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FECIM: este Festival nasceu com fôlego de gigante

AURORA DE CINEMA direto do FECIM-Muqui

Estar na edição inaugural do Festival de TV e Cinema Independente de Muqui – adorável cidade do sul capixaba – foi uma das mais felizes experiências desta nossa vida de repórter, sempre em busca dos lugares e fatos onde o Cinema Brasileiro é destaque ou possa ser sublinhado.

O FECIM ganhou meu interesse desde que soube que o festival era ideia de um grupo de jovens que trabalham com teatro, audiovisual, música, dança e outras artes, e cujo foco irmanava, numa mesma pulsação, os meandros da Sétima Arte e também os da Televisão – sobretudo no tocante à Telenovela.

Sempre achei: quem gosta de contar e ouvir histórias e, portanto, é um apreciador de Dramaturgia (ainda que não tenha consciência disso), não pode desprezar nenhum tipo de espaço ou veículo onde isso se dá. Afinal, os pilares das três principais artes onde isso acontece são o Teatro, o Cinema e a TV. Em todos esses, as histórias contadas, encenadas, exibidas, veiculadas são DRAMATURGIA. Cada meio tem sua especificidade, óbvio, mas a força motriz é a mesma.

Thelma Guedes e Duca Rachid: contribuição relevante ao FECIM…

Sou uma apaixonada por Dramaturgia, irremediavelmente levada pelo Teatro – a Arte Milenar -, o Cinema e as Telenovelas. Daí, quando descobri o FECIM (através da página da escritora Duca Rachid no Facebook), não pensei duas vezes: “Vou saber quem organiza este festival e vou tentar ir”. E assim o fiz.

Entrei rapidamente em contato com Léo Alves, o idealizador e coordenador-geral, e me apresentei, dizendo que queria muito estar em Muqui para o FECIM. A partir daí, nossa troca de conversas fluiu célere e sempre conectada. Foi mais de um mês trocando e-ms e tentando falar com Léo pelo telefone, o que acabei só conseguindo quando já estava na capital capixaba – nossa agendas não se encontravam nunca. Mas um dia recebi uma mensagem super carinhosa e estimulante de Léo Alves: “Aurora, engraçado, tenho cada vez mais a sensação de já te conhecer há muito tempo”. E essa  sensação passou a nos guiar…

Léo Alves no centro e seus renomados convidados: tudo fluiu em perfeita sintonia no FECIM…

Conhecer Léo Alves foi uma gratíssima satisfação. Nós temos mesmo tudo a ver. Léo possui uma energia vibradora que realiza, e caminha rumo aos objetivos traçados com determinação, sensibilidade e serenidade que cativam à primeira vista. Logo, nas primeiras trocas de e-ms, Léo Alves já tinha me ganhado. E quando ele foi me receber na rodoviária de Cachoeiro do Itapemirim, na véspera da abertura do FECIM, foi como o encontro de dois amigos, que apenas não se viam há alguns meses.

Teatro Neném Paiva lotou todas as noites para ver CINEMA de graça no FECIM…

Cheguei em Muqui na noite de quarta, 31 de outubro, e fiquei surpresa ao ver tudo já em clima de festival, e com ares de grande evento. Na praça principal da bela cidade histórica, epicentro do FECIM, tendas estavam armadas, bem decoradas e iluminadas. Cartazes espalhados nos postes, banners pelas tendas e no Teatro Neném Paiva – QG da Produção (montado na Escola de Música contígua ao teatro) -, e funcionários trabalhando como se o festival já tivesse começado, tudo causava positivo impacto diante de um evento que iria acontecer numa cidade interiorana, em ritmo de estreia.

Desde o início percebi: o FECIM chegava muito bem estruturado e os organizadores tinham pensado o festival como um evento para nascer forte, se firmar e evoluir. Havia, no íntimo de cada um que circulava ali nas tendas e entorno do QG do FECIM, uma vontade de acertar e a certeza de estar no caminho certo, cujos fluidos me alcançaram rapidamente.

E a partir da minha chegada ao ponto central do FECIM – onde Simone Marçal ultimava detalhes da produção em conversas com uma grande equipe, formada em sua maioria por voluntários -, senti que o festival idealizado por Léo Alves seria um sucesso.

Aliás, a criativa logomarca – criação do artista Wilson Ferreira – e a graça de garota encontrada por Léo para protagonizar todo o material de divulgação do FECIM, já trazia embutido um certo condão de ludicidade e beleza, capazes de conquistar de imediato.

A vinheta criada por Léo Alves como principal peça audiovisual publicitária do FECIM é de uma plasticidade singela e cativante.

Com a jornalista Aurora Miranda Leão, a graciosa empatia de Duda Teixeira, a cativante ‘mascote’, mais um trunfo do FECIM

A menina Maria Eduarda (Duda) Teixeira tem uma docilidade e empatia que a câmera captou e o coração do público aderiu prontamente com o maior afeto, conectando instantaneamente ao chamado do Cinema na Cidade Menina

As irmãs Fernanda e Simone Marçal, tocando o FECIM, festival que foi uma sucessão de acertos…

Esta primeira impressão teve chance de se confirmar todos os dias: em cada atividade da programação, afirmava-se o acerto de um projeto bem pensado, feito coletivamente, com um plano de trabalho bem elaborado, debatido, e absorvido por toda a equipe.

Turma preparada para o belo cortejo que abriu lindamente a programação do FECIM…

Essa sintonia que houve (e há) entre os que realizaram o I FECIM é o grande trunfo deste festival, que, nem bem terminou, e já emana novas e boas vibrações através de reuniões virtuais e troca de ideias entre os muitos que pensaram o FECIM, e agora orquestram um festival ainda melhor para 2013, ancorados e estimulados (com todo merecimento) por nomes de envergadura que participaram de sua programação, e hoje derramam-se em elogios para este Festival na Cidade Menina, o qual, de caçula, só tem o fato de estar na pioneira edição.

Parte da equipe que tocou o FECIM e a jornalista Aurora Miranda Leão…

Mas o FECIM que eu vi nascer em postagens via web é um festival da maior importância, nascido com energia e estrutura suficiente para alçar grandes voos e prospectar grandes ações na seara da dramaturgia e do audiovisual, a partir de MUQUI.

Cavi Borges, Aurora Miranda Leão e Claudia Puget: sintonia artística no FECIM…

Anotem o que este AURORA DE CINEMA vem dizendo desde que começamos a postar informações sobre o FECIM: este Festival ainda vai ser tão concorrido que vai chegar o dia em que hotéis e estabelecimentos ‘Cama & Café’ de Muqui e cidades vizinhas não vão conseguir abrigar todos os interessados em participar in loco de sua programação.

Que deve ser maior a cada edição. O que este AURORA DE CINEMA viu e ouviu de gente elogiando o FECIM fez esta redatora ficar de dedo cansado de tanto teclar.

Desde o mais pacato morador de Muqui até nomes como os da escritora e Doutora em Cinema, Bernadette Lyra; passando pelo do cineasta/produtor Cavi Borges; o do escritor Eduardo Nassife; o do ator Mouhamed Harfouch; as cineastas Luíza Lubiana e Ceci Alves; até as escritoras Thelma Guedes e Duca Rachid; todas as falas, como em uníssono, davam conta das mesmas impressões: o FECIM foi uma sucessão de acertos, seus ‘maestros’ (encarnados em Léo Alves, Jussan Silva, e Simone Marçal) estão de PARABÉNS, Muqui é uma cidade adorável, a equipe trabalhou com competência e disposição, e o Festival chegou com  porte de Leão.

Desde o lúdico cortejo inaugural, passando pelas exibições lotadas, a roda de samba debaixo de chuva na praça principal de Muqui, os almoços e jantares adoráveis no belo casario da artista Cláudia Puget, a programação paralela na antiga estação ferroviária, até o adorável bicicletaço com chuva de poesias no último dia do Festival, tudo no FECIM foi bonito, funcionou, e só merece PARABÉNSSSSSS !!!

O artista Wander Polatti, a escritora Bernadette Lyra,  o produtor Jussan Silva e Silva, e a jornalista Aurora Miranda Leão celebram o êxito do FECIM…

Em breve, novo post sobre o FECIM. Aguardem !

A Igreja Matriz, cenário imponente de Muqui, a cidade do FECIM… Até 2013 !

FECIM: Festival em Muqui foi um Show de Acertos !

AURORA DE CINEMA direto do FECIM-Muqui

Festival comandando por Léo Alves debateu televisão e cinema independente, e encerrou com animada festa onde a trilha de Avenida Brasil deu o tom…

Foram apenas 4 dias mas o valor do que foi visto, falado e debatido em Muqui, a intensidade e competência  com que a programação se desenvolveu, e o alcance do  que foi projetado e discutido no FECIM tem uma amplitude que o torna um festival além-fronteiras capixabas.

Uma criança linda, numa logomarca especialmente tocante… viva o FECIM !

A começar pela identidade visual de sua marca, o FECIM pode ser considerado o mais grato dos caçulas do circuito de festivais de Cinema do país – e o único que inclui a produção de telenovelas em sua grade de debates -, tendo começado com fôlego de adolescente e com cancha pra transformar-se numa das grandes vitrines do Cinema Brasileiro, até então correndo por fora do circuito mais badalado.

A pequena e linda Maria Eduarda Teixeira, ou smplesmente DUDA – a Garota FECIM – é um encanto, e, assim como me encantou de pronto, conquistou a tantos outros que aqui estiverem ou acompanharam o festival pela internee e as matérias de jornais e tevês. Essa graciosa magia emanda de Duda fortaleceu de modo decisivo a singeleza da marca adotada pelo Festival, e a bicicleta que Duda pedala nas fotos e na belíssima (!!!) vinheta de Léo Alves, de modo muito rápido, adentrou o coração ao pedalar, cheia de graça, os paralelepípedos sonhadores de Muqui.

Mas eu vou pedir licença a você, leitor querido deste blog, para me permitir interromper agora este breve relato, já que estou partindo daqui a pouco de Muqui, e ainda qeuro dar uma volta pela cidade antes de retornar a Vitória.

O belo cortejo que ganhou as ruas de Muqui celebrando a abertura do FECIM…

Porque há tanto e tão bem pra falar do FECIM, que vou ter de escrever um ARRASTÃO FECIM para tentar, ainda que resumidamente, fazer uma panorâmica de tudo quanto aconteceu aqui em Muqui nestes dias felizes, breves e contagiantes em que o Cinema e a TV foram colocados lado  a lado com profundidade e coerência, e nos quais o nível das discussões plantou frutos que ainda vão dar muito audiovisual pra fazer, ver, e debater.

A Igreja Matriz, um dos esplendores históricos mais visitados de Muqui…

Numa cidade arquitetonicamente cinematográfica, conceber um festival como o FECIM é uma tradução perfeita para o dito popular da “sopa no mel”…

DUDA Teixeira, a bela muquiense que empresta poesia e encantamento ao FECIM…


Thelma Guedes, Mouhamed Harfouch, Duca Rachid e Eduardo Nassife abrilhantando o FECIM…

Cavi Borges, cineasta e produtor, presença iluminadora no FECIM…

Desde já, PARABÉNSSSSSS aos sonhadores que idealizaram esta pequenina jóia cultural chamada FECIM, liderados por esta força especial que é Léo Alves, à esmerada produção desta incansável Simone Marçal, a toda a equipe que construiu e fez nascer um festival tão grandioso e pontilhado de tantos pontos POSITIVOS, e um abraço muito carinhoso a todos que tão carinhosamente receberam o AURORA DE CINEMA em Muqui, e contribuíram com generosidade e senso de coletivo para o Gol de MESSI que foi este I FECIM.

Parte do time que fez do FECIM um sucesso contagiante…

Saraváaaaaaaa !