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As rosas amarelas sobem ao palco com Mazé Figueiredo

 

O espetáculo Quando as rosas amarelas se tornam marrons, projeto aprovado em edital do Centro Cultural Banco do Nordeste, estreia no próximo dia 28 em Fortaleza, tendo como palco o Teatro Antonieta Noronha, no centro da cidade.

 O texto é de autoria do ator e diretor Walden Luiz e tem direção de
 Wagner Pereira, contando com o seguinte elenco: Walden Luiz, Mazé Figueiredo (proponente do projeto), Zerivaldo Beserra e Lorenna Aletéia.

Walden Luiz e Mazé Figueiredo em cena: Teatro Cearense estreia mais um espetáculo…

A pequena temporada será dias 28, 29 e 30 deste junho, às 19.30h, no Teatro Antonieta Noronha, Rua Pereira Filgueiras, nº 4, por traz do Paço Municipal, com entrada franca.


Walden Luiz está completando 50 anos atuando no teatro cearense, enquanto Mazé Figueiredo, a incansável atriz, produtora, divulgadora e coralista, que é funcionária aposentada do Banco do Nordeste, completa uma dezena de peças atuando de forma ininterrupta. Haja fôlego ! 

Vamos ao Teatro ! Vamos ver Quando as rosas amarelas se tornam marrons !

 

Cultura da Gente: Arte do Nordeste para o mundo, via BNB

Banco do Nordeste lança Cultura da Gente 2012 na intenção de incentivar e destacar seus funcionários-artistas 

Teatro, literatura, música e audiovisual deram o tom na solenidade de lançamento do meritório programa de incentivo, nascido para apostar nos talentos da instituição 

Há alguns anos uma equipe do Banco do Nordeste teve a feliz idéia de criar um programa de patrocínio, fomento, apoio e incentivo aos funcionários da instituição que prima pela valorização e visibilidade do Nordeste como uma região prolífica, em seus mais diversos aspectos e, visando sobretudo ao desenvolvimento, não poderia deixar de fora a Cultura. 

Foi assim que em 2005 surgiu o Programa Cultura da Gente e, de lá pra cá, proliferam mais e mais trabalhos novos e importantes dos benebeanos que, além de darem conta de suas funções no Banco conterrâneo, ainda encontram tempo e inspiração para atuar na área artística.

E foram alguns desses trabalhos que podemos conferir na manhã da quinta, 18 de agosto, no auditório do BNB no Passaré. Comandada pelo gerente de gestão do Ambiente da Cultura, o fotógrafo e cineasta Tibico Brasil, que abriu a solenidade saudando aos colegas e agradecendo as parcerias, o evento contou com a laboriosa colaboração de Rosana Vírginia Gondim, responsável pelo zelo com o Programa Cultura da Gente, que funciona muito mais como uma amiga de seus colegas da ativa e aposentados do que propriamente como uma funcionária que tem nas mãos um grandioso trabalho a consolidar.

Foi Virgínia quem pessoalmente convidou aos colegas do Banco para se fazerem presentes ao lançamento do Cultura da Gente 2012 e legou a todos uma manhã-tarde especial de reencontro, convívio e trocas culturais.

Naturalmente que, dentre tantos trabalhos sendo desenvolvidos com a chancela do Banco do Nordeste, deve ter sido difícil selecionar quais a serem apresentados naquela ocasião especial mas posso garantir que o painel da quinta foi bem interessante e diversificado.

A música subiu ao palco pelo violão e a bela voz de Valderlan Macedo, que veio lá de Vitória da Conquista para apresentar a simplicidade de seu talento. Enquanto Valderlan desfilava suas conposições, a platéia recebia Matuto de Imbornal, primeiro CD do artista baiano, lançado graças ao apoio do programa Cultura da Gente. O Cd de Valderlan é uma bonita página entre os trabalhos lançados pelo Programa: com uma simplicidade que se traduz numa funcional embalagem (onde inexiste dificuldade na hora de abrir – como é comum nas caixas tradicionais de CD que se compram lacradas), e na ilustração que estampa a fina delicadeza do trabalho, cada música de Valderlan vem acompanhada pelo traço competente de outro artista nordestino (Cléber Ramos), formando um rico painel de belos desenhos a contar a vida do matuto de imbornal. Um pitéu !

Em seguida, a atriz Mazé Figueiredo, que doou 30 anos de sua vida ao trabalho no Banco do Nordeste – e que, na hora de transmutar de ofício optou pela volta aos palcos (Mazé começou ainda mocinha no teatro, ganhando prêmio nacional com peça montada em sua Mossoró natal) –, subiu ao palco para nos mostrar sua Madame NoAr, criação de Nícolas Almeida (outro funcionário do BNB), que ela assume em montagem dirigida pela premiada atriz Leuda Bandeira.

Mazé parecia especialmente inspirada e levou a platéia às gargalhadas com suas bem treinadas entonações, seu senso de espetáculo, seu gestual inteligente e sua sensibilidade aflorada pelo visível encantamento pelas seduções do palco. Um luxo conhecer esta Madame NoAr tão bem elaborada por Leuda e Mazé, agora co-autoras da obra de Nícolas.

E veio a exibição do novo documentário de Tibico Brasil – CAMURUPIM, o peixe que eu queria pescar – que chega para denunciar, mais uma vez, sua excelência como fotógrafo e homem de rara sensibilidade em temas a afetar tão de perto a vida do nordestino, neste caso, o cotidiano de pescadores do lendário peixe camurupim. Reverente aos mistérios do mar e suas vicissitudes, Tibico elabora com precisão de ourives uma obra onde as imagens constroem quase uma poesia sobre a vida de quem vive no/do mar, tornando elementos como o anzol, o gancho do barco, a linha de pescar e até as escamas do peixe, traços expressivos de uma alquimia a ser desvendada com sensibilidade, dedicação, paciência e vontade de saber mais. Tudo isso complementado pela inspirada trilha sonora, que tem de Waldo Aderaldo e Paula Tesser às belas teclas do sempre inspirado Ricardo Bezerra.

A pesca do camurupim, em praias cearenses, agora chega ao cinema

Assim, o documentarista consegue plantar nos espectadores o gosto pelos mistérios do mar e a vontade de também estar na locação, acompanhando as idas e vindas em busca do camurupim, mas sobretudo deixa a sensação de ‘quero mais’, fundamental para quem faz do audiovisual sua linguagem preponderante.

E teve ainda a palavra do funcionário  Pedro Pucci, reportando-se à exposição que ele e mais duas colegas fizeram reratando a flora e a fauna existente ali, no entorno do Passaré, enorme espaço onde o Banco do Nordeste elabora e consolida ações para se agigantar, Nordeste afora. Depois, Henoque Veríssimo, falou em nome dos muitos que tiveram trabalhos apoiados pelo Cultura da Gente. Vale ressaltar também a alegria de reencontrar naquele espaço o ‘homem do som’, Zêuxis, e também o Mário Nogueira, poeta e funcionário dedicado, responsável pelos contratos da parceria do programa de Cultura BNB-BNDES.

Em seguida, foi a vez do documentário de Ana Paula Teixeira, Exilados, tratando sobre a vida de idosos, abandonados em diversos abrigos e casas de repouso de Fortaleza. Premiada com outros 4 trabalhos, também enfocando realidades que nos cercam e incomodam, Ana Paula Teixeira constrói um painel para denunciar uma situação triste que nos chega através de imagens fortes, desconsertantes, difíceis de acompanhar. Um tema que aflige e incomoda mas expresso na tela com a propriedade de quem já trafega na área há alguns fotogramas de experiência, ladeada ademais pela colega Lília Moema, expert na seara da fotografia e da edição, através da Cabeça de Cuia Filmes.

Henoque, LG e Uéliton Rocon conversam e distribuem autógrafos…

Para encerrar, uma providencial mesa de autógrafos, na qual diversos escritores patrocinados pelo Cultura da Gente autografaram e trocaram livros e conversas com colegas de variadas faixas etárias e áreas diversas de atuação no Banco que apóia e incentiva os que produzem arte e cultura. Dentre estes, Jansen Viana, Yvany Gurgel do Amaral, LG de Miranda Leão, Henoque Verísimo e Uéliton Rocon.

Nestas terras de tanto sol, seca, enchentes e desafios a enfrentar, é bom saber do providencial incentivo aos que encontram na expressão artística uma maneira de fazer valer suas raízes nordestinas com inspiração e ousadia, como tão bem vociferou um dia a pena de Euclides da Cunha.

Vida longa ao Cultura da Gente !

LG Miranda Leão e Mazé Figueiredo: encontro de benebeanos artistas rendeu boas histórias em manhã-tarde de CULTURA DA GENTE no Passaré

MADAME NO AR Estréia Quarta

Veterana e premiada atriz Mazé Figueiredo apresenta monólogo em quatro apresentações gratuitas

 

Após conquistar o Prêmio Balaio de Melhor Atriz (Troféu Carlos Câmara 2011), por seu desempenho na peça “E eu joguei flores nas minhas memórias”, de Caio Quinderé (ao lado da atriz Aurora Miranda Leão), a veterana atriz Mazé Figueiredo retorna aos palcos com o monólogo “Madame Noar”, texto de Nicolas Almeida com direção de Leuda Bandeira.

“Madame Noar” terá quatro encenações gratuitas: estréia no Theatro José de Alencar, QUARTA, dia 6, às 19 horas; Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, dia 10 (domingo), 9 horas; Teatro SESC Iracema, dia 12 (terça-feira), 20 h; e Teatro SESC Emiliano Queiroz, dia 19 (terça-feira), às 20 horas. 

QUEM É “Madame NoAR

Na desenvoltura deste monólogo, uma misteriosa e excêntrica personagem percorre um delicioso trajeto de sua existência, onde o imaginário emerge de maneira brilhante e seus mais loucos sonhos são impulsionados a seguirem pelo mundo real, quando se transforma em uma consulente identificada com o universo da magia, do misticismo e adivinhações. Construindo um link com histórias de alguns contos de fadas, tudo isso acontece num clima alegre de uma irreverente comédia.

E o cotidiano das pessoas vai desfilando em seu programa como um rio de águas tranquilas, com instantes reveladores da alma humana, registrados e analisados num maravilhoso mosaico de situações hilariantes e jocosas. Tudo isso, através de uma linguagem envolvente, que permitirá uma interação entre a atriz solista e os espectadores, e cujo resultado final se apresenta como um inusitado produto cultural, revelador de uma poética contundente de risos, tão presente nos contos de fadas. 

Patrocínio do Programa Cultura da Gente

A temporada de “Madame Noar” tem o patrocínio do Programa Cultura da Gente, que apóia projetos artísticos desenvolvidos por funcionários da ativa e aposentados do Banco do Nordeste (BNB).

Ação de desenvolvimento humano e responsabilidade social corporativa do Banco do Nordeste, o Cultura da Gente apóia projetos individuais ou coletivos, de autoria ou co-autoria de funcionários e aposentados da instituição, até o valor de R$ 10 mil, nas áreas de música, artes cênicas, audiovisual, artes visuais, literatura e cultura popular.

Coordenado pela consultora interna Rosana Gondim, o Programa é uma iniciativa conjunta dos Ambientes de Comunicação Social, Gestão da Cultura e Responsabilidade Socioambiental, e a Área de Desenvolvimento Humano do BNB