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Competências Midiáticas são tema de congresso internacional que começa hoje

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Começa hoje em Juiz de Fora o II Congresso Internacional sobre Competências Midiáticas, realização da Faculdade de Comunicação da UFJF.

A abertura está grifada para às 9h desta segunda no Museu de Arte Murilo Mendes. Durante os três dias do congresso, a cidade mineira vai receber pesquisadores, profissionais e estudantes de Comunicação do exterior e de várias cidades do país.

O objetivo é promover o intercâmbio de informações sobre as Competências Midiáticas e os resultados encontrados no projeto conjunto que está sendo desenvolvido pela Rede Alfamed. O congresso terá a presença de palestrantes do Brasil e do exterior.

A programação prevê discussões sobre o panorama atual midiático e os desafios para a popularização deste campo de estudos a fim de promover o desenvolvimento da Competência Midiática no século XXI.

                                        SERVIÇO: 

II Congresso Internacional sobre Competências Midiáticas 
Quando: de 23 a 25 de outubro de 2017 em Juiz de Fora.

Local: FACOM – UFJF

Entrada Franca.

Mais informações:
http://cicom.observatoriodoaudiovisual.com.br/

Dja Marthins e José Araújo: artistas do teatro e da TV que a gente adora !

Z´e Dja 001 - Cópia

Duas figuraças super Queridas: os atores José Araújo e Dja Marthins !

Encontrar com gente que acredita e defende as mesmas coisas é sempre oxigenante ! Por isso, ffoi um presente divino encontrar ja Marthins e José Araújo numa tarde de primavera na lendária Copacabana.

Dja e Zé são artistas de nossa maior estima. Tenho por eles uma Admiração imensa, nascida de minha saudável mania de gostar de histórias. Por isso, a teledramaturgia me acompanha desde criança. E quando os vi atuando com maestria em televisão, interpretando personagens que eles tornaram marcantes, foi aquele arrastão na minha sensibilidade ! De pronto, fui logo tentar descobrir quem eram os dois intérpretes que pegaram uma trama já quase no meio e pareciam integrados à narrativa desde sua gênese. Predicado que só acontece com os vocacionados.

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Dja Marthins, José Araújo e Nathália Dhil em cena da novela Jóia Rara

Dja e Zé faziam um bondoso casal que acolhia a personagem de Nathália Dill na pequena obra-prima chamada Jóia Rara, das queridas autoras Duca Rachid e Thelma Guedes – novela em que Mel Maia foi a protagonista e brilho com todo o esplendor de seu talento ímpar !

A web nos possibilitou a aproximação com Dja e José Araújo. Mas nós já antevíamos que nossa sintonia tinha raízes mais fortes.

Zé e Dja 1 edit

Queridos de muito tempo, eu, Zé e Dja já havíamos combinado encontros mas só naquela sexta, 13 de outubro, isso foi possível. Em nosso feliz encontro, descobrimos até que já nos conhecíamos: eu na plateia deles – em teatros diferentes e com espetáculos grandiosos como Negócios de Estado (direção do saudoso Flávio Rangel) e Praça Onze (belíssimo musical dirigido com a competência de Ernesto Piccolo), e eles, nos palcos, lapidando o talento que conquistou minha emoção através da telinha. 

Zé e Dja 2 - edit

Queridos José Araújo e Dja Marthins: 

Que Maravilhaaa conhecer Vocês, ao vivo e a cores !

Nós edit

 Jornalista Aurora Miranda Leão, José Araújo e Dja Marthins em encontro no Rio…

OBRIGADA pelo carinho, a generosidade, o encontro, a confiança !
Encontrá-los foi um Presente do mais alto Quilate ! 
Um beijo afetuoso e um enorme abraço com meu Aplauso e minha Admiração.

Eu Dja e Zé em Copa edit

Aurora Miranda Leão com o ator/cantor José Araujo e a atriz Dja Marthins: amizade nascida via televisão…

Que Deus nos abençoe e nos faça encontrar muitas e muitas outras vezes para brindar esta velha nova Amizade !

* Atualmente, Dja Marthins integra o elenco do espetáculo Favela, uma comédia musical (direção de Márcio Vieira e texto de Rômulo Rodrigues ) há 5 anos em cartaz no Rio e cidades vizinhas, e José Araújo está em processo de seleção de repertório para show musical que fará no início do próximo ano em Portugal.

Favela com Dja

Dja Marthins integra o super popular musical FAVELA

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José Araújo, que gravou composição de Chico Buarque em seu ótimo CD Duas Ilhas...

 

“No caos, ninguém é cidadão !”

                                                                                             * Aurora Miranda Leão

 

Artistas e Pensadores em defesa da Liberdade de Expressão no Theatro NET RIO…

“A ARTE é o exercício experimental da LIBERDADE”

Com esta frase, de Mário Pedrosa, o ator Michel Melamed deu o tom de seu discurso no evento em defesa da LIBERDADE DE EXPRESSÃO realizado na manhã de terça, 10 de outubro, no Theatro NET Rio, em Copacabana.

Por sua vez, a jornalista Daniela Name afirmou: “Precisamos estourar a bolha no ritmo do AMOR, da generosidade e do compartilhamento. Não podemos admitir que a metáfora continue sendo usada para propagar rótulos !

Bianca Ramoneda e Michel Melamed: defesa contundente da Arte e da  Liberdade de Expressão…

Ando por Copacabana e impressiona-me, cada dia mais, o quadro social que a Princesinha do Mar escancara no cotidiano de suas calçadas, tão abandonadas à própria sorte. O medo e o espanto me acompanham de mãos dadas. No meu entorno, gritam a indignidade, a sede de justiça e a certeza de que o país está sendo expropriado de sua cidadania.

Enquanto caminho perplexa e triste diante do que minha vista alcança, abro o jornal e leio diariamente notícias de políticos apunhalando nossa dignidade, exacerbando de seu direito de ser cretinos, vilipendiando uma imensa multidão que trabalha e vê seu dinheiro escorrer, por entre os dias, muito antes do mês acabar. Em linhas paralelas, artistas e pensadores defendem a LIBERDADE DE EXPRESSÃO, gritam BASTA ! e planejam ações conjuntas para minorar o caos em que afundaram o Brasil.

Os desmandos são muitos, gravíssimos e em todas as direções. Daí o título deste artigo, pinçado da música emblemática de Herbert Vianna, O CALIBRE.

As ruas do Rio de Janeiro, a cidade mais amada do Brasil, estão tomadas pela miséria que assola o país: pedaços de papelão forram as calçadas e o medo da violência implícita convive a céu aberto com as injustiças sociais e a indiferença com a dor alheia. O descaso com a vida humana grita Socorro ante tanto desgoverno.

“Mendigos nos sinais e o espanto está nos olhos de quem vê o grande monstro a se criar”.

De novo, os versos de Herbert Vianna compõem a trilha de minha perplexidade. Eles me assaltam a gramática ao passar e ver mais mais um entre tantos casais que estão a morar pelas ruas da cidade escancarando a violência da fome que teima em dizer Presente !

Enquanto isso, cria-se uma celeuma e propagam-se toda sorte de despautérios contra as expressões artísticas, que são a voz da Liberdade em todos os continentes. Museus são alvo de uma espiral de xingamentos, obras de arte são proibidas e performances condenadas em nome da ‘moral e dos bons costumes’. Segundo as vozes do atraso e da repressão que atuam como cupins a corroer o que os cidadãos brasileiros conseguiram conquistar a tanto custo (pós-ditadura), está em risco – por conta da Arte e da Liberdade de Expressão – a preservação da moral e da família. Mas essa mesma moral, em nome da qual se exerce o preconceito, o racismo, a violência de todos os matizes, dorme (?) desapiedada no edifício ao lado, em seus endereços cada vez mais protegidos por câmaras, muros altos, cadeados e trancas… como se fosse possível prosseguir incólume numa canoa furada.

Num exercício subliminar de cerceamento da livre expressão, evidenciando a astúcia de seus idealizadores para escamotear a corrupção e desmandos abjetos que partem do planalto central, atua-se para desviar a atenção dos crimes hediondos, da corrupção, da obstrução da justiça, e do completo desgoverno ancorado em Brasília via tapetão. Um homem nu – visto por uma criança na companhia da mãe – serve de pretexto para recrudescer toda gama de discursos nazi-fascistas contra a Arte, a liberdade de pensamento, o direito à livre expressão, e a igualdade de condições para todos os gêneros !

Que país é este ?

Crise política e Democracia em discussão na UFJF

worshop

A atual crise política brasileira tem sido tema de diversos debates no universo acadêmico, em busca de uma compreensão maior sobre as dificuldades do momento presente e suas repercussões nos próximos anos. Com objetivos semelhantes, o Núcleo de Estudos sobre Política Local do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais da UFJF (PPGCSO), coordenado pela professora Marta Mendes, e Grupo de Pesquisa Comunicação, Identidade e Cidadania do PPGCOM/UFJF, coordenado pelos professores Luiz Ademir de Oliveira e Paulo Roberto Figueira Leal, promovem, de quarta a sexta desta semana, o Workshop Dilemas da Representação em Tempos de Crise.

O evento será realizado no Anfiteatro II do Instituto de Ciências Humanas (ICH), e terá palestras e apresentações de papers de alunos da UFJF (incluindo do PPGCOM), da UFMG, USP, UNI-BH, UNICAMP e UERJ. As comunicações orais se darão na parte da manhã (9h às 12h) e tarde (14h às 17h).

No primeiro dia do workshop, às 18h, será realizada a mesa de abertura com o tema Dilemas da representação: abordagens sobre a conjuntura política do Brasil em crise, contando com a participação dos professores Afonso Albuquerque (PPGCOM/UFF) e Paulo Roberto Figueira Leal (PPGCOM/UFJF).

O objetivo do workshop é promover uma reflexão sobre as variáveis que estão por trás da atual crise política, envolvendo temas como os limites do modelo tradicional de representação política e a realidade de disputas eleitorais cada vez mais centradas no ambiente comunicacional. Segundo o professor Paulo Roberto, “É fundamental que a universidade debata questões como essas. Em momentos de crise, setores da sociedade passam a descrer da democracia. Isso é muito perigoso, porque supõe existir alguma solução para problemas políticos que venha de fora da política – uma solução autoritária, por exemplo”. Para ele, a academia deve discutir os riscos dessa linha de pensamento.

O professor Paulo Roberto (PPGCOM) destaca também a importância do diálogo entre os programas de pós-graduação  da universidade, fomentando a transdisciplinaridade, como é o caso deste workshop promovido entre o PPGCOM e PGCSO: “É no encontro com os olhares de outras áreas que sofisticamos nosso próprio olhar. A parceria com o núcleo da professora Marta Mendes, do PPGCSO, é muito relevante para a formação de nossos alunos e para o aprofundamento de nossas pesquisas”, ressalta.

UFJF celebra 60 anos de Jornalismo com ERECOM e Jornadas Internas

A Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) sedia, de segunda a quarta-feira, 18 a 20 de setembro, a 15ª edição do Encontro Regional de Comunicação (Erecom).

JORNADAS

Este ano, o ERECOM será realizado em conjunto com a quinta edição das Jornadas Internas do PPGCOM. A coordenadora do evento, Marise Mendes, faz uma avalia positiva:

“Isso é importante porque a gente conseguiu trazer para as Jornadas, que são voltadas para apresentação de trabalhos dos alunos, as palestras e oficinas”. Marise acredita que esse formato contempla tanto os estudantes de jornalismo quanto os do novo curso de Rádio, Tv e Internet.

O Encontro Regional de Comunicação – ERECOM – foi criado em 2003, visando proporcionar um intercâmbio entre os cursos de Comunicação Social da Zona da Mata e Campo das Vertentes, debatendo temas relevantes no âmbito da graduação, da pós-graduação e das práticas profissionais no campo da Comunicação.
Neste ano, quando se comemoram 60 anos do curso de Jornalismo da UFJF, o ERECOM estará completando 15 anos de existência e dividirá essa importante datas com outra grande celebração,:os 10 anos de criação do Programa de Pós-Graduação, através da realização conjunta com as V Jornadas Internas do PPGCOM.

Os alunos de graduação, bem como os do programa de Pós-Graduação vão apresentar suas produções durante os 3 dias: “A gente entende que o Erecom é uma forma especialmente dos nossos alunos de graduação – que muitas vezes têm mais dificuldade de participar do Intercom ou outros eventos – começarem e se incentivar a apresentar trabalhos”.

Além das apresentações, os alunos também poderão participar de oficinas. Algumas das atividades oferecidas são de edição, música e conteúdo, jornalismo gastronômico e publicidade. As inscrições para participar das oficinas vão ser feitas nesta segunda, a partir das 9h, quando será oficialmente aberto o ERECOM 2017.

Beleza nota 10 em Gramado !

Gramado logo

Gramado é encantadora ! Isso, além de não ser novidade, é voz geral !

O que ainda não é tão conhecido assim é a marca que une Salão e Produtos de Beleza num estilo único e especial, o Gramado Professional !

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A linha de produtos especiais, criada a partir de um Centro Técnico de Beleza

Atendimento Gramado Professional especial para o Festival de Gramado…

Jussara München: anfitriã com look especial de pedras preciosas…

Eles formam uma equipe que alia Salão de Beleza, Cafeteria, Espaço para eventos, cosméticos, showroom e cafeteria gourmet ! São produtos que usam a tecnologia das pedras preciosas com produtos exclusivos para deixar qualquer cabelo e rosto Belos, Chics e Elegantes !

Durante o Festival de Cinema, a Gramado Professional estava com uma equipe à disposição dos convidados e homenageados especiais.

Ali, a hostess era Jussara München, que nos atendia sempre com muita delicadeza e atenção. Sorriso full time e uma beleza de dar inveja !

Aurora Miranda Leão e Jussara München no 45o Festival de Gramado…

Na equipe comandada por Jussara, há maquiadoras e o personal hair style Boaz Gomes, cearense mãos-de-ouro, que trabalha com exímia habilidade, rapidez, sensibilidade e deixa a clientela sempre satisfeita !

Boaz Gomes entre Aurora Miranda Leão e Alice Gonzaga…

Falamos assim  porque tivemos a bendita sorte de sermos atendidas por ele. E nosso look desfilou colhendo elogios pela adorável cidade gaúcha.

No Palácio dos Festivais: a equipe Gramado Professional Hair com Alice Gonzaga e Aurora Miranda Leão…

Jussara Munchen e Boaz Gomes com Aurora Miranda Leão…

E um detalhe muito especial: a linha de produtos Gramado Professional tem fórmulas exclusivas e inovadoras, enriquecidas com minerais de pedras preciosas.

Alana Pinheiro cuida do look de Alice Gonzaga…

Alice Gonzaga, homenageada da 45a edição do Festival de Gramado, conferindo o look após embelezamento com profissionais e produtos Gramado Professional…

Betse de Paula, Alice Gonzaga e Aurora Miranda Leão chegam ao Palácio dos Festivais, em Gramado…

Portanto, nós recomendamos a linha de Beleza GRAMADO PROFESSIONAL para você que está em Gramado, ou a você que pensa em visitar a cidade gaúcha:

Não deixe de fazer uma visita ao salão Gramado Professional Hair: com certeza, seu dinheiro será bem empregado e você vai sair de lá muito mais bonito (a) e feliz !

Jussara Munchen e Alice Gonzaga: beleza e estilo em dose dupla !

Betse de Paula, a diretora do filme Desarquivando Alice Gonzaga, também aprovou o look de sua ‘Estrela’ !

Anote aí:

Gramado Professional Cosmetics

RS 235, nº 33230 Bairro Tirol,  Gramado | Rio Grande do Sul

CONTATO: 54-3286.9493

Luiz Melodia: Brasil perde sua voz-veludo

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Minha voz tá quase muda: perdemos Luiz Melodia…

Arranje algum sangue, escreva num pano: 

PÉROLA NEGRA, TE AMO, TE AMO !

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Rasgue a camisa, enxugue meu pranto…

Ele partiu nesta sexta de nordeste ensolaradamente triste. E a tristeza só não é maior porque nosso genial Pérola Negra já vinha sofrendo há tempos. Foram muitos meses  de internação. Sofria Luiz Melodia num leito de hospital enquanto, do lado de cá, nós, seus inúmeros fãs, sofríamos por saber o motivo da voz calada. Nunca porque faltava o amor, ao contrário: com Melodia, tudo era

Palavra figura de espanto, quanto
Na terra tento descansar

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O cantor, compositor e músico carioca Luiz Carlos dos Santos, o Luiz Melodia, morreu, na manhã desta sexta, 4 de agosto, no Rio. Aos 66, o cantor lutava contra um câncer que atacou a medula óssea. Ele morreu na madrugada, por volta das 5h.

A informação foi confirmada ao colunista Mauro Ferreira, do G1, por Renato Piau, guitarrista que tocou com Melodia, após ligação para a família do artista. Melodia chegou a fazer um transplante de medula óssea e resistiu ao procedimento, mas não vinha respondendo bem à quimioterapia.

 
Desde julho do ano passado, o artista tratava uma doença autoimune, e precisava fazer um transplante de medula, o que acabou acontecendo, segundo sua esposa Jane Reis. Segundo boletim médico divulgado na época pela produção do músico, com o início da quimioterapia, houve uma baixa glicêmica e acidez sanguínea. Por isso, o cantor permaneceu internado no CTI. O câncer voltou e o estado de saúde de Melodia se agravou bastante nesta quinta-feira (3).

O último trabalho do cantor, “Zerima”, foi lançado em 2014. Este foi seu décimo terceiro álbum de estúdio com músicas inéditas.

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Sou feito cobra coral/Semente brota em qualquer local…

MELODIA nasceu em 7 de janeiro de 1951 no Morro do São Carlos, no Estácio, região central do Rio. Filho único, começou sua caminhada na música após ver seu pai tocando em casa. O menino Luiz Carlos dos Santos cresceu jogando bola na favela e dançando nas rodas com os músicos da escola de samba Estácio de Sá. Sua ligação afetiva com o berço foi eternizada numa de suas mais belas canções, “Estácio, Holly Estácio”, na qual determinava que “se alguém quer matar-me de amor, que me mate no Estácio”.

*Com informações do jornal O GLOBO.

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No dia em que ouvi CRUEL, meu coração disparou e as lágrimas transbordaram meu coração…

CONFIRA:

Tudo cruel, tudo sistema
Torre babel, falso dilema
É uma dor que não esconde o seu papel
São Carlos, morro, Borel
Eu subo e nunca estou no céu

Tudo João, nada na mesa
Deu no jornal, mãos na cabeça
Um marginal que já não pode mais fugir
Vai reagir
Menino é bom ficar de olho aí

Que tudo é desse mundo
Surpresa também
Espinho é bem mais fundo
Destino também
O amor tá quase mudo
Minha voz também
Cruel é isso tudo

Tudo tão mal, tão sem beleza
Doce de sal, lágrima presa
O que eles falam não se deve nem ouvir
Verbo mentir
Menino é bom ficar de olho aí

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Só queria que todos tivessem comida
Tivessem oportunidade, tivessem guarida
Não precisassem rezar pedindo melhores dias
Reclamando migalhas, vivendo só de agonia      

*Letra de Pra quê, criação de LUIZ  MELODIA

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É, Luiz, se a gente falasse menos, talvez compreendesse mais…

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O céu hoje ganha um swing novo: Luiz Melodia se junta a Tim Maia… e haja festa no ceú !

P A I X Ã O

A paixão é num instante
Quando vê, ela sumiu
Eu te amo, tu me enganas
É primeiro de abril

Mas não sei viver sem seu xodó
Eu, nós dois, uma pessoa só

A paixão é como um raio
Feito porta que se abriu
O mergulho de uma arraia
Projeto ano de dois mil

Ter paixão é bom
Bombom, feito bala de mel
Se você dar corda
Enrola igual carretel

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Foi muito lindo, MELÔ ! Vai com Deus que a gente aqui continuará cantando, eternamente, suas muitas pérolas negras ! Saravá !

Catanduva perde Salim Muchiba…

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João Elias conquistou o público com seu humor, a partir da Escolinha do Professor Raimundo…

O humorista João Elias nos deixou ontem. Natural da querida cidade de Catanduva (SP), ele estava internado há 90 dias no Hospital Padre Albino, onde teve um acidente vascular cerebral (AVC) durante uma cirurgia vascular de carótidas.  Elias já se recuperava no quarto, quando o quadro de saúde piorou e foi preciso voltar para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

A carreira de João Elias começou no rádio, anos 50. Além de humorista, ele também era pintor e escreveu sete livros. Casado há 46 anos, João Elias deixa três filhos e três netos.

O sepultamento de João Elias acontece neste momento no Cemitério Nossa Senhora de Fátima, em Catanduva.

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Reproduzimos a seguir texto do jornalista Felipe Boso Brida, amigo e conterrâneo do artista:

             Faleceu na noite desta sexta-feira, aos 72 anos, o ator e humorista brasileiro João Antônio Elias de Oliveira, mais conhecido como João Elias. famoso por interpretar o personagem de Salim Muchiba na Escolinha do professor Raimundo (de 1991 a 2000), repetindo o personagem na ‘Escolinha do barulho’ e na ‘Escolinha do Gugu’. Radialista, pintor e escritor, Elias faleceu vítima de problemas cardíacos. Era natural de Catanduva, descendente de turcos e árabes, e viveu até o fim da vida na cidade natal. Era casado, pai de dois filhos. Ao lado do falecido amigo e ator Marcos Plonka (o Samuel Blaunstein, da Escolinha) fizeram centenas de shows humorísticos pelo Brasil afora.

Publicou 7 livros de piadas e contos.      

* Texto gentilmente cedido pelo colega Felipe Boso Brida, crítico e professor de Cinema, conterrâneo do humorista João Elias.

 

Narrativas jornalísticas em debate na UFJF

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A ascensão de programas como o Profissão Repórter e A Liga provam: o fazer jornalístico vem se metamorfoseando cada vez mais no contexto da convergência. Além de o produto  ter-se diferenciado, também o perfil do profissional está mais multifacetado, e a forma de interação também mudou com o público estando cada vez mais ativo.

Para debater as narrativas jornalísticas que vêm surgindo nesse contexto e sua relação com outros campos culturais, o Grupo Mídia e Literatura, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Comunicação (Ppgcom) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), promove a I Jornada de Mídia e Literatura – narrativas em tempos de convergência

Reunindo pesquisadores mineiros, gaúchos e cariocas, a Jornada da UFJF tem apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa de Minas Gerais (Fapemig) e será realizada dias 8 e 9 de maio, das 9h às 17h, no Auditório da Faculdade de Comunicação (Facom).

Segundo a professora Cláudia Thomé, uma das coordenadoras da Jornada, o objetivo principal é promover o diálogo interdisciplinar entre pesquisas de Letras e de Comunicação num momento em que as duas áreas se aproximam ainda mais, em função das narrativas migratórias e convergentes: “O grupo pretende promover o debate sobre as narrativas literárias e midiáticas no contexto da convergência das mídias, a partir de seus deslizamentos de um meio a outro, e do fluxo de referências que as levam a um processo de mutação e de novas produções de sentido”, diz Cláudia.

Cláudia Thomé acredita que, além de divulgar as pesquisas do grupo, o evento é uma forma de proporcionar o debate interdisciplinar sobre a narrativa midiática. “Nós também temos a oportunidade de consolidar parcerias acadêmicas para uma futura rede de pesquisa, tanto com as professoras convidadas, quanto com a Faculdade de Letras da UFJF.”

Para os organizadores, a Jornada é uma forma de proporcionar o debate interdisciplinar sobre a narrativa midiática atual.

Programação e inscrições

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Luiz Ruffato estará na UFJF conversando e lançando livro novo…

A conferência de abertura caberá ao emérito escritor Luiz Rufatto, autor bastante conhecido e, natural da zona da mata mineira e com crônicas publicadas até no El País. O tema é “Navegação fluvial – do rio Pomba ao rio Tietê passando pelo rio Paraibuna…”.

A Jornada também contará com a participação da professora Sonia Cristina Reis, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que discutirá narrativas de pós-guerra na Itália; com a professora Fabiana Piccinin, da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), debatendo narrativas audiovisuais; e o professor Marco Aurélio Reis, da Universidade Estácio de Sá (Unesa-RJ), analisando narrativas jornalísticas e crônicas. 

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas até segunda-feira, 8, através de um formulário online. Os participantes inscritos que tiverem o mínimo de 75% de frequência receberão certificado emitido pela UFJF.

Saiba mais: http://www.ufjf.br/ufjf/

Eu sou apenas uma moça latino-americana…

 Música perde Belchior: Brasil fica mais pobre                          

                                                                        *Aurora Miranda Leão

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A hora avisava o tempo. Despertar, estudar. Bom Dia ! Foi o que disse no Instagram…

“Eu não estou interessado
Em nenhuma teoria/ Em nenhuma fantasia
Nem no algo mais…”

E uma foto do pequeno cidadão comum, apenas um rapaz latino-americano, conterrâneo gigante do Pessoal do Ceará, convidava à legenda:

“Ouvi dizer num papo
Da rapaziada
Que aquele amigo
Que embarcou comigo
Cheio de esperança e fé
Já se mandou...”

BELCHIOR estava indo e uma tristeza imensa foi tomando conta de mim…
Mas música é desmesura incendida e me sussurou, belchianamente:

“E vou viver as coisas novas
Que também são boas
O amor, humor das praças
Cheias de pessoas
Agora eu quero tudo
Tudo outra vez…”

Eis que o coração guardou uma frase pra mim dentro da canção:

“Se você vier me perguntar por onde andei
No tempo em que você sonhava
De olhos abertos, lhe direi:
Amigo, eu me desesperava
Sei que assim falando pensas
Que esse desespero é moda em 76
Mas ando mesmo descontente
Desesperadamente eu grito em português
Mas ando mesmo descontente
Desesperadamente eu grito em português…”

Outrossim, deixando a profundidade de lado, relembro como um analista amigo meu:

“Cada um guarda mais o seu segredo,
A sua mão fechada, a sua boca aberta
O seu peito deserta, sua mão parada,
Lacrada e selada,
E molhada de medo.”

BELCHIOR veio chegando de mansinho: educação e gentileza sempre a postos, um sorriso ingênuo e franco do rapaz que permaneceu novo encantado.  Tarde ensolarada, era dia de entrevista nos estúdios da Universitária FM, doce vivência de nossa estrada profissional. Acabamos por bater um longo papo, nutrido pela inteligência afiada, a sensibilidade inconteste e o bom humor dele, todo especial.

Com o camarada Fagner (outro cearense do coração), Belchior ensinou que saudade não é pra dar medo. Afinal,

“Moro num lugar comum, perto daqui, chamado Brasil.
Feito de três raças tristes, folhas verdes de tabaco e o guaraná guarani”.

Brazil, raças, guaraná, guarani... Belchior e suas letras cheias de bela e sábia poesia. As sintonias aportam conexões num salto de mágica. Assim como um antigo compositor baiano nos dizia… Gilberto Freyre, Darcy Rineiro, Sérgio Buarque, Raymondo Faoro, estudos para entender esta Nação, precisamos retomar a leitura. Que também me traz à lembrança o cronista Artur da Távola… qual as dele, também temos nossas Dissonâncias Cognitivas a avisar das mensagens na caixa precisando respostas, dos amigos que é preciso abraçar, das risadas tantas que não podem faltar… e sobrevêm o mestre Raimundo Rodriguez e sua criatividade tão linda, ‘louca’ e tão oxigênio para a força popular e o Brasil que precisamos destacar ! E junto dele o guerreiro Jorge, notória inspiração, aviva nossos Latifúndios com seu mosaico elegantemente colorido, que sintetizou nosso Pedacinho de Chão e encharcou nosso sonhário, poeticamente frutificado na sincronia inspiradora do mago Luiz Fernando Carvalho, esse gigante da nossa dramaturgia audiovisual. Sim, tudo porque ele era um cara tão sentimental:

“Era um homem de bons modos: ‘Com licença; – Foi engano’
Era feito aquela gente honesta, boa e comovida
Que caminha para a morte pensando em vencer na vida
Era feito aquela gente honesta, boa e comovida
Que tem no fim da tarde a sensação
Da missão cumprida”

Também sentimos assim… e o remédio é cantar – como indicou outro grande menestrel, o seu Humberto Teixeira do Iguatu… e cantamos:

“Não preciso que me digam, de que lado nasce o sol
Porque bate lá o meu coração”.

E pedimos licença, mas neste domingo dispensamos carona da metodologia porque hoje quem dá o tom é a voz do poeta e a canção nos embala:

“Eu estou muito cansado/ De não poder falar palavra/ Sobre essas coisas sem jeito
Que eu trago em meu peito…” 

Sim, “Não quero o que a cabeça pensa eu quero o que a alma deseja”.

Mas o relógio indômito avisa: é hora do almoço e

“Não quero lhe falar
Meu grande amor
Das coisas que aprendi
Nos discos
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo”

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E na parede da memória, saudades escondidas:

“Eu era alegre como um rio,
um bicho, um bando de pardais;
Como um galo, quando havia…
quando havia galos, noites e quintais.”

Embora haja tantas outras, embaladas agora em material de fina estampa… É, os dias eram assim… E a emoção canta agora o perdão assinado pela dupla titânica, Ivan Lins e Vítor Martins:

“Perdoem a cara amarrada/ Perdoem a falta de abraço/ Perdoem a falta de espaço/ Perdoem a falta de folhas/ Perdoem a falta de ar/ Os dias eram assim…”

Emblema imortalizado na voz de ELIS, que descobriu Ivan e anunciou ao mundo a grandeza de Belchior, este pequeno cidadão comum que o poeta Drummond inspirou… ele também, o cearense que pedia “guarde uma frase pra mim dentro da sua canção”, está há muito a merecer obra grandiosa de nossa teleficção audiovisual para embalar sua canção: a teledramaturgia só tem a ganhar !

Como nossos pais é música que já nasceu filme, moldura bela e profunda, e o Brasil, encantado, fará eco:

“Não quero lhe falar
Meu grande amor
Das coisas que aprendi
Nos discos
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo

Viver é melhor que sonhar
Eu sei que o amor
É uma coisa boa
Mas também sei
Que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa…”

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Será que eles venceram ? Não, estaremos sempre na luta !

“Também estou vivo, eu sei,
mas porque posso sangrar
e mesmo vendo que é escuro,
dizer que o sol vai brilhar…”

Sim, precisamos todos rejuvenescer !

STOP: “Eu não estou interessado/ Em nenhuma teoria/ Em nenhuma fantasia/ Nem no algo mais…”

Nossa dor é perceber que ainda somos os mesmos e vivemos como os nossos pais: nossos ídolos ainda são os mesmos e as aparências não enganam, não…

Resta, a FELICIDADE, essa arma quente, e constato que sou apenas uma moça latino-americana, sem parentes importantes e sem dinheiro no banco…

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Vai com Deus, BELCHIOR !

Obrigada por tudo… Emoção, lágrimas e meu aplauso caloroso pra você e sua obra divinal…

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Enquanto as letras calam, a vitrola sintoniza a voz rascante do rapaz de Primeira Grandeza, que insiste em dizer “eu quero é que este canto torto corte a carne de vocês”:

E eu fui embora sorrindo, sem ligar pra nada; como vou ligar
Para essas coisas quando eu tenho a alma apaixonada ?

Do outro lado, ele e o parceiro Ednardo, deixaram AURORA sobre a mesa:

Sonhos de aurora eu sonhava
No colo de minha irmã
Clareia manhã, clareia
Abre as janelas, manhã
Clareia manhã, clareia
Abre as janelas manhã
E deixa essa casa cheia
Do teu cheiro de romã

E o coração dialoga:

_ Sou o que escondo sendo uma mulher
Igual a tua namorada
Mas o que vês,
Quando mostro estrela de grandeza inesperada…

_ A força masculina atrai não é só ilusão/ A mais que a história fez e faz o homem se destina/ A ser maior que Deus por ser filho de adão/Anjo, herói, prometeu, poeta e dançarino/A glória feminina existe e não se fez em vão…

Sigamos BELCHIOR como ele nos ensinou:

É louco que pensou na vida sem PAIXÃO !

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BELCHIOR: saudade e muita emoção na partida do mestre…