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Cinemateca Exibe Caso dos Irmãos Naves

Neste sábado, dia 31, às 14h, acontece na Cinemateca Brasileira, sessão do Projeto Univercine – parceria firmada entre a Unifesp (USP) e a Cinemateca Brasileira – oferecendo ao público, a chance de conhecer profundamente o cinema nacional. Neste sábado, é a vez da exibição de O Caso dos Irmãos Neves, filme do diretor Luiz Sérgio Person (“São Paulo S.A.”), que narra a história real de um dos  mais famosos erros judiciários da justiça brasileira, ocorrido no interior de Minas Gerais durante a ditadura do Estado Novo de Getúlio Vargas.  

A prisão e tortura de dois irmãos agricultores, forçados a confessar injustamente um assassinato que não cometeram. Contundente em sua denúncia dos métodos de investigação baseados na tortura.

Anselmo Duarte – em raro papel de vilão -, dá vida ao  impiedoso comissário de polícia, enquanto os irmãos são representados de forma poderosa por Raul Cortez e Juca de Oliveira.

Após a sessão, haverá debate com a presença dos professores, Bruno Konder Comparato e Maria Fernanda Lombardi Fernandes. A mediação será de Mauro Rovai.

O Caso dos Irmãos Naves (Brasil196792′) Direção: Luiz Sérgio Person Com: Raul Cortez, Juca de Oliveira, Anselmo Duarte, John Herbert, Sérgio Hingst e Lélia Abramo, entre outros

Onde: Cinemateca BrasileiraLargo Senador Raul Cardoso, 207 Tel.: (11) 35126111 (r. 215

Entrada Franca

 

Grande Prêmio Cinema Brasileiro

TONY RAMOS Vence como Melhor Ator

LÍLIA CABRAL é Melhor Atriz

Ana Muylaert, Melhor Diretora

É Proibido Fumar, Melhor Filme

O longa-metragem independente É proibido fumar, de Anna Maria Muylaert, foi o maior vitorioso no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, principal celebração da categoria no país.

O filme estrelado por Glória Pires e o titã Paulo Miklos levou os troféus Grande Otelo de longa-metragem de ficção, direção, roteiro original, trilha sonora e montagem de ficção.

Se eu Fosse Você 2, de Daniel Filho, recordista de bilheteria, ficou com a estatueta de MELHOR, concedida pelo júri popular.

Estes os resultados principais da festa de entrega do grande prêmio do Cinema Brasileiro, realizada ontem à noite no teatro João Caetano, no Rio.

Na solenidade, homenagens a Anselmo Duarte e a Alice Gonzaga pelos 80 da CINÉDIA.

Saiba mais: http://g1.globo.com ou www.jb.com.br

Festa da Academia de Cinema é AMANHÃ

Amanhã, 8 de junho, acontece a esperada festa de entrega do grande prêmio da Academia Brasileira  de Cinema.

Os HOMENAGEADOS deste ano são Anselmo Duarte (ator e produtor que deu ao Brasil a Palma de Ouro em 1962 com o filme O Pagador de Promessas, a partir da peça teatral de Dias Gomes) e ALICE GONZAGA, que receberá a estatueta em reconhecimento ao louvável trabalho que faz à frente da CINÉDIA.

A festa da Academia Brasileira de Cinema terá como cenário o Teatro João Caetano, localizado na praça Tiradentes, centro do Rio, e será transmitida ao vivo pelo Canal Brasil ( 66), com início às 21h.

Veja a lista de filmes que concorrem aos prêmios da Academia. Você também pode votar no seu preferido. Basta acessar http://telecine.globo.com/academiabrasileiradecinema/

* Saiba mais sobre ALICE GONZAGA:

Escritora, pesquisadora, produtora, diretora e empresária do ramo cinematográfico, Alice Gonzaga é filha de Adhemar Gonzaga, fundador da CINÉDIA que durante as décadas de 30 e 40 foi uma das principais produtoras do país, responsável por um dos maiores sucessos de público do cinema brasileiro, o melodrama O Ébrio (1946), de Gilda de Abreu.

Lábios sem Beijos, um dos clássicos da CINÉDIA

À frente da CINÉDIA, Alice Gonzaga desenvolve um importante trabalho de preservação e recuperação de clássicos da empresa, como Lábios sem Beijos (1930), de Humberto Mauro, e Alô. Alô. Carnaval! (1936), de Adhemar Gonzaga. Entre as numerosas realizações do estúdio estão 60 longas, 250 documentários, 700 cinejornais, como Mulher (1931), de Octávio Gabus Mendes, Ganga Bruta (1931/32), de Humberto Mauro, Bonequinha de Seda (1936), de Oduvaldo Vianna, Romance Proibido (1944), de Adhemar Gonzaga, 24 horas de Sonho (1941), de Chianca de Garcia, Anjo do Lodo (1950), de Luiz de Barros, obras fundamentais da cinematografia brasileira.

Cena de Alô, Alô Carnaval, clássico da CINÉDIA, com as irmãs Carmen e Aurora Miranda sob direção de Adhemar Gonzaga

Alice Gonzaga dirigiu os curtas-metragens Memórias do Carnaval, premiado no Festival de Brasília, e Folia. Publicou os livros 50 anos de Cinédia, Gonzaga por ele mesmo e Palácios e Poeiras – 100 anos de cinemas no Rio de Janeiro, a mais completa pesquisa sobre a história da exibição de cinema na cidade. Como presidente do Instituto para Preservação da Memória do Cinema Brasileiro, Alice Gonzaga desenvolve ações e projetos em prol da conservação de filmes e documentos relativos a atividade cinematográfica no país.

Alice Gonzaga recebe amanhã o Prêmio ACADEMIA BRASILEIRA DE CINEMA pelos relevantes serviços prestados à cultura cinematográfica brasileira