Arquivo do dia: 17/11/2011

Festival de Cinema Fantástico agenda terça com RUGGERO DEODATO

 

RUGGERO DEODATO NO CINEFANTASY

Principal evento dedicado ao cinema de gênero fantástico (ficção científica, horror e fantasia), o CINEFANTASY – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA FANTÁSTICO chega à sua sexta edição e traz, pela primeira vez, parte de sua programação à Cinemateca Brasileira. Reunindo o melhor do cinema de gênero do Brasil e do mundo em mais de 140 filmes, o festival é uma realização da Fly Cow Produções Culturais e da Secretaria de Estado da Cultura, com curadoria de Eduardo Santana e Vi vi Amaral. Além da Cinemateca, a programação do CINEFANTASY se estende para a Biblioteca Viriato Corrêa, para o Centro Cultural São Paulo e o Cinesesc.

Neste ano, a principal atração do festival é a homenagem ao diretor italiano Ruggero Deodato, autor de clássicos como Canibal holocausto, conhecido por ser um dos filmes mais polêmicos da história do cinema. Nascido em 1939, Deodato começou sua carreira como assistente de direção de Roberto Rosselini e de Sérgio Corbucci. Em 1977, dirigiu O último mundo dos canibais, produção responsável por trazer à tona o gênero de filmes sobre canibais. Além disso, O último mundo dos canibais impulsionou Deodato a realizar, em 1979, Canibal holocausto, filme que causou grande controvérsia na Itália e no Reino Unido devido à violência extrema e ultra-realista, obrigando o diretor a revelar os segredos por trás dos efeitos especiais e de levar os atores principais frente à corte Italiana, para provar que eles ainda estavam vivos.

O filme segue uma linha de “falso documentário”, num formato copiado inúmeras vezes em obras como A bruxa de Blair e o mais recente REC. Celebrado por fãs de horror no mundo t odo, Deodato está para os canibais assim como Romero está para os zumbis. É uma lenda viva entre os diretores de filmes de horror Italianos, junto a Lucio Fulci e Mario Bava, criadores dos filmes mais bizarros da história do cinema.

A Cinemateca Brasileira exibe em sessões especiais três das mais famosas produções do cineasta italiano, O último mundo dos canibais, House on the edge of the park e Canibal holocausto, rodados nas décadas de 1970 e 1980. Além disso, tem a honra de recebê-lo para uma conversa com o público terça-feira, dia 22, às 20h.

Em sua palestra, Deodato falará sobre sua experiência, polêmicas e sobre os bastidores de seus filmes. A mesa também contará com a presença do crítico de cinema Luiz Carlos Merten e do jornalista italiano Paolo Zelati, conhecedor do cinema de horror produzido na Itália. 

CINEMATECA BRASILEIRA

Largo Senador Raul Cardoso, 207

próxima ao Metrô Vila Mariana

Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215)

www.cinemateca.gov.br

Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada)

Estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação da carteirinha.

PROGRAMAÇÃO 

22.11 | TERÇA 

SALA CINEMATECA PETROBRAS 

16h30 O ÚLTIMO MUNDO DOS CANIBAIS 

SALA CINEMATECA BNDES

 

18h15 HOUSE ON THE EDGE OF THE PARK

20h00 CANIBAL HOLOCAUSTO | ENCONTRO COM RUGGERO DEODATO, LUIZ CARLOS MERTEN E PAOLO ZELATI 

 FICHAS TÉCNICAS E SINOPSES 

Canibal holocausto (Cannibal holocaust), de Ruggero Deodato

Itália, 1980, 35mm, cor, 95’ | Legendas em português | Exibição em DVD

Robert Kerman, Francesca Ciardi, Faye Daniels,< span> Perry Pirkanen

Professor da Universidade de Nova York vai atrás de documentaristas perdidos na Amazônia. Lá chegando, ele descobre os horrores que< font size=”2″> eles passaram nas mãos de canibais.

classificação indicativa: 18 anos

ter 22 20h00

 

House on the edge of the park (La casa sperduta nel parco), de Ruggero Deodato

Itália, 1980, 35mm, cor, 91’ | Legendas em português | Exibição em DVD

David Hess, Annie Belle, Christian Borromeo, Giovanni Lombardo Radice

Dois vagabundos arruaceiros entram sem ser convidados numa festa chique. Após serem expulsos por seus anfitriões esnobes, eles os fazem de reféns e os submetem a diversos tipos de tortura e sofrimento.

classificação indicativa: 18 anos

ter 22 18h15 

O último mundo dos canibais (Ultimo< /span> mondo canibale), de Ruggero Deodat o

Itália, 1977, 35mm, cor, 95’ | Legendas em português | Exibição em DVD

Massimo Foschi, Ivan Rassimov, Me Me Lai, Sheik Razak Shikur

Alegadamente baseado numa história real (o que não é verdade), o filme mostra o drama de Robert Harper, um magnata do ramo do petróleo que, perdido nas selvas da Nova Guiné, é aprisionado por uma tribo de primitivos que vivem nos tempos das cavernas e praticam o canibalismo.

classificação indicativa: 18 anos

ter 22 16h30

Santa Catarina, palco para a Música Instrumental

Verão catarinense nos embalos da música clássica

 

Festival de Música de Santa Catarina terá 7a edição entre janeiro e fevereiro reunindo personalidades artísticas renomadas mundialmente e alunos de vários países, com todos os concertos gratuitos. A música contemporânea será destaque das apresentações, revivendo clássicos dos últimos cem anos.

Santa Catarina se transformará na meca da música clássica do Brasil entre 22 de janeiro e 4 de fevereiro de 2012. Localizada na região Norte do Estado, muito próxima às mais belas praias da região, a pequena cidade de Jaraguá do Sul atrai anualmente uma peregrinação de entusiastas para o mais importante festival-escola da América Latina.

O evento reunirá professores, regentes de renome internacional, artistas consagrados e 360 estudantes de música erudita, vindos de várias regiões do mundo, os quais passaram por rigorosa seleção para interpretar os grandes clássicos. Este ano, entre os músicos consagrados, estão João Carlos Martins, Marlos Nobre e Arthur Moreira Lima.

 

Femusc 2012: contemporaneidade à flor da pele

”A sétima edição do festival terá como temática as composições que marcaram os últimos cem anos. O aprimoramento do público catarinense permitiu que fosse possível criar uma programação com tema específico, aprofundando ainda mais a experiência musical vivida nas duas semanas de festival”, destaca Alex Klein, fundador e diretor artístico do evento. Além disso, o melhor da tradição musical erudita também estará presente com apresentações das célebres obras dps compositores clássicos e românticos mais conhecidos de todos os tempos, como Mozart, Beethoven, Brahms, Schubert, Mendelssohn, Tchaikovsky, Debussy e Schumann.

Sustentabilidade no palco

A emocionante música Toward the Sea, que ficou conhecida na campanha ambientalista de proteção às baleias “Save the Whales”, promovida pelo Greenpeace, ganha destaque nessa edição do Femusc em 25 de janeiro. A escolha pelo compositor japonês Toru Takemitsu é um protesto contra o Japão, um dos países que mais pesca baleias em todo planeta.

Agora é que são elas: mulheres em destaque

As compositoras são a grande inspiração para o concerto de 31 de janeiro. As quatro obras apresentadas oferecem uma variedade de vertentes artísticas que vão desde a divertida obra da britânica Madeleine Dring à misteriosa “Ânima”, da brasileira Marisa Resende. A expressividade e inovação ficam à mostra na composição da russa Sofia Gubaidulina, uma das mais importantes artistas do mundo atual. O clássico “Noneto”, da francesa Louise Ferrenc, encerra a noite feminina no Femusc 2012. 

Jaraguá do Sul: acordes de qualidade de vida e desenvolvimento social

Localizada a menos de 200 km entre as capitais Florianópolis e Curitiba, é um ponto estratégico na área de abrangência do Mercosul, com uma situação favorecida pela proximidade de acesso com a BR-101, os aeroportos de Joinville, Navegantes e Florianópolis e os portos de São Francisco do Sul e Itajaí. O município faz parte da região Norte de Santa Catarina, que concentra diversas etnias, preservando uma rica herança cultural ainda hoje cultivada por descendentes de alemães, húngaros e italianos, principalmente. Traços marcantes na arquitetura, costumes e culinária encantam visitantes de todas as idades. Entre as opções de lazer e esporte, destacam-se caminhadas entre bosques e cachoeiras, rafting em rios de água transparente, vôos livres, enduros e cavalgadas por estradas do interior.

Serviço
O que: Festival de Música de Santa Catarina
Quando: de 22 de janeiro a 4 de fevereiro de 2012
Onde: Centro Cultural da SCAR – Sociedade Cultura Artística de Jaraguá do Sul
Horários das apresentações diárias: 19h no Pequeno Teatro e 20h30 no Grande Teatro
Ingressos gratuitos: Todas as apresentações e as atividades em locais alternativos terão entrada gratuita para o público
Informações: (47) 3373-8652 / (47) 3275-2477 e
www.femusc.com.br

Carlos Alberto Mattos e a Mostra do Filme Etnográfico

O calendário de festivais de cinema no Rio ficou com uma lacuna irreparável no ano passado. Por dificuldades na busca de patrocínio, Patrícia Monte-Mór e José Inácio Parente não puderam realizar a Mostra Internacional do Filme Etnográfico. Este ano, felizmente, a mostra volta em sua 15ª edição com toda força e patrocínio da Eletrobrás, Secretaria de Cultura do Estado do RJ e Prefeitura/Riofilme. Na abertura, ontem, foi exibida a co-produção luso-brasileira O Manuscrito Perdido, de José Barahona.

A partir desta quinta e até dia 24, o Museu da República vai abrigar exibições na sala de cinema, nos jardins e nas quatro cabines de visionamento. Nestas últimas, o espectador faz seu próprio programa com todos os filmes da mostra e mais a coleção completa do Etnodoc. Dos 350 filmes inscritos, a programação vai reunir mais de 100, realizados no Brasil e em outros 16 países. José Inácio Parente destaca não só a quantidade de trabalhos, mas a liberdade crescente na linguagem dos filmes, muitos dos quais se desprendem do modelo tradicional de entrevistas + material de arquivo.

Além do habitual Laboratório do Filme Etnográfico – este ano com Angela Torresan, professora brasileira da Universidade de Manchester/Granada Centre, já com inscrições encerradas –, haverá um fórum de debates envolvendo diretores brasileiros e estrangeiros com filmes na mostra. Vários desses filmes são perfis biográficos de antropólogos: An Ecology of Mind foi dirigido por Nora Bateson e versa sobre as ideias de seu pai, o antropólogo Gregory Bateson, casado com Margaret Mead; The Professional Foreigner: Asen Balikci and Visual Ethnography, de Rolf Husmann, discute o fazer do filme etnográfico a partir da trajetória de um de seus expoentes; Elogio da Graça, de Joel Pizzini, é um carinhoso retrato do cineasta Arne Sucksdorff a partir das lembranças de sua esposa brasileira, Maria da Graça Sucksdorff. É interessante notar que esse foco temático coincide com um momento do cinema brasileiro em que estão prestes a entrar em cartaz Paralelo 10, de Silvio Da-Rin (sobre o sertanista José Carlos Meirelles) e Xingu, de Cao Hamburger (ficção sobre os Irmãos Villas-Boas).

Eu vou mediar uma das mesas do fórum, sobre Biografia no Filme Etnográfico, com participações de Nora Bateson, Rolf Husmann e Joel Pizzini. Outras mesas terão os realizadores de As Hiper Mulheres e o francês Emmanuel Grimaud, cujos trabalhos de antropologia visual podem enfocar tanto o gestual dos cineastas de Bollywood como os movimentos de máquinas e robôs.

A mostra vai ser uma boa chance para quem ainda não viu filmes brasileiros recentemente elogiados e premiados. É o caso de Marcelo Yuka no Caminho das Setas, Angeli 24 Horas, Cinematógrafo Brasileiro em Dresden, Terra Deu Terra Come, Copa Vidigal, Babás, Avenida Brasília Formosa, Walachai, Terras, As Batidas do Samba, A Falta que me Faz, Acercadacana, Icandomblé, Soldados da Borracha e Formas do Afeto: Ensaio sobre Mário Pedrosa. Emilio Domingos vai estrear o seu Quando Xangô Apitar, mais um doc ambientado no inesgotável samba da Mangueira.

Entre os filmes internacionais, uma atração que reputo imperdível é Pink Saris, de Kim Longinotto. Folheando o catálogo on line, já agendei conhecer os seguintes: Awareness, o último rebento do inefável casal David e Judith MacDougall, de quem será exibido também o clássico Lorang’s Way; The Lover and the Beloved: a Journey into Tantra; Cooking up Dreams (sobre o papel social da gastronomia no Peru), Djeneba (retrato intimista de uma família do Mali) e Kings of the Beetles (uma competição de besouros-rinocerontes na Tailândia filmada pelo convidado Emmanuel Grimaud).  

As homenagens do evento este ano se dirigem ao cineasta Adrian Cowell, que muito e bem filmou a Amazônia brasileira, e à escritora e pesquisadora Lélia Coelho Frota, uma grande amiga da Mostra.

* Texto do jornalista Carlos Alberto Mattos – leia mais em http://carmattos.com/

Amazonas celebra GANGA BRUTA com Filarmônica em manhã memorável

Clássico de Humberto Mauro, produzido pela CINÉDIA, lotou o Theatro Amazonas, e foi apresentado por Alice Gonzaga, herdeira do pioneiro Adhemar Gonzaga…

A organização do VIII Amazonas Filme Festival esmerou-se em todos os detalhes e brindou o público amazonense, bem como sua ampla cartela de convidados e imprensa, com uma manhã dominical de riqueza imagética e sonora fazendo da exibição de GANGA BRUTA um momento especial em sua recheada programação.

Hernani Heffner e Alice Gonzaga apresentam Ganga Bruta para um Theatro Amazonas lotado…

A Cinédia produziu Ganga Bruta (1933), filme que, ao lado de Limite, de Mário Peixoto, se tornaria marco do cinema brasileiro e um dos mais importantes filmes da história do cinema mundial.

Em sua primeira exibição, Ganga Bruta não foi bem, fazendo pouco menos de 15 mil réis, e o público carioca não gostou, chamando o filme de “Abacaxi da Cinédia”, “o pior filme de todos os tempos”. 

Ganga Bruta teria locações no Amazonas, lugar aonda inesplorado pelo Cinema, mas  filmar lá era muito caro, e as cenas foram transferidas para a Quinta da Boa Vista, no Rio de Janeiro…

Isso porque, como de costume, o olhar tem espírito preguiçoso e gosta de ver o que já conhece, por isso a tendência das imagens é se repetir, e os que tentam inovar pagam sempre um preço alto pela ousadia. Assim, filmes e músicas que fogem do senso comum, com um sentido na vanguarda, recebem a rejeição como primeiro sentimento, quase sempre.

Nesse cenário, Ganga Bruta, logo saiu de circulação. Mas o tempo, esse “Senhor dos Enganos”, como bem canta o poeta Herbert Vianna, encarregou-se de fazer sua obra. E ainda ganhou uma ‘ajudinha’ providencial: 

o pesquisador Carl Scheiby, remexendo nos arquivos da Cinédia, encontrou os negativos do filme, remontou-os (com aprovação de Humberto Mauro) e exibiu-os, em 1952, na I Retrospectiva do Cinema Brasileiro. Foi então que Ganga Bruta passou a ter outra receptividade, até obter a justa consagração.

A Orquestra Filarmônica do Amazonas executa a trilha de Ganga Bruta

A primeira filmagem de Ganga Bruta foi a 2 de setembro de 1931, tendo estreado no Rio de Janeiro, no cinema Alhambra, a 29 de maio de 1933, por iniciativa de Francisco Serrador.

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Para o diretor Glauber Rocha, falecido em 1981, Ganga Bruta – roteiro e direção do mineiro Humberto Mauro (com argumento de Octávio Gabus Mendes) -, seria o primeiro grande clássico da produção brasileira. Em seu famoso livro Revisão Crítica do Cinema Brasileiro,  o cineasta baiano o consideraria “um dos vinte maiores filmes de todos os tempos” e atribuiria a Humberto Mauro o título de “pai do cinema brasileiro”.

A obra de Humberto Mauro é considerada um dos mais belos e inovadores filmes de sua época. Não apenas pelo roteiro, apresentando a trama de forma não linear, através de flashbacks, mas sobretudo pela qualidade técnica, pela inventiva utilização de recursos cinematográficas de vanguarda, em perfeita sincronia com uma linguagem sensorial, instintiva, sensual.

A revista CINEARTE, editada por Adhemar Gonzaga (fundador da Cinédia), contava:

“Pela primeira vez, nada menos de três câmeras foram utilizadas para a tomada de uma seqüência passada em interiores. Antigamente, o operador tinha de andar com a máquina às costas, toda vez que devia fazer uma nova tomada. Em Ganga bruta, havia uma câmera para os close-ups, outra já assentada para os long-shots e a terceira aguardando o momento de apanhar outras cenas”.

Já o número da CINEARTE de 15 de abril de 1933, publicava:

“A música é do maestro Radamés e tem, além de uma canção e um batuque original, uma composição dramática, que acompanha uma das seqüências mais fortes do filme. As demais músicas são motivos tirados da canção citada e do batuque. Há, ainda, isoladamente, uma outra canção da autoria de Heckel Tavares, com letra de Joracy Camargo. Essa canção é cantada por Jorge Fernandes, o conhecido cantor carioca, que é acompanhado por um grupo de notáveis violinistas, chefiados por Pereira Filho, considerado o melhor violinista do Rio, Jorge André e Medina. Ouviremos também algumas músicas portuguesas, executadas em guitarra por Pereira Filho, que por sua vez faz o solo do violão, que se ouvirá em várias partes da história. A canção de Heckel Tavares foi ensaiada por ele próprio, ensaio esse que se realizou no próprio estúdio, durante vários dias, com a presença de Déa Selva, que aliás canta trechos no filme. Todas essas músicas são genuinamente brasileiras.
E terminando convém frisar ainda que a orquestra do Maestro Radamés foi composta dos mais exímios executantes que se poderiam desejar, entre eles Iberê Gomes, o melhor violoncelista da América do Sul.
Ganga Bruta não é um filme propriamente falado, mas não é silencioso: tem ruídos, falas, músicas e melodias que exprimem situações e muitas são as cenas silenciosas que falam mais do que a voz do movietone ( )”.

Pesquisador Hernani Heffner, expert em Cinema Brasileiro e curador da Cinédia, ao lado de Alice Gonzaga, herdeira de Adhemar Gonzaga, considerada Primeira Dama do Cinema Brasileiro…

Patrimônio da Cultura Brasileira, Theatro AMAZONAS faz manhã de celebração para o filme Ganga Bruta, clássico de Humberto Mauro, com produção da CINÉDIA