Filme mineiro premiado em Mar del Plata

Depois de estrear no Festival de Veneza e ser exibido na 35ª Mostra de Cinema de São Paulo, a produção mineira Girimunho, de Helvécio Marins e Clarissa Campolina, ganha Menção Honrosa do júri na competição latino-americana do Festival de Cinema de Mar del Plata, na Argentina.

Filmado no sertão mineiro, o filme acompanha duas mulheres com mais de 80 anos: Bastu e Maria do Boi. Elas interpretam a si mesmas. Recriam situações pelas quais realmente passaram ou que foram “provocadas” pelos diretores. 

Primeiro longa da dupla Helvécio e Clarissa, o filme já foi exibido em Veneza. os diretores encontraram na pequena São Romão, cidade à beira do Rio São Francisco, os personagens para seu filme.

  Divulgação  
Cena do filme "Girimunho", de de Helvécio Martins e Clarice Campolina
Girimunho, de Helvécio Marins e Clarice Campolina

Das festas populares e da morte do marido de uma delas vai-se desenhando a trama em fragmentos que deixa entrever a chegada da modernidade ao cenário, com as bandas de brega e o Orkut. Helvécio e Clarissa fazem parte da Teia, coletivo de cineastas de Belo Horizonte criado em 2003, cujo trabalho foca no gênero documental e experimental. 

Bastú interpreta ela mesma no premiado brasileiro Girimunho

O vencedor da competição principal de Mar del Plata foi a produção “Abrir Puertas y Ventanas” (Abrir Portas e Janelas), de Milagros Mumenthaler, premiado como melhor filme e melhor direção. Olivier Gourmet (“L’Excercice de l’État”) saiu como melhor ator, e Joslyn Jensen (“Without”) como melhor atriz.

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