Arquivo do dia: 04/03/2012

Humor em webserie é Botolovers…

 Meu querido amigo, produtor, roteirista e cineasta José Agripino estreando como planejador de ação em redes sociais:

E a estreia é com  Botolovers…

Há material bastante pra ser visto, apreciado e dar muita risada.

O link do youtube é

http://www.youtube.com/watch?v=WfyHph7lHOs

O mais, você confere aí: 

 

 BOTOLOVERS é uma websérie de comédia, focada na particularidade dos seus personagens e em seus diálogos rápidos com humor ousado e afiado. 

Botolovers é sobre relacionamentos contemporâneos, longe de julgamentos e com regras próprias. 

Botolovers é um estilo de vida, uma vida livre, maluca e colorida. 

Quem disse que um casal é feito de dois?

Para Patrick, Naara e João Eugênio, a vida num relacionamento a três é mais que perfeita, ou às vezes, mais que imperfeita. Nessa websérie de humor, conheceremos o dia a dia desses três jovens de 20 e poucos anos que levam a vida como um típico casal que precisa lidar com os obstáculos da rotina e com a individualidade de cada um.

Se a vida a dois é complicada, a vida a três é uma confusão. Isso é ser um botolover: livre e preso a vida de uma metrópole, malucamente normal e com toda caretice da tal existência dita “descolada”, amantes da vida e do boto cor-de-rosa.

A DIREÇÃO –  Caroline Fioratti

Formada em cinema pela FAAP, Caroline Fioratti trabalhou na Gullane Filmes

como integrante do Núcleo de Dramaturgia da produtora. Formigas, seu

curta-metragem de estréia, percorreu festivais nacionais e internacionais e

recebeu diversos prêmios. A Grande Viagem, seu segundo curta-metragem,

conta com o incentivo do Ministério da Cultura e teve sua estreia no Festival

de Paulínia 2011. Atualmente, além de trabalhar na websérie Botolovers,

Caroline desenvolve um roteiro de longa-metragem com o diretor Carlos

Cortez e roteiriza um série de documentários para o History Channel.

AURORA FILMES

A Aurora Filmes surgiu da união dos produtores Rui Pires e André Montenegro que ao longo de 15 anos, trabalharam em mais de 40 produções como Carandiru, de Hector Babenco, O Ano que meus pais sairam de férias, de Cao Hamburger e As melhores coisas do mundo, de Laís Bodanzky.

A produtora iniciou suas atividades em 2006 coproduzindo o filme A Via Láctea, de Lina Chamie, que participou da Semana da Crítica do Festival de Cannes. Reflexões de um Liquidificador, de André Klotzel, lançado em 2010, é o segundo filme da Aurora. O ano de 2011 é marcado pelo lançamento do filme Estamos Juntos, dirigido por Toni Venturi, e pela filmagem de Entre Vales e Montanhas, do diretor Philippe Barcinski. A Aurora inicia também o desenvolvimento de novos projetos em parceria com outros diretores.

OS PERSONAGENS

Patrick, Naara e João Eugênio são um casal de três. Eles vivem juntos há 2 anos e estão no momento do relacionamento em que amor e paixão começam a ser questionados. Ao longo da série, veremos como esses três namorados lidam com as situações cotidianas:

dormir na mesma

cama, fazer feira, ir a igreja,

trabalhar, matar um inseto,

dividir um banheiro, entre outras coisas.

Para eles, nada é muito simples, pois em três, o consenso é sempre difícil de se alcançar. Surgem assim, as situações cômicas que são a essência dos episódios. 

Equipe de Botolovers comemora estreia…
 

Berinjela de graça, toda sexta, em Santa Tereza

Brasil e França vão estrear coprodução na TV

Em euros, dólares ou reais ? Dividir a conta do audiovisual com colegas estrangeiros é um caminho a ser explorado por produtores brasileiros.

O fenômeno, que no cinema já rendeu filmes como “À Deriva” e “Ensaio Sobre a Cegueira”, atinge também a TV. O RioContentMarket, evento internacional que reúne profissionais do setor, terminou sexta com apresentação de vistosas coproduções e um acordo entre as associações de produtores independentes de TV no Brasil e no Reino Unido.

Brasil e França se uniram para Rouge Brésil, ou Vermelho Brasil, um longa-metragem que também vai virar minissérie de cinco capítulos, a ser exibida na Rede Globo e numa emissora francesa.

A parceria é trinacional: do lado de cá, Conspiração Filmes, Globo Filmes e Riofilme; a produtora francesa Pampa Films e o diretor canadense Sylvain Archambaut também aportam no projeto.

Com o respeitável orçamento de nove milhões de euros, Vermelho Brasil narra justamente um conflito entre dois países agora parceiros. A trama retoma 1555, quando uma expedição francesa comandada por Nicolas de Villegagnon tentou tomar o Brasil de Portugal, com uma invasão fracassada na baía de Guanabara (Rio de Janeiro).

Como base, os produtores usaram o romance histórico homônimo. Em 2001, o livro rendeu o Goncourt (importante prêmio literário da França) ao escritor Jean-Christophe Ruffin –adido cultural do Consulado Geral da França em Recife de 1989 a 1990.

A produção está em marcha desde o começo do século. As filmagens aconteceram em setembro, e a previsão é estrear em 2013, nos dois continentes.

     
Cena da coprodução "Vermelho Brasil"
Cena da coprodução “Vermelho Brasil”

Sócio da Conspiração, Ricardo Rangel disse ter bancado “o preço do pioneirismo”, fazendo malabarismo para conciliar os acordos bilaterais que o Brasil mantém com França e Canadá.

Ele define Vermelho Brasil como o maior projeto de TV do país, fora algumas superproduções da Rede Globo.

Fabiano Gullane, da Gullane Filmes, também se aliou à França em seu novo projeto: “Amazônia – Planeta Verde”. Ele anunciou o projeto, rodado em 3D e só com personagens animais, ao lado de Stéphane Millière, da produtora francesa Gédéon.

O longa é contado pela perspectiva de um macaco prego, único sobrevivente de um acidente aéreo na Amazônia.

PARA INGLÊS VER

A ABPITB (Associação Brasileira de Produtoras Independentes de TV), que organiza o RioContentMarket, selou no terceiro dia do evento um protocolo de cooperação e coprodução com o Pact, seu equivalente no Reino Unido.

Brasil e Reino Unido ainda não possuem acordo bilateral. Na área televisiva, os produtores nacionais só têm canais diplomáticos com Alemanha e Canadá.

Para brasileiros, a aliança é uma chance de absorver lições do mercado britânico. Em 2003, os produtores de lá foram beneficiados com uma lei que exigia cota mínima de 25% de programação independente nos canais abertos.

Entre os indies do Brasil, há expectativa para impulso semelhante na produção. Por aqui, é a TV paga que serve de trampolim: em abril, entra em vigor uma lei que estabelece cotas de produções brasileiras independentes nos canais fechados.

Para o diretor-executivo da Pact, John McVay, os dois parceiros vivem em tempos frutíferos para seu mercado audiovisual. “Parece uma combinação perfeita.”

Produtoras do país europeu ainda não são páreas para uma Endemol, a holandesa responsável por Big Brother, mas tentam se consolidar como exportadoras de formatos. Um reality show deve chegar em breve ao país, no programa de Luciano Huck, na Globo: Ruim de Roda, em que os piores motoristas testemunham seus carros serem destruídos por um monstro robótico gigante.

“Cinema não é competição esportiva…”

Em entrevista publicada por um jornal alemão hoje, a aclamada atriz Meryl Streep disse ficar incomodada quando o Oscar leva as pessoas a falarem de arte e de cinema como competições esportivas. Ela se pergunta “até quando os cineastas aceitarão este estranho sistema ?”

“De repente, todos começam a falar de arte em termos esportivos e a perguntar quem são os primeiros e quem são os perdedores. Eu não gosto disso”, disse Streep ao diário “Berliner Zeitung”.

  Valerie Macon – 26.fev.12/France Presse  
Meryl Streep na entrega do Oscar
Grande Meryl Streep: talento, profissionalismo, competência e sensibilidade

Meryl Streep, que no último domingo ganhou o seu terceiro Oscar, desta vez pelo papel de Margaret Thatcher em A Dama de Ferro, admite que os prêmios sempre a alegraram, mas acrescenta que a ideia competitiva que há por trás deles lhe desagrada: “Os filmes tiram uns os espectadores dos outros, e no resto do ano as pessoas não podem voltar a assistir a um bom filme”.

Reta final para inscrições ao CINESUL

O CINESUL – Festival Ibero-Americano de Cinema e Vídeo está recebendo inscrições de longas, médias e curtas-metragens para sua mostra competitiva.

O festival vai acontecer no Rio, de 5 a 17 de junho. Para a competitiva, podem ser inscritos filmes em qualquer suporte, de ficção ou documentais, divididas nas seguintes categorias: longa-metragem (mais de 61 minutos), e curta e média-metragem (até 60 minutos). Os trabalhos deverão ter sido finalizados entre 2010 e 2012 e não podem ter sido exibidos em salas comerciais brasileiras ou na televisão aberta. Um filme que já tenha sido inscrito e não tenha sido selecionado, pode participar novamente. E não há número limite de inscrições de um mesmo realizador.

O CINESUL terá exibições no Centro Cultural do Banco do Brasil, Centro Cultural Correios, Cinemateca do MAM, entre outros.

As inscrições vão até 20 de março e deverão ser feitas diretamente pelo site www.cinesul.com.br. Com data de postagem até dia 20, deve ser encaminhado pelo correio uma cópia do filme ou do vídeo proposto no formato DVD (região zero ou 4). O endereço é Pulsar Artes & Produção/Cinesul 2012 (Rua Senador Dantas, 29 sala 34.– Cep: 20031-202 – Rio de Janeiro – Brasil).

A confirmação do recebimento do DVD será através de e-mail. O resultado da seleção será comunicado a todos os participantes a partir do dia 30 de abril, também por correio eletrônico. O regulamento completo está disponível no site do festival.