Arquivo da categoria: SÉTIMA ARTE

Comentários e notas sobre a Sétima Arte, privilegiando o Cinema Brasileiro

Inscrições ao Cine Ceará

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Inscrições abertas para a 29a edição do Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema, que acontecerá em setembro em Fortaleza. Inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 31 de maio, exclusivamente pelo website do festival www.cineceara.com, através do preenchimento e envio eletrônico da Ficha de Inscrição.

Os curtas cearenses inscritos que não forem selecionados para a Competitiva Brasileira serão submetidos à comissão de seleção da Mostra Olhar do Ceará. Uma novidade é que a partir deste ano o Festival reservará para mulheres diretoras no mínimo 30% do total de produções concorrentes nas três mostras juntas: Competitiva de Longa, Competitiva de Curta e Olhar do Ceará.

Com mostras competitivas e paralelas, exibições especiais, debates, oficinas e a forte presença de profissionais das mais diversas áreas do audiovisual, em especial do cinema, local, nacional e internacional, o 29º Cine Ceará reforça seu compromisso de levar ao público cearense uma parcela significativa da produção de cinema e vídeo ibero-americanos.

Quem pode participar das Competitivas

Mostra Competitiva Ibero-americana de Longa-metragem é destinada a filmes de produtores ou diretores ibero-americanos (países da América Latina, Caribe, Portugal e Espanha) nos gêneros de animação, ficção, documentário ou experimental, concluídos a partir de 2018 com duração mínima de 60 minutos.

Podem participar da seleção para a Mostra Competitiva Brasileira de Curta-metragem produtores e/ou diretores brasileiros ou radicados no país há mais de três anos, com filmes nos gêneros ficção, documentário, animação ou experimental de até 25 minutos, concluídos a partir de janeiro de 2018, que não tenham participado do processo seletivo de outras edições do Festival. Para ambas as mostras, a prioridade na seleção será para obras inéditas e os filmes devem ter a classificação indicativa conforme estabelecido pelo Ministério da Justiça.

JÚRI OFICIAL – Os selecionados na Competitiva de Longa-metragemconcorrerão ao Troféu Mucuripe, que será concedido ao vencedor indicado pelo Júri Oficial nas categorias de Melhor Longa-metragem, Direção, Fotografia, Montagem, Roteiro, Som, Trilha Sonora Original, Direção de Arte, Ator e Atriz. Na Competitiva de Curta os selecionados vão disputar o troféu Mucuripe nas categorias de Melhor Curta-metragem, Direção, Roteiro e Produção Cearense.

Também recebem o troféu Mucuripe o melhor longa-metragem e melhor curta das competitivas Ibero-americana e Brasileira eleitos pelo Júri Abracine (Prêmio da Crítica) e pelo Júri Olhar Universitário.

A Mostra Olhar do Ceará também vai premiar com o Troféu Mucuripe o melhor filme cearense. Todos os detalhes sobre as inscrições, processo seletivo e premiação das mostras competitivas, entre outras informações, podem ser consultados no regulamento disponível no site do Festival.

O 29º Cine Ceará é uma promoção da Universidade Federal do Ceará, através da Casa Amarela Eusélio Oliveira, com apoio do Governo do Estado do Ceará por meio da Secretaria da Cultura, e do Ministério da Cidadania – Secretaria Especial da Cultura. A realização é da Associação Cultural Cine Ceará e a Bucanero Filmes e conta com patrocínio de empresas públicas e privadas, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (SIEC) e da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

SERVIÇO

29° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – Inscrições abertas até 31 de maio para as mostras competitivas Ibero-americana de Longa-metragem e Brasileira de Curta-metragem desta edição, que acontecerá em setembro. Informações:

www.cineceara.com. E-mail: contatos@cineceara.com. Tel: (85)3055-3465 e 3261-0646.

 

Empate de Cinema em Gramado !

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A noite de sábado, 25 de agosto, foi de festa de cinema e entrega de KIKITOS em Gramado. A 46a edição do festival de cinema mais conhecido do país consagrou os longas “Ferrugem” e “Benzinho“, coroando cada um dos filmes com 7 troféus. Já a coprodução paraguaia “As herdeiras” dominou a premiação na mostra de longas estrangeiros. 

Os discursos políticos por parte dos artistas premiados, com aplausos e vaias como resposta do público, permearam toda a festa. A defesa aguerrida do curta-metragem como formato a ser considerado no novo sistema de pontuação da Agência Nacional de Cinema (Ancine) também entrou na agenda de reivindicações dos cineastas.

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Na competição brasileira, Ferrugem ficou com o Kikito de melhor filme e mais dois troféus, de melhor roteiro, dividido pelo diretor Aly Muritiba e a corroteirista Jessica Candal, e de melhor desenho de som, para Alexandre Rogoski.

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Adriana Esteves e Karine Teles em cena de Benzinho

“Benzinho”, que está em cartaz no circuito comercial desde quinta, ficou com quatro estatuetas, incluindo os prêmios das votações da crítica e do júri popular. Do júri oficial, o título levou os troféus de melhor atriz, para Karine Teles, e de melhor atriz coadjuvante, para Adriana Esteves.

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Premiado como Melhor Ator, Osmar Prado pediu a volta do Estado de Direito no Brasil, o fim das conduções coercitivas e denunciou “a injusta prisão do presidente Lula”.

O restante da premiação artística ficou dividida entre “10 segundos para vencer” e “A voz do silêncio”, com dois Kikitos cada. Do primeiro, Osmar Prado, como Kid Jofre, pai e treinador de Éder Jofre, ganhou o prêmio de melhor ator, e Ricardo Gelli, como Tonico Zumbano, ficou com o prêmio de melhor ator coadjuvante. Do outro, André Ristum ficou com a estatueta de direção, e Gustavo Giani com o de montagem.

Simonal amealhou três prêmios, todos técnicos. Entre eles, o de melhor trilha sonora, para os irmãos Max de Castro e Simoninha, músicos e filhos de Wilson Simonal.

Única animação da competição brasileira de longas e o representante gaúcho da mostra, A cidade dos piratas recebeu uma menção honrosa do júri. Na justificativa da premiação, no entanto, um aviso: não foi por unanimidade.

O júri formado pelo exibidor Adhemar de Oliveira, pelo produtor Rodrigo Teixeira, pela atriz Zezé Polessa e pelos diretores Iberê Carvalho e Lina Chamie deixou de fora dois filmes. “Mormaço“, de Marina Meliande, e “O avental rosa”, de Jayme Monjardim.

*Com informações de ALESSANDRO GIANNINI
Leia mais: https://oglobo.globo.com/cultura/filmes/ferrugem-benzinho-sao-os-grandes-vencedores-do-46-festival-de-gramado-23012343#ixzz5PJx0avdP 
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Filme estreia dia 30: vamos ao Cinema !

Festival de Gramado começa nesta sexta

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Será aberta amanhã a 46a edição do Festival de Cinema de Gramado !

As ruas da cidade gaúcha estão inteiramente decoradas com motivos do evento – incluindo as bicicletas que homenageiam filmes e os premiados desta edição. No Hotel Serra Azul, a estrutura de recepção aos convidados e imprensa, e as salas de debates e conferências ganharam módulos e praticáveis que segmentam os amplos salões, com a identidade visual do festival. 
Ao todo, entre 400 e 500 trabalhadores estão envolvidos diretamente na realização do evento, dividindo-se entre as equipes de produção geral, produção de palco, Gramado Film Market, bilheteria e Educavideo, além daquelas que dão suporte técnico para que tudo aconteça a contento, como o receptivo, segurança, limpeza, produção, transporte, brigadistas e o pessoal responsável pelos geradores.
Nesta edição 2018, o Festival de Cinema de Gramado conta com patrocínio de Snowland,  Stella Artois e Casa Aveiro By Dolores. Tem ainda apoio de Gramado Parks, Stemac Grupos Geradores, Lugano, Cristais de Gramado, Viviela London, G2 Net Sul e ENIT – Agência Nacional de Turismo da Itália. A agência oficial é a Vento Sul Turismo, e a empresa responsável pelo transporte, a Kia.

Abraccine lança livro sobre os 100 filmes essenciais da animação nacional

A Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine) vai lançar, dia 20, o livro Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais, que apresenta as principais obras do gênero no Brasil, cuja trajetória começou em 1917 com o curta-metragem “O Kaiser”, dirigido por Seth. O livro também oferece artigos históricos registrando os principais movimentos e personagens da centenária história da animação brasileira.

Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais é a terceira publicação da série “Melhores”, lançada pela entidade, que já compilou destaques entre os documentários e entre todos os filmes brasileiros da história. Além de repetir a parceria com o Canal Brasil e a editora Letramento, a obra contou com a parceria da ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação.

No lançamento, haverá debate entre cineastas e críticos sobre o panorama da animação brasileira. Os convidados para a mesa são Nara Normande, diretora do curta “Guaxuma”, que participa da competição em Gramado; Ivonete Pinto, autora de artigo sobre “Castelos de Vento” e professora da Universidade Federal de Pelotas; Daniel Feix, presidente da Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul; e Gabriel Carneiro, organizador de Animação Brasileira – 100 Filmes Essenciais e integrante do júri da imprensa no Festival de Gramado. A mediação será de Paulo Henrique Silva, presidente da Abraccine e também organizador do livro, que estará à venda na ocasião.

Depoimentos de diretores convidam para o Festival

As redes do 46º Festival de Cinema de Gramado já estão no clima do evento, com dezenas de depoimentos de cineastas, atores e atrizes, que estarão na serra gaúcha para o mais tradicional festival de cinema do Brasil, realizado de forma ininterrupta desde sua criação, em 1973. No Facebook, vídeos gravados por figuras importantes do cinema nacional mostram as expectativas de quem está contando os minutos para mostrar suas produções.

É o caso de Jayme Monjardim, que depois de ser aclamado com sua superprodução “Olga”, em 2004, que abriu o festival de cinema em sessão hors-concours, apresenta, em 2018, aquele que ele vem considerando seu primeiro filme autoral, “O Avental Rosa”: “Vai ser um momento mágico”, aposta. André Ristum, diretor de “A Voz do Silêncio”, quarto filme com o qual participa em Gramado, espera uma “noite incrível, com sala cheia” para a estreia nacional de seu longa: “Será a primeira sessão pública no Brasil!”, comemora.

Já a diretora de O Banquete, Daniela Thomas, escreveu depoimento sobre as razões por trás de seu filme – desde a concepção do roteiro, o desafio de filmar em planos-sequência de mais de uma hora de duração, até a trajetória da ideia, surgida há mais de 20 anos: “Um filme construído, de um lado, pelo meu fascínio por atores – com quem trabalho e convivo há quarenta anos – com o engajamento que eles podem trazer para um papel, e de outro, pela verossimilhança que persigo no meu cinema e que aqui centrou-se no diálogo”, declara.

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Palácio dos Festivais Abre Hoje

Nesta quinta, o Palácio dos Festivais abrirá suas portas para a avant-première do evento, quando o público pode conferir a produção dos jovens cineastas gramadenses. São obras produzidas dentro do escopo do Programa Municipal Escola de Cinema, o Educavídeo, que este ano acolhe 75 alunos de colégios públicos de Gramado, oferecendo capacitação em técnica audiovisual.

 

 

 

 

Eleições no Brasil: 25 anos de História

livro LENDA jul 2018 - Cópia

Será aberto amanhã em Curitiba o XI Congresso da Associação Brasileira de Ciência Política. 

Promovido pela Associação Brasileira de Ciência Política (ABCP), o congresso vai reunir na capital paranaense alguns dos mais importantes nomes de estudiosos de Ciência Política e áreas correlatas.

O Congresso da ABCP terá como cenário o campus da Reitoria da Universidade Federal do Paraná, de 31 de julho a 3 de agosto de 2018. O tema geral do Encontro é Democracia e representação: impasses contemporâneos.

Amanhã à noite, quando da solenidade de abertura do XI Congresso da ABCP, serão lançadas algumas publicações, dentre os quais destacamos o livro “25 anos de Eleições Presidenciais”, organizado por Felipe Borba e Argelina Cheibub Figueiredo. Cientistas sociais de fundamental relevância na área participam com artigos. Confira aqui o que o livro apresenta:

SUMÁRIO
PARTE I
TENDÊNCIAS E PADRÕES DAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

CAPÍTULO 1 – O PERSONALISMO (RACIONAL) E O PRESIDENCIALISMO NA POLÍTICA BRASILEIRA
Glaucio Ary Dillon Soares
Sonia Terron

CAPÍTULO 2 – DUVERGER NOS TRÓPICOS: COORDENAÇÃO E ESTABILIDADE NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS BRASILEIRAS PÓS-REDEMOCRATIZAÇÃO
Fernando Limongi
Fernando Guarnieri

CAPÍTULO 3 – VOTOS NULOS E EM BRANCO NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS BRASILEIRAS
Jairo Nicolau

CAPÍTULO 4 – O VOTO DO ELEITOR POBRE NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS (1989-2014)
Argelina Figueiredo
Natalia Maciel
Sergio Simoni Jr.
Thiago Moreira

CAPÍTULO 5 – POR QUE DILMA DE NOVO? UMA ANÁLISE EXPLORATÓRIA DO ESTUDO ELEITORAL BRASILEIRO DE 2014
Oswaldo E. do Amaral
Pedro Floriano Ribeiro

PARTE 2
OPINIÃO PÚBLICA, CAMPANHA ELEITORAL E VOTO

CAPÍTULO 6 – O VIÉS DA COBERTURA POLÍTICA DA IMPRENSA NAS ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS BRASILEIRAS DE 2002, 2006 E 2010
Pedro Santos Mundim

CAPÍTULO 7 – HORÁRIO GRATUITO DE PROPAGANDA ELEITORAL: ESTILO, ESTRATÉGIAS, ALCANCE E OS DESAFIOS PARA O FUTURO
Afonso Albuquerque
Camilla Tavares

CAPÍTULO 8 – FINANCIAMENTO POLÍTICO NA NOVA REPÚBLICA
Vitor Peixoto
Mauro Campos

CAPÍTULO 9 – RELAÇÃO ENTRE PROPAGANDA, DINHEIRO E AVALIAÇÃO DE GOVERNO NO DESEMPENHO DE CANDIDATOS EM ELEIÇÕES MAJORITÁRIAS NO BRASIL
Felipe Borba
Emerson Urizzi Cervi

CAPÍTULO 10 – DEBATES ELEITORAIS NA TV COMO EVENTOS DE CAMPANHA…….225
Fábio Vasconcellos

CAPÍTULO 11 – VINTE E CINCO ANOS DE CAMPANHAS NO BRASIL: DE COLLOR A DILMA
Mara Telles
Joyce M Leão Martins
Teresinha Pires
Erica Anita

CAPÍTULO 12 – DISRUPÇÃO NOS MODELOS DE COMUNICAÇÃO ELEITORAL: DESAFIOS E TENDÊNCIAS NO BRASIL CONTEMPORÂNEO
Fábio Vasconcellos
Emerson Urizzi Cervi

*O lançamento é aberto ao público.

Mais informações: http://alacip.org/?p=15975

Cais de Vitória vira tela de cinema: vai começar o Cine Rua 7 !

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Mais uma vez, o cineasta capixaba GUI CASTOR traz inovações ao espaço urbano de Vitória, a partir do audiovisual. Desta vez, ele volta a realizar o concorrido festival Cine Rua 7, idealizado por ele, tendo como telão a obra inacabada do cais do porto da capital do Espírito Santo.

O paredão lateral do Cais das Artes, vai abrigar, a partir de quarta-feira, as sessões de cinema e música do Cine Rua 7. A programação inclui seminários, apresentações musicais e exibição de filmes curta-metragens.

É o cineasta e produtor cultural Gui Castor quem explica: 

“Começamos em 2011, na rua 7. Em 2015, última edição, realizamos no Vão da Terceira Ponte. E agora, na quinta edição, iremos realizar nas paredes do Cais das Artes. O que buscamos com o festival é criar um espaço lúdico em que o publico possa participar de forma heterogênea com conteúdos de qualidade. E fazer com que estes momentos fiquem na memória das pessoas. O Cais das Artes é uma projeção. Uma edificação que será um importante espaço cultural no estado. Ocupar as paredes da sua estrutura é uma forma de provocar o publico a uma consciência critica de uma realidade cultural que está por vir”.

Cais

Cais das Artes, e, Vitória (Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta)

O Cais das Artes foi lançado em 2008, tem uma área construída de 22.500 m2. A proposta é que o espaço seja uma importante estrutura cultural para a cidade, porém a obra continua inacabada: deveria ter sido finalizada em 2012 mas, até agora, são seis anos de promessas.

 “O Cais das Artes é uma realização muito esperada pelo povo de Vitória. quando você projeta e realiza alguma coisa ali, você provoca as pessoas para olharem o espaço com a atenção devida”

O Cine Rua Sete será aberto na quarta, dia 23, às 19h, com show de Dan Abranches, seguindo-se a mostra Through the surface of the pages.

Já na quinta, no mesmo horário, a música fica por conta do Trio Ventaca e performance de Alyne Curi, seguindo-se da Mostra Anatomia Mágica. Ambas as mostras tem  curadoria de Júlio Martins e debate após cada sessão. 

Já na sexta, 25, a noite começa com o piano-solo de Jeremy Naud, seguindo-se a exibição da mostra Montagem: Godard, Marker e Rocha, que exibirá filmes dos cineastas Jean-Luc Godard, Chris Marker e Glauber Rocha, com seu inspirado documentário DI.

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SERVIÇO

CINE RUA SETE – Festival de Cinema de Rua

Quando: de 23 a 25 de maio

ONDE: Cais das Artes de Vitória, a partir das 19h

Endereço: Rua Judite Maria Tovar Varejão, 530-574, enseada do Suá.

Argentina recebe inscrições ao CineMigrante

Se abre la convocatoria para participar del 9° edición del Festival Internacional CineMigrante, Cine y Formación en Derechos Humanos de las personas migrantes a realizarse entre el 18 y 26 de Septiembre de 2018, en la Ciudad de Buenos Aires, Argentina, con entrada libre y gratuita.

CineMigrante invita a participar a todos aquellos largometrajes, mediometrajes y cortometrajes que aborden la movilidad humana, entendiéndola desde la simple necesidad de movimiento del cuerpo; desde la acción de caminar un territorio en busca de un sustento; desde la necesidad de salir de un estado de guerra, de conflictividad; desde un movimiento que cruza una frontera física, interna o imaginaria, que sale del estado de indefensión hacia la acción; desde el habitar un nuevo espacio, ocuparlo y modificarlo.

Se reciben obras en los géneros documental, ficción, animación y experimental, producidas con posterioridad al año 2015. El límite para la recepción de obras para participar de la 9ª Edición es el 1 de julio de 2018.

El Jurado, integrado por destacados especialistas en cine, producción audiovisual, producción cultural, medios y pensamiento crítico, distinguirá al Mejor Largometraje y al Mejor Mediometraje/Cortometraje con premios para la postproducción o producción y premiaciones especiales por temática a cargo de las diferentes instituciones participantes.

CineMig

CineMigrante es un espacio cinematográfico que convocó a más de 48.100 personas en sus ocho ediciones anteriores y en los espacios cinematográficos así como de formación y promoción en derechos humanos de cada edición. El Festival Internacional CineMigrante, es una oportunidad para incorporar, a la agenda cinematográfica y cultural de Argentinaproducciones de alta calidadno posibles de ser exhibidas en los circuitos comerciales. Hoy, CineMigrante se conforma como un espacio artístico y de difusión cultural con gran repercusión no sólo en la Argentina sino en América Latina y el mundo, replicando su experiencia en muestras en diversas ciudades como Bogotá, Barcelona, Venecia, México y Costa Rica.

CineMigrante es un espacio que permite difundir, visibilizar y sensibilizar acerca de las vivencias, experiencias y problemáticas de todas aquellas personas que habitamos este mundo y que, en un momento y por algún motivo, hemos decidido salir del lugar donde nacimos y migrar o simplemente movernos. Tenemos como objetivo generar instancias de reconocimiento en los otros y en las otras, un reconocimiento de la ‘otredad’ interna que permita afianzar nuestra identidad, contribuir a nuestro conocimiento histórico e individual, reflejarnos en todos y todas para conformarnos nuevamente

 ¡Te invitamos a sumarte!

Inscripciones Reglamento

Cinemigrante.org 

CineMigrante es igualdad de derechos no por haber nacido en algún lugar, sino por el simple hecho de estar en algún lugar. CineMigrante migra, sale a caminar un sendero, por voluntad o por obligación, por necesidad de luchar para ser.

CineMigrante no es frontera, CineMigrante es horizonte

‘A cidade do futuro’ estreia em todo o país

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Estreia nesta quinta, nos principais cinemas do país, A Cidade do Futuro, filme de Marília Hughes e Cláudio Marques, do premiado “Depois da Chuva”. O segundo longa da dupla foi eleito o Melhor filme Latino Americano no BAFICI (Buenos Aires), Melhor filme internacional no Newfest, em Nova Iorque, e Melhor Filme pelo Público no Olhar de Cinema (Curitiba).

O filme se passa em Serra do Ramalho, a tal ‘cidade do futuro’ prometida pelos militares nos anos 70”. Localizado na região Oeste do Norte baiano, o município foi criado durante a Ditadura Militar para abrigar as cerca de 73 mil pessoas deslocadas dos seus lares, para dar lugar à represa de Sobradinho.

Em A Cidade do Futuro, Milla é professora de teatro e Gilmar é professor de história. Em suas aulas, ambos buscam resgatar as marcas que a remoção forçada deixou em seus pais e avós, assim como nos do vaqueiro Igor. Seus parentes não tiveram opção, mas eles estão determinados a resistir à opressão conservadora, sexista e machista.

 A Cidade do Futuro é uma ficção criada com base no real, e a narrativa traz à tona questões sobre direitos civis de uma população considerada, muitas vezes, de segunda classe, conta Marques, que também assina o roteiro.

O filme foi exibido em 14 países, passando por 38 festivais nas Américas, Europa, Ásia e Oceania, sendo um dos filmes brasileiros que mais circulou internacionalmente em 2017. 

A Cidade do Futuro conta com a distribuição da Espaço Filmes, em trabalho conjunto com a Vitrine Filmes. Ele foi premiado com R$ 300 mil no edital IRDEB/ FSA, programa Brasil de Todas as Telas de 2014, e tem patrocínio ANCINE – Agência Nacional do Cinema.

 Acompanhe o filme nas redes sociais:

Facebook: https://www.facebook.com/pg/A-Cidade-do-Futuro-The-City-of-theFuture-901158243237871/posts/

Instagram: A_Cidade_do_Futuro

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Ficha Técnica

A Cidade do Futuro

Direção e Produção: Cláudio Marques e Marília Hughes

Roteiro: Cláudio Marques

Fotografia: Gabriel Martins

Direção de Arte: Carol Tanajura

Direção de Produção: Michele Perroni

Som: Edson Secco

Montagem: Cláudio Marques e Joana Collier

Assistente de Direção: Clara Linhart e Sofia Corral

Vencedor do Edital IRDEB/ FSA (Brasil de Todas as Telas) – 2014

Sinopse curta: Em uma região marcada pelo machismo e pela homofobia, Milla, Gilmar e Igor formarão uma família fora dos padrões.  

Prêmios

* Melhor filme Latino Americano no BAFICI (Buenos Aires)

* Melhor filme internacional no Newfest (New York LGBT Film Festival’s)

* Melhor filme (Prêmio do Público) no Olhar de Cinema – Curitiba International Film Festival

* Melhor filme brasileiro e melhor direção no 10º For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual 

Uma produção: Coisa de Cinema

Coisa de Cinema surgiu em Salvador, em 1995. Responsável pela publicação do jornal tablóide de mesmo nome, que circulou em 5 capitais e contou com mais de 70 mil exemplares. A empresa se tornou responsável pelo Panorama Internacional Coisa de Cinema, que surgiu em 2002 e já está em sua décima primeira edição em 2015.

Desde 2006, Coisa de Cinema produziu seis curtas (entre eles Carreto e Nego Fugido), que participaram de 160 festivais e conquistaram 72 prêmios.

Depois da Chuva, primeiro longa-metragem da produtora, conquistou os prêmios de Melhor Roteiro, Trilha Sonora e Ator no 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Internacionalmente, estreou no 43º Rotterdam Film Festival, um dos cinco mais importantes da Europa e participou de mais de 30 festivais no mundo todo.

Lançado comercialmente no Brasil, o longa recebeu dezenas de excelentes criticas, sendo considerado por Sérgio Alpendre, da Folha de São Paulo, o melhor longa brasileiro da nova geração dos últimos dez anos.

Bio e Filmografia dos diretores

Marília Hughes nasceu em Vitória da Conquista, Bahia, em 1978, e mora em Salvador desde 1991. Graduada em Psicologia (1996-2002) pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (2007-2009) pela UFBA/PósCom. Sócia da empresa Coisa de Cinema, na qual trabalha desde 2006 como diretora, produtora e editora. Marília realizou diversos curtas premiados e, desde 2007, é produtora geral do Panorama Internacional Coisa de Cinema, festival internacional de cinema que acontece em Salvador desde 2002. Depois da Chuva é seu primeiro longa-metragem.

 Cláudio Marques nasceu em Campinas, São Paulo, em 1970, e mora em Salvador desde 1982. Cláudio foi editor e crítico do jornal Coisa de Cinema durante oito anos (1995-2003). Colaborou para os jornais Tribuna da Bahia e A Tarde. Idealizou e hoje é o principal coordenador do Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha. Cláudio é o idealizador e coordenador do Panorama Internacional Coisa de Cinema; dirigiu, roteirizou e montou diversos curtas premiados. Depois da Chuva é seu primeiro longa-metragem.

 

Gui Castor inova, mais uma vez, e vai lançar Cinema em Vinil

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Em Vitória, há um festival de cinema que nasceu pequenino mas cheio de ousadia. É o aguerrido CINE RUA 7 !
Também pudera: o festival nasceu de uma ideia do fotógrafo, cineasta, publicitário e documentarista Gui Castor, um capixaba cheio de talento e criatividade, que tivemos a alegria de conhecer na bucólica região do Caparaó, em 2006, e nossa conexão foi imediata.
Gui e o Cine
Gui Castor: cineasta e produtor capixaba
De lá pra cá, nunca mais nos desencontramos. Gui Castor é autor (diretor, roteirista e produtor) de alguns dos filmes mais instigantes e bem feitos do país. A diversidade temática é uma de suas marcas, assim como o destaque para questões sociais, com critérios singulares de alteridade, e uma riqueza imagética e de enfoque que o tornam um dos cineastas mais importantes e fecundos de uma geração atenta ao que acontece no seu entorno e, no caso dele, em conexão com coisas relevantes, onde quer que elas estejam sendo produzidas.
Assim como Gui Castor,foi só o Cine Rua 7 ganhar o centro de Vitória e a luz de seu telão se acender para que o festival ganhasse as cores, as caras e os corações da grande Vitória. Já há alguns anos, o Cine Rua 7 virou referência na agenda de eventos audiovisuais do país e é lindo ver o festival acontecendo, os filmes iluminando a efervescente Rua 7 (no coração comercial da capital capixaba) e as pessoas brilhando os olhos e aplaudindo as exibições, de todos os gêneros, para todos os gostos.
E este ano,  Gui Castor já anuncia mais uma novidade para seu querido e grandioso festival da Rua 7:o LP do Cine Rua 7 !
Rua 7
O centro de Vitória pára para verouvir o Cine Rua 7 !
Foi ao final da última edição do festival, em 2015, que surgiu a ideia de fazer o LP Cine Rua 7.
A trilha sonora será composta por músicas autorais de bandas que participaram das edições do festival.
Entre uma música e outra, depoimentos de pessoas que estiveram na plateia de uma edição muito foda feita pelo estúdio Funky Pirata.
Participaram: Zeela; Lordose pra Leão (música inédita); Sol na Garganta do Futuro; Soltos & Prensados; Big Bat Blues Band, Camarilo, Espírito de Porco (inédita) e uma gravação ao vivo de uma ação feita pelos músicos Negoleo; Anderson Paiva (Xuxinha); Hugo Coutinho e Jeremy Naud.
Agora, Gui Castor e a equipe que trabalha com ele na realização do Cine Rua 7 estão em uma campanha de financiamento coletivo para a produção do disco.
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Gui Castor prepara mais uma edição do Cine Rua 7…

AMOR, PAZ, LUZ e FELIZ NATAL !

NATAL Blog

       A você, leitor amigo, e a todos os nossos leitores, parceiros, professores, colegas

                 e queridos que vamos encontrando pelos quatro cantos do mundo !

          Que saibamos ser NATAL em todos os dias do Novo Ano que se avizinha !

    Muito OBRIGADA a todos pelo carinho da visita e pela intensidade da sintonia !

               Sorrie, divulgue, compartilhe !

                      O #blogauroradecinema agradece !

 

Competências Midiáticas são tema de congresso internacional que começa hoje

Nenhum texto alternativo automático disponível.

Começa hoje em Juiz de Fora o II Congresso Internacional sobre Competências Midiáticas, realização da Faculdade de Comunicação da UFJF.

A abertura está grifada para às 9h desta segunda no Museu de Arte Murilo Mendes. Durante os três dias do congresso, a cidade mineira vai receber pesquisadores, profissionais e estudantes de Comunicação do exterior e de várias cidades do país.

O objetivo é promover o intercâmbio de informações sobre as Competências Midiáticas e os resultados encontrados no projeto conjunto que está sendo desenvolvido pela Rede Alfamed. O congresso terá a presença de palestrantes do Brasil e do exterior.

A programação prevê discussões sobre o panorama atual midiático e os desafios para a popularização deste campo de estudos a fim de promover o desenvolvimento da Competência Midiática no século XXI.

                                        SERVIÇO: 

II Congresso Internacional sobre Competências Midiáticas 
Quando: de 23 a 25 de outubro de 2017 em Juiz de Fora.

Local: FACOM – UFJF

Entrada Franca.

Mais informações:
http://cicom.observatoriodoaudiovisual.com.br/