FECIM: Festival em Muqui foi um Show de Acertos !

AURORA DE CINEMA direto do FECIM-Muqui

Festival comandando por Léo Alves debateu televisão e cinema independente, e encerrou com animada festa onde a trilha de Avenida Brasil deu o tom…

Foram apenas 4 dias mas o valor do que foi visto, falado e debatido em Muqui, a intensidade e competência  com que a programação se desenvolveu, e o alcance do  que foi projetado e discutido no FECIM tem uma amplitude que o torna um festival além-fronteiras capixabas.

Uma criança linda, numa logomarca especialmente tocante… viva o FECIM !

A começar pela identidade visual de sua marca, o FECIM pode ser considerado o mais grato dos caçulas do circuito de festivais de Cinema do país – e o único que inclui a produção de telenovelas em sua grade de debates -, tendo começado com fôlego de adolescente e com cancha pra transformar-se numa das grandes vitrines do Cinema Brasileiro, até então correndo por fora do circuito mais badalado.

A pequena e linda Maria Eduarda Teixeira, ou smplesmente DUDA – a Garota FECIM – é um encanto, e, assim como me encantou de pronto, conquistou a tantos outros que aqui estiverem ou acompanharam o festival pela internee e as matérias de jornais e tevês. Essa graciosa magia emanda de Duda fortaleceu de modo decisivo a singeleza da marca adotada pelo Festival, e a bicicleta que Duda pedala nas fotos e na belíssima (!!!) vinheta de Léo Alves, de modo muito rápido, adentrou o coração ao pedalar, cheia de graça, os paralelepípedos sonhadores de Muqui.

Mas eu vou pedir licença a você, leitor querido deste blog, para me permitir interromper agora este breve relato, já que estou partindo daqui a pouco de Muqui, e ainda qeuro dar uma volta pela cidade antes de retornar a Vitória.

O belo cortejo que ganhou as ruas de Muqui celebrando a abertura do FECIM…

Porque há tanto e tão bem pra falar do FECIM, que vou ter de escrever um ARRASTÃO FECIM para tentar, ainda que resumidamente, fazer uma panorâmica de tudo quanto aconteceu aqui em Muqui nestes dias felizes, breves e contagiantes em que o Cinema e a TV foram colocados lado  a lado com profundidade e coerência, e nos quais o nível das discussões plantou frutos que ainda vão dar muito audiovisual pra fazer, ver, e debater.

A Igreja Matriz, um dos esplendores históricos mais visitados de Muqui…

Numa cidade arquitetonicamente cinematográfica, conceber um festival como o FECIM é uma tradução perfeita para o dito popular da “sopa no mel”…

DUDA Teixeira, a bela muquiense que empresta poesia e encantamento ao FECIM…


Thelma Guedes, Mouhamed Harfouch, Duca Rachid e Eduardo Nassife abrilhantando o FECIM…

Cavi Borges, cineasta e produtor, presença iluminadora no FECIM…

Desde já, PARABÉNSSSSSS aos sonhadores que idealizaram esta pequenina jóia cultural chamada FECIM, liderados por esta força especial que é Léo Alves, à esmerada produção desta incansável Simone Marçal, a toda a equipe que construiu e fez nascer um festival tão grandioso e pontilhado de tantos pontos POSITIVOS, e um abraço muito carinhoso a todos que tão carinhosamente receberam o AURORA DE CINEMA em Muqui, e contribuíram com generosidade e senso de coletivo para o Gol de MESSI que foi este I FECIM.

Parte do time que fez do FECIM um sucesso contagiante…

Saraváaaaaaaa !

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