Arquivo do mês: agosto 2012

Contagem regressiva para o Araxá Cine Festival

Araxá, a 367 km da capital mineira, vai sediar seu primeiro festival de cinema, a partir do próximo dia 10 de setembro. O 1º Araxá Cine Festival foi criado pela cineasta e produtora executiva Débora Torres, autora intelectual e dona do festival, e conta com Curadoria de Rubens Ewald Filho na “Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros de Ficção” e na “Mostra Curta Araxá” e Guigo Pádua na “Mostra Curta Minas”.

O festival, cujo proponente este ano é a Associação de Música de Araxá, acontecerá no Tauá Grande Hotel de Araxá, com uma extensa programação de sete dias contando exibições de filmes totalmente gratuitas. O festival oferece premiação total de R$ 130 mil, distribuída por várias categorias, sendo que a maior dessas será para os curtas araxenses, cujo vencedor receberá R$ 40.000,00 (quarenta mil reais), destinados à produção de um novo curta, na categoria ficção, para abrir a segunda edição do festival, em 2013.

A programação do 1º Araxá Cine Festival consiste em mostras competitivas cinematográficas, nas seguintes categorias: longas-metragens brasileiros de ficção convidados,curtas-metragens mineiros convidados,ecurtas-metragens araxaenses selecionados, além do “Festivalzinho” para as crianças da rede municipal e estadual de ensino, palestras, debates, lançamentos de livros, oficinas e workshops de audiovisual. O festival é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet – Ministério da Cultura) com apoio total do Governo Municipal, através da Secretaria Municipal de Turismo – Sra Alda Sandra – e com patrocínio da CBMM e da CEMIG. Todas as atividades programadas terão acesso gratuito, com apresentações musicais na abertura de cada sessão (sob a coordenação artística da Sra. Débora Arantes, responsável pela  seleção dos grupos musicais que farão as aberturas de cada noite), promovendo um salutar intercâmbio interregional entre profissionais, público e amantes da arte cinematográfica e musical.

David Cardoso, Carlos Alberto Riccelli e Rubens Ewald Filho: vem aí um reencontro de cinema em Araxá…

MOSTRAS COMPETITIVAS

A solenidade de abertura do festival está marcada para às 19h do dia 10, com a exibição do curta-metragem “Maria Fumaça, Chuva e Cinema”, de David Cardoso, ator que será homenageado na noite de abertura; e do documentário “O Mineiro e o Queijo”, de Helvécio Ratton – cineasta que também será homenageado pelo conjunto da obra.

A programação  do I ARAXÁ CINE FESTIVAL segue com a exibição dos filmes “O Contador de Histórias” (de Luiz Villaça, 11 de setembro), “O Palhaço” (de Selton Mello, 12 de setembro), “Não se preocupe, nada vai dar certo!” (de Hugo Carvana, 13 de setembro), “Olhos Azuis” (de José Joffily, 14 de setembro) e “Onde está a felicidade?” (de Carlos Alberto Riccelli, 15 de setembro), todos selecionados pelo curador Rubens Ewald Filho e participantes da Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros de Ficção.

Na Mostra Curta Minas, foram convidados pelo curador Guigo Pádua, os curtas-metragens mineiros: “Fui!!!” (de Guilherme Fiúza, 11 de setembro), “O Céu no Andar de Baixo” (de Leonardo Cata Preta, 12 de setembro), “Trecho” (de Clarissa Campolina e Helvécio Marins Jr., 13 de setembro), “O Maior Espetáculo da Terra” (de Marcos Pimentel, 14 de setembro) e “Raízes e Asas” (de Luis Felipe Pimenta, 15 de setembro).  A programação diária se completa com a “Mostra Curta Araxá” com curtas-metragens araxaenses inscritos e selecionados por Rubens Ewald Filho, a serem divulgados em breve.

Também faz parte do 1º Araxá Cine Festival, o “Festivalzinho” voltado para as crianças da rede municipal e estadual de ensino. Para elas, será exibido o filme “Pequenas Histórias”, de Helvécio Ratton, em dois horários, às 8h e às 14h.

JÚRI OFICIAL

As mostras competitivas serão julgadas por nomes famosos do cinema brasileiro como diretores, produtores e cineastas, que escolherão os vencedores do prêmio Dona Beja, em dinheiro (valor total da premiação R$130 mil), e do Troféu Araxá – Terra do Sol, idealizado pelo araxaense Aloísio Zema, que também assina o troféu.

O júri oficial do 1º Araxá Cine Festival será presidido pelo diretor Sérgio Bianchi, responsável por longas-metragens  premiados como “Cronicamente Inviável”, “Quanto vale ou é por quilo?”, e “Os Inquilinos”, dentre outros. O diretor Jeremias Moreira (“Menino da Porteira” (1977 e 2009) e “Fuscão Preto”), o diretor Ricardo Pinto e Silva (“sua excelência, o candidato”, “Querido estranho”,“Dores e Amores” e “Carro de Paulista”), a atriz e produtora brasiliense Malu Moraes (“No Coração dos Deuses”, “Círculo de Fogo”, “Homem Mau Dorme Bem”) e a produtora Liane Muhlenberg  (“Parayba – Mulher Macho”, “Gaijin – Ama-Me Como Sou”, “O Homem da Capa Preta”, “Bete Balanço”) completam o júri.

INGRA LIBERATO vai ministrar workshop para atores…

OFICINAS E WORKSHOPS

Durante o festival, acontecerão uma oficina e diversos workshops no salão Ouro Preto do Tauá Grande Hotel de Araxá, sendo que a oficina será na parte da manhã, e os workshops  no período da tarde, a partir das 15 h.  As inscrições estão abertas no site oficial do festival (www.araxacinefestival.com.br) e são totalmente gratuitas para públicos de todas as idades, interessados nas artes cinematográficas,  com emissão de certificado para os participantes.

A “Oficina Cinema Total – Roteiro, Produção e Direção”, a ser ministrada pelo cineasta e produtor internacional Walter Webb, consta de três oficinas em uma, e visa a fornecer formação prática no tocante à linguagem e técnicas do cinema e do vídeo, com temas que abordam todas as fases de uma produção cinematográfica. Também na programação os workshops “Como fazer um filme do começo ao fim” com o premiado diretor e cineasta carioca Aluizio Abranches“Preparação – Vivência da Personagem no Tempo Presente” com a atriz Ingra Liberato, a eterna Ana Raio da novela “Ana Raio e Zé Trovão”; “Ler, escrever e adaptar” com o ator Germano Pereira;  “Por que um cinema brasileiro?” com o diretor João Batista de Andrade, ex-secretário da Cultura do Estado de SP e atual presidente do Memorial da América Latina; além de encontros com a atriz global Rosamaria Murtinho,  que vai falar sobre sua gloriosa carreira na televisão, cinema  e teatro, e ainda mesas de debate sobre  fomentos ao cinema mineiro, com a presidência da ABD –MG (Associação Brasileira de Documentaristas do Estado de Minas Gerais) e presidência da Film Comission do Governo de Minas.

LANÇAMENTOS DE LIVROS E DVDS

Durante o 1º Araxá Cine Festival, haverá lançamentos de livros e DVDs por seus autores e representantes. Serão lançados  “Dicionário de Filmes Brasileiros – Curta e Média-Metragem”, do pesquisador Antônio Leão (15 de setembro); “Ensaios de Cinema”, do crítico L.G. de Miranda Leão (14 de setembro); “Criação de Curta-Metragem em Vídeo Digital”, do cineasta e roteirista Alex Moletta (12 de setembro);  “Autobiografia do Rei da Pornochanchada” de David Cardoso (11 de setembro); do DVD e CD “No Passo do Birim” da cineasta Aurora Miranda Leão (14 de setembro); além do livro “Roberto Pires – O Inventor de Cinema”, de Aléxis Góis, e o DVD “Redenção”, longa de Roberto Pires, estes dois últimos a serem lançados por Laura Pires (13 de setembro).

HOMENAGEADOS

No 1º Araxá Cine Festival, será concedido o Troféu Araxá Homenagem (pelo conjunto representativo de obras) a nomes significativos do cinema brasileiro e mineiro.

Atriz Bete Mendes será uma das homenageadas em Araxá…

Durante as noites do festival, serão homenageadas personalidades, como a cineasta Tizuka Yamasaki, os diretores Helvécio Ratton, João Batista de Andrade e Guilherme de Almeida Prado; os atores Murilo Rosa, Oscar Magrini, David Cardoso e Leandro Firmino da Hora ( filme “Cidade de Deus”); as atrizes Bete Mendes e Ingra Liberato; o produtor cinematográfico Flávio Tambellini; o diretor de arte Oswaldo Lioí; o jornalista e cineasta Hermes Leal; a pesquisadora e produtora Alice Gonzaga; e o embaixador Lauro Moreira, pela difusão do cinema brasileiro no exterior.

O ator e escritor Germano Pereira vai apresentar o Festival e fará workshop…

O festival será apresentado pelo ator global Germano Pereira e contará ainda com a presença das atrizes Patrícia Naves e Bruna Lombardi, do ator e cineasta Carlos Alberto Riccelli, além de diversos atores e atrizes dos elencos dos filmes das mostras competitivas.

Bruna Lombardi é presença aguardada em Araxá…

Todas as atividades do 1º Araxá Cine Festival são gratuitas e abertas ao público. Mais informações: www.araxacinefestival.com.br e www.facebook.com/araxacinefestival 

SERVIÇO

1º ARAXÁ CINE FESTIVAL

Data: 10 a 16 de setembro de 2012

Local: Tauá Grande Hotel de Araxá e Festa de Premiação (16 de setembro) no Teatro Municipal de Araxá (Justificativa de realização no Tauá Grande Hotel: na cabine do Teatro Municipal não cabe o projetor 35mm do festival)

Alguns detalhes ‘tão pequenos’ e fundamentais do ComuniCurtas

O Festival que concentra os maiores holofotes do Cinema Brasileiro hoje está no Nordeste, mais precisamente em Campina Grande, onde desde segunda é intensa a movimentação por causa da Sétima Arte.

Para quem não pode acompanhar de perto, e para você que também está nestas acolhedoras terras paraibanas, aqui vão uns DETALHES que fazem toda a diferença:

* A vibração e profissionalismo de ANDRÉ DA COSTA PINTO, o jovem idealizador e grande dínamo da agitação cultural que movimenta Campina Grande desde os 17 dele, quando ingressou nas lides do Jornalismo e do Teatro, e acabou ancorando no Cinema, pra felicidade da Sétima Arte;

André da Costa Pinto, que vai exibir amanhã seu longa Tudo que Deus Criou

A presença de tantas pessoas do cenário audiovisual brasileiro, das mais diferentes partes do país, integrando as diversas comissões julgadoras das mostras competitivas;

A qualidade, diversidade e quantidade de filmes produzidos em Campina Grande, graças ao apoio constante e fundamental da UEPB;

O nível das produções exibidas e o encantamento dos realizadores de outros Estados com a noite de Campina e a programação, conferida de perto por um público atento e interessado;

A indormida atenção e carinhoso cuidado de toda a equipe de produção com os muitos realizadores e convidados, tendo Ana Célia Gomes e Carol Torquato Ledo à frente da galera;

A atuação silenciosa e eficiente de Emanuel Dias, Waldírio Castro, Felipe Lavorato, Fabíola Rodrigues, Lizie Brunet, Ira de Guadalupe, Amanda Janine, e todos os muitos outros que, nos bastidores, permitem que o festival seja o sucesso que é – perdão aqueles cujos nomes me escapam agora: vocês são muitos e nem sempre estão no palco, a memória vê mas o corrre-corre apaga;

A presença ‘cariocamente internacional’ de Shirley Miami, que alegrou a noite da terça com um modelito reluzente by Saara;

A ausência mais sentida: a da atriz Arly Arnaud, figurinha adorada e sempre animada em todas as edições do festival, mas que não pôde estar aqu ieste ano por conta de compromissos com sua companhia teatral;

Bruno Oliveira, artista e amigo querido, apresentou sua ”Shirley Miami” aos conterrâneos e convidados, e foi muito aplaudido…

A presença delicada, benfazeja e sempre iluminante da gaúcha Liege Nardi;

Moema Vilar e Aurora M. Leão defendem Cine São José, ComuniCurtas 2011

As falas comovidas e comoventes de Moema Vilar e Carlos Moska, que levaram emoção ao palco do SESC e contagiaram a plateia;

Thaíse Carvalho e Tayra Sódi: sintonia com o público que lota todas as sessões…

A atuação incrivelmente contundente de Thaíse Carvalho, bela jornalista, em curta cheio de mistérios… ela que, ao lado da sapeca e lindinha Tayra Sódi apresenta todos os anos o ComuniCurtas – as duas são um ponto alto do Festival realizado pela UEPB;

A abertura das exposições INTERIORES – DIVERSIDADES, com fotos de Walter Antunes e conceitos de Fábio Takahashi, de São José do Rio Preto (SP); FETICHES, do fotógrafo, cineasta e produtor Wagner Pina; e a Paralelo Utópico, do jovem design Belarmino Neto, que consegue assinar criações artísticas a partir do casamento desenho x imagem virtual, revelando clara influência do Surrealismo e da Arte Escura, criando um panorama imagético quase psicodélico e instigante.

Visitante confere expô de Belarmino Neto (foto Walter Antunes) no Sesc…

Quem é de Campina Grande e da Paraíba, e está ausente do ComuniCurtas, está perdendo muito. Os que são de outros Estados, sabem que perdem muito, e podem acompanhar notícias aqui pelo Aurora de Cinema.

Cinemateca promove Encontro de Coletivos de Cinema em Curitiba

Realizadores e produtores vão se reunir este final de semana
Com mesas-redondas e exibição de filmes, a intenção é refletir sobre a atitude de filmes contemporâneos realizados coletivamente, modelo que vem-se destacando no circuito cinematográfico. Realizadores de diversos coletivos de cinema do país vão participar,  como Coletivo Símio (Recife), Coletivo Teia (Belo Horizonte), Coletivo Duas Mariola (Rio de Janeiro), e Coletivo Alumbramento (Fortaleza).
Além disso, será promovido debate sobre distribuição de filmes alternativos, com a presença de Sílvia Cruz (Vitrine Filmes), Frederico Machado (Lume Filmes) e Diana Moro (Moro Filmes).
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
Dia 31/08 , às 16h AMIGOS DE RISCO (Ficção – Digital – Brasil, Recife – 85’ – 2007) Direção de Daniel Bandeira. **SESSÃO COMENTADA – PRESENÇA DO DIRETOR DANIEL BANDEIRA às 16h.
Às 18h ADORMECIDO (Ensaio – Digital – Brasil – 7’ – 2011) Direção de Clarissa Campolina. QUEDA ( Brasil – Digital – 14’35” – 2000-2010) Direção de Pablo Lobato. O AMOR NUNCA ACABA (Ficção – Digital –  20’ – CE/Brasil – 2012), de Ricardo Pretti e Luiz Pretti. INSTANTÂNEOS – (Documentário – Digital – 15’ – RJ – 2009) Direção de Andrea Capella e Peter Lukas.
19:30h MESA REDONDA – TEMA: OS COLETIVOS DE CINEMA NO BRASIL Mediação: Fábio Ribeiro – Estudante do Curso de Cinema e Vídeo da FAP Clarissa Campolina: Realizadora do Coletivo Teia (Belo Horizonte) Marina Meliande: Realizadora do Coletivo Duas Mariola (Rio de Janeiro) Luiz Pretti:  Realizador do Coletivo Alumbramento (Fortaleza) Daniel Bandeira: Realizador do Coletivo Símio (Recife)
Dia 1/setembro, às 16h
A ALEGRIA (Ficção – Digital – Brasil – 100’ – 2010) Direção de Felipe Bragança e Marina Meliande. 18h DESASSOSSEGO (Drama – Digital –  Brasil – 63’ – 2011). à frente da direção, Felipe Bragança e Marina Meliande, que dividem o comando do filme com profissionais como Karim Ainouz, Marco Dutra, Juliana Rojas, Helvécio Marins, Clarissa Campolina e Caetano Gotardo.
SESSÃO COMENTADA às 18h – PRESENÇA DA DIRETORA MARINA MELIANDE  19:30h MESA REDONDA – TEMA: DISTRIBUIÇÃO ALTERNATIVA Mediação: Miguel Haoni – Coletivo Atalante; Sílvia Cruz: representando a Vitrine Filmes; Frederico Machado: pela Lume Filmes; Diana Moro pela Moro Filmes.
Dia 2 – às 16h DESASSOSSEGO (Drama – Digital – Brasil – 63’ – 2011)
18h NO LUGAR ERRADO (Ficção – Digital – 70′ – CE-DF-RJ/Brasil) Direção de Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diógenes, Ricardo Pretti.
20h KFZ-1348 (Documentário – 35mm – Brasil – 81’ – 2008)
Direção de Gabriel Mascaro e Marcelo Pedroso.

Herbert Vianna e um monumento em Campina Grande

A mais nova produção AURORA DE CINEMA acaba de entrar na web

HERBERT VIANNA, cantor e compositor que acompanhamos com afinco e intensidade desde quando surgiram os PARALAMAS DO SUCESSO, nos inícios dos anos 80…

A música MEU SONHO, letra e música do exímio guitarrista e emérito compositor paraibano, enriquece as imagens que integram o videoclip em homenagem ao grande Artista – Campina Grande e As Cordas de Herbert -, criação desta jornalista que vos fala, Aurora Miranda Leão.

Confira em http://youtu.be/oYsvkBSZvyU

Herbert Vianna, a guitarra que fala e na voz de quem, qualquer música, torna-se referência.

A Noite HOJE no Comunicurtas

19h – Cerimônia de Abertura no SESC Centro (passando pelo monumento As Cordas de HERBERT Vianna)

SESC Campina Grande, que fica lotado nas noites de Comunicurtas…

* Entrega do Prêmio Machado Bittencourt pela contribuição ao Cinema Paraibano para o cineasta Taciano Valério.

Mostra Competitiva Tropeiros da Borborema
Ato Institucional – Fic – Direção: Helton Paulino (Campina Grande) 20’ Classificação Indicativa: 16 anos
Arrumando as Malas – Doc – Direção: Ana Célia Gomes (Campina Grande) 13’ Classificação Indicativa: Livre
Essas Senhoras – Doc – Direção: Gláucio Souza (Santa Rita) 6’26’’ Classificação Indicativa: Livre
Psicodélico – Fic – Direção: Carlos Santos e Silvânia Araújo (Campina Grande) 8’8’’ Classificação Indicativa: 16 anos
Nêgo – Doc – Direção: Marcelo Coutinho (João Pessoa) 7’ Classificação Indicativa: Livre
O Tratamento – Fic – Direção: Cássia Lobão (Campina Grande) 15’ Classificação Indicativa: 12 anos
Parrá – Becos da Boemia – Doc – Direção: Hemano Araruna (João Pessoa) 20’ Classificação Indicativa: Livre

André da Costa Pinto inicia hoje mais uma temporada COMUNICURTAS…

Mostra Competitiva Brasil
Parede Branca que Poderia Ser – Pedro Paulo de Andrade (SP) – Fic / 16’50’’ Classificação Indicativa: Livre
Cadê meu Rango? – George Munari Damiani (SP) – Animação / 04’15” Classificação Indicativa: Livre
Entre Muros – Adriana Tenório (RJ) – Fic / 16’54’’ Classificação Indicativa: 12 anos

23h – Programação Social em algum bar da cidade

Noite de abertura do Comunicurtas, que vem cheio de atrações, e revelando novo talento campinense

Saí de Fortaleza no comecin da manhã de domingo e antes das sete o avião tocava rumo a Salvador, pra de lá então, depois de algumas horas, fazer a rota até Campina Grande.

A chegada na cidade paraibana foi supimpa ! Desembarquei no começo da tarde e tive no voo a companhia do diretor Ives Albuquerque aplacando meu medo de avião… Alegria avistar, ainda de longe, quando aguardava minhas malas apontarem na esteira, o rosto de meu amado convidante.

Ira de Guadalupe, André da Costa Pinto e Cíntia de Oliveira: gente que faz o Comunicurtas…

Anfitrião de primeira, André da Costa Pinto estava no aeroporto, como sempre, cercado por gente de sua adorável equipe como as queridas Cintia de Oliveira e Fabíola Rodrigues. No hotel, o reencontro com minha queridamiga Aninha – cineasta Ana Célia Gomes -, e mais tarde com outra parceira do Bem, Carol Torquato Ledo, e com o querido fotógrafo Wagner Pina. 

Campina Grande conta visíveis progressos e está ainda mais bonita à noite. No cardápio, deliciosas massas do “Spoleto”, e vem muito mais coisa boa por aí. O fotógrafo Walter Antunes e a cantora Luama Socio já estão por aqui. Os demais convidados chegam logo mais. A semana de CINEMA na cidade paraibana promete bastante auê e alegrias multicoloridas. Desde já, PARABÉNS à UEPB e a este aguerrido CineastArtista, André da Costa Pinto, um eterno e, cada vez mais, Queridooooo !

André da Costa Pinto: um dínamo que o Teatro deu ao Cinema… Queridooooo !
De presente deste menino cineasta inquieto-talentoso-indormido e eletrificante ANDRÉ DA COSTA PINTO – apaixonante desde a primeira vista -, ganhei uma mochila ultra hiper chic fashion… fui às nuvens rapidinho. Logo eu, que amo bolsas, inda mais da cor telha. Pasmem !
Foi isso mesmo que ganhei de André: uma estilosa mochila na minha cor predileta, criação de um jovem, talento, ousado e criativíssimo artista visual e estilista de acessórios, por nome Belarmino.
* Para os que sabem de André da Costa Pinto, é fácil supor ter sido ele quem descobriu e agora revela o promissor artista que acabo de conhecer, com satisfação, em Campina Grande. O nome dele é Belarmino.
Ana Célia Gomes e André da Costa Pinto: amizade longa e parceria profícua…
É preciso carregar alma de Artista e ter sensibilidade de ourives para descobrir,  em breves momentos e poucas linhas, o cerne da artisticidade que irrompe em pequenos gestos e decisivas posturas diante do cotidiano.  André tem este perfil, por isso traz sempre consigo esses condões de luz que contagiam e prospectam novas panorâmicas criativas.
É tão charmoso e bonito este Belarmino, tão afetuoso,  singelo e, criador de maravilhas com coisas impensadas, que resolvi chamá-lo Belê. Ele é a própria imagem da beleza, da originalidade, da fecundidade fashionista a expandir-se por várias plataformas, as quais vai imaginando e concretizando em finas iguarias, a serem  reveladas ao público do COMUNICURTAS em exposição que será aberta terça, na segunda noite do concorrido festival.

É de Belarmino (BELÊ) a incrível mochila que já faz parte das relíquias de meu guarda-acessórios. Em breve, postarei fotos aqui pra você, leitor amigo, conferir.

Imagine de que material é feita a mochila….

De um material que todo mundo acredita servir apenas para embalar o cimento que serve de invólucro a tantas construções.

Em breve, falo mais sobre as incríveis criações de Belarmino por aqui e mostro fotos pra você, leitor amigo, pra quem este Aurora de Cinema é dedicado.

ARGENTINA: Cinema e Literatura em mostra no CCBB carioca

 Antologia Visual da Argentina: Cinema e Literatura reúne série de 15 filmes 
O Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro, em parceria com a Embaixada da Argentina, vai exibir de 28 deste a 2 de setembro, a mostra Antologia Visual da Argentina: Cinema e Literatura, uma série de filmes que apresenta a relação entre filmes argentinos e clássicos da literatura deste País.
 
A mostra destina-se a fornecer uma visão ampla da rica e variada relação entre literatura e cinema argentinos, dividida em três temas: clássicos do cinema argentino, documentários sobre quatro escritores emblemáticos (Borges, Cortazar, Puig e Sábato) e um panorama sobre o cenário atual do cinema contemporâneo.
 
Na seção de clássicos argentinos, destaca-se o filme Rosaura a Las Diez, de Mauro Soficci, considerado pela crítica um dos melhores filmes argentinos de todos os tempos. Soficci ficou conhecido por narrar as histórias apresentando os diversos pontos de vista de cada personagem.
 
 
 
Dentro da retrospectiva histórica, destaca-se ainda o filme No Habra mas Penas Ni Olvidos, adaptação da novela homônima do escritor argentino Osvaldo Soriano. A história propõe um olhar crítico e humorístico da realidade política argentina. Este filme recebeu vários prêmios internacionais, entre eles o Urso de Prata – Prêmio especial do Júri no Festival de Cinema de Berlim em 1984.
A mostra conta também com série de cinco documentários sobre reconhecidos autores argentinos: Borges, Cortazar, Puig e Sábato.
 
 
 
No recorte contemporâneo da mostra, serão exibidos os filmes Ernesto Sábado, Mi Padre e Dormir ao Sol, que ainda não estrearam no Brasil. Haverá também sessões do filme Las Viudas de Los Jueves, um dos filmes recentes com a maior bilheteria do cinema argentino.
 
Outro destaque da mostra é o filme Mentiras Piadosas, de Diego Sabanés, que recebeu Menção Especial do Júri no Festival Cinesul pela “sua excelência na encenação e sua capacidade de diálogo com a tradição narrativa latino-americana”.
 
Clássicos do Cinema Argentino
 
Rosaura a las diez, de Mario Soficci (1958, 100 mim, Livre) – Camilo é um pensionista tímido e pouco atraente envolvido com uma misteriosa mulher chamada Rosaura. Um assassinato perturba esta relação, contado pela ótica de vários personagens. Um dos melhores filmes do cinema argentino, baseado no romance homônimo de Marco Denevi.
 
La cifra impar, de Manuel Antin (1962, 85 min, Livre) – Um filme, baseado em contos de Cortázar, que trata do presente atrelado a um passado latente, alem de traições e morte como pano de fundo.
 
Juan Moreira, Leonardo Favio (1973, 105 min, 14 anos) – Juan Moreira é um bom gaucho trabalhador abusado pelos poderosos, o que levou a transformar-se em um “mau gaucho” despertando ódio e admiração na Argentina do final do Século XIX. Baseado no romance de Eduardo Gutierrez.
 
No habrá más penas ni olvidos, de Hector Oliveira (1984, 80 min, 18 anos) – Na fictícia localidade de Colônia Vela, a luta entre peronistas de esquerda e direita tem imprevistas consequências. Uma deliciosa comedia dramática escrita por Osvaldo Soriano.
 
Ultimos dias de la víctima, de Rodolfo Aristarain (1982, 90 min, 18 anos) – Um assassino cumpre uma nova missão, porém se envolve com a vítima de forma obsessiva. Baseado em romance homônimo de José Pablo Feinmann.
 
 
 
Grande escritor argentino Jorge Luiz Borges é tema de documentário…
 
 
Documentários: Visão do escritor Borges y nosotros, Omar Quiroga (2007, 40 min, Livre) – O documentário indaga, através de diferentes testemunhos, os diversos aspectos da vida do escritor, dentro e fora do âmbito literário.
Cortázar, de Trístan Bauer (1994, 60 min, livre) – Documentário sobre o escritor argentino Julio Cortázar com abundante material de arquivo, protagonizado pelo próprio escritor.
Ernesto Sábato, mi padre, de Mario Sábato (2011, 101 min, Livre) – É um retrato íntimo, comovedor e único do escritor Sábato, realizado por seu filho: o cineasta Mario Sábato.
 
 
Grande ícone mundial, o argentino Che Guevara também está na tela…
Los libros y la noche, Trístan Bauer (2011, 78 min, Livre) – Uma aproximação do universo de Borges através da recriação de alguma de suas obras magistrais, e a cinematografia de vários aspectos de seus brilhantes pensamentos e sua própria vida.
Puig, paisajes de voces, de Silvia Hopenhayn e Marcello Laccarino (1998, 52 min, livre) – Retratos íntimos de Manuel Puig, autor de O beijo da mulher aranha, com as vozes de seus vizinhos de seu povoado natal.
 
Cinema Contemporâneo
La mirada invisible, de Diego Lerman (2010, 97 min, 16 anos) – Em Buenos Aires, durante os dias prévios à guerra das Malvinas, vemos o ponto de vista de uma professora que persegue um aluno desobediente e pouco a pouco faz disso um hábito obscuramente excitante. Baseado no romance Ciencias Morales de Martin Kohan.
Las viudas de los jueves, de Marcelo Piñero (2009, 122 min, 16 anos) – Num condomínio fechado e aparentemente perfeito, três cadáveres aparecem flutuando na piscina. Certezas começam a desmoronar-se, desmentindo a crença de que a prosperidade é eterna e de que a abundância equivale à felicidade. Baseado no romance homônimo de Claudia Piñeiro.
Dormir al sol, Alejandro Chomsky (2011, 84 min, 14 anos) – Um relojoeiro e sua mulher internada num Instituto Psiquiátrico. O real se confunde com o imaginário, o sonho com a vigília e a loucura com a lucidez até culminar com um desconcertante final. Baseado no romance homônimo de Adolfo Bioy Casares.
 
Paulo Autran e Gael Garcia Bernal em cena de O Passado, de Hector Babenco…
El pasado, de Hector Babenco (2007, 114 min, 14 anos) – Logo após uma separação, um homem terá erráticas tentativas para recompor sua vida sentimental. Cada uma das mulheres que aparecerão em seu caminho será forçada a distanciar-se dele. Baseado no romance homônimo de Alan Pauls.
Mentiras piadosas, de Diego Sabanés (2008, 100 min, 14 anos) – Um irmão desaparece em Paris. Seus irmãos o reinventam. É a história de uma casa que vai sendo desmantelada para sustentar um sonho. É, de algum modo, uma história de fantasmas. Baseado em contos de Cortázar.
 
Rio de Janeiro 28.08 a 02.09      
 
28/08 – terça
15h Los Libros y la Noche (el universo de Jorge Luis Borges)  Direção de Tristán Bauer (78 min)  LIVRE
17h Rosaura a las diez    Direção: Mario Soficci (100 min)   LIVRE
19h La mirada invisible  Direção: Diego Lerman  (97 min) 16 anos
21h Mentiras piadosas    Direção: Diego Sabanés  (100 min) 13 anos
29/08 – quarta
15h Cortázar   Direção:Tristán Bauer  (60 min)    LIVRE
17h La cifra impar     Direção: Manuel Antin  (85 min)   LIVRE
19h El pasado  Direção: Héctor Babenco   (114 min)  13 anos
21h Las viudas de los jueves  Direção: Marcelo Piñeiro  (122 min) 16 anos
30/08 – quinta
15h Ernesto Sábato, mi padre Direção: Mario Sábato (101 min)    LIVRE         
17h Juan Moreira  Direção: Leonardo Favio  (105 min)            14 anos
19h Mentiras piadosas    Direção: Diego Sabanés  (100 min) 13 anos
21h El pasado  Direção: Héctor Babenco   (114 min)  13 anos
31/08 – sexta
15h Dormir al sol  Direção: Alejandro Chomsky  (84 min)    13 anos           
17h No Habra mas penas ni Olvidos   Direção : Héctor Olivera (80 min) 18 anos
19h Las viudas de los jueves  Direção: Marcelo Piñeiro  (122 min) 16 anos
01/09 – sábado
16h Puig, paisajes de voces    Direçao: Silvia Hopenhayn e Marcello Iaccarino (52 min) LIVRE
17h Ultimos dias de la víctima     Direção: Rodolfo Aristarain (90 min)     18 anos
19h Dormir al sol       Direção: Alejandro Chomsky  (84 min)    13 anos           
21h Las viudas de los jueves  Direção: Marcelo Piñeiro  (122 min) 16 anos
02/09 – domingo
16h Borges y nosotros Direção: Omar Quiroga   (40 min.)   LIVRE   
17h Rosaura a las diez    Direção: Mario Soficci (100 min)   LIVRE
19h La mirada invisible  Direção: Diego Lerman  (97 min) 16 anos
21h Puig, paisajes de voces Direçao: Silvia Hopenhayn e Marcello Iaccarino (52 min) LIVRE

Muqui fará Festival unindo TV e Cinema Independente

O lugar é a convidativa cidade capixaba de Muqui. E o festival é o FECIM, cuja primeira edição acontecerá nos primeiros dias de novembro.

Trata-se de uma ação cultural realizada pela Escola de Música Manoel Vicente de Castro, em parceria com o Grupo Cultural ETC, coletivo de jovens realizadores do município de Muqui, objetivando expandir o diálogo cinematográfico capixaba. Para isso, os organizadores querem promover a discussão, o fomento, a valorização e a exibição de obras audiovisuais de artistas e núcleos independentes do Estado do Espírito Santo.

O foco principal deste projeto é criar um mecanismo potencializador na área cinematográfica, possibilitando um intercâmbio de ideias e de fusão cultural, fazendo do Sítio Histórico de Muqui o cenário de um novo pólo de referência na área.

FECIMMinha cidade cenográfica, pano de fundo da nossa história

Menina de vestido rodado corre pelas vielas. Espalha doçura, ingenuidade e encantamento. A cidade torna-se parte da beleza aura feminina e derrama olhares sedutores por quem quer que passe nas avenidas. O trem corta a cidade e a banda, com sua música envolvente, acorda a menina, que desperta ainda sonhadora. O palhaço, saltitante na Folia de Reis não assusta quem, de longe, aprecia sua desenvoltura. Os bois pintadinhos, que passam ligeiros e coloridos pela porteira do carnaval muquiense, enche de orgulho aquela que cresceu e que, hoje, envolvida e apaixonada, sente-se mais madura e independente para trilhar seu próprio caminho.

Muqui embriona os sonhos infantis e torna-se a cidade dos roteiros cinematográficos da vida real. É o berço de alegrias e tristezas, compartilhadas dentro das casas ou nas praças, nos jardins. É a cidade que se renova, crescendo e sonhando com cada menina, se apaixonando como toda jovem e se amadurecendo como toda mulher. Menina…Mulher…Muqui…Uma dentro da outra, como a fruta dentro da casca.

Conhecida como a “cidade menina”, Muqui é palco de diferentes manifestações folclóricas tradicionais, que enchem de cor as ruas amarronzadas pelo tempo, e reacendem a vivacidade e dinamicidade da cultura popular. A evolução, porém, é parte natural da história e, com a comemoração de seu centenário, vê-se a necessidade de transformar a cidade no verdadeiro pano de fundo de projetos culturais dinâmicos e envolventes.

O Festival de TV e Cinema Independente de Muqui (FECIM), projeto elaborado por jovens realizadores do município, lança as bases para a criação de atividades constantes de exibição e valorização de filmes independentes. Pretende contribuir para o exercício da cidadania, promovendo experiências educativas, recreativas, integrativas, culturais e compensatórias através da exibição de curtas e longas-metragens na cidade.

Muqui abre suas portas e as porteiras para a realização jovem. É hora de bater a claquete, dando início ao primeiro festival de vídeo, colocando os nomes dos jovens na história da cidade. Muita luz, câmera e ação pelas ruas de Muqui!

O FORMATO DO FESTIVAL

Como forma singela e poética de representação, o 1º FECIM homenageará a cidade de Muqui, com ênfase numa identidade visual lúdica e dinâmica, usando elementos artísticos inspirados no artesanato, no folclore e na história da região, colocando no cerne o desenho de uma menina que anda numa bicicleta em direção ao futuro. Essa imagem traz à tona uma reflexão sobre “a cidade menina”, a qual, diante da evolução natural da história, deve crescer e amadurecer.

A proposta do FECIM é ampliar os espaços de debate acerca da televisão e da telenovela brasileira, rompendo antigos preconceitos acadêmicos, promovendo formas mais prazerosas de leitura, compreensão e reflexão do universo teledramatúrgico, provocando o contato de autores e artistas de novelas com os telespectadores e possibilitando possíveis trocas culturais.

Afinal, como dizem os organizadores do FECIM, novela não é só um produto, é, também arte!

* Em breve, novidades sobre o Festival de Muqui…

DJIN Sganzerla estreia O Belo Indiferente hoje no RIO

DJIN SGANZERLA tem atuação primorosa em espetáculo de HELENA IGNEZ e ANDRÉ GUERREIRO LOPES

Escrita originalmente para Edith Piaf, sucesso de crítica e público em São Paulo, O Belo Indiferente, de Jean Cocteau, chega ao Rio estrelado pela premiada atriz Djin Sganzerla, com direção de André Guerreiro Lopes e Helena Ignez, A estreia é esta noite,às 21 horas,  no histórico Teatro Ipanema.

“Djin circula pelo ambiente de atmosfera vintage como um misto de personagem de desenho animado (iluminada pela diversidade de cores) e heroína trágica prestes a dar cabo da própria vida”, analisa o crítico Dirceu Alves Jr., da Veja São Paulo.

“Preste atenção na atriz, de corpo e rosto de belezas angelicais, mas um furacão tecnicamente impecável na modulação do olhar clamoroso e da voz visceral ou dissimulada ao telefone”, recomenda o crítico Valmir Santos, da Revista Bravo!

“A montagem de O BELO INDIFERENTE é um acerto do começo ao fim. Impregnada do ritmo veloz destes nossos tempos, linkados em fruições de mil matizes, esta montagem ganha contornos de instalação visual, entrecortada por sons que dominam o ambiente, vindos de todos os quadrantes, dialogando com discursos visuais criados pela câmera ágil e sensível de André Guerreiro Lopes e o resultado não podia ser outro: O BELO INDIFERENTE é uma encenação inteligente e sensivelmente poderosa”.

* Trecho da crítica AURORA DE CINEMA sobre o espetáculo. A íntegra está em https://auroradecinema.wordpress.com/criticas-teatro-cinema-e-musica/

Frequência Beatles quer ver Paul McCartney no estádio da Copa

Cearenses investem pesado pra ter Paul McCaartney cantando em Fortaleza…

Dois integrantes do programa radiofônico cearense Frequência Beatles, o jornalista e radialista Nelson Augusto, e a professora de inglês Vera Santiago, estão em Londres de olho na tradicional BEATLES WALK.

Os excepcionais ‘garotos de Liverpool’: se alguém não gosta, pode mandar internar…

Trata-se de uma semana especial para os aficionados do Fab Four, na qual os fãs da imortal banda inglesa podem conhecer ou reencontrar-se com todo o arsenal de atrações referentes aos BEATLES na cidade de Liverpool.

Em Londres, os ‘beatlemaníacos’ cearenses não deixam passar uma oportunidade de reverenciar o conjunto musical que mudou a cara da música no mundo. Saíram daqui de olhona BEATLES WEEK. O percurso, feito a pé por centenas de fãs e turistas, contou ainda com ouvintes do Frequência Beatles: Paulo César Sousa de Alcântara e seu filho de 11 anos, Paulinho; Cynthia Fortuna, e Emília de Fátima, e aconteceu na manhã de terça passada, 21 de agosto de 2012.

O ponto alto do passeio foi uma visita aos famosos estúdios da Abbey Road (webcam onde transmite 24 horas, o movimento dos britânicos e dos fãs http://www.abbeyroad.com/Crossing) na famosa faixa onde os Beatles foram fotografados no conhecido disco Abbey Road. Foi lá, nesse estúdio, onde os Fab Four gravaram, nos anos 60, a maioria das canções que viraram sucesso no mundo inteiro.

Nelson Augusto à frente do grupo que reverencia os Beatles em Liverpool…

Na oportunidade, os integrantes do programa Frequência Beatles, criado e mantido até hoje no ar pelo jornalista Nelson Augusto (via Universitária FM de Fortaleza) levaram uma faixa com os dizeres “Paul, Fortaleza Loves you” . A intenção é tentar angariar mais adeptos para a feliz ideia de ter o ex-Beatle Paul McCartney cantando em Fortaleza quando da reinauguração do estádio do Castelão, em dezembro próximo.

Programa dos Beatles, grande audiência em Fortaleza, chega ao Abbey Road Studios

Nelson Augusto sentindo-se em casa em território dos Beatles

A ideia de aumentar a campanha iniciada pelo fãs do Ceará no
Twitter com o hastag #PaulnoCastelão, vem sendo reforçada pelos integrantes
do Liverpool, e isso acontece até dia 28, quando eles participam da Beatles Week, comemorando as Bodas de Ouro do antológico grupo musical que revolucionou a cultura do mundo com a força e a ousadia de seu discurso, e a beleza inconteste de suas músicas.

BEATLES: canções antológicas e inolvidáveis que mudaram a face do mundo.

História da MÚSICA no mundo divide-se em Antes e Depois dos Beatles