O Azul Resplendor de Eva Wilma no teatro carioca

Uma realização de RENATO BORGHI PRODUÇÕES

 em comemoração aos

60 anos de carreira e 80 de vida da atriz Eva Wilma

Uma comédia que promove, através de rara combinação entre humor ácido e delicadeza, o encontro marcado que cada um tem consigo mesmo.

AZUL RESPLENDOR estreia no Rio depois de sucesso em São Paulo. A fotógrafa Cristina Granato registra tudo.

Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas conheceram Eduardo Adrianzén, autor de destaque da dramaturgia contemporânea do Peru, enquanto realizavam o projeto Embaixada do Teatro Brasileiro (2008/2009) em países ibero-americanosamericanos para promover o teatro brasileiro e incentivar o intercâmbio entre as dramaturgias produzidas em espanhol e português. O texto original de AZUL RESPLENDOR, apresentado por Adrianzén a eles, causou o mesmo arrebatamento na atriz Eva Wilma. Estava decidido: o texto seria montado no  Brasil.

DSC_3740  Eva Wilma , Eduardo Adrianzén , Othon Bastos e Glória Campos  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

O autor Eduardo Adrianzén, Eva Wilma, Othon Bastos e Glória Campos…

AZUL RESPLENDOR reúne no mesmo palco várias gerações de atores: Renato Borghi, Dalton Vigh, Luciana Borghi, Luciana Brites e Felipe Guerra. A direção é de Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas, sua primeira co-direção nos mais de 20 anos de parceria no teatro.

DSC_3754 Danton Vigh e Eva Wilma - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO (1)

AZUL RESPLENDOR, escrita por Adrianzén em 2005, é um retrato do ofício do ator. Mas um retrato sem retoques. Apesar de situada na atualidade, a peça revela os bastidores de todos os teatros em todos os tempos. O texto expõe com clareza e ironia os jogos de poder, os afetos, as ambições, as inspirações, as vaidades, as ilusões, as carências, as invenções, as manias e as frustrações dos atores quando se juntam para ensaiar uma peça. Para desvelar os bastidores dos palcos, o dramaturgo se valeu de uma galeria de personagens bem conhecidos no mundo do Teatro: a célebre atriz dramática aposentada precocemente, o eterno coadjuvante recalcado, o diretor arrogante e prepotente, a assistente de direção sem identidade e os atores jovens em busca de fama e poder a qualquer preço.

DSC_3564  Eva Wilma e Norma Thiré - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

Eva Wilma e Norma Thiré na noite de estreia carioca…

Blanca Estela (Eva Wilma) é uma grande dama do teatro, afastada de seu ofício há mais de 30 anos. Inesperadamente, ela recebe a visita de seu mais devotado fã – Tito Tápia (Renato Borghi), um ator sem nenhuma expressão que passou a maior parte de sua vida cuidando da mãe doente e fazendo “pontas” no teatro e na televisão.

De posse da herança e com uma peça de sua autoria escrita em memória da mãe falecida, Tito decide procurar Blanca Estela para confessar seu antigo amor e lhe fazer uma proposta para que ela retorne aos palcos como protagonista de sua obra.

DSC_3731 3 Eva Wilma e Othon Bastos  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

Eva Wilma e Othon Bastos: encontro de gigantes do Teatro/TV e Cinema…

Apesar de ter sido um dos maiores nomes do teatro, Blanca Estela alimenta um amargo desprezo pelo mundo do teatro,  motivo de sua aposentadoria precoce. Mas, por razões que só ficarão claras ao final da peça, a grande diva decide aceitar a proposta de Tito, desde que a peça seja dirigida por um nome de peso. Tito decide chamar o maior diretor teatral da atualidade: Antônio Balaguer (Dalton Vigh). Considerado um gênio e cercado por uma equipe que o idolatra, o badalado encenador promete surpreender o público montando “o espetáculo da década”.

DSC_3697 Renato Borghi , Bethy Faria,Eduardo Adriaanzén  e Luciana Brites    - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 -

Renato Borghi, Betty Faria, Eduardo Adrianzén e Luciana Brittes…

Adrianzén transmite com graça e extrema agudeza os conflitos que se desenrolam no competitivo universo dos atores. Em uma época de culto às celebridades, AZUL RESPLENDOR trata de maneira crítica e bem humorada o ávido interesse que o público tem dedicado à vida privada dos artistas”, afirma o ator e diretor Renato Borghi.

DSC_3720 Felipe Guerra , Glória Campos , Eduardo Arianzén e Luciana Brites  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

Felipe Guerra, Glória Campos, Adrianzén e Luciana Brittes…

AZUL RESPLENDOR também irá revelar ao público e aos artistas brasileiros mais um exemplo da excelente dramaturgia produzida por nossos vizinhos latino-americanos. O espetáculo fez grande sucesso no Peru e seu autor, Eduardo Adrianzén, é um dos dramaturgos contemporâneos de maior destaque no mundo hispânico. Além de teatro, é também autor de telenovelas, o que lhe oferece um panorama completo da vida dos atores profissionais. 

A encenação é totalmente focada no trabalho dos atores e sua interação com a luz. O texto de Eduardo Adrianzén sugere que a cena nua é sustentada apenas pela iluminação e objetos essenciais à ação.

FICHA TÉCNICA AZUL RESPLENDOR 

Texto: EDUARDO ADRIANZÉN (PERU)

Tradução: RENATO BORGHI e ELCIO NOGUEIRA SEIXAS

Direção Geral: RENATO BORGHI e ÉLCIO NOGUEIRA SEIXAS

Elenco:

EVA WILMA – Blanca Estela

RENATO BORGHI – Tito Tápia

DALTON VIGH – Antônio Balaguer

LUCIANA BORGHI – Glória Campos

LUCIANA BRITES – Luciana Castro

FELIPE GUERRA – Giancarlo Varoni

Luz: LÚCIA CHEDIECK

Cenário: ANDRÉ CORTEZ

Figurino: SIMONE MINA

Trilha Sonora: ALINE MEYER

Vídeos: RENATO ROSATI

Fotos: JOÃO CALDAS

Direção de Produção: ANDRÉ MELLO

Realização: RENATO BORGHI PRODUÇÕES

Assessoria de Imprensa: JSPONTES COMUNICAÇÃO – JOÃO PONTES E STELLA STEPHANY 

SERVIÇO

Temporada Teatro AZUL RESPLENDOR 

Local: Teatro SESC Ginástico

Endereço: – Av Graça Aranha, 187 – Centro, RJ     Tel: 21 2279 4027

Temporada: até 23/02/14

Horário: quarta a domingo, sempre às 19h

Capacidade: 513 espectadores 
Duração
: 90 minutos

O AUTOR 

Eduardo Adrianzén é um dos autores mais premiados da cena hispânica. Escritor. Nascido em Lima- Peru, em 1964. Dramaturgo teatral desde 1995, com 16 peças encenadas até hoje, várias publicadas, premiadas e montadas no cenário internacional do Teatro.

Autor de televisão desde 1985, roteirista de quase 50 títulos de ficção, entre telenovelas, minisséries e similares. Professor universitário desde 1999, ministra cursos na área de Comunicação Audiovisual e Dramaturgia Teatral em diversas universidades. Colunista desde 2005 no jornal peruano “La República”. Como dramaturgo teatral, escreveu e montou: DE REPENTE UN BESO (1995-2011), EL DÍA DE LA LUNA, Prêmio de Dramaturgia do Teatro Nacional (1996-97, encenada na Bulgária en 1998), CRISTO LIGHT (1997-2005, montada em Santiago de Chile em 2003) TRES AMORES POST-MODERNOS (1998), CUATRO HISTORIAS DE CAMA (2008-2012, montada em Madrid em 2010 e atualmente sendo ensaiada na Cidade do México), RESPIRA (ganhadora do Prêmio Teatro Britânico em 2009), entre outras. Como autor de novelas, assinou 9 telenovelas (duas delas com posteriores remakes), co-roteirista e adaptador de outras 6, e autor de 18 minisséries e 11 telenovelas curtas. Também foi produtor de TV. Em 2001, a Universidade Católica do Peru publicou seu livro: “Telenovelas: cómo son, cómo se escriben”, com 2 reedições. Recebeu o Prêmio da Coordenadoria de Direitos Humanos do Peru em Ator, diretor, roteirista e professor de interpretação e História do Teatro.

OS DIRETORES

Renato Borghi

Um dos atores mais importantes do país. Louvado com 3 prêmios Moliére (a consagração máxima do teatro nacional) e todos os outros grandes prêmios da cena brasileira, em diversas modalidades (ator, dramaturgo, diretor e pesquisador). Fundou o TEATRO OFICINA em 1958, juntamente com José Celso Martinez Corrêa, onde realizou trabalhos que marcariam para sempre o Teatro Brasileiro e se tornariam referências para as novas gerações: PEQUENOS BURGUESES, ANDORRA, REI DA VELA, GALILEU GALILEI e NA SELVA DAS CIDADES. Nos anos 70, fundou o TEATRO VIVO com Estér Góes e, juntos, produziram espetáculos de forte impacto no que ficou conhecido como “Teatro de Resistência à Ditadura Militar”, entre eles: O QUE MANTÉM UM HOMEM VIVO e MAHAGONNY de Brecht, MURRO EM PONTA DE FACA de Augusto Boal, UM GRITO PARADO NO AR de Gianfrancesco Guarnieri, e CALABAR de Chico Buarque e Ruy Guerra. Durante a década de 80, lança-se como dramaturgo e escreve peças de enorme sucesso como A ESTRELA DALVA (com Marília Pêra) e LOBO DE RAY BAN (com Raúl Cortez e Christiane Torloni). Em 1993, funda o TEATRO PROMÍSCUO com o ator Élcio Nogueira Seixas e obtém grande êxito alternando montagens de clássicos e dramaturgos contemporâneos. Ícone do Tropicalismo, ficou imortalizado por sua atuação em O REI DA VELA de Oswald de Andrade, recebendo o reconhecimento da crítica internacional. Em 2010, voltou a encantar público e crítica estrangeiros com as peças da EMBAIXADA DO TEATRO BRASILEIRO. Diretor de grandes espetáculos ao largo de sua extensa carreira, Renato Borghi retorna à arte da encenação com AZUL RESPLENDOR.

Élcio Nogueira Seixas

Ator e diretor. Iniciou sua carreira participando da reabertura do emblemático TEATRO OFICINA, com HAM-LET, em 1993, sob a direção de JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA. Ainda neste ano, fundou o TEATRO PROMÍSCUO com o ator RENATO BORGHI. Ao longo dos 20 anos da companhia, idealizou, dirigiu e protagonizou vários espetáculos e projetos relevantes: ÉDIPO DE TABAS, TIO VÂNIA, JARDIM DAS CEREJEIRAS, MOSTRA DE DRAMATURGIA CONTEMPORÂNEA, BORGHI EM REVISTA, TIMÃO DE ATENAS, MACBETH, entre outros. Em todas estas produções, contracenou, dirigiu e concebeu espetáculos ao lado de grandes nomes do Teatro Brasileiro: TÔNIA CARRERO, HÉLIO EICHBAUER, DANIELA THOMAS, BETH GOULART, FAUZI ARAP, ELIAS ANDREATO, entre outros artistas de enorme relevância na cena teatral. Por sua atuação na MOSTRA, ganhou os prêmios SHELL e APCA de 2002, além de ter recebido indicações como ator e diretor por outros espetáculos (recentemente, foi indicado como melhor ator pela APCA por sua atuação em O BEIJO NO ASFALTO). Com um de seus últimos projetos – a EMBAIXADA DO TEATRO BRASILEIRO – recebeu, em Cuba, o Prêmio Villanueva da crítica pelos melhores espetáculos internacionais apresentados na ilha no ano de 2010. Em 2008, lançou seu primeiro livro – BORGHI EM REVISTA – pela Coleção Aplauso. Durante toda sua carreira, ministrou inúmeras oficinas de teatro, no Brasil e no exterior, sobre temas variados, como  as obras de Nelson Rodrigues, Tchekhov, Beckett, Tennessee Williams e Shakespeare.

O ELENCO 

“O teatro para mim é uma coisa sagrada. Ele pertence ao ator.”   – Eva Wilma

Uma das atrizes mais conhecidas do Brasil, Eva Wilma é querida do público e da crítica. No Teatro, foi fundadora do mítico TEATRO DE ARENA em 1953. Desde o início da carreira, realizou trabalhos marcantes nos palcos: FEITICEIRAS DE SALEM, O SANTO INQUÉRITO, BLACK OUT, UM BONDE CHAMADO DESEJO, ESPERANDO GODOT, QUANDO O CORAÇÃO FLORESCE (ao lado do grande parceiro Carlos Zara), QUERIDA MAMÃE e tantos outros êxitos.

Sempre dirigida por grandes encenadores, como José Renato, Ziembinsky, Ademar Guerra, Antunes Filho, Gianni Ratto e Bibi Ferreira, Eva Wilma ganhou todos os prêmios mais importantes do teatro brasileiro: Shell, Moliére, Sharp, APCA, entre outras honrarias. No cinema, atuou em clássicos, como CIDADE AMEAÇADA de Roberto Faria, A ILHA de Walter Hugo Khouri, SÃO PAULO S/A de Luiz Sérgio Person, e FELIZ ANO VELHO de Roberto Gerwitz.

Seus primeiros anos na TV foram marcados por trabalhos inesquecíveis, como o popular seriado ALÔ DOÇURA (ao lado daquele que foi seu primeiro marido, o ator e diretor John Herbert); as gêmeas originais de MULHERES DE AREIA; e a heroína de A VIAGEM. Na Rede Globo, fez trabalhos memoráveis em novelas como PLUMAS E PAETÊS, ELAS POR ELAS, RODA DE FOGO, PEDRA SOBRE PEDRA, PÁTRIA MINHA, O REI DO GADO, A INDOMADA e o seriado MULHER. Comemorando 60 de carreira e 80 de vida, Eva Wilma vive agora a grande Dama do Teatro, Blanca Estela, em AZUL RESPLENDOR.  

Dalton Vigh

Iniciou a carreira de ator na Rede Manchete, na novela Tocaia Grande, em 1995. Sua estreia no cinema foi em Por Trás do Pano, filme de Luiz Villaça, ao lado de Pedro Cardoso, Marisa Orth e Denise Fraga. Em 2000 aceitou o convite para apresentar o programa People and Arts e em 2001 foi contratado pela Rede Globo. Participou de várias novelas e minisséries, e entre seus personagens marcantes estão Said Rachid, em O Clone; o vilão Clóvis Moura em O Profeta, e Marconi Ferraço, em Duas Caras, novela escrita por Aguinaldo Silva. Seu papel mais recente na televisão foi como Renê Velmont, na novela Fina Estampa, de Aguinaldo Silva. No Teatro, já integrou o elenco de “Ressuscita-me” – 1994; “Futuro do Pretérito” –1996; “Camila Baker” – 1999; “A Importância de Ser Fiel” – 2002-2006; “Medéia” – 2004; “Os Sete Gatinhos” – 2005; “As Viúvas” – 1999 e 2006; “Nunca se Sábado” –2006; “Cloaca” – 2009 e “Vamos” – 2010.

Luciana Borghi é atriz, autora e diretora com 20 anos de carreira. Seu último trabalho no teatro foi “Myrna”, de Nelson Rodrigues. Na TV como Railda, personagem polêmico na Rede Globo. Um de seus trabalhos de relevância foi o desenvolvimento do projeto “Nova Dramaturgia Brasileira” (por 7 anos) onde produziu, dirigiu e atuou em inúmeros espetáculos, realizou  workshops,  publicações e mostras sobre dramaturgia, revelando autores hoje em dia consagrados e premiados. Realizadora de projetos de adaptações contemporâneas como: Electra de Copacabana e Algumas Mulheres de Shakespeare. Ultimamente, vem trabalhando com diretores renomados como Amir Haddad, Elias Andreato, Renato Borghi, José Celso Martinez Corrêa, Roberto Alvim, Rodrigo Nogueira, Moacir Chaves e Mauricio Paroni, mas sempre buscando uma linguagem própria para suas interpretações.

Luciana Brites é atriz, bailarina e coreógrafa. Formada em dança contemporânea pelo Diplome D’etad de France – Paris; Treinamento em Suzuki e View Points com a Siti Company NY/ Chicago; Treinamento em teatro físico com o diretor inglês David Glass em Londres; Asthanga Yoga pelo Espaço Vidya em São Paulo e interpretação com Georgette Fadel, Cristiane Paoli Quito e método Meisner com Tomás Rezende. Atua como bailarina e atriz no teatro, cinema e TV.  Desenvolve pesquisa na preparação corporal e direção de movimento junto a grupos de teatro e dança. Desde 2003 é diretora da Cavallaria, companhia de artes cênicas com a qual realizou diversos espetáculos.

 Felipe Guerra

Ator formado pela Escola Superior de Artes Célia Helena. Atuou no teatro em “Folias Canta Galileu Galilei”, direção Dagoberto Feliz –2012; “O que uma lâmpada pode fazer”, Teatro Célia Helena, também dirigido por Dagoberto Feliz – Jun/2011 a Jul/2011; “Pensando sobre” Teatro Augusta, direção e coreografia de Dinah Perry – Jan/2011 a Fev/2011 e em “Os príncipes da Metrópole” – Espaço Cia do Corpo, espetáculo de dança contemporânea – Jul/2009 e “Jogos de Manicômio”, baseado na peça Fim de Partida, de Samuel Beckett , com direção de Zé Adão Barbosa, 2002.

IMAGENS DA ESTREIA no RIO – by CRISTINA GRANATO

DSC_3588  Bethy Faria e Eva Wilma   - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

Noite de Estreia: Betty Faria foi levar seu abraço à amiga Eva Wilma…

DSC_3541 O casal  Beth Mendes e Marco Antônio  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATOO querido casal Bete Mendes e Marco Antônio (Marcão)…

DSC_3553  Rogério Fróes e Alcione Mazeo  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

Rogério Froes e Alcione Mazzeo estavam na plateia…

DSC_3551  Alcione Mazeo e Teresa Maio   - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

Alcione Mazzeo e Theresa Amayo também foram prestigiar Azul Resplendor

DSC_3572  Malú Maciel  e Ana Rosa   - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

Malu Maciel e Ana Rosa…

DSC_3653  Eva Wilma e Dalton Vigh  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATOEva Wilma e Dalton Vigh: colegas de cena em Azul Resplendor

DSC_3749  Eva Wilma e Rogério Fróes   - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATORogério Froes também foi levar seu abraço à amiga Eva Wilma…

DSC_3620 Felipe Guerra , Luciana Brites e  John Herbert Filho  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATO

Felipe Guerra, Luciana Brittes e John Herbert Filho…

DSC_3680  Alcione Mazeo e Bethy Faria  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATOAlcione Mazzeo e Betty Faria clicadas por Cristina Granato…

DSC_3722 Alcione Mazeo e Guilherme Leme  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATOAlcione Mazzeo e o ator e premiado diretor Guilherme Leme…

DSC_3751 Eva Wilma ,  João Pontes e Norma Thirè  - Teatro AZUL RESPLENDOR - Janeiro 2014 - Foto CRISTINA GRANATOEva Wilma, João Pontes e Norma Thiré…

* Eva Wilma é uma Atriz Consagrada. Pelo público e pela crítica. Registra papéis memoráveis em sua longa e diversificada carreira, e a competência de sua atuação, sua dedicação ao ofício, sua entrega aos personagens e seu profissionalismo por si só recomendam vê-la atuar em qualquer veículo, fazendo seja lá que papel for.

Portanto, nós que fazemos o Blog AURORA DE CINEMA, recomendamos: se você mora no Rio ou está em passeio pela capital carioca, não deixe de ir ao Teatro SESC Ginástico – um belo e bem estruturado teatro que fica no centro do Rio de Janeiro – e vá assistir e aplaudir a esta magnânima atriz brasileira que é EVA WILMA.

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