Festivais com inscrições abertas

FACHA

O lll Festival de Curtas-Metragens FACHA é uma oportunidade para os jovens cineastas mostrarem seus trabalhos, além de celebrar o cinema independente universitário, com propostas inovadoras, e fomentar a reflexão sobre temas atuais, a partir de debates com a sociedade.

Todos os curtas inscritos serão exibidos no projeto CineMemória, que leva importantes figuras do mercado cinematográfico para debates com estudantes sobre a área, e conta com uma comissão composta por professores e cineastas, que vai selecionar os três melhores curtas para receber o prêmio Corujinha de Ouro.

As inscrições vão até 31 de maio. Mais informações: (21) 2102-3100 ou pelo e-mail nac@facha.edu.br

pirenopolisdoc-capa

O Festival de Documentário Brasileiro – PirenópolisDoc está com inscrições para seu laboratório de montagem de filmes documentários, o Programa Primeiro Corte. O programa acontecerá durante o festival (em agosto), num formato de imersão, com duração de três dias, e é voltado para documentários de longa-metragem. Os participantes selecionados contarão com uma tutoria especial na montagem de seus filmes e, ainda, uma consultoria de mercado. As inscrições são gratuitas pelo site do festival (www.pirenopolisdoc.com.br) e estão abertas até 4 de junho.

O Programa Primeiro Corte – PPC nasceu na primeira edição do PirenópolisDoc e vem se ampliando a cada ano como parte importante da programação do festival, que tem se destacado no país como uma oportunidade única aos realizadores em processo de montagem, pois consiste num laboratório com consultoria especializada e direcionada para as obras selecionadas. Durante o processo, os participantes têm a oportunidade de projetar trechos ou a íntegra de seus trabalhos, além de tê-los analisados e comentados por cineastas, montadores e documentaristas de renome nacional.

Este ano, a tutoria fica por conta do documentarista e Mestre em cinema, Marcelo Pedroso, e a consultoria de mercado – novidade que faz parte da proposta do festival de ampliar as possibilidades de difusão dos projetos participantes – será feita por Renee Castelo, curadora da Globo News Documentário.

Para participar, os interessados devem selecionar um corte de 15 minutos de seus trabalhos em fase de finalização, e submetê-lo para pré-análise do tutor do programa, conforme o formulário de inscrição.

O resultado dos filmes selecionados será divulgado em julho. A imersão acontecerá presencialmente na cidade de Pirenópolis durante os dias 8, 9 e 10 de agosto.

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O Militum Festival de Cinema de História Militar, organizado pela Pátria Filmes,  objetiva incentivar a produção independente de cinema, promover o acesso a obras audiovisuais inovadoras, culturais e educativas, bem como proporcionar o debate, a discussão, o aprendizado e a difusão do conhecimento sobre a história militar brasileira.

O Festival possui inscrições abertas em caráter permanente para suas futuras edições. O Militum acontecerá sempre em setembro. Por isso, os filmes inscritos até 31 de julho serão validados para a edição do mesmo ano. As obras inscritas após 1 de agosto concorrerão na edição do ano seguinte.

Podem se inscrever obras de todos os gêneros, de qualquer duração, ano de realização e nacionalidade, desde que abordem como tema central a história militar brasileira, seus estudos, fatos, versões e personagens.

Regulamento e as inscrições disponíveis em www.patriafilmes.com/festival-militum.

Cais de Vitória vira tela de cinema: vai começar o Cine Rua 7 !

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Mais uma vez, o cineasta capixaba GUI CASTOR traz inovações ao espaço urbano de Vitória, a partir do audiovisual. Desta vez, ele volta a realizar o concorrido festival Cine Rua 7, idealizado por ele, tendo como telão a obra inacabada do cais do porto da capital do Espírito Santo.

O paredão lateral do Cais das Artes, vai abrigar, a partir de quarta-feira, as sessões de cinema e música do Cine Rua 7. A programação inclui seminários, apresentações musicais e exibição de filmes curta-metragens.

É o cineasta e produtor cultural Gui Castor quem explica: 

“Começamos em 2011, na rua 7. Em 2015, última edição, realizamos no Vão da Terceira Ponte. E agora, na quinta edição, iremos realizar nas paredes do Cais das Artes. O que buscamos com o festival é criar um espaço lúdico em que o publico possa participar de forma heterogênea com conteúdos de qualidade. E fazer com que estes momentos fiquem na memória das pessoas. O Cais das Artes é uma projeção. Uma edificação que será um importante espaço cultural no estado. Ocupar as paredes da sua estrutura é uma forma de provocar o publico a uma consciência critica de uma realidade cultural que está por vir”.

Cais

Cais das Artes, e, Vitória (Foto: Luciney Araújo/ TV Gazeta)

O Cais das Artes foi lançado em 2008, tem uma área construída de 22.500 m2. A proposta é que o espaço seja uma importante estrutura cultural para a cidade, porém a obra continua inacabada: deveria ter sido finalizada em 2012 mas, até agora, são seis anos de promessas.

 “O Cais das Artes é uma realização muito esperada pelo povo de Vitória. quando você projeta e realiza alguma coisa ali, você provoca as pessoas para olharem o espaço com a atenção devida”

O Cine Rua Sete será aberto na quarta, dia 23, às 19h, com show de Dan Abranches, seguindo-se a mostra Through the surface of the pages.

Já na quinta, no mesmo horário, a música fica por conta do Trio Ventaca e performance de Alyne Curi, seguindo-se da Mostra Anatomia Mágica. Ambas as mostras tem  curadoria de Júlio Martins e debate após cada sessão. 

Já na sexta, 25, a noite começa com o piano-solo de Jeremy Naud, seguindo-se a exibição da mostra Montagem: Godard, Marker e Rocha, que exibirá filmes dos cineastas Jean-Luc Godard, Chris Marker e Glauber Rocha, com seu inspirado documentário DI.

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SERVIÇO

CINE RUA SETE – Festival de Cinema de Rua

Quando: de 23 a 25 de maio

ONDE: Cais das Artes de Vitória, a partir das 19h

Endereço: Rua Judite Maria Tovar Varejão, 530-574, enseada do Suá.

CCBB recebe propostas culturais

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Sede carioca do CCBB, no centro do Rio


Abertas inscrições ao Edital de Patrocínios 2019/2020 do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). O programa tem por objetivo definir projetos que vão compor a programação dos CCBBs de Belo horizonte (MG), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até 8 de junho, por meio do site www.bb.com.br/patrocinios.

As propostas podem ser apresentadas nas seguintes áreas e segmentos: Artes Cênicas, Cinema, Exposição, Ideias e Música. Podem inscrever seus projetos os produtores (pessoa física ou jurídica) de qualquer lugar do Brasil e não só das cidades onde estão localizados os CCBBs.

Regulamento do Edital traz todos os detalhes, incluindo o Eixo Curatorial e os Critérios de Seleção, que preveem: inovação na abordagem, no conceito e/ou na execução, valorização da diversidade, da brasilidade, da cultura e dos valores nacionais e internacionais, de fatos históricos e das manifestações tradicionais e/ou folclóricas. Também é destacada a acessibilidade, com a possibilidade de formação de público e de fomento a novos talentos.

“A cultura faz parte do DNA do Banco do Brasil, porque ela transforma as pessoas”, afirma Alexandre Alves, diretor na Diretoria de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil. A citação lembra a nova campanha institucional do BB, que mostra essa identidade bem de perto, com a história de Adilson Dias da Silva, ex-morador de rua e atualmente um respeitado artista.

Serviço
Edital CCBB 2019/2020
Onde: 
www.bb.com.br/patrocinios
Quando: até 08 de junho de 2018

Links
Regulamento Edital CCBB – http://www.bb.com.br/docs/pub/inst/dwn/EditalCCBB20192020.pdf
Campanha institucional do BB – https://www.youtube.com/watch?v=OHTpFghmZks

Animação Brasileira será debatida no Anima Ceará

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Pela expansão da animação como gênero artístico, o Anima Ceará – Festival Nordestino de Cinema de Animação, Games e Web reserva grande parte de sua programação para o seminário que abrange mesas-redondas, palestras, workshops e conversas sobre o amadurecimento da produção realizada em animação nas plataformas digitais. 

O Anima Ceará começa dia 23, às 19h30, no Cinema do Dragão, com estreia do filme “Blwarh”, curta de animação de Levi Magalhães, homenagem ao arquiteto e cineasta cearense José Rodrigues Neto, um dos pioneiros da linguagem da animação no Ceará, de quem será exibido o curta“Evoluz” (1986), e início da “Mostra Brasileira de Curtas-Metragens de Animação”. No Auditório do Dragão acontecerá o seminário, de 24 a 26, data de encerramento do evento. Toda a programação é gratuita.

Para guiar as atividades, o festival trará profissionais e artistas de reconhecida atuação no mercado local e nacional para induzir reflexões sobre os temas presentes. Na mesa redonda sobre As novas políticas para animação, game e web, dia 24, mediada por Wolney Oliveira, diretor da Casa Amarela Eusélio Oliveira/UFC, o seminário recebe Thiago de Freitas, da ABRAGAMES – Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais, Cândida Liberato, presidente da ABCA – Associação Brasileira de Cinema de Animação, João Batista da Silva, da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura, e Daniel Tonacci, da Ancine – Agência Nacional do Cinema. 

A parceria entre animação e games é tema da mesa do dia 25, que terá como participantes Jonas Brandão, do Split Studio, de São Paulo, que assina, como diretor, mais de 400 games e 20 comerciais publicitários em animação, entre os quais, “From love to Bingo”, vencedor de dois Leões no Festival de Publicidade de Cannes. Também na mesa, Fred Reis, do Estúdio gravidade Zero, de São Paulo, CEO da startup Monster Capture, que desenvolve animação de personagens em tempo real. A empresa participou da Rio Creative Conference dentro da Rio Content Market, na categoria Inovação. A mediação será de Ítalo Furtado, ilustrador, designer e animador do Estúdio Me’nU empresa de jogos que em sete anos de experiência em desenvolvimento de jogos já atendeu grandes estatais do Ceará.

A mesa  do dia 26 será focada na animação produzida na região CONNE(Centro Oeste, Norte e Nordeste), com a participação de Márcia Deretti, fundadora da EGDA – Escola Goiana de Desenho Animado e sócia da MMarte Produções, e dapresidente da ABCA Cândida Liberato, que é sócia da empresa baiana Liberato Produções Culturais, fundada há 40 anos, tendo lançado, entre outros, o longa “Ritos de Passagem” que será exibido no encerramento do Anima Ceará, na homenagem ao cineasta Chico Liberato. No festival, Cândida será também membro do júri da Mostra Competitiva do Anima Ceará. A mediação será do cearense Levi Magalhães.

O Seminário terá ainda o Conversas Animadas, promovendo diálogos entre realizadores e estúdios cearenses de animação. O propósito é discutir o gênero pela perspectiva de mercado, compartilhar trabalhos desenvolvidos, conquistas e demandas. São eles: Thales Ayala (Art&Cia e Fábula Studio), Daniel Valente (Valente Studio), Renan Rodrigues (Supernova Games), Ítalo Furtado (Estúdio Me’nU), Gustavo Belo (Núcleo de Cinema de Animação da Casa Amarela Eusélio Oliveira), Thiago Veras (Lunart Estúdio), Levi Magalhães (Truca Studio), Clayton Bochecha (Bochecha Studio), Neil Rezende (Lunart Estúdio) e Fernando Fernalf (Urubutrix Estúdio). 

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A programação de workshops terá foco na qualificação. Os temas são voltados para estruturação de projetos (com Andrea Midori, de São Paulo), técnicas para criação de personagens (com Fábio Yabu, da Beach Park Studios), produção de animação para cinema, tv, game e web (com Jonas Brandão, do Split Studio) e produção de séries para web (com Combo Estúdio, do Rio de Janeiro). 

O mercado dos games na animação será abordado nas três palestras que completam a programação do seminário. Thiago de Freitas, da Kokku, empresa pernambucana que oferece de artes em 3D até desenvolvimento completo de jogos, discutirá a inclusão do game na experiência audiovisual. A formação profissional em games será abordada pelo professor universitário Nilbio Thé. E o panorama dessa plataforma no Ceará será abordado por Izequiel Norões, da União Cearense de Gamers, e Vicenzo Pegado, da ASCENDE – Associação Cearense de Desenvolvimento de Jogos.

O I Anima Ceará – Festival Nordestino de Cinema de Animação, Games e Web é uma promoção da Universidade Federal do Ceará (UFC), através do Núcleo de Cinema de Animação da Casa Amarela Eusélio Oliveira. Apoio institucional: Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria da Cultura, por meio do X Edital Mecenas do Ceará. Patrocínio VIP do Beach Park Studios. Parceria:Associação Cultural Cine Ceará, CONNE (Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte e Nordeste) e Câmara Setorial do Audiovisual. Realização: Parabelum Produções e Fórum Cearense de Animação. Agradecimento: Enel Distribuição Ceará. 

SERVIÇO

I Anima Ceará – Festival Nordestino de Cinema de Animação, Games e Web 

De 23 a 26 de maio em Fortaleza.

ONDE: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar, 81, Praia de Iracema). Informações: (85) 3366.7771, 3366.7772 

Cinema, Fake News, Comunicação e Interartes serão debatidos em Colóquio

Colóquio Interartes

Será aberto hoje o I Colóquio Interartes e Comunicação,  na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora (Facom-UFJF). Em pauta, a interdisciplinaridade da área, contando com a presença de especialistas para apresentar o diálogo e as interfaces criadas entre cinema, literatura, mídias digitais e comunicação.

A coordenadora do curso de Rádio, Tv e Internet (RTVI), profa. Erika Savernini, e a professora Teresa Neves, são as organizadoras do Colóquio, que deve mobilizar a Facom esta semana. As docentes trabalham a fronteira interdisciplinar em seus respectivos grupos de pesquisa: “Estética e Pensamento Cinematográfico” e “Narrativas e outras Textualidades”. Tem ainda o grupo “Conexões expandidas”, orientado pela professora Soraya Ferreira, que também integra a programação.

O Colóquio une o trabalho dos três grupos de pesquisa. A professora Erika explica que a interdisciplinaridade é essencial na Comunicação enquanto ciência: “A pós-graduação da professora Teresa é na Letras; meu mestrado e doutorado são no Cinema. A professora Soraya trabalha com o campo das tecnologias digitais. Cada uma tem a sua linha de pesquisa, mas a gente estabelece diálogos.”

A ideia do evento surgiu com a intenção de trazer abordagens mais amplas para a Comunicação, aproximando-a das artes: “Com a entrada do curso de RTVI, eu queria fazer um evento com um perfil mais próximo do curso, mas o tema também conversa com o jornalismo porque, afinal, é tudo comunicação”, afirma Erika.

Erika Savernini destaca que a oportunidade de trazer convidados é muito enriquecedora para os participantes: “Com o auxílio financeiro da Capes e o apoio da Fapemig, conseguimos trazer pesquisadores de outras instituições e essa troca de experiências, que eventualmente se dá com profissionais de outras áreas, renova o pensamento”.

Para conduzir a programação, a organização convidou os professores Christine Veras, da Universidade do Texas, em Dallas (EUA), Wellington Júnio Costa, da Universidade Federal do Sergipe (UFS), e Eugênio Trivinho, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). “Nós resolvemos trazer pesquisadores com quem nos interessa estabelecer parcerias, contatos e, quem sabe, construir uma rede interdisciplinar”, conta Erika, líder do grupo de pesquisa “Estética e Pensamento Cinematográfico”. Os grupos “Narrativa e outras Textualidades” e “Conexões Expandidas” — respectivamente das professoras Teresa Neves e Soraya Ferreira — também estão à frente da realização do Colóquio de Interartes e Comunicação.

Coloq 1

Hoje, às 13h30, o Colóquio será aberto com palestra de Christine Veras (pesquisadora e professora de animação, University of Texas at Dallas) sobre “A pesquisa experimental em arte e tecnologia: especificidades e expansões”, a partir de sua pesquisa de doutorado, desenvolvida na Nanyang Technological University (Cingapura), que gerou a patente do Silhouette Zoetrope, vencedora, em 2016, do terceiro lugar no concurso internacional anual de melhor ilusão.

COLOQ livro

A programação segue com o lançamento, às 17h, do livro “Estudos Literários-Visuais; abordagens de um projeto de extensão interdisciplinar”, organizado pelos professores da Universidade Federal de Sergipe (UFS) Carlos Eduardo Japiassu Queiroz e Wellington Júnio Costa (ambos estarão presentes e Wellington é palestrante amanhã, 15 de maio). O livro reúne textos de mais 7 autores, que participaram do projeto “Sextas Literárias-Visuais no DLEV”, em 2016 e 2017, apresentando suas leituras de adaptações literárias no cinema, na perspectiva do diálogo entre áreas de conhecimento e linguagens distintas, como a Arquitetura, o Cinema, o Direito, a Filosofia e a Literatura.

Amanhã, dia 15, a palestra será ministrada pelo professor da Universidade Federal de Sergipe (UFS), Wellington Júnio Costa, que falará sobre o processo de criação do poeta francês Jean Cocteau. Neste dia, as mesas discutirão os temas “Toda realidade é fake” e “Memória, história e ficção”. Já no último dia, a palestra “Distopias Digitais” será realizada pelo professor da PUC-SP, Eugênio Trivinho, responsável pelo encerramento do evento.

Aluizio

Já o professor Doutor Aluízio Ramos Trinta apresentará o trabalho “Realmente falso ou falsamente real ?  (Os ardis do fake e sua generalização em nosso tempo)”

“Toda realidade é fake” é o nosso mote; mas será fake tudo o que tivermos na conta de realidade? E o que chamamos de realidade é o mesmo que denominamos de real? E, se houver, qual a diferença? Dois livros e dois filmes darão perímetro e volume à nossa breve reflexão. São eles, respectivamente, A Sociedade do Espetáculo, de Guy Debord (1968), e Simulacros e Simulação, de Jean Baudrillard (1981); “O show de Truman”, de Peter Weir (1998), e “Matrix”, de Lilly e Lana Wachovski (1999). A seu modo próprio, estas quatro obras antecipam a introdução de um real pós-humano e a irrupção de uma realidade cotidiana, reconfigurada pela inteligência artificial e modelada por algoritmos.

Aluizio Ramos Trinta é Bacharel e Licenciado em Letras e Literaturas de Língua Portuguesa pela Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi Professor Leitor na Universidade de Toronto (Canadá), onde cursou o Mestrado em Linguística e a Especialização em Comunicação, com o Professor Herbert Marshall McLuhan. É Mestre em Linguística e Filosofia da Linguagem pela ECO/UFRJ e Doutor em Comunicação e Cultura pela ECO/UFRJ. É Professor Convidado do Programa de Pós-Graduação em Comunicação, da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal de Juiz de Fora.

Teresa

Teresa Neves, líder do grupo Narrativas e Outras Textualidades, mediará a mesa e apresentará o trabalho “Quem tem medo das fake news?”

No contexto das novas modalidades de interação e participação das redes sociais digitais, propõe-se investigar o fenômeno das fake news como uma espécie de destino irônico do jornalismo, cujas fronteiras não podem mais ser desembaralhadas, deixando em xeque a própria ideia de notícia. O estudo apoia-se nas concepções de “ecologias comunicativas” e “arquiteturas informativas”, de Massimo Di Felice, “verdade como adequação” e “verdade como desvelamento”, de Martin Heidegger, “trânsito” e “simulacro”, de Mario Perniola, e na noção arquetípica de “trickster”, tal como elaborada por Lewis Hyde.

Teresa Neves é professora associada do Departamento de Fundamentos, Teorias e Contextos da Faculdade de Comunicação da UFJF e líder do Grupo de Pesquisa Estudos de Narrativas e Outras Textualidades. Tem doutorado em Estudos Literários pela Universidade Federal de Juiz de Fora e mestrado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Érika

Erika Savernini, líder do grupo Estética e Pensamento Cinematográfico. Vai apresentar o trabalho O sistema formal fílmico como teoria: proposta de teorização e de metodologia para entender o cinema como uma forma de pensamento engendrado no fazer.

Resumo: Apresentaremos a concepção de cinema que permeia as pesquisas desenvolvidas no grupo Estética e Pensamento Cinematográfico. Nos últimos anos, propomos uma investigação teórica sobre o ato criativo cinematográfico e sua forma expressa (o filme) com fundamento em uma teoria estética (Pareyson), uma concepção filosófica (Julio Cabrera) e uma metodologia (Teoria dos Cineastas) que tomam o cinema como uma forma de pensamento inscrito no sistema formal fílmico que é apenas traduzido (precariamente, em alguns momentos) para a língua escrita no processo de sua interpretação e no nosso modelo ocidental de produção e de divulgação do conhecimento científico.

Soraya

Linguagens e Distopias Emergentes no Ciberespaço é o trabalho a ser apresentado pela profa Doutora Soraya Ferreira.

Buscamos entender como as diferentes dinâmicas de comunicação insurgem em acontecimentos contemporâneos disruptivos, polissêmicos, contemporâneos que evidenciam a distopia do ecossistema digital. Articulamos reflexão entre teoria e prática crítica a partir da obra o Céu nos Observa” de Daniel Lima, 2010, que ganha potência poética na medida em que agencia no “comum” interações informacionais, chamando atenção para os elementos de vigia que convivemos – de maneira invisível – no nosso cotidiano. A obra nos faz ver os controles existentes em nossos territórios e fora do nosso corpo, que ao mesmo tempo dominam nossos corpos e nossas ações rotineiras, fazendo parte do nosso habitat conectivo.( Texto elaborado com Christine Mello- Líder do Grupo de Pesquisa Extremidades)

Soraya Ferreira é Doutora em Semiótica pelo Programa de pós-graduação em Comunicação e Semiótica pela PUCSP e estágio pós-doutoral no Programa de Tecnologia da Inteligência e do Design Digital da PUCSP- TIDD_PUCSP. Faz parte do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Sociedade da UFJF é líder do Grupo de Pesquisa Conexões Expandidas e é membro do Grupo Sociotramas do TIDD_PUCSP. É autora do livro A Televisão em Tempos de Convergência, pela Editora UFJF.

 Isabela

Isabela Ribeiro Norton é mestranda em Comunicação pelo PPGCOM-UFJF na linha de pesquisa Estética, Redes e Linguagens.Pesquisa temas relacionados ao fluxo informativo, dinâmica comunicacional, transmídia, redes e cultura participativa. Membra do Grupo Conexões Expandidas – Facom/UFJF.

A primeira série Original Netflix totalmente brasileira, Série 3%, trata de um futuro distópico, no qual só os 3% merecedores conseguem passar por um processo seletivo e chegar ao Maralto Analisar estratégias de divulgação da série em espaços não tradicionais, assim como os fluxos e as dinâmicas propostas nos permitem entender parte do ecossistema digital que habitamos. Olhar para como se faz comunicação e entretenimento é uma poderosa ferramenta para olhar para a nossa realidade.

Helena coloq

Helena Oliveira (PPGCOM-UFJF) apresentará trabalho que desenvolveu com Nilson Assunção Alvarenga, intitulado O real no jogo de Eduardo Coutinho. Jogo de Cena (2007), de Eduardo Coutinho, é considerado um dos principais filmes do documentário nacional e já foi amplamente discutido e estudado por pesquisadores em artigos científicos e livros. Com a intenção de trazer uma nova perspectiva para o filme, o presente artigo tentará analisá-lo sob à luz da noção de real, tal como pensada por Hal Foster e Jean-Louis Comolli, abordando os possíveis efeitos do jogo proposto pelo diretor e propondo que o documentário trata, em última instância, do papel do espectador nesse jogo. 

Laryssa

Laryssa Prado (PPGCOM-UFJF) apresentará o trabalho SÉRIES DE ANIMAÇÃO INFANTIL: representação de gênero em produções brasileiras. A presente pesquisa, desenvolvida como dissertação de mestrado (em andamento), tem como objetivo, por meio da análise fílmica, investigar como se dá a representação de gênero em três séries de sucesso no Brasil: Meu AmigãoZão, O Show da Luna e Irmão do Jorel, voltadas ao público de 03 a 11 anos. Para isso, a pesquisa também trabalha conceitos como educomunicação e estudos de gênero, além de abordar uma breve perspectiva sobre a história, modelos, formatos e escolas na animação

SERVIÇO

I COLÓQUIO INTERARTES & COMUNICAÇÃO

Quando: de 14 a 16 de maio, das 13:30h às 20h.

Onde: Faculdade de Comuicação – UFJF

Entrada franca.

Confira a programação completa

Outras informações: (32) 2102-3601/3602 

Zeca Veloso e a universalidade de Todo Homem…

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     Zeca Veloso poetiza a universalidade do FEMININO…

Quando ouvi pela primeira vez a canção de Zeca Veloso, cujo refrão é hoje conhecido e cantado por dez entre 10 brasileiros, aqueles versos ficaram  cantar comigo por dias e dias… “Todo homem precisa de uma mãe”

Foi no final de 2017, último programa Conversa com Bial do ano passado. Zeca estava acompanhado do pai e dos irmãos Moreno e Tom. O centro da conversa era o show que fariam no Rio e depois em turnê pelo país.

OFERTÓRIO já passou por diversas cidades e capitais. Em julho, segue para turnê européia. A canção que tanto me encantou, TODO HOMEM, virou tema de abertura da supersérie ONDE NASCEM OS FORTES (atual atração das 23h na TV Globo).

Ao expressar que TODO HOMEM PRECISA DE UMA MÃE, Zeca Veloso não só escreveu um dos versos mais ricos do cancioneiro nacional, como emprestou a tonalidade e leveza de sua afinação à música que hoje é o carro-chefe do show OFERTÓRIO. Ademais, Zeca criou uma pérola da MPB, através da qual canta – com uma simplicidade desconcertante – o mais atávico dos sentimentos humanos: a necessidade de uma mãe.

Vértice de TODO HOMEM, os versos da canção extrapolam a dialogia filho-mãe ao colocar essa relação de necessidade/carência não apenas no masculino mas transpondo os limites da sexualidade ao universalizar a humanidade contida em todo homem, evidenciando uma essencialidade, comum de todos. 

A riqueza dos versos de Zeca Veloso universalizam esse homem: é sobre o SER HUMANO que a poética de Zeca discorre. Todo homem precisa de uma mãe revela não apenas um masculino que precisa, gosta, quer e clama pela mãe, mas afirma o sentimento ancestral e imanente que se aninha em todos nós, e se expressa, nos quatro cantos do planeta, como acolhimento, colo, grandeza, intensidade, abrigo, concha, útero, Mãe, TERRA ! 

O mel, a prata, o ouro e a rã
Cabeça e coração

E o céu se abre de manhã
Me abrigo em colo, em chão

O Homem que Zeca Veloso canta é, além e ademais do homem masculino, o Humano que imprescinde da matriz geradora, o Humano que precisa, depende e se enriquece com a força e a segurança da Mãe, que é Terra, ventre, húmus, ânima, fonte, raiz, força e luz !

Ao se despir de qualquer pudor e escancarar uma suposta fragilidade, Zeca revela um condão singular, rico e eloquente, além de um saudável desassombro diante de uma carência ancestral, tão própria do humano quanto difícil de ser admitida, muito menos confessa em alto e bom som. A poesia de Zeca Veloso me conduz à famosa Rosa de Drummond: “Uma Rosa é uma rosa, é uma rosa…”

Porque se em Drummond é a ROSA que escancara a fragilidade inerente ao humano ante um mundo que maltrata pela frieza e amedronta pela indiferença com o outro. em Zeca é a MÃE que simboliza esse sentimento do mundo, universal e inescapável.

E para corroborar o que afirmamos, cabe-nos recorrer a Theodor Adorno*:

“Um poema não é a simples expressão de sentimentos e experiências individuais. O poema só se torna uma obra artística quando, ao expressar a especificidade do indivíduo em uma forma estética, torna-se universal”. (ADORNO, 2003, p. 66).

ONDE NASCEM

TODO HOMEM PRECISA DE UMA MÃE: versos de Zeca Veloso cabem à perfeição na supersérie da TV Globo…

Diz a letra de TODO HOMEM :

O sol, manhã de flor e sal
E areia no batom

Farol, saudades no varal
Vermelho, azul, marrom

Eu sou cordão umbilical
Pra mim nunca tá bom

E o sol queimando o meu jornal
Minha voz, minha luz, meu som

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe

O céu, espuma de maçã
Barriga, dois irmãos

O meu cabelo negra lã
Nariz, e rosto, e mãos

O mel, a prata, o ouro e a rã
Cabeça e coração

E o céu se abre de manhã
Me abrigo em colo, em chão

Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe
Todo homem precisa de uma mãe…

Diante de tamanha clarividência, assomam as sábias palavras de Leonardo da Vinci:

“A simplicidade é o máximo da sofisticação”.

Nosso aplauso caloroso, e a mais pura expressão de nosso afeto para Zeca Veloso, por nos presentear com essa lindíssima TODO HOMEM, que vai atravessar os tempos com a pujança e beleza atemporal de seus versos.

*ADORNO é filósofo, sociólogo, musicólogo e compositor alemão. É um dos expoentes da chamada Escola de Frankfurt.

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Os VELOSO juntos no show OFERTÓRIO: talento que se consolida em gerações…

OUÇA TODO HOMEM: https://www.youtube.com/watch?v=yjxriFArvMk

Identidades homossexuais e imaginário em roda de conversa

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O grupo de pesquisa Comunicação, Cidade e Memória, coordenado pela profa Doutora Christina Musse um convite especial para esta sexta:

Com novo projeto para este 2018. a ideia é retomar as rodas de conversa, que se popularizaram na década de 1960. O primeiro destes encontros acontecerá amanhã no novo prédio da Faculdade de Comunicação da UFJF, com entrada aberta ao público.

A partir de autores franceses como Michel Foucault, Guy Hocquenghem, Fredéric Martel, Didier Eribon e Michel Maffesoli, o prof Doutor e pesquisador Marcelo do Carmo conduzirá uma roda de conversa sobre as identidades homossexuais e o imaginário que as circunda, a partir da ocupação da Universidade Sorbonne, em maio de 1968. 

O encontro acontecerá na Faculdade de Comunicação, dia 4 de Maio (sexta-feira), às 14h, na sala de Demonstração.

Marcelo do Carmo é Doutor em Sociologia pela Universidade Sorbonne – Paris Descartes, tendo sido orientado por Michel Maffesoli. A sua tese é intitulada “O imaginário da festa “tribal” no Brasil: o exemplo do Miss Gay em Juiz de Fora.”

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Laboratório Audiovisual: ainda dá tempo !

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INSCRIÇÕES PRORROGADAS PARA O BRLAB 2018

Foram estendidas até 02 de maio as inscrições para a oitava edição do BrLab – Desenvolvimento de Projetos Audiovisuais brasileiros e estrangeiros. A convocatória está aberta para diretores e produtores  nacionais e internacionais com projetos de longa-metragem de ficção live-action e animação.

“É uma excelente oportunidade para jovens talentos criativos do Brasil, América Latina e Península Ibérica inscreverem seus projetos para um programa intensivo único no Brasil, que oferece um ambiente de imersão com consultores e palestrantes de diferentes países, a partir de um formato que favorece o intercâmbio econômico, cultural e o estímulo à coprodução”, explica Rafael Sampaio, diretor do BrLab.

A oitava edição do BrLab – Desenvolvimento de projetos audiovisuais acontecerá de 10 a 18 de agosto de 2018 em São Paulo e objetiva ampliar sua abrangência no desenvolvimento de projetos brasileiros, latino-americanos e da Península Ibérica. Pela primeira vez o laboratório está comprometido a selecionar 3 projetos de longa-metragem de animação, que participarão do laboratório juntamente aos de live-action e receberão, em complemento, consultorias específicas de experientes animadores com o intuito de trabalharem as particularidades da animação.

Também nesta edição, o BrLab passa a integrar o 3 PUERTOS CINE, plataforma ainda integrada pelos laboratórios AUSTRALAB (Chile) e DISTRITAL (México). Assim, o BrLab sediará em 2018 um laboratório de montagem, o 3 Puertos Montagem – BrLab, para projetos já filmados que passaram, em estágio de desenvolvimento, por algum dos laboratórios do 3 PUERTOS CINE.

Profissionais interessados em participar poderão inscrever seus projetos gratuitamente até AMANHÃ pela presente convocatória: www.brlab.com.br

Projetos de longa-metragem de ficção (live-action e em animação) em desenvolvimento de qualquer país do Brasil, América Latina e Península Ibérica poderão ser inscritos, desde que já tenham produtor e diretor definidos e que estes possam comparecem a todos os dias do evento em São Paulo.

Durante o BrLab, duplas de representantes (diretor/roteirista e produtor) dos projetos selecionados dispõem de consultoria integrais aos seus projetos, em aspectos fundamentais para uma melhor realização de seus produtos: roteiro, direção, produção e distribuição. As atividades incluem ainda palestras e encontro com profissionais do Brasil e do exterior. 

Os projetos selecionados para a próxima edição poderão participar de consultorias com a cineasta Mariana Rondón, diretora do filme “Pelo Malo”; a consultora de direção mexicana Paula Astorga; a premiada diretora e roteirista brasileira Juliana Rojas; as destacadas produtoras Agustina Chiarino (Uruguai), Fernanda Del Nido (Espanha) e Agustina Llambi-Campbell (Argentina).  

BR LAB

Mais informações: http://www.brlab.com.br/

 

Argentina recebe inscrições ao CineMigrante

Se abre la convocatoria para participar del 9° edición del Festival Internacional CineMigrante, Cine y Formación en Derechos Humanos de las personas migrantes a realizarse entre el 18 y 26 de Septiembre de 2018, en la Ciudad de Buenos Aires, Argentina, con entrada libre y gratuita.

CineMigrante invita a participar a todos aquellos largometrajes, mediometrajes y cortometrajes que aborden la movilidad humana, entendiéndola desde la simple necesidad de movimiento del cuerpo; desde la acción de caminar un territorio en busca de un sustento; desde la necesidad de salir de un estado de guerra, de conflictividad; desde un movimiento que cruza una frontera física, interna o imaginaria, que sale del estado de indefensión hacia la acción; desde el habitar un nuevo espacio, ocuparlo y modificarlo.

Se reciben obras en los géneros documental, ficción, animación y experimental, producidas con posterioridad al año 2015. El límite para la recepción de obras para participar de la 9ª Edición es el 1 de julio de 2018.

El Jurado, integrado por destacados especialistas en cine, producción audiovisual, producción cultural, medios y pensamiento crítico, distinguirá al Mejor Largometraje y al Mejor Mediometraje/Cortometraje con premios para la postproducción o producción y premiaciones especiales por temática a cargo de las diferentes instituciones participantes.

CineMig

CineMigrante es un espacio cinematográfico que convocó a más de 48.100 personas en sus ocho ediciones anteriores y en los espacios cinematográficos así como de formación y promoción en derechos humanos de cada edición. El Festival Internacional CineMigrante, es una oportunidad para incorporar, a la agenda cinematográfica y cultural de Argentinaproducciones de alta calidadno posibles de ser exhibidas en los circuitos comerciales. Hoy, CineMigrante se conforma como un espacio artístico y de difusión cultural con gran repercusión no sólo en la Argentina sino en América Latina y el mundo, replicando su experiencia en muestras en diversas ciudades como Bogotá, Barcelona, Venecia, México y Costa Rica.

CineMigrante es un espacio que permite difundir, visibilizar y sensibilizar acerca de las vivencias, experiencias y problemáticas de todas aquellas personas que habitamos este mundo y que, en un momento y por algún motivo, hemos decidido salir del lugar donde nacimos y migrar o simplemente movernos. Tenemos como objetivo generar instancias de reconocimiento en los otros y en las otras, un reconocimiento de la ‘otredad’ interna que permita afianzar nuestra identidad, contribuir a nuestro conocimiento histórico e individual, reflejarnos en todos y todas para conformarnos nuevamente

 ¡Te invitamos a sumarte!

Inscripciones Reglamento

Cinemigrante.org 

CineMigrante es igualdad de derechos no por haber nacido en algún lugar, sino por el simple hecho de estar en algún lugar. CineMigrante migra, sale a caminar un sendero, por voluntad o por obligación, por necesidad de luchar para ser.

CineMigrante no es frontera, CineMigrante es horizonte

‘A cidade do futuro’ estreia em todo o país

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Estreia nesta quinta, nos principais cinemas do país, A Cidade do Futuro, filme de Marília Hughes e Cláudio Marques, do premiado “Depois da Chuva”. O segundo longa da dupla foi eleito o Melhor filme Latino Americano no BAFICI (Buenos Aires), Melhor filme internacional no Newfest, em Nova Iorque, e Melhor Filme pelo Público no Olhar de Cinema (Curitiba).

O filme se passa em Serra do Ramalho, a tal ‘cidade do futuro’ prometida pelos militares nos anos 70”. Localizado na região Oeste do Norte baiano, o município foi criado durante a Ditadura Militar para abrigar as cerca de 73 mil pessoas deslocadas dos seus lares, para dar lugar à represa de Sobradinho.

Em A Cidade do Futuro, Milla é professora de teatro e Gilmar é professor de história. Em suas aulas, ambos buscam resgatar as marcas que a remoção forçada deixou em seus pais e avós, assim como nos do vaqueiro Igor. Seus parentes não tiveram opção, mas eles estão determinados a resistir à opressão conservadora, sexista e machista.

 A Cidade do Futuro é uma ficção criada com base no real, e a narrativa traz à tona questões sobre direitos civis de uma população considerada, muitas vezes, de segunda classe, conta Marques, que também assina o roteiro.

O filme foi exibido em 14 países, passando por 38 festivais nas Américas, Europa, Ásia e Oceania, sendo um dos filmes brasileiros que mais circulou internacionalmente em 2017. 

A Cidade do Futuro conta com a distribuição da Espaço Filmes, em trabalho conjunto com a Vitrine Filmes. Ele foi premiado com R$ 300 mil no edital IRDEB/ FSA, programa Brasil de Todas as Telas de 2014, e tem patrocínio ANCINE – Agência Nacional do Cinema.

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Ficha Técnica

A Cidade do Futuro

Direção e Produção: Cláudio Marques e Marília Hughes

Roteiro: Cláudio Marques

Fotografia: Gabriel Martins

Direção de Arte: Carol Tanajura

Direção de Produção: Michele Perroni

Som: Edson Secco

Montagem: Cláudio Marques e Joana Collier

Assistente de Direção: Clara Linhart e Sofia Corral

Vencedor do Edital IRDEB/ FSA (Brasil de Todas as Telas) – 2014

Sinopse curta: Em uma região marcada pelo machismo e pela homofobia, Milla, Gilmar e Igor formarão uma família fora dos padrões.  

Prêmios

* Melhor filme Latino Americano no BAFICI (Buenos Aires)

* Melhor filme internacional no Newfest (New York LGBT Film Festival’s)

* Melhor filme (Prêmio do Público) no Olhar de Cinema – Curitiba International Film Festival

* Melhor filme brasileiro e melhor direção no 10º For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual 

Uma produção: Coisa de Cinema

Coisa de Cinema surgiu em Salvador, em 1995. Responsável pela publicação do jornal tablóide de mesmo nome, que circulou em 5 capitais e contou com mais de 70 mil exemplares. A empresa se tornou responsável pelo Panorama Internacional Coisa de Cinema, que surgiu em 2002 e já está em sua décima primeira edição em 2015.

Desde 2006, Coisa de Cinema produziu seis curtas (entre eles Carreto e Nego Fugido), que participaram de 160 festivais e conquistaram 72 prêmios.

Depois da Chuva, primeiro longa-metragem da produtora, conquistou os prêmios de Melhor Roteiro, Trilha Sonora e Ator no 46º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Internacionalmente, estreou no 43º Rotterdam Film Festival, um dos cinco mais importantes da Europa e participou de mais de 30 festivais no mundo todo.

Lançado comercialmente no Brasil, o longa recebeu dezenas de excelentes criticas, sendo considerado por Sérgio Alpendre, da Folha de São Paulo, o melhor longa brasileiro da nova geração dos últimos dez anos.

Bio e Filmografia dos diretores

Marília Hughes nasceu em Vitória da Conquista, Bahia, em 1978, e mora em Salvador desde 1991. Graduada em Psicologia (1996-2002) pela Universidade Federal da Bahia e mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (2007-2009) pela UFBA/PósCom. Sócia da empresa Coisa de Cinema, na qual trabalha desde 2006 como diretora, produtora e editora. Marília realizou diversos curtas premiados e, desde 2007, é produtora geral do Panorama Internacional Coisa de Cinema, festival internacional de cinema que acontece em Salvador desde 2002. Depois da Chuva é seu primeiro longa-metragem.

 Cláudio Marques nasceu em Campinas, São Paulo, em 1970, e mora em Salvador desde 1982. Cláudio foi editor e crítico do jornal Coisa de Cinema durante oito anos (1995-2003). Colaborou para os jornais Tribuna da Bahia e A Tarde. Idealizou e hoje é o principal coordenador do Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha. Cláudio é o idealizador e coordenador do Panorama Internacional Coisa de Cinema; dirigiu, roteirizou e montou diversos curtas premiados. Depois da Chuva é seu primeiro longa-metragem.