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Selton Mello consagrado no Grande Prêmio Brasil com ‘O Palhaço’

Filme do ator venceu em 12 categorias e Deborah Secco foi eleita MELHOR ATRIZ

A LISTA COMPLETA DOS VENCEDORES do GRANDE PRÊMIO BRASIL DE CINEMA BRASILEIRO

Melhor Roteiro Original: MARCELO VINDICATTO e SELTON MELLO por O Palhaço
Melhor Roteiro Adaptado: ANTONIA PELLEGRINO, HOMERO OLIVETTO e JOSÉ CARVALHO por Bruna Surfistinha. Adaptado da obra “O Doce Veneno do Escorpião” de Bruna Surfistinha
Melhor Figurino: KIKA LOPES por O Palhaço
Melhor Maquiagem: MARLENE MOURA e RUBENS LIBÓRIO por O Palhaço
Melhor Direção de Arte: CLAUDIO AMARAL PEIXOTO por O Palhaço
Melhor Trilha Sonora Original: PLÍNIO PROFETA por O Palhaço
Melhor Trilha Sonora: VLADIMIR CARVALHO por Rock Brasília
Melhor Som: JORGE SALDANHA, MIRIAM BIDERMAN, RICARDO REIS e RODRIGO NORONHA por O Homem do Futuro Melhor Longa-Metragem Estrangeiro: MEIA NOITE EM PARIS (EUA / Espanha) – dirigido por Woody Allen. Distribuição: Paris Filmes
Melhor Curta-Metragem de Ficção: PRA EU DORMIR TRANQUILO dirigido por Juliana Rojas
Melhor Curta-Metragem Documentário: A VERDADEIRA HISTÓRIA DA BAILARINA DE VERMELHO dirigido por Alessandra Colassanti e Samir Abujamra

“O céu no andar de baixo”: premiadíssima no país e no mundo, animação mineira de Leonardo Cata Preta vence Grande Prêmio…
Melhor Curta-Metragem de Animação: O CÉU NO ANDAR DE BAIXO dirigido por Leonardo Cata Preta
Melhor Fotografia: ADRIAN TEIJIDO, ABC por O Palhaço
Melhor Montagem de Ficcção: MARILIA MORAES e SELTON MELLO por O Palhaço
Melhor Montagem Documentário: PEDRO KOS por Lixo Extraordinário
Melhor Efeito Visual: CLÁUDIO PERALTA por O Homem do Futuro
Melhor Atriz Coadjuvante: DRICA MORAES como Larissa por Bruna Surfistinha

Melhor Ator Coadjuvante: PAULO JOSÉ como Valdemar/Palhaço Puro Sangue por O Palhaço
Voto Popular para Melhor Longa-Metragem Estrangeiro: RIO Voto Popular Melhor Longa-Metragem Documentário: QUEBRANDO O TABU Voto Popular Melhor Longa-Metragem de Ficção: O PALHAÇO
Menção honrosa Longa-Metragem de Animação: BRASIL ANIMADO 3D de Mariana Caltabiano
Melhor Longa-Metragem Infantil: UMA PROFESSORA MUITO MALUQUINHA de André Alves Pinto e Cesar Rodrigues. Produção: Diler Trindade por Diler & Associados
Melhor Longa-Metragem Documentário: LIXO EXTRAORDINÁRIO de João Jardim, Karen Harley e Lucy Walker. Produção: Hank Levine por O2 Filmes e Angus Aynsley por Almega Projects
Melhor Ator: SELTON MELLO como Benjamim/Palhaço Pangaré por O Palhaço

Deborah Secco: atriz esbanjou charme e beleza na noite em que ganhou merecido troféu por sua contundente atuação em “Bruna Surfistinha”…
Melhor Atriz: DEBORAH SECCO como Bruna Surfistinha por Bruna Surfistinha
Melhor Diretor: SELTON MELLO por O Palhaço
Melhor Longa-Metragem de Ficção: O PALHAÇO de Selton Mello. Produção: Vânia Catani por Bananeira Filmes

Drica Moraes e Paulo José no palco do Theatro Municipal do Rio: ator recebe  merecida estatueta de Melhor Ator Coadjuvante por O Palhaço

Bortolotto e Juliano Cazarré no filme ‘Augustas’, que estreia em São Paulo

FILME do jornalista FRANCISCO CESAR FILHO é baseado em livro de Alex Antunes

A Estratégia de Lilith é o livro cult do jornalista Alex Antunes,  no qual Chiquinho César Filho se baseou para realizar AUGUSTAS. O filme marca a estreia deste premiado Francisco César Filho na direção de longas e será exibido pela primeira vez em São Paulo no próximo sábado, às 21h, no Memorial da América Latina

O filme narra momentos da vida de um jornalista morador da Rua Augusta, que demitido de seu emprego e de seu relacionamento com a chefe e amante, se embrenha em inusitados universos urbanos: o da prostituição e o dos rituais neo-xamânicos de transe. Em busca das respostas para suas angústias, ele desperta uma voz feminina que passa a aconselhá-lo. E, de quebra, desestrutura completamente seu modo masculino e oportunista de ver o mundo, levando-o a procurar outro tipo de compromisso, mágico e espiritual.
 
Retratando personagens que transitam, vivem e/ou trabalham na Rua Augusta, o longa é rodado majoritariamente naquela via paulistana.  Na trilha sonora, clássicos do underground paulistano dos anos 1980/1990,de autoria de Akira S e As Garotas Que Erraram, Fellini, Mercenárias, Patife Band e Shiva Las Vegas.

Mário Bortolotto, grande ator e dramaturgo paulista, protagoniza Augustas


Alex, o protagonista de AUGUSTAS, é interpretado pelo dramaturgo e ator Mário Bortolotto, vencedor do prêmio APCA pelo conjunto da obra e do Prêmio Shell de melhor autor pelo texto “Nossa Vida Não Vale um Chevrolet”.
 
O elenco é composto por nomes da nova geração do teatro e do cinema, como Caroline Abras (considerada a “Chlôe Sevigny brasileira”, duplamente premiada como melhor atriz no Festival de Gramado, pelos curtas “Perto de Qualquer Lugar” e “Alguma Coisa Assim”), Georgina Castro (do longa “O Céu de Suely” e da peça “Porão”), Guta Ruiz (da série televisiva “Alice” e dos longas “Bruna Surfistinha”, “Fim da Linha” e “Nossa Vida Não Cabe Num Opala”) e Maíra Chasseraux (do filme “Onde Andará Dulce Veiga”).

 
O premiado Milhem Cortaz (dos filmes “Tropa de Elite” e “Carandiru”) e a veterana Selma Egrei (musa dos filmes de Walter Hugo Khouri) são atores especialmente convidados, e o elenco conta ainda com Henrique Schafer (indicado ao Prêmio Shell de melhor ator em 2005 por seu papel na peça “O Porco”), Juliano Cazarré (da novela “Avenida Brasil” e dos filmes”Meu Mundo em Perigo”, “Febre do Rato” e “A Festa da Menina Morta”), Ziza Brisola (criadora da Cia. Linhas Aéreas) e Phedra de Córdoba, um famoso travesti cubano, naturalizado brasileiro, que atua no teatro paulistano.

O diretor Francisco César Filho é jornalista e autor de diversos curtas-metragens documentais com premiações internacionais e exibidos em prestigiados festivais, como Roterdã, Locarno e Nova York.
 
Augustas tem direção de fotografia de Aloysio Raulino (do filmes “O Prisioneiro da Grade de Ferro”, “Serras da Desordem” e “FilmeFobia”), direção de arte de Rafael Ronconi (dos longas “Antônia” e “Cidade dos Homens”) e produção executiva de Eliane Bandeira (de “A Concepção” e “Meu Mundo em Perigo”).
 
O filme é realizado pela Anhangabaú Produções, empresa responsável por “Meu Mundo em Perigo” (de José Eduardo Belmonte), vencedor de três prêmios no último Festival de Brasília, pelos curtas “Carmem e Leão” e “O Sonho de Tilden” (este selecionado para o É Tudo Verdade 2008) e pelos longas em finalização “Se Nada Mais Der Certo” (também de Belmonte) e “Dom Quixote do Araguaia”, de Erika Bauer. A produtora roda, no segundo semestre, o aguardado Tropicália, longa de Ana Oliveira e Francisco César Filho. 

A Estratégia de Lilith

Recebido pela crítica como sendo “puro transe autobiográfico”, o livro A Estratégia de Lilith (Conrad Editora, 2001) transita entre a reportagem e a ficção pop, descortinando universos urbanos do sexo, do transe e da magia. Entre as influências da obra estão Raymond Chandler, Plínio Marcos e Carlos Castañeda.

 
Crivado de pequenas referências pop, musicais, cinematográficas, literárias e religiosas (Serge Gainsbourg, Jean-Luc Godard, Philip K. Dick, J.D. Salinger, Aleister Crowley), que de alguma maneira agregam fragmentos a um sentido maior e inesperado, A Estratégia de Lilith é o primeiro livro de Alex Antunes, que dirigiu a revista Bizz, criou a revista Set e escreveu para os cadernos de cultura da Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, Jornal da Tarde e Veja, entre outras publicações. Antunes tabém é músico (Akira S & As Garotas Que Erraram e Shiva LasVegas, entre vários projetos), compositor (de “Atropelamento & Fuga”, gravada por Skowa & A Máfia) e produtor de mais de uma dezena de álbuns, como a coletânea “Não São Paulo”, documento do pós-punk paulistano, e os tributos a Arnaldo Baptista (“Saguinho Novo”) e a Luiz Gonzaga (“Baião de Viramundo”).  

O diretor Francisco César Filho 

Francisco César Filho é cineasta, curador, diretor de televisão, coordenador de workshops, dj e assessor de comunicação. Estudou Cinema e Filosofia na Universidade de São Paulo e recebeu, em 1993, Bolsa Intercultural para Cinema e Vídeo das fundações norte-americanas Rockefeller e MacArthur.

 Chiquinho, como é chamado pelos muitos amigos, lança o primeiro longa…


É diretor, roteirista e produtor de um dos principais títulos da chamada Primavera do Curta-Metragem Brasileiro: Rota ABC (1991), documentário sobre a juventude da periferia industrial de São Paulo. Melhor curta no Festival de Brasília e vencedor de prêmio especial do júri no Festival de Oberhausen (Alemanha), o filme foi selecionado para os festivais de Locarno, Roterdã e Nova York – as três mais prestigiosas vitrines internacionais do cinema autoral. Integrou ainda a retrospectiva Cinema Novo and Beyond,  organizada no MoMA de Nova York em 1999.
 
A filmografia de Francisco César Filho inclui ainda o documentário digital “VinteDez” (2001), co-dirigido com Tata Amaral, e os curtas-metragens “Poema: Cidade” (1986, melhor filme no Guarnicê de Cine-Vídeo), “Queremos as Ondas do Ar!” (1986, melhor curta na Jornada da Bahia, grande prêmio do júri no Festival de Oberhausen), “Hip-Hop SP” (1990, melhor filme para a juventude no Festival de Brasília), “Zona Leste Alerta” (1992, melhor documentário no Festival de Santiago), “A Era JK” (1993, da série Panorama Histórico Brasileiro, prêmio da crítica no Festival de Brasília) e “Mooca, São Paulo”, 1996 (seqüência inicial do longa Um Céu de Estrelas, de Tata Amaral). Em 1993, o Festival de Cingapura organizou uma retrospectiva completa de sua obra. Augustas é seu primeiro longa-metragem. 

Serviço:

Exibição do filme AUGUSTAS, de Francisco César Filho

Quando: 14/julho, sábado, 21h

Local:  Memorial da América Latina

Entrada Franca

** 7o Festival de Cinema Latino-Americano de São Paulo

Déborah Secco; “Gostaria de buscar o desespero, a melancolia que há dentro de mim”

‘Minha vida é desinteressante. Nunca fui a uma boate’

Nas páginas da revista ALFA deste mês, Deborah Secco protagoniza seu último ensaio sensual de 2011.

A atriz foi escolhida como a Mulher do Ano e posou no clube The Society e no Hotel Tivoli, em São Paulo, o corpo sarado depois de muita musculação, feita para viver a perosnagem Natalie Lamour (que ela fez com brilho e competência), da novela Insensato Coração, última novela das 21h da Globo.

“Este ano foi especial. Você vem ali subindo de degrau em degrau e, de repente, sua carreira pega um elevador. Este foi o ano do meu elevador”, afirma.

Foto: Divulgação

Deborah encarnou em seus papéis na telinha – e no cinema em Bruna Surfistinha – inúmeras garotas e mulheres sedutoras, mas ela contou que seu estilo de vida vai na contramão dos personagens que vem incorporando. “Minha vida é desinteressante. Não bebo, não fumo, não saio à noite, tenho poucos amigos. Nunca fui a uma boate. Gosto de ficar em casa lendo”.

Déborah Secco é ex-aluna de Domingos Oliveira. o que explica muito de sua versatilidade e capacidade interpretativa…

Ela contou ainda o que quer para seus futuro profissional: “Queria fazer uma doente terminal, emagrecer bastante, raspar a cabeça, esse tipo de coisa. Gostaria de buscar o desespero, a melancolia que há dentro de mim. Mas também queria dar piruetas e andar pelas paredes num filme de ação, tipo Matrix, apesar de ser especialmente uma pessoa preguiçosa. Prefiro encarnar personagens bem diferentes de mim mesma”.

Filmes Contemplados no Fundo do Audiovisual

O filme Bruna Surfistinha – Doce Veneno de Escorpião, que narra a história de uma garota de classe média paulistana que se tornou prostituta, foi contemplado com R$ 558 mil do Fundo Setorial Audiovisual. Dirigido por Marcus Baldini, o longa deve estrear em fevereiro nos cinemas.

Outras 44 produções foram selecionadas para receber, ao todo, R$ 39 milhões dessa linha de financiamento.

Entre os escolhidos, anunciados ontem pela Agência Nacional do Cinema, estão “Faroeste Caboclo”, adaptação do sucesso do Legião Urbana (R$ 1 milhão), “Os Últimos Dias de Getúlio”, sobre Getúlio Vargas (R$ 1,5 milhão), “Acorda, Brasil!”, com roteiro de Maria Adelaide Amaral, a respeito da orquestra sinfônica da favela Heliópolis (R$ 1,5 milhão), “Xingu”, a história dos irmão Villas Bôas, dirigido por Cao Hamburger (R$ 1,4 milhão), e “Heleno”, com Rodrigo Santoro no papel do ídolo do Botafogo (R$ 1 milhão).

  Divulgação  
A atriz Deborah Secco em cena do filme "Bruna Surfistinha - Doce Veneno de Escorpião"
Deborah Secco em cena de Bruna Surfistinha – Doce Veneno de Escorpião

Os Filmes Contemplados:

“BugiGangue no Espaço”
Diretor: Alexandre Machado de Sá (Ale McHaddo)
Gênero: Animação 3D
Valor investido: R$ 1 milhão

“Cuca no Jardim”
Diretor: Alê Abreu
Gênero: Animação
Valor investido: R$ 404 mil

“A Última Estação”
Direção: Marcio Curi
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 554 mil

“Lutas O Filme”
Direção: Luiz Bolognesi
Gênero: Animação
Valor investido: R$ 500 mil

“As Aventuras do Avião Vermelho”
Diretor: Frederico Pinto
Gênero: Animação
Valor investido: R$ 830 mil

“O Fim e os Meios”
Diretor: Murilo Salles
Gênero: Suspense
Valor investido: R$ 1,150 milhão

“A Frente Fria que a Chuva Traz”
Diretor: Neville D’Almeida
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 1 milhão

“Beira do Caminho”
Diretor: Breno Silveira
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 1,222 milhão

“O Homem do Futuro”
Diretor: Cláudio Torres
Gênero: Comédia
Valor investido: R$ 1,5 milhão

“Onde Está a Felicidade?”
Diretor: Carlos Alberto Riccelli
Gênero: Comédia romântica
Valor investido: R$ 600 mil

“O Altar do Cangaço”
Direção: Wolney Oliveira
Gênero: Documentário
Valor investido: R$ 200 mil

“Faroeste Caboclo”
Diretor: René Sampaio
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 1 milhão

“Espertices e Valenturas”
Diretor: Luiz Henrique Rios
Gênero: Comédia dramática
Valor investido: R$ 1 milhão

“Leporella”
Direção: Moacyr Góes
Gênero: Suspense/Drama
Valor investido: R$ 500 mil

“Os Últimos Dias de Getúlio”
Diretor: João Jardim
Gênero: Drama/Suspense
Valor investido: R$ 1,5 milhão

“Bandidos e Mocinhas”
Diretor: Daniel Tendler
Gênero: Drama policial
Valor investido: R$ 1 milhão

“A Arte de Perder”
Diretor: Bruno Barreto
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 2,5 milhões

“A Turma do Pererê, o Filme”
Diretor: Marcos Magalhães
Gênero: Animação infantil
Valor investido: R$ 1 milhão

“Um Homem Só”
Diretor: Cláudia Jouvin
Gênero: Comédia
Valor investido: R$ 886 mil

“Dia dos Namorados”
Diretor: Mauricio Farias
Gênero: Comédia romântica
Valor investido: R$ 1 milhão

“Acorda, Brasil!”
Distribuidor: Fox Filmes do Brasil
Diretor: Sérgio Machado
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 1,5 milhão

“Quase Memória”
Diretor: Ruy Guerra
Gênero: Comédia dramática
Valor investido: R$ 1 milhão

“Boca do Lixo”
Diretor: Flavio Frederico
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 215 mil

“Capitães da Areia”
Diretora: Cecília Amado
Gênero: Drama/ Ação
Valor investido: R$ 1 milhão

“Garibaldi in America”
Diretor: Alberto Rondalli
Gênero: Drama/Ação
Valor investido: R$ 518 mil

“Aos Ventos que Virão”
Diretor: Hermano Penna
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 500 mil

“Não Se Preocupe, Nada Vai Dar Certo”
Direção: Hugo Carvana
Gênero: Comédia
Valor investido: R$ 982 mil

“Xingu”
Diretor: Cao Hamburger
Gênero: Drama biográfico
Valor investido: 1,4 milhão

“Antes da Noite”
Diretor: Toni Venturi
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 580 mil

“Até que a Sbórnia nos Separe”
Diretor: Otto Guerra
Gênero: Animação
Valor investido: R$ 791 mil

“Tarsilinha”
Diretor: Célia Catunda e Kiko Mistrorigo
Gênero: Animação
Valor investido: R$ 1,5 milhão

“Trinta”
Diretor: Paulo Machline
Gênero: Drama biográfico
Valor investido: R$ 1,150 milhão

“O Grande Kilapy”
Diretor: Zezé Gamboa
Gênero: Drama histórico
Valor investido: R$ 696,7 mil

“Heleno, o Homem que Chutava com a Cabeça”
Direção: José Henrique Fonseca
Gênero: Drama biográfico
Valor investido: R$ 1 milhão

“Procura-se”
Diretor: Michel Tikhomiroff
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 914 mil

“Meu País”
Direção: André Ristum
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 500 mil

“Corda Bamba”
Diretor: Ugo Giorgetti
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 700 mil

“Sala de Espera”
Diretor: Lúcia Murat
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 700 mil

“Muitos Homens Num Só”
Direção: Mini Kerti
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 1 milhão

“Qualquer Gato”
Diretor: Tomas Portela
Gênero: Comédia
Valor investido: R$ 695 mil

“O Homem que Não Dormia”
Diretor: Edgard Navarro
Gênero: Suspense
Valor investido: R$ 300 mil

“Bruna Surfistinha o Doce Veneno do Escorpião”
Diretor: Marcus Baldini
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 558 mil

“Nise da Silveira A Senhora das Imagens”
Direção: Roberto Berliner
Gênero: Documentário
Valor investido: R$ 500 mil

“Transeunte”
Diretor: Eryk Rocha
Gênero: Ficção
Valor investido: R$ 200 mil

“Aparecida, Padroeira do Brasil”
Diretor: Tizuka Yamasaki
Gênero: Drama
Valor investido: R$ 1 milhão

Deborah Secco é Surfistinha

TEASER DE BRUNA SURFISTINHA, COM DEBORAH SECCO, ESTÁ NO AR

 

Produção dirigida por Marcus Baldini chega às telas dia 25 de fevereiro

A partir de hoje, é possível espiar as primeiras cenas da aguardada produção Bruna Surfistinha.

O teaser do filme foi lançado pelo Twitter oficial da protagonista Deborah Secco (http://twitter.com/dedesecco) na manhã desta terça (20) e espalhou-se rapidamente pelas redes sociais. 

Na história, Raquel (Secco) é uma menina da classe média paulistana que estuda em um colégio tradicional e um dia toma uma decisão surpreendente: vai ser garota de programa. Raquel se torna Bruna Surfistinha que ganha destaque nacional ao contar suas aventuras sexuais e afetivas em seu blog. Completam o elenco principal Cássio Gabus Mendes (Chico Xavier), Drica Moraes (Os Normais 2), Cristina Lago (Olhos Azuis) e Fabiula Nascimento (Estômago). 

Confira o teaser:  www.brunasurfistinhaofilme.com   

Dirigido por Marcus Baldini e produzido pela TvZero, Bruna Surfistinha  é uma adaptação livre do best-seller O Doce Veneno do Escorpião, que vendeu cerca de 300 mil cópias no Brasil. 

ESTREIA NOS CINEMAS 25 DE FEVEREIRO.

Deborah Secco no Teatro Santa Isabel

Nada do tradicional até que a morte os separe. Em Mais uma vez Amor, peça teatral com Deborah Secco e Erom Cordeiro, os personagens Lia e Rodrigo vivem um amor eterno cheio de encontros e desencontros, começos e recomeços. “Talvez não conte a sua história, mas com certeza vai passar por ela”, promete Deborah. Nas idas e vindas, os dois vivem intensamente uma história de amor que vai de encontro ao ideal de casamento feliz e muitos filhos correndo pela casa.

De hoje a domingo, o público recifense vai conferir em primeira mão, o resultado de uma intensa rotina de um mês de ensaio. Isso mesmo. Tudo foi concebido em pouco menos de trinta dias. Apesar disso, o elenco garante que a sintonia em palco é muito grande e que o público vai se divertir e emocionar com o enredo. Mais uma vez amor marca a volta de Deborah aos palcos, onde começou sua carreira de atriz, e sua estreia nos bastidores, como coprodutora. “Eu sempre dizia que queria voltar aos palcos. Se você espera os convites, eles vêm na hora errada. Quando consegui uma brecha, vi que ou eu produzia, ou não rolava. Recebi três convites depois, mas não eram o que eu queria fazer”, explica a atriz, que está de folga da televisão até o início das gravações da próxima novela das 8, escrita por Gilberto Braga, ainda sem título definido.

As transformações acontecem na frente do público, que assiste a mudanças de cenários e personagens, enquanto são projetada imagens que marcam a passagem de tempo e da história do país. Durante o período de ensaios, despertou interesse o fato de Deborah ficar só de calcinha em cenas quentes. “É o menos importante da peça. É como usar peruca no final, um elemento cênico. As pessoas têm que desfocar disso. Não é gratuito, nem comercial. É necessário para contar a história“, minimiza, bastante à vontade com a situação. De qualquer forma, quem se agradou com as fotos sensuais feitas para a Playboy em 1999 e 2002 terá a chance de vê-la ao vivo. Ou esperar a estreia do filme O Doce Veneno do Escorpião, protagonizado por ela no papel da prostituta Bruna Surfistinha.

Assim que leu o texto de Roseane Svartam (que dirigiu a adaptação para o cinema), Lulu Silva Telles e Ricardo Perroni, Deborah decidiu que queria encená-lo. “Pensei direto no Neco (Ernesto Piccolo), diretor da primeira montagem”. A escolha de Erom como companheiro de palco também foi imediata, embora através de teste de elendo. “Ele leu o texto e olhou fundo nos meus olhos. Naquela hora eu olhei para o pessoal da produção e já sabia: é ele”, lembra Deborah. Os dois se conheceram em 2006, nas gravações da novela América, em que Erom interpretou Zeca, peão que namorava Júnior (Bruno Gagliasso).

O espetáculo segue para Maceió, João Pessoa, Fortaleza e Salvador. “Recife é praça sempre incrível. As pessoas têm o hábito de ir ao teatro, respeitam. É uma emoção pisar no Santa Isabel”, defende Deborah. “Tudo calhou para que fosse aqui. A primeira montagem também estreou aqui. Vamos começar com o pé direito”, completa Erom.

Serviço
Mais uma vez amor, com Deborah Secco e Erom Cordeiro
Quando: 15 a 18 de julho (quinta a domingo), às 21h
Onde: Teatro Santa Isabel (Praça da República, s/n, Santo Antônio)
Informações: 3232-2940