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Os vencedores do Mix Brasil

A 19ª edição do Festival Mix Brasil da Diversidade Sexual termina hoje mas a cerimônia de premiação, e de certa forma, de encerramento do evento, aconteceu quinta, 17, no Cinesesc, em São Paulo.

Claudia Ohana apresentou 'A Novela das Oito', filme que teve pré-estreia na cerimônia de premiação - Ida Feldman
Ida Feldman
Claudia Ohana apresentou A Novela das Oito, filme que teve pré-estreia na cerimônia de premiaçãoO curta-metragem Na Sua Companhia, de Marcelo Caetano, foi o grande vencedor do Coelho de Prata, prêmio oficial do Mix, levando dois troféus do júri: melhor filme e melhor direção. Caetano já havia ganho o prêmio de diretor ano passado com Bailão, filme sobre uma boate no centro de São Paulo, frequentada por homossexuais mais velhos. Em Na Sua Companhia, o foco continua sendo os locais da região central, emoldurados por entre um homem na faixa dos 40 anos com um vinte anos mais jovem. A pouca ousadia e a falta de conflitos do roteiro não pesaram, porém, na decisão do júri.

 
Na sua Companhia, curta de Marcelo Caetano, é o grande vencedor…
 

O público escolheu Joelma, de Edson Bastos, que conta a história da primeira transexual da Bahia. Violento e com uma narrativa não-linear, o filme é um documento importante para a cinematografia LGBT do país.

Jiboia, da Rafael Lessa, foi o agraciado com o Prêmio Aquisição do Canal Brasil, formado por um júri de jornalistas e críticos de cinema. Intenso – como costumam ser as histórias sobre lésbicas nos cinemas – o filme ousa em contar a história de um romance entre uma cabeleireira, com histórico criminal de pedofilia, e a filha de 14 anos da dona do salão.

Em conversa com o Estadão.com.br, o diretor diz: a história é a mesma defendida em sua tese de mestrado na Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Parte da força do filme está na atuação segura das atrizes, em especial de Gilda Nomacce, atriz há muitos anos no teatro, que só agora está sendo revelada ao grande público. Gilda também está no premiado Trabalhar Cansa, de Marco Dutra.

O filme já passou pelo Festival Internacional de Curtas de São Paulo, entre outros eventos, e promete seguir carreira internacional. No último Festival de Berlim, o diretor apresentou projeto para transformá-lo num longa, que também deve contar com a atriz no papel principal.

Já a sexualidade na terceira idade foi lembrada no ótimo Três Vezes por Semana, de Chris Reque. A história gira em torno de Silvia (Irene Brietzke, premiada como melhor intérprete), uma senhora que mora sozinha numa casa caindo aos pedaços e que encontra as amigas em aulas de hidroginástica. Neste microcosmo das piscinas, ela vive uma mentira e uma mudança está reservada para a sua vida.

André Fischer, um dos diretores do Festival Mix Brasil, avalia a 19ª edição como positiva, e salienta o aumento de notas altas do público para os filmes concorrentes em relação a anos anteriores, o que avaliza a programação.

Programação, aliás, que Fischer acredita ter sido menos experimental. “Não dá para falar que foi comercial, mas são filmes mais fáceis para o público.” Entre os longas internacionais, o festival trouxe trabalhos consistentes, como Ausente,de Marco Berger, premiado com o Teddy (o prêmio LGBT do Festival de Berlim) e Romeus, de Sabine Bernardi.

Outras manifestações artísticas como o teatro, música e fotografia, que se juntaram ao cinema e voltaram com peso maior nesta edição, devem manter sua importância em 2012, adianta o diretor. Todas as sessões dos espetáculos, a preços populares, tiveram ingressos esgotados. Que se solidifique um Mix cada vez mais diversificado e que possa explorar de todas as formas o universo LGBT.

OS VENCEDORES

Júri Popular
Melhor longa-metragem: Tomboy, de Celine Sciamma
Melhor Documentário: Olhe Pra Mim de Novo, de Kiko Goiffman e Cláudia Priscilla
Melhor Curta Nacional: Joelma, de Edson Bastos
Melhor Curta Estrangeiro: Amor a 100ºC, de Kim Jho Gwang Soo

Prêmio Ida Feldman: Eliad Cohen (Arisa)

Prêmio Aquisição do Canal Brasil: Jiboia, de Rafael Lessa

Júri técnico:
Melhor Curta-Metragem Nacional: Na Sua Companhia, de Marcelo Caetano
Melhor Direção: Marcelo Caetano, por Na Sua Companhia
Melhor Interpretação: Irene Brietzke, por Três Vezes por Semana
Melhor Roteiro: Cris Reque, Três Vezes por Semana
Melhor Direção de Arte: Andar pelas Ruas de Brasília
Melhor Fotografia: Assunto de Família, de Caru Alves

* Informações de Marcio Claesen – estadão.com.br

Vandré no próximo Festival ARUANDA

  

Inscrições para o Festival de Documentários mais importante do Nordeste podem ser feitas até 20 de Agosto.

Comandado por Lúcio Villar (com produção-executiva do professor e cineasta Bertrand Lyra), o festival será realizado na capital paraibana de 9 a 14 de dezembro e este ano terá como homenageado especial o compositor Geraldo Vandré.

Lúcio Vilar e Geraldo Vandré conversam em restaurante paulista. Foto: Darlan Ferreira
Geraldo Vandré lê termo de compromisso do Festival
 
Geraldo Vandré, autor da célebre canção que se tornaria hino de resistência à ditadura militar no Brasil , “Pra não dizer que não falei das flores”, promete retornar à Paraíba, onde nasceu, em dezembro próximo e será por um  motivo muito especial: ele é o homenageado do 7º Fest-Aruanda do Audiovisual Brasileiro, constituindo-se na primeira vez em que o artista será agraciado por um festival de cinema. Quem informa é o jornalista e coordenador-geral do evento, Lúcio Vilar.´
O encontro entre Vandré e Lúcio aconteceu num restaurante no centro da capital paulista, onde foi oficializado o anúncio da homenagem que “sensibilizou o artista”, segundo relato de Vilar, ainda sob o impacto das conversas que consumiram a tarde inteira do último dia 7 de maio.
 
– “Estava muito ansioso por esse momento, pois nunca havia visto o Vandré de perto, mas o encontro foi o mais informal possível”, disse o coordenador que tomou a decisão pela homenagem em razão da participação do artista num filme realizado nos anos 60, hoje reconhecido como um “clássico” da década ‘cinemanovista’.
 
A Hora e Vez de Augusto Matraga é baseado em obra de Guimarães Rosa e foi lançado em 1965. O longa foi dirigido por Roberto Santos, cuja música é assinada por Geraldo Vandré. Na época, o filme recebeu os prêmios de melhor argumento, diálogo, direção e ator (Leonardo Villar) na I Semana do Cinema Brasileiro, em Brasília, em 1966.
 
Os passos do tão esperado encontro do diretor do Festival com o mito da MPB
 
 Já passava das 13h quando um táxi estacionou próximo aonde aguardava ansiosamente por um dos maiores nomes da música popular brasileira de todos os tempos. Geraldo Vandré desce do carro, e nos cumprimentamos pela primeira vez. Caminhamos da Martins Fontes, onde nos encontrávamos, na direção do Largo do Paissandu, transitando por ruas abarrotadas de ambulantes e trabalhadores que se despediam do meio expediente de um sábado de temperatura em declínio.
 
Em restaurante na região central que serve um impecável ‘mexidinho de ovos’, e onde já é velho habitué, sua presença é saudada afetivamente pelo proprietário e seus garçons. É aí que Vandré aceita o convite, autografa o documento oficial, e me revela uma curiosidade. Sua opção por viajar de carro, e que gostaria de refazer o percurso mais uma vez dirigindo até João Pessoa para participar do festival Aruanda.
 
Compartilhei que tal idéia também me fascinava, mas que nunca havia consumado tal intento. Ele, além de me ‘desafiar’ a encarar a empreitada, justificou as razões de ordem filosófica, digamos assim.
 
– “De massificação, basta a daqui de baixo. Ônibus aéreo jamais!”, pontificou. E lembrou da viagem que fez, num Galaxi que conserva até hoje, de São Paulo à Anápolis, no final de 1968, ainda sem a informação de que o AI-5 havia sido decretado, e que teve que retornar com o cancelamento de um dos shows. Contou com riqueza de detalhes como conseguiu passar incólume por todas as barreiras policiais encontradas no caminho, para me ‘desafiar’ novamente:
 
– “E por que você não conversa com uma grande empresa em João Pessoa para apoiar o festival e colocar um automóvel para que possa ir dirigindo até lá?”, disse assim, na lata, ao que lhe devolvi, de imediato, tratar-se de uma simpática, sedutora e boa idéia de marketing a se pensar. Quem sabe, possa interessar aos senhores empresários do setor (alguém aí se habilita a alavancar a imagem de sua empresa por uma causa justa?…).
 
Os papos foram muitos, mas não poderia faltar o registro à “Fabiana”, canção que fez para a Aeronáutica, cuja cópia em formato de bolso me presenteou. Pedi para que autografasse e revelei que ele era a segunda personalidade artística a quem fizera pedido semelhante. O saudoso Zé Kéti foi o primeiro, também aqui em São Paulo nos anos noventa.
 
– “Não há um segundo sem um primeiro”, disse-me um Vandré generoso e descontraído, logo tascando sua assinatura.
 
Entre alguns poucos goles de cerveja e saídas para fumar (aqui é proibido fazê-lo em recinto fechado), aquele homem de cabelo tingido pelo néon do alto de seus 76 anos me impressionava a cada nova fala, sempre com algo espantosamente instigante sobre o Brasil, resquícios e fragmentos que ficaram de sua época e o ‘fastio cultural’ que perpassa novas gerações de gostos e sentidos duvidosos.
 
Estava diante de um mito. Sim, é verdade. Ali estava o homem que, sozinho, colocou o Maracanãzinho a seus pés para seguir a canção, braços dados ou não. Descobri, porém, muito mais. Muito além, portanto, da cristalização desse mesmo mito. Enxerguei Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, homem extremamente lúcido e pé no chão, pronto a falar duras e cristalinas verdades de modo refinado e elegante, dado o aguçado senso crítico que impressiona profundamente quem se coloca na condição de seu interlocutor.
 
Saímos do restaurante e refizemos o percurso novamente a pé, desta vez pelos calçadões de artérias comerciais do centro de São Paulo. Sentamos em um banco de praça, por sugestão sua, meio que para não interromper a inspirada prosa, agora cortada por rajadas geladas de vento da tarde que já avançava para seu breve lusco-fusco nesse outono paulistano com cara de inverno.
 
Despedimo-nos outra vez na Martins Fontes. Sigo o caminho de volta com a absoluta certeza de que havia experimentado um sentimento sem precedentes. Melhor ainda é saber que esse privilégio será compartilhado por um número ainda maior de pessoas, com sua presença na abertura do Fest-Aruanda.
 
(*) Lúcio Vilar é professor da UFPB, coordenador do Fest-Aruanda e pós-doutorando da ECA-USP.
 
Clássico do cinema nacional está na programação
 
Segundo o coordenador do FestAruanda, o filme “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” terá exibição especial na noite da abertura oficial do 7º Fest-Aruanda, dia 9 de dezembro no Hotel Tambaú, Paraíba . Antes, o cantor e compositor será homenageado pela organização do festival com a entrega dos troféus Aruanda (de Contribuição ao Cinema Nacional e Contribuição à Música Popular Brasileira nas décadas 1950-1960).
Reportagem: Bernadete Duarte
Fonte: Canal Brasil

Adeus a NILDO PARENTE…

É o cineasta LUIZ CARLOS LACERDA quem informa:

Triste notícia: hoje à tarde o nosso querido NILDO PARENTE  faleceu no Hospital Silvestre, em Santa Teresa (RJ), aos 75 anos, depois do terceiro AVC…

Nildo estava em coma há cerca de 2 meses. Ano passado fiz um documentário sobre ele para a série Retratos Brasileiros do Canal Brasil, exibido em outubro.

NILDO viu o filme e ficou muito feliz pela homenagem. Já tinha tido o primeiro AVC mas aparentava estar se recuperando. Estava contratado até hoje pelaTV Globo e iria participar, mais uma vez, de uma novela de GILBERTO BRAGA, destavez INSENSATO CORAÇÃO, mas não chegou a gravar.
Vamos prestar uma homenagem ao querido ATOR. Assim que souber do local e hora, eu avisarei. Hoje essa informação é capaz de sair no Jornal da Globo.
Adeus, amigo !
Beijos,
Bigo.
 
NILDO, ao lado de NEY MATOGROSSO, no curta DEPOIS DE TUDO
Com Daisy Lúcidi: destaque em PARAÍSO TROPICAL, do amigo Gilberto Braga
NILDO contracena com NEY MATOGROSSO no curta DEPOIS DE TUDO, de Rafael Saar
UM POUCO MAIS sobre NILDO PARENTE
 
Nildo Parente estreou no cinema, no filme O Homem que Comprou o Mundo (1968), de Eduardo Coutinho.

Em seguida, fez o papel principal no longa Azyllo Muito Louco (1969), de Nelson Pereira dos Santos, onde atuou ao lado de Luiz Carlos Lacerda e Leila Diniz, voltando a filmar com Nelson “Quem é Beta?” (1972), “Tenda dos Milagres” (1977) e “Memórias do Cárcere” (1983).

O período em que NILDO PARENTE mais atuou foi na década de 70, quando, em papéis de diferentes importâncias e sob a direção de cineastas diversos, fez mais de 20 filmes, entre esses “Anjos e Demônios” (1970), de Carlos Hugo Christensen: “São Bernardo” (1972), de Leon Hirszman: “Os Condenados” (1973), de Zelito Viana: e “Coronel Delmiro Gouvêa” (1977), de Geraldo Sarno.

Nos anos 1980 e no começo dos 1990, fez mais de dez filmes: “Luz del Fuego” (1981), de David Neves; “Rio Babilônia” (1982), de Neville D’Almeida; “O Beijo da Mulher-Aranha” (1984), de Hector Babenco; e “Natal da Portela” (1988), de Paulo Cezar Saraceni.

Nos anos 90, participou dos filmes “Bela Donna” (1998), de Fábio Barreto; “Seja o que Deus Quiser” (2002), de Murilo Salles; e “Inesquecível”, de Paulo Sérgio Almeida.

Seus principais trabalhos em teatro foram “Hoje é Dia de Rock”, de Rubens Corrêa; “Francisco de Assis”, de Ciro Barcellos; e “Ai Ai Brasil”, de Sergio Brito.

Nildo fez parte do elenco do Grande Teatro Tupi, onde encenou aproximadamente 20 peças do programa, de 1958 a 1963.

Na televisão, trabalhou em diversas novelas, como “Água Viva”, “América”, “Senhora do Destino” e “Celebridade”. Em 2007, Nildo Parente participou da novela Paraíso Tropical.

Em 2008, após participar do espetáculo “As Eruditas”, Nildo voltou aos palcos, desta vez ao lado de Francisco Cuoco e grande elenco, com a peça “Circuncisão em Nova York”. O ator também esteve na TV, em participação especial nos últimos capítulos da novela Amor e Intrigas, na Record.

Ainda em 2008, NILDO esteve no curta Depois de Tudo, co-produção da ONG Cinema Nosso com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e pôde ser visto também no longa Meu Nome é Dindi, de Bruno Safadi.

Em 2009, Nildo Parente fez participação especial na série “A Lei e o Crime”, da Record. No mesmo ano, subiu ao palco no espetáculo “Medida por Medida”.

Seu mais recente trabalho foi no longa-metragem Chico Xavier. dirigido por Daniel Filho.

NILDO PARENTE era cearense e esteve em Fortaleza muitas vezes, aqui tinha muitos amigos, entre eles a estilista Fátima Castro. Numa das últimas vezes, subiu ao palco do Teatro José de Alencar ao lado de EMILIANO QUEIROZ, conterrâneo e grande amigo, e Ada Chaseliov, entre outros, no belo espetáculo OS FANTÁSTIKOS
Encontrei com Nildo várias vezes e era sempre um prazer estar com o ator, figura das mais agradáveis e educadas, aquele tipo que de imediato chamamos BONACHÃO, além de ser um ator querido na classe artística, sem nenhuma afetação e muito talento.
NILDO PARENTE já deixa saudades… Descansa em paz, NILDO !
 

Relação Cinema x TV e FestBrasília

O Canal Brasil — Espaço do Cinema Brasileiro (66, na grade da Net) —  premiou o curta “A Mula Teimosa e o Controle Remoto” com trofeu (de belo design) e R$15 mil.

A premiação de outra produção ligada a um canal de TV, “Amor?”, de João Jardim, mostra que prêmios atribuidos em festivais abrem cada vez mais vitrines televisivas para filmes brasileiros.

“Amor?” foi produzido pelo Canal GNT, com apoio da Avon. Por ter sido o filme escolhido como “o melhor” pelo público do Festival de Brasília, fez jus a prêmio aquisição no valor de R$30 mil, oferecido pela TV Brasil.

No caso do curta, não há nenhum impedimento de que ele seja exibido no Canal Brasil. A equipe que organiza o prêmio checou tudo direitinho (na fase em que os filmes se habilitam a concorrer). Já o caso de “Amor?” deve ser ainda avaliado, pois o JÚRI POPULAR avalia todos os seis longas concorrentes (não houve, nem poderia haver, nenhum questionamento prévio).

 

João dirigiu “Janela da Alma” (com Walter Carvalho), Pro Dia Nascer Feliz, e Lixo Extraordinário (com duas parceiras). Este filme é um dos 25 títulos habilitados ao Oscar de melhor documentário de longa-metragem.

* Comentário de Maria do Rosário Caetano

Canal Brasil em Outubro

 

 
 
     

Zéu Britto é um dos grandes trunfos do CANAL   

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
   
 
     

BIPOLAR em Setembro no Canal Brasil

Confirmada estréia da série policial BIPOLAR  

Única série brasileira filmada com câmera RED ONE 4K, a produção leva qualidade de cinema para a tela da TV.  

A série de TV BIPOLAR é um drama psicológico policial que investiga os diferentes “pólos” das pessoas: os conceitos, as “verdades” e as mentiras” absolutas de cada um. 

Com 12 episódios de 25 minutos cada, a série é a primeira da televisão brasileira a utilizar a câmera RED ONE 4K, o que garante à imagem, qualidade e textura de produção cinematográfica.  

O diretor de dramaturgia e geral do projeto, Edu Felistoque, diz: “embora ambientada no universo Policial, BIPOLAR é uma história desarmada. Queremos desmistificar os clichês de uma suposta realidade policial que costuma ser falsamente vendida pelo Cinema e pela TV”.  

No elenco de BIPOLAR estão: 

• Sílvia Lourenço (Delegada Diana), de “Quanto Dura o Amor?” “Contra Todos”, “Não Por Acaso”, “O Cheiro do Ralo” e “Querô”. 

• Rodrigo Brassoloto (Investigador Carlão), de “Ação Entre Amigos”, “Inversão” e “400 contra 1- Uma História do Crime Organizado”. 

• Sérgio Cavalcante (Investigador Latrina), de “Ação Entre Amigos”, “Vôo Cego Rumo ao Sul”, e “Contra Todos” 

• Priscilla Alpha (Doutora Rocha), dos curtas “Vidas em Vias”, “Situação Fictícia, Pessoas Reais”, e “Sapatinhos Vermelhos”.

 • Felipe Kannenberg (Homem Misterioso), de “Amores Imperfeitos”, “400 contra 1- Uma História do Crime Organizado”, “Eu e Meu Guarda-Chuva”, “A Mulher Invisível”, “A Canção de Baal”, “Não por Acaso”, “Polaróides Urbanas”, “Ouro Negro”, “Olga” e vários outros. 

BIPOLAR, a série, foi inspirada em dois longas-metragens: INVERSÃO, também dirigido por Edu Felistoque, e 400 contra 1- Uma História do Crime Organizado, onde o cineasta atuou como Produtor-Executivo e Produtor Cinematográfico. 

Ainda inédito no circuito comercial brasileiro, INVERSÃO foi premiado em Toronto como melhor trilha sonora em Cuba pela a crítica e em Natal, como melhor montagem. E 400 contra 1- Uma História do Crime Organizado estréia em circuito nacional em agosto. 

A série BIPOLAR terá ainda uma reedição especial para exibição em salas de cinema. 

Roteirista, diretor e produtor de diversos longas

e curtas para Cinema, Edu Felistoque investe em seriados de TV 

Com forte atuação no mercado de filmes publicitários, Edu Felistoque já construiu também uma carreira em Cinema de curta e longas-metragens. Dirigiu os longas “Soluços e Soluções”, “Território 9 Ponto 8”, “Trilhos Urbanos”, “Musicagen” e “Inversão”. É autor também dos curtas “Zagati”, “Boi”, “O Papel Principal”, e “Davi contra os pau mandados de Golias” .

Ficha técnica de BIPOLAR: 

Direção Geral e de Dramaturgia : Edu Felistoque

Direção de Fotografia: Caco Sousa, Wilian Pacini e Edu Felistoque

Direção de Arte: Thalita Rubio

Assistentes de Direção e Produção de Finalização: Diego Vico Garcia e Thiago Maia

Assistentes de Direção: Anderson Prado, Diego Vico Garcia, Paulo Domingues, Renato Jabour, Rodrigo Brandão e Thiago Maia

Argumento: Edu Felistoque

Roteiros: Julio Meloni

Diretores Convidados: Paulo Duarte e Alekasander Srdic 

Montagem: Conrado Pêra, Guga Pera, Fred Augusto e Mariah Luna

Motion Grapher: Gabriel Felistoque

Colorista: Marcelo Rodriguez

Desenhistas de Som: Pépe Chevs, Ivan Santos, Adriano Ferreira e Jéssica Grandi

Produtores: Milton Urcioli Jr, Rita Urcioli e Felipe Abreu

Direção de Produção: Lu Lopes

Produção de Elenco: Ana Ligia Coradi, Miguel Rodrigues e Take a Take

Produção de Figurino: Silvana Moura

Direção Musical e de Montagem : Conrado Pêra

Produção Executiva: Edu Felistoque, Denise Castelhano e Sergio Martinelli

Serviço:

Série de TV com a direção de dramaturgia e geral de Edu Felistoque

produzida pela : Felistoque Filmes

Jotaeme Produções

Pépe Chevs Sound Design

Kardman Audiovisual

Reza Brava Filmes

Pop Lab FilmWorks em co-produção e exibição do Canal Brasil e no canal Globosat HD.

* Informações PLANETA TELA

ZÉU de Estrelas

  

Este é o nome do programa que estréia esta noite no Canal Brasil, pilotado pelo sempre ótimo e multifacetado Zéu Britto.

Dirigido por Gilson Mato Grosso, o programa começa às 22h e vai mostrar a vida das “estrelas” pela ótica do humor. Serão 13 episódios nos quais Zéu Britto recebe nomes ilustres para bate-papos bem descontraídos.   – Chamei as pessoas admiráveis e queridas, que convivem bem com a mídia A ideia é de homenagem mesmo, cada episódio tem a cara do convidado.  

O convidado do primeiro episódio, que vai ao ar esta noite, é o cantor e compositor Luiz Caldas, entrevistado em um hotel, “em um clima bem final de tarde”, explica Zéu. Além da entrevista, o telespectador poderá rir com os quadros que se relacionam com o convidado. No caso de Caldas, Zéu cria um número musical com uma interpretação bem original de Haja Amor, o maior sucesso do cantor. Os quadros são uma marca do programa, assim como o figurino. 

Tem um episódio em que eu fiquei no maior clima socialite, entrevistando à beira da piscina, com um visual bem Amaury Junior – diverte-se Zéu Britto. 

O apresentador conta ainda que esse clima de irreverência persiste em todos os episódios. Em um deles, uma fã invade a entrevista de surpresa. Em todos, o mordomo Atauaba, interpretado por um ator, é quem anuncia, de maneira cômica, o convidado de cada episódio. 

Outro quadro do programa é o Trajetória astral, que conta a vida do convidado com a ajuda de uma fotomontagem. Há também um esquete no qual pessoas na rua são entrevistadas e convidadas a mandar recados sinceros para o artista. A seleção dos convidados é variada, e inclui de Fafá de Belém a Wagner Moura. Alguns deles são menos conhecidos, mas admirados por Britto, como Riachão, renomado sambista baiano, autor do samba Vá morar com o diabo

 Com o amigo Wladimir Brichta: bom humor cotidiano é marca registrada do artista  

Zéu Britto já era bastante conhecido no circuito musical e teatral baiano, quando foi morar no Rio, estreando no teatro infanto-juvenil, na peça A ver estrelas, do diretor João Falcão. Logo depois, choveram convites levando Zéu para a televisão. Desde então, ele participou de programas como Pastores da Noite, Homem objeto, Sob nova direção, Carga Pesada, A Diarista e Cidade dos Homens

 

Zéu Britto: Ator, cantor, compositor, um talento incomum para comédias. Salve, Zéu !!!  

No seriado Sexo Frágil, além de fazer parte do elenco, Zéu Britto dava voz a algumas canções. Além disso, Zéu já compôs para trilhas sonoras de filmes de sucesso, como Lisbela e o prisioneiro, de Guel Arraes, com a canção Dama de ouro, e a de Meu Tio Matou um Cara, de Jorge Furtado, com a canção Soraya Queimada, seu maior sucesso.

Com certeza, o Canal Brasil marca mais um GOL com este novo programa comandado por Zéu Britto. E nós, fãs de carteirinha, estaremos de olho grudado na telinha.

Viva o CANAL BRASIL e Vida Longa pra Zéu Britto !!!

Lado B e Quarta B: JULHO no 66

CANAL BRASIL Vai Exibir LONGAS GATACINE

 

Durante os dias 6, 7, 12 e 17 de julho quem sintonizar o Canal Brasil poderá conferir duas produções da Gatacine. São elas: o documentário Lado B: Como fazer um longa sem grana no Brasil e o premiado Quarta B, eleito o melhor filme de ficção na “29ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo”, de acordo com o júri popular.

No filme Quarta B, que passa a ser exibido na chamada “Seleção Brasileira”, ou seja na faixa de horário mais nobre da emissora, uma professora de uma escola primária, o diretor, o zelador e os pais de alunos se reúnem para discutir um tabu: o que fazer ao encontrar maconha na sala de aula de alunos de 10 anos? A proposta dos adultos é inusitada: fumar a droga para saber como as crianças se sentem e, aí sim, poder ajudá-las, o que gera uma série de confusões.  

Já o Lado B é um documentário que traça o panorama da realidade do cinema independente do Brasil. Trazendo depoimentos de profissionais como Fernando Meirelles, Ugo Giorgetti, José Belmonte, Alexandre Stockler, Theodoro Fontes e Marçal Souza, entre outros, o documentário conta como foi a produção do Quarta B, longa de baixo orçamento (apenas R$ 30 mil) que levou  quatro anos para ser concluído – tudo narrado de forma bem humorada. 

Lado B
06/07 (terça-feira) às 22h
07/07 (quarta-feira) às 13h

Quarta B a
12/07 (segunda-feira) às 22h
17/07 (sábado) às 23h

 

Sobre a produtora:

Gatacine é uma produtora sediada em São Paulo especializada em produção de conteúdo e cinema. Criada em 2001 pelo cineasta Marcelo Galvão, possui um diversificado portfólio, além de ter conquistado vários prêmios nacionais e internacionais.

 O DIRETOR

Nasceu em dezembro de 1973 no Rio de Janeiro. Formou-se em Publicidade e Propaganda pela FAAP em São Paulo e começou sua carreira de redator publicitário ainda na faculdade. Passou pelo departamento de criação de diversas agências, conquistando muitos prêmios na área de redação. 

Em 1999, deixou a carreira publicitária e foi morar em NY, onde estudou cinema na New York Film Academy e tornou-se diretor de cena e roteirista de cinema. Ao voltar ao Brasil, consolidou-se na nova profissão, trabalhando em diversas produtoras reconhecidas no mercado publicitário. 

Realizações Profissionais:

Colegas, Ouija, Rinha, Bellini e o Demônio, entre outros.

Festa da Academia de Cinema é AMANHÃ

Amanhã, 8 de junho, acontece a esperada festa de entrega do grande prêmio da Academia Brasileira  de Cinema.

Os HOMENAGEADOS deste ano são Anselmo Duarte (ator e produtor que deu ao Brasil a Palma de Ouro em 1962 com o filme O Pagador de Promessas, a partir da peça teatral de Dias Gomes) e ALICE GONZAGA, que receberá a estatueta em reconhecimento ao louvável trabalho que faz à frente da CINÉDIA.

A festa da Academia Brasileira de Cinema terá como cenário o Teatro João Caetano, localizado na praça Tiradentes, centro do Rio, e será transmitida ao vivo pelo Canal Brasil ( 66), com início às 21h.

Veja a lista de filmes que concorrem aos prêmios da Academia. Você também pode votar no seu preferido. Basta acessar http://telecine.globo.com/academiabrasileiradecinema/

* Saiba mais sobre ALICE GONZAGA:

Escritora, pesquisadora, produtora, diretora e empresária do ramo cinematográfico, Alice Gonzaga é filha de Adhemar Gonzaga, fundador da CINÉDIA que durante as décadas de 30 e 40 foi uma das principais produtoras do país, responsável por um dos maiores sucessos de público do cinema brasileiro, o melodrama O Ébrio (1946), de Gilda de Abreu.

Lábios sem Beijos, um dos clássicos da CINÉDIA

À frente da CINÉDIA, Alice Gonzaga desenvolve um importante trabalho de preservação e recuperação de clássicos da empresa, como Lábios sem Beijos (1930), de Humberto Mauro, e Alô. Alô. Carnaval! (1936), de Adhemar Gonzaga. Entre as numerosas realizações do estúdio estão 60 longas, 250 documentários, 700 cinejornais, como Mulher (1931), de Octávio Gabus Mendes, Ganga Bruta (1931/32), de Humberto Mauro, Bonequinha de Seda (1936), de Oduvaldo Vianna, Romance Proibido (1944), de Adhemar Gonzaga, 24 horas de Sonho (1941), de Chianca de Garcia, Anjo do Lodo (1950), de Luiz de Barros, obras fundamentais da cinematografia brasileira.

Cena de Alô, Alô Carnaval, clássico da CINÉDIA, com as irmãs Carmen e Aurora Miranda sob direção de Adhemar Gonzaga

Alice Gonzaga dirigiu os curtas-metragens Memórias do Carnaval, premiado no Festival de Brasília, e Folia. Publicou os livros 50 anos de Cinédia, Gonzaga por ele mesmo e Palácios e Poeiras – 100 anos de cinemas no Rio de Janeiro, a mais completa pesquisa sobre a história da exibição de cinema na cidade. Como presidente do Instituto para Preservação da Memória do Cinema Brasileiro, Alice Gonzaga desenvolve ações e projetos em prol da conservação de filmes e documentos relativos a atividade cinematográfica no país.

Alice Gonzaga recebe amanhã o Prêmio ACADEMIA BRASILEIRA DE CINEMA pelos relevantes serviços prestados à cultura cinematográfica brasileira

Filme de NACHTERGAELE no CANAL BRASIL

A FESTA DA MENINA MORTA, o impactante filme  de estréia de MATHEUS NACHTERGAELE na direção, será exibido na programação do CANAL BRASIL este mês:

Segunda, dia 31/05, às 22h e sábado, dia 05/06, às 23h

Filme traz atuações estupendas de DANIEL DE OLIVEIRA e CÁSSIA KISS e a participação especialíssima de Paulo José.

Saiba mais sobre o filme: www.auroradecinema.com.br