Arquivo do mês: julho 2012

Diálogos primorosos, suspense a todo vapor e show de ADRIANA ESTEVES

Vivendo a malvada Carminha, Atriz exacerba no direito de brilhar

Foi assim o capítulo de AVENIDA BRASIL deste sábado. João Emanuel Carneiro, o autor, e seus colaboradores – que turma supimpa ! – vem tecendo uma trama que mais parece uma rica renda de filé, produzida pelas soberbas rendeiras do Nordeste.

Desde o início, a história é forte, os ganchos se sucedem com extrema maestria – daí o autor ser chamado na Tv Globo de ‘Capitão Gancho’; cenário/figurinos/direção de arte são sublimes; direção/fotografia/edição são um espetáculo à parte; a narrativa tem picos de excelência constante através de diálogos extremamente bem construídos; e o elenco é soberbo.

Mas, neste sábado quase findo, é preciso fazer um registroespecial sobre a riqueza de textos da personagem Carminha. E ADRIANA ESTEVES, mais uma vez, roubou a cena, ratificando sua competêmncia exacerbada e a feliz escolha de seu nome para viver a personagem principal.


           A Carmem Lúcia, personagem de grande envergadura e cheia de labirintos emocionais, ou Carminha como é popularmente chamada, foi um prato cheio dado por João Emanuel Carneiro para uma grande Atriz. E nós, público telespectador, que costumávamos ver Adriana Esteves apenas em papéis cômicos, ou sofridos, ou sóbrios, ficamos positivamente surpresos com a revelação do estupendo TALENTO e Capacidade Interpretativa desta Atriz magistral que é Adriana Esteves. É de lavar a alma vê-la em cena, num papel em telenovela – gênero ainda tão menosprezado por parte da crítica e do público.

Que profundezas abissais tem  composição que Adriana deu à sua Carminha, que sutilezas sensórias consegue passar num arcabouço sensório admirável só capaz ao ator que faz do seu ofício um espaço sagrado para promover a reflexão, o encantamento, a adesão ou rejeição do público.


No caso específico de Avenida Brasil, a personagem Carminha é um ser humano abjeto, deplorável, horrendo. Mas é com tal maestria que Adriana Esteves vive essa mulher pútrida, entregando-se à sua criação com o mais profundo de sua alma e a verdade inteira de seu ser entregue a ujm persomnagem que lhe vai nas vísceras, quje é impossível não ficar completamente abismado ante tamanha dedicação ao ofício, tamanha competência, e tão vocacionada entrega ao ofício.

Se pouco falamos neste post em Débora Falabella é que desta Atriz, Magnífica em qualquer papel, nós muito já conhecemos e aplaudimos, seja no teatro, no cinema ou na telinha – nos três veículos, Débora Falabella tem sempre uma atuação esplendorosa. Não é diferente com a Rita/Nina que a atriz defende em Avenida Brasil – mas este talento exacerbado nós já conhecíamos.

Deborah Falabella em duelo de gigantes com Adriana Esteves…

Porém, o de ADRIANA ESTEVES não tinha as mesmas luzes. Embora a atriz tenha ganho em 98 quatro importantes prêmios por sua atuação como a provocante ‘Sandrinha” de Torre de Babel (Sílvio de Abreu), em geral sempre fez mais comédia e personagens sofridas; algumas vilãs não tiveram o mesmo impacto desta Carminha – além de malvada, tem rasgos de sagacidade que tornam a personagem jocosa e ‘malandra’, eainda não tive a chance de vê-la no teatro. No cinema, preciso revê-la, embora saiba que já fez algumas peças e esteve em 4 longas (estreou na telona em 95 no filme “As Meninas”, baseado no romance homônimo de Lygia Fagundes Telles).

Como Olímpia na comédia Trair e Coçar, filme baseado em famosa peça de Marcos Caruso…

Por esse pequeno histórico da atuação de Adriana, é que vê-la ‘roubando’ todas as cenas de AVENIDA BRASIL e sendo a grande motriz da trama principal, é que nos causa intensa e fervorosa alegria vê-la em cena, esta ATRIZ que um dia algum incauto disse que não era lá essas coisas…

No filme As Meninas (1995), de Emiliano Ribeiro, Adriana Esteves ao lado de Drica Moraes e Claudia Liz…

Ao lado de Murilo Benício, Adriana Esteves esbanja charme e competência em Avenida Brasil

 Esperamos que a reciclagem ‘tão famosa hoje em dia’ – como disse muito  bem a ‘genial Carminha’ hoje – já tenha chegado para este precipitado, desatento, desavisado, confuso, e/ou preconceituoso analista (?) de telenovelas.


Para Adriana Esteves e toda a equipe que faz AVENIDA BRASIL, o mais efusivo PARABÉNS deste AURORA DE CINEMA !

Filme de Bruno Laet, Tania Carvalho e Janaína Diniz Guerra conquista Los Angeles

O BRASIL DE PERO VAZ Caminha acaba de ganhar o prêmio de Melhor Filme no Los Angeles Brazilian Film Festival
 
Filme de Bruno Laet vem colecionando prêmios por onde passa…
 
E o AURORA DE CINEMA publica esta notícia como forma de Homenagear os queridos amigos realizadores do filme, uma esmerada produção que vem do Rio de Janeiro.
 
O filme, dirigido por Bruno Laet e produzido por Janaina Diniz Guerra e Tania Carvalho (!), mostra a visão contemporânea da carta de Pero Vaz, em narração de Ruy Guerra. 

Imagens do Brasil e Portugal atuais fazem o quebra-cabeça proposto pelo filme. Isnard Manso, dançarino e coreógrafo, faz Pero Vaz nesta versão pop.

O Brasil de Pero Vaz Caminha dividiu o prêmio com o gaúcho Corneteiro não se mata, de Pablo Müller.

A querida Tania Carvalho, escritora e aplaudida ghost writer, chegou ao cinema pela difícil área da produção e está mandando ver…
 

O  FESTIVAL

 

O Los Angeles Brazilian Film Festival (LABRFF) exibiu, nesta sua quinta edição, mais de 40 filmes, incluindo longas e curtas-metragens, documentários, animações e vídeos. Mostras Competitiva: • Competição de filmes longa-metragem • Competição de curtas • Competição de documentários

Tributo Especial: Jorge Cine Amado – Homenagem aos 100 anos de Jorge Amado Mostra Sustentável: Exibição de vídeos experimentais e filmes que abordam temas relacionados ao meio ambiente. Conferências: Seminários e painéis voltados para produtores de cinema, e estudantes de faculdades de Los Angeles. 

 PATROCINADORES: EMBRATUR/Ministério do Turismo – Realiza uma ação de promoção do Brasil como destino turístico, principalmente tendo em vista a Copa do Mundo FIFA de Futebol – 2014, e as cidades-sedes dos jogos. Governo da Bahia/Secretaria da Comunicação/IRDEB – Apóiam há quatro edições a realização de uma mostra de filmes da Bahia. Alstom, Consulado do Brasil em Los Angeles/Ministério das Relações Exteriores, Korean Air.

O Los Angeles Brazilian Film Festival – LABRFF foi fundado em 2007 pelo jornalista Nazareno Paulo, e a produtora Meire Fernandes. O LABRFF é uma organização que visa à promoção e difusão do audiovisual brasileiro na Califórnia, através da exibição de uma seleção de filmes nacionais, durante cinco dias na capital mundial do cinema.

 

Segundo a organização, “Há quatro edições, de 2008 a 2011, em Los Angeles, buscamos fomentar o mercado ao promover painéis sobre oportunidades de negócios, através do debate de temas como os de co-produção cinematográfica entre Brasil e Estados Unidos, novas tecnologias digitais e multiplataformas, além de seminários e workshops que promovam locações de filmagem e formação de novas platéias”.

CCBN promove curso ‘A Curadoria como prática’

O Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza anuncia a realização do curso “A curadoria como prática”, a ser realizado no período de 31 de julho a 3 de agosto, no período de 14h30 às 17h30.

Ministrado pela professora carioca Beatriz Lemos, mestranda em História Social da Cultura, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), o curso se direciona a artistas e jovens curadores e objetiva discutir diferentes enfoques e visões acerca de projetos curatoriais, onde o contexto de realização é fator importante.

Os encontros terão como base de debate a cena local onde o curso for realizado, levando em consideração temas pertinentes à área da crítica e curadoria em todo o mundo, como identidade, política, mobilidade e globalização.

Pretende-se a leitura de portfólios dos participantes, tanto artistas quanto curadores, com o intuito de traçar em conjunto um panorama da cena local, visando o planejamento de ações diretas e condizentes com as práticas contemporâneas em arte. 

Programa do curso 

Primeiro Dia (31/07, terça-feira)

A curadoria como processo de pesquisa e criação

A figura do curador e pesquisador como um ativador de contatos entre artistas, teóricos e gestores entre as cenas de arte. As atividades com as quais um curador lida em sua profissão e os distintos modelos de atuação e curadoria.

Segundo Dia (01/08, quarta-feira)

 A curadoria como trabalho político

Apresentação dos trabalhos realizados por Beatriz Lemos. Linha de pesquisa da curadora: Intercâmbios, residências, mobilidades, deslocamentos e trabalhos em rede. Artistas e obras com quem a curadora tem trabalhado

Terceiro Dia (02/08, quinta-feira)

Cartografia artística local

Leitura dos portfólios dos participantes (projetos de publicações, pesquisas em andamentos, obras artísticas e projetos curatoriais) e comentários sobre cada apresentação. Cartografia dos espaços de arte, propostas independentes e práticas artísticas locais.

Quarto Dia (03/08, sexta-feira)

Desenhando circuitos

Exercício reflexivo com os participantes para a elaboração de possíveis projetos culturais de ativação da cena contemporânea local. Indicação de residências, bolsas e prêmios para curadores e artistas e fundos nacionais e internacionais para cultura. 

Trajetória da professora

Beatriz Lemos é licenciada em História da Arte pela UERJ e mestranda em História Social da Cultura PUC-RJ, dedica-se à curadoria independente com pesquisa voltada para a arte contemporânea e seus desdobramentos em redes. Integra a equipe de coordenação do Programa de Residência Terra UNA, co-editora da Revista de Arte Elástica e idealizadora do projeto Lastro – Intercâmbios Livres em arte (www.lastroarte.com). É professora no Instituto de Artes da UERJ.

Reta final de inscrições ao BRAFFTV

A organização do BRAFFTV se prepara para a etapa de seleção dos filmes participantes da Mostra Competitiva, logo após o encerramento das inscrições, na próxima quarta, 25 de julho, às 23 horas e 59 minutos (hora Canadá). Os filmes poderão ser inscritos no link http://www.brafftv.com/brafft/regulamento.html

  

A mostra competitiva do BRAFFTV apresenta ao mercado canadense produções brasileiras realizadas nos últimos dois anos – documentário e ficção – longas, média e curtas-metragens. Os filmes premiados recebem o troféu Golden Maple para Melhor Público,  Ator, Atriz, Diretor e Filme nas  seguintes categorias:   “Curta/Média”  e  “Longa”. O Melhor Documentário também é contemplado. 
Este ano, a programação se estenderá por todo o mês de outubro, no Bloor Cinema, Carlton Cinema e TIFF Bell Lightbox, com atividades variadas em torno do mercado cinematográfico:
* Pré-BRAFFTV com apresentação gratuita na Biblioteca Pública de Toronto,
* Mostra Convidada e Competitiva,

* Mostra Brah-zoo-kah – filmes feitos por brasileiros que moram foram do país,

* Mostra Brazil through other eyes (O Brasil visto por outros olhos )– dedicada a cineastas internacionais que utilizam o Brasil como tema de suas obras,

* Encontro com profissionais da indústria cinematográfica canadense com o objetivo de fomentar negócios e  incentivar novas co-produções,

  * Visitas técnicas a estúdio de cinema e produtora canadense,

  * Vitrine Televisiva com a exibição de pilotos  para compradores de televisão e produtores canadenses,

  * Painel sobre mercado brasileiro para produtores canadenses,

* Seminários, palestras e oficinas profissionalizantes na Universidade
de Toronto,

* Feira permanente de produtos e serviços brasileiros no Carlton Cinema.

Os festivais filhotes gerados pelo BRAFFTV como o UpTo3′ – filmes transmídias de até 3 minutos – e o Pink Latino – mostra de filmes de diversidade e gênero – também acontecerão em outubro.

25 anos de imigração

Em 2012, comemora-se o aumento da grande leva de brasileiros no Canadá. Para marcar essa data, o BRAFFTV irá apresentar  diversas histórias na festa de lançamento, dia 3 de outubro, no Lula Lounge.   O assunto também será tema de debate na Universidade de Toronto. O  filme Under the Table (Toni Venturi),  rodado no Canadá, quando Toni estudou na Ryerson University, abrirá as discussões.

Brasília anuncia selecionados e mais de 600 mil em prêmios

Anunciando que a próxima edição fará uma homenagem especial ao crítico Paulo Emílio Salles Gomes – criador da Semana do Cinema Brasileiro, que deu origem ao Festival -, o Secretário Hamilton Pereira abriu a coletiva marcada para divulgar os selecionados às Mostras Competitivas da 45ª edição do Festival de Cinema de Brasília.

A homenagem contará com lançamento do livro que recupera a trajetória de Paulo Emílio e do próprio Festival, com artigos assinados por nomes como Ismail Xavier, Carlos Augusto Calil, Adilson Mendes, Pablo Gonçalo e depoimentos colhidos entre realizadores como Cacá Diegues, André Klotzel e Sérgio Moriconi.

Os 45 anos do Festival de Brasília também serão celebrados com a publicação de Memória Crítica, com 90 textos críticos que analisam 45 filmes premiados ao longo dos anos no festival – duas críticas diferentes para cada filme. Hamilton Pereira também ressaltou a intenção da Secretaria de Cultura de ampliar cada vez mais o alcance do festival. Taguatinga, Ceilândia, Sobradinho e Gama receberão o festival com exibições simultâneas das mostras competitivas. O Cinema Voador, de José Damata, ficará responsável por exibir cinema brasileiro nas cidades satélites.

Além das publicações, o 45º Festival de Brasília mantém a tradição de oferecer atividades formativas, com oficinas, palestras, seminários e debates dos filmes das mostras competitivas no dia seguinte à sua exibição.

Outra novidade para este ano será a 17ª edição do Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, o qual, pela primeira vez, terá comissão de seleção, como explicou Marco Túlio de Alencar, coordenador do grupo de trabalho criado para regulamentar o troféu. “Ouvimos todas as associações e entidades organizadas para que a resolução refletisse o desejo da classe cinematográfica”, avisou. Segundo ele, com a chegada do cinema digital, aumentou muito o número de filmes inscritos para a Mostra Brasília e estava ficando difícil ver todo o conjunto. Por isso, optou-se pela criação de uma comissão de seleção, integrada por cinco membros, a quem caberá assistir a todo o material e eleger os selecionados.

A Mostra Brasília será exibida em quatro sessões, no sábado, dia 22, e domingo, dia 23 de setembro, provavelmente às 14h00 e às 16h00, na Sala Martins Penna do Teatro Nacional. Um júri de três pessoas, incluindo convidados de fora de Brasília (reivindicação da classe), escolherá os vencedores. O Troféu distribuirá R$ 200 mil em prêmios e contemplará, além de Melhor Filme e Melhor Direção, dez categorias técnicas, além do prêmio do Júri Popular.

O longa-metragem A Última Estação, do diretor Márcio Curi, foi escolhido para exibição na noite de abertura. No total, foram inscritos 580 filmes para concorrer às várias categorias do Troféu Candango. Destes, 51 eram longas de ficção; 75 eram documentários; 123 curtas documentários; 296 filmes concorrendo como curtas de ficção; e 35 curtas de animação. Destes, 103 eram filmes produzidos em Brasília. Foram selecionados seis títulos de cada categoria para as Mostras Competitivas.

OS SELECIONADOS

Filmes de longa-metragem ficção:

  1. A memória que me contam, de Lucia Murat, 95min, RJ
  2. Boa sorte, meu amor, de Daniel Aragão, 95min, PE
  3. Eles voltam, de Marcelo Lordello, 100min, PE
  4. Era uma vez eu, Verônica, de Marcelo Gomes, 90min, PE
  5. Esse amor que nos consome, de Allan Ribeiro, 80min, RJ
  6. Noites de Reis, de Vinicius Reis, 93min, RJ

Comissão de seleção: Cibele Amaral -diretora, atriz, roteirista e produtora. José Geraldo Couto -Jornalista, crítico de cinema e tradutor. Márcio Curi – cineasta e produtor de cinema. Pedro Butcher – jornalista e crítico de cinema e editor do site Filme B. Sérgio Borges – cineasta.

Longas-metragens documentários:

  1. Doméstica, de Gabriel Mascaro, 85min, PE
  2. Elena, de Petra Costa, 82min, SP
  3. Kátia, de Karla Holanda, 74min, PI
  4. Olho nu, de Joel Pizzini, 101min, RJ/MT
  5. Otto, de Cao Guimarães, 70min, MG
  6. Um filme para Dirceu, de Ana Johann, 80min, PR

Comissão de seleção: Ana Paula Sousa – jornalista especializada em cultura e crítica de cinema. André Luiz Oliveira – cineasta e músico. Guto Pasko – cineasta e roteirista de cinema e TV. João Jardim – cineasta. Leonardo Sette – cineasta.

Curtas-metragens de Ficção

  • A Mão que afaga, de Gabriela Amaral Almeida, 19min, SP
  • Canção para minha irmã, de Pedro Severien, 18min, PE
  • Eu nunca deveria ter voltado, de Eduardo Morotó, Marcelo Martins Santiago e Renan Brandão, 15min, RJ
  • Menino peixe, de Eva Randolph, 17min, RJ
  • Vereda, de Diego Florentino, 20min, PR
  • Vestido de Laerte, de Claudia Priscilla e Pedro Marques, 13min, SP

Comissão de seleção: Felipe Joffily – cineasta. Fernando Mourão Gutiérrez – diretor de filmes de animação e professor do IESB. Marcya Reis – jornalista, roteirista e documentarista na TV Câmara. Rafael Urban – cineasta, roteirista e produtor. Thomas Larson – chargista e ilustrador e diretor de desenho animado.

Curtas-metragens documentários :

  1. A cidade, de Liliana Sulzbach, 15min, RS
  2. A ditadura da especulação, de Zé furtado, 10min20, DF
  3. A guerra dos gibis, de Thiago Brandimarte Mendonça e Rafael Terpins, 19min30, SP
  4. A onda traz, o vento leva, de Gabriel Mascaro, 24min47, PE
  5. Câmara escura, de Marcelo Pedroso, 25min, PE
  6. Empurrando o dia, de Felipe Chimicatti, Pedro Carvalho e Rafael Bottaro, 25min, MG

Comissão de seleção: Beth Formaggini – documentarista, pesquisadora e produtora audiovisual. Caio Cavechini – jornalista e documentarista. Ciro Inácio Marcondes – crítico e professor de cinema.

Filmes de curtas – ANIMAÇÃO :

  1. Destimação, de Ricardo de Podestá, 13min, GO
  2. Linear, de Amir Admoni, 6min, SP
  3. Mais Valia, de Marco Túlio Ramos Vieira, 4min22, MG
  4. O Gigante, de Luís da Matta Almeida, 10min35, SC
  5. Phantasma, de Alessandro Corrêa, 10min20, SP
  6. Valquíria, de Luiz Henrique Marques, 8min32, MG

Comissão de seleção: Felipe Joffily – cineasta. Fernando Mourão Gutiérrez – diretor de filmes de animação e professor do IESB. Marcya Reis – jornalista, roteirista e documentarista na TV Câmara. Rafael Urban – cineasta, roteirista e produtor. Thomas Larson – chargista e ilustrador e diretor de desenho animado.

O festival concederá aos ganhadores o Troféu Candango e R$ 635.000,00 em dinheiro.

Filme de longa-metragem de ficção:

Melhor filme – R$ 250.000,00
Melhor direção – R$ 20.000,00
Melhor ator – R$ 5.000,00
Melhor atriz – R$ 5.000,00
Melhor ator coadjuvante – R$ 3.000,00
Melhor atriz coadjuvante – R$ 3.000,00
Melhor roteiro – R$ 5.000,00
Melhor fotografia – R$ 5.000,00
Melhor direção de arte – R$ 5.000,00
Melhor trilha sonora – R$ 5.000,00
Melhor som – R$ 5.000,00
Melhor montagem – R$ 5.000,00

Filme de longa-metragem documentário:

Melhor filme de longa-metragem de documentário – R$100.000,00
Melhor direção – R$ 20.000,00
Melhor fotografia – R$ 5.000,00
Melhor direção de arte – R$ 5.000,00
Melhor trilha sonora – R$ 5.000,00
Melhor som – R$ 5.000,00
Melhor montagem – R$ 5.000,00

Filme de curta-metragem de ficção:

Melhor filme – R$ 20.000,00
Melhor direção – R$ 5.000,00
Melhor ator – R$ 3.000,00
Melhor atriz – R$ 3.000,00
Melhor roteiro – R$ 3.000,00
Melhor fotografia – R$ 3.000,00
Melhor direção de arte – R$ 3.000,00
Melhor trilha sonora – R$ 3.000,00
Melhor som – R$ 3.000,00
Melhor montagem – R$ 3.000,00

Filme de curta-metragem de documentário:

Melhor documentário de curta metragem – R$ 20.000,00
Melhor direção – R$ 5.000,00
Melhor fotografia – R$ 3.000,00
Melhor direção de arte – R$ 3.000,00
Melhor trilha sonora – R$ 3.000,00
Melhor som – R$ 3.000,00
Melhor montagem – R$ 3.000,00

Filme de curta-metragem de animação:

Melhor filme de curta metragem de animação – R$ 20.000,00

Premiação do Júri Popular: total de R$ 65.000,00:

Melhor filme de longa-metragem de ficção- R$ 20.000,00
Melhor filme de longa-metragem documentário – R$ 15.000,00
Melhor filme de curta-metragem de ficção – R$ 10.000,00
Melhor filme de curta-metragem de documentário – R$ 10.000,00
Melhor filme de curta-metragem de animação – R$ 10.000,00

Cerrado terá HELENA IGNEZ em sua primeira Mostra de Cinema

Este é o flyer da primeira edição da Mostra de Cinema do Cerrado, que começa na próxima quarta, 25, na cidade mineira de Araguari, e prossegue até dia 31. 

A MOSTRA DE CINEMA DO CERRADO é uma realização de Sílvio Aguiar com apoio da Fundação Araguarina de Educação e Cultura ( FAEC) e parceiros.

 A intenção é provocar o estudo e a reflexão sobre a memória e a produção audiovisual brasileira contemporânea; a hegemonia de uma cultura universal de massas, e suas relações com o mercado e o Estado.

Djin Sganzerla e André Guerreiro Lopes estão em Luz nas trevas

Diz o material da Mostra: “Enquanto sujeitos culturais, temos a responsabilidade de romper paradigmas de mercado, e de políticas públicas de cultura, combinar ações e interações com órgãos públicos gestores de cultura para atender às demandas crescentes dos municípios, com um nível cada vez mais elevado de participação e controle social, consolidar uma produção cultural diversificada em um país plural, democratizando o acesso aos bens culturais”.

Filme de João Batista de Andrade está na programação…

A Mostra de Cinema do Cerrado será também uma oportunidade para divulgar o trabalho de estudantes de Cinema e Comunicação Social, que desenvolvem suas ideias sem recursos financeiros.  As apresentações prometem ainda movimentar o cenário cultural araguarino com palestras e oficinas de renomados cineastas brasileiros como João Batista de Andrade, Carlos Ebert,  João Rocha, Marina Person, Leopoldo Nunes e Sara Rocha.

Helena Ignez e esta Aurora de Cinema: sintonia de muitos afetos…

Entre as muitas atividades, um workshop com a premiada atriz e cineasta HELENA IGNÊZ (a eterna ‘mulher do Bandido’ e ‘moça do Padre’), que leva para o cerrado mineiro um pouco de sua múltipla experiência em Teatro, TV, Cinema, Artes Plásticas, Dança, energias orientais, e tudo o mais que envolva sensibilização e movimentos libertários.

Soube que já há mais de 200 pessoas inscritas para esta oficina com Helena Ignez. Prova de que, em Araguari, há uma gente ávida por novos conhecimentos na seara da Arte. Que maravilha ! E este contato com pessoas jovens de todas as idades, interessadas em conhecer Arte e apreender Cultura, é tudo que Helena Ignez mais aprecia. Portanto, a presença desta Mulher singular do nosso CINEMA em Araguari será um momento único de especial encontro com uma grande cineasta e atriz que marcou uma época de suma importância para a Cultura Brasileira.

E na grade de filmes convidados, filmes emblemáticos e raridades:

A Miss e o Dinossauro, de Helena Ignez
Anabazys, de Paloma Rocha e Joel Pizzini
Canção de Baal, de Helena Ignez
Helena Zero, de Joel Pizzini
Luz nas Trevas, de Helena Ignez
O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla
O País dos Tenentes, de João Batista de Andrade
O Tronco, de João Batista de Andrade
Profana, de João Rocha

O que diz a Curadoria da Mostra INTERIORES

A Mostra De cinema dA DIVERSIDADE SEXUAL – INTERIORES, que começa no próximo dia 25 em Rio Preto, interior de São Paulo, foi idealizADA PELO FOTÓGRAFO E PRODUTOR CUTURAL, FÁBIO TAKAHASHI.

Realização do GADA – Grupo de Amparo ao Doente de Aids e Hepatites Virais -, em parceria com o SESC – RIO PRETO, a MOSTRA tem como Curadores os JORNALISTAS e CINEASTAS, ANDRÉ DA COSTA PINTO e AURORA MIIRANDA LEÃO.

E é assim que pensa a curadoria: 

Aceitar o convite para assinar uma curadoria como esta da mostra INTERIORES é um desafio pra lá de agradável. Não só porque se trata de cinema, ver filmes e definir os que deverão ficar acessíveis ao público durante os quatro dias nos quais a mostra acontece, mas sobretudo porque sabemos da relevância singular da qual se reveste esta programação audiovisual idealizada por Fábio Takahashi.A diversidade de gênero como matriz condutora de um painel audiovisual traz em seu bojo a liberdade de expressão, a alternativa de muitos caminhos, o poder transformador da alternância de atalhos e a possibilidade de revolução emocional através das luzes apontadas para novos paradigmas. Enxergar coisas e fatos a partir da oferta de vários olhares é benéfico e enriquecedor. É esta a proposta da mostra de Rio Preto. E esta é uma saudável e meritória opção. 

Assinar a curadoria da mostra INTERIORES significa apoiar, reverberar, impulsionar, instigar, fomentar e defender a proliferação de novos sentidos, outros olhares e múltiplas probabilidades através do audiovisual e, através dele, referendar uma postura libertária, transformadora e humanitária diante de questões tão corriqueiras e urgentes que perpassam o cotidiano comum de todos os povos, qualquer cidade, em todos os continentes e onde quer que haja um território.

Ademais este ano, com a salutar inclusão de filmes abordando a temática heterossexual, a mostra INTERIORES se renova e amplia a reflexão acerca da tão polemizada questão das múltiplas escolhas de parcerias sexuais, criando novos laços e outros alcances através de um viés amplificador do panorama audiovisual proposto pelo GADA para Rio Preto, provando que os idealizadores e realizadores da mostra têm fôlego para avançar muito mais e sabem como fazê-lo. Porque como dizia Oscar Wilde, “O único dever que temos com a história é reescrevê-la.”  

Violas e Repentes nos 60 do Banco do Nordeste

 

Amanhã e quinta, o BNB-Clube de Fortaleza vai sediar o Festival Violas e Repente, marcando o 60º aniversário do Banco do Nordeste.

É mais uma realização do BNB Clube, organização que se destaca atuando como  incentivador da cultura local e nordestina, e descobridor de novos talentos para o cenário artístico. É também uma homenagem ao Banco do Nordeste, cuja atuação é de principal agente do desenvolvimento nordestino e da cultura regional, alicerce desse desenvolvimento.

O festival terá a participação de 12 repentistas, representando cinco estados nordestinos e expressões dentro deste repertório da centenária arte do improviso. Será uma apresentação da poesia cantada, feita a partir da complexidade do improviso, um momento raro da mais pura manifestação cultural do Nordeste – a Cantoria de Viola.

Dividirão o mesmo palco, em forma de competição, disputando prêmios e troféus, os renomados repentistas Ivanildo Vila Nova, RaimundoCaetano, Louro Branco, Zé Viola, Sebastião Dias, João Paraibano, Valdir Teles,Zé Cardoso, Edvaldo Zuzu, Raulino Silva, Jonas Bezerra e Acrísio de França.

Traçando um paralelo entre a cantoria de viola e o futebol, podemos comparar os festivais de repentistas ao campeonato brasileiro de clubes. Em determinados festivais, como os de Recife e Campina Grande, as competições são bem acirradas, tornando esses festivais o ponto culminante para o poeta cantador.

Durante a competição, as duplas concorrentes terão que cumprir quatro tarefas de 5minutos cada, que serão solicitadas por uma Comissão de Seleção, reunida previamente para elaborar temas e motes a serem desenvolvidos pelos cantadores.

O material preparado pela Comissão fica lacrado dentro de envelopes, a serem abertos no início da apresentação dos cantadores, mediante sorteio e na presença do presidente de uma Comissão Julgadora. Os cantadores serão julgados em três aspectos: rima, métrica e oração (assunto/tema solicitado).

Os competidores farão jus a troféus para as três duplas melhor classificadas, além de placas de participação, alusivas aos 60 anos do Banco do Nordeste do Brasil.

O festival será apresentado por Dilson Pinheiro, comandante do Programa Ceará Caboclo, da TV Ceará, e por Orlando Queiroz, Presidente do Clube da Viola.

Banco do Nordeste faz 60 e CCBN inaugura exposição

O Banco do Nordeste, por meio do CCBNB-Fortaleza, está promovendo a exposição 60 anos – Histórias de um Banco do Nordeste, na praça Jáder Colares e no Centro de Treinamento do CAPGV. No hotsite do aniversário do Banco, será disponibilizado um link que possibilitará aos funcionários que não estão lotados no Centro Administrativo, realizarem um tour virtual pela exposição.

Segundo o gerente do Ambiente de Gestão da Cultura, Tibico Brasil, a exposição conta a história do Banco sob o ponto de vista do desenvolvimento, mostrando como a história do BNB caminha junto com a do Nordeste: “A exposição é bastante interativa, com vídeos, fotos e um local onde as pessoas podem deixar recados sobre os 60 anos do Banco”.

Tibico Brasil é o atual “cap” do Centro Cultural Banco do Nordeste…

A mostra será inaugurada oficialmente nesta quinta-feira (19), aniversário do Banco, e segue até 19 de agosto. Ainda segundo Tibico Brasil, grupos de alunos poderão visitar o acervo, que também conta muito da história do Nordeste.

Exposição

Criada a partir de diferentes registros e interpretações, produzidos ao longo da vida da instituição, a exposição é organizada em três ambientes distintos: Trajetórias, Narrativas e Memórias. Em Trajetórias, o visitante compreenderá como as histórias de vida de personalidades públicas, marcos políticos e econômicos se cruzam com a trajetória do Banco, numa articulação que explica, muitas vezes, os caminhos e as linhas de atuação por ele seguidos.

No ambiente Narrativas, são apresentados os programas e resultados da instituição, bem como a repercussão e a interpretação de especialistas sobre ela. Já o ambiente Memórias se constitui num espaço interativo da exposição. Nele estão as imagens escolhidas pelos próprios bancários e os depoimentos daqueles que fazem o Banco do Nordeste.

‘O Fim do Recreio’ vence Mostra Infantil de Floripa

O Fim do Recreio, de Vinicius Mazzon e Nélio Spréa, do Paraná, é o grande vencedor da 11ª Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. O curta foi escolhido pelo Júri Oficial e pelo voto do público infantil.

Disque Quilombola, de David Reeks, de São Paulo, ganhou Menção Honrosa do Júri. Cada um dos filmes recebe um Prêmio Aquisição no valor de R$ 10 mil da TV Brasil. O Destaque Especial do Júri foi para o curta Rap Consciente, realizado por alunos da Escola Amenóphis de Assis, do Espírito Santo. O anúncio dos vencedores foi realizado na tarde deste domingo, às 16h, antes do show Cante com o Peixonauta no Teatro Pedro Ivo, no encerramento da Mostra.

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