Eriberto Leão em JIM: homenagem ao The Doors no Teatro

“Nada é tão forte como uma idéia quando é chegada a hora dela”
JIM

Ministério da Cultura, Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Porto Seguro apresentam:

Eriberto Leão vive a poesia de uma lenda do rock no teatro 

Música, inquietação, poesia, caos, simbologia, teatro. JIM, um espetáculo-show não biográfico inspirado na obra poética de um dos maiores ícones do rock, Jim Morrison.

JIM julho

Idealizado por Eriberto Leão e produzido pela Barata Comunicação, JIM inspira-se no legado poético e simbólico deixado pelo vocalista do The Doors.

Com texto de Walter Daguerre, direção de Paulo de Moraes e interpretação de Eriberto Leão e Renata Guida, acompanhados de 3 músicos tocando ao vivo, o espetáculo mostra um homem que não conheceu Jim Morrison mas que teve sua vida pautada por suas ideias e ideais.

Eriberto e Paulo Moraes

O diretor Paulo Moraes e o ator Eriberto Leão: parceria no musical JIM…

Costurado por 10 canções do The Doors como “Light my fire”, “The End”, “Rides on the storm”, cantadas ao vivo por Eriberto, a trama mostra o conflito interno do personagem em busca de um acerto de contas.

Com texto que perpassa por conceitos de mitos pagãos e arquétipos, além de uma abordagem enfocando o lado poético e simbolista de Morrison, JIM não busca ser um espetáculo biográfico mostrando a vida do cantor ou a figura polêmica do astro de rock. A peça vai além, mostrando referências ideológicas de Morrison por meio de seus versos e percepções, e também através de seus ídolos, grandes nomes da literatura que o influenciaram, como William Blake, Baudellaire, Rimbaud, Nietzsche, entre outros.

Erib é Jim

“Quando comecei a pesquisar, descobri um Jim Morrison que não imaginava e que muita gente não sabe quem é, então vimos que precisávamos trazer uma outra idéia do Jim para o público”, revela Daguerre complementado por Eriberto: “O Jim era acima de tudo um poeta. O rock chegou pra ele através da poesia e do cinema, então o grande objetivo da peça é ser coerente com a obra poética do Jim Morrison, a preocupação é essa”.

JIM estreou na noite de 10 de julho no Teatro Leblon e teve casa lotada, prestigiada pela classe artística e imprensa. O que não faltaram foram aplausos entusiásticos para Eriberto Leão e muita emoção.

Ao longo desta matéria, você confere fotos do espetáculo e da estreia, todas assinadas por CRISTINA GRANATO.

JIM estreia

Malvino Salvador e Sophie Charlotte, Paula Burlamaqui e Reynaldo Giannechini: celebridades na plateia de JIM

Um homem diante do túmulo de Jim Morrison com uma arma em punho. Um homem que não conheceu o vocalista do The Doors pessoalmente mas que sempre buscou ter uma vida como a de Jim, um dos maiores ícones do rock de todos os tempos. Um homem que durante anos acalentou o sonho de seguir os passos de seu ídolo, como artista e como ser humano, mas que acabou percorrendo uma existência trivial. Um homem que chegou aos 40 com o sentimento de que suas idealizações se perderam no tempo. É este homem que está agora em Paris, no cemitério Père-Lachaise com um revólver na mão para acertar as contas com Jim Morrison. Ele tem somente uma bala, uma pequena peça de chumbo com a qual pretende transformar seu destino num jogo de azar. Este seria um acontecimento relativamente simples, não fosse a aparição de uma misteriosa mulher com quem ele trava um decisivo diálogo. E da presença diabólica de JIM.

Eri canta

James “Jim” Douglas Morrison cantor, compositor, poeta e vocalista da banda The Doors. Nascido na Flórida e filho de conservadores militares da marinha americana, Jim seguiu por outro caminho. Influenciado por poetas, filósofos e pensadores. ele começou a escrever na adolescência, estudou temas como filosofia, psicologia de multidão, teatro, e formou-se em cinema pela Universidade da Califórnia. Após a graduação, Jim reencontrou um amigo e daí nasceu a banda The Doors. O nome do grupo foi inspirado no livro “The Doors of Perception”, de Aldous Huxley, que por sua vez o buscou num verso de um poema de William Blake que dizia: “Se as portas da percepção estiverem limpas/ Todas as coisas se apresentarão ao homem como são, infinitas”.

Em 1969, Morrison publicou dois volumes de sua poesia, mas após o aumento da fama do The Doors, a partir de 67, Jim desenvolveu uma grave dependência de drogas e do álcool, que acabou levando-o à morte em 3 de julho de 1971. Conhecido por performances intensas e teatrais, letras recheadas de simbolismo, referências ao xamanismo, e uma personalidade selvagem, Jim Morrison foi classificado na 47° posição na lista da revista Rolling Stone dos “100 Maiores Cantores de Todos os Tempos”.

Celulari e Karin 1

Edson Celulari e Karin Roepke presenças na estreia de JIM…

Ursula e Faustini

Úrsula Corona e Marcelo Faustini entre os muitos na plateia de JIM…

Eriberto Leão, grande fã de Jim Morrison e do The Doors, tem esse projeto desde que conheceu a banda em 1991 e, através deles, descobriu sua vocação como ator: “Conheci-os com 18 anos, vendo o trailer de um filme sobre o The Doors. Depois disso vi 3 sessões seguidas e fiquei alucinado ! Eu sempre soube que iria fazer essa peça. Isso me influenciou muito, inclusive na vontade de ser ator. Na época que descobri a banda, fui trabalhar de contrarregra numa peça produzida pelo meu pai. Busquei ler tudo que influenciou o Jim”, conta o ator,  hoje com quase 20 anos de carreira. Sua primeira atuação no teatro foi no espetáculo Ventania (96), inspirado em Hoje é dia de rock, de Zé Vicente. Dirigido por Gabriel Vilela, Eriberto entrava em cena cantando The End, um clássico do The Doors.

Sophie e Paula

Sophie Charlotte e Paula Burlamaqui foram ver o amigo Eriberto como JIM

ingra e marcela

Ingra Liberato e Marcela Muniz: presenças na noite JIM

Dividindo o palco com Renata Guida, Eriberto canta ao longo do espetáculo 10 músicas do The Doors, acompanhado pelos músicos Zé Luiz Zambianchi no teclado, Rorato na bateria e Felipe Barão na guitarra. No musical, Eriberto interpreta João Mota, e é através do conflito do personagem, fã de Morrison, que o vocalista do The Doors ganha voz:  “Todos tem muitos “eus” que não demonstram. O João expressa os pensamentos, contradições, expondo toda sua fragmentação. Ele gostaria de ter uma vida tão intensa quanto a do Jim e não teve, então ele chega aos 40 anos e tem uma crise, daí toda a angústia e tormento”, explica o autor.  João dialoga todo o tempo com o Jim e com a aparição misteriosa da personagem de Renata, que representa o feminino de diversas formas – Pamela Morrison (mulher de Jim), a esposa de João Mota e ainda a Mãe Terra, conceito arquetípico da força criadora universal do feminino. A presença da personagem pode ser interpretada também como uma consciência intuitiva e profunda de João.

Bianca e Gianne blog

Bianca De Felippes e Reynaldo Giannechini na estreia de JIM

Franç e Ignacio

Françoise Forton e Ignácio Coqueiro, clicados por Cristina Granato…

O cenário, também assinado por Paulo de Moraes, é composto por um piano de cauda/lápide e 6 microfones. Completam a ficha técnica Maneco Quinderé, responsável pela iluminação, Rita Murtinho que assina figurinos, e Ricco Vianna na direção musical.

piano jim

“Esta é minha homenagem ao artista que abriu as portas da minha inquietação, das artes dramáticas, da literatura e da percepção”

SERVIÇO

Local: Teatro Leblon – Sala Tônia Carrero
Endereço: Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon
Dias e horários: Terça, Quarta e Quinta 21h.
Preços: Plateia: R$ 70 (ter e qua) e R$ 80 (qui); Balcão: R$ 60 (ter e qua), R$ 70 (qui).
Temporada: Até 25/08

Malvino blog

Malvino Salvador e Sophie Charlotte também estavam na plateia de Eriberto Leão na noite de estreia de JIM 

FICHA TÉCNICA

Texto: Walter Daguerre
Direção: Paulo de Moraes
Elenco: Eriberto Leão e Renata Guida
Músicos: José Luiz Zambianchi (teclado), Felipe Barão (guitarra) e Rorato (bateria)]
Direção musical: Ricco Vianna
Cenografia: Paulo de Moraes
Figurinos: Rita Murtinho
Iluminação: Maneco Quinderé
Programação Visual: Walter Daguerre
Fotografia: Marcelo Faustini
Produção executiva: Carolina Consani e Roberta Marinho
Produção e Assessoria de imprensa: Barata Comunicação
Equipe Barata Comunicação: Produtores: Elaine Moreira e Bruno Luzes
Financeiro: Mádia Barata
Imprensa: Priscilla Santos

Dos mais respeitados no país, o crítico Wilson Cunha também estava na estreia de JIM, e assim descreve o trabalho de Eriberto:

ERIBERTO LEÃO, UM ATOR EM ESTADO DE GRAÇA – o espetáculo é JIM, em cartaz no Teatro Leblon, onde Eriberto Leão presta sua homenagem a Jim Morrison e à atmosfera de um tempo que se supunha passado. Com uma entrega apaixonada, Eriberto revive Morrison, vive um desespero, um conflito que se perpetuam. Pode-se, até, considerar que estamos menos diante de um texto teatral e sim de pretexto para que a liturgia aconteça. Mas a generosidade do trabalho de Eriberto Leão – diabolicamente banhado pela luz de Maneco Quinderé -, ao som de uma ótima banda, supera qualquer pecadillo. A experiência JIM + do que vale a pena”.

Eri no palco

Portanto, vamos ao Teatro !

Você que mora no Rio ou está de passagem pela Cidade Maravilhosa, não deixe de ir ao Teatro Leblon conferir o precioso trabalho de ERIBERTO LEÃO, um ator que a TV apresentou ao Brasil e cujo talento e carisma conquistaram o coração de milhares de fãs em todo o país.

A hora é de conferir o musical JIM com Eriberto Leão no Teatro !

O Blog Aurora de Cinema deseja todo êxito ao espetáculo e parabeniza todos os envolvidos na bem cuidada produção de JIM.

Franc e Barata

Eduardo Barata e Françoise Forton conferindo o sucesso da estreia de JIM…

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