Arquivo do mês: agosto 2014

Um internacional FLERTE Brasileiro…

O curta-metragem FLERTE, que venceu a concorrida premiação da Academia Brasileira de Cinema como Melhor Curta de Ficção, é mais um concorrente brasileiro que estará na tela de Los Angeles em setembro.

O filme, produzido pelo ator e produtor Márcio Rosário, conta a história de dois homens que se conhecem numa festa e acabam a noite na casa de um deles. Dirigido por Hsu Chien Hsin, o filme deve estrear por aqui mês que vem mas a estreia internacional será em Los Angeles durante o festival LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival), um dos mais concorridos dos Estados Unidos.

A seleção de FLERTE deixou toda a equipe muito feliz: “Todo mundo se dedicou muito para que o curta fosse realizado, pois fazer cinema no Brasil é difícil, ainda mais sem dinheiro”, afirma o produtor, Márcio Rosario. “É um filme com temática forte e com um tema delicado. Mas, independente disso, poderia ser uma história sobre um homem e uma mulher ou sobre a relação entre duas mulheres”, diz Marcio. 

MR e prêmio

Márcio Rosário e o troféu da ABC: FLERTE agraciado !

FLERTE também tem convites para participar de outros 3 festivais na Europa e outros dois na América do Norte.

Confira aqui o teaser de FLERTE:

FICHA TÉCNICA

Roteiro e Direção: Hsu Chien
Elenco: Vinícios Olivo, Pedro Ramoa, Paulo Campani e Rodrigo Fonseca 
Produtor: Marcio Rosario 
Diretor de Fotografia: Dante Bellutti 
Arte: Maria Villar Leite 
Montagem: Estevão Meneguzzo 
Som: Yuri Ludman 
Finalização: Keila Borges 
Realização: Três Tons Visuais e Gorila Filmes

MR esta

FLERTE: o produtor Márcio Rosário, o editor Estêvão Meneguzzo e o diretor Hsu Chien, vencedores da concorrida premiação da Academia Brasileira de Cinema na noite de 26 de agosto…

CARPINEJAR: “Sou tudo o que escrevo”

Fabrício Carpinejar é a leitura diária do #BlogAuroradeCinema

Mais uma vez, o Poeta Fabrício Carpinejar nos surpreende com uma crônica antológica. Não dá pra não ser completamente encantada com a poderosa inteligência, sensibilidade, bom humor e perspicácia do escritor.

Fabrício Carpinejar é ANTOLÓGICO, absurdamente verdadeiro e comovente. LINDAMENTE CORAJOSO !!! É o mesmo Poeta que temos diariamente em crônicas e palavras primorosas !!!!!

Carpi Nejar é, definitivamente, um POETA NECESSÁRIO !!!

Deliciem-se, pois, queridos leitores !

NÃO SOU GAY
                                                                         * Fabrício Carpinejar

Desculpe decepcionar, mas não sou gay.

Sou hétero, tosco, apaixonado por buceta.

Sempre me relacionei exclusivamente com mulheres e será assim até o fim do meu tempo.

Não tenho nenhuma queda pela bissexualidade, não me passarei por moderno, não defendo swing, relação aberta ou sexo livre.

Minha liberdade sexual é intimidade.

Nunca me esconderia no armário, tenho muita roupa para guardar.

Seu preconceito é com qualquer um que conheça o universo feminino, como só o gay fosse sensível, observador e atento.

Você não gosta de homens que perturbem seus modelos.

Você gosta de homens monotemáticos, preguiçosos e diretos, presas fáceis da dominação.

Não é o meu caso. Posso ser submisso para influenciar ainda mais. Posso ser generoso para receber ainda mais.

O contrário é persuasivo. Quem é somente o que é não entendeu metade da missa em latim.

Talvez estranhe minha voz de turista (superei sérios problemas de dicção na infância), talvez estranhe meus gestos espalhafatosos (abraço até o vento), talvez estranhe minhas roupas extravagantes. No fundo, eu me acho apenas desengonçado.

Realmente sou educado: não vou arrotar em público, cuspir minha gripe no canteiro, palitar os dentes em churrascaria.

Minha preferência é por expor meus sentimentos: vou gritar por amor em público, pisar nos canteiros por ciúme, rilhar os dentes por justiça.

Não me envergonho de minhas dúvidas e sou capaz de permanecer horas ao telefone com amigos falando de relacionamento. Assim como qualquer mulher.

Sei fazer nó de gravata e, se precisar, posso ajudar a se maquiar. Assim como sei trocar lâmpada e pneu.

Na ausência de terapia, arrumo a casa. A faxina é um exorcismo barato, além de ser uma lição de humildade.

Gay não é aparência, gay é alma, e minha alma é essencialmente masculina. Tive vários casamentos e meu sonho é me aquietar com alguém que me entenda e me admire até envelhecer.

Sou independente, feio e estável financeiramente.

Aliás, sou tudo o que escrevo.

Minha solidão não dura sequer duas horas. Sofro de hiperatividade amorosa, sempre penso em fazer uma gentileza e agradar minha companhia. Ser carinhoso é também irritante, já que crio dependências desnecessárias.

Amo balada desde que possa sair na hora em que quiser. Festa boa não significa ficar até amanhecer, já aprendi isso em minha adolescência.

Danço com os braços e as pernas, meu quadril não se movimenta, infelizmente. Meu samba é batucar caixa de fósforos, desafiando a escuridão.

Cozinho apenas o básico para os filhos: ovo, arroz, massa e bife. Pai PF.

Perco meu senso de humor quando meu time perde. Vou ao estádio aos domingos, com a minha camiseta da sorte e o radinho de pilha da minha infância.

Sofro quando sou incompreendido, mas também quando sou compreendido rapidamente (daí eu me sinto superficial).

Meu temperamento não é fácil: encontro sempre uma desculpa para minhas falhas ou inverto a conversa para me beneficiar.

Não tenho motivos para mentir.

Olhe só como o mundo mudou: hoje temos que assumir que somos hétero.

Minha coluna de quarta-feira
Site Vida Breve

Arte de Eduardo Nasi para a crônica Não Sou Gay, de Fabrício Carpinejar

Cultura & Música celebra 7 divulgando Arte e Cultura

Programa radiofônico de entretenimento e informação cultural é o mais ouvido da Universitária FM nas tardes de segunda-feira…

Rádio ao vivo

Jornalista Aurora Miranda Leão, cantora Luciana Lívia (banda Mafalda Mofina) e o produtor Calé Alencar nos estúdios da Universitária FM…

Agosto é mês de Cultura & Música !

Foi no dia 7 de um tal ensolarado agosto de 2007 que as já conhecidas vozes dos radialistas Aurora Miranda Leão e Nelson Augusto chegavam ao ouvinte de forma distinta: eles assumiam a locução de um programa informativo cultural pelo dial da respeitada Rádio Universitária FM de Fortaleza.

Com apoio do Banco do Nordeste, o programa passava a ser mais uma relevante ação estratégica do Centro Cultural Banco do Nordeste para promover o desenvolvimento da região, reafirmando seu foco prioritário na valorização, impulso, fomento e difusão da Arte e da Cultura produzidas no Nordeste.

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A atriz Denise Dumont entrevistada pelos jornalistas Nelson Augusto e Aurora Miranda Leão no #programaCulturaeMúsica da Universitária FM…

A estreia semanal do programa radiofônico Cultura & Música, veiculado das 16 às 17 horas, toda segunda-feira, pela Rádio Universitária FM (107,9 MHz), demarcou um espaço oportuno, relevante e necessário para afirmação da produção cultural nordestina através do rádio e das mídias sociais.

Rádio segunda 23 set 13

Este ano, a comemoração acontece amanhã, dia 11 de agosto, nos estúdios da Universitária FM, quando o programa receberá ouvintes que queiram participar ao vivo de sua audição comemorativa, e também a produtora e mestre em Artes Plásticas, Jaqueline Medeiros, que atualmente responde pela Gerência do Centro Cultural Banco do Nordeste Fortaleza.

Jac e noix

Jaqueline Medeiros vai participar do programa Cultura & Música, entrevistada pelos jornalistas Aurora Miranda Leão e Nelson Augusto, quando deverá falar acerca da bem sucedida política de apoio à Arte e à Cultura implementada pelo Banco do Nordeste, bem assim sobre as muitas atividades do Centro Cultural Banco do Nordeste Fortaleza. Hoje o CCBN funciona em novas instalações, no centro da capital cearense, à rua Conde D’Eu, 560 – entre a Catedral de Fortaleza e a praça dos Leões, no prédio onde funcionou o Centro de Referência do Professor (antigo Mercado Central).

Lupe e A - Cópia

A cantora e compositora Lupe Duailibe  e a jornalista Aurora Miranda Leão

O Cultura & Música é um programa de entretenimento radiofônico que destaca a produção cultural nordestina, seja através da música, do cinema, do teatro, da fotografia, do jornalismo, e das artes de modo geral. Dividido em blocos musicais temáticos, a produção e roteiro são assinados pelo músico e pesquisador cultural Calé Alencar, enquanto a locução é da dupla Aurora Miranda Leão e Nelson Augusto, que dividem microfone na emissora desde os anos 80.

CCBN 11 mar 14

Calé Alencar, Jacqueline Medeiros, Nelson Augusto e Aurora Miranda Leão

Dividido em diversos módulos, o #programaCulturaeMúsica – atração das tardes de segunda-feira na Rádio Universitária FM – reúne música, entrevistas ao vivo e/ou gravadas, flashes noticiosos de outras cidades (via celular), objetivando divulgar realizações do Centro Cultural Banco do Nordeste, bem como toda ação do Banco do Nordeste que favoreça a Arte e a Cultura, dando espaço também para ações culturais relevantes realizadas por outras instituições.

Evaldo e nós

Nelson Augusto, Evaldo Gouveia, Aurora Miranda Leão e Calé Alencar após audição do #programaCulturaeMúsica na Universitária FM de Fortaleza…

Fique ligado e sintonize a Rádio Universitária FM para acompanhar o programa Cultura & Música: TODA SEGUNDA, das 16h às 17h !

#programaCulturaeMúsica – 7 anos divulgando Arte e Cultura !

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A produção do Cultura & Música celebrando com a equipe um dos aniversários do programa, que neste agosto de 2014 comemora 7 anos fazendo companhia ao ouvinte nas tardes de segunda-feira da Universitária FM…

Carpinejar: Por toda a eternidade das palavras…

Poeta consegue se superar, mais uma vez, e escreve a mais linda declaração de amor de um filho no Dia dos Pais. No caso dele, o escritor e poeta CARLOS NEJAR. Sua bênção, CARPINEJAR !!!

Transcrevemos hoje a crônica que o poeta escreve ao pai, publicada originalmente no jornal gaúcho ZERO HORA.

O COLO DA LETRA

Fabrício Carpinejar

Na infância, desprezava a assinatura.

A vida vinha anônima, abundante. Não precisava ser alguém para ser feliz. Nem colocava autoria no desenho, em nenhum lugar. Aquilo que era mundo era meu.

Mas, aos 12 anos, minha mãe chegou com a tarefa que estragou o paraíso da impunidade.

– Treina sua assinatura que amanhã faremos sua carteira de identidade.

– Como assim?

– Deve assinar seu nome e depois não pode mais mudar.

Minha história pode ser dividida antes do RG e depois do RG. É como se fosse vítima de abrupta redução da maioridade penal.

A missão me paralisou. Como assinar e não mais mudar? Como oferecer uma forma para sempre?

Foi uma condenação assustadora. Eu me vi preenchendo cadernos de caligrafias diariamente até os 80 anos.

De uma hora para outra, restava-me criar uma personalidade. Um risco autoral. Assumir uma responsabilidade infinita.

Nem tinha noção por onde começar.

Lembrei da profissão de meu pai – escritor – e que ele autografava seus livros para os leitores. Tinha traquejo, experiência, jorrava seu nome com extrema facilidade e sem variação.

Tomei sua assinatura emendada e passei a imitar com o apoio de um papel vegetal.

A grafia paterna se movimentava como um desenho. Um ideograma.

Seu “c” era uma pista de skate. Seu “a” era igual ao “o”, só que vinha na contramão, da direita para esquerda. Seu “l” era uma árvore desfolhada. Seu “j” levantava um sol no acento. E o “r” se derramava como um escorregador.

Já não se assemelhava a uma assinatura, mas ao Parque Marinha do Brasil.

Por um breve momento, eu esqueci a tarefa e me divertia na praça de suas letras. Ficava na fila indiana com os colegas para descer nos brinquedos.

Inventava cenas e diálogos em meio ao sol da página em branco. Meu pai me empurrava no balanço. Meu pai disputava corrida da escada à lixeira laranja. Meu pai cuidava de mim com sua boina, seu casaco de couro e sua gargalhada alta e amiga.

Descobri que letra é feita para sonhar.

Assim que criei minha assinatura. Espantada. Grande. Estranha. Absoluto espelho do meu pai.

Exercitei ao longo da madrugada meu nome como se fosse uma continuação do nome do meu pai. Uma extensão de nossas pernas caminhando juntos. Inventei uma centopeia de tinta – minhas botas ortopédicas prosseguindo seus sapatos pretos de bico fino.

Não há nada mais íntimo do que ser um copista e segurar – com a imaginação – a mão de quem a gente admira.

Ao falsificar seu traço, me tornei verdadeiro.

Carpi e o pai

Ao assinar, dou a mão ao meu pai.

Quando autografo minhas obras, a assinatura do meu pai está por baixo. É a minha sombra. É o meu apoio. É o meu fundo.

Ele vive me oferecendo colo por toda a eternidade das palavras.

Publicado no jornal Zero Hora
Revista Donna, p.6
Porto Alegre (RS), 10/8/2014 Edição N°17886

TODAS AS INFÂNCIAS nos LATIFÚNDIOS do nosso PEDACINHO

Numa aparente dessintonia, música de Marisa Monte e Arnaldo Antunes entra no capítulo final e estende um tênue véu de ternura e fascínio, embriagando o telespectador numa síntese do que foi toda a novela: Uma Ode ao Amor !

LEPE personagens

Impacto da cena final: os personagens inventados pelo menino abandonado na infância viram brinquedos em miniatura, frutos de sua imaginação…

trenzin do Rai

LINDO e INESQUECÍVEL: o trenzinho que ligava a Vila de Santa Fé à cidade das Antas: criação do artista Raimundo Rodriguez…

Como DUAS FAÍSCAS LIGEIRAS e ILUMINADORAS !

Os dois pontinhos de luz que funcionaram como relâmpagos em meio à indiscutível beleza do capítulo final de Meu Pedacinho de Chão: um desses pontinhos contou com a participação sempre notável do maestro Tim Rescala (por certo em consonância com os diretores Luiz Fernando Carvalho e Carlos Araújo) ao inserir – no momento em que Zelão e Juliana deixam a festa do casamento e vão, finalmente, adentrar sua casa -, a belíssima canção Velha Infância (CD Tribalistas), cantada por Marisa Monte e Arnaldo Antunes. GENIAL a inserção da música !

Zelão casamento

“Eu gosto de você e gosto de ficar com você/meu riso é tão feliz contigo…”

Sim, aquela digressão foi uma pequena pepita de ouro em meio ao clima festivo de final de capítulo X festas de casamento; uma espécie de bilhetinho sutil reafirmando o mote principal da história de Benedito Ruy Barbosa – levada magistralmente à telinha por uma enorme e brava equipe comandada pelos diretores Luiz Fernando Carvalho e Carlos Araújo, e pelo artista plástico Raimundo Rodriguez (cujas criações espraiam-se, de várias formas, por todos os cenários da novela). O bilhetinho em forma de canção convidava todas as infâncias, de todas as formas, cores, sabores e tamanhos, a também comprar a ideia de que o Amor é a força mais importante, poderosa, transformadora, e ele perpassa todos os afetos e carinhos, as amizades, as belezas, as ternuras das relações, impulsiona e fortalece o coração de quem o traz atento, esperto e forte.

casórios

Os casais Zelão e Juliana x Gina e Ferdinando casaram na mesma festa…

Seria ainda mais encantador se a Velha Infância – tão lindamente cantada por Marisa Monte e Arnaldo Antunes – tivesse tocado inteira. Mas o tempo da telinha não permitiria tamanha digressão. Mas funcionou como um Toque de Midas coroando a história de amor dos personagens de Irandhir Santos e Bruna Linzmeyer, extrapolando o romance dos dois em perfeita adequação com o romantismo que foi tema sempre pulsante nesta obra de Benedito Ruy Barbosa.

casa deles

Quem conhece a letra sabe porquê a música entrou ali, justo naquele trecho da cena. Uma Ode ao Amor numa bem vinda ‘licença poética’ dentro do universo seminal da história.

Personagens do LEPE

Ao final do capítulo, a pergunta crucial: onde começa a ficção e onde termina a realidade ?

“Meu riso é tão feliz contigo… e a gente não se cansa de ser criança…”

LINDOOOOOOOO de doer !

E ao final, o momento de ‘desfazimento’ da fábula criada pelo menino José Augusto Napoleão, quando é ofertado ao telespectador um contato direto com a fabulação do garoto ao criar os personagens de seu próprio conto de fadas, e os encantamentos que ele tinha por cada um, em especial pelo SERELEPE ! Cena curtinha e muito delicada para evidenciar o conto-de-fadas de LEPE mas, ao mesmo tempo, com o devido cuidado para não desfazer a empatia com o menino-protagonista. O mais encantador é quando ele, ao apresentar os personagens, chama o seu próprio e anuncia assim: “Um dos mais preciosos: SERELEPE”

Tomás Sampaio encheu a tela de graça com um enorme talento e um carisma poderoso: seu “LEPE” entra para a galeria dos grandes personagens infantis, assim como a Pérola (Mel Maia) da novela  Jóia Rara…

Gina final

MAGISTRAL !!!! Um fecho de ouro para uma obra de ABSOLUTO ACERTO em todos os níveis. Um capítulo final nos moldes do que pregava nosso inspirado cronista e mestre Artur da Távntos.

Pituca e Lepe foto Anderson Dias

Pituca e Lepe no tempo do inverno na Vila de Santa Fé – foto Anderson Dias

Um FINAL FELIZ cheio de simbologias, encantamentos, risadas, cores, alegrias, festas com bandeirolas, a presença lapidar do Circo com seus palhaços e músicos encantadores, uma ambiência lúdica tão linda que é impossível não imaginar e desejar que toda essa encantaria de Meu Pedacinho seja transformada em filme para que possamos admirar esse festival de belezas criadas por Raimundo Rodriguez, Thanara Schönardie, Rubens Liborio, e tantos outros profissionais em tamanho gigante, como só cabe a uma tela de CINEMA.

Candura, leveza, graça, charme e um jeitinho encantador de menino sapeca: LEPE virou paixão ! #AplausoBlogAuroradeCinema para Tomás Sampaio

Johnny Massaro e Juliana Paaes marcaram com atuações impressionantes…

Ferdinando e Gina: depois de alguns desacertos, casal teve merecido final feliz

Letícia Almeida e Antônio Fagundes: um enlace para Rosinha e Giácomo !

O hilário Padre Santo, mais uma criação notável de Emiliano Queiroz…

cenário Pedacin

Por isso, voltamos a bater na tecla que insiste em não silenciar:#QueremosveroPedacinhonoCinema #filmeMeuPedacinhodeChão#AplausoBlogAuroradeCinemaparaMeuPedacinhodeChão

* A maioria das fotos são de Raimundo Rodriguez, o Artista Plástico que assina toda a ambiência cênica de #MeuPedacinhodeChão, novela que é já é um divisor de águas na TeleDramaturgia Brasileira ! Uma obra que deve ser levada ao Cinema ! O público e toda a equipe que ajudou a construir este singular universo mágico merece que todo esse encantamento seja apreciado numa tela gigante ! É uma prova inconteste do nível de excelência alcançado por nossos Artistas, das mais diversas áreas, e a confirmação de uma Televisão que é, há muito tempo, uma das melhores do mundo !

Dani Ornellas, excelente como Amância, e Geytsa Garcia, a encantadora Pituca,  filha da madame Catarina e do coronel Epaminondas (EPA)…

Roda e Zelão

Flávio Bauraqui e Irandhir Santos: contracena de gigantes !

TEuda

Teuda Bara e sua maravilhosa Mãe Benta, a benzedeira da Vila de Santa Fé

* Se você, leitor amigo, também pensa e sente assim, e acredita que #MeuPedacinhodeChão deve chegar ao Cinema, espalhe estas hashtags por aí:

#QueremosveroPedacinhonoCinema #filmeMeuPedacinhodeChão#AplausoBlogAuroradeCinemaparaMeuPedacinhodeChão

‘Meu Pedacinho’ termina hoje depois de encharcar a TV de beleza e inventividade

Novela tratou com singular deferência a educação, os sentimentos nobres, a cultura popular, a arte dos grandes mestres do Cinema e da Pintura, primou por uma trilha sonora delicada e altamente eficaz, e o resultado foi a obra que chega ao fim esta noite com uma notável assimilação pelo público, e a ênfase inconteste à necessidade de se pensar novos paradigmas para a narrativa teledramatúrgica.

Sim, com #MeuPedacinhodeChão ficou provado: é possível investir em obras de qualidade excepcional, com referências notáveis no mundo da Arte e da Cultura mais consagrada – como Monet, Chacal, Van Gogh, Kurosawa -, e, mesmo que se veja a obra sem saber de nada disso, é possível encantar-se e mergulhar naquele universo mágico, e ao mesmo tempo tão familiar, onde o dialeto caipira dialoga em perfeita sintonia com os figurinos e cenários de material reciclado, e encontram num elenco primoroso e numa equipe altamente competente e dedicada, os condões para entrar na história da TV Brasileira como uma obra magistral, capaz de percorrer o mundo embevecendo crianças, jovens e adultos, de todas as idades, cores, credos, etnias, quereres e saberes.

Um antológico #AplausoBloigAuroradeCinema para a telenovela de Benedito Ruy Barbosa, Carlos Araújo, Luiz Fernando Carvalho e Raimundo Rodriguez ! Viva #MeuPedcinhodeChão !

ENCANTADORAS – Bruna Linzmeyer e Geytsa Garcia, Professora Juliana e Pituca…

atelier

O altar de ‘Dona Tê’, criação do artista Raimundo Rodriguez para a personagem de Inês Peixoto… foto Marcia Zoé Ramos

Jo e Ju

Johnny Massaro e Juliana Paes atuaram de forma apaixonante…

bruna e Zelão

Final feliz para Juliana e Zelão: público criou torcida para o casal…

Latis

Latifúndios de Raimundo Rodriguez para Meu Pedacinho de Chão – foto Marcia Zoé Ramos

Gina

Paula Barbosa compôs com maestria uma personagem cheia de nuances emocionais… o público foi afetuosamente conquistado por sua GINA !

Peda Roda

Flávio Bauraqui esteve estupendo como o engraçado ‘Rodapé’, trabalhador da fazenda do temível Coronel EPA…

osmar

Osmar Prado em atuação notável como Coronel Epaminondas, o EPA…

TIM

O maestro e pianista TIM Rescala: garantia de qualidade na trilha sonora, que foi um capítulo à parte em Meu Pedacinho de Chão

equipe

Leandro Vieira, Wladimir Pinheiro, Ignacio Aldunate e Anderson Dias nos bastidores…

Lepe língua

E com o encantador Tomás Sampaio, que deu vida ao adorável LEPE, deixamos nosso carinhoso abraço a todos quanto fizeram de #MeuPedacinhodeChão um oásis de sonho, beleza e puro encantamento na programação televisiva !

* Hoje, sexta, 1 de agosto, vai ao ar o último capítulo da novela MEU PEDACINHO DE CHÃO, que amanhã será reprisado, sempre a partir das 18:20h, pela TV Globo.