Sergio Fonta é novo membro da Academia Brasileira de Arte

 Jornalista, ator, diretor e pesquisador da Cultura Brasileira, Sergio Fonta será empossado amanhã em cadeira de Arthur Azevedo  


Sérgio Fonta: intelectual da área cênica, vai assumir cadeira acadêmica

           

 A  Academia Brasileira de Arte  tem o prazer de convidar  para  a  Sessão  Solene de  Posse do Sr. Sergio Fonta na  Cadeira 40,  patronímica  de Artur Azevedo, em sucessão a Jonas de Morais Correia Filho, a realizar-se no dia 25 de junho de 2013, às 17h, na Sala Pedro Calmon, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.

             O empossando será recebido pelo acadêmico Sylvio Lago Junior.

 Av. Augusto Severo, 8 – 12º andar 

Traje: Passeio completo

 Acadêmicos: uso da insígnia

Sérgio Fonta (ao centro): sempre cercado de amigos e festejando o Teatro, as Artes e as Letras…

Sede do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, que amanhã fará solenidade para empossar Sérgio Fonta na Academia Brasileira de Arte…

A Academia Brasileira de Arte

Fundada em 12 de agosto de 1942, por inspiração de Ataulpho de Paiva, para cultivo e divulgação da Arte em sete de suas manifestações – Pintura, Escultura, Arquitetura, Literatura, Teatro, Música e Crítica/ História da Arte.

Pouco se sabe de sua história nos primeiros anos, pois seus arquivos acham-se extraviados, mas, pelo que pode ser levantado no Livro de Termos de Posse, aberto na gestão do acadêmico Nestor Egydio de Figueiredo, teve como fundadores 26 dos primeiros ocupantes de 40 de suas cadeiras:  Afonso de Carvalho, Alceu Amoroso Lima, Álvaro José Rodrigues, Álvaro Moscoso, Augusto de Lima Junior, Cláudio de Souza, D. Clemente da Silva-Nigra, Edgar Roquette-Pinto, Eliseu D’Ângelo Visconti, Floriano Bicudo, Francisco Braga, Gustavo Capanema, Heitor Villa-Lobos, Humberto Gottuzzo, José Carlos de Figueiredo Ferraz, José Fiúza Guimarães, Jonas de Morais Corrêa Filho, Leopoldo Gottuzzo, Manoel Nogueira da Silva, O. Garcia Junior, Orozimbo Nonato da Silva, Pedro Costa Rego, frei Pedro Sinzig, Rino Levy, Rodrigo Mello Franco de Andrade e Rodrigo Octavio de Langgaard Menezes, além do citado Ataulpho de Paiva, a quem foi concedido, em 16.11.1964, o título de Acadêmico de Honra.

Em 1964, reorganizou-se, conforme Ata registrada sob o nº 13.361 no livro 6 do Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas do Rio de Janeiro, firmada por Nestor Egydio de Figueiredo, Augusto de Freitas Lopes Gonçalves, Dilermando Duarte Cox, Renato de Mello Alvim, Luiz Carlos Peixoto de Castro, Joracy Camargo, Viriato Corrêa, Mario Nunes, Henrique Cavalleiro, Múcio Carneiro Leão, Oswaldo Teixeira, Ayres de Andrade, Barbosa Lima Sobrinho, Francisco Mignone, Andrade Muricy, Renzo Massarani, Hildegardo Leão Velloso, Hélios Seelinger, Jordão de Oliveira, Raymundo Magalhães Junior, Alfredo Galvão, Gerson Pompeu Pinheiro, Augusto Meyer, Adonias Filho, Manuel Paulo Filho, Renato de Almeida, Victor de Miranda Ribeiro, Humberto Cozzo, Heitor Usai, Antonio Garcia de Miranda Netto, Carlos del Negro, Manuel Santhiago. Leopoldo Alves Campos, José Octavio Corrêa Lima, Murillo Araújo, Afrânio Coutinho, Carlos Flexa Ribeiro, Oscar Niemeyer, Peregrino Junior, Regina Veiga, Ary Garcia Rosa, Sergio Bernardes, Wladimir Alves de Souza e Edson Motta, dos quais 20 vieram, posteriormente, a integrar o quadro titular.

Sua trajetória pode, assim, ser dividida em quatro fases: de 1942 a 1964, sob a direção de Ataulpho de Paiva; de 1964 a 1973, presidida por Nestor Egydio de Figueiredo; de 1973 a 2010 por Agenor Rodrigues Valle, e, a partir de então, por Heloisa Aleixo Lustosa.

Por suas cadeiras passaram 93 ocupantes, afora seus atuais titulares. Ao longo das três últimas fases, abrigou conferências abertas ao público, premiações, sessões de homenagem e concorridas solenidades acadêmicas constituindo-se num agradável locus de trocas intelectuais e sociabilidades. Em 2010, abriu-se a novas expressões artísticas, incorporando às suas áreas de eleição a Dança, a Moda, o Design, o Cinema, a Fotografia, o Colecionismo, o Paisagismo, a Preservação do Patrimônio Histórico e Artístico, e as manifestações da cultura popular.

Seu quadro divide-se em três segmentos: o de titulares, com 40 cadeiras, patronímicas de vultos de significação nas diversas áreas da Arte, destinadas a brasileiros natos ou naturalizados; o de correspondentes estrangeiros, sem limitação de número; e o de acadêmicos livres, integrado pelos que não chegaram a ocupar cadeiras ou que por elas ainda não optaram, escolhidos todos por eleição.

Saiba mais sobre o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro:

O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro nasceu em 1838, com o intuito de ser uma entidade que refletisse a nação brasileira que, não muito antes, conquistara a Independência.
Na Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional – hoje, por sucessoras, a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro –, os secretários, cônego Januário da Cunha Barbosa e marechal Raimundo José da Cunha Matos, apresentaram proposta para a sua criação, concretizada em 21 de outubro daquele ano, em Assembléia Geral, firmada por 27 fundadores, previamente escolhidos.
A profícua existência do IHGB tem-se caracterizado por atividades múltiplas, nos terrenos cultural e cívico, pela reunião de volumoso e significativo acervo bibliográfico, hemerográfico, arquivístico, iconográfico, cartográfico e museológico, à disposição do público, durante todo o ano, e pela realização de conferências, exposições, cursos, congressos e afins.
Contou com patronato do imperador D. Pedro II, a quem foi dado o título de Protetor pelo incentivo e financiamento de pesquisas, além de doações valiosas, cessão de sala no Paço Imperial para sede do Instituto, em seus passos iniciais, e presidiu mais de 500 sessões. Importantes nomes da política, das artes, das letras, da magistratura, do magistério e das atividades produtivas do país estão integrados ao Quadro Social do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Ao lado do pesquisador Ricardo Cravo Albin e da jornalista Alicinha Silveira, Sérgio Fonta vai assumir cadeira que tem como patrono o dramaturgo Arthur Azevedo.

Uma resposta para “Sergio Fonta é novo membro da Academia Brasileira de Arte

  1. Prosseguem amanhã, 20, as atividades do Encontros de Agosto 2011, que acontece em comemoração ao mês da Fotografia, numa iniciativa do Forum da Fotografia – Ceará. O evento tem como tema Fotografia Contemporânea – linguagem e pensamento, e conta com exposições, seminários, palestras e workshop, na busca de refletir sobre as questões da fotografia e sua inserção no campo das artes.

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