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Imagem, uma questão de Estilo !

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Você sabia que uma Consultoria de Imagem pode ser uma grande aliada na sua trajetória profissional e trazer muitos benefícios à sua caminhada pessoal ?

Mas o que faz mesmo uma Personal Stylist ou Consultora de Imagem e Estilo ? Isso é o que você pode estar se perguntando. Então vamos lá:

A Consultora de Imagem ou Personal Stylist é a profissional que auxilia mulheres e homens na construção de uma imagem condizente com a essência de sua personalidade. Uma imagem em sintonia com o estilo de vida, crenças e valores de quem está sendo atendido.

Esta é a profissional capaz de ajudar você, amigo leitor, a ter um guarda-roupa mais funcional com peças que traduzam bem sua essência, figurinos que valorizem seu corpo, indiquem seu estilo e sejam versáteis para usar em várias ocasiões.

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Mônica Valentim é Consultora de Imagem e tem atuação de destaque em Juiz de Fora.

Consultoria de Estilo

Um dos principais aspectos trabalhados em uma consultoria de imagem é o estilo pessoal. Na maioria das vezes, percebemos que as pessoas não conhecem seu estilo.

Claro que não existe pessoa melhor para entender o que você gosta e o que não gosta do que você mesma. Mas a consultoria que Mônica Valentim propõe é transformadora. Dizemos isso por experiência própria: fizemos um workshop com ela que foi lapidar !

Por isso, recomendamos a você, que deseja vestir-se de modo a expressar realmente o que deseja, que reserve um tempinho pra você e agende uma consultoria com Mônica Valentim.

Faço um pequeno teste para descobrir como anda sua capacidade de falar sobre você mesm@ através de seu estilo pessoal. Responda para você mesm@ essas perguntinhas:

  • Quais roupas e acessórios gosta?
  • Quais roupas e acessórios não gosta?
  • O que tem a ver com você e o que te representa?
  • Você sabe qual seu estilo predominante?
  • Quais são seus estilos secundários?

Sabe dizer se estes estilos estão alinhados com a imagem que você quer transmitir? Você gostaria de fazer alguma mudança no seu estilo para adquirir a imagem que deseja projetar para o mundo?

Imagem e Autoimagem

Junto com essa reflexão, é importante mencionarmos também a diferença entre a imagem e a autoimagem. Você sabe qual é?

Imagem é a forma como as pessoas te enxergam, a mensagem que você transmite ao mundo. E autoimagem é a forma como você se enxerga. A mensagem que você acredita transmitir para o mundo.

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Muitas vezes, a imagem e a autoimagem não estão em sintonia. Isso significa que as pessoas não enxergam você da forma como você se enxerga.

Uma boa dica para verificar se isso está acontecendo é perguntar para seus colegas de trabalho, amigos e familiares o que eles acham de você, que imagem você transmite com o seu visual.

Se o feedback não corresponder à imagem que você acha pensa transmitir ou com a imagem que gostaria de transmitir, isso vai confirmar que é hora de refletir e investir numa repaginada, visando fazer adequações em seu modo de vestir, maquiar e corte de cabelo.

Por isso, recomendamos a Consultoria de Imagem e Estilo, através da qual você pode contar com uma profissional para identificar e refletir sobre todos estes pontos. Com ela, você vai chegar em um consenso de qual é a imagem ideal para você transmitir para o mundo e como conquistá-la.

Na cidade mineira de Juiz de Fora, há uma profissional que se dedica à consultoria de imagem e faz um trabalho excelente. Trata-se de Mônica Valentim, da Valentins Consultoria, e recomendamos o trabalho dela para quem deseja descobrir estilo, coloração e marcas pessoais mais importantes, que são traduzidas na imagem que você passa ao outro, desde o primeiro contato.

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Para conhecer mais sobre o trabalho de Mônica Valentim e saber como ter acesso a uma consultoria com a profissional, o contato é pelo (32) 98846.9996.

Estilo: Mônica Valentim ensina como encontrar um pra chamar de seu !

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Sabe aqueles dias em que acordamos e temos de levantar mesmo com preguiça ? E que olhamos pro nosso guarda-roupa e não vemos uma roupa que nos sirva ? Sensaçãozinha chata mas que todas nós já tivemos, temos ou teremos.

Você pode ter o armário cheio e mesmo assim não gosta de nada, acha que nada lhe fará se sentir melhor. Pois então o que você precisa é se reconectar consigo mesma e pra isso o mais indicado é recorrer a uma consultoria de estilo.

Foi pensando nisso que a consultora de imagem, Mônica Valentim, criou um workshop especial, dedicado a quem está em dúvida com questões básicas de aparência, tipo: o que vestir, como vestir, quando vestir e o que deve ser destacado no visual.

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Você é daquelas que tem vontade de usar um look mais ousado, experimentar roupas coloridas mas acha que não vão lhe cair bem ? Ou, ao contrário, você adora cores, estampas e modelos ousados mas não tem certeza se exagera ou se esses lhe caem bem ?

Bom, em qualquer dos casos, o workshop que Mônica Valentim preparou é ideal para você !

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Mônica Valentim trabalha com autoimagem, ponto fundamental para se ter um estilo de ser e vestir, e nesta sexta, 8 de novembro, ela vai ministrar um workshop em Juiz de Fora no qual você terá acesso a várias dicas de estilo importantes, inclusive descobrir qual estilo combina mais com você, que cores podem favorecer sua autoimagem, que figurinos você deve usar para passar exatamente a mensagem que você deseja.

Mas atenção: o workshop com Mônica Valentim acontece somente nesta sexta, 8 de novembro, das 13h às 18h no Shopping Bom Pastor, no centro de Juiz de Fora. Corre porque as vagas são limitadas !

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Você combina sempre as mesmas peças ? Tem coisas no armário que nunca nem mesmo usou, porque não sabe como combinar? Parece que nada fica bem no seu corpo? Sente que seu estilo de vestir está inadequado em relação ao seu ambiente ou momento de vida? Passou por alguma mudança recente como gravidez, promoção, mudança de cidade e não se sente bem com o que veste?

Pois então o Workshop de Mônica Valentim é super indicado para você: com técnicas práticas e simples, você pode começar a mudar o modo como se vê e a maneira de se vestir.

O workshop com Mônica Valentim acontece nesta sexta em formato intensivo, assistido e no qual você vai poder compartilhar com outras mulheres que também querem descobrir seu estilo, aprender a se curtir, se gostar e se vestir todos os dias, favorecendo ou criando um estilo próprio, no qual sua personalidade e autenticidade possam ser valorizadas através do autoconhecimento e ferramentas visuais.

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                 Porque fazer

o workshop com MÔNICA VALENTIM

  1. Investimento pessoal
  2. Valorizar a autoestima
  3. Descobrir seu estilo e construir sua identidade visual
  4. Encontrar formas de revelar sua personalidade através da imagem
  5. Descobrir quais cores te valorizam e como combiná-las
  6. Identificar sua silhueta e aprender a valorizar suas características
  7. Entender mais sobre tecidos, caimentos, formas, qualidade
  8. Saber escolher melhor, comprar de forma mais consciente e gastar menos
  9. Aprender a manter um guarda-roupa que combine com seu estilo de vida
  10. Saber como multiplicar peças do guarda-roupa
  11. Aprender a formar looks interessantes com o que já tem
  12. Participar do processo em grupo e compartilhar experiências
  13. Conhecer mais de si própria de modo a evidenciar sua personalidade através das roupas.

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*Para saber mais, acesse o Instagram da consultora:

  https://www.instagram.com/valentinsconsultoriaimagem

 

Semana Márcio Guerra de Comunicação será aberta hoje em Juiz de Fora

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Começa esta noite a II Semana de Comunicação Professor Márcio Guerra.

A sessão solene no Plenário da Câmara Municipal está grifada para às 19h com uma mesa de abertura que terá como convidadas as jornalistas Iluska Coutinho e Christina Musse (ambas professoras da Faculdade de Comunicação da UFJF), Érica Salazar, Fernanda Lília e Gilze Bara, ocasião em que serão debatidos os 50 anos do Jornal Nacional. Promovido pela Câmara Municipal de Juiz de Fora, a Semana de Comunicação Márcio Guerra é aberta a todos os interessados. 

Este ano, a programação da Semana Márcio Guerra contará prioritariamente com ex-alunos da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em participações distribuídas entre a UFJF, a Faculdade Estácio de Sá, o Centro de Ensino Superior (CES), Forum de Cultura e Câmara Municipal. Os temas abordados em palestras, painéis e mesas-redondas contemplam diversos aspectos da Comunicação, destacando participações que discutem desde os desafios do jornalismo esportivo até as coberturas políticas realizadas em Brasília na última década. 

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Prof. Dr. Márcio Guerra recebe esta noite homenagem na Câmara Municipal de Juiz de Fora.

Diretor da Imagem Institucional da UFJF,  homenageado da Semana de Comunicação, o Professor Doutor Márcio Guerra diz que a programação foi pensada de modo a evidenciar a Comunicação como um vasto leque  de possibilidades: “Trabalhamos para tentar trazer nesta edição assuntos que não foram abordados ano passado. A programação foi concebida de forma que pudéssemos ter palestras em cada uma das faculdades participantes, além de eventos na Câmara e um no Forum de Cultura.”

Dos mais conhecidos e queridos docentes da Universidade Federal de Juiz de Fora, o professor Márcio Guerra declara que o tributo prestado pela Câmara Municipal e a presença de ex-alunos na Semana de Comunicação são motivos duplos de felicidade: “A emoção de receber este tipo de homenagem é sempre muito grande. Ganhar em vida o reconhecimento de um trabalho tem um sentido bastante ampliado. Normalmente, preocupam-se com homenagens apenas após a morte, então o fato de a Câmara Municipal ter aprovado este projeto ano passado me sensibiliza muito.”

A Semana Márcio Guerra de Comunicação foi instituída pela Lei 13.745/2018, de autoria do vereador Wanderson Castelar (PT).

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Prof. Dr. Márcio Guerra, um dos grandes ícones da Comunicação em Juiz de Fora, dá nome a Semana de Comunicação da cidade mineira.

Saiba mais sobre o Professor MÁRCIO GUERRA

Formado em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), o professor Dr. Márcio Guerra é Mestre em Comunicação. Possui Doutorado e pós-Doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É docente e pesquisador do curso de Comunicação Social da UFJF e, há alguns anos responde pela diretoria de Imagem Institucional da UFJF, através do qual realiza um belíssimo trabalho em defesa da Educação, da Cultura Brasileira, das minorias, e contra toda espécie de preconceito.

Márcio Guerra começou a jornada profissional atuando em rádios de Juiz de Fora, como Diário da Tarde e PRB-3, principalmente na área de jornalismo esportivo. Nessa incursão, conviveu e aprendeu com profissionais de destaque, como João Batista de Paula, Mário Helênio, Dirceu Costa Ferreira, Paulo César Magela, entre outros. Também trabalhou e ajudou a consolidar o jornal Tribuna de Minas, além de ter também atuado como repórter da TV Globo. No final da década de 80, ingressou na carreira de professor e então passou a titular do curso de Jornalismo da UFJF.

Grupo elaborou a Carta de Maceió, com posicionamento das assessorias para fortalecimento das universidades públicas e gratuitas (Foto: Raul Mourão/UFJF)

Reeleito em agosto para a presidência do Colégio de Gestores de Comunicação das Universidades Federais (Cogecom), durante encontro realizado em Maceió (AL), o professor Dr. Márcio Guerra é o terceiro diretor do Colégio de Gestores de Comunicação,  criado em 2016 com a missão de assessorar a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), e reúne comunicadores de todo o país.

Sobre o importante papel à frente do COGECOM, diz o Prof. Márcio Guerra:

“Eu acho que o papel de uma universidade pública é estar ao lado da democracia, estar ao lado de uma luta pelos direitos que foram conquistados na Constituição de 1988. Então, quando esses direitos são ameaçados, como nós estamos vendo agora, é importantíssimo discutir quais são as estratégias que nós temos usado, na UFJF. Como estamos enfrentando o conservadorismo e o que há de pior no ser humano, que é o egoísmo, que é a vontade de não ver o outro progredir. Fazemos essa reflexão especialmente com futuros profissionais, que hoje estão se preparando para entrar no mercado de trabalho e precisam ter a consciência aberta para isso”.

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“Papel da Universidade pública é estar ao lado da Democracia”, defende o professor Dr. Márcio Guerra, presidente do Cogecom e titular da FACOM/UFJF.

SERVIÇO

II Semana de Comunicação Prof. Dr. Márcio de Oliveira Guerra

Quando: Segunda-feira, 04 de novembro, às 19h

Onde: Câmara Municipal de Juiz de Fora (Parque Halfeld).

ENTRADA FRANCA.

*Programação vai até sábado, dia 9 de novembro de 2019.

Saiba mais: (32) 3313-4734/4941- Câmara Municipal de Juiz de Fora

Confira a programação.

Imaginário, Jornalismo e Memória motivam seminário da Rede JIM

Seminário JIM
Mais um seminário da RedeJIM aconteceu sexta passada, 18 de outubro, no Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) da Universidade Federal Fluminense, em Niterói.
O IV Seminário da Rede JIM foi aberto com saudação da professora Denise Tavares aos participantes, seguindo-se o prof Dr. Juremir Machado da Silva apresentando o resumo do artigo “Por uma análise discursiva dos imaginários de 1969″.
O IV Seminário promovido pela JIM teve como tema 1969 a 1970 – Janelas do Tempo” e reuniu diversos pesquisadores durante toda a sexta-feira na UFF de Niterói para apresentar as pesquisas em andamento por professores e estudantes da pós-graduação, intercambiar experiências, trocar ideias, debater procedimentos metodológicos, e prospectar novos encontros, projetos e ações.
Diversos grupos de pesquisa integram a Rede JIM, que ano passado lançou o livro “1968: de maio a dezembro – Jornalismo, Imaginário e Memória”, organizado pelos professores Álvaro Nunes Larangeira, Christina Ferraz Musse e Juremir Machado da Silva.
Para saber mais sobre Imaginário, confira a definição do professor Juremir Machado:

“Todo o Imaginário é real e todo o real é Imaginário. Todo o Imaginário é real significa que não existem Imaginários que não sejam partes de uma realidade, de uma história, de um acontecimento, de uma vida. Nesse sentido, todo Imaginário é uma realidade, todo Imaginário é concreto. É mais ou menos como a gente imaginar a famosa oposição entre o real e o virtual. O virtual faz parte do real? O virtual e o real não se opõem? O virtual não é outra coisa. Não é porque está lá dentro do computador, que não é real. Mesmo se a gente arrancar o computador, quebrar todo e examiná-lo, não vai existir nada lá dentro, mas é real de toda a maneira. O imaginário também. Quando a gente pensa num unicórnio. Vocês já viram um unicórnio ou um centauro? Não existem, mas existem. Todo mundo sabe o que são e não têm dúvida nenhuma. Eu falo um centauro e está todo mundo imaginando um centauro. Eu falo um unicórnio e está todo mundo imaginando um unicórnio. Ninguém viu um unicórnio, ninguém tocou em um, mas ele existe. Nem tudo que existe concretamente é palpável. Nem tudo que existe precisa ser uma mesa ou um copo, mas não deixa de existir. Ninguém duvida que uma ficção exista e uma ficção é uma ficção, logo em princípio ela é o oposto de uma realidade, mas ela existe. Existe como uma realidade, e o Imaginário também. E, ao mesmo tempo, todo real é Imaginário, porque o real não é alguma coisa dada de uma vez por todas, cem por cento incontestável. O real é uma construção que depende do olhar de cada um de nós.” (MACHADO, 2003).

A Rede JIM é formada pelos grupos de pesquisa (GP) JOR XXI, da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP); Tecnologias do Imaginário, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS); e Comunicação, Cidade e Memória, da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). A novidade do Seminário Janelas do Tempo foi a inclusão de mais quatro grupos na JIM: Núcleo de Estudos e Experimentações do Audiovisual e Multimídia (Multis), da Universidade Federal Fluminense (UFF); Imaginário e Cotidiano, da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul); Memórias, Afetos e Redes Convergentes, também da Unisul; e Narrativas Midiáticas e Dialogias, também da UFJF.
O dia foi bastante intenso com mais de 15 pesquisas apresentadas, as quais serão reunidas num novo livro da Rede JIM, a ser lançado no primeiro semestre de 2020.
Para você conferir no post, algumas fotos do Seminário 1969 a 1970 – Janelas do Tempo e nosso depoimento sobre a honra de conhecer de perto o professor e jornalista Juremir Machado da Silva.
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O professor Juremir Machado da Silva e as “tecnologias do Imaginário”.
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Profa. Cláudia Thomé (UFJF) e Prof Marco Reis (UNESA) apresentam o grupo Narrativas Midiáticas e Dialogias.
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Abertura do IV Seminário da Rede JIM reuniu pesquisadores de vários estados na UFF.
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A profa. Dra. Christina Musse apresenta pesquisa sobre 50 anos do Jornal Nacional.
A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé
Os coordenadores dos grupos de pesquisa: Cláudia Thomé, Christina Musse, Renata Rezende, Denise Tavares, Álvaro Larangeira, Juremir Machado e Marco Reis.
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Os participantes da Rede JIM, pesquisadores do Imaginário, do Jornalismo e da Memória.
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Christina Musse lança novo livro com reflexão sobre Comunicação

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Comunicação e Universidade – reflexões críticas é o livro que acaba de ser lançado em Juiz de Fora com organização da jornalista, pesquisadora e Profa. Doutora Christina Musse.

Christina Musse tem uma bagagem invejável e tem inúmeros livros publicados, como autora ou organizadora, e ainda integra coletâneas e atua intensamente na seara acadêmica, seja participando de eventos da área da Comunicação, organizando seminários e simpósios em Universidades, além de orientar estudantes de Mestrado e Doutorado na UFJF.

O livro “Comunicação e Universidade: reflexões críticas” traz o selo da editora Appris e foi lançado no último dia 15 de agosto no Centro de Conservação da Memória (CECOM) da Universidade Federal de Juiz de Fora. Segundo Christina Musse, “é um livro escrito por muitas mãos, e, mais do que nunca, necessário para a reflexão da importância da Universidade na constituição de um país livre e democrático.”

“Comunicação e Universidade: reflexões críticas” começa traçando um histórico da universidade pública no Brasil e os desafios de se realizar uma comunicação nas instituições, objetivando criar uma imagem positiva da instituição para o maior público possível. Esta análise é feita por meio de artigos e texto de pesquisadores da área.

A segunda parte do livro apresenta um histórico da formação e a criação de uma secretaria responsável pela Comunicação da UFJF, e também reúne relatos dos profissionais da área da Comunicação que trabalham ou já trabalharam na Diretoria de Imagem Institucional, sobre os trabalhos realizados e suas experiências bem sucedidas.

“Falar sobre universidade é algo extremamente necessário. A ideia do livro foi de fazer uma reflexão sobre o porquê de a Comunicação ser importante para sedimentar junto aos vários públicos uma imagem positiva e de pertencimento da comunidade em relação à universidade. O livro traz colaboração de pesquisadores que tem textos muito bons para essa reflexão.Também têm um pouco de história e o processo comunicacional da nossa Universidade”, afirma a professora Christina Musse.

O LIVRO

“Comunicação e Universidade: reflexões críticas” inova ao reunir o pensamento teórico de atuantes pesquisadores do campo, como José Marques de Melo, Carlos Chaparro e Margarida Kunsch.

A organizadora Christina Musse destaca a participação do saudoso acadêmico José Marques de Melo, um dos mais respeitados nomes da Comunicação e cita trecho dele: “A universidade assumiu,durante muito tempo,o perfil de gueto intelectual isolada do mundo a que pertencia[…] Felizmente, o panorama hoje é completamente distinto. As nossas universidades estão convencidas de que a sua subsistência institucional depende de recursos externos.” 

A obra traz também a contribuição crítica dos professores Eduardo Magrone e Antônio Hohlfeldt, como também a experiência prática, resultado do trabalho de planejamento e gestão de ações de comunicação, realizado pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), em Minas Gerais.

A primeira parte, “Pensar a Comunicação e a Universidade”, apresenta importantes referenciais teóricos para o entendimento crítico da Comunicação na Universidade. Os artigos de Ângelo Ésther, Eugênia Barichello, Márcio Simeone Henriques, Wilson Bueno e Boanerges Lopes incorporam novas reflexões sobre a instituição no ambiente complexo da contemporaneidade.

A segunda parte, “Retratos da Comunicação na UFJF”, é composta por relatos e estudos de caso, que expõem de forma crítica os processos de criação e utilização de produtos e serviços desenvolvidos pelo Setor de Comunicação da UFJF. Três autores contextualizam a Universidade em abordagens de cunho historiográfico: Lola Yazbeck, Guilherme Fernandes e a própria Christina Musse, cujos textos mostram como a comunicação consolida-se como estratégia de gestão.

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Christina Musse tem atividade intensa na Comunicação.

Um pouco mais sobre Christina Musse

Christina Musse possui mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2001) e doutorado também em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2006). É professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Universidade Federal de Juiz de Fora.

É Professora visitante da Universidade de Paris VIII, Saint-Denis, na França, onde ministrou aulas, participou de Seminários e atuou juntos aos professores Anne-Marie Autissier e Alain Sinou, do Instituto de Estudos Europeus, em março de 2015. Vice-coordenadora da GT de Estudos do Jornalismo da Associação Latino-Americana de Investigadores em Comunicação – Alaic, desde 2018.

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MUSSE é autora dos livros: “Imprensa, cultura e imaginário urbano: exercício de memória sobre os anos 60/70 em Juiz de Fora” (2007); “Memórias possíveis: personagens da televisão em Juiz de Fora” (com a colaboração de Cristiano José Rodrigues) (2011) e “Os cinemas de rua de Juiz de Fora: memórias do Cine São Luiz” ( com a colaboração de Gilberto Faúla Avelar Neto e Rosali Maria Nunes Henriques).

É co-autora do livro “Memórias do cineclubismo: a trajetória do CEC – Centro de Estudos Cinematográficos de Juiz de Fora” (de autoria de Haydêe Sant’Ana Arantes) (2014). Foi editora-chefe da revista “A3” de Jornalismo Científico e Cultural (2011/2014). Atualmente, é membro do Conselho Editorial desta publicação, como também integra o Conselho Editorial da “Revista Brasileira de História da Mídia”.

É líder do grupo de pesquisa COMUNICAÇÃO,CIDADE, MEMÓRIA/CNPq (COMCIME) do PPGCOM/UFJF. Participa da Rede de Pesquisa Jornalismo, Imaginário e Memória (JIM), junto com os Grupos de Pesquisa JORXXI, da Universidade Tuiuti, do Paraná, e Tecnologias do Imaginário, da PUCRS. do Rio Grande do Sul.

Foi coordenadora do GP de Telejornalismo da INTERCOM. É ex-coordenadora e participa do GP de História da Mídia Audiovisual e Visual da Rede Alcar – Associação Brasileira dos Pesquisadores em História da Mídia. Faz parte da Rede Telejor, de Pesquisadores em Telejornalismo, dentro da Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPjor).

É coordenadora dos projetos de pesquisa: “Cidade e memória: a configuração do espaço urbano pelas narrativas audiovisuais”; “Ruínas do passado: a imprensa, a memória e os depoimentos da CMV-JF” e do projeto “Ruínas narrativas: a construção midiática dos imaginários sobre a ditadura militar em Minas Gerais”. Coordenou os projetos de pesquisa “Memórias da imprensa de Juiz de Fora”; e “Memórias Possíveis”, este último, desenvolvido pelo grupo de pesquisa do qual é líder, em parceria com o Museu de Arte Murilo Mendes da UFJF.

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Tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Videodifusão, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação, globalização, cultura, memória, cidade, identidade e televisão. Foi apresentadora do programa semanal “Panorama Entrevista”, veiculado pela TV Panorama, hoje, TV Integração, emissora afiliada à Rede Globo de Televisão, de novembro de 2005 a dezembro de 2009. Na emissora, foi responsável pelo projeto “Curso de Treinamento Básico em Telejornalismo”, que capacitou dezenas de estudantes da UFJF, nas áreas de produção, reportagem, edição e apresentação de TV. Foi produtora e repórter de televisão de 1981 a 1994, na antiga TV Globo de Juiz de Fora.

 

 

Cearenses celebram Cultura e Arte em Vaivém de redes em São Paulo

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Símbolo da cultura indígena e objeto presente na criação da identidade brasileira, a rede está em trabalhos de cerca de 140 artistas, incluindo Associação das Rendeiras de Bilro da Santana do Cariri, Nilo, Vanessa Teixeira e Virgínia Pinho      

Nove artistas cearenses participam da exposição Vaivém, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo até 29 de julho.

Com curadoria de Raphael Fonseca, crítico, historiador da arte e curador do MAC-Niterói, a mostra reúne 300 obras de 141 artistas (sendo 32 indígenas) dos séculos 16 ao 21, reveladoras do valor das redes de dormir para  as artes e a cultura visual do Brasil.

Entre os artistas, Antônia Cardoso, Gertrudes Gonçalves, Graça Maria, Joana D’Arc Pereira, Maria Luiza Lacerda e Sheila Caetano, da Associação das Rendeiras de Bilro da Santana do Cariri. A obra é uma rede de bilro confeccionada por elas.

O público também pode apreciar a xilogravura O sepultamento de Jesus – Via Sacra, de Nilo, uma rede de carnaúba feita pela Vanessa Teixeira, e a obra A saída da fábrica Cione, de Virgínia Pinho.

“Longe de reforçar os estereótipos da tropicalidade, esta exposição investiga as origens das redes e suas representações iconográficas: ao revisitar o passado, conseguimos compreender como um fazer ancestral, criado pelos povos ameríndios, foi apropriado pelos europeus e, mais de cinco séculos após a invasão das Américas, ocupa um lugar de destaque no panteão que constitui a noção de uma identidade brasileira”, afirma o curador, que pesquisou o tema por mais de quatro anos para sua tese de doutorado numa universidade pública. 

Com pinturas, esculturas, instalações, fotografias, vídeos, documentos, intervenções e performances, além de objetos de cultura visual, como HQs e selosVaivém ocupa todos os espaços expositivos do CCBB São Paulo, do subsolo ao quarto andar, e está estruturada em seis núcleos temáticos e transhistóricos.

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PERCORRENDO A EXPOSIÇÃO  

Vaivém tem início com Resistências e permanências, instalada no subsolo do edifício e mostra as redes como símbolo e objeto onipresente da cultura dos povos originários do Brasil: “Mesmo com séculos de colonização e até com as recentes crises políticas quanto aos direitos indígenas, elas se perpetuaram como uma das muitas tecnologias ameríndias”, conta Raphael Fonseca.

Nesse núcleo, a maioria das obras é produzida por artistas contemporâneos indígenas, como Arissana Pataxó. No vídeo inédito Rede de Tucum, ela documenta Takwara Pataxó, a Dona Nega, única mulher da Reserva da Jaqueira, em Porto Seguro (BA), que ainda guarda o conhecimento sobre a produção das antigas redes de dormir Pataxó, feitas com fibras extraídas das folhas da palmeira Tucum.

Carmézia Emiliano começou a pintar de maneira autodidata, em Roraima. Ficou conhecida por telas que registram o cotidiano dos indígenas Macuxi, muitas protagonizadas por mulheres, e terá expostas pinturas feitas especialmente para o projeto, além de obras mais antigas. Também da etnia Macuxi, Jaider Esbell criou a instalação A capitiana, que conta a nossa história: a uma rede de couro de boi estão presos um texto de autoria do artista e uma publicação com documentos sobre as discussões em torno das áreas indígenas de seu estado.

Outro destaque é Yermollay Caripoune, que, vivendo na região do Oiapoque, entre a aldeia e a cidade, participou de poucas exposições fora do Amapá. Na série de seis desenhos que desenvolveu para Vaivém, o artista apresenta a narrativa dos Karipuna sobre a origem das redes de dormir.

O núcleo reúne ainda trabalhos de grandes nomes da arte brasileira, como fotografias dos artistas e ativistas das causas indígenas Bené Fonteles Cláudia Andujar, e o objeto de Bispo do Rosário Rede de Socorro, uma pequena rede de tecido onde se lê o título da obra.

O segundo núcleo da exposição, A rede como escultura, a escultura como rede reúne trabalhos que mostram redes de dormir a partir da linguagem escultórica, distribuídas por diferentes espaços do CCBB São Paulo, a começar pelo hall de entrada. Rede Social é uma instalação interativa do coletivo Opavivará!, com uma rede gigante que convida o público a se deitar e balançar ao som de chocalhos.  

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Estão neste núcleo trabalhos do jovem artista Gustavo Caboco (foto), de Curitiba e filho de mãe indígena, e Sallissa Rosa, nascida em Goiânia e filha de pai indígena. Ele apresenta uma série de gravuras em que discute seu pertencimento e não-pertencimento às culturas ameríndias do Brasil. Ela, um vídeo criado a partir de selfies enviadas por mulheres em redes de dormir, revelando uma visão complexa sobre o lugar da mulher indígena na sociedade contemporânea brasileira.

De Hélio Oiticica foram selecionadas fotografias da pouco conhecida sérieNeyrótika. De Ernesto Neto, um conjunto de obras do início de sua carreira, anos 1980, nas quais as redes não aparecem literalmente, mas são sugeridas numa dinâmica de tensão e equilíbrio.  A ação Trabalho, de Paulo Nazareth, ganha nova versão: com uma vaga de emprego anunciada em jornal, o artista contratou um funcionário, que deverá permanecer deitado numa rede instalada no CCBB São Paulo durante oito horas por dia, até o fim da mostra. Integram ainda o segmento redes de artesãs de diversas regiões do Brasil.

No segundo andar do edifício estão dois núcleos. Olhar para o outro, olhar para si traz documentos e trabalhos de artistas históricos e viajantes, como Hans Staden, Jean-Baptiste Debret Johann Moritz Rugendas, que registraram os aspectos da vida no Brasil durante a colonização. Ao lado deles, artistas contemporâneos indígenas foram convidados a desconstruir o olhar eurocêntrico dessas imagens a respeito de seus antepassados e propor novas narrativas.

Entre eles, dois do Amazonas: a pintora Duhigó, que apresenta a inédita acrílica Nepũ Arquepũ (Rede Macaco), sobre o ritual de nascimento de um bebê Tukano, e Dhiani Pa’saro, ainda pouco conhecido fora de seu estado natal, que expõe a marchetaria Wũnũ Phunô (Rede Preguiça), composta por 33 tipos de madeira e inspirada em duas variações de grafismos indígenas: o “casco de besouro” (Wanano) e o “asa de borboleta” (Ticuna).

O coletivo MAHKU (Movimento dos Artistas Huni Kuin), do Acre, criou para o CCBB São Paulo uma pintura mural que faz referência ao canto Yube Nawa Aibu, entoado para trazer força e abrir os caminhos em cerimônias tradicionais. Já Denilson Baniwá, nascido no Amazonas e residente no Rio de Janeiro, fez intervenções digitais e físicas sobre obras de artistas brancos que retrataram povos indígenas.

Em Disseminações: entre o público e o privado, as redes surgem em atividades do cotidiano do Brasil colonial, como mobiliário, meio de transporte e práticas funerárias. Um dos destaques é Dalton Paula, artista afro-brasileiro de Goiás, que lança em suas pinturas um olhar sobre as narrativas a respeito da negritude no Brasil desde a colonização.

Os lugares que as redes ocupam na vida contemporânea no Brasil, em especial na região Norte, também estão pontuados nesse núcleo. Fotografias de Luiz Braga, por exemplo, exibem redes de dormir em cenas do dia-a-dia no Pará.

No terceiro andar do CCBB São Paulo, Modernidades: espaços para a preguiça, a rede passa a ser associada à preguiça, à estafa e ao descanso decorrentes do encontro entre o trabalho braçal e o calor tropical. O ponto central é ocupado por “Macunaíma” (1929), livro de Mário de Andrade. O personagem que passa grande parte da história deitado em uma rede está em obras de diferentes linguagens.

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Macunaíma: imortalizado no cinema pelo talento de Grande Otelo

Carybé, o notável argentino amigo de Vinícius, foi o primeiro artista a fazer ilustrações de Macunaíma. Um desenho pouco exibido de Tarsila do Amaral mostra o Batizado de Macunaíma.Joaquim Pedro de Andrade dirigiu o longa-metragem que, estrelado por Grande Otelo, completa 50 anos em 2019, e os cartunistas Angelo Abu e Dan X adaptaram a história em quadrinhos.

No espaço também estão a célebre Djanira, com o raro autorretrato Descanso na rede, em que surge ao lado de seu cachorro, e peças de mobiliário desenhadas por Paulo Mendes da Rocha Sergio Rodrigues.

No quarto andar, o núcleo Invenções do Nordeste, no qual estão obras que transformam em imagens mitos a respeito da relação entre as redes e esta região do país, além de trabalhos nos quais elas surgem como símbolo de orgulho local e de sua potente indústria têxtil. Destaque para uma série de fotografias de Maurren Bisilliat pelo sertão nordestino e as cerâmicas do artista pernambucano Mestre Vitalino que retratam grupos de pessoas enterrando entes dentro de redes.

Ainda no último andar do edifício, uma homenagem a Tunga. O artista, que inaugurou o CCBB São Paulo, em abril de 2001, retorna à instituição 18 anos depois. A instalação Bells Falls ganha uma nova versão e é apresentada ao lado dos registros fotográficos da performance “100 Rede”, realizada em 1997 na Avenida Paulista.

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ITINERÂNCIA DA EXPOSIÇÃO

Vaivém fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo até 29 de julho. A exposição será também exibida nos CCBB de Brasília (setembro/2019), Rio de Janeiro (dezembro/2019) e Belo Horizonte (março/2020).

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               VAIVEM

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro

Período da visitação: 22 de maio a 29 de julho de 2019 – Entrada gratuita

Horário: Todos os dias, das 9h às 21h, exceto terças

Telefone: (11) 3113-3651

Visitação com hora agendada: pelo app/site da Eventim

Pedro Chagas Freitas e o prazer do LIVRO

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Poeta português dos mais brilhantes, com legião de seguidores nas redes sociais e público cativo em suas palestras e lançamentos, PEDRO CHAGAS FREITAS faz um depoimento em seu Instagram que é uma bela defesa da leitura ! Confira:

“Visito muitas dezenas de escolas por ano. De todas elas trago leitores, alguns, que já o eram e leitores, muitos, que o passam a ser. Porquê? Porque lhes digo — e só o digo porque acredito mesmo no que digo — que sou só um gajo que escreve cenas. Como eles o são.

E também porque lhes mostro que ler e escrever não são actos sagrados nenhuns. São actos humanos, tão humanos como respirar, e não é necessário nenhum dom para escrever livros. E não é.

É isso, trazer o leitor para junto de nós e mostrar-lhe que ler e escrever podem não ser obrigações, como lhe é inculcado nas escolas e em casa, que faz a diferença. É isso que tem de fazer a diferença.

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O livro não está morto, nunca estará. Mas a forma de o comunicar, tal como sempre a conhecemos, está. E tem de nascer de novo. Com criatividade, com inovação, com novas propostas — e sobretudo com mais humildade.

Temos de olhar para o livro como mais uma possibilidade que é colocada diante dos mais jovens (e até dos mais adultos) — no meio dos jogos de computador, no meio dos vídeos para as redes sociais, no meio dos filmes e séries, está lá o texto impresso em papel. Esse objecto estranho.

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Cabe a nós, profissionais do ofício, vender-lhes a ideia de que este objecto estranho é a melhor opção em muitos momentos. E não, como fazem os iluminados de algibeira, mostrar-lhes que os merdas que escrevem têm a mania de que são os maiores e de que são seres abençoados — e que eles, coitaditos, não têm capacidade para os entender.
São eles, os iluminados, a grande praga que afasta cada vez mais leitores da leitura. São eles que visitam as escolas e são antipáticos e distantes; são eles que fazem apresentações públicas de semblante fechado, como se todos fossem pequenos perante tão grande genialidade; são eles que, com discursos herméticos, e ocos, transmitem a ideia de que a leitura tem de ser só porque sim; são eles que decretam o que é boa ou má leitura; são eles que choram sobre os números e se vitimizam; são eles que fazem com que, ao olhá-los e ao ouvi-los, apeteça tudo menos ler.

É a isso, a uma imposição sem sedução, que se deve o fim de muitas relações. A que se estabelece com os livros não é excepção.Calem-se, suas pragas.”

* Pedro Chagas Freitas

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* Sobre o mais recente livro do poeta PEDRO CHAGAS FREITAS, falaremos noutro post.

Você, leitor amigo do #blogauroradecinema, pode encontrar os textos e versos do   escritor português nas redes sociais, como Face e Instagram. Posso assegurar que se irão   encantar com a obra de Pedro Chagas Freitas !

    Um grande abraço a todos !

Cinema, Fake News, Comunicação e Interartes serão debatidos em Colóquio

Colóquio Interartes

Será aberto hoje o I Colóquio Interartes e Comunicação,  na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (Facom-UFJF). Em pauta, a interdisciplinaridade da área, contando com a presença de especialistas para apresentar o diálogo e as interfaces criadas entre cinema, literatura, mídias digitais e comunicação.

A coordenadora do curso de Rádio, Tv e Internet (RTVI), profa. Erika Savernini, e a professora Teresa Neves, são as organizadoras do Colóquio, que deve mobilizar a Facom esta semana. As docentes trabalham a fronteira interdisciplinar em seus respectivos grupos de pesquisa: “Estética e Pensamento Cinematográfico” e “Narrativas e outras Textualidades”. Tem ainda o grupo “Conexões expandidas”, orientado pela professora Soraya Ferreira, que também integra a programação.

O Colóquio une o trabalho dos três grupos de pesquisa. A professora Erika explica que a interdisciplinaridade é essencial na Comunicação enquanto ciência: “A pós-graduação da professora Teresa é na Letras; meu mestrado e doutorado são no Cinema. A professora Soraya trabalha com o campo das tecnologias digitais. Cada uma tem a sua linha de pesquisa, mas a gente estabelece diálogos.”

A ideia do evento surgiu com a intenção de trazer abordagens mais amplas para a Comunicação, aproximando-a das artes: “Com a entrada do curso de RTVI, eu queria fazer um evento com um perfil mais próximo do curso, mas o tema também conversa com o jornalismo porque, afinal, é tudo comunicação”, afirma Erika.

Erika Savernini destaca que a oportunidade de trazer convidados é muito enriquecedora para os participantes: “Com o auxílio financeiro da Capes e o apoio da Fapemig, conseguimos trazer pesquisadores de outras instituições e essa troca de experiências, que eventualmente se dá com profissionais de outras áreas, renova o pensamento”.

Para conduzir a programação, a organização convidou os professores Christine Veras, da Universidade do Texas, em Dallas (EUA), Wellington Júnio Costa, da Universidade Federal do Sergipe (UFS), e Eugênio Trivinho, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Nós resolvemos trazer pesquisadores com quem nos interessa estabelecer parcerias, contatos e, quem sabe, construir uma rede interdisciplinar”, conta Erika, líder do grupo de pesquisa “Estética e Pensamento Cinematográfico”. Os grupos “Narrativa e outras Textualidades” e “Conexões Expandidas” — respectivamente das professoras Teresa Neves e Soraya Ferreira — também estão à frente da realização do Colóquio de Interartes e Comunicação.

Coloq 1

Hoje, às 13h30, o Colóquio será aberto com palestra de Christine Veras (pesquisadora e professora de animação, University of Texas at Dallas) sobre “A pesquisa experimental em arte e tecnologia: especificidades e expansões”, a partir de sua pesquisa de doutorado, desenvolvida na Nanyang Technological University (Cingapura), que gerou a patente do Silhouette Zoetrope, vencedora, em 2016, do terceiro lugar no concurso internacional anual de melhor ilusão.

COLOQ livro

A programação segue com o lançamento, às 17h, do livro “Estudos Literários-Visuais; abordagens de um projeto de extensão interdisciplinar”, organizado pelos professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Carlos Eduardo Japiassu Queiroz e Wellington Júnio Costa (ambos estarão presentes e Wellington é palestrante amanhã, 15 de maio). O livro reúne textos de mais 7 autores, que participaram do projeto “Sextas Literárias-Visuais no DLEV”, em 2016 e 2017, apresentando suas leituras de adaptações literárias no cinema, na perspectiva do diálogo entre áreas de conhecimento e linguagens distintas, como a Arquitetura, o Cinema, o Direito, a Filosofia e a Literatura.

Amanhã, dia 15, a palestra será ministrada pelo professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Wellington Júnio Costa, que falará sobre o processo de criação do poeta francês Jean Cocteau. Neste dia, as mesas discutirão os temas “Toda realidade é fake” e “Memória, história e ficção”. Já no último dia, a palestra “Distopias Digitais” será realizada pelo professor da PUC-SP, Eugênio Trivinho, responsável pelo encerramento do evento.

Aluizio

Já o professor Doutor Aluízio Ramos Trinta apresentará o trabalho “Realmente falso ou falsamente real ?  (Os ardis do fake e sua generalização em nosso tempo)”

“Toda realidade é fake” é o nosso mote; mas será fake tudo o que tivermos na conta de realidade? E o que chamamos de realidade é o mesmo que denominamos de real? E, se houver, qual a diferença? Dois livros e dois filmes darão perímetro e volume à nossa breve reflexão. São eles, respectivamente, A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord (1968), e Simulacros e Simulação, de Jean Baudrillard (1981); “O show de Truman”, de Peter Weir (1998), e “Matrix”, de Lilly e Lana Wachovski (1999). A seu modo próprio, estas quatro obras antecipam a introdução de um real pós-humano e a irrupção de uma realidade cotidiana, reconfigurada pela inteligência artificial e modelada por algoritmos.

Aluizio Ramos Trinta é Bacharel e Licenciado em Letras e Literaturas de Língua Portuguesa pela Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi Professor Leitor na Universidade de Toronto (Canadá), onde cursou o Mestrado em Linguística e a Especialização em Comunicação, com o Professor Herbert Marshall McLuhan. É Mestre em Linguística e Filosofia da Linguagem pela ECO/UFRJ e Doutor em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ. É Professor Convidado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Teresa

Teresa Neves, líder do grupo Narrativas e Outras Textualidades, mediará a mesa e apresentará o trabalho “Quem tem medo das fake news?”

No contexto das novas modalidades de interação e participação das redes sociais digitais, propõe-se investigar o fenômeno das fake news como uma espécie de destino irônico do jornalismo, cujas fronteiras não podem mais ser desembaralhadas, deixando em xeque a própria ideia de notícia. O estudo apoia-se nas concepções de “ecologias comunicativas” e “arquiteturas informativas”, de Massimo Di Felice, “verdade como adequação” e “verdade como desvelamento”, de Martin Heidegger, “trânsito” e “simulacro”, de Mario Perniola, e na noção arquetípica de “trickster”, tal como elaborada por Lewis Hyde.

Teresa Neves é professora associada do Departamento de Fundamentos, Teorias e Contextos da Faculdade de Comunicação da UFJF e líder do Grupo de Pesquisa Estudos de Narrativas e Outras Textualidades. Tem doutorado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora e mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Érika

Erika Savernini, líder do grupo Estética e Pensamento Cinematográfico. Vai apresentar o trabalho O sistema formal fílmico como teoria: proposta de teorização e de metodologia para entender o cinema como uma forma de pensamento engendrado no fazer.

Resumo: Apresentaremos a concepção de cinema que permeia as pesquisas desenvolvidas no grupo Estética e Pensamento Cinematográfico. Nos últimos anos, propomos uma investigação teórica sobre o ato criativo cinematográfico e sua forma expressa (o filme) com fundamento em uma teoria estética (Pareyson), uma concepção filosófica (Julio Cabrera) e uma metodologia (Teoria dos Cineastas) que tomam o cinema como uma forma de pensamento inscrito no sistema formal fílmico que é apenas traduzido (precariamente, em alguns momentos) para a língua escrita no processo de sua interpretação e no nosso modelo ocidental de produção e de divulgação do conhecimento científico.

Soraya

Linguagens e Distopias Emergentes no Ciberespaço é o trabalho a ser apresentado pela profa Doutora Soraya Ferreira.

Buscamos entender como as diferentes dinâmicas de comunicação insurgem em acontecimentos contemporâneos disruptivos, polissêmicos, contemporâneos que evidenciam a distopia do ecossistema digital. Articulamos reflexão entre teoria e prática crítica a partir da obra o Céu nos Observa” de Daniel Lima, 2010, que ganha potência poética na medida em que agencia no “comum” interações informacionais, chamando atenção para os elementos de vigia que convivemos – de maneira invisível – no nosso cotidiano. A obra nos faz ver os controles existentes em nossos territórios e fora do nosso corpo, que ao mesmo tempo dominam nossos corpos e nossas ações rotineiras, fazendo parte do nosso habitat conectivo.( Texto elaborado com Christine Mello- Líder do Grupo de Pesquisa Extremidades)

Soraya Ferreira é Doutora em Semiótica pelo Programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica pela PUCSP e estágio pós-doutoral no Programa de Tecnologia da Inteligência e do Design Digital da PUCSP- TIDD_PUCSP. Faz parte do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade da UFJF é líder do Grupo de Pesquisa Conexões Expandidas e é membro do Grupo Sociotramas do TIDD_PUCSP. É autora do livro A Televisão em Tempos de Convergência, pela Editora UFJF.

 Isabela

Isabela Ribeiro Norton é mestranda em Comunicação pelo PPGCOM-UFJF na linha de pesquisa Estética, Redes e Linguagens.Pesquisa temas relacionados ao fluxo informativo, dinâmica comunicacional, transmídia, redes e cultura participativa. Membra do Grupo Conexões Expandidas – Facom/UFJF.

A primeira série Original Netflix totalmente brasileira, Série 3%, trata de um futuro distópico, no qual só os 3% merecedores conseguem passar por um processo seletivo e chegar ao Maralto Analisar estratégias de divulgação da série em espaços não tradicionais, assim como os fluxos e as dinâmicas propostas nos permitem entender parte do ecossistema digital que habitamos. Olhar para como se faz comunicação e entretenimento é uma poderosa ferramenta para olhar para a nossa realidade.

Helena coloq

Helena Oliveira (PPGCOM-UFJF) apresentará trabalho que desenvolveu com Nilson Assunção Alvarenga, intitulado O real no jogo de Eduardo Coutinho. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho, é considerado um dos principais filmes do documentário nacional e já foi amplamente discutido e estudado por pesquisadores em artigos científicos e livros. Com a intenção de trazer uma nova perspectiva para o filme, o presente artigo tentará analisá-lo sob à luz da noção de real, tal como pensada por Hal Foster e Jean-Louis Comolli, abordando os possíveis efeitos do jogo proposto pelo diretor e propondo que o documentário trata, em última instância, do papel do espectador nesse jogo. 

Laryssa

Laryssa Prado (PPGCOM-UFJF) apresentará o trabalho SÉRIES DE ANIMAÇÃO INFANTIL: representação de gênero em produções brasileiras. A presente pesquisa, desenvolvida como dissertação de mestrado (em andamento), tem como objetivo, por meio da análise fílmica, investigar como se dá a representação de gênero em três séries de sucesso no Brasil: Meu AmigãoZão, O Show da Luna e Irmão do Jorel, voltadas ao público de 03 a 11 anos. Para isso, a pesquisa também trabalha conceitos como educomunicação e estudos de gênero, além de abordar uma breve perspectiva sobre a história, modelos, formatos e escolas na animação

SERVIÇO

I COLÓQUIO INTERARTES & COMUNICAÇÃO

Quando: de 14 a 16 de maio, das 13:30h às 20h.

Onde: Faculdade de Comuicação – UFJF

Entrada franca.

Confira a programação completa

Outras informações: (32) 2102-3601/3602 

UFJF: A Universidade onde todos queremos estudar

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                                                                                                                 * Aurora Miranda Leão

 Por entre os verdes das matas, que por lá crescem frondosos  –  enriquecidos pelas sombras das araucárias e os tons dos ipês -, há tijolos e mais tijolos sobre os quais está imerso um mundo de livros e conhecimento. O terreno é enorme e engrandece a zona da mata mineira. Ali é para onde converge a nata do pensamento: entre leituras, estudos e questionamentos se constroem sentidos, alcançam-se significados e estudam-se narrativas que priorizam a inteligência, a ética e a consciência crítica. Como se de repente o tempo estancasse para que possamos falar de algum vilarejo onde areja um vento bom, assemelhado aquele de que nos dá notícia a bela canção de Marisa Monte.

       Então é lá, onde a cada dia a manhã semeará outros grãos, que as Minas Gerais foram batizadas de zona da mata. Por ali, existe um aprazível cenário, no qual se vislumbra um vasto contingente de prédios: todos juntos formam a Universidade Federal de Juiz de Fora. O campus fica entre dois bairros importantes e muito procurados em Juiz de Fora, o São Pedro e o Cascatinha, este assim um misto de Leblon carioca e Aldeota cearense.

           Bem servida por linhas de ônibus, a UFJF afirma e reafirma, cotidianamente, a importância das universidades para a formação e desenvolvimento sustentável de qualquer cidade. É notório e indiscutível: a UFJF responde pelos grandes avanços que Juiz de Fora alcançou em termos de urbanização, saúde, economia, arte, política, e articulação cultural, para citar apenas alguns aspectos.

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        Ao pé da letra, a implantação do campus da UFJF possibilitou que a cidade de Juiz de Fora desse uma relevante guinada desenvolvimentista, que a inclui entre as concorridas alternativas contemporâneas nas quais viver bem anda de mãos dadas com qualidade de vida, bons serviços e variadas opções de arte e lazer.

      Criada em 1960, quando era presidente Juscelino Kubitschek, a UFJF atingiu um patamar de qualidade reconhecido em todo o país e no exterior, conforme atestam os constantes processos de avaliação do MEC.

         Algumas ações institucionais definem a UFJF como Universidade comprometida com o desenvolvimento regional. Sua estrutura congrega, por exemplo, o trabalho do CRITT (Centro Regional de Inovação e Transferência de Tecnologia) nas áreas de incubação de empresas de base tecnológica e de transferência de tecnologia (informática, fármacos, eletrônicosagronegócios). Além dessas iniciativas, a UFJF sedia dois agentes da Associação Brasileira para Promoção da Excelência do Software Brasileiro – SOFTEX: o Gênesis e o Agrosoft.

   Outrossim, a UFJF desenvolve um eficiente programa de intercâmbio, através do qual recebe estudantes estrangeiros de muitos países, como Japão, Canadá, Equador, Congo, Angola, Gana, Portugal e Cabo Verde, enviando também alunos de seus quadros para mais de 30 instituições de ensino da Europa, América do Norte e Ásia.

UFJF prédio

        A Universidade de Juiz de Fora possui 16 unidades acadêmicas, agregando 36 cursos de graduação, 29 cursos de mestrados acadêmicos, três mestrados do tipo profissional e 17 cursos de doutorado. São quase 19.000 alunos matriculados e, todo esse contingente, responde por mais de 1000 artigos publicados em periódicos nacionais e internacionais.

          O crescimento da graduação, especialmente através das matrículas em cursos noturnos, é um dos instrumentos que tornam a Universidade ainda mais inclusiva: a UFJF é sede da realização de duas formas de processo seletivo, o SiSU e o PISM (Programa de Ingresso Seletivo Misto), O curso mais concorrido continua sendo Medicina, mas o #auroradecinema escolheu destacar agora o de Comunicação, célula mater da Faculdade de Comunicação, a popular FACOM, que ficou sexagenária em 17 e entra este 2018 em novo espaço.

        E por falar em inclusão, é preciso destacar a bela Praça Cívica, localizada no centro do Campus, um marco a consagrar a Universidade como espaço público. São mil metros quadrados, totalmente revitalizados, e aos quais toda a população tem acesso. A praça possui fontes luminosas, uma grande área para a prática de exercícios físicos, uma concha acústica (com camarins e sanitários), estação de bicicletas compartilhadas, pista de skate, pista de caminhada e ciclovia.

CÍVICA

No meio do exuberante verde da zona da mata, a Praça Cívica é cartão postal da UFJF

          Na Praça Cívica, são realizados diversos eventos que já pertencem ao calendário de atividades da cidade, como o Domingo no Campus (que promove apresentações artísticas, manhãs esportivas, passeios de bike, e recreação infantil) e o Som Aberto (evento que acontece no primeiro sábado de cada mês, espécie de feira popular de cultura), além de festivais de música, dança, circo e teatro. Vale lembrar que os eventos realizados na Praça Cívica, bem como toda a comunicação da Universidade – em permanente diálogo com a comunidade -, está a cargo da diretoria de Imagem Institucional da UFJF, que tem o comando dedicado, sensível e proativo do querido Prof. Doutor Márcio Guerra.

       Também fazem parte do patrimônio da UFJF alguns dos principais espaços de cultura de Juiz de Fora e região, como o Museu de Arte Moderna Murilo Mendes (MAMM); o Centro Cultural Pró-Música/UFJF; a Casa de Cultura; o Cine-Theatro Central e o Forum da Cultura.

O cotidiano da UFJF

         Por entre a exuberância daquele verde e daquelas montanhas, a vida acadêmica acontece e movimenta seu entorno: há uma profusão de projetos e trabalhos acadêmicos, pesquisas científicas nas mais diversas áreas, produção de televisão, rádio, cinema, informativos, realização de seminários, congressos, jornadas, simpósios e encontros, através dos quais o intercâmbio de saberes e vivências se exprime, se expande e se revigora, oxigenando um enorme contingente de jovens e adultos de todas as idades.

        Todos os dias, desde as primeiras horas da manhã, a UFJF já fervilha de alunos, funcionários e professores, mestres e doutores que ali estão para aprimorar seus saberes, reparti-los, compartilhá-los, e reciclar-se,  reciclando.

         Uma tradução que nos parece propícia ao que acontece na UFJF talvez seja a de um epicentro de efervescência cultural, extremamente estimulante, por onde viceja uma energia com a qual é fácil se contagiar. 

        Naquele cenário super conhecido de Juiz de Fora em que está instalada a UFJF, o pedaço mais popular (porque é o primeiro bloco do campus) abriga as faculdades de Direito, Economia e Administração, Ciências Contábeis, Serviço Social, Educação e Comunicação Social (em fase de mudança para um novo prédio).

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Novos tempos na FACOM

     A Faculdade de Comunicação (FACOM) oferece atualmente cursos superiores de graduação em Jornalismo (Integral e Noturno) e Rádio, TV e Internet. Como unidade acadêmica foi instituída em 1990, mas os passos dessa história começam bem antes. Tudo nasceu com o curso de graduação em Jornalismo, criado em 1958, vinculado à antiga Faculdade de Filosofia e Letras e, posteriormente, à Faculdade de Direito.  

          Hoje, além da graduação, a FACOM conta com um Programa de Pós-Graduação em Comunicação – PPGCOM implantado em 2007, em nível de Mestrado, estando já em curso a implantação do Doutorado na área. Além dos cursos regulares, os docentes da FACOM desenvolvem atividades de Pesquisa e Extensão e uma série de outros projetos. Para os alunos do PPGCOM, existe ainda a presença bonita e simpática, e a atuação competente e amiga da querida Aline Pirâmydes, secretária do Programa de Mestrado (PPGCOM), para quem os alunos distribuem sorrisos, aplausos e gratidão.

          Neste 2018 que estamos apenas começando, a FACOM registra 600 alunos, 33 professores e 15 técnico-administrativos, além de equipe terceirizada. A professora Doutora Gabriela Borges é a titular da Coordenação da FACOM, na qual encontramos alguns dos melhores professores da área: Aluizio Ramos Trinta, Carlos Pernisa Jr., Cláudia Thomé, Christina Musse, Cristina Brandão, Érika Savernini, Francisco José Pimenta, Iluska Coutinho, Márcio Guerra, Marise Tristão, Marcelo Robalinho, Paulo Roberto Figueira Leal, Potiguara Silveira, Ricardo Bedendo, Soraya Vieira, Teresa Neves e Wedencley Alves Santana.

         Porém, essa ‘ordem dos fatores’ não altera em nada a qualidade do ensino: todos os professores da FACOM possuem Doutorado e são docentes com quem é prazeroso estudar. Sobretudo porque a marca dos mestres da FACOM é ensinar motivando, como quem tem gosto em compartilhar e incentivar o estudo, a partir da convicção de que a grande sabedoria é estar sempre pronto a aprender.

               Por essas e outras, acreditamos que a FACOM está a merecer a implantação de seu Doutorado, evidência da qual são pilares o número imenso de estudantes que todos os anos procura os cursos de graduação e mestrado da FACOM-UFJF; a movimentação constante de seu corpo discente e docente na realização e participação nos mais destacados encontros da área (incluindo eventos de longo espectro, como a Conferência Internacional sobre Competências Midiáticas e o curso de Ecologias Digitais com o professor Doutor Mássimo Di Felice); a presença de renomados profissionais da Comunicação em sua agenda acadêmica; a atualidade dos livros estudados; e a dedicação integral de seus mestres – comovente e muitas vezes, apaixonada -, ao notável exercício de transmitir conhecimento e instilar saber nas novas gerações, de todas as idades, que procuram a UFJF para se aprimorar. Ali, então, encontram uma segunda casa. repleta de amigos e companheiros com quem dividir problemas, partilhar idéias, buscar caminhos, encontrar soluções, celebrar conquistas e renovar o fôlego para novas e constantes motivações.

         O Doutorado de Comunicação da UFJF é, pois, uma conquista que se impõe a partir de tantos pontos convergentes para o êxito de sua implantação. O Doutorado da FACOM virá para ratificar o potencial acadêmico e sociocultural da UFJF e coroar a atuação, cheia de méritos, desses Mestres Doutores que nos motivam e engrandecem o ensino e a pesquisa da Comunicação no Brasil.                    Imagem relacionada

AMOR, PAZ, LUZ e FELIZ NATAL !

NATAL Blog

       A você, leitor amigo, e a todos os nossos leitores, parceiros, professores, colegas

                 e queridos que vamos encontrando pelos quatro cantos do mundo !

          Que saibamos ser NATAL em todos os dias do Novo Ano que se avizinha !

    Muito OBRIGADA a todos pelo carinho da visita e pela intensidade da sintonia !

               Sorrie, divulgue, compartilhe !

                      O #blogauroradecinema agradece !