Arquivo do dia: 12/11/2011

Djin, uma Bela nada Indiferente…

Helena Ignêz diz que peça é “A radiologia de um amor infeliz”

Ela é filha de dois ilustres da Cultura Brasileira, dois ícones do nosso Cinema. Isso, por certo, deve pesar na estrada de qualquer um, e é preciso muita garra e uma luz muito especial para seguir em frente, dignificando o legado dos pais e perfazendo seu próprio caminho, longe dos ‘compromissos’ que o sobrenome forte pode transformar em cobrança.

Bonita, elegante, sensual e atriz de entrega total ao personagem, ela vem trilhando uma estrada que só dignifica e honra o eloquente legado. Embora sua trajetória exista por seus próprios méritos, é evidente a absoluta intersecção com os alicerces semeados pelos pais, e é patente que sua coerência e pungente inserção na seara cultural exista embasada naqueles, e plena das energias emanadas do ilustre casal, protagonista de uma das mais belas e férteis parcerias da cena artística nacional.

Falo de Djin Sganzerla, a jovem e bela atriz, fruto do amor da grande atriz Helena Ignêz com o polêmico e prolífico cineasta Rogério Sganzerla, jornalista, escritor e gomem de Cinema, tão cedo partido do nosso convívio.

Djin é a filha mais nova e estreou como atriz no último filme do pai, o emblemático O Signo do Caos, de 2003. De lá pra cá, vem fazendo papéis de destaque e arrebatado prêmios por muitas dessas atuações – como é o caso do filme Meu Nome é Dindi, de Bruno Safadi, no qual ela contracena com Gustavo Falcão (!).

Agora, Djin está em cartaz no SESC Consolação, em Sampa, com a peça O Belo Indiferente, texto escrito por Jean Cocteau especialmente para a musa Edith Piaf. A montagem  atual tem direção de André Guerreiro Lopes (marido de Djin), em parceria com Helena Ignêz, e está revestida de pitadas de irreverência na sua abordagem sobre as relações humanas, especificamente o amor.

Pouco encenada no Brasil, O Belo Indiferente registra no currículo, durante os anos 80 e 90 do século passado, atuações icônicas como as das atrizes Helena Ignez (sua mãe), Glauce Rocha e Maria Alice Vergueiro.

Apesar de tratar-se de um monólogo, a montagem atual traz dois personagens: Ela, vivida por Djin Sganzerla, e Ele (Dirceu Carvalho). Ela fala e Ele se cala. O enredo é simples. Durante uma madrugada, uma cantora espera seu amor num quarto de hotel. Seu amado Emílio, enfim, chega! Sem dizer uma palavra, anda pelo quarto, deita-se na cama e lê, tranqüilamente, seu jornal. Ela tenta por todos os meios atrair sua atenção, mas nenhuma estratégia é suficiente: ironia, raiva, sedução, confidências, denúncias, ameaças.

Como será rompida essa incômoda indiferença ? Isso é que o público saberá assistindo ao espetáculo.

Sobre a parceria com a filha, com quem já trabalhou em dois filmes e outros espetáculos, Helena diz que a vontade de acertar reina. “Dirigir um ator é sempre um ato de amor”, explica. Lopes concorda e não reclama de ter a sogra como parceira. “Está sendo muito natural. Cada um traz para a montagem o que tem de melhor”.

Djin Sganzerla segue os passos da mãe, a eterna musa Helena Ignêz

Todos concordam: a experiência e familiaridade de Helena com a obra ajudaram na hora de dar profundidade ao drama da personagem. Além de ter feito Djin recordar da primeira vez em que viu a mãe encenando: Eu era pequena. Tive medo que aquele homem machucasse a minha mãe”, conta. Medo de comparações, ela não tem. “Deixo qualquer pressão para trás.”

Para aproximar o público do casal problemático, o cenário coloca a plateia dentro do espaço cênico, o qual serve como quarto e mente da cantora. “Assim, é mais fácil perceber a grande questão: o que faz uma mulher linda e inteligente não se desprender dessa relação ruim ?”, conclui Lopes.

Contracenando com o marido André Guerreiro Lopes em Luz nas Trevas, longa dirigido pela mãe, Helena Ignêz, e Icaro Martins

André Guerreiro Lopes diz buscar ressaltar a atemporalidade e dramaticidade poética do texto.

“Fugimos de um enfoque naturalista para retratar a situação de uma mulher em crise e seu amante num quarto de hotel. Ao invés de ‘trazer para os dias de hoje, buscamos o que existe de profundamente humano neste amor obsessivo…”.

A montagem original, que estreou em Paris em 1940 com atuação de Edith Piaf, causou controvérsias entre o público da época. Traduzida para todas as línguas, o texto foi encenado por grandes atrizes do mundo.

Djin já foi premiada pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) como melhor atriz de 2008 por sua atuação no filme Meu Nome é Dindi, de Bruno Safadi, o qual também lhe rendeu prêmio no Festival de Cinema Luso Brasileiro, em Portugal.

Djin Sganzerla recebendo elogios significativos por sua atuação em O Belo Indiferente…

Serviço
O BELO INDIFERENTE

Temporada – Quintas e sextas, às 21 horas. – 60 minutos. Até 16 de dezembro.
Ingressos – R$ 10,00; R$ 5,00 (usuário matriculado, estudante com carteirinha e aposentado) e R$ 2,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes).
Espetáculo recomendável para maiores de 12 anos.

Ringo Starr movimenta Sampa e depois segue ao Rio

Início do conteúdoEterno Beatle encantou em Porto Alegre e deve seguir com platéia lotada em Sampa, no Rio, Belô e Recife…

Ringo Starr  AP

Há um beatle na cidade. Não é uma notícia irrelevante: durante 8 anos, os Beatles gestaram uma das maiores revoluções da música contemporânea do planeta, da qual quase ninguém saiu ileso.

Ringo não foi o mais brilhantes dos Beatles, mas esbanja simpatia nos palcos - Jotabê Medeiros/AE

Ringo não foi o mais brilhantes dos Beatles, mas esbanja simpatia nos palcos 

Há um beatle na cidade, o segundo a desembarcar aqui em cerca de seis meses. Toca hoje e amanhã no Credicard Hall, e os shows terão disposições distintas – um, com cadeiras, para 3,5 mil pessoas. Outro, com arquibancada e pista, para 5 mil espectadores. O show de hoje tem ingressos esgotados, mas ainda há lugares para amanhã.

A má notícia é que não foi o mais brilhante deles, mas é um sujeito cavalheiresco, boa-praça, agradável, com notável senso de humor e ainda responsável por ter mantido um canal de comunicação eficiente entre os outros três beatles em momentos em que esses não pareciam dispostos ao diálogo (a música que abre o show, por sinal, é uma parceria dele com George Harrison, It Don’t Come Easy).

Richard Starkey, o Ringo Starr, está com 71 anos. Ganhou esse apelido, Ringo, por usar muitos anéis (rings) no tempo em que integrou uma banda anterior aos Beatles, Rory Storm and the Hurricanes. Desde o final dos Beatles, Ringo faz discos e excursiona com um time de estrelas que chama de All Starr Band.

Dessa vez, ele vem com o seguinte time: Wally Palmar, Rick Derringer, Edgar Winter, Gary Wright, Richard Page, Mark Rivera e Gregg Bissonette. A banda não é ruim, mas também não é excepcional. Preponderam as texturas do soft rock dos anos 1980. Edgar Winter toca teclados, sintetizador, sax e até percussão. Ringo canta e toca bateria. Seus companheiros cantam canções de suas antigas bandas, como Broken Wings (megahit de rádio da banda Mr. Mister, cantada pelo seu líder, Richard Page), Free Ride e Frankenstein (cantadas por Edgar Winter), Dream Weaver (Gary Wight), entre outras. Derringer faz um fenomenal solo de guitarra e canta em Hang on Sloopy e Rock and Roll, Hoochie Loo (de sua antiga banda, The McCoys). Dos Beatles, são três clássicos e algumas gravações menos entusiasmantes.

O primeiro clássico é Yellow Submarine, que acaricia a alma dos fãs dos Beatles. Muitos deles vão ao show com a esperança nostálgica no olhar, vestidos como a banda de Sgt. Pepper’s ou usando os cabelos tigelinha que Ringo usava nos anos 1960, com círculos de papelão imitando o miolo do bumbo da bateria do ex-beatle. Depois, vem I Wanna be Your Man. E, por fim, With a Little Help from My Friends, que Ringo cantava em Sgt. Pepper’s.

Há outras duas canções que os Beatles gravaram: Boys (que Ringo já tocava com Rory Storm) e Act Naturally (cover de Buck Owens que os Beatles gravaram em Help!). Outra que evoca os velhos parceiros é Photograph, dele e de Harrison. A verdade é que o show de Ringo é uma ação de boa vontade em mão dupla: os fãs fazem um belo esforço para achar tudo lindo, e Ringo faz um esforço simpático para manter-se na ativa. Todos ganham.

* Com informações de Jotabê Medeiros/AE

 RINGO STARR

Credicard Hall. Av. das Nações Unidas, 17.981, tel. 2846-6010.
Sábado, às 20h30 (esgotados)
Domingo, às 20h. R$ 65/R$ 800

OUTROS  SHOWS:

Pela primeira vez no país, o ex-Beatle se apresenta com a banda All Starr Band em cinco capitais. Depois de Porto Alegre e Sampa, Ringo canta terça-feira no Rio (Citibank Hall com entradas de R$ 200 a R$ 500); Belo Horizonte (16); Brasília (18) e Recife (20).

Paulo Coelho e o homem que calculava…

 Imagine três irmãos tentando dividir 35 camelos, sendo que o mais velho deve ficar com a metade deles. Não vale, é claro, partir nenhum dos animais ao meio.

 Impossível? Pois em O Homem que Calculava (1938) Malba Tahan não apenas mostra como (e sem uma única gota de sangue) mas ainda realiza outro quase “milagre”: fazer da matemática uma grande diversão.

Das páginas dos livros, que conquistaram gerações de leitores nos últimos 80 anos, o universo de Malba, que une o cálculo ao tom lúdico de “As Mil e Uma Noites”, salta agora para a internet.

O site http://www.malbatahan.com.br está sendo lançado oficialmente na Fliporto, evento literário que ocorre em Olinda (PE) até 15/11. Além de vídeos, fotos, textos e entrevistas, o portal trará desafios matemáticos para testar os internautas.

Malba Tahan é um dos homenageados da Fliporto, que, nesta edição, se debruça sobre a literatura do Oriente. Engana-se, porém, quem o imagina como um xeque vagando por Bagdá. Malba Tahan era o pseudônimo de Julio Cesar de Mello e Souza (1895-1974), carioca e professor de matemática. “A referência ao mundo árabe era uma forma de homenagear um povo que se notabilizou pelo desenvolvimento da matemática”, diz André Pereira, neto do autor, que estará no evento.  

A professora universitária Cristiane Coppe de Oliveira, autora de uma dissertação de mestrado sobre o autor de O Homem que Calculava, também participa das homenagens em Olinda. Ela argumenta que Malba não apenas é “um dos precursores da educação matemática no Brasil” como também se tornou uma “referência no cenário internacional da educação”.

Fugindo do “estilo sádico”, como costumava se referir, dos demais professores da disciplina, Malba era sucesso entre alunos e leitores (alguns acreditavam que era realmente um escritor árabe). Muitos o visitavam em casa. Um, em especial, nunca esqueceu esse encontro:

“Eu estava delirando. Era como se estivesse conhecendo John Lennon e Paul McCartney”, relembra hoje o escritor Paulo Coelho. Era o final dos anos 50, e Coelho tinha dez anos. Ler Malba, conta, “foi fundamental na minha vida”. A admiração aparece explícita no livro O Alquimista, no qual Malba é citado, ao lado de Hemingway, Borges e Blake, como um dos “grandes escritores que conseguiram atingir a Linguagem Universal”.

* MARCO RODRIGO ALMEIDA, da Folha

Os aprovados pelo Fundo Setorial do Audiovisual

ANCINE e FINEP divulgam projetos selecionados nas Linhas A e B

O diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, o representante da FINEP, Renato Jevoux, e os diretores da agência Glauber Piva e Vera Zaverucha, anunciam a relação de 43 longas-metragens e 21 obras seriadas de televisão que receberão recursos do Fundo Setorial do Audiovisual este ano.

Estiveram presente ao auditório da agência para acompanhar o anúncio dos vencedores, produtores e diretores de obras para salas de cinema, os quais receberão aporte de R$ 34 milhões, e os de televisão, que receberão R$ 19,98 milhões para a realização de séries.

Ao fazer um balanço das três convocatórias do FSA, lançado em 2008, o diretor-presidente da ANCINE destacou o amadurecimento das relações entre as produtoras independentes e os canais de televisão, assim como a aprovação de uma cartela bastante variada de projetos. Este ano, segundo Rangel, “há uma diversidade expressiva de gêneros, de gerações e de regiões do país contempladas pelo Fundo, com a presença de oito diferentes estados da federação na linha A, e uma significativa presença de obras de animação na Linha B”.

Com R$ 34 milhões disponíveis para investimento na produção de longas-metragens, incluindo projetos de coprodução internacional, a Linha A teve 174 propostas habilitadas, sendo que 54 projetos de 48 empresas produtoras foram convocados para a última etapa de seleção, a Defesa Oral. Desses, foram selecionados 43 projetos, apresentados por 40 produtoras diferentes. 

Esse número representa mais da metade da média de lançamentos anuais de longas-metragens nacionais nas salas de cinema, o que reflete a importância do FSA para o fortalecimento da produção cinematográfica brasileira e para a ampliação de sua competitividade nos mercados interno e externo. 

Os números também revelam o potencial do FSA no que tange ao estímulo à diversidade, não apenas geográfica, mas também de gêneros e propostas, permitindo que diferentes públicos sejam alcançados. A Linha A do FSA estimula ainda a desconcentração econômica, que se reflete no número de produtoras contempladas. E, por meio do indutor regional, fica garantido o apoio a produções de mais estados brasileiros.  Nesse processo seletivo, oito unidades da federação estão representadas. 

Produção independente para televisão – A Linha B vai investir R$ 19,98 milhões em produção independente para televisão. Nesta chamada, 41 propostas foram habilitadas e 31 participaram da Defesa Oral. Foram selecionados 21 projetos, apresentados por 19 produtoras. Os programas selecionados têm sua primeira exibição garantida em oito emissoras de TV aberta e programadoras de TV por assinatura, sendo três públicas (TV Cultura, TVE Bahia e TV Brasil), uma privada de sinal aberto (TV Record) e quatro de sinal fechado (A&E, Ole Networks, Canal Brasil, TV Esporte Interativo e History Channel). 

As propostas contempladas na Linha B dialogam com diferentes públicos: são sete séries documentais, onze séries de animação e três séries de ficção. As 19 empresas produtoras responsáveis pela realização das obras têm sede no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná. Houve significativa evolução no número de projetos apresentados, na quantidade de empresas proponentes e também na diversidade das parcerias entre as produtoras independentes e as TVs brasileiras, mostrando que cada vez mais empresas se comprometem com a produção independente e acreditam na sua viabilidade. 

Segundo o diretor-presidente da ANCINE, Manoel Rangel, o anúncio desses resultados encerra com sucesso mais um ciclo de chamadas públicas do Fundo Setorial do Audiovisual: “Os resultados das Linhas A e B do Fundo Setorial do Audiovisual refletem o compromisso do Governo em estimular uma indústria do audiovisual robusta em diferentes pólos regionais. A cada ano, aumenta a quantidade e a qualidade das propostas recebidas nas chamadas públicas, o que comprova o êxito do Fundo e mostra a importância de sua continuidade. Com a aprovação da Lei 12.485, que cria novas regras para o mercado de TV por assinatura, a importância do FSA será ainda maior.” 

Confira a lista dos selecionados pelo Fundo Setorial do Audiovisual: 

Empresas e projetos selecionados na Linha A (Prodecine 01/2010) 

ü  44 Bicolargo Comercial 

Projeto: Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma – O Filme – Animação

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Paulo de Tarso Disca

Roteiro: Alê McHaddo

 

ü  Albatroz Cinematográfica 

Projeto: Tais & Taiane – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 899 mil

Direção: Guilherme de Almeida Prado

Roteiro: Guilherme de Almeida Prado e Augusto Sevá

 

ü  Ananã Produções  

Projeto: Quem Tem Medo de Fantasma? – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Cris D’Amato

Roteiro: Sylvio Gonçalves e Marcelo Saback

 

ü  Bananeira Filmes 

Projeto: Billi Pig – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 800 mil

Direção: José Eduardo Belmonte

Roteiro: José Eduardo Belmonte e Ronaldo D’Oxum

 

Projeto: Corrida dos Bichos – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Ernesto Solis

Roteiro: Felipe Braga

 

ü  BPP Produções Audiovisuais 

Projeto: Vendo ou Alugo – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção: Betse de Paula

Roteiro: Betse de Paula, Ana Muylaert, Adriana Falcão, Maria Lucia Dahl e Julia de Abreu 

 

ü  Camisa Listrada 

Projeto: O Menino no Espelho – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 750 mil

Direção: Guilherme Fiúza

Roteiro: Cristiano Abud, Guilherme Fiúza e André Carreira

 

ü  Casablanca Produções  

Projeto: Serra Pelada – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1,5 milhão

Direção e roteiro: Heitor Dhalia

ü  Citizencrane Produções Artísticas

 

Projeto: 2 Sequestros – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Marcos Jorge

Roteiro: Lusa Silvestre

 

ü  Coevos Filmes 

Projeto: Ai de ti, Copacabana – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: José Joffily

Roteiro: José Joffily e Sérgio Rezende

 

ü  Coisa de Cinema – Cinema e Vídeo 

Projeto: Depois da Chuva – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 300mil

Direção: Cláudio Marques e Marília Hughes

Roteiro: Cláudio Marques

 

ü  Conspiracão Filmes 

Projeto: Bach no Brasil – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 750 mil

Direção: Ansgar Ahlers

Roteiro: Ansgar Ahlers e Soern Menning

 

Projeto: Gonzaga – De Pai para Filho – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Breno Silveira

Roteiro: Patrícia Andrade

 

Projeto: Os Penetras – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 750 mil

Direção: Andrucha Waddington

Roteiro: Andrucha Waddington, José Henrique Fonseca, Rafael Dragaud e Nina Crintz 

ü  Coração da Selva  

Projeto: Terapia do Medo – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção e roteiro: Roberto Moreira

 

ü  Crystal Cinematográfica 

Projeto: A Primeira Missa – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção e roteiro: Ana Carolina Teixeira Soares

 

ü  Dezenove Som e Imagens Produções 

Projeto: Vazante – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 750 mil

Direção: Daniela Thomas

Roteiro: Daniela Thomas e Beto Amaral

ü  Drama Filmes 

Projeto: Sangue Azul – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 750mil

Direção: Lírio Ferreira

Roteiro: Lírio Ferreira, Sérgio Oliveira e Fellipe Gamarano Barbosa

 

ü  Ipanema Filmes 

Projeto: A Procura de Martina – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 750 mil

Direção: Marcia Faria

Roteiro: Gabriela Amaral Almeida

 

ü  Kinofilmes Produções Artísticas e Cinematográficas 

Projeto: Dezessete Anos Depois – Documentário

Valor investido pelo FSA: R$ 623 mil

Direção e roteiro: Thereza Jessouroun

ü  Meios de Produção e Comunicação

 

Projeto: Entre a Dor e o Nada – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção: Alberto Graça

Roteiro: Marcos Bernstein e José Carvalho

 

ü  Mixer 

Projeto: Mato Sem Cachorro – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1,5 milhão

Direção: Pedro Amorim

Roteiro: André Pereira

 

ü  M. Schmiedt Produções 

Projeto: Mãos de Cavalo – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Roberto Gervitz

 

ü  Morena Filmes 

Projeto: O Jardim Secreto de Mariana – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Sérgio Rezende

Roteiro: Sérgio Rezende

 

ü  Natasha Enterprises 

Projeto: Reis e Ratos – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 750 mil

Direção: Mauro Lima

Roteiro: Mauro Lima

 

ü  O2 Cinema 

Projeto: A Cadeira do Pai – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Luciano Moura

Roteiro: Elena Soárez e Luciano Moura

 

ü  Otto Desenhos Animados 

Projeto: A Cidade dos Piratas – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Otto Guerra

Roteiro: Tomas Créus

 

ü  Passaro Films do Brasil Audiovisuais 

Projeto: Meu pé de laranja-lima – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 800 mil

Direção e roteiro: Marcos Bernstein

 

ü  Pindorama Filmes 

Projeto: Saara – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção: Estevão Ciavatta

Roteiro: Patrícia Andrade e Rosane Lima

 

ü  Pólo De Imagem

Projeto: Entre Vales e Montanhas – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção: Philippe Barcinski

Roteiro: Philippe Barcinski e Fabiana Werneck Barcinski

ü  Pontos de Fuga Produções Artísticas

 

Projeto: Todo Amor – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 750 mil

Direção e roteiro: Marcos Bernstein

 

ü  Prodigo Films 

Projeto: O Inacreditável Roubo da Jules Rimet – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Caíto Ortiz

Roteiro: Lusa Silvestre

 

ü  Rec Produtores Associados 

Projeto: Tatuagem – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 748 mil

Direção e Roteiro: Hilton Lacerda

 

ü  República Pureza Filmes 

Projeto: Um Filme de Cinema – Documentário

Valor investido pelo FSA: R$ 250 mil

Direção: Walter Carvalho

Roteiro: Walter Carvalho e Bráulio Tavares

 

ü  RF Cinema e TV 

Projeto: Entre o Céu e a Terra – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1,5 milhão

Direção: Roberto Farias

Roteiro: Roberto Farias e Marco Antonio Schiavon

ü  Sincrocine Produções Cinematográficas 

Projeto: Tainá 3 – A Origem – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 900 mil

Direção: Rosane Svartman

Roteiro: Cláudia Levay

 

ü  Solar Filmes 

Projeto: Maresia – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção: Marcos Guttmann

Roteiro: Melanie Dimantas

 

ü  Stairs Jogos Eletrônicos 

Projeto: A princesa de Elymia – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 900 mil

Direção e Roteiro: Sílvio S. Toledo

 

ü  Taiga Filmes e Vídeo 

Projeto: Histórias que só existem quando lembradas – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 210 mil

Direção e Roteiro: Julia Murat 

ü  Tambellini Filmes e Produções Audiovisuais 

Projeto: Agamenon Mendes Pedreira – O filme – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção: Victor Lopes

Roteiro: Hubert de Carvalho

ü  TB Produções 

Projeto: Éden – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 407 mil

Direção: Bruno Safadi

Roteiro: Antonia Pellegrino

 

ü  Truque Produtora de Cinema TV e Vídeo 

Projeto: Capão – A Onda de uma Comunidade – Documentário

Valor investido pelo FSA: R$ 163 mil

Direção e Roteiro: Roberto Studart

 

ü  Vitória Produções Cinematográficas 

Projeto: Um Tiro no Coração – Ficção

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção e Roteiro: Paulo Thiago 

Empresas e projetos selecionados na Linha B (Prodav 01/2010) 

ü  44 Toons Produções Artísticas  

Projeto: Tordesilhas – Animação

Valor investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Marão

Roteirista: Alê McHaddo

Emissora: Fundação Padre Anchieta – TV Cultura

 Projeto: Bobolândia, Monstrolândia – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 890 mil

Direção e roteiro: Alê McHaddo

Emissora: Fundação Padre Anchieta – TV Cultura

ü  Armazém de Imagens 

Projeto: Bolota e Chumbrega – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Frederico Pinto

Roteirista: Camila Gonzatto

Emissora: TV Brasil

 

ü  Aurora Filmes  

Projeto: A Grande Viagem – Ficção

Valor Investido pelo FSA: R$ 990 mil

Direção e roteiro: Caroline Fioratti

Emissora: Fundação Padre Anchieta – TV Cultura 

ü  Bossa Nova Films Criações e Produções  

Projeto: Tribos do Brasil – Documentário

Valor Investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção: Lecuk Ishida

Roteirista: Sérgio Augusto de Andrade

Emissora: TV Record

 

ü  Cartunaria Desenhos  

Projeto: X-Coração – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 800 mil

Direção: Lisandro Santos

Roteirista: Carlos Gerbase

Emissora: TV Brasil

 

ü  Copa Studio Produtora Audiovisual  

Projeto: Tromba Trem – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 1,4 milhão

Direção e roteiro: José Luiz Albuquerque

Emissora: TV Brasil

ü  Coração da Selva Transmídia  

Projeto: Condomínio Jaqueline, A Nova Família – Ficção

Valor Investido pelo FSA: R$ 1,2 milhão

Direção: Roberto Moreira

Roteirista: Anna Muylaert

Emissora: Fundação Padre Anchieta – TV Cultura

 

ü  Gullane Entretenimento

 Projeto: História do Sexo no Brasil – Documentário

Valor Investido pelo FSA: R$ 1,2 milhão

Direção e roteiro: Carlos Cortez

Emissora: History Channel

 

ü  LD – Laboratório de Desenhos  

Projeto: Meu Amigãozão – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 2 milhões

Direção: Andrés Lieban

Roteirista: Clive Endersby

Emissora: TV Brasil

 

ü  Liberato Produções Culturais 

Projeto: Tio Mussarela – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção: Claudio Guido S. Cardoso

Roteirista: Jean Lima

Emissora: IRDEB – TVE Bahia

 

Projeto: Turma do Xaxado – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 200 mil

Direção: Paulo Alcântara

Roteirista: Tom S. Figueiredo (Antonio Sérgio Nunes Figueiredo)

Emissora: IRDEB – TVE Bahia

ü  Mercúrio Produções 

Projeto: Van Bora! – Ficção

Valor Investido pelo FSA: R$ 600 mil

Direção: Vinícius Coimbra

Roteirista: Luiz Carlos Góes

Emissora: Canal Brasil 

ü  Mosquito Project 

Projeto: Projeto Futebol – Documentário

Valor Investido pelo FSA: R$ 700 mil

Direção: Leandro HBL

Roteirista: Tomas Leach

Emissora: Fundação Padre Anchieta – TV Cultura 

ü  TV Pinguim 

Projeto: Luna Chamando – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 1,9 milhão

Direção: Célia Catunda e Kiko Mistrorigo

Roteirista: Marcela Catunda

Emissora: TV Brasil 

ü  Plural Filmes 

Projeto: Visceral Brasil – Documentário

Valor Investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção e roteiro: Marcia Paraíso

Emissora: TV Brasil

 

ü  Sete Personagens Produções Culturais 

Projeto: Mercados – Documentário

Valor Investido pelo FSA: R$ 500 mil

Direção: Angélica Campos

Roteirista: Mariana Alvim Cardoso

Emissora: TV Brasil

ü  Terra Vermelha Filmes       

Projeto: Inusitado – Documentário

Valor Investido pelo FSA: R$ 700 mil

Direção: Gideon Boulting

Roteiro: José Carvalho

Emissora: A&E

ü  TV Zero Cinema  

Projeto: Fanáticos – Documentário

Valor Investido pelo FSA: R$ 700 mil

Direção: Roberto Berliner

Roteirista: Mauricio Lissovsky

Emissora: TV Esporte Interativo

 

ü  Urca Filmes 

Projeto: Vai dar samba – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 1,2 milhão

Direção e roteiro: Humberto Avelar

Emissora: TV Brasil

ü  Zoom Elefante 

Projeto: Carrapatos e Catapultas – Animação

Valor Investido pelo FSA: R$ 1 milhão

Direção e roteiro: Almir Correia

Emissora: TV Brasil

 

Show de Flávio Venturini vai abrir FestCine Amazônia


 

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Fortaleza terá chance de ver Outros Cinemas…

Cineasta e produtora Bárbara Cariry e sua equipe divulgam curtas selecionados para a IV Mostra Outros Cinemas, realização Sereia Filmes, grifada para os dias 28, 29 e 30 deste mês, na Casa Amarela Eusélio Oliveira, em Fortaleza/CE.

Foram inscritos cerca de 100 curtas de diversos estados brasileiros e, dentre estes, foram selecionados 18 para participar desta edição da Mostra.

Agradecemos a participação de todos os realizadores e os convidamos a participar de nossas próximas edições.

Mais informações e a programação da Mostra estarão, em breve, disponíveis no seguinte endereço: www.mostraoutroscinemas.blogspot.com

Lista dos Selecionados:

1. Triangulum – BR/AL/EG – 2009 – 22′
Direção: Melissa Dullius e Gustavo Jahn

2. Roberto Cabeção – CE – 2011 – 13′
Direção: Salomão Santana

3. Deus – PR – 2010 – 4′
Direção: João Krefer

4. Olhar Particular – PB – 2011 – 11′
Direção: Paulo Roberto

5. Domingo de Águas Abertas – CE – 2010 – 6′
Direção: Henrique Dídimo

6. O Garoto, o Mar e o Velho – PR – 2011 – 5’49”
Direção: Marisa Merlo

7. Eu já não Caibo mais Aqui – GO – 2009 – 4′
Direção: Benedito Ferreira

8. Vuvuzelas de Madureira – RJ – 2010 – 17′
Direção: Vitor Medeiros

9. Resta Um – CE – 2011 – 20′
Direção: Aurora Miranda Leão

10. A Fábrica – PR – 2011 – 19′
Direção: Aly Muritiba

11. Um Par – SP – 2010 – 8′
Direção: Lara Lima

12. Naufrágos – SP – 2010 – 15′
Direção: Gabriela Amaral e Matheus Rocha

13. Sobre o Resto dos Dias – MG – 2010 – 17′
Direção: Alexandre Baxter e Luiz Felipe Fernandes

14. Monja – CE – 2011 – 15′
Direção: Breno Baptista

15. Julie, Agosto, Setembro – GO – 2011 – 8′
Direção: Jarleo Barbosa

16. Propriedades de uma Poltrona – RS – 2010 – 8′
Direção: Rodrigo John

17. Morte e Morte de Johnny Zumbie – SP – 2011 – 14′
Direção: Gabriel Carneiro

18. Mato Alto – CE – 2011 – 15′
Direção: Arthur Leite

Serviço: Mostra Outros Cinemas
Realização: SEREIA Filmes
Data: 28, 29 e 30 de Novembro de 2011
Local: Casa Amarela Eusélio Oliveira (Av. da Universidade, 2591 – Benfica – CEP 60020-181 – Fortaleza – CE)
Informações: www.mostraoutroscinemas.blogspot.com

Amazonas Film Festival: a energia da Floresta abençoou…

Festival termina em grande estilo e se consagra como o mais bem organizado do país…

A cerimônia de encerramento da oitava edição do Amazonas Film Festivalaconteceu em palco armado ao lado do Theatro Amazonas com transmissão ao vivo pela TV Cultura. A apresentação ficou a cargo da atriz Ana Furtado (apresentadora do programa Vídeo Show, da TV Globo) e contou com a participação do Secretário de Cultura, poeta e escritor Robério Braga, da atriz Helena Ignêz (presidemte da Mostra Curta Brasil), da jornalista Danniela Assayag (TV Amazonas), de Sérgio Cardoso (coordenador de Ação Cultural da Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas), de Salyna Borges (titular do Audiovisual e da Film Comission), e com a presença do governador Omar Aziz, que fez conundente discurso de louvação ao Cinema Brasileiro e às produções exibidas, além de garantir vida longa ao festival e à presença de Robério Braga como titular da pasta da Cultura – o que fez a platéia reagir com muitos aplausos.

Noite de luxo no Teatro Amazonas

Festejado por todos os lados: fãs de Alfonso Herrera também eram colegas de Festival…

Ana Carolina Machado, a charmosa atriz de O Carteiro, atravessa a ‘passarela’…

Tudo isso fez da noite de encerramento do VIII Amazonas Fim Festival um momento de muita emoção, energia e cor no convidativo Largo de São Sebastião, ao qual o publico fez questão de acorrer, sobretudo aplaudindo o belo e simpaticíssimo Alfonso Herrera, o cantor/ator mexicano que colocou uma enorme fila de fãs na porta do Hotel Caesar Business todos os dias, sem intervalo de turnos.  

Ana Furtado comandou a noite de encerramento…

Após a cerimônia oficial da entrega de troféus aos vencedores, o céu recebeu uma bela rajada de cores com generosa chuva de fogos de artifício, antecendo a apresentação dos tradicionais Bois da Festa de Parintins.

Secretário Robério Braga faz eloquente discurso e é aplaudidíssimo pelos acertos do Festival

Um compacto das apresentações que mobilizam a cidade amazonense a cada junho  foi ofertado à platéia, que pôde conferir as performances dos Bois Caprichoso e Garantido.

Além de diversas outros expoentes da Sétima Arte e da cultura amazonense que tornaram mais bonita e concorrida a noite de despedida do oitavo Amazonas Film Festival , encerrada com chave de ouro numa magnífica festa no Club Alphaville, colocando ainda mais em evidência o Amazonas como um cinematográfico cenário de belezas e multifária riqueza.

 

 

Secretário Robério Braga e governador Omar Aziz: sorrisos mostram satisfação com mais um Festival realizado com êxito…

Helena Ignêz, Rômulo Hussen, Beatriz Linderberg e Aurora Miranda Leão: alegria do encontro celebrada no tapete vermelho

Trinta e três produções inéditas no circuito comercial disputaram o troféu Vôo na Floresta que premiará entre filmes de Longa e Curta-Metragem, o melhor Filme, Diretor, Ator, Atriz, Roteiro e Fotografia. 

Chaplin conduz a artista amazonense Rosa Malagueta e sua bela herdeira, acompanhadas de Sérgio Uchoa, consultor estadual de Cultura…

Largo de São Sebastião lotado para conferir encerramento do oitavo Amazonas Film Festival

 Filme gaúcho Casa Afogada ganha troféu das mãos de Paulo Mendonça, diretor do Canal BR

Helena Ignêz entrega troféu Melhor Atriz a Amélia Bittencourt (SC), representada por Celso Sabadin

Aprovação à gestão Omar Aziz transmitida em cumprimentos por toda a noite…

O troféu Voo da Floresta foi desenvolvido em 2006, especialmente para o Amazonas Film Festival, pela escultura Sara Rosemberg, com inspiração na beleza do vôo das aves amazônicas. O material utilizado na concepção foi alumínio reciclado e reciclável, sobre base de madeira amazônica de origem sustentável. O troféu é uma bela peça artística.

Vencedores do 8° Amazonas Film Festival
Mostra Competitiva Curta-Metragem Amazonas Melhor Roteiro – João Áureo Pereira de Albuquerque Lins, por “Alegoria da preguiça, um diálogo interior”
Melhor Atriz – Mariana Campo, por “Morto-Vivo”
Melhor Ator – Leonardo J. Mancini, por “Morto-Vivo”
Melhor Fotografia – Yure Cesar e Aldemar Matias, por “Parente”
Melhor Diretor – Leonardo J. Mancini, por “Morto-Vivo”
Prêmio Especial do Júri – “Rito de Morte” de Sávio Stoco
Melhor Filme – “Parente” de Aldemar Matias
Igor Cotrim, Melhor Ator na edição passada, entregou para o vencedor deste ano…

Mostra Competitiva Curta-Metragem Brasil

Douglas Soares recebe troféu pelo Melhor Roteiro para A Dama do Peixoto

Melhor Roteiro – Douglas Soares e Allan Ribeiro por “A Dama do Peixoto” (RJ)
Melhor Atriz – Amélia Bittencourt, por “Qual queijo você quer?” de Cíntia Domit Bittar (SC)
Melhor Ator – Maurício de Barros, por “Cine Camelô” de Clarissa Knoll (SP)
Melhor Fotografia – Pedro Urano, por “Ensolarado” de Ricardo Targino (MG)
Melhor Diretor – Gilson Vargas, por “Casa Afogada” (RS)
Menção Honrosa – “Sala de Milagres” de Cláudio Marques e Marília Hughes (BA), “O céu no andar de baixo” de Leonardo Cata Preta (MG)
Melhor Filme – “Cachoeira” de Sérgio Andrade (AM)

 Escritora Tânia Carvalho e casal Paulo Mendonça chegam para a cerimônia de encerramento, tendo ao fundo o Theatro Amazonas

Alfonso Herrera, o mais aplaudido dos aplaudidos, integrou o júri de longa-metragem e fez bonito esbanjando simpatia e simplicidade…

Mostra Competitiva Internacional de Longa-Metragem

Melhor Roteiro – Asghar Fahradi por “A separation” (Irã)
Melhor Atriz – Camila Pitanga por “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios” (Brasil)
Melhor Ator – Zecarlos Machado por “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios” (Brasil)
Melhor Fotografia– Glynn Speeckaert por “La Source des femmes” (Bélgica, Itália, França)
Melhor Diretor – Santiago Mitre por “El estudiante” (Argentina)
Menção Honrosa – “Os últimos cangaceiros” de Wolney Oliveira (Brasil)
Melhor Filme – “A Separation” de Asghar Fahradi (Irã)

Vencedores e jurados de todas as categorias posam para foto oficial…

 Ana Furtado aplaude grandeza do Amazonas Film Festival

<!–Mostra Competitiva Internacional de Longas-Metragem

A SEPARAÇÃO, de Asghar Farhadi (Urso de Ouro no Festival de Berlim 2011)


EU RECEBERIA AS PIORES NOTÍCIAS DE SEUS LINDOS LÁBIOS,de Beto Brant


O AMOR NÃO TEM FIM, de Julie Gavras


O CARTEIRO, de Reginaldo Faria (melhor fotografia no Festival de
Gramado 2011)


LA SOURCE DES FEMMES, de Radu Mihaileanu


OS ÚLTIMOS CANGACEIROS, de Wolney Oliveira


THE FIRST GRADER, de Justin Chadwick


O ESTUDANTE, de Santiago Mitre

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<!–Mostra Competitiva Internacional de Longas-Metragem

A SEPARAÇÃO, de Asghar Farhadi (Urso de Ouro no Festival de Berlim 2011)


EU RECEBERIA AS PIORES NOTÍCIAS DE SEUS LINDOS LÁBIOS,de Beto Brant


O AMOR NÃO TEM FIM, de Julie Gavras


O CARTEIRO, de Reginaldo Faria (melhor fotografia no Festival de
Gramado 2011)


LA SOURCE DES FEMMES, de Radu Mihaileanu


OS ÚLTIMOS CANGACEIROS, de Wolney Oliveira


THE FIRST GRADER, de Justin Chadwick


O ESTUDANTE, de Santiago Mitre

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