Arquivo do dia: 19/11/2011

Novo filme de Heitor Dhália tem trailler na web

Com Amanda Seyfried como protagonista, Gone é o primeiro filme do diretor Heitor Dhalia em Hollywood 

Já circula na web o trailer do filme Gone – primeiro longa dirigido por Heitor Dhalia (“À Deriva” e “Cheiro de Ralo”) em Hollywood. O filme tem lançamento previsto para 27 de fevereiro de 2012 nos Estados Unidos, e tem como protagonista Amanda Seyfried (“Garota da Capa Vermelha” e “Mama Mia”), além de Emily Wickersham (“Lembranças”), Wes Bentley (“Beleza Americana”) e Jennifer Carpenter (da série “Dexter”) entre as estrelas do elenco.

O roteiro, de Allison Burnett, carregado de suspense, narra a busca de uma jovem por sua irmã desaparecida, a qual acredita ter sido sequestrada pelo mesmo serial killer de quem escapou anos antes. As produtoras do filme são Lakeshore e Sidney Kimmel. A distribuição nos Estados Unidos é da Summit Entertainment e no Brasil da Paris Filmes. 

 

Heitor Dhalia, sócio da produtora ParanoidBR, irá dirigir ano que vem mais um longa, Serra Pelada.

Wagner Moura é um dos produtores e protagonista do filme. A Warner Bros entra como  co-produtora e distribuidora do longa. 

O trailer de GONE pode ser conferido no link: http://www.youtube.com/watch?v=YXaxr23OJNw

Canção Popular Brasileira faz nascer nova Pós-Graduação

Faculdade Santa Marcelina lança primeira Pós no país voltada para a canção popular

 

A Canção Popular Brasileira, desde o século passado, tem sido importante meio de expressão de determinadas características que nos representam e identificam como nação. Apesar disso, mesmo passados mais de 20 anos do surgimento dos primeiros cursos de graduação em música no Brasil, o espaço reservado para o estudo deste gênero ainda é bastante restrito.

Por conta disso, a Faculdade Santa Marcelina (FASM) está divulgando o lançamento da pós-graduação Canção Popular: criação, produção musical e performance – primeira do Brasil deste gênero. A primeira turma terá início em março de 2012.

 

Voltado para músicos, profissionais graduados em áreas diversas, como jornalismo, história, ciências sociais, produção musical, comunicação, entre outras, o curso terá coordenação de Sérgio Molina, professor da FASM, compositor e mestre em musicologia pela ECA/USP, além da participação de um corpo docente altamente especializado. 

Com carga horária de 360 horas, o curso será ministrado às quartas e sextas, das 19h às 22h40 (quatro sábados durante o curso, das 9h20 às 12h40), e será realizado na unidade Perdizes da Faculdade (rua Dr. Emílio Ribas, 89). 

Mais informações: (11) 3824-5800, pelo portal www.fasm.edu.br ou na própria instituição.

REI Roberto Carlos é livro em Jerusalém

O livro  Um Show em Jerusalém – O Rei na Terra Santa (Globo Livros),  a partir dos bastidores do antológico show de Roberto Carlos em Jerusalém, realizado em setembro deste ano, foi escrito pela da jornalista Léa Penteado e será lançado no próximo dia 23, em São Paulo.

A informação é da coluna de Mônica Bergamo, publicada na Folha desta sexta.

A obra traz entrevista do REI concedida ao jornal israelense “Yedioth Ahronoth”. O cantor conta que reza, “mas não só nas horas difíceis, rezo todos os dias. Peço mais para os amigos, parentes. Peço proteção e agradeço”.

Roberto Carlos, ícone brasileiro da Música Popular: sucesso mundial

Documentário brasileiro é destaque na Holanda

Em novos rumos para a história, o Brasil invade a Holanda. Se, no século 17, pintores como Frans Post vieram retratar a paisagem nacional, nesta semana é a vez de os documentaristas brasileiros aportarem em Amsterdã.

Eduardo Coutinho, Marcelo Masagão e João Moreira Salles, entre outros, desembarcam por lá para mostrar as possíveis novas caras do país, os novos olhares.

O cinema documental brasileiro feito nos últimos dez anos é o centro de uma mostra temática do IDFA (International Documentary Film Festival Amsterdam), que inaugurou anteontem sua 24ª edição. Até 27 de novembro, serão exibidos 13 longas e seis curtas na seção intitulada  Paradocs do Brasil.

A seleção inclui “Uma Noite em 67”, de Ricardo Calil e Renato Terra, que obteve bom público por aqui ao lembrar a final do Festival de Música Popular Brasileira da Record.

Cena do documentário " As Canções ", de Eduardo Coutinho (na cena, à dir.). CRÉDITO: Zeca Guimarães/Divulgação ***DIREITOS RESERVADOS. NÃO PUBLICAR SEM AUTORIZAÇÃO DO DETENTOR DOS DIREITOS AUTORAIS E DE IMAGEM***
Cena de As Canções, de Eduardo Coutinho, que está na competição do IDFA, em Amsterdã (foto Zeca Guimarães)

Exibe também o emblemático Ônibus 174, de José Padilha -o diretor não estará presente, ocupado com a estreia de “Tropa de Elite 2” nos EUA e com a produção do novo Robocop, mas fala com o público via Skype.

“O Brasil se tornou um centro de produção relevante, com uma linguagem própria e estimulante”, sugere Ally Derks, diretora do festival, em entrevista por telefone.

A partir de um interesse pela diversidade do que é produzido, ela programou debates, convidou brasileiros para o júri e montou uma retrospectiva de filmes de Eduardo Coutinho, com “Santo Forte”, “Edifício Master”, “Peões” e “Jogo de Cena”.

O recente As Canções está na mostra competitiva, com “Into the Abyss” (para dentro do abismo), de Werner Herzog, e “Letters from Iran” (cartas do Irã), de Manon Loizeau, entre outros.

INTERCÂMBIOS

O contato entre o festival e o Brasil é antigo. Faz mais de dez anos que Derks frequenta o É Tudo Verdade a fim de se aproximar da produção brasileira e latino-americana.

Na mão inversa, Amir Labaki, diretor da mostra brasileira, vai desde 1996 a Amsterdã. Foi jurado em diversas edições e atua agora como consultor internacional.

“O cinema de Coutinho é baseado no diálogo, no falar brasileiro. É um cinema difícil de traduzir, de legendar, o que explica que tenha demorado mais para ser descoberto lá fora”, sugere Labaki.

Eduardo Coutinho e João Moreira Salles, expoentes do Documentário Brasileiro, participam de evento na Holanda.

O ciclo acontece com um evento maior intitulado Brasil Festival Amsterdam. Ao longo de outubro e novembro, uma mostra brasileira –patrocinada por empresas privadas– reúne exposições e atrações musicais, como Egberto Gismonti.