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Amazônia vira Jóia de Cinema na criação de RITA PROSSI

A estada no Amazonas por conta da oitava edição do Amazonas Film Festival teve alegrias de muitas cores, conversas ricas e diversificadas, passeio de barco para ver o monumental encontro entre os rios Negro e Solimões, o contato com a deliciosa culinária amazonense, o convívio com Damas da categoria de Helena Ignêz, Alice Gonzaga e Tânia Carvalho, uma passagem pela Casa Cor, e uma visita obrigatória ao Museu do Homem do Norte, além de uma parada ‘estratégica’ na loja de BioJóias da artista Rita Prossi – indicada por Cervantes Sobrinho.

A atriz Helena Ignêz, famosa como Musa da emblemática produtora Belair e grande inspiradora da melhor fatia do Cinema Marginal, já conhecia a fina produção de Rita, e até circulava com peças da artista. Quis voltar para apreciar as novidades e eu tive a alegria de ir à loja PROSSI com ela e Alice Gonzaga, uma mulher sempre disposta a qualquer passeio e ótima companhia para qualquer ocasião.

Pois aproveitamos a manhã da terça ‘folgada’ em Manaus e fomos até a loja de Rita Prossi no Centro de Artesanato da antiga rua Recife.

Saímos de lá encantadas com a beleza e refinamento das peças.

Helena Ignêz lembrou que a filha Sinai esteve lá ano passado e saiu abarrotada de belos exemplares daquela artesania tão especial e singular de La Prossi. O slogan da marca é sugestivo: “A nossa história tornou-se lenda; as nossas lendas viraram mitos e os mitos… viraram jóias”.

Nas jóias de Rita Prossi, é comum encontrarmos sementes de paixiubão; semente de tucumã em colares e pulseiras; a folha de bananeira, de maná e de tajá enriquecendo a artesania que promove a riqueza amazonense; peças inspiradas no traje da onça pintada; sementes de jarina com letras e signos; e até um exótico Pingente tucunaré com couro de peixe. Enfim, se você gosta de jóia ou pretende dar um presente de valor a uma pessoa querida, será de bom proveito conhecer as criações originais de Rita Prossi.

A griffe tem bastante fama na cidade e já levou as preciosidades de suas coleções até para exposições no exterior, sempre atraindo atenção e despertando interesse. Portanto, para quem aprecia Jóias de caráter artesanal, defende a ética da qualidade de vida e do respeito ao meio ambiente, um bom caminho no Amazonas é conhecer as encantadoras coleções de Rita Prossi.

Joalheira Rita Prossi participa de evento na Alemanha

Caso não tenha nenhuma viagem agendada praquelas bandas nem pretenda ir por estes meses pra Manaus, não se aflija: você também pode adquirir as criativas peças através da internet.

E pode ter certeza: Vale a pena !

O Aurora de Cinema recomenda, com louvor, as Jóias de RITA PROSSI

Em visita à loja de Rita Prossi, Helena Ignêz é recebida por MrElizeu Souza, parceiro de Rita…

Saiba mais sobre as jóias de RITA PROSSI

A empresa amazonense R.de c. Mendonça Prossi, mais conhecida como Rita Prossi, é pioneira na utilização do manancial da floresta amazônica na confecção de jóias bio-ecologicamente recomendáveis.

Através de pesquisas, e inspirados pelas lendas amazonenses, a griffe de jóias RITA PROSSI contribui para a promoção da riqueza auto-sustentável da Amazônia, atuando com extremo respeito ao meio ambiente. Com um design singular e inovador, de qualidade confirmada pelo naipe de pessoas que consomem e divulgam a griffe, Rita Prossi hoje é uma marca que constrói sua história pela qualidade de suas criações e a delicadeza das peças que viram jóias apreciadas em todo o mundo.

A empresa trabalha com mão-de-obra exclusiva de Manaus, através de uma vasta cadeia produtiva, unindo tecnologia, material qualificado, ousadia e sensibilidade nas criações,  além de competência no métier e dedicação aos clientes, valendo-se dos mais variados matizes da cultura amazonense para fazer o visitante levar não só uma peça artística mas um pedaço da Amazônia em forma de jóia para ser exibida e apreciada em qualquer  local onde a elegância for o enfoque principal.


 
A pesquisa que a equipe Rita Prossi realiza com os materiais a serem utilizados é por conta de garantir qualidade à produção: testes sçao realizados para garantir que o material a ser utilizado não apresentará problemas futuros, tanto no meio ambiente, como também no decorrer do uso das peças.

A produção Rita Prossi integra uma vasta cadeia: o índio, que tece a palha ou colhe a semente; o artesão que limpa, lixa e corta a semente; a design criadora do modelo; o ourives, responsável pela produção; os “pedristas”, fornecedores das pedras; os “cravadores”, que cravam essas pedras na montagem das peças; as índias do alto Rio Negro que produzem as embalagens (feitas a mão); e, por fim, os funcionários que distribuem para as lojas e revendedores.

A empresa RITA PROSSI atua nessa cadeia produtiva, beneficiando projetos de oficinas para organização de trabalhos indígenas e artesanais, contribuindo para a transformação desse material, fruto da riqueza e diversidade da região amazonense, num sistema sustentável e promissor para os habitantes da Amazônia e pra todos quanto sabem da relevância e necessidade de se proteger e preservar a Floresta. 

Aurora Miranda Leão, MrElizeu Souza, Helena Ignêz e Alice Gonzaga em manhã de jóias amazonenses…
 

* Com a visita de Helena Ignêz mais uma vez à loja de Rita Prossi em Manaus, a estilista de jóias comprometeu-se a criar uma coleção especialmente dedicada ao novo filme da atriz e diretora, que terá cenas rodadas no Amazonas.

Uma parceria inteligentemente refinada, que promete novos e muitos bons momentos.

Para saber mais, consulte: http://www.ritaprossi.com/conhecanos.htm

Um Hotel 5 Estrelas com categoria de DEZ

Dos acertos do Amazonas Film Festival ou de como me tornei manauara

Conhecer Manaus foi uma dádiva. Terra de meus avós paternos, do  Amazonas só ouvi desde menina boas notícias. Meus queridos João  – o doce – e Virgínia – a pimenta, não se furtavam nunca a falar da terra querida, a qual deixaram porque vovô queria fazer Medicina, e na Amazônia, àquele tempo, isso não era possível. E depois da Bahia e do Rio, o Dr. João Valente de Miranda Leão veio ancorar no Ceará e aqui teve seus três queridos Luiz, Júlia Luzia e Reynaldo.

Confesso não conseguir gostar do Açaí nem do Cupuaçu, mas os sabores do Tucunaré, Tambaqui, Aruanã, Surubim e Pirarucu são deveras incomparáveis. Meus avós tinham mesmo, entre tantas outras qualidades, um paladar refinado.  Sem contar que minha avó era uma índia de fortes poderes: conquistou vovô João de forma irremediável; sabia cozinhar como poucas – tudo que fazia era bom além da conta; desenhava e confeccionava seu próprio figurino – assaz moderno pra época (chegou a escandalizar Fortaleza por ser talvez a primeira mulher da ‘sociedade’, esposa de médico, que ousou usar calça comprida em praça pública e à luz do dia); tinha uma voz magnética e tocava qualquer música ao piano, que teclava sem jamais ter estudado.

Essa digressão afetiva vem a propósito de minha recente visita a Manaus, onde fui recebida com a melhor das atenções e o maior dos carinhos pela organização milimetricamente competente do VIII Amazonas Film Festival. A avalanche de cuidados e esmero com a qual a equipe comandada pelo poeta Robério Braga (pra sorte do povo amazonense, Secretário de Cultura do Estado) recebe seus convidados é qualquer coisa além da excelência. Nada a reclamar, nenhuma crítica é cabível, muito ao contrário, só há o que bem louvar neste Amazonas Film Festival que está tornando o Amazonas uma vigorosa vitrine da Cultura Brasileira para o mundo.

Secretário Robério Braga: presença constante no Festival…

O mais notável: este tratamento especial da equipe de produção, comandada com afinco e competência por Cervantes Sobrinho (o produtor-executivo mais sereno com quem já pude partilhar o convívio), não é privilégio apenas para os convidados ilustres, artistas ou imprensa. A fartura de generosidade e gentilezas parece um grande braço do rio Amazonas impregnando-se por todos os afluentes onde a produção se faz erigir. 

Seguindo nessa trilha, outro não  poderia ter sido o hotel encontrado para acolher os felizes participantes do Amazonas Film Festival. O Caesar Business, de tantas e tão profundas qualidades, foi o nosso porto seguro em Manaus. Difícil ter vontade de deixar suas dependências pra fazer qualquer coisa.

A produção do festival, atenta a detalhes que somam positivamente, cuidou de nos receber desde a entrada com enormes banners. No hall do Caesar Business, adesivos e cartazes do Festival por todos os lados, até mesmo no chão, criando uma atmosfera de adesão ao festival anunciada já nos primeiros passos.

É preciso dizer: tudo no Caesar Business de Manaus apresenta-se com precisão de ourives: são três elevadores, com os quais nunca se perde tempo esperando; quartos extremamente funcionais, confortáveis e delicadamente decorados; um ar-condicionado que funciona sem dar alarde; telefonistas que nos atendem ao primeiro toque; um impecável room-service; uma bonita e agradável piscina, com bela vista por sobre parte de Manaus, com abundante espaço para pegar um bronze ou engrenar uma conversa (à noite, sempre estavam ali os notívagos de plantão); e então chegamos ao principal atrativo, a cozinha do Caesar Business.

O que é aquilo ? Como definir as deliciosamente incomparáveis iguarias ali ofertadas todos os dias, manhã/tarde/noite ? O que são aqueles funcionários sempre de cara alegre, nos atendendo com prestimosidade e inigualável desvelo e simpatia ?

Eu deixei Manaus, como todos os amigos com quem troquei idéias sobre, absolutamente cheia de boas recordações daquela terra singularmente poderosa e hospitaleira, e encharcada de saudade daquele Hotel onde qualquer um se sente uma pessoa especial e necessária.

Tão bom ou melhor ainda do que apregoavam meus adoráveis avós, João e Virgínia, são os peixes saídos das mãos e ‘fabricados’ pela exímia criatividade de alguns experts da Culinária abrigados no Caesar Business. Sem dúvida, ali o Tucupi, o Surubim, o Pirarucu e o Tucunaré ganham novos e requintados sabores, tantas são as formas pelas quais nos são oferecidos, cada um mais excepcionalmente delicioso que o outro. Não lembro nunca de ter passado uma semana inteira comendo peixe. Pois lá no Caesar Business isso aconteceu e só vim me dar conta depois. Tive a felicidade de passar uma semana provando e aprovando novas modalidades das finas receitas com diferentes tipos de peixe, as quais os prestativos garçons e garçonetes nos ofereciam sempre com um sorriso no rosto.

Parte da equipe do Caesar Business Manaus: primando pelo bom atendimento…

Depois de uma semana de puro desfrute da mais dedicada e atenciosa produção de festival de cinema do pais, amplificada pela magnânima acolhida no Caesar Business, resta constatar:

Manaus me chegou como um inesperado presente e ficará para sempre no coração da minha memória como a terra onde reencontrei minhas raízes mais profundas; vi como se faz produção com sabedoria, cordialidade e deferência aos itens mais elementares que permeiam a convivência humana; conheci um Hotel Cinco Estrelas com categoria de DEZ (cuja estada jamais esquecerei); reencontrei estimados parceiros (Saleyna Borges, Tetê Mattos, Antônio Leal, Ingra Liberato, Igor Cotrim, Rosa Malagueta, Douglas Soares, Hernani Heffner, e Alice Gonzaga, uma amiga mais que querida) e fiz novos, como Cervantes Sobrinho, Tânia Carvalho, Arnaldo Galvão, Roberval Duarte e a adorável Helena Ignêz – a quem já conhecia muito pelos filmes emblemáticos da Belair e do ‘cinema marginal’ (trazida por meu pai desde menina como “a mais bela atriz do Cinema Brasileiro”).

Com o adorável Chaplin de Rômulo Hussen, Aurora Miranda Leão e Helena Ignêz atravessam o elegante ‘tapete vermelho’…

Mas Helena Ignêz – esta atriz esplendorosa, diretora premiada e mulher muito além de seu tempo -, é tão especial que merece uma crônica inteira. Que fico a dever e pretendo escrevê-la muito em breve.

Solenidade de abertura do VIII Amazonas Film Festival no Theatro Amazonas…

Neste ponto, vale abrir um destaque para os patrocinadores do Amazonas Film Festival:  a Coca-Cola e o Banco Daycoval, que se unem ao Governo do Estado do Amazonas para que o Amazonas Film Festival seja o grandioso festival que é.

Resta-me então agradecer a organização do Amazonas Film Festival pelo honroso convite e pela inaudita satisfação de me proporcionar dias tão felizes e especiais na capital amazonense, de onde saí me sentindo uma quase autêntica manauara e muito mais brasileira.

Ingra Liberato levou sua beleza para desfilar no Amazonas (ao lado do ator Luís Felipe, ambos no elenco de O Carteiro, longa de Reginaldo Faria)…

Beatriz Lindenberg, Arnaldo Galvão e Aurora Miranda Leão chegando ao Theatro Amazonas, noite de abertura…

O Secretário Robério Braga saúda o cineasta Fernando Meirelles, homenageado desta edição…

Antônio Leal, Alice Gonzaga e Tetê Mattos: alegria contagiante que se perpetuou por todo o Amazonas…

Ao lado de ‘Chaplin’, o ator mexicano Alfonso Herrera, ex-RBD, o mais assediado e simpático do Festival

Viva o Amazonas ! Vida longa ao Amazonas Film Festival !