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Murilo Rosa é Melhor Ator em Goiânia

Ator mobilizou público e comissão julgadora vivendo personagem de maestro pernambucano, enquanto longa gaúcho ANTES QUE O MUNDO ACABE sagrou-se MELHOR FILME… 

Aurora Miranda Leão, Murilo Rosa, Alice Gonzaga e Débora Torres: talento e simpatia do ator brasiliense contagiaram em Anápolis 

Confira os vencedores do I Festival de Cinema de Anápolis  

Mostra Competitiva Adhemar Gonzaga-Filme Longa-metragem de ficção

 1.1 – Melhor Filme de Ficção  – ANTES QUE O MUNDO ACABE-Ana Luiza Azevedo- R$ 24.000,00 (vinte e quatro mil reais) mais troféu;

1.2 – Melhor Direção –SÉRGIO BIANCHI- do filme OS INQUILINOS R$ 12.000,00 (doze mil reais)  mais troféu;

1.3-Melhor Ator –MURILO ROSA- pelo  filme  ORQUESTRA DE MENINOS-R$ 12.000,00 (doze mil reais)  mais troféu;

1.4 – Melhor Atriz –ANA GARBATTI- DE OS INQUILINOS-R$ 12.000,00 (doze mil reais)  mais troféu;

1.5 – Melhor Ator Coadjuvante –MURILO GROSSI- do filme ANTES QUE O MUNDO ACABE-R$ 6.000,00 (seis mil reais)  mais troféu;

1.6 – Melhor Atriz CoadjuvanteCÁSSIA KISS-DE OS INQUILINOS-R$ 6.000,00 (seis mil reais)  mais troféu;

1.7 – Melhor Roteiro – PAULO HALM, ANALUIZA AZEVEDO, JORGE FURTADO E GIBA ASSIS BRASIL-ANTES QUE O MUNDO ACABE- R$ 6.000,00 (seis mil reais)  mais troféu;

1.8 – Melhor Fotografia –ALEXANDRE RAMOS-5XFAVELA- R$ 6.000,00 (seis mil reais)  mais troféu; 

 

Pedro Tergolina ganhou MENÇÃO HONROSA como Ator Revelação 

Mostra Competitiva Curta Anápolis – Filme de curtas-metragens Anapolino de todos os gêneros

 

2)  PRÊMIO BETO LEÃO

 

2.1 – Melhor Curta Metragem Anapolino –-(Entre)Direção: Carlos César e Wanessa Prêmio Incentivar- Secretaria Municipal da Cultura à Produção de Curta-Metragem que será destinado à produção de um curta metragem a ser produzido na região de Anápolis e exibido na abertura do II Anápolis Festival de Cinema/2012 – R$ 36.000,00 (trinta e seis mil reais) mais troféu;

Ator MARCUS ANOLI vive diferentes papéis no curta vencedor em Anápolis

O SUMIÇO DE ALICE…

Atrizes, cineastas e jornalistas reunidos no município goiano participam de novo curta-metragem

A promissora realização do I Festival de Cinema de Anápolis, que será encerrada esta noite na agradável cidade goiana, reúne atores e atrizes, jovens realizadores e renomados cineastas, além de cineclubistas e jornalistas. Durante uma semana, o encontro dessa eclética turma tem gerado uma saudável troca afetiva e encontros valorosos, bem como um convívio que agora já começa a ganhar o sobrenome de saudade…

Em Anápolis, onde Débora Torres é aclamada como uma autêntica guerreira – possibilitadora do sonho – em prol do Cinema Brasileiro, nomes como o do produtor Walter Webb, o da pesquisadora Alice Gonzaga e o do crítico Rubens Ewald Filho aliam-se aos do embaixador Lauro Moreira, os das atrizes Neusa Borges e Zezeh Barbosa, João Batista de Andrade, Vladimir Carvalho, Leonardo Medeiros, Mallu Moraes, Anna Luíza Azevedo, Sérgio Bianchi, passando por Laura Pires e a elegante Selva Aretuza, e conduzindo a uma fonte de vigorosa energia que vem de  Dila Guerra, Manaíra Carneiro, Felipe Brida e Cid Nader, e chegando aos jovens gaúchos Eduardo Cardoso e Bianca Menti, formando um painel autenticamente digno de registro e que somente a magia do cinema é capaz de conduzir.

Dos dias ensolarados, tranqüilos e intensos vividos em Anápolis, na enorme e acolhedora Estância Park, é preciso destacar, primeiro, a acolhida carinhosa da turma da produção – Almir e Ângela Torres, Serina Raruá, Tatiana e Jéssica, e Pedro Pinheiro, sempre dispostos a  atender com um sorriso e um abraço de coração. Tudo, simples fruto da disponibilidade indormida de Débora Torres, sempre a promover encontros cujos frutos fazem fronteira muito além dos limites de Goiás.

E como vir a Anápolis é um convite inspirador a uma visita a Pirenópolis, lá fomos nós na ensolarada quinta-feira, conhecer a terra das famosas Cavalhadas e da Fé no Divino Espírito Santo, berço seminal de O Sumiço de Alice.

Mas antes de nos deter na fonte que fez brotar o curta O Sumiço de Alice, vale ainda contar da alegria de rever amigos goianos como Guido Campos, Carol Paraguassu, Itamar Borges e Ângelo Lima… porque dos dias em Anápolis, tem mais, muito mais, que eu conto pra vocês brevemente, em novos posts…

Vamos a O Sumiço de  Alice

A idéia nasceu quando os ponteiros quase encostavam no horário combinado pro regresso a Anápolis, e faltava Mallu Moraes no lugar combinado, hora acertada no restaurante onde dissemos não à fome. Sabido que Mallu gosta de se “energizar’ e faz das cachoeiras um de seus cenários preferidos, o motorista Paulo toca pra primeira cachoeira onde o sol diz bom dia e enche de luz e sombra o centro da bela Pirenópolis, repleta de lojinhas e mimos que fazem a delícia dos olhos de quem gosta de se encantar com o supérfluo, logo ele, tão permanente porque tão necessário.

Alguns resolvemos descer da van e saímos à procura de Mallu. Câmeras a mão, corremos pra registrar a natureza gentil a nos oferecer suas cores e encantos. Quando menos esperei, havia gravado um belo plano-seqüência… e foi Alice Gonzaga quem eu logo avistei ao voltar pro carro ao lado do agora querido Felipe Brida.

E junto veio a indagação imaginária: E se o sumiço fosse de Alice ?

De imediato então, surgiu-me o título O Sumiço de Alice, e desde sexta gravamos em Anápolis as imagens de mais um curta que vai ganhar a assinatura Aurora de Cinema, com precioso still de Edvaldo Cafezeira.

O roteiro eu conto depois, porque ele é de somenos importância. Essencial é saber que já podemos pensar na ficha técnica, que terá desde a própria Alice Gonzaga e Walter Webb até os seguintes companheiros de jornada anapolina:

Manaíra Carneiro – diretora do primeiro episódio de Cinco Vezes Favela

Selva Aretuzaestilista, mãe dos atores Dantonm e Selton Mello

Dila Guerra – atriz premiada de Cinco Vezes Favela

Guido Campos – ator goiano e apresentador oficial do Festival de Anápolis

Cid Nader – jornalista, redator do site Cinequanon

Felipe Brida – professor universitário e crítico de cinema

E mais: Zezeh Barbosa, Débora Torres, João Batista de Andrade, Itamar Borges, Mallu Moraes, Laura Pires, e a promessa de registros com Vladimir Carvalho, Sérgio Bianchi e Marat Descartes.

Vamos às gravações finais de… O Sumiço de Alice

 

Cinema na Tela de Anápolis

É assim o belo cenário que nos alcança a visão no entorno de Anápolis, município goiano onde acontece a primeria edição do Festival Anápolis de Cinema.

Hóspedes da enorme e aconchegante Estância Park, cineastas, jovens realizadores, atores e atrizes, e jornalistas, contribuindo para a implantação de mais um festival para promover o Cinema Brasileiro.

Desde a chegada ao aeroporto de Goiânia, onde fomos recepcionados com carinho e atenção pela gentil equipe de Débora Torres – composta por sua mana Ângela Torres, Serina Raruá, e os jovens Pedro Pinheiro, Tatiana e Jéssica -, estar em Anápolis tem sido um misto de descanso, curtição, muito aprendizado de cinema (embarcando nas prodigiosas memórias de Walter Webb e Alice Gonzaga), e um diversificado intercâmbio de idéias de todos os matizes.

 

Esta primeira edição do Festival de Cinema de Anápolis começa marcada pelo impacto da quantia em prêmios: são R$ 130 mil reais, a serem divididos entre longas convidados e curtas feitos pelos próprios cidadãos de Anápolis, uma cifra bem polpuda dentre tantos festivais realizados no país, o que por si só já torna o festival bastante atraente para os concorrentes.

                        Atriz Eliane Lage, cineasta Walter Webb e homenageada Alice Gonzaga

 Jornalista e crítico de Cinema dos mais requisitados do país, RUBENS EWALD FILHO assina a curadoria da Mostra Adhemar Gonzaga de Longas Metragens

 Atriz carioca Dila Guerra e diretora Manaíra Carneiro: CINCO VEZES FAVELA

Murilo Rosa esteve em Anápolis por conta de ORQUESTRA DE MENINOS e recebeu afeto de Aurora Miranda Leão, Alice Gonzaga e Débora Torres

Ed Cafezeira, Neuza Borges, Laura Pires, Felipe Brida, Malu Moraes, Walter Webb, Alice Gonzaga, Manaíra Carneiro e Selva Aretuza (foto Aurora MLeão)

Débora Torres coordena debate após exibição de FELIZ NATAL, de Selton Mello, um dos fortes concorrentes do Festival de Anápolis

Laura Pires autografa biografia do saudoso Roberto Pires, cineasta baiano, em noite repleta de amigos e público

Dila Guerra, Manaíra Carneiro, Itamar Borges, Mallu Moraes, Felipe Brida, Aurora Miranda Leão e Alice Gonzaga (fotos de Edvaldo Cafezeira)

* Aguardem novos posts sobre a primeira edição do Festival de Cinema Brasileiro de Anápolis

HOLLYWOOD VÊ ANÁPOLIS como Capital do Cinema

 

                           

Com a exibição do documentário HOLLYWOOD NO SERRADO, de Armando Bulcão e Tânia Montoro, foi aberta ontem, em solenidade festival (seguida de farto jantar aos convidados) a primeira edição do Festival de Cinema de Anápolis, realização da Prefeitura Mujnicipal da cidade, que apostou e investiu na proposta ousada de Débora Torres de realizar um grande panorama do cinema brasileiro em pleno serrado da região central do país.

Débora Torres e o secretário municipal de Cultura, Augusto César de Almeida: empreendimento para colocar ANÁPOLIS no roteiro dos grandes festivais do país

Uma noite vibrante, repleta de pessoas ávidas por se ver na tela e dizer SIM a este belo capítulo que agora se descortina nas páginas da história anapolina. A platéia riu, aplaudiu e se identificou com o precioso documentário da dupla Tânia Montoro e Armando Bulcão, focando um aspecto da história cultural do país que os brasileiros ainda precisam conhecer.

Na platéia, além de todo o público goiano interesssado na Sétima Arte, a presença dos jurados e convidados como Alice Gonzaga (Primeiro Dama do Cinema Brasileiro), atriz Neuza Borges, Embaixador Lauro Moreira,  roteirista e escritor Alex Moletta, jornalista Cid Nader, atriz Mallu Moraes, os produtores baianos Laurita Pires e Edivaldo, cineasta João Batista de Andrade e a atriz Eliana Lage, além de muitos outros cujos nomes agora me escapam.

Mas ao longo da semana, você vai ficar sabendo muito mais, na sua visita diária ao Aurora de Cinema, sobre esta primeira edição do FESTIVAL DE CINEMA DE ANÁPOLIS.

Jornalista, dramaturgo, professor e crítico de cinema, RUBENS EWALD FILHO é presença das mais aguardadas no Festival de Anápolis

FESTIVAL de ANÁPOLIS Começa Hoje

Hoje é a grande e festiva noite de abertura do

 I Anápolis Festival de Cinema

 A abertura será no Teatro Municipal, às 19 horas, com a primeira exibição pública do filme Hollywood no Cerrado.

O Festival, idealizado e coordenado pela cineasta e produtora cultural Débora Torres (com curadorias de Rubens Ewald Filho e Miguel Jorge) terá duas mostras principais: a de longas brasileiros, com o oportuno nome de Mostra Adhemar Gonzaga e a Mostra Curta Anápolis, janela generosa para curtas anapolinos de todos os gêneros.

 

Alice Gonzaga, escritora, cineasta e pesquisadora, estará representando o pai, o pioneiro Adhemar Gonzaga, criador da CINÉDIA

Dentro da programação, uma mostra especial para as crianças da rede municipal de ensino e o Encontro de Cineclubes do Centro-Oeste. Oficinas de roteiro, produção e direção também estão na programação, além de debates com diretores, produtores e elencos dos filmes das mostras competitivas. Haverá ainda lançamentos de livros  e, ao final, está programada uma mostra restrospectiva dos filmes em praças públicas.

Débora Torres, Aurora Miranda Leão e Rubens Ewald Filho: unidos pela Sétima Arte

Segundo a Prefeitura de Anápolis/Secretaria Municipal de Cultura, o festival é direcionado a profissionais atuantes na área cinematográfica, atores, diretores, cineastas, cineclubistas, estudantes da área de publicidade e propaganda, designer gráfico, jornalismo e a toda a comunidade apreciadora da Sétima Arte. 

Escritor Miguel Jorge e Alex Moletta: presenças de destaque em Anápolis

O festival pretende movimentar toda a cena cultural de Anápolis e a expectativa é de um público de mais de 20 mil pessoas. Graças ao potencial artístico e tecnológico, o município de ANÁPOLIS será, a partir de hoje e até dia 18, o epicentro do Cinema Brasileiro.

Confira a premiação:


Mostra competitiva longa-metragem de ficção “Adhemar Gonzaga”
Melhor Filme de Ficção – R$ 24 mil, mais troféu;
Melhor Direção – R$ 12 mil, mais troféu;
Melhor Ator –R$ 12 mil, mais troféu;
Melhor Atriz –R$ 12 mil, mais troféu;
Melhor Ator Coadjuvante – R$ 6 mil, mais troféu;
Melhor Atriz Coadjuvante – R$ 6 mil, mais troféu;
Melhor Roteiro – R$ 6 mil, mais troféu;
Melhor Fotografia – R$ 6 mil, mais troféu.
Mostra competitiva Curta Anápolis – Filme de curtas-metragens “Beto Leão”
Melhor Curta Metragem Anapolino – Prêmio Incentivar – Secretaria Municipal da Cultura. A premiação será destinada à produção de um curta metragem a ser produzido na região de Anápolis e exibido na abertura do II Anápolis Festival de Cinema/2012. Valor do prêmio R$ 36 mil, mais troféu.

* Visite o site: http://www.anapolis.go.gov.br

Beto Leão e os 100 do Cinema Goiano

 
Livro histórico, de importância seminal para o audiovisual goiano, será lançado dia 16 no Festival de Anápolis  

  • Para contextualizar a trajetória do cinema goiano em seus 100 anos de existência, Beto Leão começa falando de sua própria dedicação à sétima arte – que ele diz ter começado ainda no útero de sua mãe, que trabalhava na bilheteria do Cine Goiás, na Av. Anhanguera, em Goiânia, e já o levava à sala escura quando grávida dele -, passando pelo cinema holywoodiano, o cinema russo e o expressionismo alemão, e o cinema de autor do neo-realismo italiano, a nouvelle vague francesa, os primórdios do cinema brasileiro de sua belle époque, as chanchadas da Atlêntida e da Cinédia, a tentativa do cinema industrial da Companhia Vera Cruz, o Cinema Novo brasileiro e o novo cinema alemão (das décadas de 1960), Embrafilme, fechamento de salas de exibição e a entrada dos multiplex, provocando o fim dos cinemas de bairro.

  • No livro Centenário do Cinema em Goiás 1909-2009, o pesquisador Beto Leão lembra que foi a partir da década de 1940 que Goiás passou a ter uma produção própria significativa, com o trabalho do fotógrafo Jesco von Puttkammer, que atuou junto com os irmãos Villas Boas no Centro-Oeste e na Amazônia registrando o contato com grupos indígenas. Ele cita também os cinejornais de Jamil Marjane, Atualidades do Planeta, exibidos nos cinemas na década de 1950.

 

  • “É preciso falar de temas universais, mas também valorizar a riqueza da nossa cultura, tradição e cenários naturais, mas isso deve acontecer com uma estética própria, com roteiros mais apurados e estruturas narrativas e de montagem melhores, não é apenas o fazer por fazer”, conclui Beto.

Hoje, Noite é de CINEMA em Anápolis

praças bonitas, anapolis-go praças

Terceiro maior município em população do Estado de Goiás, ANÁPOLIS  é considerado o município mais competitivo, rico e desenvolvido do interior do Centro-Oeste Brasileiro. Fica a 48 km da bela capital goiana e a 139 km de Brasília. Junto com essas cidades, faz do eixo Goiânia-Anápolis-Brasília, a região mais desenvolvida do Centro-Oeste.

Pois é lá, neste bem aquilatado município, que o Cinema será recebido em bela festa esta noite, quando acontee o lançamento do I Festival de Cinema de Anápolis, idealizado e coordenado pela cineasta e produtora cultural Débora Torres.

O Festival, que vem firmar Goiás como um dos estados que mais fomenta e incentiva o Cinema Brasileiro, terá mostra competitiva de longas-metragens denominada ADHEMAR GONZAGA, um dos pioneiros da atividade no país, e também vai homenagear a figura ímpar de cinéfilo e cineclubista do saudoso Beto Leão. Tudo isso na semana de realização do festival, que será de 12 a 18 de abril.

O jornalista, ator, roteirista, crítico, homem de Cinema/Teatro e Televisão, Rubens Ewald Filho é o curador da mostra de longas-metragens

período de inscrições para o festival será de 4 a 6 de abril pelo site: www.anapolis.go.gov.br/anapolisfestivaldecinema. Na inscrição, os interessados deverão, obrigatoriamente, apresentar a ficha devidamente preenchida com sinopse, ficha técnica e artística, fotos do filme e cópia em DVD.

 

 

 

 
Vista do bairro Jundiaí, um dos mais  movimentados devido ao seu planejamento e  infra-estrutura.
 
Praça Americano do Brasil, onde se vê um caça Mirage F-103, aposentado da Base Aérea de Anápolis e exposto desde 2004.
 
Ingra Liberato é uma das Homenageadas do Festival de Anápolis, onde deve distribuir autógrafos e a natural simpatia

Escritor e poeta Miguel Jorge, curador da Mostra de Curtas-Metragens

Débora Torres, Sirmar Antunes, Aurora Miranda Leão e Maurício Cruz em Gramado 

Especialmente, na noite de hoje, Débora Torres e sua valorosa equipe, recepcionam imprensa, cinéfilos, cineclubistas, artistas e convidados na noite festiva de lançamento do Festival de Anápolis, sem dúvida, mais um que entrará para o calendário dos grandes festivais de cinema do país.
 
 
Alice Gonzaga recebe homenagem pela CINÉDIA

 

… fundada por seu pai, o jornalista Adhemar Gonzaga
 
 

 
O Aurora de Cinema estará em Anápolis pra conferir o festival e postar notícias quentinhas pra você, leitor amigo, que nos fortalece com sua leitura e visita. Até logo mais !