Arquivo do mês: novembro 2012

GUARACINE estreia incluindo Guaramiranga no circuito

Festival de Cinema vai mobilizar a bela serra cearense em dezembro

A logomarca tem o traço criativo, delicado, e sensível que caracteriza o trabalho do artista Jota Cambé.

O Festival foi idealizado pela produtora Letícia Menescal e a jornalista Aurora Miranda Leão, conta com apoio da Prefeitura Municipal de Guaramiranga e, pela primeira vez, fará da bela paisagem serrana do município cearense um território da Sétima Arte.

Nesta primeira edição, o festival não será competitivo pois não houve tempo hábil para a realização das inscrições. Mas a ideia é que a edição 2013 passe a ter caráter competitivo, com troféus e premiações.

Este ano, a Curadoria selecionou os seguintes curtas-metragens, e, em breve, divulgaremos a programação completa com oficinas, shows musicais e exibições especiais:

OS CURTAS DO GUARACINE

A Cabra, de Gui Castor (ES)
Aldeia – de Zeca Ferreira (RJ)
A Montanha Mágica – Petrus Cariry (CE)
Arrumando as malas, de Ana Célia (PB)
O Sabiá – Zeca Brito (RS)
Conexion Munich, Carlos Segundo (MG)
De Orquídeas e Selos, de Carolina Paraguassu (GO)
Derredor, de André Aragão (SE)
Doce de Coco, de Allan Deberton (RJ)
Engano, de Cavi Borges (RJ)
Engole logo uma jaca então – Marão (RJ)
Fuxicos de Jeri – Célia Gurgel (CE)
Julie, Agosto, Setembro – Jarleo Barbosa (GO)
Leve-me para Sair – José Agripino (SP)
Mar de Rosas, de Rwanito Oscar (MA)
Mato Alto – de Arthur Leite (CE)
Menina da Chuva, de Rosária, (RJ)
O Céu no andar de baixo – Leonardo Cata Preta (MG)
O mensageiro da galáxia – André Miguéis (RJ)
O silêncio do mundo – Bárbara Cariry (CE)
Os sustentáveis, de Lisandro Santos (RS)
Quebra de contrato – Lindembergue Vieira (RJ)
Retratos, de Leo Tabosa (PE)
Salete Cobra – Alan Fernando (PB)
Uayná Lágrimas e veneno – Junior Rodrigues (AM)

O GUARACINE será realizado de 5 a 8 de dezembro em Guaramiranga, na serra cearense.

Felipe Brida e seu olhar de CINEMA

Acabo de saber e repasso em primeira mão pra você, leitor amigo deste Aurora de Cinema: o livro Cinema em Foco: Críticas selecionadas, do jornalista e professor de Cinema e Semiótica, Felipe Brida, acaba de sair da gráfica.

Segundo o autor, “O livro está saindo do forno depois de seis meses de elaboração, seleção, diagramação e muitos outros ‘ãos’. A HN Editora, de Rio Preto, irá me entregar assim que retornar de viagem, daqui a 10 dias. São 300 resenhas de minha autoria, criteriosamente selecionadas por mim, nesses 10 anos de críticas publicadas em jornais, sites e blogs variados, como E-pipoca, UOL, Colunas & Notas, jornal O Regional, blog Cinema na Web, boletim informativo da Unesp/Bauru e tantos mais. Ao todo 400 páginas de análises de filmes de gêneros e épocas diversas. Deixo uma amostra aqui da capa, cujo projeto gráfico é do amigo publicitário Rafael Martins (pelos encartes ao fundo vocês já podem ter noção do que vão encontrar pela frente!). A revisão dos textos é da competente jornalista Florence Manoel. E muitos amigos colaboraram com prefácio, comentários nas orelhas, apresentação e contra-capa, como o jornalista Marcelo Pestana Carlos Cirne, o diretor de cinema e produtor Walter Webb, a jornalista e atriz Aurora Miranda Leão, e a professora e semioticista Dinamara Garcia Rodrigues. O livro ficou um barato, segundo os poucos que já deram uma conferida no material bruto. Em breve coquetel de lançamento ! Espero que gostem !”

Neusa Borges, Aurora Miranda Leão e Felipe Brida no Festival de Anápolis…

Felipe Boso Brida é um dos jornalistas mais dedicados e antenados profissionais do meio de Cinema, um apaixonado pela Sétima Arte, amigo e parceiro querido de viagens de cinema, festivais e curtas-metragens (ele é um dos muitos que integram o curta O Sumiço de Alice, de minha autoria, rodado durante o I Festival de Cinema de Anápolis, criado e coordenado pela querida Débora Torres).

FELIPE BRIDA está chegando amanhã em Bagé, onde vai ser júri da Mostra Internacional do IV Festival de Cinema da Fronteira. Felipe é mais um que chega para abrilhantar o festival e contribuir com sua sempre judiciosa participação. Bem vindo, Brida, e PARABÉNS pelo livro !

Delícias do Bistrô: Um lugar obrigatório em Bagé

AURORA DE CINEMA direto do Festival de Cinema da Fronteira

É um bangalô cheio de charme. Situado na praça dos Esportes, uma das mais frequentadas de Bagé – a bela cidade gaúcha conhecida como Rainha da Fronteira, por sua proximidade ao Uruguai -, o belo tom de verde de sua fachada é o que primeiro chama atenção.

Ali fica o conhecido Bistrô Yara Coronel, um lugar dominado pela elegância de sua anfitriã, o charme de seus múltiplos e coloridos espaços, a boa música, a beleza de sua ambientação e, sobretudo, pela excelência de sua culinária e o atendimento convidativo.

Bistrô Yara Coronel, um recanto especial em Bagé, coisa de Primeiro Mundo…

Yara Coronel é uma Artista ! Por muitos anos, lecionou Arte para crianças e jovens de Bagé. O tempo encarregou-se de aprimorar sua alma de fazedora de sonhos e artesã de belezas, e ela foi ‘ensinar arte’ através da deliciosa gastronomia do Bistrô e de sua veia singular de criadora de espaços lúdicos cheios de bossa e charme. Resultado: o Bistrô Yara Coronel é uma festa para os olhos e um regalo para o paladar.

Yara Coronel, figura festejada em Bagé, uma Artista que cultiva Artistas…

Cenários convidativos fazem do Bistrô Yara Coronel um lugar especial…

Ir ou estar em Bagé e não conhecer o Bistrô de Yara Coronel é o mesmo que ir ao Rio de Janeiro e não conhecer o Corcovado ou a Lagoa Rodrigo de Freitas. Ou como diria o Skank,

“É como mergulhar no rio
E não se molhar
É como não morrer de frio
No gelo polar
É ter o estômago vazio e
Não almoçar …”

Por conta da realização do IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira, no qual assino com muita honra a Curadoria – obrigada, Zeca Brito e Sapiran pela distinção do convite -, tenho jantado no Bistrô todas as noites. E quanto mais vou ali, mais me impressiono com a qualidade indubitável e irretocável do restaurante. Não à toa, o Bistrô está sempre lotado. E chegando mais gente…

No BISTRÔ YARA CORONEL tudo é um convite a estar, voltar, virar frequentador assíduo. Os pratos são diversos – da massa ao bacalhau, passando pelo frango, o saborosíssimo peixe, até o salmão e outras iguarias finas. Aliás, no Bistrô Yara Coronel, é possível até pedir um prato ‘no escuro’, sem olhar o cardápio. Porque todos os pratos do Bistrô foram criados pela mesma sensibilidade gastronômica e são feitos com as mesmas mãos de fada das artistas do sabor, Raquel e Lu.

Há pratos cujos nomes já dão pro freguês ‘sentir o drama’ : como o Arraso e o Pecado -, além de exemplares de filé que enchem os olhos e regalam o paladar… o que é aquele Salmão Crocante com molho de manga e castanhas ? Benza Deus !

O único senão do Bistrô Yara Coronel é que você não quer sair de lá, pretende voltar sempre, e adeus dieta !

Cândida, Aurora, Martinha e Bete: noites incríveis no Bistrô Yara Coronel, um lugar especial e obrigatório em Bagé…

Um beijo muito carinhoso e agradecido à Diva Yara Coronel, e à sua fabulosa equipe de assistentes, que nos recebem com atenção, delicadeza e simpatia todas as noites – Martinha, Bete, Cândida, Marley, e ainda Rosane Coutinho (Marketing), Lu e Raquel… e parabéns à equipe de organização do IV Festival de Cinema da Fronteira, que nos concedeu este adorável presente de poder estar todas as noites neste lugar mágico, nostalgicamente plástico, belo e singular que é o BISTRÔ YARA CORONEL.

O exótico ambiente de onde saem as preciosas delícias do Bistrô Yara Coronel…

Tudo no Bistrô é um convite ao sorriso e ao brilho do olhar…

Rosane Coutinho e Aurora Miranda Leão curtindo a noite do Bistrô da Yara…

Júnior Rodrigues e Marquinho Silva: gente de cinema no Bistrô Yara Coronel…

Aurora de Cinema em click Rosane Coutinho, simpatia do Bistrô…

Um dos espaços mais bonitos, a apaixonante Sala Azul, um luxo para o olhar…

Zózimo Bulbul: 50 de carreira e homenagem em Encontro de Cinema Negro

O Rio de Janeiro sedia, a partir da próxima quarta, 6º Encontro de Cinema Negro Brasil, África e Caribe, homenageando os 50 anos de carreira do diretor e ator Zózimo Bulbul, idealizador do Encontro.

Zózimo Bulbul fortalecendo laços entre o cinema negro do mundo…

Um dos principais atores do Cinema Novo, Zózimo Bulbul é um dos ícones negros dos anos 1960: foi o primeiro protagonista negro de uma novela brasileira, Vidas em Conflito, e um dos principais atores do Cinema Novo. Zózimo Bulbul também dirigiu filmes importantes, como Abolição e o curta Alma no Olho, uma metáfora sobre a escravidão.

Aurora Miranda Leão celebra Zózimo Bulbul no Festival de Cinema de Anápolis…

Na mostra deste ano, serão exibidos mais de 40 filmes de diretores africanos e caribenhos, os quais poderão ser vistos pelo público em três áreas da cidade: no Cinema Odeon e Centro Cultural da Justiça Federal (CCJF), na Cinelândia; no Centro Afro Carioca de Cinema, na Lapa, e no Espaço Oi Futuro, em Ipanema.

As sessões serão gratuitas, com exceção das do Cine Odeon, cujos ingressos custam R$ 2. Entre os destaques, os filmes Nós Também Andamos na Lua e Afro@Digital, de Balufu Bakupa-Kanyinda; Elza, de Mariette Monpierre; O Sorriso da Serpente, de Mama Keita; Mopiopio, de Zezé Gamboa; e o documentário Cinema Africano – Diálogo entre os Cineastas Africanos, de Manthia Diawara, que dará uma oficina sobre roteiro dia 25 no CCJF.

Paralelo ao encontro, o projeto Herança Africana – Intervenções Urbanas no Caminho do Porto, promove, a partir de amanhã,  exibições de filmes ao ar livre, apresentação de artes cênicas, mostra de fotografias e grafites, shows de músicas e gastronomia. Os eventos ocorrerão no Largo de São Francisco da Prainha, na Pedra do Sal, no Cais do Valongo, no Jardim Suspenso do Valongo, na Praça da Harmonia, e na Rua Pedro Ernesto.

Segundo a curadora do projeto, a cineasta Luana Paschoa, os locais, próximos ao cais do porto, no centro, remontam à chegada dos primeiros escravos africanos. “Esses são os pontos onde os negros chegaram. Por isso são locais muito representativos”, disse.

Programação completa: www.afrocariocadecinema.org.br

Os Curtas Selecionados ao Festival de Cinema da Fronteira

AURORA DE CINEMA direto do Festival de BAGÉ

Festival começa dia 20 com apresentação de grupo de CANDOMBE do Uruguai em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra

De 20 a 25 próximos, o epicentro do cinema de fala latina e portuguesa será a bela cidade gaúcha de Bagé.

Numa realização da Prefeitura Municipal de Bagé, através de sua Secretaria de Cultura, a quarta edição do festival – idealizado pelo jovem realizador Zeca Brito – trará a Bagé nomes de extrema relevância para o Cinema Brasileiro, Latino e Lusófono. É o caso, por exemplo, do cineasta César Charlone e do ensaísta Jean-Claude Bernardet.

Noite festiva na edição 2011: Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet homenageados…

Na noite inaugural, que começa às 19h com a aguardada apresentação do grupo de CANDOMBE (música típica do Uruguai) no Centro Histórico Vila de Santa Thereza – um lugar cenográfico, por natureza -, será exibido o premiado longa-metragem Artigas – La Redota (2011), de César Charlone, cineasta que é o grande HOMENAGEADO do Festival Internacional de Cinema da Fronteira este ano.

E na terça tem início a Mostra Competitiva Internacional de Curtas-Metragens.

A Curadoria do IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira, cuja titular é a jornalista cearense Aurora Miranda Leão, anuncia um total de 38 curtas-metragens, de todas as regiões do país, selecionados entre mais de 160 inscritos.

A histórica Bagé em ritmo acelerado para o Festival de Cinema da Fronteira

Todos os gêneros também foram contemplados, e os Estados representados são Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo, além de filmes da Argentina, Espanha, Portugal, Uruguai, e co-produção com a Bolívia.

CONFIRA A LISTA DOS CURTAS-METRAGENS SELECIONADOS:

Aldeia,  de Zeca Ferreira (RJ)

Arte Míope, de Santiago Berón (Uruguai)

Ballerinas in a quiet place, de Ana B (Portugal)

Campo, de Natalia Espasandín (Uruguai)

Chão Molhado,  Everton Macedo (AM)

Conexion Munich, de Carlos Segundo (MG)

Desfronteira, de Thiago Briglia (RR)

Dique, de Adalberto Oliveira (PE)

El frio, de Oyama Rocha (Espanha)

El hombre del norte, de Félix Pérez (Uruguai)

Engole logo uma jaca então, de Marão (RJ)

Entre Muros, de Adriana Tenório (RJ)

Fez a barba e o choro, de Tatiana Nequete (RS)

Folha em Branco,  de Iuli Gerbase (RS)

Hooji,  de Marcelo Quintella e Boynard (RJ)

Inca,  de Bruno Carvalho  +3 (RS)

Jorge Poema, de Rafael Costa e Diego Sobral (RJ)

Julie  Agosto Setembro, de Jarleo Barbosa (GO)

Leve-me para sair, de José Agripino (SP)

Liberarse, de Gonçalo Rodrigues (Uruguai)

Madre Sal, de Ma Elisa Dantas (BR-AR)

Menino do Cinco, de Marcelo Matos (BA)

Número Zero, de Cláudia Nunes (GO)

O Dente do Diabo, de Fábio Saucedo (SP-Bolívia)

O Membro Decaído, de Lucas Sá (RS)

O Mensageiro da galáxia chegada à terra, de André Miguéis (RJ)

O Reino do Chocolate, de Rafael Jardim (BA)

Orwo Foma, de Karem Black e Lia Letícia (PE-RJ)

Os Sustentáveis, de Lisandro Santos (RS)

Ovos de Dinossauro, de Rafael Urban (PR)

Quebra de Contrato, de Lindebergue Vieira (RJ)

Ruído Branco, de Mateus Neiss e Lucas Sá (RS)

Santo, de Thiago Catarino (RJ)

Semana 28, de Bélen Baptista (Uruguai)

Tcheco, de Boca Migotto (RS)

Três Vezes por Semana, de Cris Reque (RS)

Um diálogo de ballet, de Filipe Matzenbacher e Márcio Reolon (RS)

Zero, de Sacha Bilia (RJ)

Deborah Finocchiaro conta Memórias do Rio Grande em espetáculo musical

Deborah Finocchiaro e a Companhia de Solos & Bem Acompanhados convidam para o espetáculo musical Histórias de Um Canto do Mundo

Histórias de um Canto  do Mundo é como um cartão postal ao vivo. São contadas e  cantadas histórias extraídas de dentro dos livros, dos jornais e  transmitidas oralmente, reunindo contos urbanos, grandes crimes, lendas,  tradições, fatos curiosos, costumes e memórias de Porto Alegre e do Rio  Grande do Sul.

“… essas histórias se transformam em  uma viagem às entranhas deste povo meio xucro, meio indomável, como elas. São  histórias para não dormir. Histórias para despertar o sentido, mais do que o  conhecimento, sobre um canto do mundo chamado

Rio Grande do Sul.”

Rosina  Duarte


Ficha técnica

Pesquisa e Textos: Rosina Duarte

Voz e Violão: Deborah  Finocchiaro

Voz e Percussão: Edinho Espíndola

Voz, flauta e sax: Denise Fontoura

Trilha sonora:

Músicas: Cau Netto e Deborah  Finocchiaro

(com exceção das músicas “Canção para  Julieta”,de Laura Finocchiaro  e “Onde está Minha Janela”, de Léo Henkin,

Dedé Ribeiro e Renato Mendonça)

Arranjos: Cau Netto, Deborah Finocchiaro, Edinho Espíndola e Denise Fontoura

Iluminação: Leandro Roos  Pires

Produção e Realização: Companhia de Solos & Bem  Acompanhados


O PROJETO

Fazem parte do projeto “Histórias de Um Canto do Mundo”,  o espetáculo solo com a atriz Deborah Finocchiaro (contemplado pelo Prêmio  Funarte de Teatro Myriam Muniz com patrocínio Petrobrás), show musical com  Deborah, Cau Netto e Edinho Espíndola, um CD (financiamento Fumproarte)  encartado em livro bilíngüe (português e espanhol) editado pela Tomo Editorial,  um “pocket espetáculo” que tem como objetivo compartilhar com o público a  experiência do processo criativo e fusão de linguagens e agora a versão  “teatralmente musical”.

O LIVRO – CD HISTÓRIAS DE  UM CANTO DO MUNDO PODE SER COMPRADO NO CINE GUION CENTER – Centro Comercial Nova Olaria – Lima e Silva, 776 / 11 – Fone: 51 3221 3122 – Cidade Baixa – Porto Alegre/RS e nas melhores livrarias da  cidade.

Histórias de Um Canto...  - teatralmente musical - fotos Caio Monçalves -_28set2012 (Large)Histórias de Um Canto... 2012 - fotos Ana Paula Faria (Large)

Apresentação:

18 de novembro  de 2012, 20h30

Meme – Santo de  Casa Estação Cultural

LOCAL: Meme – Santo de  Casa Estação Cultural

Rua Lopo Gonçalves, 176 – Cidade Baixa – Porto Alegre – fone: (51)  3019.2595

Reta final para o IV Festival de Cinema da Fronteira

Grandes nomes da Cultura Brasileira e Lusófona participam de Festival de Cinema em Bagé

AURORA DE CINEMA direto do Festival de Cinema da Fronteira

 Festival começa dia 20 e exibirá filmes premiados em Bagé
Com abertura marcada para o Dia Nacional da Consciência Negra – por estar lá o maior contingente de terreiros de umbanda do Rio Grande do Sul -, o IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira vai levar a Bagé nomes de referência do cinema e cultura brasileiros. De 20 até 25 próximos, nomes como o do crítico e ensaísta Jean-Claude Bernardet, o do poeta Jorge Salomão, o do cineasta Júlio Léllis, o dos jornalistas Felipe Brida e Cid Nader, e o do cineclubista Luís Alberto Cassol, e tantos outros, estarão reunidos em Bagé, no sul do Rio Grande do Sul para debater, conversar, ver e trocar ideias a partir da Sétima Arte.O Festival é uma promoção da Prefeitura Municipal de Bagé através de sua Secretariaa de Cultura, e tem a jornalista e atriz cearense Aurora Miranda Leão como sua Curadora, contando  com apoio das Universidades UNIPAMPA, Urcamp e do IFSul. Este ano, o Festival terá dois eventos acadêmicos em sua programação: o Seminário Internacional de Cultura Visual (promovido pelo Instituto Federal Sul-Rio-grandense) e a I Jornada de Estudos de Cinema (realizada pela UNIPAMPA) com o objetivo de contribuir com a formação acadêmica voltada para o cinema, além da exibição de filmes em vários bairros de Bagé e cidades vizinhas através do projeto RODACINE.

HOMENAGEM

Depois de prestar homenagem a um dos maiores teóricos do cinema brasileiro, Jean-Claude Bernardet, e a musa do cinema marginal, a atriz Helena Ignez, em 2011, a quarta edição do Festival Internacional de Cinema da Fronteira terá como homenageado o festejado diretor César Charlone.

O cineasta é um dos poucos brasileiros a receberem uma indicação ao Oscar (Cidade de Deus – 2002) e possui uma carreira solidificada internacionalmente como diretor de fotografia. Charlone foi responsável por divulgar a região do pampa gaúcho ao mundo através do longa-metragem El Baño del Papa (2007) que escreveu, dirigiu e fotografou no município de Melo, Uruguai, e que concorreu no Festival de Cannes. Dentre as atrações, filmes premiados de cineastas como Cavi Borges, Sílvio Coutinho e Petrus Cariry, e ainda a realização de um Sarau Noturno com Arte no Cemitério de Bagé, cidade que tem bem preservado sua história arquitetônica e tem tradição em música.


O Festival Internacional de Cinema da Fronteira é um evento feito para realizadores e apreciadores do cinema, um local onde a troca de experiências e conhecimentos, seja no âmbito regional, nacional ou internacional, é estimulada e acontece das mais diversas formas.

SERVIÇO

IV FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA

Onde: Bagé (RS) Data: 20 a 25 de novembro

Mais informações: http://www.festivaldafronteira.com/noticias/

Marcos Paulo, querido, Saudades…

Um dos mais bonitos artistas da TV Brasileira, ele tornou-se diretor de sucesso e faleceu após muita luta contra a doença terrível…

Foi nesse domingo, na casa dele, no Rio, de embolia pulmonar. Tinha 61 anos e havia participado até sábado na nona edição do Amazonas Film Festival

Segundo a Central Globo de Comunicação, o velório e a cerimônia de cremação vão acontecer nesta segunda (12) no Memorial do Carmo, no Rio, a partir das 11h.

Cheio de força e vibração positiva, lutou bravamente contra a doença e sempre que concedia entrevistas revelava uma profunda crença em Deus e na certeza de sua recuperação. Seu exemplo foi sempre o de um aguerrido vencedor, chegando a surpreender os médicos com sua rápida recuperação.

Marcos Paulo 2

Pelos designios de Deus, que são imperscrutáveis – como dizia meu sábio avô, Dr. João Valente de Miranda Leão -, MARCOS PAULO não resistiu, e partiu nesse domingo plantando uma profunda tristeza em nós e em tantos quanto o admiravam e eram seus fãs, parceiros, amigos, deixando 3 filhas e a mulher Antônia Fontenelle.

Com uma carreira de mais de quatro décadas, iniciada ainda na adolescência, Marcos Paulo destacou-se primeiro como galã de novelas. No final dos anos 1970, ele passou a se dedicar também à direção, tendo assinado trabalhos marcantes como os mega sucessos Dancing Days e Roque Santeiro.

Adolescente, Aurora Miranda Leão conhece Marcos Paulo e chora ao encontrar o ídolo…

MARCOS PAULO Simões nasceu em São Paulo, em 1º de março de 1951, e foi criado no bairro do Bixiga. Ele era filho adotivo do escritor e diretor Vicente Sesso, através de quem cedo começou a se interessar pelo trabalho na televisão. Sabia ser filho adotivo, mas tinha uma relação linda, de muito respeito e cumplicidade com o pai.

Foi sempre contratado da Rede Globo, onde foi destaque na novela Pigmaleão 70 e Carinhoso. Na década de 1980, destacou-se por suas participações em “Sinhá Moça” (1986), de Benedito Ruy Barbosa, e pelo papel-título da minissérie “O primo Basílio”, baseada no romance do escritor português Eça de Queiroz (1845-1900). Mais recentemente, atuou na novela Páginas da vida (2006), de Manoel Carlos.

Marcos Paulo e Aurora Miranda Leão: encontro inesquecível no Rio de Janeiro…

Seu primeiro trabalho como diretor foi no mega sucesso de Gilberto Braga, a novela Dancing Days (1978), na qual dividiu a tarefa com Dennis Carvalho e José Carlos Pieri. Seu principal trabalho como diretor de novelas foi em “Roque Santeiro” (1985). Ao longo da última década, dirigiu as novelas “Porto dos milagres” (2001), “O beijo do vampiro” (2002), “Começar de novo” (2004) e “Desejo proibido” (2007).

Aurora Miranda Leão, então estudante de jornalismo, reencontra Marcos Paulo

No cinema, seu único trabalho foi como diretor do longa-metragem Assalto ao Banco Central, de 2010. Marcos Paulo já trabalhava na produção do que marcaria seu segundo filme como diretor. Segundo ele, “Sequestrados” seria um “thriller policial”, com parte de suas cenas gravadas no Amazonas. O elenco teria Lima Duarte, Milhem Cortaz, Fábio Lago, Vinícius de Oliveira e Eriberto Leão.

Jorge Fernando, Aurora Miranda Leão, Marcos Paulo e Tomil nos bastidores da peça As Gralhas – teatro da Lagoa, Rio, anos 80…

Desde 1998, Marcos Paulo era responsável por um dos núcleos de direção de programas da TV Globo. Além de novelas, o núcleo produziu episódios de “Você decide”, “Malhação”, o especial de fim de ano “Estação Globo”, e o programa humorístico “Os caras de pau”.

Marcos Paulo tinha três filhas: Vanessa, com a modelo Tina Serina; Mariana, com a atriz Renata Sorrah; e Giulia, com a também atriz Flávia Alessandra. Ele era atualmente casado com a modelo Antônia Fontenelle. Na última sexta, 9 de novembro, Marcos Paulo compareceu ao 9º Amazonas Film Festival, em Manaus.

Reveja imagens de MARCOS PAULO: http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/11/veja-videos-da-carreira-de-marcos-paulo.html

Enfim, BOAL no Cinema, em novo filme de Zelito Vianna

Será lançado amanhã, dentro da programação do VIII Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual-Festival CineFuturo, em Salvador, o DVD “Augusto Boal e o Teatro do Oprimido”, do cineasta Zelito Viana.

O documentário Augusto Boal e o Teatro do Oprimido foi produzido em parceria com o Canal Brasil. Com base em entrevistas do próprio Boal, mostra o  importante legado do grande autor, dramaturgo e diretor de teatro. Depoimentos de Ferreira Gullar, Edu Lobo, Chico Buarque e Aderbal Freire-Filho recheiam o filme. Também é reconstruída a importância de sua participação no Teatro de Arena de São Paulo, na década de 50, quando, ao dedicar-se à montagem de autores brasileiros estreantes, ajudou a trazer à tona Gianfrancesco Guarnieri (1934-2006) e Oduvaldo Vianna Filho (1936-1974).

Aurora Miranda Leão em conversa com o inesquecível Augusto BOAL, inteligência fulgurante…

Zelito Viana também é produtor do filme Batuque dos Astros, dirigido por Julio Bressane, que será exibido amanhã, dia 11,, às 20h30. O filme mostra o poeta português Fernando Pessoa através do olhar estimulante de Bressane.

O VIII Seminário Internacional de Cinema e Audiovisual-Festival CineFuturo é uma realização da VPCinemavideo e patrocínio do Fazcultura – Governo da Bahia e Chesf– Governo Federal. A produção é da Baluart.

Programação completa: www.cinefuturo.com.br

Cinema Marginal ganha nova coleção

Parceria estabelecida entre a LUME FILMES e a HECO PRODUÇÕES cria um selo de cinema brasileiro que estreia com o lançamento de doze DVDs (totalizando 41 filmes) que irão compor a histórica COLEÇÃO CINEMA MARGINAL BRASILEIRO. Este mês, saem os  DVDs 7 e 8.

O DVD 7, Sérgio Bernardes Filho, contém o longa-metragem Desesperato (1968), o média-metragem Rio: plano político-administrativo do município (1982) e o curta-metragem Venha, doce morte (1967). Nos extras, o material bruto do filme inacabado de Sérgio Bernardes Filho, Madrepérola.

O DVD 8, Ozualdo R. Candeias, contém o longa-metragem Meu nome é… Tonho (1969), o média-metragem Zézero (1974) e o curta-metragem A visita do velho senhor (1976). Nos extras, matéria de televisão sobre o cineasta Ozualdo R. Candeias e filmagens caseiras do diretor.

Onze anos após a primeira edição da mostra Cinema Marginal e suas Fronteiras (realizada pela Heco Produções em maio de 2001 no CCBB de São Paulo, quando foram exibidos 40 filmes relacionados ao movimento Cinema Marginal), o público terá agora a oportunidade de assistir a uma parcela significativa destes filmes.

Os DVDs trazem longas, médias e curtas-metragens, entrevistas e palestras inéditas com realizadores, críticos e/ ou ensaístas. Um encarte na forma de um livrete de 16 páginas, acompanhará cada unidade de DVD, com textos e imagens inéditos: vasto material iconográfico, ensaios sobre o movimento, artigos críticos, sinopses e fichas técnicas sobre os filmes lançados e uma biofilmografia dos autores das obras, mantendo o ineditismo e o consagrado padrão de qualidade alcançado ao longo dos últimos anos pela HECO PRODUÇÕES e pela LUME FILMES.

  • COLEÇÃO CINEMA MARGINAL 7

DESESPERATO de Sérgio Bernardes Filho

APÓS PESQUISAR AS “ZONAS NEGRAS DO TERCEIRO MUNDO”, ESCRITOR LANÇA UM LIVRO SOBRE PATRIOTISMO E LUTA PELA LIBERDADE. AO VOLTAR PRA CASA, ENCONTRA UMA ESTRUTURA ARCAICA QUE NÃO PODE MAIS SUPORTAR.

DIRETOR: SÉRGIO BERNARDES FILHO

ANO DE PRODUÇÃO: 1968

ELENCO PRINCIPAL: FERNANDO CAMPOSFERREIRA GULLARMÁRIO LAGONELSON XAVIERNORMA BENGELLRAUL CORTEZ

TEMPO DE DURAÇÃO: 90 MIN

MISSÃO RIO de Sérgio Bernardes Filho

DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM SOBRE O PLANO POLÍTICO E ADMINISTRATIVO DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO ELABORADO PELO ARQUITETO E URBANISTA SÉRGIO BERNARDES (PAI DO DIRETOR DO FILME) PARA SALVAR A CIDADE MARAVILHOSA DO CAOS CAUSADO POR SEU CRESCIMENTO DESORDENADO.

ANO DE PRODUÇÃO: 1982

DIRETOR: SÉRGIO BERNARDES FILHO

DOCUMENTÁRIO

 

VENHA DOCE MORTE de Sérgio Bernardes Filho

DOCUMENTÁRIO SOBRE A CASA SÃO LUIZ, TRADICIONAL ASILO PARA IDOSOS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, ESTE É O PRIMEIRO FILME DIRIGIDO POR SÉRGIO BERNARDES FILHO.

ANO DE PRODUÇÃO: 1969

DIRETOR: SÉRGIO BERNARDES FILHO

22 MIN

DOCUMENTÁRIO

CLASSIFICAÇÃO PRETENDIDA: 14 ANOS

  • COLEÇÃO CINEMA MARGINAL 8

A VISITA DO VELHO SENHOR de Ozualdo Ribeiro Candeias

ADAPTAÇÃO DO CONTO GRÁFICO DE POTY LAZZAROTTO QUE NARRA A VISITA DE UM HOMEM A UMA PROSTITUTA. DURANTE A VISITA, O HOMEM TORTURA A MULHER.

ANO DE PRODUÇÃO: 1976

DIRETOR: OZUALDO RIBEIRO CANDEIAS

ELENCO PRINCIPAL: JOSÉ MARIA SANTOS E MARLENE ARAÚJO

TEMPO DE DURAÇÃO: 13 MIN

CLASSIFICAÇÃO PRETENDIDA: 14 ANOS

MEU NOME É TONHO de Ozualdo Ribeiro Candeias

UM HOMEM APELIDADO DE TONHO NÃO CONHECE SUA ORIGEM. NA SUA MEMÓRIA, APENAS FRAGMENTOS DA INFÂNCIA DILUÍDO NO TEMPO, E O RAPTO DO QUAL FORA VÍTIMA POR PARTE DE UM GRUPO DE CIGANOS. TONHO ABANDONA OS PESADELOS DOS CIGANOS E COMEÇA A VIVER TRANQUILO ATÉ QUE, EM UMA NOITE, UMA LINDA MULHER CRUZA O SEU CAMINHO.

ANO DE PRODUÇÃO: 1969

DIRETOR: OZUALDO RIBEIRO CANDEIAS

ELENCO PRINCIPAL: JORGE KARAN, BIBI VOGEL, NIVALDO LIMA, EDDIOSMANIO, WALTER PORTELA, TONY CARDI, CLAUDIO VIANNA, ALUIZIO DE CASTRO

TEMPO DE DURAÇÃO: 95 MIN

CLASSIFICAÇÃO PRETENDIDA: 14 ANOS

ZÉZERO de Ozualdo Ribeiro Candeias

CAMPONÊS MISERÁVEL TEM A VISÃO DE UMA “FADA”, QUE O CONVENCE A IR PARA A CIDADE ATRAVÉS DE FOTOS PUBLICITÁRIAS E PROMESSAS. LÁ, SÓ CONSEGUE EMPREGO NA CONSTRUÇÃO CIVIL, ONDE O POUCO QUE GANHA GASTA COM APOSTAS NA LOTERIA ESPORTIVA.

ANO DE PRODUÇÃO: 1974

DIRETOR: OZUALDO RIBEIRO CANDEIAS

ELENCO PRINCIPAL: ARNALDO GALVÃO, CARLOS BIONDI, ISABEL ANTINÓPOLIS, MARIA DAS DORES DE OLIVEIRA, MARIA GIZÉLIA, MARIA NINA FERRAZ, MILTON PEREIRA E PAMIRA BALBINA DE ALMEIDA

TEMPO DE DURAÇÃO: 31 MIN

CLASSIFICAÇÃO PRETENDIDA: 14 ANOS