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Marcelo Adnet arrasa no Faustão, às vésperas de estrear programa novo

Presença PODEROSA do ator/humorista Marcelo Adnet no Domingão do Faustão foi sensacional !!!

MARCELO ADNET sempre causa um bafafá danado com o seu bom humor – inteligente, sagaz, observador e antenado. Isso é FATO.

Mas o que ele fez hoje no Domingão do Faustão foi simplesmente um ARRASOOO !

ADNET  ‘roubou’ a cena !

Até quem já conhece o trabalho de Adnet há tempos, como esta redatora, ficou positiva e surpresamente feliz com o SHOW do Ator no Domingão !

Depois de conquistar simpatia e aplausos no ótimo espetáculo de improviso Z.É. – Zenas Emprovisadas (uma maratona de improvisação onde dividia a cena com Fernando Caruso, Gregório Duvivier, e Rafael Queiroga), Marcelo Adnet foi angariando público e arregimentando a crítica com seu inegável talento, seja no teatro, no cinema ou na telinha – ele ficou anos no Canal fechado MTV. E no teatro fez, com absoluto sucesso, o Stand Up Comedy

Quanto mais ele ficava conhecido por sua incrível capacidade de improvisar, imitar e fazer rir, mais seu público aumentava. E a empatia foi tanta que ADNET começou a bombar também nas redes sociais…

Agora, pra alegria de inúmeros fãs, Marcelo Adnet chega à TV aberta, via Rede Globo, em programa que estreia na sexta, 5 de abril, dentro da grade nova de programação da emissora líder: O Dentista Mascarado é o seriado que Adnet vai protagonizar, ao lado de Taís Araújo. O texto é da incrível dupla Fernanda Young e Alexandre Machado, dois exuberantes roteiristas de humor, autores dos ótimos Os Normais, Minha Nada Mole Vida, e Os Aspones, entre outros.

Marcelo Adnet extrapolou qualquer expectativa no Domingão, abusando da capacidade de fazer humor com irreverência, sabedoria e, sobretudo, IMPROVISO ! O ator não deixou por menos e escancarou seu lado ‘repentista’: fez de Selton Mello a José Wilker, Cid Moreira, Ronaldinho e Caetano, para citar apenas alguns.

Depois chegou a improvisar com música, seguindo pedidos da platéia e do apresentador. E assim o público pode ver Marcelo Adnet cantando como Ana Carolina em ritmo de pagode, um funk com a ‘japonesa’ Carol Nakamura, e reviveu até Cazuza cantando em ritmo sertanejo…

Realmente, Surpreendente e SENSACIONALLLLLLL !

Um tremendo (e bem-vindo) marketing para a estreia de seu “O Dentista Mascarado”, que deve ser um dos grandes trunfos do humor este ano na telinha.

Saraváaaaaaaa !

Saiba mais sobre MARCELO ADNET

Marcelo Adnet criança, uma belezura carioca..

Marcelo Adnet nasceu no Rio de Janeiro, filho de Regina Cocchiarale  (ex-modelo e figurinista) e de Francisco Adnet, e tem uma irmã mais  nova, Luiza, que é atriz e bailarina  clássica.

Ele conta como descobriu a vocação: “Na faculdade, diziam que eu era engraçado, que eu tinha ideias loucas e falava  barbaridades pros professores com a maior naturalidade. Percebi que minhas opiniões, meus gostos esquisitos e meu senso crítico eram apreciados. Depois disso, quando subi ao palco, soube que aquela era minha vocação”.

Foi aí que um amigo e colega do curso de Jornalismo, Fernando Caruso, o convidou para fazer uma peça de improviso, a Z.É. Zenas Emprovisadas, que, à época, em 2003, procurava um quarto elemento. Além de Caruso, a peça conta até hoje com Rafael Queiroga e Gregorio Duvivier. No caso de Adnet, a peça rendeu pontas em programas humorísticos da Rede Globo, como Toma Lá Dá Cá e A Grande Família, além de comerciais da Volkswagen, Oi e do Itaú, o papel do advogado Júnior no seriado Mandrake (HBO), e a gravação de alguns episódios do programa Cilada, do Multishow, como o paulista Pedro Paulo.

Marcelo Adnet interpretou Tavico no filme Podecrer!, de Arthur Fontes, divulgando-o no Rockgol da MTV, que se interessou e o contratou para comandar o humorístico 15 Minutos,  programa onde ele interpretava a si mesmo, dando suas opiniões sobre  assuntos diversos, imitando famosos e fazendo paródias musicais. O  programa foi grande sucesso em 2008,  conseguindo índices de audiência impressionantes para o canal. O formato  curto e rápido serviu de inspiração para que a MTV  criasse mais nove programas com a mesma duração. Em abril de 2010  estreou uma coluna, publicada aos sábados, no caderno de esportes do  jornal O Globo. No mesmo ano, em 15 de maio, casou-se com sua colega de trabalho, a humorista e apresentadora Daniella Giusti, a Dani Calabresa.

No cinema, um dos destaques da carreira foi sua atuação em As aventuras de Agamenon – O repórter, com  roteiro dos humoristas Hubert e Marcelo Madureira, direção de Victor Lopes e produção de  Flávio Tambellini. Ele e o próprio Hubert estão  à frente do elenco da comédia, que estreou em janeiro de 2012, e na qual os dois viviam o jornalista Agamenon Pedreira na  juventude e maturidade.

N.R.: Apesar de se autoproclamar “um picareta ético”, Agamenon quer ser  levado a  sério. Ele nasceu da  família “Mendes Pedreira”, cria dos humoristas Hubert Aranha e Marcelo  Madureira (integrantes do grupo Casseta & Planeta). E o ‘fictício’ Agamenon, que  assina coluna no jornal O Globo, teve série no Fantático (TV Globo) e  três livros publicados (Ajuda-te a mim mesmo, Agamenon na CopaAgamenon Mendes Pedreira: O homem e o minto – Memórias de um picareta  ético), chegou ao cinema em duas versões, cada uma melhor que a outra: Hubert e Adnet. Um filme que vale ver !

E quem quiser rir com ADNET, confira este vídeo magnífico, uma saudável paródia de “Tarde em Itapõa”, da dupla Toquinho & Vinícius: POSTAR UMA FOTO no INSTAGRAM…

http://musica.com.br/artistas/marcelo-adnet/m/instapoa-postar-uma-foto-no-instagram/letra.html

Para conhecer mais e melhor o Poeta HERBERT VIANNA

 
OS LIVROS NA ESTANTE DE HERBERT VIANNA serão tema de conversa no próximo dia 12…

                                                       
 

A Poesia das letras de Herbert Vianna vão dar o tom da conversa no próximo dia 12, quando a jornalista Aurora Miranda Leão estiver participando do programa LITERATO promovido pelo Centro Cultural Banco do Nordeste, em Fortaleza.

Herbert Vianna e Aurora Miranda Leão: sintonia em letras, canções e ritmos… 
 
Assumidíssima fã do genial Artista paraibano, Aurora (que é jornalista, atriz, produtora e realizadora audiovisual), vai conversar com o público sobre o eixo central das criações de Herbert Vianna, e analisar algumas das letras compostas por ele, as quais se tornaram grande sucesso ao som dos Paralamas do Sucesso, banda que completa trinta anos na estrada ano que vem.
 
 
A data da palestra tem um motivo especial: MAIO é o mês de aniversário de Herbert Vianna, autor de músicas cantadas em todo o país pela legião de fãs da banda Paralamas do Sucesso, da qual Herbert Vianna é lider. A palestra vai acontecer dentro do programa do CCBN intitulado LITERATO, cujo responsável é o poeta Mário Nogueira.

HERBERT VIANNA: com bom humor, criatividade, irreverência e  talento singular, ele criou os PARALAMAS e uma legião de fãs de todas as idades…
 
Aurora Miranda Leão é admiradora de Herbert Vianna desde que os Paralamas do Sucesso surgiram no meio musical, e em 1985 já estava na platéia do artista no inesquecível show que eles fizeram no primeiro Rock in Rio, o qual lançou os Paralamas rumo à vitoriosa carreira, repleta de fãs, sucesso, elogios e parcerias ao longo destas três décadas.


 
O título da palestra é inspirado numa frase de Herbert Vianna, que virou canção, gravada por ele no segundo disco da banda – O Passo do Lui – e faz parte do repertório poético a ser analisado, junto com outras músicas, através das quais Aurora vai evidenciar a riqueza e a versatilidade da poesia de Herbert.

Herbert Vianna: muito além de um guitarrista genial…

Final de Aquele Beijo: bonito demais e Miguel Falabella cada vez mais Artista

Lindo demais o último capítulo da novela Aquele Beijo

Escrita por Miguel Falabella e dirigida por uma trupe afiada, comandada por Cininha de Paula, o autor esbanjou sensibilidade, criando uma narrativa poética, original e cativante.

Por demais emocionante o capítulo final quando o próprio Falabella aparece e ‘assume-se’ personagem – o do escritor que sabia o destino de todos os personagens – e oferece uma grande festa no Palácio onde vivia com sua partner Ashuarya

Fecundo demais e oxigenantemente novo, talvez não facilmente assimilável pelo grande púnlico, a trama de Falabella foi sendo construída com humor, poesia, vilanias, acenos espirituais, ciúmes, ‘maquiavelices”, enfim, tinha todos os ingredientes capazes de produzir uma história para prender o interesse do público. embora, quando isso é feito com finas pitadas de ironia, nem sempre é assimilável pela média do espectador comum.

Cláudia Jimenez e Bruno Garcia: casal brilhou e fez belas cenas…

Miguel Falabella arrematou tudo e encerrou o último capítulo com um comovente e bem popular pensamento de Charles Chaplin, narrado com sua bela voz, de entonação precisa, alçando o texto e a novela a um patamar dignificante, significativo demais para ser apresentado no horário das 19h. Assim, Falabella se torna, a cada obra, um artista mais importante, profundo, bem humorado, inteligente, capaz de tocar em feridas graves de forma corajosa, comovente sem pieguismos, mas com adequado exame da situação, à luz de suas vivências e de sua relevância como antena da raça, que ele assume cada vez mais, com maior propriedade e benfazejos lampejos de farol e reflexão.

Por tudo isso, Miguel Falabella é um Artista cada vez mais relevante, sensível, necessário.

A novela Aquele Beijo entra para a história como uma novela que discutiu temas delicados e polêmicos no hotário das 19h, e que o fez mesclando bom humor, beleza, e bons textos literários, ditos pelo próprio autor, o que os tornou ainda mais interessantes.

Maria Maya e Bia Nunes: atrizes marcaram elenco homogêneo…

Com sensibilidade, altruísmo, delicadeza e muita perspecácia, Miguel Falabella aproveitou a novela para revelar-se um artista que cresce como ser humano a cada nova obra, e que se inscreve, assim, na honrosa galeria de Artistas que atuam em prol de uma coletividade, valendo-se de sua própria constelação de seguidores – e são muitos, e em número que só aumenta, os amigos que Falabella convida para expressar suas ideias e comungar de seus valores, criando um rico e belo matelassê sensório onde vale quebrar tabus, inverter paradigmas, sobrepujar estereótipos, objetar valores arcaicos, contrapor modelos, e respingar ideias diferentes, abrindo o leque de novas possibilidades, onde o importante mesmo seja respeitar a essência de cada um, e deixar valer o que cada ser humano traz de bom, único, belo e original.

Miguel Falabella merece um grande beijo e um enorme APLAUSO por esta beleza que foi Aquele  Beijo !

A ele, a Cininha de Paula, Noa Bressane, e a seu enorme e ótimo elenco – com destaque para Marília Pera, Zezeh Barbosa, Claudia Jimenez, Bruno Garcia, Maria Gladys (!!!), Diogo Vilella, Luis Salém, Bia Nunes (esplêndida !), Maria Maya, e Stella Miranda.

Sobre o elenco, falaremos mais em outro post…

Espalhe Alegria, Sorria e Seja Jovem

Meu lema, já disse aqui – e todos quanto me conhecem, sabem -, segue à risca o que apregoava Mestre Vininha:

“É melhor ser alegre que ser tristeA alegria é a melhor coisa que existe, é assim como a luz no coração…”

Daí que encontrei esta pérola de texto, assinado por Fernanda Dannemann, e quero dividir o prazer da leitura com você, leitor amigo do Aurora de Cinema… 

Aproveite e se delicie, como eu… 

Rir é a grande dificuldade do mundo adulto

Por que será que uma simples risada é tão difícil para a maioria das pessoas? Ver graça nas coisas, rir de si mesmo, brincar?Já reparou?Eu, por gostar de rir, já fui considerada infantil por muita gente. 

 
E percebi que, em algum momento da nossa existência, o riso torna-se pejorativo, como se ter bom humor fosse sinal de imaturidade, de não levar a vida a sério, de ser irresponsável. Deixar de rir e brincar é como um ritual de passagem para a vida adulta.Mas desde quando que, para “levar a vida a sério”, a gente precisa ser sisudo, estampar um ar de preocupação no rosto, de preferência andar pela rua olhando para baixo, não perder tempo com coisa tão fútil como uma brincadeira?Isso me lembra a educação ideal nos tempos da minha avó, quando gargalhar era coisa de gente vulgar, ser feliz em público era falta de educação, demonstrar afeto era quase pecado e – horror! – um arroubo de paixão era a passagem sem escalas para a casa do Cruz Credo! 

Sei que diante da multidão de infelizes que há por aí, a alegria alheia arde nos olhos igualzinho a luz na retina da vampirada. O bom-humor ofende, é quase pornográfico, e chega aos ouvidos desse povo com o tom malévolo da ironia, como se fosse um deboche ao seu jeito amargo de vegetar.

Para eles, a alegria é uma afronta: como se estar feliz, hoje em dia, num mundo tão corrupto e mal, fosse displicência, egoísmo ou maluquice.

Pois olha… falta de educação é viver como se a vida fosse um eterno sermão de missa: a seriedade do começo ao fim. Ou um problema de física quântica. Ou um velório, onde tudo é só tristeza e saudade…

O caso é que as pessoas, no decorrer do tempo, se esquecem de rir e de brincar, e acabam acreditando que isso seja coisa da infância. Quando se dão conta, já não sabem mais como é, se esqueceram e precisam mesmo reaprender, fazer o caminho de volta às pequenas alegrias da vida, que são, no fim das contas, as mais importantes.

Se você faz uma brincadeira, elas não entendem e respondem com sua habitual seriedade adulta, e por quê? Uma piada pode virar tese de mestrado ou, na pior das hipóteses, de promotor de justiça. E por quê? 

Porque as pessoas levam a vida a sério demais.O máximo que conseguem é rir dos outros, fazer do próximo um bode expiatório e jogar sobre ele seu sarcasmo… e acreditam, em sua ignorância, que isso seja brincar. Crêem que esse riso, que é de escárnio, seja de alegria. Quando já nem sabem, quase, o que é a alegria.

Cuidado! Não se torne um deles… se tem andado sério demais, agarre-se à lembrança de quando era jovem de alma, e tinha um coração leve e cheio de esperança. De quando seu raciocínio era limpo de julgamentos e de certezas irredutíveis. De quando seu dia era aberto aos novos amigos e aos novos acontecimentos, e rir era tão natural quanto conversar. De quando a diversão era tão simples, que não precisava ser planejada. 

Sua infância passou, mas sua alegria pode ser cultivada e florescer a vida inteira. Isso é ser jovem, o que é bem diferente de ser infantil ou idiota.

Obrigada pela lição de vida, Fernanda !

ZÉU de Estrelas

  

Este é o nome do programa que estréia esta noite no Canal Brasil, pilotado pelo sempre ótimo e multifacetado Zéu Britto.

Dirigido por Gilson Mato Grosso, o programa começa às 22h e vai mostrar a vida das “estrelas” pela ótica do humor. Serão 13 episódios nos quais Zéu Britto recebe nomes ilustres para bate-papos bem descontraídos.   – Chamei as pessoas admiráveis e queridas, que convivem bem com a mídia A ideia é de homenagem mesmo, cada episódio tem a cara do convidado.  

O convidado do primeiro episódio, que vai ao ar esta noite, é o cantor e compositor Luiz Caldas, entrevistado em um hotel, “em um clima bem final de tarde”, explica Zéu. Além da entrevista, o telespectador poderá rir com os quadros que se relacionam com o convidado. No caso de Caldas, Zéu cria um número musical com uma interpretação bem original de Haja Amor, o maior sucesso do cantor. Os quadros são uma marca do programa, assim como o figurino. 

Tem um episódio em que eu fiquei no maior clima socialite, entrevistando à beira da piscina, com um visual bem Amaury Junior – diverte-se Zéu Britto. 

O apresentador conta ainda que esse clima de irreverência persiste em todos os episódios. Em um deles, uma fã invade a entrevista de surpresa. Em todos, o mordomo Atauaba, interpretado por um ator, é quem anuncia, de maneira cômica, o convidado de cada episódio. 

Outro quadro do programa é o Trajetória astral, que conta a vida do convidado com a ajuda de uma fotomontagem. Há também um esquete no qual pessoas na rua são entrevistadas e convidadas a mandar recados sinceros para o artista. A seleção dos convidados é variada, e inclui de Fafá de Belém a Wagner Moura. Alguns deles são menos conhecidos, mas admirados por Britto, como Riachão, renomado sambista baiano, autor do samba Vá morar com o diabo

 Com o amigo Wladimir Brichta: bom humor cotidiano é marca registrada do artista  

Zéu Britto já era bastante conhecido no circuito musical e teatral baiano, quando foi morar no Rio, estreando no teatro infanto-juvenil, na peça A ver estrelas, do diretor João Falcão. Logo depois, choveram convites levando Zéu para a televisão. Desde então, ele participou de programas como Pastores da Noite, Homem objeto, Sob nova direção, Carga Pesada, A Diarista e Cidade dos Homens

 

Zéu Britto: Ator, cantor, compositor, um talento incomum para comédias. Salve, Zéu !!!  

No seriado Sexo Frágil, além de fazer parte do elenco, Zéu Britto dava voz a algumas canções. Além disso, Zéu já compôs para trilhas sonoras de filmes de sucesso, como Lisbela e o prisioneiro, de Guel Arraes, com a canção Dama de ouro, e a de Meu Tio Matou um Cara, de Jorge Furtado, com a canção Soraya Queimada, seu maior sucesso.

Com certeza, o Canal Brasil marca mais um GOL com este novo programa comandado por Zéu Britto. E nós, fãs de carteirinha, estaremos de olho grudado na telinha.

Viva o CANAL BRASIL e Vida Longa pra Zéu Britto !!!

Saudades dos MAMONAS…

QUINTETO comandado por Dinho espalhou alegria e deixou muita saudade…

Hoje, 2 de março, faz 14 anos que eles nos deixaram.

Os Mamonas Assassinas foram uma banda positivamente diferente. Mesmo com tão pouco tempo de carreira, deixaram sua marca de CRIATIVIDADE e Vanguardismo nas inúmeras páginas do arquivo bibliográfico da MPB. Bons músicos e artistas que traziam estampadas no rosto a alegria e a vontade de espalhar bom humor, irreverência, quebra de padrões, os cinco garotos de Guarulhos foram vitimados por um terrível acidente quando retornavam de um show, um dos muitos que fizeram em tão pouco tempo de estrada: apenas 7 meses e o recorde de venda de dois milhões e meio de CDs…

O programa do Faustão domingo passado teve a feliz iniciativa de homenagear a banda, relembrando alguns de seus grandes sucessos musicais e colhendo depoimentos de artistas ressaltando o viés inventivo e quebrador de tabus da banda e lamentando a falta do grupo – como Thiago Lacerda, Felipe Camargo e Thaís Araújo…

Tive a benfazeja oportunidade de conferir show do grupo numa viagem ao Rio no final de 1995 quando acompanhei minha querida filha Joyce ao antigo Metropolitan, na Barra… casa lotada, impossível esquecer a felicidade de minha filha ao ver os ídolos de perto e a enorme comunicabilidade que eles tinham com a platéia, uma verdadeira multidão – era preciso comprar os ingressos muito antes pra conseguir ver o show – que não parava de cantar com o grupo liderado pelo irreverente, alegre, belo e criativo Dinho as muitas canções que ficaram imortalizadas em nossa saudade.

F0DA6_3.jpg image by edu_fmc

Saravá, Mamonas !

Pra relembrar, deixo aqui a letra de minha composição mamônica preferida, LÁ VEM O ALEMÃO :

Composição: Dinho / Júlio Rasec

Só de pensar que nós dois éramos dois
Eu feijão, você arroz
Temperados com Sazón
Só de lembrar nós na Kombi no Domingo
Nosso amor era tão lindo
Nós descíamos pro Boqueirão

A Kombi quebrada lá na praia
E você de mini-saia
Dando bola para um alemão
O alemão de carro conversível
Eu mexendo nos fusivel
Nem vi quando você me deixou

Subiu a Serra me deixou no Boqueirão
Arrombou meu coração, depois desapareceu
Fiquei na merda nas areias do destino
Me tratou como um suíno
Cuspiu no prato que comeu

O amor é uma faca de dois legumes
A luz anal de um vagalume
Que ilumina o meu sofrer
Eu ainda sinto o seu perfume
Um cheirinho de estrume
Não ta fácil de te esquecer
Toda vez que eu lembro de você
Me dá vontade de bater, te espancar
Oh meu amor
Só Porque ele é lindo, loiro e forte
Tem dinheiro e um Escort
Como modess você me trocou

Subiu a Serra me deixou no Boqueirão
Arrombou meu coração depois desapareceu
Fiquei na merda nas areias do destino
Me tratou como um suíno
Cuspiu no prato que comeu. (2x)

Subiu sim, subiu sim, subiu
Geladinho gostosinho ui uuuuuuuuu
Eu disse sim, eu disse sim
Eu fiquei você subiu

Confira em http://letras.terra.com.br/mamonas-assassinas/