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Delícias do Bistrô: Um lugar obrigatório em Bagé

AURORA DE CINEMA direto do Festival de Cinema da Fronteira

É um bangalô cheio de charme. Situado na praça dos Esportes, uma das mais frequentadas de Bagé – a bela cidade gaúcha conhecida como Rainha da Fronteira, por sua proximidade ao Uruguai -, o belo tom de verde de sua fachada é o que primeiro chama atenção.

Ali fica o conhecido Bistrô Yara Coronel, um lugar dominado pela elegância de sua anfitriã, o charme de seus múltiplos e coloridos espaços, a boa música, a beleza de sua ambientação e, sobretudo, pela excelência de sua culinária e o atendimento convidativo.

Bistrô Yara Coronel, um recanto especial em Bagé, coisa de Primeiro Mundo…

Yara Coronel é uma Artista ! Por muitos anos, lecionou Arte para crianças e jovens de Bagé. O tempo encarregou-se de aprimorar sua alma de fazedora de sonhos e artesã de belezas, e ela foi ‘ensinar arte’ através da deliciosa gastronomia do Bistrô e de sua veia singular de criadora de espaços lúdicos cheios de bossa e charme. Resultado: o Bistrô Yara Coronel é uma festa para os olhos e um regalo para o paladar.

Yara Coronel, figura festejada em Bagé, uma Artista que cultiva Artistas…

Cenários convidativos fazem do Bistrô Yara Coronel um lugar especial…

Ir ou estar em Bagé e não conhecer o Bistrô de Yara Coronel é o mesmo que ir ao Rio de Janeiro e não conhecer o Corcovado ou a Lagoa Rodrigo de Freitas. Ou como diria o Skank,

“É como mergulhar no rio
E não se molhar
É como não morrer de frio
No gelo polar
É ter o estômago vazio e
Não almoçar …”

Por conta da realização do IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira, no qual assino com muita honra a Curadoria – obrigada, Zeca Brito e Sapiran pela distinção do convite -, tenho jantado no Bistrô todas as noites. E quanto mais vou ali, mais me impressiono com a qualidade indubitável e irretocável do restaurante. Não à toa, o Bistrô está sempre lotado. E chegando mais gente…

No BISTRÔ YARA CORONEL tudo é um convite a estar, voltar, virar frequentador assíduo. Os pratos são diversos – da massa ao bacalhau, passando pelo frango, o saborosíssimo peixe, até o salmão e outras iguarias finas. Aliás, no Bistrô Yara Coronel, é possível até pedir um prato ‘no escuro’, sem olhar o cardápio. Porque todos os pratos do Bistrô foram criados pela mesma sensibilidade gastronômica e são feitos com as mesmas mãos de fada das artistas do sabor, Raquel e Lu.

Há pratos cujos nomes já dão pro freguês ‘sentir o drama’ : como o Arraso e o Pecado -, além de exemplares de filé que enchem os olhos e regalam o paladar… o que é aquele Salmão Crocante com molho de manga e castanhas ? Benza Deus !

O único senão do Bistrô Yara Coronel é que você não quer sair de lá, pretende voltar sempre, e adeus dieta !

Cândida, Aurora, Martinha e Bete: noites incríveis no Bistrô Yara Coronel, um lugar especial e obrigatório em Bagé…

Um beijo muito carinhoso e agradecido à Diva Yara Coronel, e à sua fabulosa equipe de assistentes, que nos recebem com atenção, delicadeza e simpatia todas as noites – Martinha, Bete, Cândida, Marley, e ainda Rosane Coutinho (Marketing), Lu e Raquel… e parabéns à equipe de organização do IV Festival de Cinema da Fronteira, que nos concedeu este adorável presente de poder estar todas as noites neste lugar mágico, nostalgicamente plástico, belo e singular que é o BISTRÔ YARA CORONEL.

O exótico ambiente de onde saem as preciosas delícias do Bistrô Yara Coronel…

Tudo no Bistrô é um convite ao sorriso e ao brilho do olhar…

Rosane Coutinho e Aurora Miranda Leão curtindo a noite do Bistrô da Yara…

Júnior Rodrigues e Marquinho Silva: gente de cinema no Bistrô Yara Coronel…

Aurora de Cinema em click Rosane Coutinho, simpatia do Bistrô…

Um dos espaços mais bonitos, a apaixonante Sala Azul, um luxo para o olhar…

Os Curtas Selecionados ao Festival de Cinema da Fronteira

AURORA DE CINEMA direto do Festival de BAGÉ

Festival começa dia 20 com apresentação de grupo de CANDOMBE do Uruguai em homenagem ao Dia Nacional da Consciência Negra

De 20 a 25 próximos, o epicentro do cinema de fala latina e portuguesa será a bela cidade gaúcha de Bagé.

Numa realização da Prefeitura Municipal de Bagé, através de sua Secretaria de Cultura, a quarta edição do festival – idealizado pelo jovem realizador Zeca Brito – trará a Bagé nomes de extrema relevância para o Cinema Brasileiro, Latino e Lusófono. É o caso, por exemplo, do cineasta César Charlone e do ensaísta Jean-Claude Bernardet.

Noite festiva na edição 2011: Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet homenageados…

Na noite inaugural, que começa às 19h com a aguardada apresentação do grupo de CANDOMBE (música típica do Uruguai) no Centro Histórico Vila de Santa Thereza – um lugar cenográfico, por natureza -, será exibido o premiado longa-metragem Artigas – La Redota (2011), de César Charlone, cineasta que é o grande HOMENAGEADO do Festival Internacional de Cinema da Fronteira este ano.

E na terça tem início a Mostra Competitiva Internacional de Curtas-Metragens.

A Curadoria do IV Festival Internacional de Cinema da Fronteira, cuja titular é a jornalista cearense Aurora Miranda Leão, anuncia um total de 38 curtas-metragens, de todas as regiões do país, selecionados entre mais de 160 inscritos.

A histórica Bagé em ritmo acelerado para o Festival de Cinema da Fronteira

Todos os gêneros também foram contemplados, e os Estados representados são Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo, além de filmes da Argentina, Espanha, Portugal, Uruguai, e co-produção com a Bolívia.

CONFIRA A LISTA DOS CURTAS-METRAGENS SELECIONADOS:

Aldeia,  de Zeca Ferreira (RJ)

Arte Míope, de Santiago Berón (Uruguai)

Ballerinas in a quiet place, de Ana B (Portugal)

Campo, de Natalia Espasandín (Uruguai)

Chão Molhado,  Everton Macedo (AM)

Conexion Munich, de Carlos Segundo (MG)

Desfronteira, de Thiago Briglia (RR)

Dique, de Adalberto Oliveira (PE)

El frio, de Oyama Rocha (Espanha)

El hombre del norte, de Félix Pérez (Uruguai)

Engole logo uma jaca então, de Marão (RJ)

Entre Muros, de Adriana Tenório (RJ)

Fez a barba e o choro, de Tatiana Nequete (RS)

Folha em Branco,  de Iuli Gerbase (RS)

Hooji,  de Marcelo Quintella e Boynard (RJ)

Inca,  de Bruno Carvalho  +3 (RS)

Jorge Poema, de Rafael Costa e Diego Sobral (RJ)

Julie  Agosto Setembro, de Jarleo Barbosa (GO)

Leve-me para sair, de José Agripino (SP)

Liberarse, de Gonçalo Rodrigues (Uruguai)

Madre Sal, de Ma Elisa Dantas (BR-AR)

Menino do Cinco, de Marcelo Matos (BA)

Número Zero, de Cláudia Nunes (GO)

O Dente do Diabo, de Fábio Saucedo (SP-Bolívia)

O Membro Decaído, de Lucas Sá (RS)

O Mensageiro da galáxia chegada à terra, de André Miguéis (RJ)

O Reino do Chocolate, de Rafael Jardim (BA)

Orwo Foma, de Karem Black e Lia Letícia (PE-RJ)

Os Sustentáveis, de Lisandro Santos (RS)

Ovos de Dinossauro, de Rafael Urban (PR)

Quebra de Contrato, de Lindebergue Vieira (RJ)

Ruído Branco, de Mateus Neiss e Lucas Sá (RS)

Santo, de Thiago Catarino (RJ)

Semana 28, de Bélen Baptista (Uruguai)

Tcheco, de Boca Migotto (RS)

Três Vezes por Semana, de Cris Reque (RS)

Um diálogo de ballet, de Filipe Matzenbacher e Márcio Reolon (RS)

Zero, de Sacha Bilia (RJ)