Arquivo da tag: Cinema Brasileiro é no #BlogAuroradeCinema

Gramado: Conexões e os jurados do Festival

Resultado de imagem para festival de gramado

Abertas as inscrições ao Gramado Film Market – Conexões, o mais novo espaço de aproximação de talentos do Festival de Cinema de Gramado. Com ênfase na força da linguagem audiovisual e suas novas dimensões, o projeto surge focado nos pontos cruciais da atividade, no gargalo de escoamento e nas parcerias nacionais e internacionais.

Durante os dias 24 e 25 de agosto, o Gramado Film Market terá uma programação intensa e diversificada com a presença marcante do Canadá, país convidado de honra do 45º Festival, e apresentará painéis temáticos e workshops, com participação através de inscrições prévias.

As inscrições podem ser feitas nos formulários disponíveis no site www.festivaldegramado.net, onde também está disponível a programação completa do Gramado Film Market.

 

O Júri do 45º Festival de Cinema de Gramado

 A responsabilidade de escolher os melhores filmes do 45º Festival de Cinema de Gramado estará com 26 profissionais do audiovisual e da imprensa. Confira quem terá voto decisivo na escolha dos vencedores em todas as mostras deste ano:

Resultado de imagem para cacá diegues

Cacá Diegues integra o principal júri do Festival de Cinema de Gramado…

 LONGAS BRASILEIROS

– Cacá Diegues, cineasta (presidente de honra)
– Alfredo Calvino, distribuidor
– Bárbara Paz, atriz, diretora e produtora
– Edu Felistoque, cineasta
– Katia Adler, produtora e diretora
– Miguel Barbieri Jr., jornalista e crítico de cinema

Resultado de imagem para barbara paz

Bárbara Paz: atriz vai estar em Gramado como jurada…

LONGAS ESTRANGEIROS
– Alquimia Peña, pesquisadora e gestora cultural
– Isaac León, professor e crítico de cinema
– Patricia Primón, pesquisadora e palestrante
– Pedro Zurita, distribuidor e programador
– Verónica Perrotta, atriz e dramaturga

Resultado de imagem para germano pereira

Germano Pereira: ator, escritor, diretor e roteirista também integra comissão julgadora 

CURTAS BRASILEIROS
– Germano Pereira, ator
– Gustavo Spolidoro, cineasta
– Marta Machado, produtora e professora
– Tula Anagnostopoulos, montadora e pesquisadora
– Vera Zaverucha, consultora, professora e palestrante

PRÊMIO ASSEMBLEIA LEGISLATIVA – MOSTRA GAÚCHA DE CURTAS
– Alziro Barbosa, diretor de fotografia
– Geraldo Veloso, cineasta, pesquisador e professor
– Izabela Cribari, documentarista
– João Campos, ator
– Lara Lima, cineasta

JÚRI DA CRÍTICA
– Cecília Barroso
– Cristiano Aquino
– Danilo Fantinel
– Juan Pablo Cinelli
– Suyene Correia Santos

Os filmes da Mostra Gaúcha

Além de exibir 18 curtas-metragens em competição no Prêmio Assembleia Legislativa – Mostra Gaúcha de Curtas, a 45a edição do Festival de Cinema de Gramado terá exibições hors-concours em sua programação paralela. Outros cinco filmes realizados no Rio Grande do Sul serão apresentados, fora de competição, dias 21 e 22 de agosto no teatro Elisabeth Rosenfeld (Rua São Pedro, 369 – Centro), com sessões às 14h e 16h. São eles: “A Liga dos Canelas Pretas”, de Antônio Carlos Textor; “O Caso do Homem Errado”, de Camila de Moraes; “Som Sem Sentido”, de Gabriela Bervian; “Substantivo Feminino”, de Daniela Sallet e Juan Zapata; e “Todos”, de Luiz Alberto Cassol e Marilaine Castro da Costa.

Confira os dias e horários da Mostra Gaúcha:

21 de agosto, segunda-feira
14h – “Todos”
16h – “O Caso do Homem Errado”

22 de agosto, terça feira
14h – “Som Sem Sentido” e “A Liga dos Canelas Pretas”
16h – “Substantivo Feminino”

Mulheres de Cinema em Revista


O edital Filme Cultura 63 está com inscrições abertas para textos até 8 de setembro. Com a temática “Mulheres, Câmeras e Telas”, a revista pretende investigar o espaço das mulheres no audiovisual nacional, além de analisar o que elas estão produzindo e como estão sendo retratadas e representadas nas telas.  

A revista Filme Cultura foi lançada em 1966, porém com várias pausas durante esses mais de 50 anos. No final de 2016, a volta da revista, que estava parada desde 2013, foi pensada de uma forma que fosse mais sustentável e desse a possibilidade de ampliar as vozes da publicação. Assim, ocorreram algumas mudanças:

– realização de edital de chamada para textos, nos moldes de “call for papers” das revistas acadêmicas, abrindo espaço para quem quiser participar, ampliando as possíveis vozes na temática de cada edição;

– redução dos exemplares impressos para diminuição de custos;

– valorização do portal com todo o acervo da revista para gerar maior quantidade de acessos possíveis e estar disponível para quem quiser pesquisar, baixar ou visualizar todas as edições.

Com tudo isso, o desejo é que a revista seja compreendida como uma política pública de Estado para o Cinema Brasileiro e que consiga ser sustentável, periódica, acessível e perene. 

A revista Filme Cultura é uma publicação dedicada à pesquisa, à reflexão e à divulgação do cinema brasileiro, abordando de forma aprofundada um tema a cada edição. A revista sempre esteve associada a órgãos públicos de cultura e de cinema (INC, INCE, Embrafilme, CTAv e SAv), não sendo, no entanto, uma publicação institucional. 

Edital: https://goo.gl/JucGuu

Acervo: http://hmg.revista.cultura.gov.br/filme-cultura/

Facebook: https://www.facebook.com/RevistaFilmeCultura/

Neila Tavares tem atuação premiada em filme que estreia nesta quinta no Rio

 

Faz tempo que NEILA TAVARES encanta. Não só por sua beleza enigmática, emoldura por sua sensual voz rouca, mas porque tudo isso embala a personalidade de uma atriz grandiosa, de sensibilidade singular e inteligência delicada e arguta.

Resultado de imagem para atriz neila tavares

Também jornalista, escritora, diretora de teatro, apresentadora e produtora, Neila Tavares (amiga querida e inspiração) poderá ser vista, a partir desta quinta, 6 de julho, na telona do Espaço NET Rio, no aplaudido filme de Evelina Costa e Oswaldo Eduardo Lioi.

Cada Vez Mais Longe, primeiro longa-metragem de Eveline Costa e Oswaldo Eduardo Lioi (também roteirista do filme) gira em torno do casal Isaura (Branca Messina) e o pescador João (Fernando Alves Pinto). E conta com Neila Tavares, a Isaura na segunda fase. Eles vivem na pacata Praia de Sepetiba e juntos, sofrem com assoreamentos drásticos no local.  João sai para pescar e promete à mulher trazer todos os peixes ainda existentes na baía, caso ela pare de fazer e desfazer seu crochê. Mas ela acredita que isto possa trazê-lo de volta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em meio à degradação ambiental que os cerca e afeta e o relacionamento entre Isaura e João, barcos vazios e abandonados se avolumam como um grande cemitério de rara beleza, e Isaura ainda espera por João. É um filme contemplativo no qual o tempo, naturalmente encaminha a personagem a andar, andar, andar em sua busca obstinada por João. Ela procura por João em uma natureza que já não reconhece mais.  

“Esta natureza, que também se desfaz, se não determinou, influenciou intimamente no tempo do filme. Enquanto Isaura espera por João, num lugar onde quase tudo está parado…, ela tece a si mesma, tece sua solidão. A angústia de uma espera de alguém que nunca vai voltar… Buscamos ao longo do tempo, desconstruir não somente a Isaura, mas o João, que vai se erguendo em um mito. Procuramos traduzir o esforço de Isaura para se desfazer dos presentes de João… esta Isaura vai se tornando inseparável da natureza, seu cabelo já se mistura com a areia e suas linhas com o mar”. – Eveline Costa (Diretora)

A Baía de Sepetiba (RJ), um dia considerada a segunda maior produtora pesqueira do Brasil e hoje “ocupada” pelas indústrias, reflete crucialmente no modo de vida daquela comunidade. O assoreamento e a poluição começaram nos anos 60 com a chegada da Ingá Mercantil e a implantação da Zona industrial de Santa Cruz nos anos 70. Suas lamas, ditas medicinais, já foram usadas por indicação médica. Mas hoje, passados mais de quarenta anos, essa Baía – com a expansão industrial, porto e terminal de minérios instalados –, está doente, com suas águas e areias escassas e totalmente comprometidas por resíduos, e tomadas por lixo.

Sobre o filme, diz OSWALDO LIOI, que além de roteirista e diretor do filme, é um dos mais requisitados diretores de arte do país:

“Estamos falando de problemas globais sem fronteiras definidas, e do pouco entendimento do Homem sobre toda a fragilidade do chão onde pisa, do ar que respira…” 

Resultado de imagem para cada vez mais longe neila tavares

Filmado com luz natural em diversos pontos da baía de Sepetiba, Cada vez mais longe foi produzido sem patrocínio, através de parcerias e com aporte financeiro da Produtora Associada Carla Belletti e da diretora Eveline Costa.

Todos os profissionais convidados, acreditando na importância do projeto, de interesse público, não receberam cachê. O filme foi rodado sem trilhos, veículos pesados ou catering no set.

Finalizado em 2014, Cada Vez Mais Longe, já teve algumas exibições, nas quais foi sempre muito bem recebido: na Mostra de Cinema de Tiradentes; foi selecionado pelos curadores Charles Tesson, da Semana da Crítica do Festival de Cannes e Diana Sanchez da Mostra de Filmes Latinos do Festival de Toronto  dentro do Programa da ANCINE “Encontros com Cinema Brasileiro” com Projeções Exclusivas no CCBB RJ em 2015; marcou presença na 3a edição do III FBCI – Festival Brasil de Cinema Internacional (Menção Honrosa) “Seção Competitiva Nosso Planeta” / Rio de Janeiro, 2015; 17º Festival KinoArte/Londrina “Mostra Brasil”, foi visto com plateia lotada na 13ª edição do FestCINE AMAZÔNIA /Porto Velho; fez parte da programação do Multicidade – Festival Internacional de Mulheres nas Artes Cênicas (Filmes) / Rio; e esteve no Artbioskop (Programa autor convidado), em Belgrado – Sérvia, março de 2016, entre outros.

Cada vez mais longe” tem uma poesia de imagens linda e triste, mas que acende uma urgência”. – Fernando Alves Pinto 

“Cada vez mais longe” é um filme lindo e conceitual que, além de falar sobre amor e espera, denuncia o nosso descaso com a Baía de Sepetiba. É triste e real, mas o filme é pura poesia e memória”. – Branca Messina (Atriz).

“Temos, eu e Lioi, uma longa história de cumplicidades… E quando li o roteiro senti claramente que este era um caso de entrega e impregnação, muito mais que da técnica ou experiência de atriz”.  – Neila Tavares

SINOPSE

Cada Vez Mais Longe – ficção Brasil 2014/ 70 min. Classificação: LIVRE

Um pescador promete à sua jovem mulher trazer todo o peixe do mundo, se ela parar de fazer e desfazer seu crochê. Ele é obrigado a ir cada vez mais longe em busca de peixes. Ela, cada vez mais só, usa as linhas do crochê para trazê-lo de volta. Ao retornar, ele traz excêntricos presentes encontrados no mar, até um dia sumir no horizonte.

https://www.facebook.com/filmecadavezmaislonge/

https://sequenciafilmesecenicas.com/filmes/cadavezmaislonge/

FICHA TÉCNICA

Direção: Oswaldo Eduardo Lioi e Eveline Costa
Elenco: Fernando Alves Pinto, Branca Messina e Neila Tavares.
Roteiro: Oswaldo Eduardo Lioi
Direção de fotografia: Luís Abramo
Fotógrafo Assistente: Walfried Weismann
Montagem: Diana Vasconcellos
Continuísta: Maria Elisa Freire
Direção de Arte: Oswaldo Eduardo Lioi
Produtora de Arte: Patricia Barreto
Figurinos: Simone Aquino
Figurinista Assistente: Marcela Poloni
Assistente de Figurino: Renato Paschoal
Costureira: Fátima Felix
Maquiagem: Marina Beltrão
Maquiagem de Set: Fábio Yamasaki
Edição de Som: Maria Muricy
Mixagem: Vinícius Leal
Música Original e Violão: Thiago Trajano
Violoncello: Luciano Corrêa
Acordeon: Priscilla Azevedo
Still: Bruno Abadias e Rafael Ski Carvalho
Direção de Produção: Pedro Diniz
Produção Local: Emanuele Borba
1ª Assistente de Direção: Aline Guerra
2ª Assistente de Direção: Sara Soares
Assistente de Câmera: Bruno Abadias
Assistentes de edição: Bruno Abadias e Pedro Salim
Logger: Gustavo Orlando
Técnico de som: Alexandre Bonfim
Boom Man: Rafael Ski Carvalho
Assistente de Produção: Marcelo Wagner Berto
Secretária de Produção: Akiê Taniguti
Assistente de Arte: Vanessa Lopes
Estagiária de Arte: Emanuelle Borba
Crochês de Cena: Gloria Lioi Fonseca
Consultor de Pesca e Maré: Alexandre da Conceição
Barqueiro: Júlio Rosa
Motorista: Daniel Lopes
Produtores Executivos: Oswaldo Eduardo Lioi e Eveline Costa
Produtoras: Carla Belletti e Eveline Costa
Produção: Sequência Filmes e Kadiwéu Cinema

SERVIÇO 

Estreia do longa CADA VEZ MAIS LONGE

QUANDO: Quinta, 6 de julho, 20h

ONDE: Estação Net Rio  

Rua: Voluntários da Pátria, 88 – Botafogo, Rio. Informações: (21) 2176-2000

Após a exibição filme, haverá bate papo com os diretores e elenco.

Então, vamos ao CINEMA ! Vamos CADA VEZ MAIS LONGE !

Euclides Moreira Neto autografa hoje livro-homenagem aos 40 do Guarnicê !

Euc livro Guarnecendo Memórias. Este é o título do livro-homenagem que o professor/cineasta/pesquisador Euclides Moreira Neto autografa esta noite no Centro de Criatividade Odylo Costa Filho, no aconchegante centro histórico de São Luis, a partir das 18h.  A noite de autógrafo integra a programação dos 40 anos do Festival Guarnicê de Cinema, do qual o professor Euclides Moreira foi o mais profícuo dos coordenadores.

O livro foi lançado no último dia 2 de junho com apoio da Universidade Federal do Maranhão e do Instituto Guarnicê por ocasião da solenidade de abertura do Festival Guarnicê.

Guarnecendo Memórias é assinado pelo jornalista, Mestre em Comunicação Social e doutorando em Estudos Culturais pela Universidade de Aveiro (Portugal), Euclides Moreira Neto, que participou efetivamente das 31 primeiras edições do referido festival, como concorrente e coordenador, posteriormente. O livro Guarnecendo Memórias reúne 26 depoimentos primorosos de protagonistas do festival audiovisual maranhense, os quais relatam experiências e momentos singulares propiciados pelo Festival Guarnicê. Entre os colaboradores, nomes muitos atuantes no meio cultural maranhense e brasileiro, tais como Alice Gonzaga, Joaquim Haickel, Murilo Santos, Cecília Leite, Aurora Miranda Leão, Amélia Cristina, João Ubaldo de Moraes, Breno Ferreira, Nerine Lobão e Mário Cella.

Falando sobre o livro, o Chefe do Departamento de Comunicação Social da UFMA, Protássio Santos, afirma: “A cada ‘capítulo’ o tempo salta e envolve o leitor, ‘levando-o a reviver todo um diálogo onde o autor e os demais convidados, que violaram suas memórias dando depoimentos primorosos, são protagonistas e narradores”. O professor Doutor Protassio diz ainda que os relatos descritos em Guarnecendo Memórias nos dão a certeza de que o que aconteceu em São Luís por conta do Guarnicê – nas décadas de 70, 80 e 90 do século passado e nos primeiros anos deste século -, “não são coisas do passado e sim a história viva e aguerrida de grande significado atual para nós que vivemos e fazemos a cultura deste estado”.

Euclides e eu 15 ago 15 - Cópia

Aurora Miranda Leão e Euclides Moreira Neto: amizade nascida no Guarnicê…

E conclui: “Euclides Moreira Neto nos permite, com suas lembranças e “outros  testemunhos férteis”, ver a vida como “uma peça em andamento”, e “fazer o hoje melhor do que o ontem que não conseguimos realizar”. O livro Guarnecendo Memórias nos faz confrontar sentimentos e lutas que ainda habitam em nós, finaliza o professor Protássio Santos, titular do DCSo/UFMA.

RESGATE E HOMENAGEM

Euclides Moreira Neto conta que quando decidiu escrever o livro, o sentimento que lhe moveu foi o de trazer à tona lembranças de fatos e acontecimentos que vivenciou durante sua trajetória na comunidade acadêmica, a qual ele dedicou toda sua competência como gestor público, fazendo da UFMA uma referência no campo cultural nas décadas de 1980, 1990 e nos primeiros anos dos anos 2000, quando aquela Instituição de Ensino Superior era vista como vanguarda no movimento cultural maranhense e do Nordeste.

Euc autog

Euclides Moreira Neto faz importante resgate histórico do cinema no Maranhão…

Além disso, Euclides diz ter se sentido provocado a prestar contas de sua atuação como gestor e das cumplicidades vividas no campo acadêmico com pessoas de todas as áreas de atuação. Por isso, ao convidar tantos amigos para expressarem suas impressões em relação ao Guarnicê, Euclides também se viu imbuído da ideia de homenagear aqueles tantos com quem partilhou momentos, alegrias, ideias e projetos audiovisuais, eles todos irmanados como construtores de sonhos.

Quando o festival Guarnicê foi criado, em 1977, só havia 2 universidades no Maranhão, a UFMA e a UEMA, e em nenhuma dessas havia cursos ligados ao audiovisual, por isso o festival assumiu um papel vital para manter vivo o movimento audiovisual em terras maranhenses.

Guarnicendo Memórias, lançado pelo selo da editora da UFMA (EDUFMA), tem 376 páginas, e sua primeira edição está sendo impressa na Gráfica Minerva com prefácio do também jornalista e pesquisador de cultura popular, Herbert de Jesus Santos, que afirma em seu depoimento: “Desejamos que Guarnecendo Memórias atinja a culminância traçada pelo seu idealizador, já ele, por assim dizer, sabatinado nos versos do alteroso “I-Juca-Pirama”, ou o monumental poema épico americano, de Gonçalves Dias, colocando voz no chefe Timbira para o guerreiro Tupi: “(…) Dize-nos quem és, teus feitos canta,/ou se mais te apraz, defende-te! (…)”, ou, no popularizado e, também, demasiadamente, repetido, por nós: “Diga com quem andas, e eu te direi quem és!”.

Para Herbert, há muitos outros ditos da coleção maranhense nos quais se pode encaixar, perfeitamente, este entusiasta e reluzente Guarnecendo Memórias, de Euclides Moreira Neto. Mesmo ele, modestamente, avisando aos navegantes que “O tema não se encerra com essa narrativa, porém, que ela seja motivadora, para que outras narrativas venham à tona e delas surjam frutos benéficos para outros se inspirarem”. E arremata: “O Mundo é minha provocação!”.

*O conteúdo do novo livro de Euclides Moreira Neto já está disponibilizado ao público pela plataforma digital da Editora EDUFMA.

Theatro lotado menor

Theatro Arthur Azevedo, Patrimônio do Maranhão, lotado em noite de Cinema na edição Guarnicê 2008…

SERVIÇO 

O QUÊ: Noite de autógrafos do livro Guarnecedendo Memórias

QUANDO: 09 de junho de 2017, às 18 horas

ONDE: Centro de Criatividade Odylo Costa Filho – Centro Histórico de São Luís.

Com depoimentos de: Alice Gonzaga, Amélia Cristina, Aurora Miranda Leão, Arly Arnaud, José Guterres Filho, Joaquim Haickel, Mário Cella, Murilo Santos, Cecília Leite, Luís Carlos Cintra, Bertrand Lira, Breno Ferreira, Joaquim Santos, Miguel Veiga, Francisco Colombo, Nerine Lobão, João Ubaldo de Moraes, Fábio Eneas, José Maria Eça de Queiroz, Raimundo Nonato Medeiros, Renato Alexandre Ferreira, Frederico Machado, Ralf Tambik, Wilson Chagas, Celso Brandão, Isa Albuquerque e outros.

ENTRADA FRANCA

 

Inscrições para Filmes de Diversidade

Resultado de imagem para diversidade sexual DIGO

Abertas até 1º de maio as inscrições ao DIGO – Festival Internacional de Cinema da Diversidade Sexual e de Gênero de Goiás -, a ser realizado entre primeiro e 4 de junho, em Goiânia.

São aceitos curtas e longas-metragens de qualquer gênero, desde que relacionados à temática da sexualidade humana em suas diversas formas de expressão. Os filmes devem ter sido produzidos a partir de 2015, sem disponibilidade na internet, e ter no máximo 25 minutos de duração.

A inscrição online deve ser feita no site do DIGO, http://digofestival.com.br/digo. A lista final dos filmes selecionados será divulgada até 10 de maio e as cópias de exibição das obras devem ser enviadas até 20 de maio.

Para o DIGO, estão previstas mostras paralelas e competitivas, sendo que somente os filmes escolhidos pelo júri oficial e júri popular receberão o Troféu DIGO. Ainda está prevista a realização de performances, teatro, exposições e debates para incentivar diálogos sobre temáticas que envolvam a diversidade sexual e de gênero.

O DIGO faz parte da Red DIVERCILAC – Diversidad em el Cine Lationamericano y Caribeño – rede de festivais da América Latina e do Caribe -, o que proporcionará aos inscritos a possibilidade de participação na programação em festivais internacionais em regime de network e vice e versa, além de mostras especiais itinerantes.

Os melhores curtas-metragens serão contemplados com o Troféu DIGO, a ser entregue para as diversas categorias, incluindo melhor direção, roteiro e interpretação em curtas goianos, nacionais e internacionais. O público também elegerá seus curtas nacionais e internacionais preferidos, que os quais também receberão troféu. Dentre os prêmios especiais, estão o Prêmio Christian Petermann (Menção Honrosa) para Melhor Filme.

Um internacional FLERTE Brasileiro…

O curta-metragem FLERTE, que venceu a concorrida premiação da Academia Brasileira de Cinema como Melhor Curta de Ficção, é mais um concorrente brasileiro que estará na tela de Los Angeles em setembro.

O filme, produzido pelo ator e produtor Márcio Rosário, conta a história de dois homens que se conhecem numa festa e acabam a noite na casa de um deles. Dirigido por Hsu Chien Hsin, o filme deve estrear por aqui mês que vem mas a estreia internacional será em Los Angeles durante o festival LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival), um dos mais concorridos dos Estados Unidos.

A seleção de FLERTE deixou toda a equipe muito feliz: “Todo mundo se dedicou muito para que o curta fosse realizado, pois fazer cinema no Brasil é difícil, ainda mais sem dinheiro”, afirma o produtor, Márcio Rosario. “É um filme com temática forte e com um tema delicado. Mas, independente disso, poderia ser uma história sobre um homem e uma mulher ou sobre a relação entre duas mulheres”, diz Marcio. 

MR e prêmio

Márcio Rosário e o troféu da ABC: FLERTE agraciado !

FLERTE também tem convites para participar de outros 3 festivais na Europa e outros dois na América do Norte.

Confira aqui o teaser de FLERTE:

FICHA TÉCNICA

Roteiro e Direção: Hsu Chien
Elenco: Vinícios Olivo, Pedro Ramoa, Paulo Campani e Rodrigo Fonseca 
Produtor: Marcio Rosario 
Diretor de Fotografia: Dante Bellutti 
Arte: Maria Villar Leite 
Montagem: Estevão Meneguzzo 
Som: Yuri Ludman 
Finalização: Keila Borges 
Realização: Três Tons Visuais e Gorila Filmes

MR esta

FLERTE: o produtor Márcio Rosário, o editor Estêvão Meneguzzo e o diretor Hsu Chien, vencedores da concorrida premiação da Academia Brasileira de Cinema na noite de 26 de agosto…