Arquivo do mês: maio 2013

David Cardoso, Prazeres Barbosa, José Dumont e Zezita Mattos: O Ator é tema de Seminário em Campina Grande

Sem CG

Vai ser assim o I SEMINÁRIO de Construção do Ator:

Ele está sempre pensando em fazer mais e melhor pela cultura paraibana. O inquieto, aguerrido e determinado André da Costa Pinto,  premiado e polêmico cineasta de Barra de São Miguel (PB), realizador do concorridíssimo Festival Comunicurtas (que acontece todo final de agosto) idealizou e Marlene Alves Souza Luna (Secretária de Cultura de Campina Grande) abraçou a ideia. Assim, nos próximos dias 28 e 29, terça e quarta finais de maio, o trabalho do ATOR será tema de instigante Seminário na adorável cidade paraibana.
Confira a programação completa, que é gratuita, e vai acontecer no auditório da Secretaria de Cultura de Campina Grande:

Programação

Dia 28 de maio
14h. Abertura do Seminário pela Secretária de Cultura, Marlene Alves Sousa Luna. Apresentação do Seminário por André da Costa Pinto
Abertura da exposição Fotográfica: 7 anos de set –  Curso de Formação de Atores para Vídeo
Zezita Mattos, grande atriz paraibana, é um dos destaques do Seminário idealizado por André da Costa Pinto…
15h. Mesa – Redonda: As Mulheres Paraibanas do Cinema Nacional Mediadora: Aurora Miranda Leão (Jornalista e Atriz)
Participantes: Arly Arnaud (Atriz)                            Zezita Mattos (Atriz)                                                    Soia Lira (Atriz)
Arly
Arly Arnaud, sensacional atriz paraibana, estará na primeira mesa-redonda…
16h30min. Mesa – Redonda: Mantendo Relações – Os personagens de um Set Mediadora: Cássia Lobão (Atriz e Professora Doutora em Ciências da Comunicação) Participantes: João Carlos Beltrão (Diretor de Fotografia)
        Carlos Mosca (Diretor de Arte)                  César Ricardo (Desenhista de Som)             Amazile Vieira (Produtora)               Gal Cunha Lima (Atriz e Produtora)                            Chico Oliveira (Ator)
Nathan
Cineasta Nathan Cirino é um dos palestrantes no Seminário da Secult-CG
19h. Palestra Novas formas de se contar uma história: O Roteiro Interativo e os Atores Transmídia.
Palestrante: Nathan Cirino (Mestre em Comunicação Social e Professor do Curso de Arte Mídia da Universidade Federal da Paraíba)
20h30min Como produzir um elenco Palestrante: Itamar Borges (Produtor – GO)
22h. Palestra: A história de como cheguei lá com o ator Leo Rosa
23h30min. Programação Social – Samba das Moças Donzelas de Véu e Capela.
José Dumont, um dos mais festejados atores do país, vai dar sua contribuição para o importante debate promovido pela Secretaria de Cultura de Campina Grande…
Dia 29 de maio
14h. A trajetória de Zé Dumont (Ator)
16h. Mesa – Redonda: A Publicidade e o Mercado Local Mediador: André da Costa Pinto Participantes: Hermany Cruz (Presidente do SATED/PB) Joana Marques (Atriz) Representantes de agências de Publicidade de Campina Grande      Representantes dos Departamento Comerciais das Tv’s de CG.
19h – Lançamento do livro: Autobiografia do Rei da Pornochanchada – David Cardoso (Ator e Diretor)
Prazeres
Prazeres Barbosa, que fez participação especial em ‘Salve, Jorge’, também estará em Campina Grande…
20h Palestra: Do Teatro às Telas – Prazer em Conhecer
Palestrante: Prazeres Barbosa (Atriz)
21h. Preparando um elenco e administrando a carreira de um ator Palestrante: Daniel Nigri (Ator, Empresário e Preparador de Elenco formado pela Lee Strasberg Theatre e Film Institute – New York).
David e fã
David Cardoso (com um fã em Anápolis) é dos mais aguardados em Campina Grande…
22h30min. Palestra: História do Cinema Nacional – O ator e na era da Pornochanchada
Palestrante: David Cardoso (Ator e Diretor)
23h30min. Programação Social

David Cardoso vai lançar biografia em Campina Grande

Ator, considerado Rei da Pornochanchada, vai participar do I Seminário Campinense de Construção do Ator para Vídeo e Gerenciamento de Carreira

Um dos mais importantes nomes do cinema brasileiro, o sul-matogrossense David Cardoso, até hoje conhecido como o Rei da Pornochanchada, não pára de receber homenagens, atender fãs com fotos e autógrafos, e de percorrer o país para lançar sua autobiografia. A próxima parada é em Campina Grande, atendendo a convite do jovem ator, professor de teatro e cineasta André da Costa Pinto, numa realização da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Na próxima quarta, 29 de maio, David Cardoso vai participar de um bate papo com o público paraibano sobre sua trajetória de ator, diretor e produtor, e em seguida lança sua concorrida biografia em noite que acontecerá no auditório da Secretaria de Cultura de Campina Grande, instituição promotora do Seminário de Construção do Ator para Vídeo e Gerenciamento de Carreira. A entrada é franca !

Nascido em Maracaju (MS), David é um apaixonado por Cinema, desde criança, e roteirizou e dirigiu recentemente um curta-metragem autobiográfico para contar aos quatro ventos sua saga de menino que desde sempre quis enveredar pela Sétima Arte. O resultado é o curta Maria Fumaça, Chuva e Cinema, no qual 3 filhos seus aparecem atuando. O curta é muito bem aceito onde quer que seja exibido e David revelou-se um diretor de talento, sensibilidade e capacidade de ir mais além. O filme abriu a primeira edição do Festival de Cinema de Araxá (MG) e foi exibido na solenidade de encerramento do III Anápolis Festival de Cinema, em Goiás, onde David foi homenageado pelos 50 de carreira.

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Germano Pereira, Aurora Miranda Leão, Rubens Ewald Filho e David Cardoso em noite de congraçamento em Anápolis…

O início da carreira foi em 1963 quando David decidiu mudar-se para São Paulo, iniciando ali as primeiras incursões na área técnica do Cinemaa, trabalhando como continuísta e diretor de produção na Pam Filmes, empresa criada pelo fenômeno de público do cinema brasileiro Amácio Mazzaropi, um dos mais importantes atores cômicos do Brasil. E é exatamente num desses filmes, mais precisamente em O Lamparina, que ele estreia como ator fazendo uma pequena ponta. A estréia oficial aconteceu e pra valer foi em 1966, no filme O Corpo Ardente, do renomado cineasta paulista Walter Hugo Khouri.

Foi em 1971, no filme A Moreninha, de Glauco Mirko Laurelli (baseado no romance homônimo de Joaquim Manuel de Macedo) que David virou um ícone nacional. Em 1973, fundou a Dacar Produções Cinematográficas, produtora de quase todos os seus filmes subsequentes. Em 77, estreou na direção com o filme Dezenove Mulheres e um Homem.

David nunca gostou muito do codinome de O Rei da Pornochanchada. Mas de uma certa maneira ele realmente foi o maior galã, a maior atração de bilheteria dos filmes produzidos em São Paulo nos anos 70 e 80, na chamada Boca do Lixo.

Como ator, participou de mais de quarenta filmes e da novela O Homem Proibido, em 1982, na Rede Globo, da qual era o protagonista. Na área do Cinema, seu trabalho destaca-se em filmes como Noite Vazia (1964), Amadas e Violentadas (1975) e O Dia do Gato (1988).

Ano passado, numa grande festa em São Paulo, David Cardoso recebeu mais uma homenagem, a quinta de 2012, por seus 50 anos de carreira como ator e diretor. O vereador paulistano Quito Formiga (PR) apresentou proposta, aceita por seus pares, e David recebeu a homenagem em bonita e prestigiada solenidade na Sala Cultural da Câmara Municipal de São Paulo, que ficou pequena para tantos fãs e amigos.

David Cardoso com os amigos Carlos Alberto Riccelli e Rubens Ewald Filho…

A história de David Cardoso consta de pelo menos 70 filmes, fora novelas e peças teatrais. A marca principal de David é a simplicidade, simpatia e boa prosa: assunto é o que não lhe falta.

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No III Anápolis Festival de Cinema, David Cardoso lê livro do jornalista Felipe Brida…

E David conta como nasceu a ideia do curta Maria Fumaça, Chuva e Cinema:

“Eu estudei o primário em São Paulo e quando estava no último ano, com 11 para 12 anos de idade, minha tia me pegou de bonde, me deixou na Avenida São João, no Cine Metro, onde eram exibidos os filmes Metro-Goldwyn-Mayer. Ela me deixou no cine Metro ao meio-dia porque a sessão lá era assim: do meio dia às duas, e sempre a cada duas horas. Eu assisti a Mogambo. Eu vi Mogambo e quando ela veio me pegar de volta, e me viu chorando, ela me disse: ‘David o que aconteceu meu filho? Alguém te bateu?’ Eu falei: – ‘Não. É bonito demais. Eu vou ser artista de cinema que nem o Clark Gaibou’ – pronunciei tudo errado. Eu falei: ‘Tia, vem amanhã assistir?’ Ela assistiu e eu fiquei no cinema de novo assistindo até às dez da noite. No outro dia, eu falei: ‘Tia, quando que nós vamos para Maracaju?’ Ela disse ‘daqui a quatro dias’. Eu falei: ‘Então a senhora me traz aqui todos os dias pra eu assistir a Mogambo?’ Ela concordou. Pegava um pão, cortava no meio, passava manteiga Aviação, e botava mortadela. Não tinha coca-cola, pegava um suco de laranja e colocava numa térmica, e eu entrava no cinema todos os dias e assisti 26 vezes ao filme em São Paulo, e quero contar essa história”.

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Eduardo Tornaghi, Aurora Miranda Leão e David Cardoso: encontro feliz no III Anápolis Festival de Cinema…

* David Cardoso tem participação especial no novo curta-metragem Aurora de Cinema, chamado Quando a gente ama, com produção de Laura Pires e direção de fotografia de Ângelo Lima.

Anápolis de Cinema: Festival tem terceira edição consagradora

Festival idealizado por Débora Torres teve Homenagens a Cláudio Assis, Irandhir Santos, Walter Webb e Neila Tavares

A cada vez que vou a Anápolis, mais encontro pessoas interessantes e mais gosto da cidade. Pelo terceiro ano consecutivo, passei temporada de uma semana no município goiano por conta do Anápolis Festival de Cinema, importante iniciativa cultural idealizada e realizada pela cineasta e produtora Débora Torres.

Débora Torres, a merecer todos os aplausos pela criação e realização de Festival de tamanha magnitude como o Anápolis de Cinema…

Este ano, a terceira edição do Anápolis Festival aconteceu de 3 a 10 de maio e encontrou uma cidade ainda mais receptiva e agora já produzindo trabalhos audiovisuais e com pessoas de várias idades demonstrando forte interesse pelo tema.

Aurora, Alice Gonzaga, Débora Torres e Murilo Rosa na primeira edição do Anápolis Festival de Cinema

Tudo por conta das mudanças positivas que um festival de cinema provoca no âmbito da cidadania. Ainda mais um festival bem pensado, bem organizado e muito bem produzido como o é este Anápolis de Cinema, graças ao empenho e dedicação da aguerrida Débora Torres, que é dessas pessoas que, quando se mete a fazer, faz pra valer e pode ter certeza que vai ser muito bem feito e com extrema competência.

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O centro de Anápolis, município parceiro do Cinema Brasileiro…

Adhemar

Assim é que o Anápolis Festival de Cinema tem como Curador, desde sua primeira edição, o mais respeitado crítico de Cinema do país, o jornalista Rubens Ewald Filho – o que por si só já o dignifica -, e é o único do país a ter sua principal mostra competitiva denominada Adhemar Gonzaga, numa justa e meritória Homenagem ao grande pioneiro do Cinema Brasileiro, o jornalista criador da revista Cinearte e da Cinédia, o baluarte Adhemar Gonzaga.

Alice

E é sua filha, a querida Alice Gonzaga, quem todo ano vai a Anápolis representando a memória do pai. E todos os anos, Alice deixa um rasto de simpatia e benquerença em Anápolis, assim como nesta edição foi efusivamente ‘assediada’ por um novo fã da Sétima Arte, o garoto Gustavo Lopes – que fez os pais saírem de Brasília pra levá-lo até Anápolis, com o intuito único de conhecer Alice e saber mais sobre a história do Cinema Brasileiro.

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Sílvio Tendler festejado por Eduardo Tornaghi, Neila Tavares e Laura Pires…

Assim, com nuances abolutamente singelas e inusitadas, o Anápolis Festival de Cinema fortalece-se cada vez mais no plano da realidade audiovisual de Goiás, fomentando novos realizadores ao incentivar/impulsionar o aparecimento de criadores novos, permitindo o aparecimento de vocações e talentos através de oficinas ministradas na cidade, gratuitamente, para a população.

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Rubens Ewald Filho em workshop gratuito de Cinema…

No panorama do audiovisual da região centro-oeste, o festival também já é um dado forte e auspicioso, pontificando como um dos mais importantes e crescentes festivais de cinema do país.

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Débora Torres, a idealizadora, e o cineasta Claudio Assis…

Tudo isso porque o Anápolis Festival de Cinema foi bem concebido desde sua mais tenra forma embrionária, prevendo a realização de oficinas gratuitas, workshops sobre temas relevantes, mostras de cinema paralelas, exibições em bairros periféricos, lançamentos de livros, debates com realizadores, confluência de várias gerações de artistas/diretores/criadores e técnicos da área, além de prevê a inserção da comunidade em várias etapas da realização do festival.

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Mayara Magri, Débora Torres e Aurora Miranda Leão nos bastidores…

O resultado é o que constatamos ao participar, com a maior alegria, do III Anápolis Festival de Cinema: um evento cultural importante, consolidado no calendário cultural da cidade, do estado de Goiás, e do país; necessário para uma mudança de mentalidade cultural que é natural ao se incutir a Sétima Arte em qualquer lugar, apoiado por quem já faz Cinema, e angariando cada vez mais simpatias e adesões ente os que já estão e os que pretendem ingressar na área.

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O prefeito Antônio Gomide com Alice Gonzaga, Débora Torres, Germano Pereira e Rubens Ewald Filho na noite de abertura do III Anápolis Festival de Cinema

Estes dados são fundamentais para que mais empresas de Anápolis, o município que mais cresce no centro-oeste, decidam apostar no Festival de Cinema como um ícone importante para o desenvolvimento do município e, consequentemente, para a consolidação de suas respectivas marcas no imaginário da população, pois o que pode uma imagem alcançar, só mesmo se tem noção quando diante do impacto provocado por uma sala de exibição lotada, ademais quando na tela exibe-se um filme brasileiro e toda a sorte de valores que advém junto com a potência imagética a ele agredada.

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Sílvio Tendler, Aurora de Cinema, e Felipe Brida em noite de lançamento…

Até o momento, é a Prefeitura Municipal de Anápolis, através de sua Secretaria de Cultura – nas pessoas do prefeito Antônio Gomide e do secretário Augusto Almeida – a grande responsável pela realização do Festival pois foi uma decisão pessoal do Prefeito acatar a brilhante ideia da cineasta Débora Torres e ali realizar um Festival de Cinema que surgiu como força de grande envergadura, desde o início deixando ver que nascia com todas as ferramentas para crescer e se consolidar, colocando Anápolis no circuito de grandes eventos culturais do país.

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Felipe Brida e David Cardoso lançando seus livros de cinema em Anápolis…

O Festival vai crescer muito mais. Exibe cada vez mais filmes aplaudidos e premiados, os quais não chegariam a Anápolis se não fosse pela tela propiciada pelo Festival.

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Cada vez mais artistas e cineastas vão participar deste autêntico congraçamento cultural que é o Anápolis de Cinema, e daqui fazemos um apelo para que as grandes indústrias e empresas estabelecidas no município goiano participem e contribuam financeiramente para a realização do Festival. O retorno para suas marcas e seus produtos será grande o bastante para que se confirme e reafirme a noção de que investir em Cultura é apostar no desenvolvimento sustentável, e que só através da Arte e da Cultura é possível crescer no caminho certo, qual seja o da valorização da cidadania, do respeito à identidade cultural, e da noção de cultura como respeito à diversidade, estímulo ao surgimento de novos talentos e novas lideranças, e possibilidade de alçar voos maiores e melhores no rumo do surgimento de mentalidades compromissadas com o bem da coletividade e o progresso social coletivo.

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Débora Torres, Walter Webb, Nina Prada e Carlos Del Pino na noite final do Festival Anápolis de Cinema…

Parabéns a Débora Torres pela ideia inicial e realização competente e frutífera de mais um Anápolis Festival de Cinema.

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Antônio Pitanga, com Germano Pereira, em noite de Homenagem e muitos Aplausos…

Parabéns à Prefeitura de Anápolis, na pessoa do prefeito Antônio Gomide, que aderiu de pronto a ideia de Débora Torres, e torna possível, anualmente, a realização do Anápolis Festival de Cinema.

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Walter Webb, Neila Tavares e Carlos Del Pino em papo de cinema…

Parabéns à Secretaria de Cultura de Anápolis na pessoa de seu Secretário Augusto César Almeida, e toda a sua equipe de trabalho, os quais, de forma dedicada e consequente, atuam e contribuem para que o festival marque de forma inventiva e benfazeja o panorama cultural de Anápolis, fazendo-o ultrapassar os limites do município e tornar-se relevante para toda a produção audiovisual do centro-oeste.

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Rubens Ewald Filho com alunos e novos admiradores ao fim de palestra…

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Os atores Deto Montenegro e David Cardoso no clima dos bastidores…

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Encontro dos atores Irandhir Santos e Germano Pereira…

Parabéns ao Cineclube Xícara da Silva, parceiro na realização do Festival. E, por fim, PARABÉNS a Rubens Ewald Filho, que todos os anos comparece a Anápolis e engrandece o festival com suas edificantes falas/palestras/workshops, e a todos os atores, atrizes, roteiristas, diretores, produtores e técnicos que, ano a ano, contribuem para tornar o Anápolis Festival um evento grandioso e ao qual se tem prazer de assistir, emprestando suas valiosas contribuições artísticas e afetivas para que o Anápolis Festival de Cinema seja hoje um referencial relevante e próspero no panorama da cadeia produtiva do audiovisual brasileiro.

Déb Rub e eu

Débora Torres, Rubens Ewald Filho e Aurora Miranda Leão…

DESTAQUES DA TERCEIRA EDIÇÃO

Germano Rita Ariel

Germano Pereira com o casal de atores Rita Pook e Ariel Goldenberg…

A presença de Ariel Goldenberg e Rita Pook, protagonistas de Colegas, que distribuíram simpatias e angariaram fãs e público para o belo filme de Marcelo Galvão;

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A presença de Cláudio Assis, cineasta pernambucano polêmico que deu um revertério no panorama do cinema brasileiro com sua obra, a partir do premiadíssimo ‘Amarelo Manga’, e que faz um cinema que sempre desperta interesse, debates, curiosidade, e provoca polaridades essenciais como o Sim e o Não através da força de sua palavra e da beleza de suas imagens;

Eduardo e o secretário

Eduardo Tornaghi recebe Homenagem das mãos do Secretário Augusto Almeida

A reunião de pessoas do naipe do ator e poeta Eduardo Tornaghi; da eterna musa Neila Tavares; do festejado documentarista Sílvio Tendler (que teve Mostra Especial), do cineasta  uruguaio Carlos Del Pino e do doce e queridíssimo Beto Brant; dos ícones Antônio Pitanga e David Cardoso; de atores como Germano Pereira (que ministrou ótima oficina e foi o aplaudido Mestre de Cerimônias de todas as noites), José Carlos Machado, Flávio Guarnieri, Flávio Galvão, Deto Montenegro, Albert Tenório e Adriano Barroso; das atrizes Mayara Magri e Mallu Moraes, do lendário cineasta e produtor Walter Webb, de jovens como a bela atriz Marianna Nunes, o ator Bruno Torres, o jornalista Felipe Brida (lançando seu livro de críticas ‘Cinema em Foco’), e o magnânimo e queridíssimo ator Irandhir Santos, que tem o dom de transmitir a qualquer personagem o encantamento da adesão imediata por conta de seu talento magistral, além de ser, pessoalmente, dessas pessoas adoráveis, que torna belo e sereno qualquer ambiente;

Beto e noix

Walter Webb, Laura Pires, Beto Brant e Aurora Miranda Leão…

Irandhir por W

Irandhir Santos: muitos aplausos para merecidíssima Homenagem…

Ângelo e eu

Aurora Miranda Leão e Ângelo Lima: amigos e parceiros de cinema…

A presença do incansável cineasta Ângelo Lima, sempre bem vindo com sua acolhida generosa e solidariedade edificante, que com sua câmera permanentemente em ação nos permitiu criar e realizar, no último dia do festival, mais um curta-metragem Aurora de Cinema, prontificando-se de imediato e com a maior boa vontade, a assumir a câmera e a direção de fotografia de uma nova realização audiovisual que vem aí e em breve nós contaremos por aqui;

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Laura Pires e Aurora Miranda Leão: ‘namoradeiras’ no Fulô do Cerrado…

A deliciosa culinária de Anápolis, muito bem representada pelos restaurantes Los Pampas, La Massas e Fulô do Serrado, os quais tornaram muito melhor e aprazível estes dias e noites em Anápolis, que hoje são saudade feliz no coração de cada um que esteve em Anápolis a convite de nossa querida Débora Torres;

todos

O clima amigável e festeiro dos bastidores, as muitas festas realizadas quase de improviso, e a engenhosa sintonia entre artistas anapolinos e convidados do festival, fazendo com que a temporada em Anápolis se torne uma semana em que todos são cidadãos anapolinos e amigos de fé, parceria e caminhada;

Anoli eu e mais

Marcus Anoli, Germano Pereira, Aurora, Rubens Ewald Filho e David Cardoso

Neste ponto especialmente, um VIVA Especial ao ator Marcus Anoli e a atriz/produtora Ana Queiroz, grandes anfitriões anapolinos, que nos recebem, a cada edição, com mais calor humano e mais motivos para querer retornamos sempre a Anápolis;

Déb Pit e Laura

Débora Torres, Antônio Pitanga e Laurinha Pires: sintonia de cinema…

A parceria construtiva e pronta pra toda obra com a cineasta e produtora baiana Laura Pires e seu companheiro, o fotógrafo Edvaldo Cajazeiras, companheiros de muitas jornadas, bem como a solidariedade constante de Renata Queiroz e Juliana Pinheiro, que nos ajudaram na vivência de ótimas festas regadas a violão e muita alegria.

banda

A todos estes, nosso muito obrigada.

Difícil citar nomes porque para se realizar um festival do porte deste Anápolis de Cinema é preciso juntar muita gente e exponencial força de trabalho. Mas vou citar os que me vem à cabeça agora porque estão no festival desde o início e através deles parabenizo a todos que colaboraram decisivamente para fazer do III Anápolis Festival de Cinema um evento vitorioso: Almir e Ângela Torres; Delvo Simões, Roberta Ariadne, Nina Prada, Bruna Kran, Ancedino, Wilton, Cristiane, Anais, Carlos César, Sheldon Feitosa, Wellingta, e mais e mais….

Com Nina e Walace

Walace Oliveira, Aurora Miranda Leão e Nina Prada na noite final…

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Irandhir Santos e Cláudio Assis: amigos e parceiros abrilhantando o festival…

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Um beijo cheio de afeto e apreço, e um abraço muito caloroso a todos os que participaram desta terceira edição do Anápolis Festival de Cinema, contribuindo, cada um a seu modo, para que o festival seja hoje uma saudade doída e gostosa em nossos corações, a alimentar, permanentemente, a vontade de voltar a Anápolis e ali ficar como um cidadão anapolino de qualquer parte do país.

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Eduardo Tornaghi recebe abraço carinhoso de sua fã, Aurora Miranda Leão…

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Felipe Brida, Walter Webb, Alice Gonzaga e Delvo Simões na Estância Park…

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Aurora Miranda Leão, Neila Tavares e Flávio Guarnieri no Fulô do Cerrado…

Rita e eu

Aurora Miranda Leão e Rita Pook: encontro de cinema em Anápolis…

Cesinha e eu

Aurora Miranda Leão e Carlos César, o Cesinha do ‘making-of’, músico e videasta

Albert e Neila

O ator alagoano de Pernambuco, Albert Tenório, e a musa Neila Tavares…

Ju e Germano

Juliana Pinheiro e Germano Pereira no comando musical noturno…

noite final

O ator Bruno Torres, Aurora Miranda Leão e Roberta Ariadne, da produção…

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Realizadores, artistas, jornalistas e produtores: Cinema vibrante em Anápolis…

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Aurora Miranda Leão em dia de festa com José Carlos Machado e Albert Tenório

Festival de Gramado: inscrições até dia 27

Festival mais badalado do país acontece em agosto na serra gaúcha
 

Prorrogadas as inscrições às mostras competitivas da 41ª edição do Festival de Cinema de Gramado. O prazo, antes estipulado para 17 de maio, agora fica para o dia 27, coincidindo com o final das inscrições do Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema – Mostra Gaúcha de Curtas. Desta forma, todas as mostras do festival terão a mesma data limite para receber filmes.

A Curadoria de longas-metragens continua sendo feita por José Wilker, Rubens Ewald Filho e Marcos Santuario. O 41° Festival de Cinema de Gramado será realizado de 9 a 17 de agosto na cidade-palco. Para conferir o regulamento completo e mais informações: http://www.festivaldegramado.net/.