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CCBB recebe propostas culturais

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Sede carioca do CCBB, no centro do Rio


Abertas inscrições ao Edital de Patrocínios 2019/2020 do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O programa tem por objetivo definir projetos que vão compor a programação dos CCBBs de Belo horizonte (MG), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até 8 de junho, por meio do site www.bb.com.br/patrocinios.

As propostas podem ser apresentadas nas seguintes áreas e segmentos: Artes Cênicas, Cinema, Exposição, Ideias e Música. Podem inscrever seus projetos os produtores (pessoa física ou jurídica) de qualquer lugar do Brasil e não só das cidades onde estão localizados os CCBBs.

Regulamento do Edital traz todos os detalhes, incluindo o Eixo Curatorial e os Critérios de Seleção, que preveem: inovação na abordagem, no conceito e/ou na execução, valorização da diversidade, da brasilidade, da cultura e dos valores nacionais e internacionais, de fatos históricos e das manifestações tradicionais e/ou folclóricas. Também é destacada a acessibilidade, com a possibilidade de formação de público e de fomento a novos talentos.

“A cultura faz parte do DNA do Banco do Brasil, porque ela transforma as pessoas”, afirma Alexandre Alves, diretor na Diretoria de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil. A citação lembra a nova campanha institucional do BB, que mostra essa identidade bem de perto, com a história de Adilson Dias da Silva, ex-morador de rua e atualmente um respeitado artista.

Serviço
Edital CCBB 2019/2020
Onde: 
www.bb.com.br/patrocinios
Quando: até 08 de junho de 2018

Links
Regulamento Edital CCBB – http://www.bb.com.br/docs/pub/inst/dwn/EditalCCBB20192020.pdf
Campanha institucional do BB – https://www.youtube.com/watch?v=OHTpFghmZks

Cinema, Fake News, Comunicação e Interartes serão debatidos em Colóquio

Colóquio Interartes

Será aberto hoje o I Colóquio Interartes e Comunicação,  na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (Facom-UFJF). Em pauta, a interdisciplinaridade da área, contando com a presença de especialistas para apresentar o diálogo e as interfaces criadas entre cinema, literatura, mídias digitais e comunicação.

A coordenadora do curso de Rádio, Tv e Internet (RTVI), profa. Erika Savernini, e a professora Teresa Neves, são as organizadoras do Colóquio, que deve mobilizar a Facom esta semana. As docentes trabalham a fronteira interdisciplinar em seus respectivos grupos de pesquisa: “Estética e Pensamento Cinematográfico” e “Narrativas e outras Textualidades”. Tem ainda o grupo “Conexões expandidas”, orientado pela professora Soraya Ferreira, que também integra a programação.

O Colóquio une o trabalho dos três grupos de pesquisa. A professora Erika explica que a interdisciplinaridade é essencial na Comunicação enquanto ciência: “A pós-graduação da professora Teresa é na Letras; meu mestrado e doutorado são no Cinema. A professora Soraya trabalha com o campo das tecnologias digitais. Cada uma tem a sua linha de pesquisa, mas a gente estabelece diálogos.”

A ideia do evento surgiu com a intenção de trazer abordagens mais amplas para a Comunicação, aproximando-a das artes: “Com a entrada do curso de RTVI, eu queria fazer um evento com um perfil mais próximo do curso, mas o tema também conversa com o jornalismo porque, afinal, é tudo comunicação”, afirma Erika.

Erika Savernini destaca que a oportunidade de trazer convidados é muito enriquecedora para os participantes: “Com o auxílio financeiro da Capes e o apoio da Fapemig, conseguimos trazer pesquisadores de outras instituições e essa troca de experiências, que eventualmente se dá com profissionais de outras áreas, renova o pensamento”.

Para conduzir a programação, a organização convidou os professores Christine Veras, da Universidade do Texas, em Dallas (EUA), Wellington Júnio Costa, da Universidade Federal do Sergipe (UFS), e Eugênio Trivinho, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Nós resolvemos trazer pesquisadores com quem nos interessa estabelecer parcerias, contatos e, quem sabe, construir uma rede interdisciplinar”, conta Erika, líder do grupo de pesquisa “Estética e Pensamento Cinematográfico”. Os grupos “Narrativa e outras Textualidades” e “Conexões Expandidas” — respectivamente das professoras Teresa Neves e Soraya Ferreira — também estão à frente da realização do Colóquio de Interartes e Comunicação.

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Hoje, às 13h30, o Colóquio será aberto com palestra de Christine Veras (pesquisadora e professora de animação, University of Texas at Dallas) sobre “A pesquisa experimental em arte e tecnologia: especificidades e expansões”, a partir de sua pesquisa de doutorado, desenvolvida na Nanyang Technological University (Cingapura), que gerou a patente do Silhouette Zoetrope, vencedora, em 2016, do terceiro lugar no concurso internacional anual de melhor ilusão.

COLOQ livro

A programação segue com o lançamento, às 17h, do livro “Estudos Literários-Visuais; abordagens de um projeto de extensão interdisciplinar”, organizado pelos professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Carlos Eduardo Japiassu Queiroz e Wellington Júnio Costa (ambos estarão presentes e Wellington é palestrante amanhã, 15 de maio). O livro reúne textos de mais 7 autores, que participaram do projeto “Sextas Literárias-Visuais no DLEV”, em 2016 e 2017, apresentando suas leituras de adaptações literárias no cinema, na perspectiva do diálogo entre áreas de conhecimento e linguagens distintas, como a Arquitetura, o Cinema, o Direito, a Filosofia e a Literatura.

Amanhã, dia 15, a palestra será ministrada pelo professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Wellington Júnio Costa, que falará sobre o processo de criação do poeta francês Jean Cocteau. Neste dia, as mesas discutirão os temas “Toda realidade é fake” e “Memória, história e ficção”. Já no último dia, a palestra “Distopias Digitais” será realizada pelo professor da PUC-SP, Eugênio Trivinho, responsável pelo encerramento do evento.

Aluizio

Já o professor Doutor Aluízio Ramos Trinta apresentará o trabalho “Realmente falso ou falsamente real ?  (Os ardis do fake e sua generalização em nosso tempo)”

“Toda realidade é fake” é o nosso mote; mas será fake tudo o que tivermos na conta de realidade? E o que chamamos de realidade é o mesmo que denominamos de real? E, se houver, qual a diferença? Dois livros e dois filmes darão perímetro e volume à nossa breve reflexão. São eles, respectivamente, A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord (1968), e Simulacros e Simulação, de Jean Baudrillard (1981); “O show de Truman”, de Peter Weir (1998), e “Matrix”, de Lilly e Lana Wachovski (1999). A seu modo próprio, estas quatro obras antecipam a introdução de um real pós-humano e a irrupção de uma realidade cotidiana, reconfigurada pela inteligência artificial e modelada por algoritmos.

Aluizio Ramos Trinta é Bacharel e Licenciado em Letras e Literaturas de Língua Portuguesa pela Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi Professor Leitor na Universidade de Toronto (Canadá), onde cursou o Mestrado em Linguística e a Especialização em Comunicação, com o Professor Herbert Marshall McLuhan. É Mestre em Linguística e Filosofia da Linguagem pela ECO/UFRJ e Doutor em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ. É Professor Convidado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Teresa

Teresa Neves, líder do grupo Narrativas e Outras Textualidades, mediará a mesa e apresentará o trabalho “Quem tem medo das fake news?”

No contexto das novas modalidades de interação e participação das redes sociais digitais, propõe-se investigar o fenômeno das fake news como uma espécie de destino irônico do jornalismo, cujas fronteiras não podem mais ser desembaralhadas, deixando em xeque a própria ideia de notícia. O estudo apoia-se nas concepções de “ecologias comunicativas” e “arquiteturas informativas”, de Massimo Di Felice, “verdade como adequação” e “verdade como desvelamento”, de Martin Heidegger, “trânsito” e “simulacro”, de Mario Perniola, e na noção arquetípica de “trickster”, tal como elaborada por Lewis Hyde.

Teresa Neves é professora associada do Departamento de Fundamentos, Teorias e Contextos da Faculdade de Comunicação da UFJF e líder do Grupo de Pesquisa Estudos de Narrativas e Outras Textualidades. Tem doutorado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora e mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Érika

Erika Savernini, líder do grupo Estética e Pensamento Cinematográfico. Vai apresentar o trabalho O sistema formal fílmico como teoria: proposta de teorização e de metodologia para entender o cinema como uma forma de pensamento engendrado no fazer.

Resumo: Apresentaremos a concepção de cinema que permeia as pesquisas desenvolvidas no grupo Estética e Pensamento Cinematográfico. Nos últimos anos, propomos uma investigação teórica sobre o ato criativo cinematográfico e sua forma expressa (o filme) com fundamento em uma teoria estética (Pareyson), uma concepção filosófica (Julio Cabrera) e uma metodologia (Teoria dos Cineastas) que tomam o cinema como uma forma de pensamento inscrito no sistema formal fílmico que é apenas traduzido (precariamente, em alguns momentos) para a língua escrita no processo de sua interpretação e no nosso modelo ocidental de produção e de divulgação do conhecimento científico.

Soraya

Linguagens e Distopias Emergentes no Ciberespaço é o trabalho a ser apresentado pela profa Doutora Soraya Ferreira.

Buscamos entender como as diferentes dinâmicas de comunicação insurgem em acontecimentos contemporâneos disruptivos, polissêmicos, contemporâneos que evidenciam a distopia do ecossistema digital. Articulamos reflexão entre teoria e prática crítica a partir da obra o Céu nos Observa” de Daniel Lima, 2010, que ganha potência poética na medida em que agencia no “comum” interações informacionais, chamando atenção para os elementos de vigia que convivemos – de maneira invisível – no nosso cotidiano. A obra nos faz ver os controles existentes em nossos territórios e fora do nosso corpo, que ao mesmo tempo dominam nossos corpos e nossas ações rotineiras, fazendo parte do nosso habitat conectivo.( Texto elaborado com Christine Mello- Líder do Grupo de Pesquisa Extremidades)

Soraya Ferreira é Doutora em Semiótica pelo Programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica pela PUCSP e estágio pós-doutoral no Programa de Tecnologia da Inteligência e do Design Digital da PUCSP- TIDD_PUCSP. Faz parte do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade da UFJF é líder do Grupo de Pesquisa Conexões Expandidas e é membro do Grupo Sociotramas do TIDD_PUCSP. É autora do livro A Televisão em Tempos de Convergência, pela Editora UFJF.

 Isabela

Isabela Ribeiro Norton é mestranda em Comunicação pelo PPGCOM-UFJF na linha de pesquisa Estética, Redes e Linguagens.Pesquisa temas relacionados ao fluxo informativo, dinâmica comunicacional, transmídia, redes e cultura participativa. Membra do Grupo Conexões Expandidas – Facom/UFJF.

A primeira série Original Netflix totalmente brasileira, Série 3%, trata de um futuro distópico, no qual só os 3% merecedores conseguem passar por um processo seletivo e chegar ao Maralto Analisar estratégias de divulgação da série em espaços não tradicionais, assim como os fluxos e as dinâmicas propostas nos permitem entender parte do ecossistema digital que habitamos. Olhar para como se faz comunicação e entretenimento é uma poderosa ferramenta para olhar para a nossa realidade.

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Helena Oliveira (PPGCOM-UFJF) apresentará trabalho que desenvolveu com Nilson Assunção Alvarenga, intitulado O real no jogo de Eduardo Coutinho. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho, é considerado um dos principais filmes do documentário nacional e já foi amplamente discutido e estudado por pesquisadores em artigos científicos e livros. Com a intenção de trazer uma nova perspectiva para o filme, o presente artigo tentará analisá-lo sob à luz da noção de real, tal como pensada por Hal Foster e Jean-Louis Comolli, abordando os possíveis efeitos do jogo proposto pelo diretor e propondo que o documentário trata, em última instância, do papel do espectador nesse jogo. 

Laryssa

Laryssa Prado (PPGCOM-UFJF) apresentará o trabalho SÉRIES DE ANIMAÇÃO INFANTIL: representação de gênero em produções brasileiras. A presente pesquisa, desenvolvida como dissertação de mestrado (em andamento), tem como objetivo, por meio da análise fílmica, investigar como se dá a representação de gênero em três séries de sucesso no Brasil: Meu AmigãoZão, O Show da Luna e Irmão do Jorel, voltadas ao público de 03 a 11 anos. Para isso, a pesquisa também trabalha conceitos como educomunicação e estudos de gênero, além de abordar uma breve perspectiva sobre a história, modelos, formatos e escolas na animação

SERVIÇO

I COLÓQUIO INTERARTES & COMUNICAÇÃO

Quando: de 14 a 16 de maio, das 13:30h às 20h.

Onde: Faculdade de Comuicação – UFJF

Entrada franca.

Confira a programação completa

Outras informações: (32) 2102-3601/3602 

Diversidade sexual e Cidadania em debate no Sesc Fortaleza

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O Sesc, Serviço Social do Comércio de Fortaleza, instituição integrante do Sistema Fecomércio, convida para Diálogos Sesc Sobre Diversidade Sexual e Cidadaniaque acontece de 8 a 11 de maio em diversos locais da capital cearense e, de 15 a 17 de maio, no Teatro Sesc Emiliano Queiroz.

O seminário acontece há 4 anos: as inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo telefone do Desenvolvimento Comunitário da Unidade Sesc Fortaleza: 3452.9081 / 3452.9082 / 3452.9094. Durante três dias, serão recebidas doações de produtos de higiene, limpeza e alimentos para o Abrigo Thadeu Nascimento, que acolhe pessoas trans em situação de vulnerabilidade.

Construído pelo setor de Desenvolvimento Comunitário do Sesc, em  parceria com movimentos sociais e órgãos públicos, o seminário vai promover, durante sete dias, rodas de conversa, momentos de integração comunitária, shows, performances, videodebates e oficinas  em  escolas públicas, num Centro de Referência de Assistência Social, institutos, abrigo de pessoas trans e no Teatro Sesc Emiliano Queiroz.

Os debates sobre pluralidade sexual, combate à LGBTfobia, vulnerabilidade social e violência contra homens e mulheres trans, negação de direitos aos/às gays, lésbicas, bissexuais e transexuais e sua estigmatização pela mídia são algumas das 28 ações pelo Dia Internacional de Combate à Homofobia (17 de maio).

A mediação dos debates é conduzida por educadores sociais, militantes, ativistas, pesquisadores de gênero, defensora pública e representantes do poder público em defesa da população LGBT. As ações socioeducativas pretendem refletir sobre as violências simbólicas e concretas no cotidiano das pessoas LGBT e empoderá-las com conhecimento sobre seus direitos.

O Diálogos Sesc Sobre Diversidade Sexual e Cidadania terá também performances de artistas drag queens, o show Drag’s Disco Soul, apresentação do Afoxé Omõrisá Odé e cinedebate sobre homofobia nas escolas. 

Serviço

Diálogos Sesc Sobre Diversidade Sexual
Data: 8 a 11 e de 15 a 17 de maio
Inscrições: Setor de Desenvolvimento Comunitário Unidade Sesc Fortaleza pelos telefones: 34529081 / 9082 / 9094 

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PRO   GRA   MA    ÇÃO

8 de MAIO

Diálogos Contemporâneos sobre Diversidade Sexual e Cidadania
Ação: Roda de conversa acerca das identidades de gênero, orientações sexuais e das pluralidades dentro do universo das diversidades sexuais. Local: Escola General Eudoro Corrêa. R. Júlio Braga, 101, Parangaba. Horário: 9h. Mediação: Álex Araújo, educador e analista assistencial do Sesc Fortaleza.

Evento de abertura

Horário: 18h
O IV Diálogos sobre Diversidade Sexual e Cidadania inicia duas semanas intensas de atividades socioeducativas. Vários pontos da cidade e a Unidade Sesc Fortaleza recebem a programação. Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz. Horário: 18h20. Mediação: Labelle Rainbow, travesti e conselheira Municipal LGBT, coordenadora do For Rainbow, Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual.

Debate Vulnerabilidades nas vivências TRANS: vencendo os conflitos.

Ação: Apresentação do Abrigo Thadeu Nascimento. Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz. Horário: 18h20. Mediação: Kaio Lemos, homem trans, ativista e diretor do Abrigo Thadeu Nascimento.

Roda de conversa sobre acesso aos direitos da população LGBT
Serão explanados os direitos das pessoas LGBT que estão na pauta do legislativo e que já foram conquistados, como o uso do nome social e o atendimento de saúde no Ambulatório para Atendimento à Pessoa Trans do Ceará. Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz, Horário: 18h40. Mediação: Sandra Moura de Sá, defensora pública do Estado do Ceará, supervisora do Núcleo de Direitos Humanos e Ações Coletivas (NDHAC)

Espetáculo Lágrimas Secas do Sertão
Sinopse:
 O espetáculo conta a sofrida história de superação e fé do povo nordestino com músicas dubladas sobre o tema. Personagens místicos se confundem com a realidade do sertanejo e figuras emblemáticas como uma cangaceira, uma retirante e uma moça humilde do interior. Lágrimas Secas do Sertão canta o lamento, a fé e sobrevivência desse povo tão sofrido do Sertão do Brasil. Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz, 19h. Mediação: Cia No Salto

NOVE de MAIO

Debate: Diversidade e Direito à Cidade
Analisar visibilidade da população LGBT na mídia impressa e refletir sobre temas da atualidade. Local: Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do bairro João XXIII. 
Rua Visconde de Cauipe, 200. Horário: 9h

Mediação: Dediane Souza, travesti, ativista e militante LGBT.

Roda de Conversa: Masculinidades Positivas: a (des)construção de masculinidades possíveis
Dialogar sobre como os transmasculinos constroem sua masculinidade dentro de uma sociedade marcada pelo machismo e sexismo, e como desconstroem a cis-heteronormatividade através de práticas e experiências. 
Local: Instituto Doutor Rocha Lima de Proteção e Assistência à Infância.  Rua Eretides Martins, 977, São Gerardo.
Mediação: Kaio Lemos, ativista e diretor do Abrigo Thadeu Nascimento, Horário: 14h.

10 de MAIO

Roda de conversa sobre Direitos Sexuais e Reprodutivos no combate à homofobia.

Discutir aspectos sobre homofobia, direitos, saúde e prevenção.
Local: Instituto João Carlos Paes Mendonça de Compromisso Social (JCPM). Rua Desembaragdor Lauro Nogueira, 1500. Shopping Riomar Fortaleza, Horário: 8h30.

Mediação: Lidiane Dantas, educadora em Saúde.

Diálogos Contemporâneos sobre Diversidade Sexual e Cidadania
Estudantes vão conversar sobre identidades de gênero, orientações sexuais e das pluralidades dentro do universo das diversidades sexuais. Local: Escola Tiradentes. Rua Vera Cruz, 1645 Parque Potira – Caucaia, Horário: 14h. Mediação: Álex Araújo, educador e analista assistencial do Sesc Fortaleza. 

11 de MAIO
Oficina de filtro dos sonhos da diversidade
Pessoas trans, acolhidas no Abrigo Thadeu Nascimento, constroem um filtro dos sonhos e refletem sobre o significado das cores da bandeira do arco-íris, símbolo de resistência LGBT. 
Local: Abrigo Thadeu Nascimento (Rua Jaime Benévolo, 922. Horário: 9h. Mediação: Sara Mendes, artesã participante do projeto Rede de Artesãos Sesc.

Roda de conversa sobre lesbofobia e questões do cotidiano
Mostrar diferentes esferas do preconceito contra mulheres lésbicas e, mais amplamente, contra a sociedade LGBT, discutindo aspectos do cotidiano. Local: Projeto Guadalajara. Rua Sacy, 1049-B. Parque Guadalajara, Caucaia. Horário: 14h.

Mediação: Marilia Oliveira, mestranda em Comunicação na Universidade Federal do Ceará, fotógrafa, professora e pesquisadora da imagem e da palavra para composição de autobiografias. 

15/5 

Abertura do Seminário Diálogos sobre Diversidade Sexual e Cidadania
Ação: Desenvolver temáticas voltadas para acadêmicos e movimentos sociais, com abrangência de vários eixos temáticos da população LGBT.
Horário: 8h30
Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, nº 1701 – Centro)
Mediação: Amanda Felix e Lauana Amora Leal, travestis, ativistas e militantes LGBT.

 Debate: Vulnerabilidades nas vivências trans: vencendo os conflitos.

Ação: Apresentação do Abrigo Thadeu Nascimento, onde pessoas trans em situação de vulnerabilidade são atendidas. Diálogo sobre as diversas vulnerabilidades que as pessoas trans vivenciam durante o processo de transição e elaboração de estratégias de apoio.
Horário: 9h
Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, nº 1701 – Centro).

Mediação: Kaio Lemos, diretor do Abrigo Thadeu Nascimento.

Integração comunitária com Epitáfia Farias
Essa vivência traz, não só o glamour da arte Drag Queen, mas também a força e resistência da população negra LGBT. Bicha, preta, periférica, estereótipos tão comuns no dia a dia.

Horário: 9h20

Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, nº 1701 – Centro).
Mediação: Jhonatan Carneiro, ator, performer e drag queen

Cinedebate: Homofobia e Escola
Possibilitar ao público uma forma diferenciada de refletir e debater sobre homofobia nos ambientes escolares.

Horário: 9h40

Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, nº 1701 – Centro).

Mediação: Lucas Lins e Aglailton Bezerra, criadores do Canal Do Nosso Lado no Youtube e da página homônima no Facebook, espaços de defesa dos direitos humanos e de oposição ao conservadorismo.

Integração Comunitária com Xicca Queen
Performance: Xicca Queen chega ao cenário cultural LGBT da cidade com uma perspectiva de trazer originalidade, fazendo um misto com ritmos pop latinos.
Horário: 14h
Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, nº 1701 – Centro).
Mediação: Valdeir Silva, performer e Drag Queen. 

Roda de conversa sobre saúde mental da população LGBT

Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz (Av. Duque de Caxias, nº 1701 – Centro).
Mediação: Marília Barreira, doutoranda em Psicologia na Universidade de Fortaleza, estudiosa de ciberativismo LGBT no Youtube, identidade social e homofobia internalizada.

Show Drag’s Disco Soul
Show musical de celebração à cultura LGBT através de músicas que embalaram pistas de dança do mundo inteiro, dos anos 70 aos dias atuais.
Local: Área de convivência da Unidade Sesc Fortaleza (Rua Clarindo de Queiroz, 1740, Centro). Horário: 17h. Mediação: Beatrice Papillon e Pepita York, atrizes, cantoras, performers e drag queens.

16/5

Integração Comunitária com Tatihari Cômica
Tatihari traz muitos olhares sobre o público LGBT, apresentando números artísticos icônicos, como uma guardiã de memórias do segmento e das noites pulsantes de Fortaleza. 
Horário: 9h. Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz. Mediação: Tatihari Cômica, ator, performer e drag Queen.

Debate: Diversidade sexual na velhice
Discutir o indivíduo e os diversos processos de envelhecimento: mudanças corporais e comportamentais, afetividade, os conflitos emocionais e a vivência da sexualidade durante a velhice. As imposições sociais e sexuais que envolvem o envelhecer. Representações do masculino e do feminino na velhice. Diversidade sexual e de gêneros na fase da velhice. Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz. Horário: 9h30. Mediação: Kelly Menezes, doutora em educação pela Universidade Federal do Ceará, investiga as áreas de velhice, corpo, gênero e educação.

Integração Comunitária com Karolaynne Carton
Apresentação de Karolayne Carton, integrante do Coletivo Artístico As Travestidas desde 2008. Em suas performances, o funk e o pop brasileiro, atravessando o mundo pop internacional. Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz. Horário: 14h. Mediação: Ítalo Lopes, ator, performer e drag Queen. 

Roda de Conversa Transfeminismo na contemporaneidade

Discutir elementos introdutórios ao transfeminismo: O que é cissexismo e cisgênero? Sexualidade e Identidades de gênero; (Des)patologização das identidades trans; Transfeminismo: disputas e tensões feministas.
Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz, 14h30. Mediação: Ana Flávia e Fran Costa, ativistas e membros do Abrigo Thadeu Nascimento. 

Integração comunitária com Afoxé Omõrisá Odé
Ação: A região do Grande Bom Jardim, onde este projeto acontece, possui todo o potencial para acolher mais essa manifestação cultural. Com a premente necessidade da inclusão e da promoção da cultura e do lazer contrapõe- se ao estigma da violência tão presente na comunidade, que infelizmente, é uma realidade cotidiana.

Local: Área de convivência da Unidade Sesc Fortaleza (Rua Clarindo de Queiroz, 1740, Centro). Horário: 17h. Mediação: Afoxé Omõrisá Odé

 17/5

 Integração comunitária com Patrícia Dawson
Por meio das cores e movimentos, a arte do transformismo chega com tons de empoderamento racial e identitário. 
Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz, 9h. Mediação: Patrícia Dawson, mulher trans, atriz do Coletivo Artístico As Travestidas e performer. 

Vídeodebate: Genocídio da população negra LGBT
A proposta é evidenciar a importância do respeito às identidades plurais, 
e o enfrentamento às formas de genocídio das populações LGBTs Negres, e ainda o fomento à auto-organização política destes/as. Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz, 9h30. Mediação: Sudário Mesquita, ativista, militante do movimento negro/LGBT

Integração comunitária com Rayanna Rayovack
Apresentação de Rayanna Rayovack, um dos ícones LGBT’s das noites de Fortaleza. Ela mostra versatilidade atuando como Drag Queen, DJ e com produção de acessórios para vários outros artistas da cidade e do país. No repertório, números em homenagem ao Teatro de Revista, aos Cabarés Burlescos e aos Clássicos do Cinema Musical.

Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz, 14h. Mediação: Dan Vieira, ator, performer e drag queen. 

Roda de Conversa sobre Teoria Queer e suas nuances
Exposição sobre o termo Queer, originado da cultura norte-americana e disseminado midiaticamente através de materialidades, performatividades, de imaginários bichas ao longo do século XX. Explanação sobre campo contemporâneo da cultura comercial e militância do universo LGBTQI+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transvestigêneros, Queers, Intersexuais e outros).Apresentação do conceito de mídia-bicha como uma possibilidade estética de existência e/ou como work in process na arte contemporânea, e dos efeitos perlocutórios desses fenômenos no universo dos gêneros em trânsito. 
Local: Teatro Sesc Emiliano Queiroz, 14h30. Mediação: Thomas Saunders (Ginger), ator, performer, drag Queen, mestre em Comunicação pela UFC e pesquisador na  área de gênero, arte, corpo; identidades LGBTQI+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transvestigêneros, Queers, Intersexuais e outros).

UFJF: A Universidade onde todos queremos estudar

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                                                                                                                 * Aurora Miranda Leão

 Por entre os verdes das matas, que por lá crescem frondosos  –  enriquecidos pelas sombras das araucárias e os tons dos ipês -, há tijolos e mais tijolos sobre os quais está imerso um mundo de livros e conhecimento. O terreno é enorme e engrandece a zona da mata mineira. Ali é para onde converge a nata do pensamento: entre leituras, estudos e questionamentos se constroem sentidos, alcançam-se significados e estudam-se narrativas que priorizam a inteligência, a ética e a consciência crítica. Como se de repente o tempo estancasse para que possamos falar de algum vilarejo onde areja um vento bom, assemelhado aquele de que nos dá notícia a bela canção de Marisa Monte.

       Então é lá, onde a cada dia a manhã semeará outros grãos, que as Minas Gerais foram batizadas de zona da mata. Por ali, existe um aprazível cenário, no qual se vislumbra um vasto contingente de prédios: todos juntos formam a Universidade Federal de Juiz de Fora. O campus fica entre dois bairros importantes e muito procurados em Juiz de Fora, o São Pedro e o Cascatinha, este assim um misto de Leblon carioca e Aldeota cearense.

           Bem servida por linhas de ônibus, a UFJF afirma e reafirma, cotidianamente, a importância das universidades para a formação e desenvolvimento sustentável de qualquer cidade. É notório e indiscutível: a UFJF responde pelos grandes avanços que Juiz de Fora alcançou em termos de urbanização, saúde, economia, arte, política, e articulação cultural, para citar apenas alguns aspectos.

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        Ao pé da letra, a implantação do campus da UFJF possibilitou que a cidade de Juiz de Fora desse uma relevante guinada desenvolvimentista, que a inclui entre as concorridas alternativas contemporâneas nas quais viver bem anda de mãos dadas com qualidade de vida, bons serviços e variadas opções de arte e lazer.

      Criada em 1960, quando era presidente Juscelino Kubitschek, a UFJF atingiu um patamar de qualidade reconhecido em todo o país e no exterior, conforme atestam os constantes processos de avaliação do MEC.

         Algumas ações institucionais definem a UFJF como Universidade comprometida com o desenvolvimento regional. Sua estrutura congrega, por exemplo, o trabalho do CRITT (Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia) nas áreas de incubação de empresas de base tecnológica e de transferência de tecnologia (informática, fármacos, eletrônicosagronegócios). Além dessas iniciativas, a UFJF sedia dois agentes da Associação Brasileira para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – SOFTEX: o Gênesis e o Agrosoft.

   Outrossim, a UFJF desenvolve um eficiente programa de intercâmbio, através do qual recebe estudantes estrangeiros de muitos países, como Japão, Canadá, Equador, Congo, Angola, Gana, Portugal e Cabo Verde, enviando também alunos de seus quadros para mais de 30 instituições de ensino da Europa, América do Norte e Ásia.

UFJF prédio

        A Universidade de Juiz de Fora possui 16 unidades acadêmicas, agregando 36 cursos de graduação, 29 cursos de mestrados acadêmicos, três mestrados do tipo profissional e 17 cursos de doutorado. São quase 19.000 alunos matriculados e, todo esse contingente, responde por mais de 1000 artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais.

          O crescimento da graduação, especialmente através das matrículas em cursos noturnos, é um dos instrumentos que tornam a Universidade ainda mais inclusiva: a UFJF é sede da realização de duas formas de processo seletivo, o SiSU e o PISM (Programa de Ingresso Seletivo Misto), O curso mais concorrido continua sendo Medicina, mas o #auroradecinema escolheu destacar agora o de Comunicação, célula mater da Faculdade de Comunicação, a popular FACOM, que ficou sexagenária em 17 e entra este 2018 em novo espaço.

        E por falar em inclusão, é preciso destacar a bela Praça Cívica, localizada no centro do Campus, um marco a consagrar a Universidade como espaço público. São mil metros quadrados, totalmente revitalizados, e aos quais toda a população tem acesso. A praça possui fontes luminosas, uma grande área para a prática de exercícios físicos, uma concha acústica (com camarins e sanitários), estação de bicicletas compartilhadas, pista de skate, pista de caminhada e ciclovia.

CÍVICA

No meio do exuberante verde da zona da mata, a Praça Cívica é cartão postal da UFJF

          Na Praça Cívica, são realizados diversos eventos que já pertencem ao calendário de atividades da cidade, como o Domingo no Campus (que promove apresentações artísticas, manhãs esportivas, passeios de bike, e recreação infantil) e o Som Aberto (evento que acontece no primeiro sábado de cada mês, espécie de feira popular de cultura), além de festivais de música, dança, circo e teatro. Vale lembrar que os eventos realizados na Praça Cívica, bem como toda a comunicação da Universidade – em permanente diálogo com a comunidade -, está a cargo da diretoria de Imagem Institucional da UFJF, que tem o comando dedicado, sensível e proativo do querido Prof. Doutor Márcio Guerra.

       Também fazem parte do patrimônio da UFJF alguns dos principais espaços de cultura de Juiz de Fora e região, como o Museu de Arte Moderna Murilo Mendes (MAMM); o Centro Cultural Pró-Música/UFJF; a Casa de Cultura; o Cine-Theatro Central e o Forum da Cultura.

O cotidiano da UFJF

         Por entre a exuberância daquele verde e daquelas montanhas, a vida acadêmica acontece e movimenta seu entorno: há uma profusão de projetos e trabalhos acadêmicos, pesquisas científicas nas mais diversas áreas, produção de televisão, rádio, cinema, informativos, realização de seminários, congressos, jornadas, simpósios e encontros, através dos quais o intercâmbio de saberes e vivências se exprime, se expande e se revigora, oxigenando um enorme contingente de jovens e adultos de todas as idades.

        Todos os dias, desde as primeiras horas da manhã, a UFJF já fervilha de alunos, funcionários e professores, mestres e doutores que ali estão para aprimorar seus saberes, reparti-los, compartilhá-los, e reciclar-se,  reciclando.

         Uma tradução que nos parece propícia ao que acontece na UFJF talvez seja a de um epicentro de efervescência cultural, extremamente estimulante, por onde viceja uma energia com a qual é fácil se contagiar. 

        Naquele cenário super conhecido de Juiz de Fora em que está instalada a UFJF, o pedaço mais popular (porque é o primeiro bloco do campus) abriga as faculdades de Direito, Economia e Administração, Ciências Contábeis, Serviço Social, Educação e Comunicação Social (em fase de mudança para um novo prédio).

facom edit

Novos tempos na FACOM

     A Faculdade de Comunicação (FACOM) oferece atualmente cursos superiores de graduação em Jornalismo (Integral e Noturno) e Rádio, TV e Internet. Como unidade acadêmica foi instituída em 1990, mas os passos dessa história começam bem antes. Tudo nasceu com o curso de graduação em Jornalismo, criado em 1958, vinculado à antiga Faculdade de Filosofia e Letras e, posteriormente, à Faculdade de Direito.  

          Hoje, além da graduação, a FACOM conta com um Programa de Pós-Graduação em Comunicação – PPGCOM implantado em 2007, em nível de Mestrado, estando já em curso a implantação do Doutorado na área. Além dos cursos regulares, os docentes da FACOM desenvolvem atividades de Pesquisa e Extensão e uma série de outros projetos. Para os alunos do PPGCOM, existe ainda a presença bonita e simpática, e a atuação competente e amiga da querida Aline Pirâmydes, secretária do Programa de Mestrado (PPGCOM), para quem os alunos distribuem sorrisos, aplausos e gratidão.

          Neste 2018 que estamos apenas começando, a FACOM registra 600 alunos, 33 professores e 15 técnico-administrativos, além de equipe terceirizada. A professora Doutora Gabriela Borges é a titular da Coordenação da FACOM, na qual encontramos alguns dos melhores professores da área: Aluizio Ramos Trinta, Carlos Pernisa Jr., Cláudia Thomé, Christina Musse, Cristina Brandão, Érika Savernini, Francisco José Pimenta, Iluska Coutinho, Márcio Guerra, Marise Tristão, Marcelo Robalinho, Paulo Roberto Figueira Leal, Potiguara Silveira, Ricardo Bedendo, Soraya Vieira, Teresa Neves e Wedencley Alves Santana.

         Porém, essa ‘ordem dos fatores’ não altera em nada a qualidade do ensino: todos os professores da FACOM possuem Doutorado e são docentes com quem é prazeroso estudar. Sobretudo porque a marca dos mestres da FACOM é ensinar motivando, como quem tem gosto em compartilhar e incentivar o estudo, a partir da convicção de que a grande sabedoria é estar sempre pronto a aprender.

               Por essas e outras, acreditamos que a FACOM está a merecer a implantação de seu Doutorado, evidência da qual são pilares o número imenso de estudantes que todos os anos procura os cursos de graduação e mestrado da FACOM-UFJF; a movimentação constante de seu corpo discente e docente na realização e participação nos mais destacados encontros da área (incluindo eventos de longo espectro, como a Conferência Internacional sobre Competências Midiáticas e o curso de Ecologias Digitais com o professor Doutor Mássimo Di Felice); a presença de renomados profissionais da Comunicação em sua agenda acadêmica; a atualidade dos livros estudados; e a dedicação integral de seus mestres – comovente e muitas vezes, apaixonada -, ao notável exercício de transmitir conhecimento e instilar saber nas novas gerações, de todas as idades, que procuram a UFJF para se aprimorar. Ali, então, encontram uma segunda casa. repleta de amigos e companheiros com quem dividir problemas, partilhar idéias, buscar caminhos, encontrar soluções, celebrar conquistas e renovar o fôlego para novas e constantes motivações.

         O Doutorado de Comunicação da UFJF é, pois, uma conquista que se impõe a partir de tantos pontos convergentes para o êxito de sua implantação. O Doutorado da FACOM virá para ratificar o potencial acadêmico e sociocultural da UFJF e coroar a atuação, cheia de méritos, desses Mestres Doutores que nos motivam e engrandecem o ensino e a pesquisa da Comunicação no Brasil.                    Imagem relacionada

AMOR, PAZ, LUZ e FELIZ NATAL !

NATAL Blog

       A você, leitor amigo, e a todos os nossos leitores, parceiros, professores, colegas

                 e queridos que vamos encontrando pelos quatro cantos do mundo !

          Que saibamos ser NATAL em todos os dias do Novo Ano que se avizinha !

    Muito OBRIGADA a todos pelo carinho da visita e pela intensidade da sintonia !

               Sorrie, divulgue, compartilhe !

                      O #blogauroradecinema agradece !

 

Roberto Carlos: o sol sobre a estrada da MPB… e o Sol sobre a estrada é o Sol !

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                                                                                                          *Aurora Miranda Leão

           Roberto Carlos é um fenômeno de Comunicação. Há muito, o notável artista capixaba, deixou de ser apenas um cantor que compõe lindamente, e passou a ser a Força Estranha das coisas que são muito grandes para esquecer.

         Janelas e portas vão se abrir pra ver você chegar... Estes versos soam forte nos solos do Brasil e revestem-se de um significado emblemático. Para entendê-los em plenitude e entender o tanto de significado que carregam, faz-se mister saber e/ou rememorar parte da história do país.

            Vivia a nossa Pátria-Mãe tão distraída sem perceber que era subtraída em tenebrosas transações… O Brasil vivia os anos sombrios da ditadura – esta mesma, registrada em música, literatura e jornalismo -, que existiu de modo inconteste e extirpou a liberdade de seu território, instaurou a violência, a censura, a disparidade social e os desmandos do poder de ordem vária.

Por conta da abjeta repressão, as idéias libertárias foram perseguidas enquanto artistas e pensadores foram obrigados a deixar o país. Augusto Boal, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Juca de Oliveira, Guarnieri, Fernando Gabeira, Júlio Bressane, Ferreira Gullar, Artur da Távola, Henfil, Betinho e tantos outros passaram anos no exterior, impedidos de voltar à terra natal.  Seus crimes ? Defender a Liberdade !

  É preciso que você, caro leitor, saiba que foi preciso a dor e a luta de muita gente para que você pudesse hoje viver num território onde habita a liberdade, e onde qualquer um pode cantar em alto e bom som – “As luzes e o colorido que você vê agora, nas ruas por onde anda, na casa onde mora…” (ainda que preconceitos nefastos insistam em permanecer vivos).

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Roberto anteviu o símbolo em que Caetano se transformaria: “janelas e portas vão se abrir pra ver você chegar…”

Aqueles anos perversos e inolvidáveis, registram essa inserção poética de Roberto Carlos tem uma atuação poética relevante no que toca esse período umbrífero. Foi o Rei, que com sua voz terna, afinada e inconfundível, destacou a energia de Caetano Veloso para o país quando o músico ainda vivia no exílio e dele pouco se podia falar por aqui. Naqueles terríveis anos de 1970, Roberto Carlos, já um ídolo nacional, jogou luzes, da forma que lhe foi possível, na tensa e deplorável vida sociopolítica brasileira ao celebrar os caracóis de Caetano.  Sim, eram os cachinhos de Caetano que traduziam “um soluço e a vontade de ficar mais um instante”. Algo assim como está tatuado no cancioneiro nacional:  Um dia a areia branca seus pés irão tocar e vai molhar seus cabelos a água azul do mar…

               Por tudo isso, Roberto Carlos abrir seu Especial deste 2017 que se aproxima do final saudando Caetano Veloso foi uma poderosa expressão da grandeza do artista e da riqueza de sua obra. Você poderá indagar: “Caetano ?, mas Caetano nem estava lá...”

            Sim, o baiano querido e festejado em todo o território nacional, não estava lá fisicamente mas Caetano é o autor da música-tema de Roberto Carlos. Foi Veloso quem definiu o Rei como essa força poderosa e inaudita que nos leva a cantar, gerações e gerações, inoxidavelmente, como se o tempo, ainda que passe, tenha o dom de conseguir passar sem nos envelhecer.

            Em seguida, Roberto cantou a sua monumental Fera Ferida, que Caetano gravou em 1987 e, a partir daí, a inscreveu com letras garrafais nas páginas de ouro da Música Brasileira.

           Thiago Iorc, Djavan (dividindo o microfone com o Rei em Pétala e As curvas da estada de Santos), a Sereia Isis Valverde, Simone e Simária, e Erika Ender foram os convidados deste Especial.

              Ao longo de todas essas décadas nas quais Roberto Carlos construiu uma carreira singular no país, estiveram com ele na estrada artistas de todos os matizes, ritmos, tendências. Basta dar uma passada pelo YouTube e você encontrará trocentas vozes distintas cantando e encantando com o Rei. Méritos para o Grande Artista, seu empresário Dody Sirena (que tem uma noção importante sobre o que representa Roberto Carlos para o país), e o magnânimo naipe de músicos que acompanha o Rei há tempos.

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Isis Valverde: Ritinha é a Sereia dos versos do Rei.,,

        O Especial deste 22 de dezembro teve um público muito superior ao dos anos anteriores. A prévia de dados em tempo real, medida pela Kantar, mostra que o programa alcançou cerca de 30 pontos em São Paulo, uma das maiores médias dos últimos 10 anos. Ou seja, bem acima dos 25,1 pontos de 2015 ou dos 22 pontos do ano passado. Mais da metade das TVs ligadas na região estava sintonizada na Globo. Cada ponto do ibope em SP (desde ontem) agora vale por cerca de 72 mil domicílios.

         Roberto Carlos inova e se renova a cada ano ao estar sempre se reinventando, seja pelo funk, o axé, o bolero, o samba, o pagode, o rock, o rap, o hip hop, a Bossa Nova, a salsa, o forró e a música sertaneja. Isso é parte do que explica a presença permanente, benfazeja e instigante de Roberto Carlos na Cultura Brasileira. Além disso, o Rei encanta com sua voz terna, a afinação perfeita, o repertório precioso e cantando cada vez melhor, como diz o colunista Ricardo Feltrin:

“Voz poderosa e com ampla tessitura, sua afinação é absolutamente perfeita, além de uma tonalidade muito bonita. RC não erra, semitona e nem sequer desliza em uma única nota”.

         Aqui, um dado curioso: a presença de RC se irmana a de Caetano Veloso na Música ! Não à toa, os dois artistas dialogam em músicas seminais do cancioneiro popular brasileiro: seja porque um cantou a canção do outro, seja porque outro escreveu pra um, ou porque ambos entoaram juntos músicas e letras que se eternizaram no coração de quem ama. Sim, aquele coração de que nos fala Djavan, no qual, vez em quando, fica faltando um pedaço…

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   Acontece que Roberto Carlos e Caetano Veloso são duas vertentes de um mesmo polo irradiador, no qual a vida brasileira trafega e transita com igual vigor a partir dos ricos atalhos dialógicos erigidos pela obra dos dois artistas. É como se a Força Estranha que vê o tempo brincando ao redor do caminho daquele menino pusesse no riacho os pés que um dia a areia branca irão tocar, e era solto em seus passos, bicho livre, sem rumo, sem laços… por isso essa Voz, essa voz tamanha…

         Roberto & Caetano, Caetano & Roberto são como a água que nasce na fonte serena do mundo e que abre um profundo grotão… Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação da MPB ! E assim como essa sinergia fina pode ser sentida na poesia de Guilherme Arantes também se vislumbra nas paralelas dos pneus pelas duas estradas nuas (RC e CV) em que nos encontramos com algumas das principais matrizes que configuram a riqueza do pulsar da identidade brasileira. Tema para futuro artigo nosso.

           Hoje, sorrindo, somos nós que choramos ao ouvir Roberto Carlos cantando cada vez melhor e simbolizando o notável Patrimônio Imaterial que atende pelo nome de Música Popular Brasileira.

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Roberto Carlos e suas letras primorosas: “Eu sei que flores existiram mas que não resistiram a vendavais constantes”…

Quando havia galos, noites e quintais: o presépio de Raimundo Rodriguez no Palácio Quitandinha    

cavalinhos

Vem chegando o NATAL: Tempo de Renovar a Esperança !     

                                                                                              *Aurora Miranda Leão

Um presépio atemporal, inspirado na tradição dos grandes mestres em retratar a cena de adoração aos Reis Magos, transportado para o universo lúdico do artista Raimundo Rodriguez, será aberto hoje no histórico Palácio Quitandinha, na carioca serra de Petrópolis.                 

                            Presépio lindo             

                  Instalação da Esperança Renovada é o título da exposição que une, com absoluta riqueza imagética e sensorial, tempos e espaços, culturas e informações, mistérios e magias. Com sua obra intensa, bela e única, o artista cearense cria uma ponte entre o real e o imaginário, o sonho e o cotidiano, o jornalismo e a ficção, ressignificando todo o nosso espectro de simbologias acerca do Natal.

Rai rei

             Inspirando-se especificamente na obra Adoração dos Magos, do pintor holandês Rogier Van Der Weyden (essa temática significou o reconhecimento da importância de artistas do porte de Leonardo da Vinci durante o século XVI), Raimundo Rodriguez reproduz, com rigor formal, todos os personagens que compõem o presépio, adicionando à concepção de espaço plástico uma luz e dramaticidade neo-barrocas singulares.

Rai janela

            O universo de Raimundo Rodriguez, que a televisão tornou conhecido em todo o país através de obras memoráveis como Hoje é dia de Maria, Capitu, Meu Pedacinho de Chão, e Velho Chico (todas, uma parceria do artista com o diretor Luiz Fernando Carvalho), é uma prolífica mistura de intertextualidades. Nele convivem diversos mundos em plena harmonia, e cada um verá, mais ou menos, conforme seu grau de sensibilidade artística.

nonada Quitandinha

        Diante da criação de Raimundo Rodriguez, é possível encontrar dialogias com mestres de várias escolas: desde um Van Gogh até Kurosawa, passando por Mondrian e  Volpi, flertando com Da Vinci e Kandinsky, nas obras de Raimundo viceja um hibridismo potente e saudável, que nos remete de pronto a Shakespeare (dramaticidade), Samuel Beckett (indagações existenciais), ao genial Georges Méliès (sonho), ao dramaturgo Luigi Pirandello (inquietações), e também à musicalidade de seus conterrâneos Belchior, Fagner e Ednardo. Na obra de Raimundo Rodriguez convivem, em perfeita harmonia, a universalidade dos grandes pensadores da humanidade e a insubmissa e multifária cultura nordestina.

RR coisário

           Portanto, adentrar a Esperança Renovada que Raimundo Rodriguez nos oferece, em cada um dos cenários em que se subdivide esta instalação de Petrópolis, é mergulhar na emoção: há beleza e reflexão, riqueza de detalhes e multiplicidade de significações, há atualidade e memória. Assim, nossa esperança é acolhida num convite natural à interlocução porque a criação de Raimundo Rodriguez só se completa no outro. Nada na obra de Raimundo Rodriguez é definitivo. Nenhum cenário é concluso. Nem mesmo pode haver definição única para qualquer de suas criações.

Rai e a obra

O artista Raimundo Rodriguez diante de sua magnânima criação, que arrebata o olhar e promove uma invasão sensória…

             O que Raimundo Rodriguez faz, com invejável maestria, é apontar possibilidades, sugerir caminhos, acender luzes, estender o tapete para a fantasia. Em cada pequeno quadradinho de sua obra, há ruas a percorrer, portas a abrir, janelas a visitar, paisagens a contemplar, atalhos por descobrir.

    E o melhor de tudo é que você poderá ver e constatar tudo isso, ao vivo e a cores: a instalação de Natal de Raimundo Rodriguez estará aberta à visitação pública, de hoje até dia 24, no Palácio Quitandinha (que, por si só, já vale uma visita), em Petrópolis, e tem ENTRADA FRANCA.

Presépio - menor

O Presépio em foto #auroradecinema, ainda em fase de montagem…

O aplauso muito caloroso do #blogauroradecinema ao artista Raimundo Rodriguez e ao seu belíssimo PRESÉPIO – Instalação da Esperança Renovada, que será aberto hoje no Palácio Quitandinha, em Petrópolis.

*Aurora Miranda Leão é atriz e jornalista.

Competências Midiáticas são tema de congresso internacional que começa hoje

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Começa hoje em Juiz de Fora o II Congresso Internacional sobre Competências Midiáticas, realização da Faculdade de Comunicação da UFJF.

A abertura está grifada para às 9h desta segunda no Museu de Arte Murilo Mendes. Durante os três dias do congresso, a cidade mineira vai receber pesquisadores, profissionais e estudantes de Comunicação do exterior e de várias cidades do país.

O objetivo é promover o intercâmbio de informações sobre as Competências Midiáticas e os resultados encontrados no projeto conjunto que está sendo desenvolvido pela Rede Alfamed. O congresso terá a presença de palestrantes do Brasil e do exterior.

A programação prevê discussões sobre o panorama atual midiático e os desafios para a popularização deste campo de estudos a fim de promover o desenvolvimento da Competência Midiática no século XXI.

                                        SERVIÇO: 

II Congresso Internacional sobre Competências Midiáticas 
Quando: de 23 a 25 de outubro de 2017 em Juiz de Fora.

Local: FACOM – UFJF

Entrada Franca.

Mais informações:
http://cicom.observatoriodoaudiovisual.com.br/

Dja Marthins e José Araújo: artistas do teatro e da TV que a gente adora !

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Duas figuraças super Queridas: os atores José Araújo e Dja Marthins !

Encontrar com gente que acredita e defende as mesmas coisas é sempre oxigenante ! Por isso, ffoi um presente divino encontrar ja Marthins e José Araújo numa tarde de primavera na lendária Copacabana.

Dja e Zé são artistas de nossa maior estima. Tenho por eles uma Admiração imensa, nascida de minha saudável mania de gostar de histórias. Por isso, a teledramaturgia me acompanha desde criança. E quando os vi atuando com maestria em televisão, interpretando personagens que eles tornaram marcantes, foi aquele arrastão na minha sensibilidade ! De pronto, fui logo tentar descobrir quem eram os dois intérpretes que pegaram uma trama já quase no meio e pareciam integrados à narrativa desde sua gênese. Predicado que só acontece com os vocacionados.

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Dja Marthins, José Araújo e Nathália Dhil em cena da novela Jóia Rara

Dja e Zé faziam um bondoso casal que acolhia a personagem de Nathália Dill na pequena obra-prima chamada Jóia Rara, das queridas autoras Duca Rachid e Thelma Guedes – novela em que Mel Maia foi a protagonista e brilho com todo o esplendor de seu talento ímpar !

A web nos possibilitou a aproximação com Dja e José Araújo. Mas nós já antevíamos que nossa sintonia tinha raízes mais fortes.

Zé e Dja 1 edit

Queridos de muito tempo, eu, Zé e Dja já havíamos combinado encontros mas só naquela sexta, 13 de outubro, isso foi possível. Em nosso feliz encontro, descobrimos até que já nos conhecíamos: eu na plateia deles – em teatros diferentes e com espetáculos grandiosos como Negócios de Estado (direção do saudoso Flávio Rangel) e Praça Onze (belíssimo musical dirigido com a competência de Ernesto Piccolo), e eles, nos palcos, lapidando o talento que conquistou minha emoção através da telinha. 

Zé e Dja 2 - edit

Queridos José Araújo e Dja Marthins: 

Que Maravilhaaa conhecer Vocês, ao vivo e a cores !

Nós edit

 Jornalista Aurora Miranda Leão, José Araújo e Dja Marthins em encontro no Rio…

OBRIGADA pelo carinho, a generosidade, o encontro, a confiança !
Encontrá-los foi um Presente do mais alto Quilate ! 
Um beijo afetuoso e um enorme abraço com meu Aplauso e minha Admiração.

Eu Dja e Zé em Copa edit

Aurora Miranda Leão com o ator/cantor José Araujo e a atriz Dja Marthins: amizade nascida via televisão…

Que Deus nos abençoe e nos faça encontrar muitas e muitas outras vezes para brindar esta velha nova Amizade !

* Atualmente, Dja Marthins integra o elenco do espetáculo Favela, uma comédia musical (direção de Márcio Vieira e texto de Rômulo Rodrigues ) há 5 anos em cartaz no Rio e cidades vizinhas, e José Araújo está em processo de seleção de repertório para show musical que fará no início do próximo ano em Portugal.

Favela com Dja

Dja Marthins integra o super popular musical FAVELA

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José Araújo, que gravou composição de Chico Buarque em seu ótimo CD Duas Ilhas...

 

“No caos, ninguém é cidadão !”

                                                                                             * Aurora Miranda Leão

 

Artistas e Pensadores em defesa da Liberdade de Expressão no Theatro NET RIO…

“A ARTE é o exercício experimental da LIBERDADE”

Com esta frase, de Mário Pedrosa, o ator Michel Melamed deu o tom de seu discurso no evento em defesa da LIBERDADE DE EXPRESSÃO realizado na manhã de terça, 10 de outubro, no Theatro NET Rio, em Copacabana.

Por sua vez, a jornalista Daniela Name afirmou: “Precisamos estourar a bolha no ritmo do AMOR, da generosidade e do compartilhamento. Não podemos admitir que a metáfora continue sendo usada para propagar rótulos !

Bianca Ramoneda e Michel Melamed: defesa contundente da Arte e da  Liberdade de Expressão…

Ando por Copacabana e impressiona-me, cada dia mais, o quadro social que a Princesinha do Mar escancara no cotidiano de suas calçadas, tão abandonadas à própria sorte. O medo e o espanto me acompanham de mãos dadas. No meu entorno, gritam a indignidade, a sede de justiça e a certeza de que o país está sendo expropriado de sua cidadania.

Enquanto caminho perplexa e triste diante do que minha vista alcança, abro o jornal e leio diariamente notícias de políticos apunhalando nossa dignidade, exacerbando de seu direito de ser cretinos, vilipendiando uma imensa multidão que trabalha e vê seu dinheiro escorrer, por entre os dias, muito antes do mês acabar. Em linhas paralelas, artistas e pensadores defendem a LIBERDADE DE EXPRESSÃO, gritam BASTA ! e planejam ações conjuntas para minorar o caos em que afundaram o Brasil.

Os desmandos são muitos, gravíssimos e em todas as direções. Daí o título deste artigo, pinçado da música emblemática de Herbert Vianna, O CALIBRE.

As ruas do Rio de Janeiro, a cidade mais amada do Brasil, estão tomadas pela miséria que assola o país: pedaços de papelão forram as calçadas e o medo da violência implícita convive a céu aberto com as injustiças sociais e a indiferença com a dor alheia. O descaso com a vida humana grita Socorro ante tanto desgoverno.

“Mendigos nos sinais e o espanto está nos olhos de quem vê o grande monstro a se criar”.

De novo, os versos de Herbert Vianna compõem a trilha de minha perplexidade. Eles me assaltam a gramática ao passar e ver mais mais um entre tantos casais que estão a morar pelas ruas da cidade escancarando a violência da fome que teima em dizer Presente !

Enquanto isso, cria-se uma celeuma e propagam-se toda sorte de despautérios contra as expressões artísticas, que são a voz da Liberdade em todos os continentes. Museus são alvo de uma espiral de xingamentos, obras de arte são proibidas e performances condenadas em nome da ‘moral e dos bons costumes’. Segundo as vozes do atraso e da repressão que atuam como cupins a corroer o que os cidadãos brasileiros conseguiram conquistar a tanto custo (pós-ditadura), está em risco – por conta da Arte e da Liberdade de Expressão – a preservação da moral e da família. Mas essa mesma moral, em nome da qual se exerce o preconceito, o racismo, a violência de todos os matizes, dorme (?) desapiedada no edifício ao lado, em seus endereços cada vez mais protegidos por câmaras, muros altos, cadeados e trancas… como se fosse possível prosseguir incólume numa canoa furada.

Num exercício subliminar de cerceamento da livre expressão, evidenciando a astúcia de seus idealizadores para escamotear a corrupção e desmandos abjetos que partem do planalto central, atua-se para desviar a atenção dos crimes hediondos, da corrupção, da obstrução da justiça, e do completo desgoverno ancorado em Brasília via tapetão. Um homem nu – visto por uma criança na companhia da mãe – serve de pretexto para recrudescer toda gama de discursos nazi-fascistas contra a Arte, a liberdade de pensamento, o direito à livre expressão, e a igualdade de condições para todos os gêneros !

Que país é este ?