Arquivo da tag: cinema em Aracaju

Febre do Rato, Meia Noite, La Mirada Perdida e A Fábrica vencem Curta-SE

Atriz Letícia Spiller foi a grande atração do festival sergipano…

Encerrada na noite de sábado a 12a edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE).

O Teatro Atheneu foi o palco da solenidade pilotada pelo ator sergipano Flávio Bauraqui, sendo que a revelação dos vencedores e entrega dos troféus foi antecedida pela peça A Farsa dos Opostos, apresentada pelo Grupo Imbuaça, que entra em seus 35 anos de atuação.

Dentre os longas-metragens, o pernambucano Febre do Rato, de Cláudio Assis, saiu-se como o grande vencedor da noite, levando os prêmios de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Oficial e pelo Júri Popular, Melhor Atriz pelo Júri Oficial (Mariana Nunes) e Melhor Fotografia (Walter Carvalho).

Os demais concorrentes em longa, ganharam um troféu do Júri Oficial cada. ‘Girimunho’, de Clarissa Campolina e Helvécio Marins levou o troféu de Melhor Direção; ‘Eu Receberia As Piores Notícias dos seus Lindos Lábios’ ficou com o Melhor Ator (Gustavo Machado); enquanto que ‘Paraíso Aqui Vou Eu’, de Cavi Borges e Walter Daguerre, ganhou Menção Honrosa pela incrível trilha sonora de Plínio Profeta.

Curtas 35 mm

Entre os curtas ibero-americanos, rodados em 35mm, destacou-se a performance ‘Casa Afogada’, de Gilson Vargas (RS); ‘Barbeiros’, de Luiz Ferraz e Guilherme Aguillar (SP); e ‘Três Vezes por Semana’, de Cris Reque. Todos levaram dois troféus. O filme de Gilson Vargas ganhou os prêmios de Melhor Curta-Metragem, Melhor Curta-Metragem de Ficção. Já ‘Barbeiros’, levou Melhor Curta-Metragem Documentário e Melhor Direção; enquanto ‘Três Vezes por Semana’ foi premiado com Melhor Atriz (Irene Brietzke) e Menção Honrosa 35mm.

Diretor Luiz Ferraz, de Sampa, levou vários troféus pelo seu ‘Barbeiros’…

Os outros vencedores receberam um prêmio do Júri Oficial. O espanhol ‘Zeinek Gehiago Iraun’, de Gregorio Muro, levou como Melhor Curta-Metragem de Animação; o baiano ‘Premonição’, de Pedro Abib, ficou com Melhor Curta de Temática Nordestina; o fluminense ‘Uma, Duas Semanas’,  de Fernanda Teixeira, foi agraciado com Melhor Ator (Silvio Matos); e o paulista ‘Funeral À Cigana’ , de Fernando Honesko, ganhou Menção Especial.

O primeiro prêmio de Melhor Fotografia em 35mm  pelo Júri Oficial do Curta-SE foi para Quando Morremos À Noite , do pernambucano Eduardo Morotó. Já a escolha do público premiou o paulista ‘Café Turco’, do ator Thiago Luciano, como Melhor Curta-Metragem 35mm pelo Júri Popular.

Iberoamericanos

Entre os vídeos iberoamericanos, o paulista Realejo, de Marcus Vinícius Vasconcelos, ganhou os prêmios de Melhor Vídeo Animação pelo Júri Oficial e Melhor Vídeo Iberoamericano pelo Júri Popular.

O argentino La Mirada Perdida, de Damián Dionísio, levou o troféu de Melhor Vídeo Ibero-americano pelo Júri Oficial. O ótimo O Brasil de Pero Vaz de Caminha, de Bruno Laet, ganhou Melhor Documentário, e o paranaense A Fábrica, de Aly Muritiba, ganhou Melhor Ficção, todos pelo Júri Oficial.

Os jurados também concederam duas menções honrosas aos vídeos iberoamericanos. Uma delas foi para o sergipano Meia Noite, de Samuel Blá, por atestar a evolução da qualidade da produção audiovisual sergipana, sendo bem realizado e de fácil comunicação com o público. Já o paulista A Noite dos Palhaços Mudos, de Juliano Luccas, foi premiado pela soma de diversos elementos que compõem a narrativa cinematográfica com notória qualidade, tais como: fotografia, direção de arte, atuação e efeitos.

Letícia Spiller, em cena de Tudo que Deus criou, mobilizou as atenções nas últimas noites do Curta-SE…

Sergipanos, videoclipes e vídeos de bolso

O júri oficial também premiou Meia Noite como Melhor Vídeo Sergipano. Já Derredor, de André Aragão, foi agraciado como 2º Melhor Vídeo Sergipano e foi eleito Melhor Curta Sergipano pelo Júri Popular. Rezou A Família e Foi Ao Cinema, feito pelos alunos do Núcleo de Produção Digital Orlando Vieira (NPDOV) ficou com o 3º lugar.

Entre os videoclipes, O Deus Que Devasta mas Também Cura, do baiano Lucas Santtana, dirigido por Daniel Lisboa e Matheus Viana, levou troféu do Júri Oficial como Melhor Videoclipe, enquanto Tá Certo, da banda sergipana Ode Ao Canalha, dirigido pelos alunos do NPDOV, foi o favorito do público. Já o sergipano Ao Seu Lado, de André Aragão, foi eleito pelos internautas como Melhor Vídeo de Bolso.

As irmãs Rosângela e Deyse Rocha celebram mais uma edição e agradecem público e patrocinadores…

Terminada a entrega de prêmios, as diretoras executivas do festival, Rosângela e Deyse Rocha, subiram ao palco e agradeceram ao público, convidados e patrocinadores, homenageando a equipe do Curta-SE “que deu o sangue pelo sucesso do Festival”.

A noite de encerramento do Curta-SE 12  foi fechada com noite de muita música e festa no Oceanário de Aracaju, com apresentações musicais da cantora Lena Oliver, do DJ Alemão, e da conhecida banda NaurÊa.

Mesmo sem estar concorrendo, Letícia Spiller foi a grande atração do Curta-SE 12 e conquistou a todos com beleza, elegância e simpatia…

* DETALHE: quem chegou à festa do Oceanário desde as primeiras horas e fez bonito conversando com quem lhe procurava, distribuindo sorrisos, posando para fotos e dançando pra valer ao som da NaurÊa foi a atriz Letícia Spiller, que estava no Curta-SE por conta de sua participação em dois filmes: o curta “Joãozinho de Carne e  Osso” , do ator Paulo Vespúcio; e o longa Tudo que Deus Criou, do cineasta André da Costa Pinto, de Campina Grande, que será lançado em 2013, no qual ela faz com enorme brilhantismo uma cega, sem nenhum glamour…

Paulo Vespúcio, Letícia Spiller e André da Costa Pinto: Tudo que Deus criou

As comissões julgadoras foram compostas pelo jornalista Amilton Pinheiro, as produtoras Carla Osório e Luciana Druzina, Solange Lima, Geraldo Moraes, Itamar Borges, Clarissa Kuschnir, Aurora Miranda Leão, Marcela Lommas, Rafael Cusato, Carla Francine, Cavi Borges, e Isabelle Cabral.

O Curta+SE 12, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, aconteceu de 17 a 22 de setembro, com patrocínio Petrobras, co-patrocínio Banese, apoio cultural do Banco do Nordeste, Cinemark e Governo do Estado, e apoios da Cia Rio, Canal Brasil, Shopping Jardins, Cinerama Brasilis, Megacolor, Sebrae/SE, APBITV, Pipa Distribuidora, Nova Digital, Tv Sergipe, Estúdios Mega, CBC, FICC, CNC, Revista Preview, Raça Brasil, Canne, Emsetur, Infonet, Fórum dos Festivais, Ativa Impressão Digital, Porta Curtas, Maria Cheirosa, Líder Lab, Curso Mater Day, Restaurante Moinho, Churrascaria Sal e Brasa, Habib’s Aracaju, Projeto Tamar, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Secretaria de Estado da Cultura, Pontão Digital Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Atração Gravadora, Prefeituras (Aracaju, Estância, Laranjeiras e São Cristóvão), Segrase, SESC SE, Mix /SE e Fest’A Film. O festival é uma realização da Casa Curta-SE e Secretaria do Audiovisual/Ministério da Cultura/Governo Federal.

Aurora Miranda Leão e Letícia Spiller: louras de Cinema curtindo Aracaju…

Vídeo de bolso Ao seu lado- Dir. André Aragão- SE Melhor Vídeo de Bolso, Júri popular -Troféu Ver ou Não Ver

Videoclipe

Melhor Videoclipe, Júri Oficial

O Deus que Devasta mas também cura– Lucas Santtana – Dir. Daniel Lisboa e Matheus Viana- BA -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Videoclipe, Júri popular

Tá certo- Banda Ode ao Canalha- Dir. Núcleo de Produções Digitais Orlando Vieira -Troféu Ver ou Não Ver

Itamar Borges, Aurora de Cinema e Amilton Pinheiro no Oceanário…

Curta 35mm iberoamericano

Melhor curta-metragem em 35mm, Júri oficial

Casa Afogada- Dir. Gilson Vargas- RS -Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha sonora original); -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem documentário em 35mm, Júri oficial

Barbeiros-Dir. Luiz Ferraz- SP -Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem de ficção em 35mm, Júri oficial

Casa Afogada- Dir.Gilson Vargas- RS -Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem de animação em 35mm, Júri oficial

Zeinek Gehiago Iraun- Dir. Gregorio Muro- Espanha -Prêmio Cinecolor – 01 diária de correção de cor de um curta – metragem de até 15 minutos para Projeto captado digital, sonorização e print master. – Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem em 35mm com temática nordestina, Júri oficial

Premonição- Dir. Pedro Abib- BA Troféu BNB e Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Ator, Júri oficial

Silvio Matos- Uma, duas semanas- Dir. Fernanda Teixeira -RJ Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Atriz: Irene Brietzke por Três vezes por semana– Dir. Cris Reque (RS) Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Direção: Luiz Ferraz e Guilherme Aguilar por Barbeiros (SP) – Troféu Ver ou Não Ver

Flávio Bauraqui, apresentador, com realizadores sergipanos JP, Isaac Dourado e André Aragão…

Melhor curta-metragem 35mm, Júri popular

Café Turco, de Thiago Luciano (SP): Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) Troféu Ver ou Não Ver

Menção Honrosa 35mm: Três vezes por semana, de Cris Reque (RS) – Troféu Ver ou Não Ver

Menção Especial 35mm: Funeral à Cigana, de Fernando Honesko (SP) – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Fotografia 35mm: Marcelo Martins Santiago por Quando morremos à noite, de Eduardo Morotó (PE) – Troféu Ver ou Não Ver

Carla Osório, Aurora Miranda Leão, Carla Francine e Luciana Druzina: juradas…

Longa-metragem

O poético Febre do Rato, de Cláudio Assis (Matheus Nachtergaele e Irandhir Santos em ótimas performances)  foi o grande vencedor na categoria longa-metragem…

Melhor longa, Júri oficial

Febre do Rato, de Cláudio Assis (PE): Prêmio Nova Digital  (cinco minutos de trilha musical original) Troféu BNB e Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Ator: Gustavo Machado por Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Atriz: Mariana Nunes por Febre do Rato – Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Direção: Clarissa Campolina e Helvécio Martins por Girimunho

Melhor longa, Júri popular: Febre do Rato -Prêmio Nova Digital  (cinco minutos de trilha musical original) Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Fotografia: Walter Carvalho por Febre do Rato – Troféu Ver ou não Ver

Menção Honrosa longa, Júri oficial: Plínio Profeta- Trilha sonora de Paraíso aqui vou eu, de Cavi Borges e Walter Daguerre (RJ), Troféu Ver ou Não Ver

Vídeo Sergipano

Melhor curta-metragem Sergipano – 1º lugar, Júri oficial

Meia-noite- Dir. Samuel Blá Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000,00 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria), Prêmio Estúdios Mega no valor de R$ 13.850,00 em serviços (finalização de Imagem de curta-metragem digital captado em resolução HD à 24 FPS com duração de até  20 minutos) Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem sergipano – 2º lugar, Júri oficial

Derredor- Dir. André Aragão -Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem sergipano – 3º lugar, Júri oficial

Rezou à família e foi ao cinema- Dir. Núcleo de Produções digitais Orlando Vieira Troféu Ver ou Não Ver

Melhor curta-metragem sergipano, Júri Popular

Derredor- Dir. André Aragão -Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) -Prêmio Cinecolor – 01 diária de correção de cor de um curta – metragem de até 15 minutos para Projeto captado digital, sonorização e print master. -Troféu Ver ou Não Ver

Vídeo iberoamericano

La Mirada Perdida : impactante filme argentino vence mais um festival…

Melhor Vídeo Iberoamericano, Júri oficial

La mirada perdida– Dir.Damián Dionisio, Argentina: Prêmio Nova Digital (três minutos de trilha musical original) -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Vídeo documentário, Júri oficial

O Brasil de Pero Vaz de Caminha– Dir.Bruno Laet- RJ -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Vídeo ficção, Júri oficial

A fábrica– Dir. Aly Muritiba- PR -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Vídeo animação, Júri oficial

Realejo– Dir.Marcus Vinicius Vasconcelos- SP -Troféu Ver ou Não Ver

Melhor Vídeo Iberoamericano, Júri Popular

Realejo- Dir. Marcus Vinícius Vasconcelos- SP -Prêmio Nova Digital  (três minutos de trilha musical original) e -Troféu Ver ou Não Ver

Menção honrosa Vídeo Iberoamericano, Júri oficial

Meia noite, direção Samuel Blá (SE) -Troféu Ver ou Não Ver

Justificativa:Um filme que atesta a evolução da qualidade da produção audiovisual sergipana, sendo bem realizado e de fácil comunicação com o público.

Menção honrosa Vídeo Iberoamericano, Júri oficial

A noite dos palhaços mudos – Dir.Juliano Luccas- SP -Troféu Ver ou Não Ver Justificativa: Pela soma de diversos elementos que compõem a narrativa cinematográfica com notória qualidade, tais como: direção de arte, fotografia, atuação e efeitos.

Letícia Spiller mobiliza todas as atenções do Curta-SE

Atriz participa do festival de cinema em Aracaju e tem atuação elogiada em filme do cineasta André da Costa Pinto, de Campina Grande

Que ela é linda, doce, afetuosa, e boa atriz, sabemos todos ainda que por vê-la apenas pela TV, Teatro e Cinema. Mas Letícia Spiller, ao vivo e a cores, é muito mais do que nos passa a telinha.

A atriz carioca, loura e de lindos olhos verdes, versátil e muito dedicada ao ofício, surpreendeu a todos nesta sua breve passagem por Aracaju, onde não vinha há 10 anos – a última vez veio com uma peça de teatro.

Com o filho Pedro, Letícia Spiller ao lado dos produtores Deyse Rocha e Adriano Lírio…

E o que Letícia foi assediada ontem na capital sergipana, sobretudo no Shopping Jardins – que abriga o Multiplex CINEMARK, onde acontecem as exibições da 12a edição do Curta-SE -, não estava no script, por mais que se saiba o quanto a atriz é querida e admirada em todo o país.

Tive a grata satisfação de acompanhar, de longe, observando detalhes, o quanto a presença de Letícia Spiller mexeu com os participantes do Festival que acontece em Aracaju, e o quanto o seu carisma, beleza e tocante simpatia contagiaram as pessoas que circulavam pelo shopping, e também os muitos funcionários do lugar, que paravam a todo instante para reverenciar a atriz, pedir fotos, autógrafos, ou simplesmente cumprimentá-la.

Sempre com um sorriso no olhar e muito afetuosa com todos, Letícia não se fez de rogada e recebeu a todos com um belo sorriso em seu rosto angelical e uma simpatia de causar ‘inveja’.

Difícil apontar atriz com a projeção de Letícia Spiller e encontrá-la tão solícita, dedicada à divulgação de um novo trabalho, e recebendo com benfazeja delicadeza aos gestos de carinho do público.

Tive a alegria de ouvir várias pessoas elogiarem com gosto este filme ‘Tudo que Deus criou’, do ousado cineasta André da Costa Pinto, e, sobretudo, de ressaltarem o quanto ficaram fortemente impressionadas com a atuação de Letícia.

De fato, Letícia Spiller vive uma cega, engraçada e sofrida, no longa de estreia de André da Costa Pinto. O personagem é totalmente desprovido de glamour e reverte-se num desafio para qualquer atriz. Se essa atriz é bonita por natureza, e assim fomos acostumados a vê-la em tantos trabalhos, o desafio torna-se ainda maior. E fico feliz em verouvir diversos elogios à Letícia, vindos dos mais diferentes perfis de público, sobretudo por saber o quão grande, intenso e profundo é o preconceito com os bonitos, as louras, os que atuam na TV Globo – como se a versatilidade, a competência, e o talento de alguém pudesse ser medido pelo tipo de vínculo empregatício que tem.

Benza Deus ! LETÍCIA SPILLER está tão bem no filme ‘Tudo que Deus criou’ que talvez seja ela a atriz que mais chama a atenção porque a sua personagem escapa a qualquer paradigma anterior em sua carreira, e porque sua interpretação extrapola os padrões do esperado.

Letícia Spiller: surpreendente atuação em Tudo que Deus criou

Simplesmente, LETÍCIA SPILLER dá um Showwwwww em ‘Tudo que Deus criou’ e, com este belo, visceral, humano, e corajoso filme de André da Costa Pinto, simplesmente insere seu nome no panteão das grandes Intérpretes de nossa Cinematografia.

E eu fui testemunha de depoimento da atriz afirmando, aqui em Aracaju, que seu trabalho no filme de André da Costa Pinto é ‘meu melhor trabalho no cinema’.

PARABÉNS, portanto, à bela e doce Letícia Spiller, à UEPB por investir no talento dos Artistas de Campina Grande e por patrocinar integralmente o longa de André da Costa Pinto, e o Aplauso AURORA DE CINEMA para este filme que ainda vai causar muita polêmica e buchicho por onde passar. E que passe muito, em todas as telas do país, porque o Brasil precisa conhecer o Cinema aguerrido que vem chegando com toda força e luz de Campina Grande.

Um beijo carinhoso em Letícia Spiller e nossos votos de vitoriosa carreira para o filme de André da Costa Pinto. Porque Tudo que Deus criou foi pensando nas coisas belas, boas e lindas que os Artistas podem, e devem, criar e espalhar pelos quatro cantos do planeta. Saravá !!!

* Sobre o filme Tudo que Deus criou, você pode ler a crítica AURORA DE CINEMA em https://auroradecinema.wordpress.com/criticas-teatro-cinema-e-musica/tudo-que-deus-criou-um-filme-tao-sincero-como-andre-da-costa-pinto/

Sergipe é uma curtição de Cinema…

  A 12a edição do Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe (Curta-SE) continua recebendo inscrições. Até 13 de abril, os realizadores podem inscrever suas produções através do site www.curtase.org.br

Podem ser inscritos curtas de até 15 minutos, compreendidos nas categorias vídeo iberoamericano, vídeo de bolso (celular), vídeo sergipano, 35mm (que também serão exibidos em formato digital). Além disso, há a mostra competitiva de longas a partir de 70 minutos.

Uma das novidades do festival comandado por Rosângela Rocha este ano é a inclusão de mais uma categoria: Videoclipe. A partir da solicitação de diversos músicos e bandas, a direção do Curta-SE decidiu incluir esta categoria. Além das mostras competitivas, o Curta-SE traz também as mostras informativas, exibidas em espaços alternativos e em cidades do interior sergipano.

Rosângela Rocha: preparando uma extensa programação pro Curta-SE 12…

O festival Curta-SE, um dos mais concorridos do país, promove também seminários, oficinas e workshops gratuitos, abertos ao público. A 12ª edição do Curta-SE acontecerá de 17 a 22 de setembro.

Festivais com inscrições abertas…

Abertas inscrições ao 2º Filmambiente. Este ano, além do Rio, o festival vai acontecer também em Salvador,  e a organização recebe inscrições em www.filmambiente.com , de filmes e vídeos – curtas, animações, longas, documentários e ficção – de temática ambiental até 31 de maio, e o resultado da seleção sai em junho. O júri do festival premiará os melhores longas e curtas internacionais e os melhores curtas nacionais com o Prêmio Tainá (estrela, em Tupi), que vai também para o melhor filme do festival segundo o público do Rio e de Salvador.

Já o Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba acontecerá de 29 de maio a 4 de junho, e recebe somente até dia 20 inscrições de curtas, de até 25 minutos, e longas-metragens, acima de 50 minutos, nacionais e internacionais, para as mostras competitivas e paralelas. O festival não exige ineditismo dos filmes.

Além das exibições, haverá debates, oficinas e seminários. Acesse www.olhardecinema.com.br

Também estão abertas as inscrições ao , ao Festival de Cinema Digital de Jericoacoara, e ao SERCINE – Festival Sergipe de Audiovisual. Fichas de inscrição e regulamento disponíveis em www.sercine.com.br

Inscrições ao concorrido Cine Ceará vão até dia 31..

Curta Sergipe distribuirá quase 80 mil em prêmios

O Festival Ibero-Americano de Cinema (CURTA-SE) divulga  a programação da sua 11ª edição, cujo tema é Territórios, proporcionando o acesso a produções cinematográficas nas cidades de Aracaju, São Cristóvão, Laranjeiras, Estância.

O festival vai acontecer de 12 a 17 de setembro, um dia a mais que nas edições anteriores, com exibições no período da manhã, tarde e noite. 

A abertura será no Teatro Tobias Barreto a partir das 19h e o acesso será feito mediante 2 quilos de alimentos não perecível, a serem doados a uma instituição de caridade. A solenidade contará com a entrega de troféus aos homenageados da cultura digital e com a exibição do longa O Senhor do Labirinto. O filme, quase todo rodado em Sergipe, conta a história de Arthur Bispo do Rosário – um sergipano de Japaratuba que ficou mundialmente conhecido por sua arte. 

Legado de Arthur Bispo do Rosário  chega ao cinema e será exibido em Sergipe

A noite de estréia do CURTA-SE termina com a apresentação internacional de Jessie Evans. A cantora, muito conhecida no cenário underground, nasceu na Califórnia, mas escolhei Berlim para viver. Seu show, definido como um ‘cabaret style’, está no topo da lista de ‘must see’ de diversas personalidades do mundo da música. Jessie Evan comanda o selo Fantomette Records, pelo qual lançou seu primeiro álbum solo ‘Is it fire?’. Desde então, roda o mundo em turnês, inclusive com as bandas The Gossip e Iggy and the Stooges.


MOSTRAS Competitiva e Informativa

O Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe divide-se em mostras competitivas, com ganhadores eleitos pelo júri popular e pelo oficial, como também em mostras informativas, exibidas em cidades do interior e em espaços alternativos. Como o próprio nome já retrata, a mostra informativa objetiva levar conhecimento, cultura e diversão aos espectadores.
Na mostra competitiva, as exibições acontecem no Cinemark Jardins (Curtas 35mm Iberoamericanos, Longas, Vídeos Sergipanos ), Sesc Centro (Vídeo de bolso, Vídeos Iberoamericanos), Unit Farolândia (Vídeo Iberoamericano). A mostra teve 605 inscritos nas cinco categorias, 40% a mais do que no ano anterior. Desse total de inscritos, foram selecionados às mostras competitivas 10 vídeos de bolso, 20 vídeos (DVD, internet, CDrom), 20 curtas 35mm, 10 vídeos sergipanos e cinco longas-metragens.
Educação e Inclusão


A programação inclui ainda o Festivalzinho, dia 14 de setembro, a partir das 9h, no Sesc Centro. A exibição conta com cinco filmes com temáticas educativas para divertir o público e as crianças da Creche Maternal Amélia Leite, convidada para participar da festa. A instituição atende a cerca de 100 crianças com idades entre 5 a 9 anos.
O Curta-Se 11 possui também um trabalho de inserção de pessoas com deficiência no ambiente cinematográfico. O Cinema Inclusivo acontece no mesmo dia e local do ‘Festivalzinho’, às 10h. Essa mostra é voltada para pessoas com deficiência auditiva, constando de 5 filmes de animação com legendas descritivas.

LARANJEIRAS: cidade patrimônio histórico nacional também vai receber CINEMA

O Curta-Se 11 também leva cultura e conhecimento à população do interior do estado com mostras informativas gratuitas. A cidade de Laranjeiras recebe o festival dia 14 de setembro com as mostras informativas no Auditório Zizinha Guimarães.
Já em São Cristóvão, o evento chega dia 15 com exibições na Praça Matriz e no auditório de Geografia da Universidade Federal de Sergipe (UFS), além do Cortejo de Cultura Popular. Dia 16 é a vez do município de Estância ser contemplado com as mostras informativas no Auditório Gonçalo Prado.


O Curta-SE, incentivado pela Lei de Incentivo à Cultura, tem patrocínio da Petrobras, co-patrocínio do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Comunicação Social, apoio cultural do Cinemark, Banco do Nordeste e Fundação Aperipê,  apoio do Pontão Avenida Brasil, Ponto de Cultura Figuras em Trânsito, Banese Card, Shopping Jardins, Mega Collor, CiaRio, Estúdios Mega, Cinerama Brasilis, Nova Digital, Porta Curtas, Canal Brasil,  Revista Preview, Revista Raça Brasil, Revista Brasileiros, Sesc Sergipe, Unit, UFS,  Secretaria de Estado da Cultura, Prefeituras de Estância, Laranjeiras e São Cristóvão, Fórum dos Festivais, Congresso Brasileiro de Cinema, Conselho Nacional de Cineclubes, ABD/SE, Segrase, Infonet, Superlux, Ativa Impressão Digital e Swapi, com  realização da Casa Curta-SE e Ministério da Cultura/Governo Federal.

O Curta-SE 11apresentará 14 sessões de mostras competitivas, divididas nas categorias vídeos, vídeos de bolso, vídeos sergipanos, curtas 35mm e longas-metragens. Os vencedores, escolhidos pelo júri popular e oficial, recebem troféus e podem também ser agraciados com premiações em dinheiro e serviços.
 
 
 
Na 11ª edição, serão distribuídos quase R$ 80 mil em prêmios. Desse total, R$30 mil serão destinados aos ganhadores sergipanos. “Este ano, focamos na categoria vídeos sergipanos, no intuito de estimular as produções e o mercado audiovisual existente”, informa Deyse Rocha, produtora-executiva do festival.
Através do Pontão de Cultura Digital Avenida Brasil, a Casa Curta-SE oferecerá locações de equipamentos para as quatro melhores produções de Sergipe, sendo três escolhidas pelo júri oficial e uma pelo júri popular. “Isso reafirma o papel da Casa como incentivadora da Sétima Arte”, diz Deyse.
Além disso, serão 22 sessões de mostras informativas nos espaços de exibição da capital e do interior. O objetivo é a formação de público, levando entretenimento e cultura aos espectadores. 

Veja abaixo como será a distribuição de prêmios das mostras competitivas do Curta-SE 11: 

Vídeos

Melhor vídeo (júri oficial): Prêmio Sincrônica Trilhas (três minutos de trilha sonora original) 

Curtas 35mm

Melhor curta-metragem em 35mm(júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 5.904,80 em serviços (revelação de 20 latas de Negativos 16 ou 35mm) 

Melhor curta-metragem documentário em 35mm (júri oficial): Prêmio Sincrônica Trilhas (três minutos de trilha sonora original); Prêmio Cinerama Brasilis no valor de R$ 10.000 em serviços (locação de câmera digital ou 16mm) 

Melhor curta-metragem de ficção em 35mm (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Sincrônica Trilhas (três minutos de trilha sonora original) 

Melhor curta-metragem de animação em 35mm (júri oficial): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 08h); Prêmio Sincrônica Trilhas (três minutos de trilha sonora original) 

Melhor curta-metragem em 35mm com temática nordestina (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 5.000 

Longas-metragens

Melhor longa-metragem (júri oficial): Prêmio BNB no valor de R$ 10.000; Prêmio Sincrônica Trilhas (cinco minutos de trilha sonora original) 

Vídeos sergipanos

Melhor curta-metragem sergipano: 1º lugar (júri oficial): Prêmio CiaRio no valor de R$ 5.000 em serviços (locação de equipamentos de iluminação, acessórios e maquinaria); Prêmio Estúdios Mega no valor de R$ 13.850 em serviços (finalização de Imagem de curta-metragem digital captado em resolução HD à 24 FPS com duração de até 20 minutos – veja detalhes aqui [inserir link para arquivo m PDF]); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) 

Melhor curta-metragem sergipano: 2º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) 

Melhor curta-metragem sergipano: 3º lugar (júri oficial): Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação) 

Melhor curta-metragem sergipano (júri popular): Prêmio Mega Color no valor R$ 11.000 em serviços (Telecine Off Line correspondente a 10 latas de 35mm ou 16mm e uma diária de Correção de Cor On Line equivalente a 8h); Prêmio Casa Curta-SE (cinco diárias de Kit Filmagem – Câmera HD, microfone, tripé e iluminação).

 Maria Flor e Flávio Bauraqui estão no filme O Senhor do Labirinto, a ser exibido na abertura da décima-primeira edição do CURTA-SE… 

Setembro de Curtição de Cinema em Sergipe

 A 11a edição do  Festival Iberoamericano de Cinema de Sergipe, o CURTA-SE, acontece de 12 a 17 de setembro, em Aracajú. O Curta-SE é um festival de cinema focado na produção Iberoamericana, com programação para todas as idades. Além da capital sergipana, acontece também em outras duas cidades: Estância e São Cristóvão

O Festival Luso-Brasileiro de Curtas-Metragens de Sergipe aconteceu pela primeira vez como parte do Encontro Regional de Comunicação (Erecom)na Universidade Federal de Sergipe. Em sua segunda edição, passou a contar com produções portuguesas, numa parceria com o Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria, e virou o Festival Luso-Brasileiro de Curtas-Metragens de Sergipe.

De lá para cá, o festival cresceu muito e abriu as portas para filmes da Espanha e de países latino-americanos, passando então a ter o nome atual.  Há dez anos, contava 50 inscritos e hoje esse número subiu para 605 inscrições.

Em sua 11ª edição em 2011, o CURTA-SE vai oferecer, além das mostras competitivas, oficinas, seminários e workshops gratuitos.  Em lugares alternativos, e nas cidades do interior do estado, acontecem as mostras informativas.

Programação CURTA-SE 

ONDE

Em Aracaju, Estância e São Cristóvão

Filmes selecionados: 

Curta 35mm

Eu não quero voltar sozinho -Daniel Ribeiro, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Janela Molhada – Marcos Enrique Lopes, 2010, Cor/ P&B, Documentário, Recife-PE

Melhor idade – Angelo Defanti, 2011, Cor, Ficção, Niterói-RJ

A mula teimosa e o controle remoto – Helio Villela Nunes, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

O contador de filmes – Elinaldo Rodrigues, 2010, Cor, Documentário, João Pessoa-PB

A dama do Peixoto – Douglas Soares e Allan Ribeiro, 2011, Cor, Documentário, Rio de Janeiro-RJ

Angeli 24h – Beth Formaggini, 2010, Cor, Documentário, Rio de Janeiro-RJ

Dulce – Iván Ruiz Flores, 2011, Cor,  Ficção, Madrid-ESP

O céu no andar de baixo – Leonardo Cata Preta, 2010, Cor, Animação, Belo Horizonte – MG

Procura-se – Iberê Carvalho, 2010, Cor, Ficção, Brasília-DF

Mantegna – Melo Viana, 2011, Cor, Ficção, Curitiba-PR

Fábula da corrupção – Lisandro Santos, 2010, Cor, Animação, Porto Alegre-RS

El cortejo – Marina Seresesky, 2010, Cor, Ficção, Madrid- ESP

Naiá e a Lua – Leandro Tadashi, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Lápis de cor – Alice Gomes, 2010, Cor, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

Cerveja Falada – Guto Lima, Demetrio Panarotto e Luiz Henrique Cudo, 2010, Cor, Documentário, Florianópolis-SC

Náufragos – Gabriela Amaral Almeida e Matheus Rocha, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Retrovisor – Eliane Coster, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Solene Simpatia – Pedro Dell’Orto ,2011, Cor, Ficção, Salvador-BA

Cinderela – Magali Magistry, 2011, Cor, Ficção, Rio de Janeiro-RJ 

Longas

A Terra da Lua Partida – Marcos Negrão e André Rangel, 2010, Documentário, Cor, Rio de Janeiro-RJ.

Sonho de verão – Paulo César Fajardo, 2011, Ficção, Cor,  Coimbra-Portugal

Luz Teimosa – Luís Alves de Matos, 2010, Ficção, Cor/ P&B, Lisboa-Portugal

Riscado  – Gustavo Pizzi, 2010, Ficção, Cor, Rio de Janeiro-RJ

Aficionados – Arturo Dueñas, 2010, Ficção, Cor, Madrid- Espanha 

 Riscado, filme de Gustavo Pizzi, com produção de Cavi Borges, deu a Karine Telles o KIKITO de Melhor Atriz em Gramado…

Vídeos Sergipanos

Entre a primeira e a ultima vez – Ítalo Lucas de Melo, 2011, Cor, Ficção, Aracaju-SE

Liah – Nucleo de Produção Digital Orlando Vieira, 2010, Cor, Ficção, Aracaju-SE

Lembranças – Marlon Delano, 2010, Cor, Ficção,  Aracaju-SE

Xandrilá – André Aragão, 2011, Cor, Ficção, Aracaju-SE

A primeira rosa – Luciana Oliveira, 2010, Cor, Ficção, Nossa Senhora do Socorro-SE

Simbolique – Jamson Madureira, 2010, Cor, Ficção, Nossa Senhora do Socorro- SE

Vestígios Pré-históricos no Cariri Paraibano – Vinícius de Souza Melo, 2010, Cor, Ficção, Aracaju -SE

Foi apenas um sonho – Eudaldo Júnior, 2011, Cor, Ficção, São Cristóvão

Do outro lado do rio – Nucleo de Produção Digital Orlando Vieira, 2010, Cor, Ficção, Aracaju-SE

Peregrino – Josivaldo Oliveira Silva, 2011, Cor, Documentário, Aracaju-SE 

Vídeos de bolso

Estesia – Roberto Mamfrim, 2011, Cor, Ficção, São  Paulo- SP

Su imagen es como El tiempo infinito – Igor Amin, 2010, Cor, Ficção, Belo Horizonte- MG

Saltos Amazônicos – Liana Amin e Igor Amin, 2011, Cor,Ficção, Belo Horizonte- MG 

Verbena e Limão – Lucas Sá e Lucas Kurz, 2010, Cor, Ficção, São Luiz-MA

Tiro pela culatra – Erico Rassi, 2010, Cor, Ficção, São Paulo-SP

Os sonâmbulos – Igor Amin, 2011, Cor, Ficção, Belo Horizonte-MG

Political swim – Vinicius Cabral, 2011, Cor, Ficção, Belo Horizonte-MG

O eterno – Nelson Antônio, 2010, Cor, Ficção, Salvador-BA

Fun Fun Fun – Vinicius Cabral, 2010, Cor, Ficção, Belo Horizonte- MG

 Street Shuflfe – Vinicius Cabral, Cor, 2010, Ficção, Belo Horizonte-MG 

Vídeos

 

Trocam-se bolinhos por histórias de vida – Denise Marchi, 2010, Cor, Ficção, Porto Alegre-RS

A musa da minha rua – Adolfo Lachtermacher, 2010, Cor, Documentário, Rio de Janeiro-RJ

Enfim sós – Rafael de Andrade, 2011, Cor, Ficção, Brasília-DF

Traz outro amigo também – Frederico Cabral,2010,Cor, Ficção, Porto Alegre-RS

Garoto Barba – Christopher Faust, 2010, Cor, Ficção, Curitiba-PR

O vôo da Papoila – Nuno Portugal, 2011, Cor, Ficção, Cernache-Coimbra

Katari Kamina – Pedro Dantas, 2011, Cor,Documentário, São Paulo-SP

Ultimo caso – Erez Milgrom , 2010, P&B, Ficção, São Paulo-SP

Scratch – Alexandre Coimbra,2011,Cor, Ficção, Porto Alegre-RS

Torpellino – Pedro Dantas, 2010, Cor, Documentário, São Paulo-SP

Ferocidade: Entre a Urbe e a Flora – Márcio B. Venturi, 2010, Cor/P&B, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

Operação mamãe – Marina Freitas, 2010, Cor, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

A sombra de Sofia – Flavia Thompson, 2011, Cor, Ficção, São Paulo-SP 

Retratos – Leo Tabosa e Rafael Negrão, 2010, Cor, Documentário, Recife-PE

Paz – Leandro Corrêa, 2010, Cor, Ficção, Rio de Janeiro-RJ

Quenda – Alexandre Bortolini e Warllem Machado, 2010, Cor, Documentário, Rio de Janeiro-RJ                      

Os Últimos Charruas – Alice Urbim, 2010, Cor, Documentário, Porto Alegre-RS

Menina da Chuva – Rosaria, 2010, Cor, Ficção, Rio de Janeiro

Involução – Marcelo Tannure, 2011, Cor, Ficção, Nova Lima-MG

Número zero – Claudia Nunes, 2010, P&B, Documentário, Goiânia-GO

* Em breve, novas informações.

Aracaju Recepciona Bahia Film Festival

Casa Curta-SEe Centro São Lázaro Acolhem Itinerância do III BAFF

Os Cineclubes Casa Curta-SE e São Lázaro, em parceria, realizam em Aracaju a Itinerância do III Bahia Film Festival (BAFF) exibindo filmes do festival.

A primeira exibição foi ontem no Sesc Centro com participação do idealizador do festival e diretor do filme, Lu Cachoeira, e a segunda será no Centro São Lázaro, no povoado Areia Branca.

 “Buscamos sempre parcerias para que consigamos diversificar nossas exibições. Partilhamos desta vez, do mesmo objetivo do  BAHIA AFRO FILM FESTIVAL  que tem como objetivo principal divulgar, integrar e promover discussões em torno da produção de cinema e vídeos nacionais, que possuam como temática central o cidadão afrodescendente, com ênfase na diáspora africana, no sincretismo cultural, no humanismo e na preservação de raízes e valores”.

O Festival pensa o cinema afrodescendente, que atua à frente ou atrás das câmeras, através da produção industrial ou da produção independente de trabalhos audiovisuais. Além de divulgar e agregar a experiência e a produção acadêmica e intelectual comprometidas com o tema. Também daremos ênfase à mulher na produção audiovisual.

Filmes a serem exibidos 

NEGODireção, roteiro, som e montagem: Sávio Leite

Gênero: Animação – Duração: 03’

Premiação de Melhor Filme Experimental do IIIº Bahia Afro Film Festival 

Sinopse: Uma homenagem ao baiano Theodoro Sampaio, o intelectual negro mais fecundo que o Brasil conheceu. Utiliza os quadrinhos como aporte visual e dramático, com destaque para a especial trilha sonora.
MÃE FILHINHA 105 ANOS OFERENDA À IEMANJÁ

Documentário, 5′

Direção e Roteiro: Lu Cachoeira

Direção de Fotografia: Roque Araújo e Marcelo Coutinho

Desenho de Som: Lu Cachoeira e Antônio Moraes

Trilha Sonora: Mateus Aleluia e Tincoãs

Edição em Software Livre: Elielson Barbosa – Co-produção: Rede Terreiro

Cultural, DIMAS e PONTOBRASIL.

Sinopse:    O documentário registra a convicção de fé e liberdade da Griô Ialorixá

Mãe Filhinha do Terreiro de Candomblé Italiê Ogum. Irmã da Confraria

Irmandade da Boa Morte que, aos 105 anos de idade, esbanja vitalidade

cumprindo seus rituais, saudando os orixás. E que conduz suas oferendas à

Iemanjá, em belo cortejo ao Porto de Dentro, nas margens do Rio Paraguaçu,

no município de Cachoeira – Bahia.

RIO DE MULHERES : Direção: Cristina Maure, Joana Oliveira

Documentário, : 21′

Premiações: Melhor Direção, Fotografia, e Filme Curta Metragem do IIIº Bahia

Afro Film Festival.

Sinopse:“Rio de Mulheres” é um documentário sobre a rotina de mulheres que

vivem em comunidades rurais remanescentes de quilombos, localizadas em

uma região árida de Minas Gerais. Seus maridos, filhos e netos, maiores de 16

anos, passam a maior parte do ano trabalhando na coleta de cana no estado

de São Paulo. Duração: 21’, melhor filme do IIIº Bahia Afro Film 

Abelhas e Mulheres Abrindo Caminho

Direção: Lu Cachoeira, Documentário,: 05′ 

Filme produzido com a participação das jovens mulheres apicultoras do

Kaonge, Dendê, Kalembá, Engenho da Ponte e Engenho da Praia, com

destaque para a Yalorixá Juvani Jovelino.

Roteiro: Construído por Lu Cachoeira compartilhado

com Antônio Moraes, e Rede PONTOBRASIL.

Edição em Software Livre: Elielson Barbosa e Lu Cachoeira –

Sinopse: Mulheres quilombolas apiculturas da Bacia do Iguape/Cachoeira

Bahia, mostram seu envolvimento com a integração da educação,

cultura/religiosidade e geração de trabalho e renda, alicerce para o

desenvolvimento sustentável de suas comunidades, conjugando fé, trabalho e

luta, adoçando esses caminhos com o mel.

Após exibição:

Roda de Conversa:

  • Antropologia Audiovisual – Memória e Expressão da Cultura Afrobarroca;
  • Processo de produção de filme participativo e compartilhado, do roteiro à difusão;

Participação:

  • Luiz Cachoeira – IIIº Bahia Afro Film Festival/Ponto de Cultura Rede Terreiro Cultural;
  • Rosângela Rocha – Pontão Digital Avenida Brasil / Casa Curta-SE
  • Wolney Nascimento – Técnico Cinema – SESC Sergipe
  • Sandra Costa – Esp. História Cultural – UFS