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Vamos às Novas Controvérsias de Ronaldo Werneck

Com lançamentos em JUIZ DE FORA e CATAGUASES já realizados, POETA RONALDO WERNECK convida:

26 de abril, terça, das 18h30 às 21h30
Livraria Martins Fontes – Av. Paulista – São Paulo/SP
Avenida Paulista, 509
Tel.: (11) 2167-9900

30 de abril, sábado, a partir das 11h
Livraria Mineiriana – Belo Horizonte/MG
Rua Paraíba, 1419, Savassi
Tel.: (31) 3262 0961


DAS MINAS DO MUNDO

DÁ-SE O DIA A DIA

FUTEBOL-CINEMA

CANÇÕES-POESIA

Pelé. Baudelaire. Vittorio Gassman. Elizeth Cardoso. Rock. Glauber. Godard. Rimbaud. Zidane. Jim Morrison. Chico Anísio. Ungaretti. Paris. Clarice Lispector. Ferlinghetti. Baden Powell. Roma. Guimarães Rosa. Bossa Nova. Jean Seberg. Apollinaire. Rio. Bethânia. Recife. Vinicius. Frevo. Nelson Cavaquinho. John Huston. João Gilberto. Dino Risi. Paulinho da Viola. Maracatu. Jards Macalé. Cinema Novo. Tennessee Williams. Joyce Moreno. Nouvelle Vague. Nara. Humberto Mauro. Lúcio Alves. Cataguases. Chico Buarque. Maria Alcina. Ary Barroso. Tomate & seus Pepinos & Cães & Gatos.

É do dia a dia de Minas e do mundo – de “futebol e cinema, de canções e poesia” – que trata o novo livro de Ronaldo Werneck, Há Controvérsias 2 – com mais de 500 páginas, todo ilustrado –, dando continuidade às crônicas do livro Há Controvérsias 1, lançado em 2009 pela Editora Artepaubrasil. São textos (vários inéditos) publicados a partir de 2003 na coluna Há Controvérsias, que o poeta e escritor mineiro assina nos jornais Cataguases e O Liberal, de Cabo Verde, e nos blogs Cronópios, Contra o Vento e Ronaldo Werneck/Há Controvérsias.

“E pergunto, em quieta abstração, em que consiste a estilística de Ronaldo Werneck” – escreve a poeta mineira Lina Tâmega Peixoto, no prefácio de Há Controvérsias 2. “Talvez, a habilidade de jogar com as palavras, uma provocação lúdica às formas verbais para alcançar uma linguagem delirantemente estética. Ou o emprego de leves palhas de humor e doce ironia. (…) Tudo servindo à construção das tensões do processo de interpretar as beiradas da vida e do mundo, a delicada e conflituosa experiência da criação, o talento com que Ronaldo Werneck empunha e manobra a beleza, intelectualmente fabricada”.

“E não adiantam as mil notas de pé de página das teorias do tom menor”, diz o escritor e dramaturgo português Cunha de Leiradella. “Ronaldo Werneck entende do seu ofício que nem os cortadores de pedra do antigo Egito entendiam de pirâmides. Procurando os veios do rochedo e abrindo-o nos seus mais guardados segredos, as obras feitas para durar. Sim, escrever é ver. E saber. Saber ver. Ler o mundo, descre/ver. O pensar que se fixa e perdura, se brotado em escritura”.

A Biblioteca Nacional encomendou à Editora Arte Paubrasil nova tiragem do livro Há Controvérsias 1, que será distribuído a bibliotecas de todo o país. Sobre esse livro, disse Zuenir Ventura: “Você não se cansa de me surpreender com essa sua polissemia, polivalência, politalento. Que excelente poeta você é, cara, e que cronista!”. Por sua vez, no texto de apresentação, escreveu Moacyr Scliar: “Humor, talento, grandeza humana: Ronaldo Werneck é tudo isso e muito mais, esteja ele escrevendo sobre política, ou sobre futebol, ou sobre a arte de curtir a vida. Leiam-no e constatem”. 

Sobre o autor

Poeta e jornalista, Ronaldo Werneck é mineiro de Cataguases. Participou de várias antologias, a mais recente delas Roteiro da Poesia Brasileira Anos 70 (Global, 2009). Tem seis livros de poemas publicados, entre eles Minerar o Branco (Editora Arte Paubrasil, 2008). Em 2009, publicou Kiryrí Rendáua Toribóca Opé: humbertoMAUROrevistoPORronaldoWERNECK e Há Controvérsias 1, pela Editora Arte Paubrasil.


Título: Há Controvérsias 2

Autor: Ronaldo Werneck
Texto das orelhas: Cunha de Leiradella
Gênero: Literatura brasileira/Crônicas
ISBN: 978-85-99629-34-5
Formato: 16 X 23 cm, brochura
Páginas: 503
Peso:  740 g
Preço: R$ 45,00
Editora Arte Paubrasil

Editora Arte Paubrasil
Rua Caravelas, 187 – Vila Mariana

04012-060 – São Paulo-SP – Brasil
Pabx: (11) 5085-8080

FILME CULTURA HOJE no RIO

É hoje à noite o lançamento da revista Filme Cultura – referência de leitura sobre cinema no Brasil entre 1966 e 1988 -, volta a ser publicada a partir deste mês, com o lançamento da edição nº 50, entre 18h30 e 21h30, na Casa de Rui Barbosa, em Botafogo. 

O novo projeto Filme Cultura consiste, além da revista, no lançamento do website: www.filmecultura.org.br e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional.

A Filme Cultura 50 traz um núcleo temático intitulado Cinema Brasileiro Agora, com artigos e mesa-redonda sobre o estado atual do cinema na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, pois como afirma no editorial  Gustavo Dahl, diretor da publicação, ‘Viajar de Norte a Sul pelos ambientes de produção audiovisual que estão gerando novos olhares é uma opção que se impôs, como recomeço de conversa’.

FILME CULTURA de Volta. VIVA !

A histórica revista Filme Culturauma referência de leitura sobre cinema no Brasil entre 1966 e 1988 -, volta a ser publicada a partir deste mês, com o lançamento da edição nº 50, marcado para a próxima terça, 27, entre as 18h30 e às 21h30, na Casa de Rui Barbosa, em Botafogo.

O novo projeto Filme Cultura consiste, além da revista, no lançamento do website: www.filmecultura.org.br e da coleção histórica em versões fac-símile e microfilmes, esta em convênio com a Biblioteca Nacional’.

A Filme Cultura 50 traz um núcleo temático intitulado Cinema Brasileiro Agora, com artigos e mesa-redonda sobre o estado atual do cinema na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e São Paulo, pois como afirma no editorial  Gustavo Dahl, diretor da publicação, ‘Viajar de Norte a Sul pelos ambientes de produção audiovisual que estão gerando novos olhares é uma opção que se impôs, como recomeço de conversa’.

Outros textos abrangem ensaios, críticas além de diversas seções voltadas para aspectos de atualidades, tecnologia, curtas-metragens, resenhas de livros e internet, perfil de personalidades da cultura cinematográfica brasileira, republicação de textos históricos, etc. Além do corpo de redatores fixos da revista, escrevem também críticos e pesquisadores de várias regiões do país.

Em texto de apresentação do nº 50, o ex-secretário do Audiovisual do Minc, Silvio Da-Rin, fala da vocação de fênix da Filme Cultura: ‘Desaparecida, por vicissitudes comuns às iniciativas que vicejam no campo estatal, por várias vezes renasceu, renovada, para cumprir a função que o singelo título sugere, em forma de binômio indissolúvel.’

A Filme Cultura amparada pela força do estado, foi a mais longeva de todas as revistas de cinema já editadas no Brasil. Entre seus articulistas estavam Antônio Moniz Vianna, Carlos Fonseca, Sérgio Augusto, Jean-Claude BernardetIsmail Xavier, Inácio Araújo, João Luiz Vieira, Orlando SennaRogério Sganzerla e Jairo Ferreira.

Carmen Miranda em cena de Alô, Alô Carnaval, grande êxito da CINÉDIA

Seus editores foram Flávio Tambellini, Ely Azeredo, José Carlos Monteiro, David Neves, José Haroldo Pereira, Leandro Tocantins, José Carlos Avellar, João Carlos Rodrigues, Cláudio Bojunga e Paulo Roberto Ferreira.

No endereço www.filmecultura.org.br os internautas poderão encontrar o conteúdo completo da revista, assim como matérias adicionais, íntegra de mesas-redondas e vídeos. O site vai disponibilizar também a coleção histórica completa de Filme Cultura em PDF, página a página e com sistema de busca por palavras-chave.

O site está em construção e entrará no ar em duas etapas – uma com a edição mais recente já na data do lançamento – e outra quando do lançamento da coleção fac-símile, que será simultâneo em papel e internet. No site os visitantes poderão deixar seus comentários, sugerir pautas para a revista e interagir com a equipe de redação.

A publicação será trimestral, podendo ser adquirida em livrarias de referência e na Funarte (Rio). A revista também será distribuída gratuitamente a bibliotecas e instituições culturais do país.

A coleção histórica em fac-símile também estará à venda a partir de julho.

A versão em microfilmes pode ser consultada na sessão de periódicos da Biblioteca Nacional.

Cena de Matou a família e foi ao cinema, clássico de Júlio Bressane

O projeto foi concretizado graças a uma parceria entre o Centro Técnico Audiovisual e o Instituto Herbert Levy, com patrocínio da Petrobras.   

Casa de Rui Barbosa – Rua São Clemente, 134Botafogo Tel.: (21) 32894600

Acesse: http://carmattos.wordpress.com / https://twitter.com/carmattos