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Beto Brant e Camila Pitanga lançam ‘Eu receberia as piores notícias…’

Filme baseado em livro de Marçal Aquino terá coletiva em Sampa na segunda  

Grifada para a manhã da próxima segunda, 9 de abril, a cabine e coletiva do filme Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios. A coletiva terá a presença dos diretores Beto Brant e Renato Ciasca, do roteirista Marçal Aquino e dos atores Camila Pitanga, Gustavo Machado e ZéCarlos Machado.

 

O filme é o sétimo longa realizado por Beto Brant e Renato Ciasca e o segundo no qual dividem a direção. Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios é uma adaptação do romance homônimo do escritor Marçal Aquino, com quem Beto e Renato trabalham desde o primeiro longa (Os Matadores, 1997). Por sua atuação como Lavinia, Camila Pitanga ganhou o prêmio de Melhor Atriz no Festival do Rio e no oitavo Amazonas Film Festival, ano passado.

 

CABINEEu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios

DATA: Segunda, 9 de abril

HORÁRIO: 10h30

LOCAL: Cinemark Shopping Eldorado. Av Rebouças, 3970 – lj 410

 

Gustavo Machado e Camila Pitanga: casal vive relação conturbada…

COLETIVA – Com a presença dos diretores e elenco principal

DATA: Segunda, 9 de abril

HORÁRIO: 13h00

LOCAL: Cinemark Shopping Eldorado. Av Rebouças, 3970 – lj 410 

 

Camila Pitanga e ZéCarlos Machado: premiados como atores no Amazonas Film Festival

FICHA TÉCNICA 

Direção BETO BRANT e RENATO CIASCA

Elenco CAMILA PITANGA, GUSTAVO MACHADO, ZECARLOS MACHADO

Roteiro MARÇAL AQUINO, BETO BRANT e RENATO CIASCA

Produzido por BIANCA VILLAR e RENATO CIASCA

Produção executiva BIANCA VILLAR

Direção de produção CAMILA GROCH

Assistente de direção SIMONE ELIAS e LUCIANA BAPTISTA

Fotografia e steadicam LULA ARAUJO

Direção de arte AKIRA GOTO

Figurino LETICIA BARBIERI

Montagem WILLEM DIAS

Som direto MÁRCIO CÂMARA

Desenho de som BETO FERRAZ

Música SIMONE SOU e ALFREDO BELLO

Produção DRAMA FILMES co-produção CINEPRO | DOT, LOCALL e TVZE

* O elenco de ‘Eu receberia as piores notícias…’ conta ainda com 

Antônio Pitanga, Gero Camilo, Adriano Barroso, Magnólio de Oliveira,

Lívea Amazonas, e Simone Sou

Xingu, sobre Irmãos Villas-Bôas, será lançado dia 6

Filme teve exibição especial para os índios do PARQUE NACIONAL DO XINGU 

Xingu, lançado no Amazonas Film Festival, ano passado, estreia dia 6

O filme Xingu, que conta a saga dos irmãos Villas Bôas, idealizadores da primeira reserva indígena do Brasil, foi exibido para os índios em sessão especial realizada no Parque Nacional do Xingu, no Centro-Oeste. A exibição foi realizada através de uma gigantesca tela inflável que viajou durante um dia de barco para chegar na aldeia, e contou com a presença de vários índios que atuaram no filme. 

Além dos xinguanos, também estavam presentes na sessão: o diretor Cao Hamburger, os atores João Miguel (Claudio Villas Bôas) e Maria Flor (Dona Marina), Noel Villas Bôas (filho de Orlando), e as produtoras Andrea Barata Ribeiro e Bel Berlinck. 

“Mostrar o filme no Parque do Xingu fechou com chave de ouro a aventura de realizar essa superprodução. E ainda recebemos o aval e a ‘benção’ dos caciques, dos pajés, dos homens e das mulheres de lá, que nos ajudaram a contar essa história“, comentou o diretor Cao Hamburger.  

Xingu recria a luta dos Villas Bôas – Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo (Caio Blat) – pela criação do Parque Nacional do Xingu e pela salvação de tribos inteiras. A distribuição no Brasil é da Downtown Filmes, Sony Pictures e RioFilme. A Natura Ekos é a patrocinadora master do projeto.

O trailer oficial do filme está em: http://www.youtube.com/watch?v=OQwTWLwKLIM

PRODUÇÃO | O2 FILMES 

A O2 Filmes, considerada uma das mais criativas e importantes produtoras brasileiras no mercado mundial, realiza projetos independentes e em parceria com grandes estúdios internacionais e emissoras de televisão. Criada em 1991 pelos sócios Fernando Meirelles, Paulo Morelli e Andrea Barata Ribeiro, a empresa já realizou cerca de 9 mil peças publicitárias e conquistou diversos prêmios, como Cannes Lions, Clio Awards, e é a maior vencedora do Prêmio Profissionais do Ano, promovido pela Rede Globo. Para o cinema, produziu nove curtas e dezesseis longas, entre eles o premiado Cidade de Deus (2002) – citado recentemente pelo site IMDB como um dos cinco melhores filmes da década – e o consagrado “Ensaio Sobre a Cegueira” (2008), ambos dirigidos por Fernando Meirelles. Em 2009, apresentou “À Deriva”, exibido no Festival de Cannes, e filmou “VIPs”, longa de Toniko Melo que foi lançado comercialmente em março de 2011. Para a TV, realizou séries para a Rede Globo – a mais recente foi “Som & Fúria”, uma adaptação da série canadense “Slings and Arrows” – e “Filhos do Carnaval”, para HBO, dirigida por Cao Hamburger, que teve duas temporadas. 

Felipe Camargo e Maria Flor em ritual com os indígenas…

COPRODUÇÃO | GLOBO FILMES  

Desde 1998, quando foi criada, a Globo Filmes produziu e/ou coproduziu mais de 110 filmes, levando para as salas de exibição mais de 130 milhões de pessoas. Com a missão de contribuir para o fortalecimento da indústria audiovisual nacional, apostando em obras de qualidade e valorizando a cultura brasileira, participou dos dez maiores sucessos de bilheteria da retomada. Tropa de Elite 2 lidera a lista com público de mais de 11 milhões de espectadores. O filme bateu recorde de bilheteria e foi o mais visto na história do cinema brasileiro. Em seguida, Se Eu Fosse Você 2, que conquistou mais de 6 milhões de pessoas. O longa-metragem 2 Filhos de Francisco alcançou um público de 5 milhões, pouco mais que Carandiru e Nosso Lar, produções que chegaram à casa dos 4 milhões. Outros sucessos como Se Eu Fosse Você, De Pernas pro Ar, Chico Xavier, Cidade de Deus – com quatro indicações ao Oscar – e Lisbela e o Prisioneiro atingiram mais de 3 milhões de espectadores cada um. 

A Globo Filmes também objetiva promover a sinergia entre o cinema e a televisão, sempre atenta ao reconhecido padrão Globo de qualidade. Sua filmografia contempla vários gêneros, como comédias, infantis, romances, dramas e aventuras. Suas atividades se baseiam nas parcerias com produtores independentes e distribuidores nacionais e internacionais, numa associação de excelência para levar ao público o que há de melhor no cinema brasileiro. 

DISTRIBUIÇÃO | DOWNTOWN FILMES  

Downtown Filmes é uma distribuidora dedicada exclusivamente ao lançamento de filmes brasileiros.

Fundada em 2006, sua estratégia de atuação é distribuir o melhor do cinema nacional, em parceria com os principais produtores e diretores brasileiros. 

Isso garantiu à Downtown Filmes, a partir de 2008, a distribuição de grandes sucessos de bilheteria, como Meu Nome Não é Johnny,  Divã e  Chico Xavier.

Xingu vai entrar no circuito com boa distribuição e críticas favoráveis…

Em 2011, foi responsável pela distribuição dos dois maiores sucessos do ano: as comédias De Pernas Pro Ar e Cilada.com,  que juntos venderam mais de 6.6 milhões de ingressos. Outro lançamento importante foi o documentário Lixo Extraordinário, indicado ao Oscar® de melhor documentário em 2011.

A empresa é dirigida por Bruno Wainer, que tem no seu currículo a distribuição de alguns dos maiores sucessos do cinema brasileiro, entre os quais se destacam Olga, Os Normais, Central do Brasil  e Cidade de Deus. 

DISTRIBUIÇÃO | SONY PICTURES 

A Columbia TriStar Pictures é um dos estúdios mais tradicionais de Hollywood e uma das empresas de maior atuação no mercado cinematográfico que, desde 1989 pertence à Sony Pictures Entertainment Company, uma subsidiária da gigante japonesa Sony Electronics. 

Com presença marcante no mercado nacional,  a Columbia TriStar Filmes do Brasil distribuiu  e/ou coproduziu 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Desde então, a Columbia tem investido em inúmeras produções, dos mais diferentes gêneros e apostando em novos talentos, dentre os quais Eu Tu Eles, Deus é Brasileiro, Casa de Areia, Carandiru, Cazuza – O Tempo Não Pára e 2 Filhos de Francisco. 

Equipe no lançamento do filme Xingu no Amazonas Film Festival, novembro de 2011: público e crítica aplaudiram

DISTRIBUIÇÃO | RIOFILME  

O objetivo central da RioFilme é consolidar o Rio de Janeiro como o principal centro de audiovisual da América Latina. Sua atuação é avaliada anualmente pela Prefeitura com base em Acordo de Resultados firmado em 2009 e renovado em 2011, que estabelece um conjunto de seis metas de desempenho. 

A RioFilme realiza investimentos reembolsáveis, nos quais adquire uma participação nas receitas futuras dos projetos, e não-reembolsáveis, em que não há resultado financeiro para a empresa. Os projetos a serem investidos são selecionados em função do potencial de retorno, que pode ser financeiro, social e/ou cultural. 

O Rio de Janeiro é atualmente a capital brasileira que mais investe em audiovisual. De 2009 a 2011 a Prefeitura investiu, por meio da RioFilme e da Lei Municipal de Incentivo à Cultura, cerca de R$ 60 milhões em 170 projetos de filmes, festivais, prêmios e difusão. Em 2012 a RioFilme investirá mais R$ 25 milhões. 

Em 19 anos de atuação, a RioFilme tem desempenhado papel fundamental no processo de crescimento do cinema brasileiro empreendido a partir dos anos 90. Ao longo deste período investiu no desenvolvimento, na produção e no lançamento de cerca de 250 longas-metragens, e na produção de mais de 100 curtas.

Revitalizada em 2009, recebeu mais recursos e mudou o seu perfil. Passou a priorizar o investimento em filmes capazes de combinar valor comercial e artístico, procurando recuperar (e reinvestir) os recursos aportados. Assim, a capacidade de investimento da empresa foi ampliada e os resultados tornaram-se mais expressivos.  

PATROCÍNIO DA NATURA 

O filme Xingu faz parte da cesta de iniciativas apoiadas pela Natura por resgatar uma parte da história brasileira e suas tradições. “Para nós faz todo sentido patrocinarmos o filme com a submarca Natura Ekos, pois a linha, ao longo de seus 11 anos, busca preservar e difundir o patrimônio ambiental e cultura brasileiro valorizando, por meio dos produtos, as riquezas da nossa terra e a tradição da nossa gente”, destaca Karen Cavalcanti, gerente de marketing institucional da Natura.

Caio Blat no lançamento do filme Xingu no Parque Nacional do centro-oeste…

FICHA TÉCNICA  

Direção: Cao Hamburger
Produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro, Bel Berlinck
Roteiro: Elena Soarez, Cao Hamburger, Anna Muylaert
Direção de Fotografia: Adriano Goldman, ABC
Direção de Arte: Cassio Amarante
Produção de Elenco: Patricia Faria, Cecília Homem de Mello
Produção de Elenco Indígena: Francisco Accioly
Montagem: Gustavo Giani
Música: Beto Villares
Supervisão de Pós Produção: Hugo Gurgel
Desenho de Som e Mixagem: Alessandro Laroca, Eduardo Virmond Lima, Armando Torres Jr.
Som Direto: Paulo Ricardo Nunes
Figurino: Verônica Julian
Caracterização: Anna Van Steen
Diretor de Produção: Marcelo Torres
Diretora Assistente: Márcia Faria
Produtora Executiva: Bel Berlinck, Andrea Barata Ribeiro
Empresa Produtora: O2 Filmes
Co-produção: Globo Filmes
Distribuição: Downtown Filmes, Sony Pictures e RioFilme
Patrocínio: Natura, Fiat, Eletrobras, NET, BNDES, Ambev, Grupo Newcomm e Sabesp.

Apoio: BBDTVM e Copag. 

Caio Blat em mais um personagem marcante…

ELENCO 

João Miguel (Claudio Villas Bôas)

Felipe Camargo (Orlando Villas Bôas)

Caio Blat (Leonardo Villas Bôas)

Maiarim Kaiabi (Prepori)

Awakari Tumã Kaiabi (Pionim)

Adana Kambeba (Kaiulu)

Tapaié Waurá (Izaquiri)

Totomai Yawalapiti (Guerreiro Kalapalo)

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL 

Maria Flor (Marina) | Augusto Madeira (Noel Nutels) | Fabio Lago (Bamburra)

Berlim vai ver XINGU e conhecer história dos irmãos Villas-Boas…

O filme Xingu, a super produção dirigda por Cao Hamburguer, e lançada no mais recente Amazonas Film Festival, será exibido na 62ª edição do Festival de Berlim, a ocorrer de 9 a 19 de fevereiro, na capital da Alemanha. O longa foi selecionado para a sessão Panorama, que acontece paralelamente à mostra principal.

João Miguel e Caio Blat vivem na tela história da criação do Parque Nacional do Xingu…

Produzido pelo cineasta Fernando Meirelles, Xingu conta a história dos irmãos Villas-Bôas,  fundadores do Parque Nacional do Xingu, uma das maiores reservas indígenas do mundo. É nesta região que será construída a controversa usina de Belo Monte.

Caio, Felipe Camargo e João Miguel: aplausos de pé em Manaus…

Na pele dos desbravadores estão os atores João Miguel, Felipe Camargo e Caio Blat. Os três dão show de interpretação no impactante filme de Cao e Meirelles.

A sessão alemã na qual o filme será exibido têm por função principal apresentar novos trabalhos, os quais se caracterizam pela assinatura de seus autores, sejam eles novatos ou renomados. Também são distribuídos prêmios na seção Panorama, geralmente por júris independentes, como o da FIPRESCI (Federação Internacional dos Críticos de Cinema).

Cao Hamburguer à frente da equipe de XINGU, durante lançamento do filme no Theatro Amazonas em noite de muitos aplausos…

O longa teve pré-estreia nacional como filme de abertura do Amazonas Film Festival, em novembro, com forte aceitação do público e da crítica, e tem previsão de lançamento no circuito brasileiro para 6 de abril. 

Manaus ilumina melhor o NATAL, do Brasil para o mundo…

Capital amazonense tem um dos mais belos cenários para a chegada do Novo Ano…

Luzes cênicas fazem parte do contrato de iluminação total da Ponte Rio Negro (Foto:  Chico Batata/Agecom)
Luzes cênicas fazem parte do contrato de iluminação
total da Ponte Rio Negro (Foto: Chico Batata/Agecom)

A iluminação cênica da Ponte Rio Negro foi inaugurada no início da noite de ontem. O sistema destaca o mastro central e os pilares ao longo dos 3,6km da ponte, realçando a arquitetura da obra. Utilizando tecnologia LED, a iluminação cênica da ponte estampa uma combinação especial de luzes para a comemoração do Natal e virada de ano.

Controlado por um software, o sistema de iluminação cênica é formado por uma combinação de cores, num conjunto de 12 diferentes cenários, capaz de propiciar a criação de iluminações exclusivas para datas comemorativas. Com o emprego das lâmpadas LED, a Ponte Rio Negro torna-se o maior empreendimento de iluminação pública do Brasil com predominância da tecnologia.

O sistema de iluminação é composto por 258 postes metálicos e luminárias a LED ao longo da ponte, realçando estais e pilares, além de 342 projetos para a iluminação cênica no mastro central, 20 toneladas de cabos elétricos e oito transformadores de distribuição de energia.

As luzes cênicas fazem parte do contrato de iluminação total da Ponte Rio Negro, firmado após processo licitatório que selecionou a proposta do Consórcio Rio Negro Iluminação, no valor de R$ 17,5 milhões.

Além da iluminação cênica, o contrato inclui a iluminação viária de toda a extensão da ponte e de cerca de 10km dos acessos, tanto do lado de Manaus quanto de Iranduba.

O sistema destaca o mastro central e os pilares ao longo dos 3,6km da ponte (Foto:  Chico Batata/Agecom)
Sistema destaca o mastro central e os pilares ao longo dos 3,6km da ponte (Foto: Chico Batata/Agecom)
 

Cerimônia

O governador Omar Aziz inaugurou o sistema de iluminação cênica da ponte a partir de um barco, a cerca de 300 metros da ponte. Da embarcação, o governador acionou o sistema e ligou as luzes as quais, a partir de então, vão dar realce artístico à segunda maior ponte estaiada do mundo.

A imponente ponte sobre o Rio Negro, impressionante marco arquitetônico na imensidão das águas amazonenses, ainda sem a iluminação especial de Natal.

N.R.: Tivemos a alegria de conhecer a ponte sobre o RIO NEGRO em novembro passado, durante o inesquecível passeio proporcionado pelo Amazonas Film Festival, o mais organizado festival de cinema do país, comandado pelo Poeta e Secretário, Robério Braga.

O cenário já é lindo e arrebatador só com a iluminação natural, imagine agora…

Está de Parabéns o Governo do Amazonas pela iniciativa, e o povo amazonense pela beleza de cenário.

Daqui, aplaudimos todos nós que acreditamos na importância das boas idéias e na força das C O R E S para tornar o mundo, mais cinematograficamente, belo e convidativo.

SARAVÁ, Manaus !

Igor Cotrim e a arte de improvisar e conquistar amigos

Ele é ator, cantor, poeta, letrista, ‘criador’ de exóticas camisetas, e uma pessoa que alegra qualquer ambiente. Bem humorado de plantão, cativa porque trata a todos com respeito, simpatia e galhardices típicas de quem rápido aprendeu o melhor da Arte do Teatro, o sabor do IMPROVISO.

 

Bem conhecido pelo papel de Boca, do seriado global Sandy e Junior, ele também atuou na novela Chamas da Vida (Record) e participou (com bastante ibope) do reality show A Fazenda 2, em 2009. Atualmente, exercita mais seu lado musical como integrante da banda Beep-Polares, ao lado de Pedro Poeta.

Max Fercondini e a mãe Márcia Kablukow, Igor e Aurora Miranda Leão…

Estive com ele recentemente durante os adoráveis dias de Amazonas Film Festival.

Falo de IGOR COTRIM, esta figura ímpar que brilhou nas telas de nosso Cinema no ótimo Elvis & Madona, do cineasta carioca Marcelo Laffitte, ao lado da atriz Simone Spoladore – trabalho que rendeu muitos prêmios pra Igor e Simone, que parecem ser os Atores Certos nos Papéis Certos e na Hora Certa.

Como Elvis ao lado de Simone Spoladore: estreia na telona…

Atuação premiada em trabalho difícil: Elvis & Madona

O diretor Marcelo Laffitte apostou em Igor e saiu ganhando…

Na companhia da Primeira Dama da Cinédia, Alice Gonzaga

Amanhã é aniversário de IGOR e faço este registro como um enorme bjabraço que envio daqui pra ele e sua doce Nathalie Bernier, bela produtora francesa que divide com Igor alegrias e contratempos do cotidiano. Os dois estiveram em Manaus e fizeram bonito por onde passaram.

Pois também quero registrar aqui no Aurora de Cinema a tocante deferência com a qual IGOR Cotrim saudou o ator Tonico Pereira, por ocasião da homenagem que este recebeu do VIII Amazonas Film Festival.

Tonico Pereira, o casal Robério Braga e Rosa, e Igor Cotrim…

Após a saudação oficial do Secretário de Cultura, Robério Braga – poeta dos melhores, que soube usar da arte do improviso também e mandou muito bem no discurso-homenagem a Tonico, antecedido por tocante curta do Canal Brasil com depoimento e imagens do artista -, Igor Cotrim subiu ao palco e dividiu conosco a poesia escrita naquela tarde, ao assistir a um filme com Tonico e relembrar dos tempos em que sonhava ser ator, acompanhando Tonico na TV e no cinema.

Igor Cotrim: ‘maluquinho’ encharcado de talento…

E foi esta a poesia com a qual Igor Cotrim brindou a Tonico e a nós, imensa platéia que lotava o belo Theatro Amazonas: 

Tonico Pereira
Ator com eira, beira e sobreira
Talento de sobra por toda sua obra
Já foi rei, já foi palhaço, já foi ladrão
Já foi coronel, beltrano, já foi o delegado Paixão
… Itaparica no Caramuru dos outros, é refresco, mermão
O mais querido e adorado amigo da onça
Lineuzinhoooooo é o MENDONÇA
Zé Carneiro não em pele de cordeiro, mas em pele de lobo da estepe
Mas não é sobressalente, pois sobre essas lentes
Das câmeras de cinema e tv, e principalmente, nas retinas de quem no teatro o vê
Tonico dá a tônica, e com seu ar pagão, nada avarento
Nos presenteia com o seu talento
Atravessa barreiras, quebra os paradigmas, de forma forte, pungente e leve
Afinal, ele é um analfabeto que escreve
Amor real pela profissão, Tonico nos faz rir, chorar, redemoinho de emoção
E pelo amor de Marina, Nina e Antônio, fica cego e grita LUZ, CÂMERA, AÇÃO
 

Tonico Pereira chega ao teatro com a família para a noite de Homenagem…

Robério Braga emociona em noite-homenagem a Tonico Pereira

Nathalie Bernier, Igor Cotrim e a família Tonico Pereira visitam o Museu do Homem do Norte durante a Casa Cor, em Manaus….

COTRIM: índio para espetáculo teatral do amigo Luiz Vitalli (em fotos de Carol Andrewsk / CARAS Online) – o convite nasceu em Manaus…

IGOR se prepara para atuar no Teatro em peça de Luiz Vitalli…

Amazônia vira Jóia de Cinema na criação de RITA PROSSI

A estada no Amazonas por conta da oitava edição do Amazonas Film Festival teve alegrias de muitas cores, conversas ricas e diversificadas, passeio de barco para ver o monumental encontro entre os rios Negro e Solimões, o contato com a deliciosa culinária amazonense, o convívio com Damas da categoria de Helena Ignêz, Alice Gonzaga e Tânia Carvalho, uma passagem pela Casa Cor, e uma visita obrigatória ao Museu do Homem do Norte, além de uma parada ‘estratégica’ na loja de BioJóias da artista Rita Prossi – indicada por Cervantes Sobrinho.

A atriz Helena Ignêz, famosa como Musa da emblemática produtora Belair e grande inspiradora da melhor fatia do Cinema Marginal, já conhecia a fina produção de Rita, e até circulava com peças da artista. Quis voltar para apreciar as novidades e eu tive a alegria de ir à loja PROSSI com ela e Alice Gonzaga, uma mulher sempre disposta a qualquer passeio e ótima companhia para qualquer ocasião.

Pois aproveitamos a manhã da terça ‘folgada’ em Manaus e fomos até a loja de Rita Prossi no Centro de Artesanato da antiga rua Recife.

Saímos de lá encantadas com a beleza e refinamento das peças.

Helena Ignêz lembrou que a filha Sinai esteve lá ano passado e saiu abarrotada de belos exemplares daquela artesania tão especial e singular de La Prossi. O slogan da marca é sugestivo: “A nossa história tornou-se lenda; as nossas lendas viraram mitos e os mitos… viraram jóias”.

Nas jóias de Rita Prossi, é comum encontrarmos sementes de paixiubão; semente de tucumã em colares e pulseiras; a folha de bananeira, de maná e de tajá enriquecendo a artesania que promove a riqueza amazonense; peças inspiradas no traje da onça pintada; sementes de jarina com letras e signos; e até um exótico Pingente tucunaré com couro de peixe. Enfim, se você gosta de jóia ou pretende dar um presente de valor a uma pessoa querida, será de bom proveito conhecer as criações originais de Rita Prossi.

A griffe tem bastante fama na cidade e já levou as preciosidades de suas coleções até para exposições no exterior, sempre atraindo atenção e despertando interesse. Portanto, para quem aprecia Jóias de caráter artesanal, defende a ética da qualidade de vida e do respeito ao meio ambiente, um bom caminho no Amazonas é conhecer as encantadoras coleções de Rita Prossi.

Joalheira Rita Prossi participa de evento na Alemanha

Caso não tenha nenhuma viagem agendada praquelas bandas nem pretenda ir por estes meses pra Manaus, não se aflija: você também pode adquirir as criativas peças através da internet.

E pode ter certeza: Vale a pena !

O Aurora de Cinema recomenda, com louvor, as Jóias de RITA PROSSI

Em visita à loja de Rita Prossi, Helena Ignêz é recebida por MrElizeu Souza, parceiro de Rita…

Saiba mais sobre as jóias de RITA PROSSI

A empresa amazonense R.de c. Mendonça Prossi, mais conhecida como Rita Prossi, é pioneira na utilização do manancial da floresta amazônica na confecção de jóias bio-ecologicamente recomendáveis.

Através de pesquisas, e inspirados pelas lendas amazonenses, a griffe de jóias RITA PROSSI contribui para a promoção da riqueza auto-sustentável da Amazônia, atuando com extremo respeito ao meio ambiente. Com um design singular e inovador, de qualidade confirmada pelo naipe de pessoas que consomem e divulgam a griffe, Rita Prossi hoje é uma marca que constrói sua história pela qualidade de suas criações e a delicadeza das peças que viram jóias apreciadas em todo o mundo.

A empresa trabalha com mão-de-obra exclusiva de Manaus, através de uma vasta cadeia produtiva, unindo tecnologia, material qualificado, ousadia e sensibilidade nas criações,  além de competência no métier e dedicação aos clientes, valendo-se dos mais variados matizes da cultura amazonense para fazer o visitante levar não só uma peça artística mas um pedaço da Amazônia em forma de jóia para ser exibida e apreciada em qualquer  local onde a elegância for o enfoque principal.


 
A pesquisa que a equipe Rita Prossi realiza com os materiais a serem utilizados é por conta de garantir qualidade à produção: testes sçao realizados para garantir que o material a ser utilizado não apresentará problemas futuros, tanto no meio ambiente, como também no decorrer do uso das peças.

A produção Rita Prossi integra uma vasta cadeia: o índio, que tece a palha ou colhe a semente; o artesão que limpa, lixa e corta a semente; a design criadora do modelo; o ourives, responsável pela produção; os “pedristas”, fornecedores das pedras; os “cravadores”, que cravam essas pedras na montagem das peças; as índias do alto Rio Negro que produzem as embalagens (feitas a mão); e, por fim, os funcionários que distribuem para as lojas e revendedores.

A empresa RITA PROSSI atua nessa cadeia produtiva, beneficiando projetos de oficinas para organização de trabalhos indígenas e artesanais, contribuindo para a transformação desse material, fruto da riqueza e diversidade da região amazonense, num sistema sustentável e promissor para os habitantes da Amazônia e pra todos quanto sabem da relevância e necessidade de se proteger e preservar a Floresta. 

Aurora Miranda Leão, MrElizeu Souza, Helena Ignêz e Alice Gonzaga em manhã de jóias amazonenses…
 

* Com a visita de Helena Ignêz mais uma vez à loja de Rita Prossi em Manaus, a estilista de jóias comprometeu-se a criar uma coleção especialmente dedicada ao novo filme da atriz e diretora, que terá cenas rodadas no Amazonas.

Uma parceria inteligentemente refinada, que promete novos e muitos bons momentos.

Para saber mais, consulte: http://www.ritaprossi.com/conhecanos.htm

Um Hotel 5 Estrelas com categoria de DEZ

Dos acertos do Amazonas Film Festival ou de como me tornei manauara

Conhecer Manaus foi uma dádiva. Terra de meus avós paternos, do  Amazonas só ouvi desde menina boas notícias. Meus queridos João  – o doce – e Virgínia – a pimenta, não se furtavam nunca a falar da terra querida, a qual deixaram porque vovô queria fazer Medicina, e na Amazônia, àquele tempo, isso não era possível. E depois da Bahia e do Rio, o Dr. João Valente de Miranda Leão veio ancorar no Ceará e aqui teve seus três queridos Luiz, Júlia Luzia e Reynaldo.

Confesso não conseguir gostar do Açaí nem do Cupuaçu, mas os sabores do Tucunaré, Tambaqui, Aruanã, Surubim e Pirarucu são deveras incomparáveis. Meus avós tinham mesmo, entre tantas outras qualidades, um paladar refinado.  Sem contar que minha avó era uma índia de fortes poderes: conquistou vovô João de forma irremediável; sabia cozinhar como poucas – tudo que fazia era bom além da conta; desenhava e confeccionava seu próprio figurino – assaz moderno pra época (chegou a escandalizar Fortaleza por ser talvez a primeira mulher da ‘sociedade’, esposa de médico, que ousou usar calça comprida em praça pública e à luz do dia); tinha uma voz magnética e tocava qualquer música ao piano, que teclava sem jamais ter estudado.

Essa digressão afetiva vem a propósito de minha recente visita a Manaus, onde fui recebida com a melhor das atenções e o maior dos carinhos pela organização milimetricamente competente do VIII Amazonas Film Festival. A avalanche de cuidados e esmero com a qual a equipe comandada pelo poeta Robério Braga (pra sorte do povo amazonense, Secretário de Cultura do Estado) recebe seus convidados é qualquer coisa além da excelência. Nada a reclamar, nenhuma crítica é cabível, muito ao contrário, só há o que bem louvar neste Amazonas Film Festival que está tornando o Amazonas uma vigorosa vitrine da Cultura Brasileira para o mundo.

Secretário Robério Braga: presença constante no Festival…

O mais notável: este tratamento especial da equipe de produção, comandada com afinco e competência por Cervantes Sobrinho (o produtor-executivo mais sereno com quem já pude partilhar o convívio), não é privilégio apenas para os convidados ilustres, artistas ou imprensa. A fartura de generosidade e gentilezas parece um grande braço do rio Amazonas impregnando-se por todos os afluentes onde a produção se faz erigir. 

Seguindo nessa trilha, outro não  poderia ter sido o hotel encontrado para acolher os felizes participantes do Amazonas Film Festival. O Caesar Business, de tantas e tão profundas qualidades, foi o nosso porto seguro em Manaus. Difícil ter vontade de deixar suas dependências pra fazer qualquer coisa.

A produção do festival, atenta a detalhes que somam positivamente, cuidou de nos receber desde a entrada com enormes banners. No hall do Caesar Business, adesivos e cartazes do Festival por todos os lados, até mesmo no chão, criando uma atmosfera de adesão ao festival anunciada já nos primeiros passos.

É preciso dizer: tudo no Caesar Business de Manaus apresenta-se com precisão de ourives: são três elevadores, com os quais nunca se perde tempo esperando; quartos extremamente funcionais, confortáveis e delicadamente decorados; um ar-condicionado que funciona sem dar alarde; telefonistas que nos atendem ao primeiro toque; um impecável room-service; uma bonita e agradável piscina, com bela vista por sobre parte de Manaus, com abundante espaço para pegar um bronze ou engrenar uma conversa (à noite, sempre estavam ali os notívagos de plantão); e então chegamos ao principal atrativo, a cozinha do Caesar Business.

O que é aquilo ? Como definir as deliciosamente incomparáveis iguarias ali ofertadas todos os dias, manhã/tarde/noite ? O que são aqueles funcionários sempre de cara alegre, nos atendendo com prestimosidade e inigualável desvelo e simpatia ?

Eu deixei Manaus, como todos os amigos com quem troquei idéias sobre, absolutamente cheia de boas recordações daquela terra singularmente poderosa e hospitaleira, e encharcada de saudade daquele Hotel onde qualquer um se sente uma pessoa especial e necessária.

Tão bom ou melhor ainda do que apregoavam meus adoráveis avós, João e Virgínia, são os peixes saídos das mãos e ‘fabricados’ pela exímia criatividade de alguns experts da Culinária abrigados no Caesar Business. Sem dúvida, ali o Tucupi, o Surubim, o Pirarucu e o Tucunaré ganham novos e requintados sabores, tantas são as formas pelas quais nos são oferecidos, cada um mais excepcionalmente delicioso que o outro. Não lembro nunca de ter passado uma semana inteira comendo peixe. Pois lá no Caesar Business isso aconteceu e só vim me dar conta depois. Tive a felicidade de passar uma semana provando e aprovando novas modalidades das finas receitas com diferentes tipos de peixe, as quais os prestativos garçons e garçonetes nos ofereciam sempre com um sorriso no rosto.

Parte da equipe do Caesar Business Manaus: primando pelo bom atendimento…

Depois de uma semana de puro desfrute da mais dedicada e atenciosa produção de festival de cinema do pais, amplificada pela magnânima acolhida no Caesar Business, resta constatar:

Manaus me chegou como um inesperado presente e ficará para sempre no coração da minha memória como a terra onde reencontrei minhas raízes mais profundas; vi como se faz produção com sabedoria, cordialidade e deferência aos itens mais elementares que permeiam a convivência humana; conheci um Hotel Cinco Estrelas com categoria de DEZ (cuja estada jamais esquecerei); reencontrei estimados parceiros (Saleyna Borges, Tetê Mattos, Antônio Leal, Ingra Liberato, Igor Cotrim, Rosa Malagueta, Douglas Soares, Hernani Heffner, e Alice Gonzaga, uma amiga mais que querida) e fiz novos, como Cervantes Sobrinho, Tânia Carvalho, Arnaldo Galvão, Roberval Duarte e a adorável Helena Ignêz – a quem já conhecia muito pelos filmes emblemáticos da Belair e do ‘cinema marginal’ (trazida por meu pai desde menina como “a mais bela atriz do Cinema Brasileiro”).

Com o adorável Chaplin de Rômulo Hussen, Aurora Miranda Leão e Helena Ignêz atravessam o elegante ‘tapete vermelho’…

Mas Helena Ignêz – esta atriz esplendorosa, diretora premiada e mulher muito além de seu tempo -, é tão especial que merece uma crônica inteira. Que fico a dever e pretendo escrevê-la muito em breve.

Solenidade de abertura do VIII Amazonas Film Festival no Theatro Amazonas…

Neste ponto, vale abrir um destaque para os patrocinadores do Amazonas Film Festival:  a Coca-Cola e o Banco Daycoval, que se unem ao Governo do Estado do Amazonas para que o Amazonas Film Festival seja o grandioso festival que é.

Resta-me então agradecer a organização do Amazonas Film Festival pelo honroso convite e pela inaudita satisfação de me proporcionar dias tão felizes e especiais na capital amazonense, de onde saí me sentindo uma quase autêntica manauara e muito mais brasileira.

Ingra Liberato levou sua beleza para desfilar no Amazonas (ao lado do ator Luís Felipe, ambos no elenco de O Carteiro, longa de Reginaldo Faria)…

Beatriz Lindenberg, Arnaldo Galvão e Aurora Miranda Leão chegando ao Theatro Amazonas, noite de abertura…

O Secretário Robério Braga saúda o cineasta Fernando Meirelles, homenageado desta edição…

Antônio Leal, Alice Gonzaga e Tetê Mattos: alegria contagiante que se perpetuou por todo o Amazonas…

Ao lado de ‘Chaplin’, o ator mexicano Alfonso Herrera, ex-RBD, o mais assediado e simpático do Festival

Viva o Amazonas ! Vida longa ao Amazonas Film Festival !   

Amazonas Film Festival: a energia da Floresta abençoou…

Festival termina em grande estilo e se consagra como o mais bem organizado do país…

A cerimônia de encerramento da oitava edição do Amazonas Film Festivalaconteceu em palco armado ao lado do Theatro Amazonas com transmissão ao vivo pela TV Cultura. A apresentação ficou a cargo da atriz Ana Furtado (apresentadora do programa Vídeo Show, da TV Globo) e contou com a participação do Secretário de Cultura, poeta e escritor Robério Braga, da atriz Helena Ignêz (presidemte da Mostra Curta Brasil), da jornalista Danniela Assayag (TV Amazonas), de Sérgio Cardoso (coordenador de Ação Cultural da Secretaria de Cultura do Estado do Amazonas), de Salyna Borges (titular do Audiovisual e da Film Comission), e com a presença do governador Omar Aziz, que fez conundente discurso de louvação ao Cinema Brasileiro e às produções exibidas, além de garantir vida longa ao festival e à presença de Robério Braga como titular da pasta da Cultura – o que fez a platéia reagir com muitos aplausos.

Noite de luxo no Teatro Amazonas

Festejado por todos os lados: fãs de Alfonso Herrera também eram colegas de Festival…

Ana Carolina Machado, a charmosa atriz de O Carteiro, atravessa a ‘passarela’…

Tudo isso fez da noite de encerramento do VIII Amazonas Fim Festival um momento de muita emoção, energia e cor no convidativo Largo de São Sebastião, ao qual o publico fez questão de acorrer, sobretudo aplaudindo o belo e simpaticíssimo Alfonso Herrera, o cantor/ator mexicano que colocou uma enorme fila de fãs na porta do Hotel Caesar Business todos os dias, sem intervalo de turnos.  

Ana Furtado comandou a noite de encerramento…

Após a cerimônia oficial da entrega de troféus aos vencedores, o céu recebeu uma bela rajada de cores com generosa chuva de fogos de artifício, antecendo a apresentação dos tradicionais Bois da Festa de Parintins.

Secretário Robério Braga faz eloquente discurso e é aplaudidíssimo pelos acertos do Festival

Um compacto das apresentações que mobilizam a cidade amazonense a cada junho  foi ofertado à platéia, que pôde conferir as performances dos Bois Caprichoso e Garantido.

Além de diversas outros expoentes da Sétima Arte e da cultura amazonense que tornaram mais bonita e concorrida a noite de despedida do oitavo Amazonas Film Festival , encerrada com chave de ouro numa magnífica festa no Club Alphaville, colocando ainda mais em evidência o Amazonas como um cinematográfico cenário de belezas e multifária riqueza.

 

 

Secretário Robério Braga e governador Omar Aziz: sorrisos mostram satisfação com mais um Festival realizado com êxito…

Helena Ignêz, Rômulo Hussen, Beatriz Linderberg e Aurora Miranda Leão: alegria do encontro celebrada no tapete vermelho

Trinta e três produções inéditas no circuito comercial disputaram o troféu Vôo na Floresta que premiará entre filmes de Longa e Curta-Metragem, o melhor Filme, Diretor, Ator, Atriz, Roteiro e Fotografia. 

Chaplin conduz a artista amazonense Rosa Malagueta e sua bela herdeira, acompanhadas de Sérgio Uchoa, consultor estadual de Cultura…

Largo de São Sebastião lotado para conferir encerramento do oitavo Amazonas Film Festival

 Filme gaúcho Casa Afogada ganha troféu das mãos de Paulo Mendonça, diretor do Canal BR

Helena Ignêz entrega troféu Melhor Atriz a Amélia Bittencourt (SC), representada por Celso Sabadin

Aprovação à gestão Omar Aziz transmitida em cumprimentos por toda a noite…

O troféu Voo da Floresta foi desenvolvido em 2006, especialmente para o Amazonas Film Festival, pela escultura Sara Rosemberg, com inspiração na beleza do vôo das aves amazônicas. O material utilizado na concepção foi alumínio reciclado e reciclável, sobre base de madeira amazônica de origem sustentável. O troféu é uma bela peça artística.

Vencedores do 8° Amazonas Film Festival
Mostra Competitiva Curta-Metragem Amazonas Melhor Roteiro – João Áureo Pereira de Albuquerque Lins, por “Alegoria da preguiça, um diálogo interior”
Melhor Atriz – Mariana Campo, por “Morto-Vivo”
Melhor Ator – Leonardo J. Mancini, por “Morto-Vivo”
Melhor Fotografia – Yure Cesar e Aldemar Matias, por “Parente”
Melhor Diretor – Leonardo J. Mancini, por “Morto-Vivo”
Prêmio Especial do Júri – “Rito de Morte” de Sávio Stoco
Melhor Filme – “Parente” de Aldemar Matias
Igor Cotrim, Melhor Ator na edição passada, entregou para o vencedor deste ano…

Mostra Competitiva Curta-Metragem Brasil

Douglas Soares recebe troféu pelo Melhor Roteiro para A Dama do Peixoto

Melhor Roteiro – Douglas Soares e Allan Ribeiro por “A Dama do Peixoto” (RJ)
Melhor Atriz – Amélia Bittencourt, por “Qual queijo você quer?” de Cíntia Domit Bittar (SC)
Melhor Ator – Maurício de Barros, por “Cine Camelô” de Clarissa Knoll (SP)
Melhor Fotografia – Pedro Urano, por “Ensolarado” de Ricardo Targino (MG)
Melhor Diretor – Gilson Vargas, por “Casa Afogada” (RS)
Menção Honrosa – “Sala de Milagres” de Cláudio Marques e Marília Hughes (BA), “O céu no andar de baixo” de Leonardo Cata Preta (MG)
Melhor Filme – “Cachoeira” de Sérgio Andrade (AM)

 Escritora Tânia Carvalho e casal Paulo Mendonça chegam para a cerimônia de encerramento, tendo ao fundo o Theatro Amazonas

Alfonso Herrera, o mais aplaudido dos aplaudidos, integrou o júri de longa-metragem e fez bonito esbanjando simpatia e simplicidade…

Mostra Competitiva Internacional de Longa-Metragem

Melhor Roteiro – Asghar Fahradi por “A separation” (Irã)
Melhor Atriz – Camila Pitanga por “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios” (Brasil)
Melhor Ator – Zecarlos Machado por “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios” (Brasil)
Melhor Fotografia– Glynn Speeckaert por “La Source des femmes” (Bélgica, Itália, França)
Melhor Diretor – Santiago Mitre por “El estudiante” (Argentina)
Menção Honrosa – “Os últimos cangaceiros” de Wolney Oliveira (Brasil)
Melhor Filme – “A Separation” de Asghar Fahradi (Irã)

Vencedores e jurados de todas as categorias posam para foto oficial…

 Ana Furtado aplaude grandeza do Amazonas Film Festival

<!–Mostra Competitiva Internacional de Longas-Metragem

A SEPARAÇÃO, de Asghar Farhadi (Urso de Ouro no Festival de Berlim 2011)


EU RECEBERIA AS PIORES NOTÍCIAS DE SEUS LINDOS LÁBIOS,de Beto Brant


O AMOR NÃO TEM FIM, de Julie Gavras


O CARTEIRO, de Reginaldo Faria (melhor fotografia no Festival de
Gramado 2011)


LA SOURCE DES FEMMES, de Radu Mihaileanu


OS ÚLTIMOS CANGACEIROS, de Wolney Oliveira


THE FIRST GRADER, de Justin Chadwick


O ESTUDANTE, de Santiago Mitre

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<!–Mostra Competitiva Internacional de Longas-Metragem

A SEPARAÇÃO, de Asghar Farhadi (Urso de Ouro no Festival de Berlim 2011)


EU RECEBERIA AS PIORES NOTÍCIAS DE SEUS LINDOS LÁBIOS,de Beto Brant


O AMOR NÃO TEM FIM, de Julie Gavras


O CARTEIRO, de Reginaldo Faria (melhor fotografia no Festival de
Gramado 2011)


LA SOURCE DES FEMMES, de Radu Mihaileanu


OS ÚLTIMOS CANGACEIROS, de Wolney Oliveira


THE FIRST GRADER, de Justin Chadwick


O ESTUDANTE, de Santiago Mitre

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Helena Ignêz, eterna Musa do Cinema Marginal, desfila serenidade e respira Cinema no Amazonas

Ela é o que sempre foi: uma mulher adiante de seu tempo. Não à toa, foi A Mulher de Todos, a ‘Moça do Padre’ e a famosa ‘Mulher do Bandido’ em filmes memoráveis da cinematografia brasileira.

Estampando moderno modelito Frida Khalo, Helena Ignêz começou o dia de ontem em Manaus tomando seu tradicional café com frutas no aconchegante restô do hotel Caesar Business, e concedendo entrevistas, tirando fotos, trocando idéias com os membros do júri de curtas-metraagens (do qual é a Presidente), e seguindo para passeio de compras por lojinhas de artesanato, sem deixar de passar no grande mercado municipal pra levar o autêncito guaraná em pó do Amazonas. Diz que a família adora…

Helena, que de Musa exibe o Talento, o Charme, e o Carisma, nada tem de estrelismos ou futilidades. É uma mulher pra se admirar, sempre falando baixinho, inspirando solidariedade e energizando o ambiente com o tom vermelho de seus cabelos e a tonalidade musical de sua voz agridoce, repleta de xamânicas sintonias.

Alice Gonzaga e Helena Ignêz em passeio pelo centro de Manaus…

É uma mulher de seu tempo, ousada, inteligente, sensível, preocupada com  causas ecologicamente sustentáveis, e qualificadamente dignas de ganhar o olhar de sua atenção e a energia cúmplice de sua sensorialidade, genuinamente libertária.

Conversando e convivendo com ela, logo se entende porque era a queridinha do cinema mais autoral e pungente que se fazia no Brasil dos anos de 1970…

Mas daqui a pouco preciso estar na reunião de júri, na qual iremos finalmente apontar os curtas-metragens vencedores da mostra Curta Brasil. Por isso, vou interromper este ‘bilhete’ pra Helena Ignêz por aqui e volto logo mais, assim que a agenda permitir.

* Antes de retornar a Sampa, Helena Ignêz vai a Goiânia receber merecida homenagem no Festival de Cinema Brasileiro que acontece na capital goiana.

Amazonas Film Festival: A Grande Noite de Encerramento

O aguardado anúncio oficial dos vencedores da oitava edição do Amazonas Film Festival acontece hoje em solenidade marcada para começar às 19:30h. E se tem uma coisa pela qual este festival prima é pela organização e pontualidade.

Portanto, logo mais, às 19:30h, uma numerosa platéia deve acorrer ao Largo de São Sebastião, no entorno do Theatro Amazonas, onde será realizada a sempre concorrida noite de encerramento do festival que transforma Manaus na Capital da Sétima Arte.

* Fotos de Wesley Andrade, bam-bam-bam na arte de apreciar com as retinas…