O que diz a Curadoria da Mostra INTERIORES

A Mostra De cinema dA DIVERSIDADE SEXUAL – INTERIORES, que começa no próximo dia 25 em Rio Preto, interior de São Paulo, foi idealizADA PELO FOTÓGRAFO E PRODUTOR CUTURAL, FÁBIO TAKAHASHI.

Realização do GADA – Grupo de Amparo ao Doente de Aids e Hepatites Virais -, em parceria com o SESC – RIO PRETO, a MOSTRA tem como Curadores os JORNALISTAS e CINEASTAS, ANDRÉ DA COSTA PINTO e AURORA MIIRANDA LEÃO.

E é assim que pensa a curadoria: 

Aceitar o convite para assinar uma curadoria como esta da mostra INTERIORES é um desafio pra lá de agradável. Não só porque se trata de cinema, ver filmes e definir os que deverão ficar acessíveis ao público durante os quatro dias nos quais a mostra acontece, mas sobretudo porque sabemos da relevância singular da qual se reveste esta programação audiovisual idealizada por Fábio Takahashi.A diversidade de gênero como matriz condutora de um painel audiovisual traz em seu bojo a liberdade de expressão, a alternativa de muitos caminhos, o poder transformador da alternância de atalhos e a possibilidade de revolução emocional através das luzes apontadas para novos paradigmas. Enxergar coisas e fatos a partir da oferta de vários olhares é benéfico e enriquecedor. É esta a proposta da mostra de Rio Preto. E esta é uma saudável e meritória opção. 

Assinar a curadoria da mostra INTERIORES significa apoiar, reverberar, impulsionar, instigar, fomentar e defender a proliferação de novos sentidos, outros olhares e múltiplas probabilidades através do audiovisual e, através dele, referendar uma postura libertária, transformadora e humanitária diante de questões tão corriqueiras e urgentes que perpassam o cotidiano comum de todos os povos, qualquer cidade, em todos os continentes e onde quer que haja um território.

Ademais este ano, com a salutar inclusão de filmes abordando a temática heterossexual, a mostra INTERIORES se renova e amplia a reflexão acerca da tão polemizada questão das múltiplas escolhas de parcerias sexuais, criando novos laços e outros alcances através de um viés amplificador do panorama audiovisual proposto pelo GADA para Rio Preto, provando que os idealizadores e realizadores da mostra têm fôlego para avançar muito mais e sabem como fazê-lo. Porque como dizia Oscar Wilde, “O único dever que temos com a história é reescrevê-la.”  

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