Arquivo do dia: 14/10/2015

Pernambucano vence Festival do Rio e júri popular escolhe filme de Berliner

Juliano Cazarré protagoniza Boi Neon, vencedor da edição 2015 do FestRIO

O filme Boi Neon, do diretor Gabriel Mascaro, foi o grande vencedor da 17ª edição do Festival do Rio. O longa conquistou ainda os prêmios de Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Atriz Coadjuvante. A premiação aconteceu na noite desta terça (13) no Espaço BNDES, no Centro do Rio.

Ao todo, 13 filmes concorreram ao principal prêmio do festival. Nise – Coração da Loucura, do diretor Roberto Berliner, foi eleito pelo voto popular como o melhor longa-metragem de ficção.

 

Na Mostra Competitiva de documentário, o premiado pelo Júri Oficial foi “Olmo e a Gaivota”, das diretoras Petra Costa e Lea Glob. Já Betinho – A Esperança Equilibrista, do diretor Victor Lopes, foi eleito pelo voto popular.

Na mostra competitiva de curtas-metragens, o prêmio do júri oficial foi para “Pele de Pássaro”, de Clara Peltier, e o do voto popular para Até a China, de Marão.

Na competição Novos Rumos, que premia a nova geração de diretores, “Beira-Mar”, de Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, foi o vencedor na categoria longa-metragem. “Jonas”, de Lô Politi, recebeu o Prêmio Especial do Júri. Na categoria curta-metragem, o prêmio foi para “Outubro Acabou”, dos diretores Karen Akerman e Miguel Seabra Lopes.

Confira a lista completa dos competidores e vencedores

Os atores Zezé Polessa e Otávio Müller foram os apresentadores da noite. O júri principal foi formado pelo presidente Walter Carvalho; Christian Sida-Valenzuela, diretor executivo do Festival de Cinema Latino Americano de Vancouver; Alan Poul, produtor e diretor nos Estados Unidos; Pape Boye e Vivian Ostrovsky.

Os prêmios da categoria Novos Rumos, que premia a nova geração de diretores, foram escolhidos por outro júri, composto pela presidente Rosane Svartman; Diana Almeida, produtora; Karen Sztajnberg, editora e roteirista; e a atriz Natalia Lage.

O Festival do Rio exibiu filmes de 60 países entre 1º e 13 de outubro, na cidade do Rio, divididos em mostras por categoria. Foram selecionados 41 longas e 19 curtas brasileiros na programação da 17ª edição.

Premiados posaram para foto após anúncio de todos os vencedores da 17ª Edição do Festival do Rio (Foto: Marcelo Elizardo / G1)Premiados após anúncio dos vencedores da 17ª Edição do Festival do Rio (Foto: Marcelo Elizardo / G1)

PREMIÉRE BRASIL


MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS DE FICÇÃO:

“Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, 101 min (PE)
Prêmio de Melhor Longa-Metragem de Ficção eleito pelo Júri Oficial
Prêmio de Melhor Roteiro – Gabriel Mascaro
Prêmio de Melhor Fotografia – Diego Garcia
Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante – Alyne Santa

“Nise – Coração da Loucura”, de Roberto Berliner, 109 min (RJ)
Prêmio e Melhor Longa-metragem de Ficção eleito pelo Voto Popular

“Campo Grande”, de Sandra Kogut, 109 min (RJ)
Prêmio de Melhor Montagem – montador Sérgio Mekler

“Quase Memória”, de Ruy Guerra, 95 min (RJ)
Prêmio Especial do Júri

“Califórnia”, de Marina Person, 85 min (SP)
Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante – Caio Horowicz

“Mate-me Por Favor”, de Anita Rocha da Silveira, 101 min (RJ)
Prêmio de Melhor Atriz – Valentina Herszage
Prêmio de Melhor Direção – Anita Rocha da Silveira

“Aspirantes”, de Ives Rosenfeld, 75 min (RJ)
Prêmio de Melhor Ator – Ariclenes Barroso
Prêmio de Melhor Direção – Ives Rosenfeld
Prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante – Júlia Bernat

Também competiram “A Floresta Que se Move” (RJ), de Vinícius Coimbra; “Beatriz”, de Alberto Graça (RJ); “Introdução à Música do Sangue”, de Luiz Carlos Lacerda (RJ); “Mundo Cão”, de Marcos Jorge (SP); “Órfãos do Eldorado”, de Guilherme Coelho (RJ); “Tudo que Aprendemos Juntos”, de Sérgio Machado (SP).

MOSTRA COMPETITIVA DE LONGAS-METRAGENS DE DOCUMENTÁRIO:

“Olmo e a Gaivota”, de Petra Costa e Lea Glob, 82 min (SP)
Prêmio de Melhor Longa-Metragem de Documentário – eleito pelo Júri Oficial

“Betinho – A Esperança Equilibrista”, de Victor Lopes, 90 min (RJ)
Prêmio de Melhor Longa-Metragem de Documentário – eleito pelo Voto Popular

“Futuro Junho”, de Maria Augusta Ramos, 100 min (RJ)
Prêmio de Melhor Direção

Também competiram “Cordilheiras no Mar: A Fúria do Fogo Bárbaro”, de Geneton Moraes Neto (RJ); “Crônica da Demolição”, de Eduardo Ades (RJ); “Marias”, de Joana Mariani (SP);
“Mario Wallace Simonsen, Entre a Memória e a História”, de Ricardo Pinto e Silva (SP).

MOSTRA COMPETITIVA DE CURTAS-METRAGENS:

“Pele de Pássaro”, de Clara Peltier, 15 min (RJ)
Prêmio de Melhor Curta-metragem

“Até a China”, de Marão, 15 min (RJ)
Eleito pelo Voto Popular

Também competiram “Cumieira”, de Diego Benevides (PB); “Fantasia de Papel”, de Tetê Mattos (RJ); “Guida”, de Rosana Urbes (SP); “Mar de Fogo”, de Joel Pizzini (RJ); “Marrocos”, de Andrea Nero e Iajima Silena (SP); “Olho-Urubu”, de André Guerreiro Lopes (SP); “Serra do Caxambu”, de Marcio Brito Neto (RJ); “Som Guia”, de Felipe Rocha, 15 min (RJ).

NOVOS RUMOS – longas-metragens

“Beira-Mar”, de Filipe Matzembacher & Marcio Reolon, 83 min (RS)
Melhor Longa-metragem

“Jonas”, de Lô Politi, 90 min (SP) (recebeu o prêmio especial do júri)
Prêmio Especial do Júri

Também competiram “A Morte de J.P. Cuenca”, de João Paulo Cuenca (RJ); “A Seita”, de André Antônio (PE); “Clarisse ou alguma coisa sobre nós dois”, de Petrus Cariry (CE); “Ralé”, de Helena Ignez (SP).

NOVOS RUMOS – curtas-metragens:

“Outubro Acabou”, de Karen Akerman, Miguel Seabra Lopes, 24 min (RJ)
Melhor Curta-metragem

Também competiram “Escape From My Eyes”, de Felipe Bragança (RJ); “Imóvel”, de Isaac Pipano (RJ); “Tarântula”, de Aly Muritiba e Marja Calafange (PR).

Reportagem de Marcelo Elizardo, Jornal O GLOBO e portal G1

Bruno de Lucca volta às telas como Carlos Imperial

O ator Bruno De Lucca, que estreou na telinha ainda criança atuando em #Malhação, vai voltar a atuar após 10 anos.

O ator fará o lendário e irreverente produtor carioca Carlos Imperial no filme dedicado ao Tremendão Erasmo Carlos e está super contente com a oportunidade.

Bruno
Bruno De Lucca e Fabiano Miranda na primeira temporada de #Malhação, há 20 anos…

Depois de comandar programas de muita audiência como “30 Coisas Para Se Fazer Antes dos 30” e “A Eliminação”, no canal Multishow, Bruno conta: “Fiz as pazes com a profissão. Me reciclei num curso com o Sérgio Penna. Meu último trabalho como ator tinha sido no filme ‘Um Lobisomem na Amazônia’, do Ivan Cardoso”.

No filme, Bruno vai contracenar com Chay Suede, que viverá o Tremendão, e também com Gabriel Leone, que vai interpretar o Rei Roberto Carlos. As filmagens começam mês que vem no Rio.

“Imperial era um sujeito polêmico. Vai ser interessante fazê-lo. Ainda bem que não é na fase em que ele ficou muito gordo”, observa Bruno. O produtor foi o responsável pelo lançamento da carreira de Roberto e Erasmo nos anos 60, além de ter lançado diversos outros artistas.

Também famoso por comandar festas que já deram o que falar com vizinhos, Bruno De Lucca garante nunca ter perturbado o ídolo Erasmo Carlos, que é seu vizinho: “Tinham falado que ele reclamou de mim, mas descobri que não era verdade. Ele, inclusive, tocou numa festa lá em casa. Sou muito fã desse cara, faço visitas.”

Erasmo Carlos e Bruno de Lucca…