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Felipe Brida e seu olhar de CINEMA

Acabo de saber e repasso em primeira mão pra você, leitor amigo deste Aurora de Cinema: o livro Cinema em Foco: Críticas selecionadas, do jornalista e professor de Cinema e Semiótica, Felipe Brida, acaba de sair da gráfica.

Segundo o autor, “O livro está saindo do forno depois de seis meses de elaboração, seleção, diagramação e muitos outros ‘ãos’. A HN Editora, de Rio Preto, irá me entregar assim que retornar de viagem, daqui a 10 dias. São 300 resenhas de minha autoria, criteriosamente selecionadas por mim, nesses 10 anos de críticas publicadas em jornais, sites e blogs variados, como E-pipoca, UOL, Colunas & Notas, jornal O Regional, blog Cinema na Web, boletim informativo da Unesp/Bauru e tantos mais. Ao todo 400 páginas de análises de filmes de gêneros e épocas diversas. Deixo uma amostra aqui da capa, cujo projeto gráfico é do amigo publicitário Rafael Martins (pelos encartes ao fundo vocês já podem ter noção do que vão encontrar pela frente!). A revisão dos textos é da competente jornalista Florence Manoel. E muitos amigos colaboraram com prefácio, comentários nas orelhas, apresentação e contra-capa, como o jornalista Marcelo Pestana Carlos Cirne, o diretor de cinema e produtor Walter Webb, a jornalista e atriz Aurora Miranda Leão, e a professora e semioticista Dinamara Garcia Rodrigues. O livro ficou um barato, segundo os poucos que já deram uma conferida no material bruto. Em breve coquetel de lançamento ! Espero que gostem !”

Neusa Borges, Aurora Miranda Leão e Felipe Brida no Festival de Anápolis…

Felipe Boso Brida é um dos jornalistas mais dedicados e antenados profissionais do meio de Cinema, um apaixonado pela Sétima Arte, amigo e parceiro querido de viagens de cinema, festivais e curtas-metragens (ele é um dos muitos que integram o curta O Sumiço de Alice, de minha autoria, rodado durante o I Festival de Cinema de Anápolis, criado e coordenado pela querida Débora Torres).

FELIPE BRIDA está chegando amanhã em Bagé, onde vai ser júri da Mostra Internacional do IV Festival de Cinema da Fronteira. Felipe é mais um que chega para abrilhantar o festival e contribuir com sua sempre judiciosa participação. Bem vindo, Brida, e PARABÉNS pelo livro !

CINEMA em Bagé: Abertura foi sucesso e lotou Bosque do Palacete

A noite de abertura do III Festival de Cinema da Fronteira, realizada no dia 10 de dezembro, lotou o bosque do Palacete Pedro Osório, em Bagé. Na ocasião, estavam presentes o vice-Prefeito da cidade, Carlos Alberto Fico; o Secretário Municipal de Cultura, Sapiran Brito; a curadora do festival, Aurora Miranda Leão; o idealizador do evento, e cineasta Zeca Brito, entre diversas autoridades, artistas, funcionários da Prefeitura Municipal e bajeenses de todas as faixas etárias.

O III Festival de Cinema da Fronteira é uma realização da Prefeitura Municipal de Bagé, através da Secretaria Municipal de Cultura, com patrocínio do Banrisul e Supermercados Peruzzo através da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura. Apoio institucional da Unipampa, IFSul, Urcamp e RBSTV, e produção da Primeiro Corte Produções. 

Senhor Aristides Kúcera é oficializado Presidente de Honra do Festival…

O radialista e ex-exibidor de cinema, senhor Aristides Kúecera, foi oficializado Presidente de Honra do Festival, saudado em fala de abertura pelo Secretário Sapiran Brito.

O prefeito Carlos Fico representou o prefeito Dudu Colombo – que não conseguiu chegar a tempo por conta de compromissos em Porto Alegre -, discorrendo sobre o empenho da Prefeitura em fazer do festival um momento ímpar de coroamento dos festejos dos 200 anos de Bagé. Fico manifestou contentamento por receber tantas pessoas importantes do mundo das Artes na cidade, além de expressar o quanto a prefeitura enxerga no festival um marco na cultura bajeense, e do quanto toda a equipe está empenhada em fazer do festival um espaço de congraçamento de bajeenses com a turma da produção audiovisual dos diversos países envolvidos, os quais celebram em Bagé o último festival de cinema do ano no país. 

Com a terceira edição do Festival, Bagé se consolida como a Capital Pampeana do Cinema, já que a cidade é uma referência de produção artística como um pólo cinematográfico no Rio Grande do Sul. A programação de lançamento também contou com a presença de um dos homenageados do Festival, o ensaísta, pesquisador e crítico Jean-Claude Bernardet, que estava acompanhado dos jornalistas Cid Nader e Adriana Niemeyer.

 

Ao entardecer, todos os olhares voltaram-se ao centro do Bosque da Secretaria Municipal de Cultura, para conferir a apresentação do espetáculo Mitologias do Clã, do grupo teatral Falos & Stercus, com 21 anos de estrada em Porto Alegre. O grupo interagiu com o público, despertando curiosidade e, muitas vezes, deixando boquiabertos alguns – afinal, o elenco atua em trajes sumários e há cenas inusitadas de fogo no meio do público e nudez… 

Em seguida fo grupo, foi a vez da banda Viajantes do Éden subir ao palco, enquanto o filme Anahy de Las Missiones, do diretor Sérgio Silva, era apresentado no Cine 7.

A programação do III Festival de Cinema da Fronteira segue até dia 17.

Você acompanha aqui ou em www.festivaldafronteira.com.br

Cinema de todas as fronteiras em Bagé: Festival de Cinema será aberto hoje

O convite é geral, para quem gosta de Cinema ou para os que querem conhecer melhor a Sétima Arte:

O III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA será aberto hoje, às 18h, no Palacete Pedro Osório, onde o prefeito Dudu Colombo fará uma saudação de boas vindas aos visitantes de outras cidades, outros estados, outros países, e explanará sobre as ações em honra do Bicentenário de Bagé, tendo o festival como ápice das celebrações de cinema no país.

Em seguida, a oficialização do senhor Aristides Kúcera, ex-distribuidor de cinema e atual radialista, como Presidente de Honra do Festival. Seu Aristides foi o primeiro exibidor de cinema de Bagé e, entre tantas coisas bacanas, doou as cadeiras que hoje compõem a platéia do Teatro Santo Antônio, no Centro Histórico Vila de Santa Tereza, lugar onde ocorerrão as sessões das mostras competitivas do Festival de Cinema da Fronteira.

Depois então terá início a apresentação teatral e performática do grupo Falos & Stercus, que vem de Porto Alegre trazendo na bagagem uma carreira coroada por muitos prêmios e aplausos.

Falos & Stercus é um grupo de teatro contemporâneo cuja proposta é a “fertilidade criativa e o exercício da sensibilidade humana“.

Na sequencia, no belo e frondoso Bosque do Palacete Pedro Osório, apresentação da banda Viajantes do Éden, enquanto no Cine Sete será exibido o primeiro dos filmes da Mostra de Longas-Metragens, o clássico Anahy de las Misiones, de Sérgio Silva (co-produção Brasil-Argentina) – clássico do cinema gaúcho com uma atuação magnânima de Aracy Esteves.

No domingo, tem mais. E começa de manhã com uma atividade incomum e interessante. Quem conta é a professora Sandra Camerini Vieira, do Instituto Federal Sul rio-grandense:

” O Festival de Cinema da Fronteira já pode ser entendido como um dos grandes eventos culturais do Rio Grande do Sul !

Este ano, o festival apresenta uma diversificada e incrível programação. Eu estarei participando nas ações paralelas do festival. No domingo, 12, às 10 h, eu, Elaine Bastianello e Luiza Neitzke, convidamos para uma visita guiada ao cemitério de Bagé. O nome da atividade é “Um passeio à Perpetuidad”…

O passeio tem a intenção de mostrar, a partir de um olhar para o rico passado histórico da cidade, sua beleza material vista pelas belas esculturas tumulares; ao mesmo tempo, ele pode servir como auto-falante de uma cidade na qual a ARTE pulsa em suas veias !

Parabéns Bagé! Parabéns Zeca Brito! Parabéns à Curadoria!

Pessoas, do dia 10 a 17 de dezembro, todos os caminhos encontram-se na Fronteira”           *  Sandra Camerini Vieira        

Cemitério da Santa Casa, considerado um dos mais ricos do país na arte cemiterial…

Programação completa: www.cinemadafronteira.com.br

Bagé de braços abertos para celebrar a SÉTIMA ARTE

Todos os cinemas se encontram em Bagé neste que será o último festival de cinema do ano no Brasil: III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA

E quem traduz com propriedade a motivação do Festival é o artista Sapiran Brito, Secretário de Cultura de Bagé…

O Sertão vai virar mar e o Pampa virar cinema

Como no tempo das revoluções, a minha cidade vai ser invadida. “De a galope”, lá vem o cinema reboleando o pala e fazendo “chara cha cha”. Só que, desta feita, a invasão é de caráter cultural.
 
Durante uma semana, Bagé será tomada por artistas de nove estados brasileiros e mais um piquete da República Oriental do Uruguai. Em vez de lanças e adagas, os duelos serão travados com palavras, sons e imagens. Não teremos mortos nem feridos, e sim todos abraçados numa grande celebração, ao contrário das antigas gestas, ninguém será saqueado, não resultarão vencidos e, ao final, todos darão “vivas” à causa que os motiva: o velho cinema de guerra.
 
Vai ter cinema dos grandões, com o melhor da produção do Brasil e do Uruguai, vai ter também o cinema dos pequeninos, aqueles que dão os primeiros passos na sétima arte. Cinema do Irã ao Povo Novo, de quebra a mostra lusófona dos países que falam a nossa língua lá do outro lado do mundo. Estará falando para nós o maior teórico do cinema nacional, também conversará conosco a grande musa do Cinema Novo, novos e consagrados realizadores conviverão no mesmo patamar.
 
 
Vai ser grande o rebuliço e Bagé vai fervilhar intelectualmente sem elitismos e sem falsa erudição. Exibições nas salas nobres como Museu Dom Diogo, Santa Thereza, Centro do Idoso, Casa de Cultura e Cine 7. Também as praças e logradouros públicos serão contemplados com cinema ao ar livre, o que cai bem nestas noites de verão. Mas não é só cinema, acompanham-no as suas outras artes irmãs: a dança, o teatro e a música.
 
Nos espaços abertos é só chegar, nos recintos fechados é só entrar, nada será cobrado, nem ingresso, nem contribuição, nem quilo de qualquer coisa. Quem paga é o estado, no caso, a Prefeitura de Bagé e o Ministério da Cultura, ou melhor, retribui, uma vez que o contribuinte, através de seus impostos já pagou antecipadamente o que agora, em parte, lhe é devolvido.
 
 
Festa democrática e plural, o III Festival de Cinema da Fronteira se inicia amanhã e só quer do povo de Bagé a presença, seja para aplaudir, para discutir ou até mesmo para criticar negativamente. Que venham todos, especialmente aqueles acomodados que há muito tempo não veem cinema porque se mantêm presos à telinha da TV. Só não teremos a pipoca, cada um que traga a sua. Também não teremos lanterninha, quem chegar atrasado que procure o seu lugar no escuro.
 
A programação será extensa. São mais de 120 filmes de curta, longa e média metragens, de todos os gêneros, para todos os gostos. Tem até filme feito aqui por nossas crianças. Vocês duvidam que criança possa fazer filme ? Pois o festival vai provar que qualquer um pode fazer o seu filme.
 
 
Sob o signo de São Sebastião decapitado, retratado pelo pincel de Glauco, que ilustra o cartaz e os demais materiais gráficos, o cinema de Bagé está à procura de sua cabeça para juntá-la ao corpo. Nós, que fomos a segunda cidade do Estado a conhecer o cinematógrafo, estamos, nos dias de hoje, retomando este fio histórico que nos liga ao cinema.
 
E se depender, especialmente, da vontade da meninada, um belo dia seremos reconhecidos como polo de produção cinematográfica, porque aqui temos a melhor luz, a mais bela paisagem, tipos humanos e 300 anos de história para contar. Só nos faltam os meios materiais e este há de ser o objetivo a ser alcançado. Chegando lá, prevalecerá o talento e a inteligência da nossa gente, que saberá transformar a sua criatividade em atividade lucrativa.
 
O antigo Capitólio, um dos berços do cinema em Bagé…
 
Enquanto isso, viajantes do sonho, continuaremos brigando porque é uma peleia que vale a pena porque, no fundo, bem lá no fundo, sabemos que o cinema tem as melhores condições para projetar além fronteiras a nossa bicentenária Bagé. É revestido de simbolismo o fato de, nesta data, estarmos dando o primeiro passo. Daqui a um século, por ocasião do tricentenário, o povo do cinema no futuro tempo dirá: ”Foi em 2011 que tudo começou”.
 
* Texto de Sapiran Brito
O Cine Glória, que tinha quase 2 mil cadeiras e era o mais popular porque tinha o ingresso mais barato…
 

Em Bagé, CINEMA contamina como gripe …

HELENA IGNẼZ e JEAN CLAUDE são os Homenageados…

Uma
Sessão Bandida para enfatizar importância crucial do clássico de Rogério Sganzerla, O Bandido da Luz Vermelha…

Helena Ignêz, ícone do Cinema Brasileiro mais autoral, reverenciada no mundo inteiro, aporta em Bagé para o Festival de Cinema da Fronteira…



Aurora, Ingra liberato e Arly Arnaud: cinema no cardápio…

A premiada atriz Arly Arnaud, a notória jornalista e realizadora Adriana Niemeyer, o jornalista Gilberto Perin (RBS), o ator gaúcho Sirmar Antunes e mais uma porção de gente super bacana nas comissões julgadoras…

Ingra Liberato durante passeio pelo rio Negro (AM) – foto Aurora de Cinema

A sempre linda e hiper querida INGRA LIBERATO e o ator LEONARDO MACHADO como MESTRES DE CERIMÔNIA da solenidade de encerramento…

O movimento em BAGÉ é crescente: o cinema está na boca do povo e a toda hora chegam novos e melhores apoios ao festival.

Leonardo Machado, ator de Teatro e Cinema, já chegou à telinha com sucesso… ele também estará em Bagé… Viva !

ESTAMOS INOCULANDO O VÍRUS DO AMOR AO CINEMA NOS QUATRO CANTOS DE BAGÉ ! E para isso, há u menorme contingente atuando conosco para tornar o FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA a pedra de toque dos eventos culturais na adorável cidade do Pampa gáucho…

 Bagé, TRI Legal, sediará o último festival de cinema do ano…

SOMOS O ÚLTIMO FESTIVAL DO ANO e queremos transformar o FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA num grande momento de CONGRAÇAMENTO DO CINEMA, já que vamos fechar o ano de festivais.

O belo edifício que abriga a Secretaria de Cultura, o centenário Palacete Pedro Osório…

Porque o CINEMA DA FRONTEIRA SERÁ UM GRANDE TERRITÓRIO ONDE TODOS OS CINEMAS SÃO BEM-VINDOS, TODOS SÃO IMPORTANTES E NECESSÁRIOS, TODOS CONTRIBUEM PARA TORNAR A ATIVIDADE MAIS FORTE, MAIS PULSANTE E MAIS INTROJETADA NO CORAÇÃO DE CADA UM deste imenso e amado país.

O belo Palacete que abriga a Prefeitura, visita obrigatória em Bagé, que tem em Dudu Colombo um entusiasta do Festival de Cinema da Fronteira. (foto Joyce M. Leão)

HOJE, por exemplo, recebemos apoios voluntários no IFSul – Instituto Federal Sul Rio-Grandense; do pessoal responsável pelo Meio Ambiente, e do grupo SAIS – Serviço de Apoio Integral à Sexualidade, os quais se dispuseram a implementar ações preventivas em vários pontos onde o Cinema será evidenciado.


Em Bagé, prédios centenários compõem uma ambiência ideal para a Sétima Arte…

Por tudo isso, e por sabermos da lotação nos hotéis e pousadas da cidade já chegando a 80%, enfatizamos a relevância e necessidade da participação maciça dos bajeenses, de todos os gaúchos e de amantes do Cinema.

Salve o III FESTIVAL DE CINEMA DA FRONTEIRA !

VIVA TODAS AS FORMAS DE VIVENCIAR O MUNDO ATRAVÉS DA SÉTIMA ARTE !

Viva o Cinema Brasileiro ! SALVE, BAGÉ !!!

Em BAGÉ, o Cinema é Para Todos

A Casa de Cultura Pedro Wayne, em Bagé, convida para o lançamento dos filmes feitos na Oficina Cinema Para Todos – Filmes de 1 minuto, ministrada pelo cineasta porto alegrense Frederico Ruas, uma realização da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Bagé .

O lançamento é amanhã, a partir das 19h, com ENTRADA GRATUITA. Serão exibidos três curtas, realizados do início ao fim por 30 alunos bageenses, Esses filmes foram realizados no final de agosto, após aulas teóricas que proporcionaram as ferramentas para organizar e canalizar energia para a concretização das ideias e criatividade dos aprendizes.

Abrindo a sessão, serão exibidos três trabalhos bem distintos de Frederico Ruas. Seu primeiro curta-metragem, Corra pra Ela (4min, 2003), feito quando tinha apenas 16 anos, e com o qual chegou aos primeiros festivais.

Em seguida, é a vez do seu filme de conclusão no Curso de Realização Audiovisual da UNISINOS, SEM MAIS DELONGAS, curta-metragem universitário (19min, 2006), que além de participar de inúmeros festivais e mostras no Brasil e exterior, ganhou prêmios de Melhor Ficção no MIAU – Mostra Independente do Audiovisual Universitário (GO), e no 20o SET Universitário PUCRS.

O terceiro filme a ser exibido amanhã em Bagé, no qual Frederico Ruas é assistente de produção e montador, é Copa das Pessoas (20min, 2010), um documentário colaborativo produzido pela Olympikus e criado pela agência BOCA de Porto Alegre.

Realizado durante a Copa do Mundo de 2010, nos 32 países participantes, o curta ganhou o Galo de Ouro no Festival Mundial de Publicidade de Gramado 2011 e foi selecionado para a shortlist do Cannes Lions International Festival of Creativity 2011.

A sessão deste sábado será inteiramente gratuita e se realizará no andar térreo da Casa de Cultura Pedro Wayne. Após a exibição dos curtas, haverá debate com a presença do realizador Frederico Ruas e dos alunos participantes da oficina.

FREDERICO RUAS terá filmes premiados exibidos na Casa de Cultura Pedro Wayne, além da exibição de curtas de alunos da oficina CINEMA PARA TODOS, realizada em Bagé.

VIDA LONGA PARA O CINEMA e Aplausos para a Secretaria de Cultura de Bagé – na pessoa do Secretário Sapiran Brito -, que vem investindo, cada vez mais, no fomento e difusão da Sétima Arte.

Um exemplo a ser imitado.