Bons ventos e diversidade fílmica na Mostra de Rio Preto

Começou quarta e prossegue até sábado na unidade do SESC em São José do Rio Preto a segunda edição da Mostra INTERIORES de Cinema da Diversidade Sexual.

 

Um interessante painel audiovisual foi organizado pelo fotógrafo e produtor Fábio Takahashi, idealizador da Mostra, o qual, através do GADA (Grupo de Amparo aos doentes de Aids e Hepatites Virais), com apoio do SESC Rio Preto, vem promovendo um importante espaço de reflexão e visibilidade para esta questão pulsante no contexto da contemporaneidade.

O público lotou a noite de abertura e deixou o hall do SESC Rio Preto lotado para um generoso coquetel, e exibição de alguns curtas, sendo também o lançamento nacional do curta 30 Segundos, do cineasta Wagner Pina, de Campina Grande.

O curta de Wagner Pina foi muito bem recebido pela platéia. Nele, três jovens atores residentes de Campina Grande (sendo um deles o cearense Lívio Lopes),  agora estão no Rio de Janeiro aperfeiçoando seus estudos de interpretação, graças ao apoio logístico da Universidade Estadual da Paraíba, através da Reitoria Marlene Alves, que enxerga Arte & Cultura como ferramentas fundamentais para o crescimento individual e desenvolvimento social, e atesta este modo de pensar colocando-o como prioridade em sua gestão. 

A frase final que aparece no filme de Wagner Pina – 30 Segundos – até serviu de inspiração para a ótima transformer Rúbya Bittencourt, de Bauru (conterrânea de meu querido MAURO RASI), que pegou uma providencial ‘carona’ numa mensagem do filme para deixar um recado afetuoso com a plateia. Rúbya foi especialmente convidada para colorir a mostra INTERIORES com seu alto astral, e valeu-se dessa frase para encerrar sua participação na noite de ontem, fazendo um Viva ao Amor  e à beleza das Amizades Verdadeiras !

Bom demais ! Wagner Pina e André da Costa Pinto, seu professor orientador, devem ter ficado de alma lavada com a simpática distinção de Rúbya…

Já na noite de quinta, a segunda de exibições, teve entre os curtas que mais repercutiram junto ao público, os filmes Botolovers, e El Chivo a Baco, de Gui Castor – mergulho poético do jovem diretor capixaba sobre um universo complexo, solitário, triste e um tanto sombrio de uma moradora dos arredores de Barcelona -, em noite onde também foram destaque os IIpremiados O Caderno Rosa de Lori Lamby, de Sung Sfai; e Suzy Brasil, a deusa da penha circular, de Renata Than, dois filmes já bem conhecidos dos circuitos de festivais, e, em muito feliz seleção, chegados ao público de Rio Preto.

Turma boa de realizadores, jornalistas e produtores reunidos no Sesc Rio Preto.

* Ao final da Mostra INTERIORES, você vai acompanhar aqui no AURORA DE CINEMA mais detalhes sobre a programação e os bastidores da Mostra.

* Todas as fotografias são de Walter Antunes.

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