Heitor Dhalia estreia em Hollywood com 12 horas

 

Cineasta conversou com a Rolling Stone Brasil de março sobre o convite para dirigir o thriller 12 horas nos Estados Unidos

 

Há oito anos, o cineasta pernambucano Heitor Dhalia estreava atrás das câmeras com o longa Nina. Mas só agora Hollywood abriu as portas para o diretor. Depois da repercussão de O Cheiro do Ralo e do sucesso de À Deriva, Dhalia foi convidado para dirigir o thriller de suspense 12 horas, protagonizado por Amanda Seyfried e que estreia este mês no país.  Foi a primeira vez que ele apenas dirigiu, sem ter escrito o roteiro. “Você tem que tentar tornar seu o material que você recebeu pronto. Achar um ângulo pessoal de alguma maneira”, contou à edição de março da Rolling Stone Brasil, nas bancas a partir do dia 12. 

Amanda Seyfried protagoniza o thriller dirigido por Dhália em Hollywood…

Mesmo com a dificuldade de não ter o controle total do filme, como está acostumado a fazer no Brasil, Dhalia explica que a experiência foi bastante produtiva e pretende repeti-la. “Quero filmar lá de novo, sim. Já estou conversando sobre isso. Sou movido a novos desafios. Cada vez mais sou uma pessoa do cinema. E isso passa por Hollywood também”.

À parte da carreira internacional, Dhalia prepara o seu próximo filme em terras brasileiras, batizado de Serra Pelada. “Vai ser meu grande filme. Adoro esse projeto. É um grande épico brasileiro. Brasil na veia. Um filme de pegada, cheio de sabores. Estou super na pilha de começar”, finaliza.

Outros destaques

A Rolling Stone Brasil de março traz na capa Dave Grohl. Prestes a chegar ao Brasil, o vocalista do Foo Fighters falou com exclusividade à revista e revela estar ansioso para se apresentar no país. A edição conta ainda com o Especial Mulher, com entrevistas com Gaby Amarantos, Pitty, Joan Jett, Leticia Bufoni e Lana Dey Rey, além do Arquivo RS com Whitney Houston. 

Sobre a Rolling Stone

Fundada em 1967 por Jann Wenner (editor até hoje) e Ralph J. Gleason, a Rolling Stone nasceu no fervor da contracultura hippie dos anos 60. Numa época em que as revistas em circulação desprezavam a cena musical, foi o primeiro veículo a tratar o assunto seriamente. Logo se tornou conhecida por permitir a livre expressão, tanto do artista quanto de seus jornalistas, fazendo história com artigos pungentes sobre sexo, drogas, comportamento e política sem rabo preso. No Brasil a publicação está sob a responsabilidade da Spring Publicações.

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