grande pedra viva”. 

Denise Milan também criou para exposição os Códigos Quartzos, estrutura baseada no processo de formação da pedra quartza. Assim como as palavras, a obra mostra os menores signos que constroem essa linguagem escondida. Já a Quartzoteca, biblioteca de quartzos que dá nome à exposição, surge como um arquivo vivo onde os quartzos, ao invés de recontarem sempre as mesmas histórias, se apresentam ao espectador à procura de uma nova experiência perceptiva que nos encaminhe para a linguagem, não mais tão secreta, das pedras. 

Quartzografia III Denise Milan Foto Levi Mendes Jr.jpgDenise Milan

Denise Milan (São Paulo, 1954) é escultora e artista multidisciplinar. Uma das articuladoras do movimento de Arte Pública no Brasil, é ativista na sua difusão, em seu país e internacionalmente. Tem a pedra como o eixo de seu trabalho. Seus trabalhos já foram expostos em renomadas instituições, como a Bienal Internacional de São Paulo, Museu de Arte de São Paulo – MASP, Museu de Arte Moderna – MAM, Museu de Arte Contemporânea – MAC, Barbican Centre (Londres), Art in General (Nova York), PS1 MoMA (Nova York), EXPO 2000 (Hannover), EXPO 90 (Osaka), Hakon Open-Air Museum (Hakone-Town, Kanagawa), Contemporary Art Museum, Art Institute, Cultural Center (Chicago), Kennedy Art Center (Washington) e Galérie D’Architecture (Paris). Denise Milan também publicou diversos livros, entre os quais Cadumbra, com metapoemas de Haroldo de Campos, Améfrica, poemas de Denise Milan e textos de Olgária Matos e Greg Cameron. – www.denisemilan.art.br 

SERVIÇO:

Exposição: Denise Milan – Quartzoteca | A Linguagem Escondida das Pedras

Visitação: até 15 de julho, seg a sexta, das 10 às 19h,
sábados e feriados, das 10 às 17h

Aberta ao público

Local: Galeria Virgilio

Endereço: Rua Dr. Virgilio de Carvalho Pinto, 426 Pinheiros SP

Tel. (11) 2373-2999   www.galeriavirgilio.com.br

FLUXUS – Rede Criativa de Cinema

FLUXUS 2011 : um lugar expandido para o cinema
Festival exibe 34 filmes em competição no SESC Pompeia e no site
www.fluxusfestival.com
 
Qual é o lugar para se ver um filme? No cinema, em casa na TV, no computador? O lugar predeterminado para acontecer a experiência cinematográfica vem se expandido nas últimas décadas. Extrapolou há muito os parâmetros da caixa escura. Há 11 anos, o Fluxus – Festival Internacional de Cinema na Internet propõe que o cinema esteja online em www.fluxusfestival.com: ver filmes, compartilhar, o cinema como informação e formação cultural.
 
Ao Fluxus interessa exibir o cinema contemporâneo de curta duração produzido seja por novos talentos ou por cineastas premiados que contribuam para a arte do audiovisual.
A oitava edição do Fluxus 2011 apresenta 34 filmes na mostra competitiva. São filmes de ficção, documentários, animações e vídeos experimentais, captados em diferentes suportes  – digital, 35mm, Super8, Super 16, miniDV – e realizados em 18 países. Todos eles poderão ser vistos no site do Fluxus – www.fluxusfestival.com – a partir do dia 28 de junho.
 
Além da site, o Fluxus propõe também uma nova concepção para se ver filmes e participar do festival. No SESC Pompeia, de 29 de junho a 31 de julho, doze telas exibem simultaneamente os 34 filmes da mostra competitiva. O espectador percorrerá um circuito circular de exibição, em que poderá transitar por entre as telas, escolher qual curta quer ver. Não há sessões nem horários marcados. O espectador faz seu trajeto, é responsável pela sua programação.
 
O Fluxus 2011 – Festival Internacional de Cinema na Internet é apresentado pela Petrobras, através da Lei Rouanet – Ministério da Cultura. A exposição no SESC Pompeia é uma realização do SESC e tem produção e idealização da Zeta Filmes.
 
Os filmes da mostra competitiva foram escolhidos entre 1.200 inscritos. Os selecionados trazem o frescor da diversidade de temas e formas inusitadas de retratá-los. As ficções são a maioria, destacando-se entre elas aquelas em que as relações amorosas estão em destaque, como em “15 verões mais tarde”, do espanhol Pedro Collantes e “Alfama”, do português João Viana.
 
Entre os cinco documentários da competição destaque para o íntimo e pessoal “Adeus, Mandima” de Robert-Jan Lacombe; e a vida isolada na Galícia em “Rural Pretérito”, das irmãs Sonia e Miriam Albert Sobrino. O cinema brasileiro está presente com cinco filmes: do documentarista mineiro Marcos Pimentel,“Taba”; novos diretores de ficção Laura Lima (“Um Par”) e Stefano Capuzzi Lapietra (“Nalu”); o trabalho experimental do paulista Alfredo Hisa(“Nearby”) e, finalmente, a inventividade do mineiro CarlosMagno Rodrigues com “Drop in the Darkness”.
 
O Melhor Filme será eleito pelo voto do público no site do festival, mas será decidido também pelo voto dos convidados da Rede Fluxus. A partir de julho, e durante quatro meses, 50 convidados, selecionados entre formadores de opinião, artistas, jornalistas, cineastas, etc., não serão responsáveis apenas em votar, mas também farão indicações de filmes e comentários que serão replicados no Twitter e no Facebook. A ideia do Fluxus é criar no site do festival uma rede criativa e crítica sobre os filmes. O Melhor Filme será anunciado em novembro quando o Fluxus abre uma nova exposição no Oi Futuro, de Belo Horizonte.
 
 
Fluxus 2011 em números:
 
Mostra Competitiva: 34 filmes : 18 ficções, 9 experimentais, 5 documentários e 2 animações.
 
18 países: Brasil (5 filmes), Coreia do Sul (5), Espanha (5), França (3), Suíça (2),  Irã (2), e, com um filme cada, Alemanha, Argentina, Bélgica,  Estados Unidos,  Holanda, Indonésia, Inglaterra, , Portugal, Rússia, Taiwan, Turquia, Ucrânia.
 
Serviço
Fluxus 2011 – 8º Festival Internacional de Cinema na Internet
Site:www.fluxusfestival.com
twitter: @fluxus_festival
facebook.com/fluxusfestival

Cultura da Pichação na Tela

www.luzcamerapichacao.com.br
Um documentário sobre a pouco compreendida cultura de rua da Pichação no Rio de Janeiro

DSC01606 - redimen.jpg        1a Exibição Aberta ao Público no Brasil     

 

  DSC01632 redimen.jpg

No último 16 de Junho, cerca de 350 pessoas assistiram à primeira exibição aberta do documentário Luz, Câmera, PICHAÇÃO e lotaram um auditório com capacidade para 250 na UERJ. Pessoas pelas escadas, e mesmo deitadas logo abaixo da tela, marcaram o evento que contou com a presença tanto dos realizadores, assim como de alguns pichadores presentes no filme.

E o LCP segue pelo Mundo.

No próximo dia 25, às 18:30, o Luz, Câmera, PICHAÇÃO será exibido na maior mostra de StreetArt já feita nos Estados Unidos. Desde Abril no MOCA (Museum of Contemporary Art) em Los Angeles, a exposição “Art in the Streets” faz um panorama da história da StreetArt e com a exibição do LCP, passa, então, a não deixar de fora o fenômeno da Pichação.

Confirme sua presença no Facebook: http://on.fb.me/jBXhWe

Muito AXÉ no São João de Jorge Salomão… Saravá !!!

Poeta-agitador cultural e animado por nascimento, Jorge Salomão recebeu os muitos amigos para um happy hour junino-pop, em seu loft, em Santa Teresa
A turma esbaldou-se ao som de muito forró, numa espécie de esquenta para o arraial da esquina, também em Santa, para onde partiram depois das nove da noite, com direito a fogueira e até a casamento na roça…
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Bandeirolas, lanternas coloridas e a devida proteção de Jorge, santo de devoção do poeta, que tem uma imagem do guerreiro (e outra de buda!) sentado em seu altar iluminado, recheado de flores e frutas e muito axé…
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No menu, tudo bem prático: canapés, risoles, pães vários, tábua de queijos, pipoca
. No quesito bebidas, da cachaça ao chapã para brindar e brincar. Todos no clima de felicidade total. Não era para menos, o dia seguinte era dos Namorados e véspera de Santo Antônio, ai, ai, ai…
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Informações de Hildegard Angel e fotos de Marco Rodrigues
 
Salomão Arraiá do Salomão São Jorge, buda e muito axé para saudar São João em casa do poeta Jorge Salomão
Sinhô Jorge Salomão!
 JORGE SALOMÃO é um amigo querido, cotidianamente POETA, uma companhia que faz bem à Alma, sempre. Que DEUS o conserve ad eternum no enorme pique de alegria e carisma que tanto movimenta as noites cariocas…
 
SALVE, JORGE !!!

Começa Hoje II Festival de Cinema de Jericoacoara



A segunda edição do Festival de Jericoacoara – Cinema Digital será aberta esta noite, às 20h, no Circo Jeri, com a exibição do filme Espelho Nativo, de Philipi Bandeira. 
 
Durante a semana do festival – até dia 21 -, o público terá acesso gratuito a 50 produções de até 15 minutos de duração, realizadas em tecnologia digital. O Ceará é o estado que  possui o  maior número de filmes selecionados: 12 no total. 
 
Ao longo do festival, os filmes selecionados serão apreciados por um júri composto por cinco pessoas ligadas à área do audiovisual.  As produções concorrem ao troféu Pedra Furada. As premiações, também em dinheiro, no valor de R$ 5 mil cada, serão destinadas às obras escolhidas pelo júri como as melhores em cada categoria: ficção, documentário, animação e experimental.  
 
 
Também receberá prêmio de R$ 5 mil a melhor produção dos estados Ceará, Piauí e Maranhão, em homenagem à chamada “Rota das Emoções”, que se inicia em Jericoacoara, passa pelo Delta do Parnaíba (PI) e se estende até os Lençóis Maranhenses.
 
O festival também destinará troféus aos vencedores dos quesitos: melhor filme, direção, roteiro, fotografia, trilha original e direção de arte. Além dos troféus para melhor ator e melhor atriz.
 
 
“Queremos mostrar a diversidade do novo cinema brasileiro, e as novas pessoas que estão fazendo esse cinema acontecer, nas suas cidades e comunidades, a cada dia”, afirma Francis Valle, idealizador do festival. “A relação do festival com a comunidade é outro aspecto muito importante. Para contribuir com Jericoacoara, o festival acontece na baixa estação, ajudando a garantir maior movimentação na cidade nesse período”.
 
O festival contará com uma Mostra Especial de Cinema Ambiental e com oficinas de cinema digital. Também prestará homenagem ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, cuja presença está confirmada.
 
 
Nos dias 16 e 17 de junho, será exibido o filme Raízes do Brasil Uma Cinebiografia de Sérgio Buarque de Holanda, de Nelson. “Trata-se de um filme ainda inédito para muita gente. A exibição marca a comemoração dos 75 anos do livro ‘Raízes do Brasil’ e dá suporte às discussões do Seminário do Festival, que acontece dias 17 e 18, contando com participantes como os professores e pesquisadores Sílvio Tendler, Sylvia Porto Alegre, Babi Fonteles e José Osmar Fonteles”, afirma Francis.   
          
Também será exibido o curta “Meu Cumpadi Zé Kéti”, de Nelson Pereira dos Santos, como homenagem especial aos 90 anos de nascimento do sambista.
 
Simpatia de MIÚCHA também estará em Jeri…
 
Estarão presentes também à paradisíaca Jericoacoara, a cantora e roteirista Miúcha, o músico Paulo Jobim (filho do maestro Tom Jobim), e Georgiana de Moraes, filha do poeta e compositor Vinicius de Moraes.
 
 
Georgiana, a filha de Vininha, que tantas vezes subiu ao palco com o pai, também será presença reverenciada em Jeri…
 
Para saber mais: www.jeridigital.com.br